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MOMENTOS DA TRAJETÓRIA DA RESIDÊNCIA        MULTIPROFISSIONAL    • Formação multiprofissional    em    serviços   de1     ...
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FORMAÇÃO NO E PELO TRABALHO ORIENTADA PELA REFORMA SANITÁRIA                               DIMENSÃO                       ...
PARÊMETROS DA FORMAÇÃO EMRESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL                         CAMPO E NÚCLEO DE                         SA...
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INTEGRAÇÃO DE SABERES E    PRÁTICAS, CONSTRUÇÃO DE COMPETÊNCIAS    COMPARTILHADAS NA FORMAÇÃO EM EQUIPE                  P...
• Campo e núcleo de saberes epráticas: “conceito-ferramenta”  para a operacionalização das   experiências pedagógicas...  ...
ITINERÁRIO DE FORMAÇÃO EM         LINHAS DE CUIDADO           - Arranjos assistenciais que garantam       integralidade, r...
INTEGRALIDADE QUE CONTEMPLE TODOS    OS NÍVEIS DA ATENÇÃO À GESTÃO                                           a (re) ABORDA...
INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO-COMUNIDADE E ARTICULAÇÃO ENSINO, SERVIÇO E GESTÃO  Direcionamento das experiências formativas pa...
INTEGRAÇÃO DA RESIDÊNCIA COM A      GRADUAÇÃO E A PÓS-GRADUAÇÃO   Articulações para a constituição de uma rede deformação ...
ARTICULAÇÃO POLÍTICA E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL NO QUADRO    DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO PARA O SUS         ...
FORMAÇÃO EM SERVIÇOprocessos pedagógicos nos serviços de saúde     Posicionamento contrário às 60hs semanais,incompatível ...
PARÂMETROS PARA A FORMAÇÃO DOS ASSISTENTES SOCIAIS POR ÁREAS DE MAIOR         INSERÇÃO DA PROFISSÃOATENÇÃO BÁSICA: adensam...
FORMAÇÃO TEÓRICA  espaços multiprofissionais e uniprofissionais Controle social seja um dos eixos da formação teórico-    ...
PESQUISAtrabalhos de conclusão, atividades de    produção e sistematização de           conhecimentos    Pesquisa na resid...
REFERÊNCIASCLOSS, T. T. O Serviço Social nas Residências Multiprofissionaisem Saúde na Atenção Básica : formação para a in...
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Política de saúde na atualidade e a estratégia de formação do assistente social na modalidade de residência multiprofissional

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Política de saúde na atualidade e a estratégia de formação do assistente social na modalidade de residência multiprofissional

  1. 1. THAÍSA CLOSS Docente FSS/PUCRS Tutora PET-SAÚDE PUCRS Representante GT Saúde ABEPSS SUL II Encontro Estadual de Residência Multiprofissional com Inserção doServiço Social, promovido pelo CRESS-MG, realizado em 25.10.12 emBelo Horizonte.
  2. 2. Cenário de Quadro de disputascontrarreformas no de projetos quanto setor saúde e a Residência educação MultiprofissionalAmpla inserção dos Abordagemassistentes sociais crescente deste na Residência e tema nas pauta nas escassez de entidades daproduções na área categoria
  3. 3. 1 Apreensão crítica da Residência Multiprofissional no quadro da política de formação para o SUS 3 2Articulação política Parâmetros e produção de político-conhecimento da pedagógicos para profissão sobre a a formação do política de assistente social formação para o nas residências SUS
  4. 4. Residência Multiprofissional no • contexto de estratégias para a formação de trabalhadorescompromissados com a mudança do modelo assistencial no SUS Construção e fortalecimento de uma cultura e práticas assistenciais contra-hegemônicas na saúde, alinhadas com o projeto da reforma sanitária Ordenamento de recursos humanos para a saúde: campo de tensão e possibilidades, desafio de aproximar trabalho e educação em saúde
  5. 5. ORDENAMENTO DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE SISTEMA REDE DE EDUCAÇÃOEDUCATIVO EM SERVIÇOS PERMANENTETODOS NÍVEIS • formação • lócus de • educação técnica, grad ensino- permanente uada, pós- aprendizagem dos graduada • práticas de trabalhadores permanente, formação e de • Integração especializa- pesquisa no entre ensino, ção em interior dessa serviço, serviço, área rede gestão, da pesquisa população usuária
  6. 6. COMPETÊNCIAS PARA A MUDANÇA DO MODELO ASSISTENCIAL Reconhecimento da saúde como direito social e o papel do Estado na sua garantia A promoção de ações O trabalho em que fortaleçam e saúde pautado na preservem a autonomia perspectiva de da população e sistema/rede potencializem sua participação Identificação dosDesenvolvimento de ações fatores determinantesassistenciais que integrem e condicionantes do prevenção, promoção e processo saúde- recuperação doença
  7. 7. AFIRMAR UMA LÓGICA PÚBLICA NOORDENAMENTO DA FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ÁREA DA SAÚDE • a educação que tenha como centro as necessidades de saúde da população, inclusive as 1 necessidades locorregionais • a consolidação do modelo assistencial previsto pela Lei Orgânica de Saúde 2 • a articulação intersetorial saúde- educação, ancorada no controle social para a formulação e a execução de políticas para esse 3 setor
  8. 8. RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL COMO UMA “TRAVESSIA” Graduação RMS EPS Mudanças na graduação Educação permanente que instaurem novas que entrelace a bases para o trabalho qualificação da atenção em saúde... O papel da em saúde com a RMS não é suprir suas dimensão política do lacunas trabalho sem saúdeMODALIDADE DE FORMAÇÃO RMS não é um modelo DE QUADROS universalizável deESPECIALIZADOS EM ÁREAS formação para todos ESTRATÉGICAS PARA O os trabalhadores de FORTALECIMENTO DO SUS saúde
  9. 9. MOMENTOS DA TRAJETÓRIA DA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL • Formação multiprofissional em serviços de1 saúde que antecede o SUS • Década de 1990: implantação do SUS, expansão da atenção básica, novos programas de2 Residências e consolidação dos existentes • Anos 2000: consolidação dessa formação no3 quadro das políticas de formação para o SUS • Regulamentação da RMS, atores articulados na esfera pública, legislações processuais, projetos4 em disputa
  10. 10. QUE MODELO DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE QUEREMOS? FORMAÇÃO NO E PELO TRABALHOTREINAMENTO EM SERVIÇO ORIENTADA PELA REFORMA SANITÁRIA
  11. 11. FORMAÇÃO NO E PELO TRABALHO ORIENTADA PELA REFORMA SANITÁRIA DIMENSÃO ONTOLÓGICA E TELEOLÓGICA DO TRABALHO CATEGORIA TRABALHO EM MARX VALORES DE USO COMBINAMOS EM APREENSÃO E PROCESSOS INTERVENÇÃO COLETIVOS DEAMPLIADA NOS TRABALHO PROCESSOSSAÚDE-DOENÇA APRENDIZAGEM EDUCAÇÃO NO TRABALHO PERMANENTE PROBLEMATIZA- EM SAÚDE ÇÃO DO COTIDIANO
  12. 12. PARÊMETROS DA FORMAÇÃO EMRESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL CAMPO E NÚCLEO DE SABERES E PRÁTICAS EM SAÚDE1) FORMAÇÃO EM SERVIÇO (CAMPOS, 2000) 2) FORMAÇÃO TEÓRICO- PRÁTICA 3) PRODUÇÃO, SISTEMATIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS DIRETRIZES LEGAIS DA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL
  13. 13. DIRETRIZES LEGAIS DA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL-necessidades loco-regionais -Formação interdisciplinar - concepção ampliada de -linhas de cuidado saúde FORMAÇÃO A PARTIR DO TRABALHO-integração ensino-serviço- - integralidade em saúdecomunidade- Competências e saberes -integração com graduaçãocompartilhados na formação e pós-graduaçãoem equipe
  14. 14. JUSTIFICAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DOS PROGRAMAS DEVE PARTIR DA ANÁLISE DA REDE DO SUS processo de pactuação modelo de gestão dos entre instituição serviços, capacidadeformadora, gestores locais técnico-assistencial e e controle social composição das equipesCENÁRIOS REPRESENTATIVOS DA REALIDADE E NECESSIDADES LOCO-REGIONAIS Em que áreas do SUS Áreas estratégicas do SUS e priorizar a realização de inovação do modeloResidências e formação do assistencial assistente social?
  15. 15. INTEGRAÇÃO DE SABERES E PRÁTICAS, CONSTRUÇÃO DE COMPETÊNCIAS COMPARTILHADAS NA FORMAÇÃO EM EQUIPE PARTICULARIDADES DO TRABALHOINSERÇÃO EM DO ASSISTENTE SOCIALPROCESSOS DE TRABALHO QUESTÃO SOCIAL E EM SAÚDE DETERMINANTES SOCIAIS DO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA (NÚCLEO) EQUIPE MED MULTI- C PSIC PROFISSI A ONAL M SS P ENF O
  16. 16. • Campo e núcleo de saberes epráticas: “conceito-ferramenta” para a operacionalização das experiências pedagógicas... Construção conjunta de projetos de acompanhamento a indivíduos e famílias, realização de atendimentos e acompanhamentos através de interconsultas Planejamento e execução de abordagens grupais socioeducativas, supervisão, consultoria e matriciamento
  17. 17. ITINERÁRIO DE FORMAÇÃO EM LINHAS DE CUIDADO - Arranjos assistenciais que garantam integralidade, resolutividade e acessibilidade - Construção de tramas progressivas de cuidado e proteção social, entre o SUS e demais políticas Experimentação de linhas de cuidado: no serviço de estágios inserção em saúde onde ocorreespecializados no instâncias de a formação = R2 = serviços gestão do SUS = articulação com aarticulados com os fomento a fluxos e consolidação de cenários da estratégias uma linha de residência gerenciais cuidado
  18. 18. INTEGRALIDADE QUE CONTEMPLE TODOS OS NÍVEIS DA ATENÇÃO À GESTÃO a (re) ABORDAGEM a relação entre organização dos DAS demandas, as processos deNECESSIDADES necessidades de trabalho dasE DA ATENÇÃO saúde e ofertas equipes, tendo EM SAÚDE de serviços; como foco o usuário os modelos a acessibilidade assistenciais e a a diversos níveis gestão dos de atenção de serviços e forma articulada políticas
  19. 19. INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO-COMUNIDADE E ARTICULAÇÃO ENSINO, SERVIÇO E GESTÃO Direcionamento das experiências formativas para as necessidades de saúde = caráter público do ensino =interlocução da residência com gestores, trabalhadores e usuários As experiências formativas vivenciadas no serviço/trabalho precisam ser respaldadas e qualificadas pelos espaços de reflexão teórica Contribuições do Serviço Social na mediação de espaços de discussão das necessidades de saúde eplanejamento do ensino com base nestas necessidades
  20. 20. INTEGRAÇÃO DA RESIDÊNCIA COM A GRADUAÇÃO E A PÓS-GRADUAÇÃO Articulações para a constituição de uma rede deformação em torno da rede local do SUS que possibilite a interface e a troca entre os diferentes níveis de educação na saúdeArticulação com as UFAS no plano da graduação e pós- graduação: integração com o PET-SAÚDE e PRÓ-SAÚDE, manutenção de campo de estágio, debates de estudos e pesquisas em andamento, realização de seminários integrados
  21. 21. ARTICULAÇÃO POLÍTICA E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL NO QUADRO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO PARA O SUS Parâmetros de formação dos assistentes sociais nas Residências, Projetos Pedagógicos das residências (em âmbito local) CNRMS e câmaras técnicasForuns da residência Agenda de debate e multiprofissional pesquisa Foruns das entidades da categoria
  22. 22. FORMAÇÃO EM SERVIÇOprocessos pedagógicos nos serviços de saúde Posicionamento contrário às 60hs semanais,incompatível com a proposta de formação qualificada e reflexiva Atividades de formação dos assistentes sociais nos serviços: ações assistenciais, ações de planejamento/gestão, ações de controle social, (parâmetros de atuação na saúde do conjunto CFESS/CRESS) As ações de controle social como uma dimensão daformação, garantia deste eixo de formação nos projetos pedagógicos dos programas de residência Debate sobre áreas estratégicas do SUS em que necessitamos a formação de assistentes sociais residentes, de acordo com a realidade loco-regional
  23. 23. PARÂMETROS PARA A FORMAÇÃO DOS ASSISTENTES SOCIAIS POR ÁREAS DE MAIOR INSERÇÃO DA PROFISSÃOATENÇÃO BÁSICA: adensamento teórico sobre a inserção nas equipes de ESF e no Núcleo de Apoio à Saúde da Família REDE HOSPITALAR: cenário que abarca a maior concentração de assistentes sociais em formação naresidência, ampliar o debate sobre modelos assistenciaisna alta complexidade do SUS, articulados com os demais níveis de atençãoSAÚDE MENTAL: cenários de aprendizagem em serviços substitutivos de saúde mental, sob a lógica da reforma psiquiátricaEmbora a formação seja voltada para uma dada ênfase do SUS esta deve possibilitar A VISÃO DE TODO SISTEMA: vivências em diferentes níveis de atenção
  24. 24. FORMAÇÃO TEÓRICA espaços multiprofissionais e uniprofissionais Controle social seja um dos eixos da formação teórico- prática Temas transversais nos projetos pedagógicos queampliem o enfoque para além de uma “especialidade” em dada área do SUS, mas garantam o enfoque para todo SistemaEspaços teóricos pautados a partir da lógica da educação permanente, com foco para o trabalho em saúde como eixo articulador dos conteúdos;Espaços de discussão teórica de núcleo do Serviço Social nas Residências: articulação das temáticas do núcleo com o campo e ênfase do programa, projeto ético- político e a reforma sanitária, determinação social do processo saúde-doença e a questão social;
  25. 25. PESQUISAtrabalhos de conclusão, atividades de produção e sistematização de conhecimentos Pesquisa na residência como estratégia fundamental de construção de novas tecnologias em saúde e da dimensão reflexiva e crítica do processo de formação; Qualificar os processos de pesquisa: carga horária, orientação, fortalecer articulação com a universidade e pós-graduação Garantir espaços e meios de divulgação através de publicações e produções oriundas dos programas
  26. 26. REFERÊNCIASCLOSS, T. T. O Serviço Social nas Residências Multiprofissionaisem Saúde na Atenção Básica : formação para a integralidade?Dissertação de Mestrado. PUCRS. Programa de Pós-Graduaçãoem Serviço Social, Porto Alegre, 2010. 228 f.Marx, K. O capital. Vol I. Livro I. O Processo de produção docapital. Rio de Janeiro: Editora Bertrand do Brasil, 1989.Campos, G. W. S. Saúde pública e saúde coletiva: campo e núcleode saberes e práticas. Ciência e saúde coletiva, Rio de Janeiro, v.5, n. 2, 2000.
  27. 27. Obrigada! Contato:thaisacloss@hotmail.com

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