Demonstração de resultados 1 relatório de contas cpsb

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De acordo com o estabelecido na lei, vimos por este meio publicar o relatório de contas referente ao ano de 2014.

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Demonstração de resultados 1 relatório de contas cpsb

  1. 1. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE BARBEITA Prestação de Contas 2014 DEIVIQNSTRAÇÃO DE RESULTAD Elaborado por Caldas & Garcia
  2. 2. Administração / Gerência . An Demonstração dos Resultados por Naturezas - Centro Paroquial e Social de Resultado antes de Impostos Resultado líquido do período (modelo para ESNL) do periodo de 2014 Barbeita (montantes em euros) v' M ' (Unaí-mn: r" : Hlclnlldálnu: : entire): CMM: e _ mn 1mm Vendas e serviços prestados 9 586.924,26 568.156,17 Subsídios, doações e legados à exploração 10 568.325,62 496.155,26 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 8 (166.074,10) (165.969, 23) Fornecimentos e serviços externos 14 (258.168,56) 031.450,92) Gastos com o pessoal 12 (638.395,77) 684.522,35) Outros rendimentos e ganhos 9 88.354,85 91.139,41 Outros gastos e perdas 11 (8.834,46) (13.239,58) Resultado antes de depreclaçõesgastos de financiamento e Impostos 160.268,76 Gastos/ reversões de depreciação e de amortização 4;5 (92.613,93) Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e Impostos) 67.654,83 Juros e gastos similares suportados 6;7 00.589,57) 57.065,26 54.734,16 57.065,26 S N° 21954 Técnico Oficial
  3. 3. IIIII 3.2.. ? «Emi mudanca onvnhvm ouozoaouou_au__ous_amom E23 rodam. . vÉmÉ madame. . @Pensem »o. mo. _s_mumsãoua_ãwm modo: w mümwve- v3.5- 393» @Nueva mNNvmN MWM . .md moNNNw mmdvoúv wmdmNNm _moamonE_ o OaCOEEUENEÉ uu woummm ou achem. _mcâomcono ovwgamom . ... ... ... ... ... ... ... . Awmomcmãtmmuaoav m_m>. m~_toEEm_m>n_um. _nmu moEmEÊoÊ_ mv oumuxamaE_ . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... :obotmn Eu OÉUEÉCN; o @unem 0509:_ mméwoNT mrdvméw- NmdomN- wodmwñw- Aovñmmóorv . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. owumNEoEm mumowomõmcamu ou mmom. w›m: m2mmo Nümom . me Nmdmwtvm ovNnNmv mNmmmN: Vw. rm r . NC. moumonE_ o OuCUEEUENEL. ou magnum _momuwüoanmv ou neuem moumzamoz omóomé- wmdvmé- Êumoo- NÊNNÚm- Amvfmmwv . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . .mmucoaomoõmm web30 mvdmmgmv mmiovkr wmdmoó mrNNNém mwímmbw . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. mozcmmmmoEoE_u: u._mo: :O . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . co. ? cama_ ou mwouavwtmâcoEa/ x . ... ... ... ... ... . . .Amoomcmâwtmmuemnv mmãwnzcoãmxwmãmncwcnou ou: woEoE: mu>: _ ou oumucmnã_ . ... ... ... ... . . ammoozvocxmoucoêamv mOomSEn_ . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Amwowcmsmcxmmucmnv . amooo. m mmuêu ou oumutmaE_ . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Amwoemzeeamucmav mocazmte_ ou mumuuâe_ mvdvmwm- mmdmümm? mñwwmñv. oohmñonm- Êümmmwmmv . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . ..mommmaoeoo mesmo omáwmçnw- ov. mmv. mm- mímmmo? mvdoüvm? Aomdoñmmmv . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. -nossas. moa_awmmmo. eoe_oosou amanhã- animam- N38. e T magnum? 8 F . vàomc . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .mmzeãcoa “mamae man o macaco. , marcamos. : É. caso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . , . . . . . . . . . . , , . . . . . . . . , . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. owoanoca mu motücmãc_ me: omomtm> . ... ... .. moíaíou mozõceucmoanccw w mmvmõommm . wmtmsgmnam mv mouãaaê_ mmucmaxwozcmo . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . ... ... ,.. owom. õ_axo w moêmnzw . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . .monEwEa mogzum w wmvcm> monumaom mmeumowm mnowtwmm mamão? mmNNTwN moâwmm mmnvnmm. onvmnom mmdooume mÉmvnm no55. m m9.zm_z_azmm É . sueca 23s. .. . _.§. o.. .aoH5¡ oooãma _ 295.2_ 95m Em mommEnxw muaeãzo: «Em Enãonoo w<_ozw. _<> mon wooñâmmm won OKUÊhwZOEMQ _t_ _mmm4n. MD . ..ÉJJW 44_. D.3.0m L 32h24.. .. ,
  4. 4. . CENTRO PAROQUIALE SOCIAL DE BARBEITA L_ Prestação de Contas 2014 BALA AÇO '4 .4 . .A _a . a . . 'x 4 i F7 v- O Elaborado por Caldas & Garcia
  5. 5. a ' rñvm r 1 : industria: o : mas v ; ~ r: .vv . S ' ' doi# l ! lino _; ATIVO v Ativo não corrente Ativos fixos tangíveis 4 1.914.615,24 1.862.051,38 Ativos intangiveis 5 11.335,60 22.667,80 Investimentos Financeiros 13 1.000,00 1.000,00 Outros ativos financeiros 13 243,28 6,53 1.885.725,71 Ativo corrente Inventários 8 6.210,82 525,46 Clientes 11 18.178,86 12.111,46 Estado e outros entes públicos 1.168,86 Outras contas a receber 11 130.757,48 283.389,83 Diferimentos 255,57 Caixa e depósitos bancários 269.703,95 46.750,79 344.201,97 Total do ativo 2.229.927,68 FUNDOS PATRIMONIAIS E PASSIVO Fundos patrimoniais 13 Reservas 13 37.597,77 37.597,77 Resultados transitados 13 479.839,38 422.774,12 Outras variações nos fundos patrimoniais 10 1.293.647,04 1.109.976,44 Resultado liquido do periodo 13 54.734,16 57.065,26 Total do fundo de capital 1.627.413,59 Passivo Passivo não corrente Financiamentos obtidos 6;7; 11 210.424,04 255.356,38 Passivo corrente Fornecedores 11 54.316,92 31.809,65 Adiantamentos de clientes 11 273,00 500,00 Estado e outros entes públicos 13 17.518,80 14.837,58 Financiamentos obtidos 6;7; 11 32.953,92 79.903,42 Diferimentos 38.254,39 Outras contas a pagar 11;12 170.740,20 181.852,67 347.157,71 Total do passivo 602.514,09 Total dos fundos patrimoniais e do passivo 2.352.045,23 2.229.927,68 Balanço - (modelo para ESNL) em 31-12-2014 (montantes em euros) A ministração / Gerência G- Técnico Oficial N° 21954
  6. 6. :wins . .i. . . . q¡ 1 a 8.1:: : 3m. .lñu JAHJ1ÚJÍTJAiJAJAJ4M-. inx t. uf MH. .n Lv N . . . ._ . Ítxhu. âwmadlwwMdwunrnmla_üuñwuiminwdoiiii. L 1 lii . li . . , . l. .. i, l. i . . , i lili_ . l. lli 1 . .ll l. _ _ .
  7. 7. »ab-bit __ 7 *Avi 1': 4:*-~_t. :¡ _~-. _1l u P17: 4.» '“ 'ñ az-txanihirr? 1 _ .1 _ t I 'nuno-ainsubmissa _ ll n n ~ ' a . _ . 1.a' n. . n _. Isa-I --r-nn- n nihuarüwvnugianw-hwüdaahhmúaa ' n E l ¡| - -I 1*¡ -I' Él_ . . . n- n : um --- ! aí-nha : lan-ln 'Inks-n E -- a uni-naum 'n' nau-nn¡- -n ---= - ui--I- -v---n --I-lli n . _ _ . q_ n¡- p gls" 1123342? 2.x* . É-. LJ . In ' n I -N i ' “ - . rm . ' %F: .'-Í'Í, d.. 1.7.'. . '~ . '”“"__. â_. _«__4,FJL-í-'. :U; §_l- Q ¡'
  8. 8. N) w 10 - 10.1 10.2 11 - 11.1 I 12- 7 12.1 I h 12.2 _ 13 - i 13.1 Administração/ Gerência í? ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita ÍNDICE Identificação da entidade Dados de identiñcação Referencial contabiiístico de preparação das demonstrações financeiras Referencial contabiiístico utilizado Disposições do SNC que, em casos excecionais, tenham sido derrogadas e dos respetivos efeitos nas demonstrações financeiras Contas do balanço e da demonstração dos resultados cujos conteúdos não sejam comparáveis com os do período anterior Principais políticas contabilísticas Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras Ativos fixos tangiveis Divulgações sobre ativos fixos tangiveis, conforme quadro seguinte: Ativos intangíveis Divulgações para cada classe de ativos intangíveis, conforme quadro seguinte: Locações Decomposição das locações de acordo com o quadro seguinte: Custos de empréstimos obtidos Politica contabilistica adoptada nos custos dos empréstimos obtidos capitalizados no período e respetiva taxa, bem como os reconhecidos em gastos: Outras divulgações Inventários Apuramento do custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas e outras informações sobre estas naturezas de inventários, conforme quadro seguinte: Rédito Quantia de cada categoria significativa de rédito reconhecida durante o periodo, conforme quadro seguinte: Subsídios do Govemo e apoios do Govemo Politica contabilística adoptada para os subsídios do Governo, incluindo os métodos de apresentação adoptados nas demonstrações ñnanceiras Natureza e extensão dos subsídios do Governo reconhecidos nas demonstrações ñnanceiras e indicação de outras formas de apoio do Govemo de que diretamente se beneficiou: Instrumentos financeiros Categorias (naturezas) de ativos e passivos ñnanceiros, perdas por imparidade, rendimentos e gastos associados, conforme quadro seguinte: Benefícios dos empregados Pessoal ao serviço da empresa e horas trabalhadas Beneficios dos empregados e encargos da entidade Divulgações exigidas por diplomas legais Informação por atividade económica Técnico Oficial dÉÊntÍ N° 21954 Pag. 2 de 14
  9. 9. ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita 13.2 Informação por mercado geográñco 13.3 Decomposição e movimento dos fundos patrimoniais 13.4 Outras divulgações exigidas por diplomas legais 14 - Outras informações 14.1 Discriminação dos fornecimentos e serviços externos 15 - Apenas para IES - Fluxos de caixa x . . 15.1 Desagregação dos valores inscritos na rubrica de caixa e em depósitos bancários: m_ Administração/ tSe-riência Pag_ 3 de 14 TÉCHÍCO Oficial d E : hà-w O N° 21954
  10. 10. . . m-. I 1.5. Eng. : mr. l-3LI-l¡-n r- --. .. - 'Iu-IIi-h . r -Hh aI- l! r3- -l-¡n-¡Em-lhmuhnl lr--I--ih-i - -I-W-. W-&U-l- 'l 'J' 'MF' an¡ a ¡lupa-na- In--I-i-. n. 'i--u mama-I --II. .- i- TlM-ÂIIMIIFÉ . mnàp. §gg_ç¡. _¡g_, -.. u.iqng_ur. m-m - u. - diluir-Wu] 'In-lunr-¡Funsãisir l -il- -I-ú-riiumamura--Emtg . n -I-i- I a làll d: n *a l. , . : :je-ATI 2'¡ -iiÍIÍÊLi-Í* . . -. m. . at; pinga: d. - 'niivi , i _ í -_u. _. rv_ Il' LI, , n ir* . 'I ; rui-xo ' , g rap g ; A1 , V _ = Í ; Li 1 l . l 'Í . 7 I
  11. 11. v 2.2. 2.3. 1.1. 2.1. ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita 1 - Identificação da entidade Dados de identificação Designação da entidade: Centro Paroquial e Social de Barbeita Sede social: Lugar da igreja Natureza da atividade: Atividades de apoio social para pessoas idosas, com alojamento i' 2 - Referencial contabiiístico de preparação das demonstrações financeiras Referencial contabiiístico utilizado As demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com todas as normas que integram o sistema para as Entidades do Sector Não Lucrativo (ESNL), as quais contemplam as Bases para a Apresentação de Demonstrações Financeiras, os Modelos de Demonstrações Financeiras, o Código de Contas e as Normas Contabilisticas de Relato Financeiro (NCRF). Mais especiñcamente foram utilizadas as Entidades do Sector Não Lucrativo (ESNL). Na preparação das demonstrações ñnanceiras tomou-se como base os seguintes pressupostos: › Pressuposto da continuidade As demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações e a partir dos livros e registos contabilísticas da entidade, os quais são mantidos de acordo com os princípios contabilísticas geralmente aceites em Portugal. ~ Regime da periodização económica (acréscimo) A Entidade reconhece os rendimentos e ganhos à medida que são gerados, independentemente do momento do seu recebimento ou pagamento. As quantias de rendimentos atribuiveis ao periodo e ainda não recebidos ou liquidados são reconhecidas em “Devedores por acréscimos de rendimento"; por sua vez, as quantias de gastos atribuiveis ao período e ainda não pagos ou liquidados são reconhecidas “credores por acréscimos de gastos". - Materialidade e agregação As linhas de itens que não sejam materialmente relevantes são agregadas a outros itens das demonstrações ñnanceiras. A Entidade não definiu qualquer critério de materialidade para efeito de apresentação das demonstrações ñnanceiras. - Compensação Os ativos e os passivos, os rendimentos e os gastos foram relatados separadamente nos respetivos itens de balanço e da demonstração dos resultados, pelo que nenhum ativo foi compensado por qualquer passivo nem nenhum gasto por qualquer rendimento, ambos vice-versa. - Comparabilidade As políticas contabilísticas e os critérios de mensuração adoptados a quarta-feira, 31 de Dezembro de 2014 são comparáveis com os utilizados na preparação das demonstrações financeiras em 31-12-2013. Disposições do SNC que, em casos excecionais, tenham sido derrogadas e dos respetivos efeitos nas demonstrações financeiras Nos periodos abrangidos pelas presentes demonstrações ñnanceiras não foram derrogadas quaisquer disposições do ESNL que tenham produzido efeitos materialmente relevantes e que pudessem pôr em causa a imagem verdadeira e apropriada que devem transmitir aos interessados pelas informações disponibilizadas. Contas do balanço e da demonstração dos resultados cujos conteúdos não sejam comparáveis com os do período anterior As quantias relativas ao período findo em 31 de Dezembro de 2014, incluídas nas presentes demonstrações financeiras para efeitos comparativos, estão apresentadas em conformidade com o modelo resultante das alterações introduzidas pelos diplomas legais emitidos no âmbito da publicação do sistema das Entidades do Sector Não Lucrativo (ESNL). 3 - Principais políticas contabilísticas Administração/ Gerência &v; f"IdC N°21 4 Pag_ 5 de 14 ecn cooicia on s 95
  12. 12. f. . . - 4-11- ? gas . ar*: :c'far 3.1. Administração/ Gerência Bgug. . ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Sodal de Barbeita Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras As principais bases de reconhecimento e mensuração utilizadas foram as seguintes: - Eventos subsequentes Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam nessa data sao refletidos nas demonstrações ñnanceiras. Caso existam eventos materialmente relevantes após a data do balanço, são divulgados no anexo às demonstrações financeiras. - Moeda de apresentação As demonstrações financeiras estão apresentadas em euro, constituindo esta a funcional e de apresentação. Neste sentido, os saldos em aberto e as transações em moeda estrangeira foram transpostas para a moeda funcional utilizando as taxas de câmbio em vigor à data de fecho para os saldos em aberto e à data da transação para as operações realizadas. Os ganhos ou perdas de natureza cambial daqui decorrentes são reconhecidos na demonstração dos resultados no item de "Juros e rendimentos similares obtidos" se favoráveis ou “Juros e gastos similares suportados" se desfavoráveis, quando relacionados com financiamentos obtidos/ concedidos ou em "Outros rendimentos e ganhos" se favoráveis e "Outros gastos ou perdas" se desfavoráveis, para todos os outros saldos e transações. « Ativos ñxos tangiveis Os ativos fixos tangiveis encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das depreciações e das perdas por imparidade acumuladas. As depreciações são calculadas, após o início de utilização dos bens, pelo método da linha reta em conformidade com o periodo de vida útil estimado para cada classe de ativos. Não foram apuradas depreciações por componentes. As despesas com reparação e manutenção destes ativos são consideradas como gasto no período em que ocorrem. As beneñciações relativamente às quais se estima que gerem benefícios economicos adicionais futuros sao capitalizadas no item de ativos fixos tangiveis. Os ativos fixos tangiveis em curso representam bens ainda em fase de construção/ instalação, são integrados no item de “ativos ñxos tangiveis" e mensurados ao custo de aquisição. Estes bens não forem depreciados enquanto tal, por não se encontrarem em estado de uso. - Ativos intangíveis À semelhança dos ativos fixos tangiveis, os ativos intangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das amortizações e das perdas por imparidade acumuladas. Observa-se o disposto na respetiva NCRF, na medida em que só são reconhecidos se for provável que deles advenham benefícios económicos futuros, sejam controláveis e se possa medir razoavelmente o seu valor. Os gastos com investigação são reconhecidas na demonstração dos resultados quando incorridas. Os gastos de desenvolvimento são capitalizadas, quando se demonstre capacidade para completar o seu desenvolvimento e iniciar a sua comercialização ou uso e para as quais seja provável que o ativo criado venha a gerar benefícios económicos futuros. Quando não se cumprirem estes requisitos, são registadas como gasto do períodoem que são incorridos. As amortizações de ativos intangíveis com vidas úteis definidas são calculadas, após o início de utilização, pelo método da linha reta em conformidade com o respetivo período de vida útil estimado, ou de acordo com os períodos de vigência dos contratos que os estabelecem. - Investimentos financeiros Os investimentos ñnanceiros são registados pelo método do custo. De acordo com este método, as participações financeiras são inicialmente registadas pelo seu custo de aquisição, sendo subsequentemente ajustadas por perdas por imparidade. Os dividendos recebidos e as coberturas de prejuízos efetuadas são registadas diretamente em rendimentos e gastos, respetivamente. Técnico Oficia de C ntas N° 21954 Pag. 6 de 14
  13. 13. ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita - Imposto sobre o rendimento A Entidade tem o estatuto de IPSS não se encontrando sujeito a Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC). - Inventários As matérias-primas subsidiárias e de consumo encontram-se valorizadas ao custo de aquisição, o qual é inferior ao valor de realização, pelo que não se encontra registada qualquer perda por imparidade por depreciação de inventários. - Clientes e outros valores a receber As contas de "Clientes" e “Outros valores a receber" estão reconhecidas pelo seu valor nominal diminuído de eventuais perdas por imparidade, registadas na conta de "Perdas por imparidade acumuladas", por forma a que as mesmas reflitam a sua quantia recuperável. - Caixa e depósitos bancários Este item inclui caixa, depósitos à ordem e outros depósitos bancários. Os descobertos bancários são incluidos na rubrica "Financiamentos obtidos", expresso no "passivo corrente". Os saldos em moeda estrangeira foram convertidos com base na taxa de câmbio à data de fecho. - Provisões A Entidade analisa com regularidade os eventos passados em situação de risco e que venham a gerar obrigações futuras. Embora com a subjetividade inerente à determinação da probabilidade e montante de recursos necessários para cumprimento destas obrigações futuras, a gerência procura sustentar as suas expetativa de perdas num ambiente de prudência. - Fornecedores e outras contas a pagar As contas a pagar a fornecedores e outros credores, que não vencem juros, são registadas pelo seu valor nominal, que é substancialmente equivalente ao seu justo valor. - Financiamentos bancários Os empréstimos são registados no passivo pelo valor nominal recebido líquido de comissões com a emissão desses empréstimos. Os encargos financeiros apurados de com base na taxa de juro efetiva são registados na demonstração dos resultados em observância do regime da periodização económica. Os empréstimos são classificados como passivos correntes, a não ser que a Empresa tenha o direito incondicional para diferir a liquidação do passivo por mais de 12 meses após a data de relato, caso em que serão incluídos em passivos não correntes pelas quantias que se vencem para além deste prazo. - Rédito e regime do acréscimo O rédito compreende o justo valor da contraprestação recebida ou a receber pela prestação de serviços decorrentes da atividade normal da Entidade. O rédito é reconhecido líquido do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), abatimentos e descontos. Os rendimentos dos serviços prestados são reconhecidos na data da prestação dos serviços ou se periódicos, no fim do período a que dizem respeito. - Subsídios Os subsídios do governo são reconhecidos ao seu justo valor, quando existe uma garantia suficiente de que o Técnico Oficial Contas N421954 Administração/ Gerência , Pag. 7 de 14 <W ta¡
  14. 14. | . . ' ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Soda¡ de Barbeita subsídio venha a ser recebido e de que a Entidade cumpre com todos os requisitos para o receber. ¡ Os subsídios atribuídos a fundo perdido para o financiamento ativos fixos tangiveis e intangíveis, estão incluídos no item de "Outras variações nos capitais próprios". são transferidos numa base sistemática para resultados à medida em que decorrer o respetivo período de depreciação ou amortização. 4 - Ativos fixos tangiveis i, 4-1- Divulgações sobre ativos fixos tangiveis, conforme quadro seguinte: A Day_ ac Edàücx: : e lq111p11n0nto Equipamento Eqiunanienir¡ : nuipamentos Outro, AF, M , m_ (um) Adiantamento , mw ** *' 9 nánhfáls' Conswgóes 11.11._ de transporte au1n1n1-. rn1nv11 Iwui-NJNos ° ' ' s AFr * " Valor bruto no imclo 292.347,56 1.722.229,86 156.871,09 205.944,49 35.275,48 42.284,22 2 465.952,70 Depreciaçõs acumuladas 221.390,51 125.501,55 225.094,05 1.411,20 23.534,57 503.901,32 Saldo no Inicio do periodo 191.347,55 1.500.531,05 40.355,53 05.749,59) 33.504,15 13.449,55 1.552.031,35 Variações do 55-1555 51051.90 01.341,31) 15.424,51 4357459 (3191101) 471,15 52.353,55 Yotal a; aumentos 54.051,90 20.517,9: 15.157,99 55.545,55 945,51 3.535,43 154.510,75 Aquislçõs em primeira mão 64.061,90 20.827,93 28.187,99 33.SOO, W 945,87 3.525,75 151.052,47 Outros aumentos 33.146,66 309,65 33 458,31 Total dlmlnulçñes 62.. 159,15 9.753,47 11.774,07 33.571,! ! 3.367. 15 131.916,91 Deoreciações do período 62.169,25 9 763,47 22.774,07 449,22 3.367,25 95 523,26 Outras (bmx-noções 33.423,55 33 423,55 Saldo no Fim do periodo 35540945 1.459.489,73 53793.03 2315,00 577,11 13.910,13 191131514 Valor 0mm na 0m da unindo 35540945 1. 742 774,52 19505005 24044149 35.221,15 45.313,05 2. 515 721,05 ffnpgffgjfàfwwwa¡ '“7 23125194 135.255,03 215.719,45 35.344,05 31.5922: 70210551 5 - Ativos intangíveis 5-1- Divulgações para cada classe de ativos intangíveis, conforme quadro seguinte: ' 1 *É ' . ^ i¡ _ Y 0.. ... ., "gffáiliíããf “ÂZZÉÉTQÍ” ”: ::: §:: :., ':: ':: :° “fn; §"§: g_"v: '_; ° 2 _ _ _ _ _ m m _ ¡Nrmctvzxs 3mm" m” 'w "m d" 3111525 22.557,50 53.786,05 "'"°'"'”5°5 "“”"”"””5 31.1112: 11. 3321,20 42.450, 45 totais no fim da periodo VIDA únL xunmuxm Saldo no inicio do periodo Vaio! líquido no rim da DEWKIG VIDA ÚTIL nmmm Valor 5mm no mm 31.115,25 4.120,45 34.000,00 69 236,70 Amomzacóes acumuiadas 31.115,25 4.120,45 11.332,20 45.570,90 Saldo no Inlclo do periodo 11.667,80 21.667,80 « Varlaçoes do período 01.331,20) 01.332,20) Total de ¡umentu Amcmzacóes do período 11.332,20 11.332,20 You¡ dlmlnulçós 11.331,10 11.331,10 Saldo no final do período 11.335,66 11.335,60 v 6 - Locações 6-1- Decomposição das locações de acordo com o quadro seguinte: Administração/ Gerência _ i? écnico Oficial d , Cont s N°W21;S›4 Pag. 8 de 14 Sã' u¡
  15. 15. ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita A Instituição celebrou um contrato de locação ñnanceira mobiliária n° 73081, com a financeira "Mercedes-Benz Financial Services Portugal ~ Instituição Financeira de Crédito, SA" com o n° 73081 relativamente ao veículo marca Mercedes-Benz, Modelo A 180 CDI, matrícula 70-OF-O2, com o valor total de 33.500 euros. O contrato foi celebrado por um prazo de 36 meses e com valor residual de 670,01 euros. Propriedades g g investimento p Valor Bruto 33.500,00 33.500,00 Depreciações/ Amomzações acumuladas 8.375,00 8.375,00 Saldo no ñm do periodo 25.125,00 25.125,00 Total dos íumros pagamentos mínimos 19.735,44 19.735,44 r_ Até um ano 9.867,72 9.867,72 De um a cinco anos 9.867,72 9.867,72 Mais de cinco anos Valor atual do total dos futuros pag. 21351!” 11351,” Minimo: Até um ano 10.640,64 10.640,64 De um a cinco anos 11.310,65 11.310,65 Mais de cinco anos 7 - Custos de empréstimos obtidos 7-1- Política contabilística adoptada nos custos dos empréstimos obtidos capitalizados no período e respetiva taxa, bem como os reconhecidos em gastos: Valor Vaio¡ Valor Não Total custo'. ( JU: : D , fm , N Taxa (mtos Custos DQWCHÇÊO Contratual (lo Corrente Corrente anuais JUDO atas mm díñfç; Capitalização Êlilílíiiuildlild cinp em empresunwo Emprestiino Eniprésnmo amp obt ; iyixuzlant u) itilizada dos gastos Empréstimos genéricos 192.672,00 60.000,00 132.672,00 1.994,28 1.562,10 msm ções de crédito e Somãaaü nnmem 00.000,00 50.000,00 1.994,23 1.552,10 Outros rinanciaaores 132 572,00 132.672,00 emu-sumos especificos 233.500,00 29.039,99 111.779,12 5.391,40 5.772,40 i srt * a 'ai nâaífefrfs' 233.500,00 29.039,99 111.779,12 5.092,40 5.772,40 Total dos : mpi-sumos 426.172,00 39.639,99 244.451,12 7.086,76 7.334,58 7-2- Outras divulgações Descrição Valor Periodo V. Periodo Anterior Juros e rendimentos similares obtidos Juros e gastos similares suportados 7.541,21 10.589,57 Juros de financiamentos suportados 7.542,22 10.589,57 ! ums de emprésmwos bancárias 5822, 65 1 (7. 589,57 Juros de locações ñnanceiras 1. 719,53 8 - Inventários 8-1- Apuramento do custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas e outras informações sobre estas naturezas de inventários, conforme quadro seguinte: Administração/ Gerência' “mwàwíb-. w-“wmgm-múr" V, WV l *mw Oficial d Cont sN°72195V4 . o Pag. 9 de 14 r
  16. 16. ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita , , _ _ __ mi ¡nm- y Hip. ; «_: wmiun '_'É”"'” " um : u _ug_ "i"'“'J““"' :1.. ..›. .r¡›, .r ç , " âuübm N” “rum V fallen-or ' r 5.3-. : . .u-í -nu-z. í_- . í- .23. mas. :- APURAMENTO DO CUSTO DAS MERC. VENDIDAS E MAT. CONSUMIDAS lnventános iniciais 525,46 515,46 359,95 359,95 Compras 171.759,46 171.759,46 166.134,74 166.134,74 Reclaxxlicação e regularização Ge inventam» Inventanos ! mais 6.210,82 5.110,81 525,46 515,46 custo das mercadorias vendidas e matérias 166.074,10 166.074,10 165.969,13 165.969,23 consumidas OUTRAS INFORMAÇOES 9 - Rédito 9-1- Quantia de cada categoria significativa de rédito reconhecida durante o período, oonfonne quadro seguinte: Descrição Valor PUHOLÍO V. Periodo Antenor Prestação de serviços 586.924,26 568.156,17 Juros 2.984,70 Dividendos 40,67 Oubos rédntos 553.595,77 537.254,00 Total 1.243.604,73 1.155.450,54 10 - Subsídios do Governo e apoios do Govemo 10-1- Política contabilística adoptada para os subsídios do Governo, incluindo os métodos de apresentação adoptados nas demonstrações financeiras Os subsídios à exploração obtidos de entidades públicas são reconhecidas na Demonstração de Resultados do período a que dizem respeito. Os subsídios não reembolsáveis relacionados com activos ñxos são reconhecidos na Demonstração de Resultados numa base sistemática e racional à medida que forem reconhecidas as respectivas depreciações. 10-2- Natureza e extensão dos subsídios do Governo reconhecidos nas demonstrações financeiras e indicação de outras formas de apoio do Governo de que diretamente se beneficiou: No exercício foram reconhecidos como proveitos os seguintes subsídios: - IEFP: 20.427,92 E relativamente à comparticipação de estágios proñssionais, reembolso de parte da taxa social única e comparticipação no âmbito da medida estímulo ao emprego; ~ Município de Monção: 19.389,34 E; - Centro Regional da Segurança Social: 455.715,05 E; - IFAP: 14.914,69 ê; 4 POPH: 10.062,28 ê; QREN NORTE: 31.408,88 ê. Administração¡ Gerência Técnico Oãcial d Cont 21954 à . UJ _ Pag. 10 de 14
  17. 17. ANEXO DO ANO DE 2014 Do Estado - Descrição Valor Total Do Estado - Valor Imputado Período Outras Ent. - Valor Total Centro Paroquial e Social de Barbeita Outras Ent, - valor Imputado Período Subsídios ao Investimonb 558.707,09 Par¡ ativos fixos tangiveis 521.707,09 Edlñclos e outras construções 496.180,00 EQUÍDBMEOKO básico 25.527,09 Par¡ ativos intangíveis 34.000,00 Outros ativos intangíveis 34.000,00 Para outras naturezas de ativos &Kilo; à @lotado : :w "°°""'°'. '°' "*“°"'° 532.528,82 De subsídos ao investimento 56.385,85 De subsidos à exploração 476.142,97 Total 13.178,27 29.096,78 20.597,63 18.606,75 1.990,88 8.499,15 8.499,15 832.528,81 56.385,85 476.142,97 603.431,04) 19.389,34 19.389,34 (19.389,34) 11 - Instrumentos ñnanoeiros 11.1. associados, conforme quadro seguinte: Mensurados ao Categorias (naturezas) de ativos e passivos financeiros, perdas por imparidade, rendimentos e gastos Descnçao Mensurados ao custo Mensurados ao Imparidade Reconhecimcnt Justo valor amomzado custo acumulada o Inicial Ativos : inaugurou: ' 7 148.936,34 295.502,29 Clients e utentes 18.178,86 11111.45 Outras canas a receber 130.757,48 283.389,83 num¡ Inmetro: : 225.330,12 213.662,32 Fomecedores 54.316,92 31.809,65 Adianlamentos de cliences 273.00 pinanaamnms gundo; 243.377,96 335.259,30 Outras contas a pagar 170.740,20 181.852,67 Ganho¡ e pode¡ líquidos: 19.022,39 De ativos financeiros 20.604,69 De passivos ñnanoelros (1.S82,30) Rendimento¡ e gasto¡ do juros: 0.557,52) De ativos ñnanceiros 2.984,70 De passivos financeiros (7.542,22) 12 - Benefícios dos empregados 12.1. Administração/ Gerência 00.4.». Pessoal ao serviço da empresa e horas trabalhadas Pag. 11 de 14 Técnico Oficial S N° 21954 '
  18. 18. ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita ~° Mew» de W “e “mas Éííêiiífiãf “Jígiíãiíiàâãã Pessoas Tiiibalhadas ; md mr por_ Antena¡ Pessoas ao serviço da empresa 64,00 118.272,00 53,00 98.768,00 Pessoas remuneradas 64,00 118.272,00 53,00 98.768,00 Pessoas não remuneradas : :Q5225 '° “M” "a “mw” P" ü” 54,00 113.272,00 53,00 911.753,50 Pessoas a tempo completo 64,00 118.272,00 53,00 98.768,00 (das quais pessoas remuneradas) 64,00 118.272,00 53,00 98.768,00 Pessoas na tempo parcial (das quais pessoas remuneradas) Pessoas ao serviço da empresa por sexo 64,00 118.172,00 53,00 98.768,00 Masculino 4,00 7.392,00 3,00 5.591,00 Feminino 60,00 110.880,00 50,00 93.177,00 Pessoas ao serviço da empresa afetas a ! ED Prestadores de serviços ? essas colocadas por agências de trabalho temporário 12-2- Benefícios dos empregados e encargos da entidade Descrição Valor Período Gastos com o pessoal 638.395,77 Remunenções do pessoal 515.240,97 Encargos sobre as remunerações 108.475,36 : erggçisogãiicidennes no trabalho e doenças 1188,08 Outros gastos com o pessoal, dos quais: 1.491,36 - ! ardamento 1.491,36 13 - Divulgações exigidas por diplomas legais 13-1- Informação por atividade económica , . ÃÍWUJJÚE l . UL Dcwizriçao 1 You' : nunca-T: - m í Vendas Prstacõa de servlços 585.924,16 586.911,25 Compras 111.759,46 171.759,46 Fornecimentos e serviços memo¡ zsa.15a, s5 258.168,56 Custo das mercadorias vendidas e matérias 166.074,10 166.074,10 consumidas Matérias primas, Subsidiâlias e de (MWM 166.074,10 166 074,10 Gastos com o pssoal 638.395,77 638.395,77 Remunerações 525.240,97 525.240,97 Outros gasto-s 113.154,30 11315430 ' Ativos mas tangiveis Valor iiquldc final 1.914.615,14 1.914.515,24 f ' mai das auuisiçaes 151.052,47 151.052,47 [g , (das Quais ecincios e outras cmãtmçôes) 20.827,93 20 827,93 Proprladadls de V. . Invsumento [_ vv , .. ao . e- , , ík' Administração/ Gerência Técnico Oficial d nt s N° 21954 , . E É â _ Pag. 12 de 14
  19. 19. ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita 13-2- Informação por mercado geográfico . .. Mercado . . . Extra- Descriçao , memo Comunitario coínurutárk) Total _ _ m E Vendas Prestações de serviços 586.924,26 586.924,26 Compras 158.027,06 13.732,40 171.759,46 Fornecimentos e serviços extemos 258.168,56 258.168,56 Aquisições de auvos ñxos tangiveis 151.052,47 151.052,47 Rendimentos suplementares: 13.3- Decomposição e movimento dos fundos patrimoniais A entidade recebeu durante o exercício de 2014 as seguintes doações: - Em dinheiro o valor de 294.783,46 euros; - Um prédio misto, sito no lugar de Chavinhas, freguesia de Gandra e concelho de Valença, descrito na Conservatória sob o número 1300, no valor de 61.745,80 euros. Descrição Saldo inicial Débitos Créditos Saldo Final _ _ _ _ Reservas 37.597,77 37.597,77 Outras reservas 37.597,77 37.597,77 Resultados transitados 422.774,12 57.065,26 479.839,38 Ouuas variações nos capitais próprios 1.109.976,44 183.670,60 1.293.647,04 Subsídios 1.078.916,58 072.858,66) 906.057,92 Doações 31.059,86 356.529,26 387.589,12 Toni 1.570.348,33 240.735,86 1.811.084,19 13-4- Outras divulgações exigidas por diplomas legais A Entidade apresenta a sua situação regularizada perante a Autoridade Tributária e a Segurança Social. Os Investimentos Financeiros no valor de 1.000 E dizem respeito a ações de associado do Crédito Agrícola. Os outros ativos financeiros no valor de 243,28 dizem respeito ao valor no Fundo de Compensação do Trabalho. O Resultado Líquido do Exercício foi de 54.734,15 E. A 31 de dezembro de 2014 existia um passivo do Estado e outros entes públicos a pagar em 2015: 14.264,27 euros à Segurança Social e retenções de IRS no valor de 3.254,53 euros. Houve a necessidade de fazer uma correção no valor de 12,67 ê na conta do Estado devido a uma retenção na fonte efetuada pelo Crédito Agrícola. 14 - Outras informações 14-1- Discriminação dos fornecimentos e serviços externos Administração/ Gerência t) Técnico Oficial Pag. 13 de 14
  20. 20. ANEXO DO ANO DE 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita Descrição Valor Período V. Peiiodo Anterior Servicos especializados 76.738,96 64.952,00 Trabalhos especializados 3433,50 5337,37 Publicidade e propaganda 3.439,41 1.826,55 “Qllârlclã 5 59911737153 1.277,21 2.291,51 Honorários 23.300,64 23.549,44 2 Conservação e reparação 39.967,13 30.062,85 Outros 2.316,07 1.234,28 Materiais 64.537,21 61.599,60 l Ferramentas e utensnios de desgaste rápido 10.636,13 7.001,15 Material de escritório 3.702,18 2.534,50 Artigos para oferta 2.083,32 1.437,87 Outros 48.115,58 50.626,06 Energia e fluidos 64.641,37 71.085,88 Elemcídade 29.256,00 23.419,05 Combustíveis 35.887,73 38.953,75 Água 7.444,22 3.765,54 Ouoos 12.053,42 4.947,44 Deslocações, estada: e transportes 6.891,69 6.771,39 Deslocações e estadas 6.100,34 1.057,09 Outros 791,35 5.714,30 Serviços diversos 23.359,33 27.041,97 Rendas e alugueres 490.55 Comunicação 5.070,82 6.216,69 Seguros 8.576,79 11.454,21 Contencioso e notariado 1.226,82 1.375,70 Limpeza, higiene e coníorto 7.531,36 7~l44y59 Outros serviços 953,54 360,23 Total 258.168,56 231.450,92 15 - Apenas para IES - Fluxos de caixa 15-1- Desagregação_ dos valores inscritos na rubrica de caixa e em depósitos bancários: Descrição Saldo inicial Débitos Lirâdiros Saldo Final Caixa 10.143,33 403.994,37 411.124,97 3.012,73 1 Depósitos à ordem 36.607,46 1.757.661,65 1.694.561,47 99.707,64 l _ Outros depósitos bancários 167.539,93 556,35 166.983,58 Total 46.750,79 2.329.195,95 2.106.242,79 269.703,95 Ããfninisráagáà/ 661666.: r r V H r V Íécnico Oficial d N° 21954 Q Pag. 14 de 14
  21. 21. .. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE BARBEITA › Prestação de Contas 2014 ' RELATÓRIO DA DIREÇÃO Elaborado por Caldas & Garcia
  22. 22. ~ . unigpruaurgxlau 'Emap grama( 9-1* Í . z É É. ? s à? l ' . . ~s V_ . _ ij] y _gl_ _ J; ' a . ' * man-mm : intimas-ü r- * - 2 A . &posam-numa; - warümlnsíumav v m-n-dnmwu--n _ ràgáutvgn-um: mmumlil-wam wwanwaüiümif¡ í: 'ir-n «mmwüummueasiàm-&dm @um u ç¡ . .jqü j_ d. w' n u : A - T___, ,“-- › ' ¡° n» "L 'fun-if 'gn' S' -vrjri . › . . _. wfgLnahu_ L r › c' J ~_s. 'r' *VP l
  23. 23. (35340 RELATÓRIO D: GESTÃO DO ANO Centro Paroquial e Social de Barbeita 014 1 - Introdução A Centro Paroquial e Social de Barbeita, com sede social em Lugar da Igreja, com um capital social de 0,00 ê, tem como atividade principal Atividades de apoio social para pessoas idosas, com alojamento. O presente relatório de gestão expressa de forma apropriada a situação financeira e os resultados da atividade exercida no periodo económico ñndo em 31 de Dezembro de 2014. O presente relatório é elaborado nos termos do artigo 66° do Código das Sociedades Comerciais (CSC) e contem uma exposição fiel e clara da evolução dos negócios, do desempenho e da posição da Centro Paroquial e Social de Barbeita, procedendo a uma análise equilibrada e global da evolução dos negócios, dos resultados e da sua posição financeira, em conformidade com a dimensão e complexidade da sua atividade, bem como uma descrição dos principais riscos e incertezas com que a mesma se defronta. 2 - Enquadramento Económico De acordo com a generalidade dos analistas registou-se um crescimento económico moderado em 2014, ligeiramente abaixo das projeções previamente efetuadas. Um dos principais motivos prende-se com o facto das politicas adotadas pelas maiores economias não terem ainda reestabelecido a confiança dos mercados, especialmente na zona euro. Este clima de incerteza é reforçado pela falta de aprofundamento de compromissos politico-económicos entre os países da União Europeia (UE), pela incerteza no regresso aos mercados dos paises intervencionados, pela desaceleração das economias emergentes, pelo enclave grego e pela tensão político-económica entre a Rússia e a UE. 2.1. A Nível Internacional e Europeu De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a atividade económica a nível mundial terá registado em 2014 um crescimento positivo de cerca de 3% (3,3°/ o) - mantendo-se os valores de 2013 -, sendo que o Produto Interno Bruto (PIB) das designadas economias desenvolvidas apresenta uma tendência inferior, situando-se na ordem dos 1,8°/ o, contra os 4,4% das economias emergentes. Comparando os ritmos de crescimento dos EUA e da zona euro, verificamos que as previsões do ano transato estavam corretas, uma vez que os EUA tiveram um ligeiro incremento da atividade económica na ordem dos 0,2°/ o (a economia americana fechou o ano de 2014 com um crescimento de 2,4°/ o) e, na zona euro, este foi um ano de alavancagem da economia rondando os 1,3°/ o (na globalidade, a economia europeia retomou o crescimento económico na ordem dos 0,8%, o que contrasta com a destruição de valor que ocorrera no ano transato: - 0,5%). As previsões indicam que, para 2015, os EUA irão ultrapassar o ritmo de crescimento do triénio anterior (o crescimento estimado prevê-se que ronde os 3,6%, mais 1,2% que em 2014) e a nível europeu, os valores finais apurados em 2014 apontam para sinais de retoma económica, ainda que com um crescimento moderado de cerca de 0,8%. Esta retoma da economia europeia terá sido mais modesta nos países cujas economias têm estado debaixo de elevada pressão, nomeadamente a dos países mais pequenos e mais periféricos, muito em resultado das suas dívidas soberanas e permanência da desconfiança dos mercados sobre a resolução da crise. A crise grega será um dos mais relevantes fatores-chave para a leitura macroeconómica da UE no curto e médio prazo. A tensão política na negociação entre Atenas e Bruxelas, relativa às condições de prolongamento do programa de assistência financeira firmado com a Troika e a possibilidade do seu incumprimento e consequente abandono do Euro, são fatores indutores de instabilidade económica para a macrorregião europeia, já tão economicamente fragilizada de per si. A economia chinesa tem sofrido nos últimos anos um desacelerar constante, ainda que não muito vincado, cifrando-se o PIB chinês de 2014 em níveis de crescimento inferiores aos de 2013 (7,8°/ o). O crescimento previsto da economia chinesa estima-se que tenha alcançado os 7,4%. As duas economias emergentes mais relevantes da América Latina, o Brasil e o México, apresentam divergentes estádios nas suas trajetórias de crescimento. A economia mexicana terá crescido a um ritmo superior em 0,7 pontos percentuais ao veriñcado no ano de 2013 (1,4°/ o em 2013, 2,1°/ o em 2014). O Brasil tem abrandado o seu ritmo de crescimento após uma primavera económica que prometia um crescimento mais acentuado e sustentado nos Administração/ Gerência Pag. 2 de n à: › t. :
  24. 24. M RELATORIO DE GESTÃO DO ANO Centro Paroquial e Social de Barbeita 2014 próximos anos. O valor de crescimento da economia brasileira terá rondado, segundo as estimativas, os 0,1°/ o, entrando o país desta forma em recessão técnica. Segundo os mesmos apontadores do FMI, também o Japão reforça a espiral recessiva com um crescimento de 0,1% do PIB. Em termos de mercado cambial, o mesmo tem evoluído de forma bastante mais instável, quando comparado com os anos imediatamente anteriores. No início de 2014 a cotação EUR/ USD era de 1,3658 e no fim do ano a mesma cotação era de 1,2141. Na mesma linha, em 2014, o euro desvaIorizou-se face ao franco suíço e face à libra esterlina, conforme dados do Banco Central Europeu (BCE). Por seu lado, o Iene desvalorizou-se face às principais moedas, resultado das políticas de estímulo tomadas pelo governo e banco central nipónicos. Ainda de notar, já em Janeiro de 2015, que a eliminação do limiar mínimo na cotação CHF-EUR, realizada por parte do banco central suíço, fez com que a cotação do franco suíço subisse velozmente para valores próximos da paridade com o Euro. Como consequência dos excessivos défices públicos dos últimos anos, a divida pública nas designadas economias desenvolvidas continua a atingir níveis que não eram tão elevados desde a Segunda Guerra Mundial. Os dados mais recentes apontam para rácios de dívida pública (em % do PIB), nos EUA de 105,6°/ o (104,2% em 2013), 86,6°/ o na UE (92,7% em 2013) e 91,9% na Zona Euro (86,8°/ o em 2013). Os principais deficits europeus são apresentados na figura seguinte (dados do Eurostat relativos ao 3.0 trimestre de 2014): Divida Publica em % do PIB - 3.9 Trimestre de 2014 Zona Euro 91,9% 86,6% Reno Unido 87,936 39.0515 Fhândb 58,1% 55,4% Esbvénia 78,1% 38,194.: Portuga' 31,4%'. . 45.6% Austria 30_7_? ›¡', 69,0% Malta 71,939 80,3% Luxemburgo 2233:, _ 33,3% Letonà 40,4% l 104,794. nara 131,89% 95,3% Espanha 96,896 176,0§á irlanda 114,32%. 10,5% Alemanha ~ 74,8% 47,0% Repúbllcatheca 4333-5 23,65% Básica 103,274.. . ... ma-; .. a m' , _~. ._ l ru (J r. : n. t) (J . - m m¡ r; c-, c r _. .w : v. ~I : Lua. . 1.. ... . 11o, . : 1~. ,o'~ L mLu, . A ministração/ Gerência Pag 3 de 11 @É o
  25. 25. RELATORIO OE GESTAO DO ANO Centro Paroquial e Social de Ba 2014 Nos EUA a taxa de desemprego cifrou-se nos 6,2%, o que significou uma redução de mais de 1% face a 2013. Já na Zona Euro em 2014, as taxas de desemprego mantiveram-se ao mesmo nivel das de 201,2, tendo-se fixado em 12% (Dezembro de 2013). As menores taxas de desemprego são observadas na Austria e na Alemanha, a_mbas com 5,0%, sendo as maiores na Grécia e em Espanha com 26,2% e 24,2% respetivamente. E importante realçar a descida deste indicador verificada em Portugal, pais onde a taxa de desemprego desceu de 15,3% no ñnal de 2013 para 13,3% em Dezembro de 2014. Apresenta-se de seguida o gráfico representativo das taxas de desemprego, em percentagem, elaborado pelo Eurostat com dados do 3.° trimestre de 2014: Taxa de Desemprego (%) - 3.9 Trimestre de 2014 é" no s¡ m Suécia , 8,7 Eslováquia 13,1 9,7 Roménb T 6,8 135 Polônia T 8,6 U1 Holaida ~U1 to é' N Hureria 3 N os 3° no Lituânica I-Ó P «i P¡ os N Chbre E Cr oácà s. - P u¡ i-n Ú? 5D Espanha N¡ _› B! ~ F' IU irlanda 11,2 T 7,5 Alemanha T 5 T 6,5 Ranblicacheca í 5,9 11,5 Bética T 8,6 O U1 H o L4 U1 n. ; O N u¡ Lu U Dados disponibilizados no último indicador trimestral de 2014 elaborado pelo INE revelam que a taxa de desemprego em Portugal baixou para os 13,3%. 2.2 A nivel Nacional Apesar de muito ténues, as melhorias da condição macroeconómica portuguesa fazem sentir-se nomeadamente na ligeira redução da taxa de desemprego, no crescimento positivo do*PIB, e na descida das taxas de juro (e consequentemente dos níveis de risco das obrigações do tesouro) a que a República Portuguesa se consegue financiar externamente. A tendência de contração da procura interna inverteu-se face aos anos de 2013 e 2012, crescendo 2% em termos reais, após a diminuição de 2,3% verificada no período anterior. O consumo privado seguiu o mesmo rumo passando de uma redução de 1,4% em 2013 para um crescimento de 2,1% em 2014. Tanto o Investimento como a Formação Bruta de Capital Fixo apresentaram também apreciações quando comparadas com o ano anterior. Após a conclusão, em Maio último, do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) que conduziu Êdminispação/ Gerênda Pag_ 4 de 11
  26. 26. RELATÓRIO DE GESTÃO OO ANO Centro Paroquial e Social de Bar 2014 à adoção, por parte do Governo, de um conjunto de medidas para ajustamento dos desequilíbrios macroeconómicos e de caráter estrutural, a grande questão levantada tem que ver com a modalidade de relacionamento com a comunidade de credores no futuro próximo. Ou seja, em que moldes Portugal pretenderia alicerçar o seu financiamento externo: através do mercado de capitais ou, alternativamente, a despeito de o financiamento ser assegurado por investidores do setor privado, se preconiza uma opção assente na existência de uma rede de proteção disponibilizada pelos credores oficiais (instrumentos de recurso como a Linha de Crédito Condicionada Cautelar e o Mecanismo Europeu de Estabilidade). A avaliar pela intensidade de colocação de dívida soberana no mercado esta decisão assentará muito mais sobre a primeira opção. Esta opção, para além da independência económico-política na politica interna, fará com que os juros pagos pelo estado português sejam tendencialmente mais baixos, fazendo deste modo que os encargos financeiros do estado - pelo menos no que diz respeito às grandes operações de financiamento - sejam reduzidos significativamente. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a economia portuguesa registou em 2014 um crescimento de 0,9% no PIB, representando uma melhoria face a 2013, ano em que se observou um decréscimo de 1,4%. Os resultados agora apresentados são os mais positivos desde 2011. A economia portuguesajá não alcançava valores de crescimento positivos desde 2010, ano em que a economia cresceu 1,9%. Segundo dados das Contas Nacionais Trimestrais, o Produto Interno Bruto (PIB) registou, em termos homólogos, um aumento de 0,7% em volume no 4.° trimestre de 2014 (1,1% no 3.° trimestre). Esta evolução foi determinada pelo contributo menos positivo da procura interna comparativamente com o verificado no trimestre anterior, refletindo a desaceleração do consumo privado. A procura externa líquida registou um contributo ligeiramente menos negativo para a variação homóloga do PIB, devido à aceleração das Exportações de Bens e Serviços. No que diz respeito à evolução do emprego, a taxa de desemprego em Portugal atingiu, no quarto trimestre de 2014, os 13,3%, representando uma descida de 1,8% face ao período homólogo de 2013, sendo atualmente a quinta mais elevada da UE, bem como da zona euro. Um dos aspetos mais preocupantes no que respeita ao mercado de trabalho é o desemprego jovem e, em particular, de jovens qualificados. A população desempregada foi estimada em 683,2 mil pessoas, o que representa uma diminuição de 1,5% face a dezembro de 2014 (menos 10,5 mil). A população empregada foi estimada em 4.441,3 mil pessoas, aumentando 0,5% (mais 21,0 mil) face ao mês anterior. Em 2014, as Exportações de Bens e Serviços registaram um crescimento de 3,4% em termos reais, traduzindo-se num abrandamento comparativamente com o observado em 2013 (variação de 6,4%). Esta evolução refletiu a desaceleração nas duas componentes, tendo as exportações de bens passado de um aumento de 5,8% em 2013 para 3,6% em 2014 e as exportações de serviços, de uma variação de 8,2% para 2,7%. As Importações de Bens e Serviços aceleraram em 2014, registando um aumento de 6,2% em volume (3,6% em 2013), em resultado do crescimento mais intenso de ambas as componentes. As importações de serviços apresentaram a aceleração mais pronunciada, passando de uma variação de 0,8% em 2013 para 6,9%. As importações de bens registaram um crescimento em termos reais de 6,1% em 2014 (4,1% no ano anterior). Em termos orçamentais, o défice do Estado para 2014 fixou-se aproximadamente nos 4% do PIB. Ad inistração/ Gerência Pag 5 de 11 LÁ
  27. 27. RELATORIO DE GESTAO OO ANO Centro Paroquial e Social de Barh 2014 3 - Análise da Atividade e da Posição Financeira No periodo de 2014 os resultados espelham uma evolução positiva da atividade desenvolvida pela empresa. De facto, o volume de negócios atingiu um valor de 586.924,26 E, representando uma variação de 3,30% relativamente ao ano anterior. A evolução dos rendimentos bem como a respetiva estrutura são apresentadas nos gráficos seguintes: Evolução Vendas e Prestações Serviços 586.924,26 568.156,17 439.196,71 2012 2013 2014 l I Volume de negócios Estrutura de Rendimentos -Á-w r 656.680,47 586.924,26 a* "" ' ' I Prestação de Serviços - Outros Rendimentos Relativamente aos gastos incorridos no período económico ora findo, apresenta-se de seguida a sua estrutura, bem como o peso relativo de cada uma das naturezas no total dos gastos da entidade: Administração/ Gerência Pag 6 de 11 í
  28. 28. g RELATÓRIO DE GESTÃO Do Ano Centro Paroquial e Social de a. .., - , 2014 Estrutura de Gastos Custo da mercadoria vendida e matéria consumida 166.074,10 Fornecimentos e serviços externos 258.168,56 Gastos com pessoal 638.395,77 Outros gastos e perdas 8.834,46 Gastos de depreciação e amortização 109.855,46 Juros e gastos similares suportados 7.542,22 2014 Estrutura de Gastos Percentual 53,70°/ o 0,74°/ o 4/ 9,24% 0,63°/ o 21,72°/ o 13,97°/ n Custo da mercadoria vendida Gastos com pessoal e matéria consumida outros gastos e perdas F0meClment0$ e SÉFVÍÇOS Gastos de depreciação e amortização e*te'“°5 Juros e gastos similares suportados No que diz respeito ao pessoal, o quadro seguinte apesenta a evolução dos gastos com o pessoal, bem como o respetivo n° de efetivos. 41:¡ (um): l l : mami-m: v ; l ~ 'me um# l mu_ Gastos com Pessoal 638.395,77 584.522,35 517.988,66 N° Médio de Pessoas 64,00 53,00 46,00 Gasto Médio por Pessoa 9.974,93 11.028,72 11.260,62 Na sequência do exposto, do ponto de vista económico, a entidade apresentou, comparativamente ao ano anterior os seguintes valores de EBITDA e de Resultado Líquido. Ad inistração/ Gerência Pag 7 de 11 É °* i
  29. 29. 'u l" ' ; V) T Vl T ; T -I 2 I - 'I _ _l 1.. :nunihluinln qjimarhiai¡ agitam-nm l 3 . a Í¡ l i' < , ll i__ . i . ,- , _ , J_ l l , y a ç. 1 n ils” l “L 1 . n rlll ? l v¡. ›:. .,*v n . r pqqggwmmgmlmu-m . ~ "ífüii 0.1 'i . _ _ 'y iguala' mu' O I' ' ' ' m l* _ - n. . _ . . , n í _l iiggi-ziíli7“›, lf-, ¡i”girçx WJSIFIYÉÊIÉ Â Í' “Í » i ; tt-! ÁWÃE S: i'm-J" i : mami-inu- i . N, gí; k____. _ _. ; A v, _, ,;, :¡¡i, »_, _: , = › _' . . l ; ,117 ; ' i ç nutaifnihgulnl '_ j' a N" í '- *a- v-~ 'Iommi-nl . a. v »rw-w mamar¡ ' . TÉHEEÍIIIIHÇI
  30. 30. Y RELATÓRIO DE GESTÃO DO ANO Centro Paroquial e Social de Barbeita 2014 ESTRUTURA DO BALANÇO Íl"'-, Í.(~°', '^. ÍÚ H 'UN' v 'UIÍÍ Ativo não corrente 1.927.194,12 82 % 1.885.725,71 85 % Ativo corrente 424.851,11 18 % 344.201,97 15 % Total ativo 2.352.045,23 2.229.927,68 : umm m: 1m: l v *unc- Capital Próprio 1.865.818,35 79 % 1.627.413,59 73 % Passivo não corrente 210.424,04 9 % 255.356,38 11 % Passivo corrente 275.802,84 12 % 347.157,71 16 % Total Capital Próprio e Passivo 2.352.045,23 2.229.927,68 4 - Proposta de Aplicação dos Resultados A Centro Paroquial e Social de Barbeita no período económico findo em quarta-feira, 31 de Dezembro de 2014 realizou um resultado líquido de 54.734,16ê, propondo a sua aplicação de acordo com o quadro seguinte: APLICAÇÃO DOS RESULTADOS f-Hlo › ^ 2014 ict-¡nllirzl-lns Íhlllsnfr-Uhlí 54'734l16 5 - Expetativas Futuras 5.1. Cenário macroeconómico Do ponto de vista económico e social, o desempenho de Portugal revela um comportamento preocupante, ainda assim promissor pela leitura que é possível obter dos últimos dados das instituições europeias e portuguesas. Para 2015 e 2016, as projeções do Banco Mundial apontam para uma melhoria do desempenho da economia mundial, assente no reforço do crescimento das economias avançadas, onde se evidencia um crescimento relativamente forte dos EUA, mais moderado da economia europeia, com uma evolução muito distinta entre os estados membros (mais forte do Reino Unido, Suécia, alguns países do centro e leste da Europa e dos países bálticos), mais fraco para a área do euro. 0 conjunto dos paises emergentes irá também crescer, especialmente os países emergentes asiáticos (sobretudo a India), apesar de urn crescimento menos robusto face à década de 2000, refletindo políticas económicas menos expansionistas, preços de matérias-primas mais baixos (exemplo manifesto do petróleo) e, também, o agravamento de tensões geopolíticas em alguns desses países (nomeadamente a crise Rússia/ Ucrânia e a instabilidade do Médio Oriente decorrente sobretudo das novas ameaças do designado islão político). Estima-se que o crescimento da Europa e Ásia Central em desenvolvimento tenha abrandado para um nível mais baixo do que previsto em 2014 (2,4%) à medida que a recuperação hesitante na Zona Euro e estagnação na Rússia colocaram desafios adicionais. Contrariamente, o crescimento da Turquia superou as expetativas, apesar de ter abrandado para aproximadamente 3,1%. Prevê-se que o crescimento regional recupere para os 3% em 2015, 3,6% em 2016 e 4% em 2017, mas com divergências significativas. A recessão na Rússia detém o crescimento na Comunidade dos Estados Independentes (ex-repúblicas soviéticas), enquanto uma recuperação gradual na Zona Euro deverá acelerar o crescimento na Europa Central e Oriental bem como na Turquia. Administração/ Gerência l LA Pag. 9 de 11
  31. 31. â-yar -vw i. . a . _ , J V CQCL RELATÓRIO DE GESTÃO DO ANO Centro Paroquial e Social de Barbeita 2014 As projeções para a economia portuguesa apresentadas pelo Banco de Portugal apontam para que em 2015 se prolongue a recuperação económica já visível no ano passado. As mais recentes projeções para a economia portuguesa apontam para uma recuperação moderada da atividade económica no período 2015- 2016, após uma contração acumulada de cerca de 6% no período 2011-2013, no contexto do processo de correção dos desequilíbrios macroeconómicos acumulados ao longo das últimas décadas. As projeções para a economia portuguesa em 2014-2016 refletem a continuação do processo de ajustamento gradual dos desequilíbrios macroeconómicos, num quadro de crescimento moderado da atividade e do nível de preços, caracterizado também pela manutenção da capacidade de reduzir o endividamento externo. De acordo com o BCE espera-se que o crescimento real do PIB se aproxime dos 1°/ o em 2015 e 1,5% em 2016. O Banco de Portugal no seu Boletim de Dezembro de 2014 corrobora, de forma otimista, a projeção de que a partir do final de 2014, e ao longo do horizonte de projeção restante (2015 e 2016), a economia deverá registar taxas de variação homólogas do PIB positivas (1,5% em 2015 e 1,6% em 2016). As atuais condições restritivas de acesso ao crédito irão tendencialmente manter-se, na sequência da prossecução do processo de desalavancagem do setor bancário. A recuperação do investimento empresarial deverá beneficiar no entanto de alguma melhoria das expetativas de procura por parte das empresas e das condições de financiamento. De acordo com a previsão do Banco de Portugal, a dinâmica da economia portuguesa deverá continuar a ser maioritariamente assegurada pelo desempenho das exportações, a par de uma recuperação da procura interna, que será compatível com a manutenção de excedentes na balança corrente e de capital. Por sua vez, o consumo privado poderá registar no período 2015-2016 uma desaceleração, mais vincada em 2016. Também para o mesmo horizonte de projeção se prevê que a taxa de poupança se mantenha estável. Esta evolução é compatível com a continuação da redução do endividamento dos particulares em percentagem do rendimento disponível. As exportações deverão manter um crescimento robusto, em linha com a procura externa de bens e serviços. Relativamente ao mercado de trabalho, é prevista uma ténuíe estabilização deste indicador. No Orçamento de Estado para 2015 o Governo anteviu uma taxa de desemprego de 14,2°/ o, enquanto a OCDE aponta para valores na ordem dos 14,7%. Em Portugal a inflação deverá permanecer em níveis baixos. Após uma relativa estabilização dos preços em 2014, projeta-se um aumento progressivo da inflação para 0,7% por cento em 2015 e 1,0°/ o por cento em 2016. No que concerne à Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) em 2015 e 2016 este item apresentará um crescimento sustentado, com maior enfase em 2015. No entanto, à semelhança do ocorrido para 2014, estas projeções do Banco de Portugal estão rodeadas de grande incerteza, tanto ao nível da recuperação da economia mundial, bem como da evolução futura das tensões financeiras à escala global e, em particular, à resposta institucional à crise da dívida soberana na área do euro. Por último, estas projeções são marcadas pelo impacto das medidas de consolidação orçamental, assim como o processo de desalavancagem ordenada e gradual do setor bancário. O enquadramento internacional, marcado ainda pelo abrandamento da economia mundial em 2012 e 2013 (resultado das crises financeira e das dívidas soberanas), será revertido com maior intensidade a partir de 2015. Portugal terá de promover o desenvolvimento económico, passando este por aumentar a eñciência do sistema judicial e por redefinir o papel do Estado (está ainda por realizar a famigerada reforma do Estado com as consequências sociais, económicas e políticas daí resultantes), de forma a estimular o investimento e a inovação. As políticas de apoio à criação de emprego apenas terão sucesso se os entraves ao investimento forem retirados. A reforma do IRC iniciada em 2014, apontada como um fator potenciador da atratívidade económica do país ao investimento nacional e internacional, bem como à manutenção da viabilidade económica e ñnanceira de muitas empresas do nosso tecido empresarial, começará a dar os primeiros frutos no início de 2015 e anos subsequentes. Administração/ Gerência Pag 10 de 11 b” cs
  32. 32. RELATÓRIO o¡ GESTÃO oo ANO 2014 Centro Paroquial e Social de Barbeita Estas condições são indispensáveis ao sucesso no período pós-processo de ajustamento económico e financeiro e à construção de um paradigma económico que promova o crescimento de forma sustentável da economia portuguesa, mantendo um consenso institucional e coesão social satisfatórios para todos os agentes económicos. A instabilidade dos mercados ainda se mantém, mesmo depois do fim do programa de ajuda externa, estando ainda por definir, com a clarividência necessária, quais os mecanismos europeus de ajuda ao retorno aos mercados dos países intervencionados ao abrigo do Programa de Assistência Económica e Financeira e em que medida a Europa enquanto macrorregião e união política de estados se fará impor quer no plano geopolítico internacional quer na organização política interna. 5.2 Evolução previsível da sociedade Perante o cenário macroeconómico apresentado e a situação da economia nacional, prevê-se que no futuro próximo o Centro Paroquial e Social de Barbeita continue a lutar para optimizar os seus recursos e obter resultados positivos. 6 - Outras Informações Após o termo do exercício não ocorreram factos relevantes que afetem a situação económica e financeira expressa pelas Demonstrações Financeiras no termo do período económico de 2014. Não foram realizados negócios entre a IPSS e os seus membros diretivos. A entidade não está exposta a riscos financeiros que possam provocar efeitos materialmente relevantes na sua posição financeira e na continuidade das suas operações. As decisões tomadas pela Direção assentaram em regras de prudência, pelo que entende que as obrigações assumidas não são geradoras de riscos que não possam ser regularmente suportados pela entidade. Não existem dívidas em mora perante o setor público estatal. Também não existem dívidas em mora perante a segurança social. 7 - Considerações Finais Expressamos os nossos agradecimentos a todos os que manifestaram confiança e preferência, em particular aos nossos Utentes e Fornecedores, porque a eles se deve muito do crescimento e desenvolvimento das nossas atividades, bem como a razão de ser da nossa missão. Aos nossos Colaboradores deixamos uma mensagem de apreço pelo seu profissionalismo e empenho, os quais foram e continuarão a sê-Io no futuro elementos fundamentais para a sustentabilidade da Centro Paroquial e Social de Barbeita. Apresenta-se, de seguida as demonstrações financeiras relativas ao período findo, que compreendem o Balanço, a Demonstração dos Resultados por naturezas, a Demonstração de Alterações nos Fundos Patrimoniais, a Demonstração dos Fluxos de Caixa e o Anexo. Administração/ Gerência pag u de 11 (à es.

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