FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO VEGETALKatia Christina Zuffellato-RibasBióloga, Dra.Departamento de Botânica - Setor de Ciências ...
Nomenclatura e classificação de plantasPropagação vegetalPropagação sexuadaKatia Christina Zuffellato-RibasAULA 1
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASNOMENCLATURA BOTÂNICA INICIADA HÁ 4.000 ANOSPRIMEIROS REGISTROS THEOPHRASTUS(370 – ...
CLASSIFICAÇÃO POR:1. HÁBITO DAS PLANTAS2. SISTEMAS ARTIFICIAIS3. SISTEMAS NATURAIS4. SISTEMAS FILOGENÉTICOSNOMENCLATURA E ...
1. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO PELO HÁBITO DAS PLANTASHÁBITO DE CRESCIMENTO ERVASARBUSTOSTREPADEIRASZONAS CLIMÁTICAS TEMPERA...
1. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO PELO HÁBITO DAS PLANTASUSO DA PLANTANOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASUma fatia de cenoura lembra um olho humanoPupila - Íris – Linhas rad...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASO tomate tem quatro câmaras e é vermelhoO coração tem quatro câmaras...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASUvas em cacho tem a forma de coraçãoCada baga é parecida com uma cél...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASA noz parece um cérebro (hemisfério direito, hemisfério esquerdo)Noz...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASUm grão de feijão lembra um rimFeijão cura e ajuda a manter a função...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASAipo tem forma semelhante a um ossoOssos são ricos em sódio – Aipo t...
Abacate – Berinjela – PerasLembram o formato de um úteroAjudam funcionamento de útero e colo de útero
Figos são cheios de sementes e são pendurados aos pares quando crescemFigos aumentam a mobilidade do esperma, aumentam sua...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASA batata doce é parecida com o pâncreasRegula o índice glicêmico de ...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASAzeitonas ajudam o bom funcionamento dos ováriosReduz quantidade de ...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASLaranjas e outros frutos cítricos assemelham-se a glândulas mamárias...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASCebola é semelhante a uma célulaCebola ajuda a limpar os resíduos de...
GRÃOS ANUAL DE INVERNOANUAL DE VERÃOORNAMENTAIS PLANTAS DE INTERIORPLANTAS DE JARDIMBORDADURASARBORIZAÇÃO URBANAQUEBRA-VEN...
2. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO ARTIFICIAISORGANIZAÇÃO ATRAVÉS DA ANÁLISE DE UMA OUPOUCAS CARACTERÍSTICASHÁBITO DAS PLANTASPO...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS3. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NATURAISCARACTERES COMUNS DOS SERES RELACIONADOSNÚMERO...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS4. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO FILOGENÉTICOSCHARLES DARWIN (1859)RELAÇÕES GENÉTICAS E...
CARL VON LINNÉ (1707 – 1778)CÓDIGO DE NOMENCLATURA BOTÂNICABINÔMIO GÊNERO – ESPÉCIENOMES LATINOSSolanum tuberosum L.NOMENC...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS1905: CONGRESSOS INTERNACIONAIS DE BOTÂNICA(VIENA)1844 – 1930: ENGLER1968: CRONQUIS...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS1981: CRONQUISTDivisão MAGNOLIOPHYTA (ANGIOSPERMAS)Classe MAGNOLIOPSIDA (DICOTILEDÔ...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS1999: JUDDPALEOERVAS NÃO-MONOCOTILEDÔNEASCOMPLEXO MAGNOLIIDAEMONOCOTILEDÔNEASEUDICO...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS1939: CÓDIGO DE NOMENCLATURA PARA PLANTAS CULTIVADAS(DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASCULTIVAR (cv.) = CULTIVATED VARIETYPLANTAS AGRÍCOLASMANIPULADAS PELO HOMEMEx: Phase...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASCULTIVAR (cv.) = CULTIVATED VARIETYMANIPULADAS PELO HOMEMEx: Phaseolus vulgaris L. ...
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASDOMESTICAÇÃO DE PLANTASPROPAGAÇÃO E CRESCIMENTO DE PLANTAS PELOCONTROLE DO HOMEMSÍT...
Pompéia - Itália
Pompéia - Itália
Pompéia - Itália
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NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASMÉTODOS DE DOMESTICAÇÃO DE PLANTASPROPAGAÇÃO SEXUADA OU POR SEMENTESPROPAGAÇÃO ASSE...
PÉTALAANTERAOVÁRIOESTIGMAESTILETESÉPALASFILETERECEPTÁCULOPEDICELOPISTILOESTAMEPÉTALAREMOVIDAPROPAGAÇÃO SEXUADA
PROPAGAÇÃO SEXUADAHemerocallis sp.
PROPAGAÇÃO SEXUADAHibiscus sp.
PROPAGAÇÃO SEXUADA
PROPAGAÇÃO SEXUADAÓVULOMEGÁSPORONÚCLEO DOMEGÁSPORO(HAPLÓIDE)MICRÓSPOROESTAMEANTERAFILETEGRÃODEPÓLENNÚCLEO DOMICRÓSPORO(HAP...
PROPAGAÇÃO SEXUADAPRIMEIRAMITOSESEGUNDAMITOSETERCEIRAMITOSE2 NÚCLEOSHAPLÓIDES4 NÚCLEOSHAPLÓIDESVACÚOLO3 ANTÍPODASCÉLULACEN...
PROPAGAÇÃO SEXUADA
Pavonia sp.EstigmaGrão de pólenPROPAGAÇÃO SEXUADA
PROPAGAÇÃO SEXUADAGrão de pólen
PROPAGAÇÃO SEXUADA
PROPAGAÇÃO SEXUADAMEIOSE NOESTAME ECARPELOANTERAMEGÁSPOROHAPLÓIDEMEGAGAMETÓFITOMEGAGAMETA(OOSFERA)HAPLÓIDEMICRÓSPOROSHAPLÓ...
MAÇÃ
FRUTOSROMÃ AMORA
óvuloCalosetubopolínicosacoembrionárioCanais de Ca 2+Núcleo espermáticoNúcleo do tubo↓[Ca2+]↑[Ca2+]EFEITOS DO CÁLCIO E BOR...
Ca2+Quimiotropismo → direçãode crescimento do tubopolínico no sentidocrescente da [Ca2+]Função na divisão celularatuando n...
GERMINAÇÃO DO TUBO POLÍNICOTubo polínicoSaco embrionárioOosferaAntípodasSinérgidesNúcleosPolares
CÁLCIO:• Ca2+ PAPEL ESSENCIAL NO CRESCIMENTO DOTUBO POLÍNICO• ACÚMULO DE CANAIS DE Ca2+ NO ÁPICE DO TUBOPOLÍNICO• CRESCIME...
BORO:• VIABILIDADE DO GRÃO DE PÓLEN PELA ELEVAÇÃO DA[SOLUTOS] NO ESTIGMA• ↑ [B] NO ESTIGMA E ESTILETE NECESSÁRIA PARA AINA...
EFEITOS DO CÁLCIO E BOROóvuloComplexo Borato-CalosetubopolínicosacoembrionárioCanais de Ca 2+Núcleo espermáticoNúcleo do t...
FORMAÇÃO DO EMBRIÃO
FORMAÇÃO DO EMBRIÃOSUSPENSORCOTILÉDONESMERISTEMA APICALHIPOCÓTILORADÍCULAENDOSPERMA
FORMAÇÃO DO EMBRIÃO
Intervalo...
PROPAGAÇÃO SEXUADASEMENTEDEFINIÇÃO:ÓVULO DESENVOLVIDO APÓS A FECUNDAÇÃO,CONTENDO O EMBRIÃO, COM OU SEM RESERVASNUTRITIVAS,...
PROPAGAÇÃO SEXUADASEMENTE BOTÂNICA: UNIDADE DE REPRODUÇÃO SEXUADADESENVOLVIDA A PARTIR DE UM ÓVULO FERTILIZADO.SEMENTE ORT...
PROPAGAÇÃO SEXUADASEMENTECONSTITUIÇÃO:TESTATÉGMEN OU TEGMARADÍCULAEMBRIÃO CAULÍCULOGÊMULACOTILÉDONESRESERVAS ALBUME OU END...
SEMENTECOTILÉDONE FOLHA NOEPICÓTILORADÍCULA
SEMENTECONDIÇÕES PARA GERMINAÇÃO:ÁGUA (5 a 20%)OXIGÊNIO (21%)TEMPERATURA (25 - 30ºC)LUZ (Fotoblástica + ou -)
SEMENTEGERMINAÇÃOAnnona crassiflora (araticunzeiro)
SEMENTEDORMÊNCIA DE SEMENTES:IMPERMEABILIDADE DO TEGUMENTO À ÁGUA OU AO OXIGÊNIOPRESENÇA DE INIBIDORES QUÍMICOSIMATURIDADE...
SEMENTEHIPOCÓTILO FOLHA NOEPICÓTILOCOTILÉDONEGERMINAÇÃO EPÍGEA GERMINAÇÃO HIPÓGEA
EFEITOS FISIOLÓGICOS DO ETILENOGancho plumular ou apical- lado interno → ↓ luminosidade → ↑ produção de Et → ↑ ↑ ↑ [Ax] → ...
GERMINAÇÃO DE SEMENTESEFEITOS FISIOLÓGICOS DAS GIBERELINAS
1afolhacoleoptileMeristemaapicalTesta - pericarpoCamada de aleuronaEndosperma amiláceoCélulas da aleurona1. Giberelinas sã...
ESTRUTURA:Gas SÃO DITERPENOS CÍCLICOS (COM 19 OU 20 C)POSSUEM ESQUELETO ENT-GIBERELANO COM 4 OU 5 ANÉISO 5º ANEL É A LACTO...
GIBERELINASLOCAIS DE SÍNTESE DE GA:ÁPICES DE CAULES E RAÍZESINTERNÓSFOLHAS JOVENSSEMENTES IMATURAS ***REGIÕES MERISTEMÁTIC...
GIBERELINASTRANSPORTE DE GA:PARA TECIDOS NÃO DIFERENCIADOS → TRANSPORTE POLARPARA TECIDOS DIFERENCIADOS → XILEMA E FLOEMA
Proteína-G Memb.plasmáticacél. aleuronaTransdução do sinaldependente de Ca2+envolvendocalmodulina eproteína quinasesecreçã...
FASES DE ABSORÇÃO DE ÁGUA DURANTE A GERMINAÇÃOFASE I10 – 30 sFASE II1 – 10 hFASE IIIEMERGÊNCIA DARADÍCULALAGEMBEBIÇÃOTEMPO...
TRANSIÇÃO DO DESENVOLVIMENTO PARA A GERMINAÇÃO
GERMINAÇÃO DE SEMENTES
GERMINAÇÃO DE SEMENTES
PUPUNHA (Bactris gasipaes – ARECACEAE)
PUPUNHA (Bactris gasipaes – ARECACEAE)
PUPUNHA (Bactris gasipaes – ARECACEAE)
EMBEBIÇÃO DA SEMENTEPINHÃO MANSO(Jatropha curcas L.)
GERMINAÇÃO DA SEMENTEPINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
6 DIAS APÓS A GERMINAÇÃOPINHÃO MANSO(Jatropha curcas L.)
ROLO DE PAPELPINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
GERMINADORPINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
Germinação de sementes de pinhão manso após escarificação com Lixa n° 100
Germinação de sementes de pinhão manso prejudicada por excesso de umidade
Deterioração de sementes de pinhão manso por ácido sulfúrico
PINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
TESTEMUNHA ESCARIFICAÇÃOCOM LIXAIMERSÃO EMÁGUA 25°CIMERSÃO EMÁGUA 75°CIMERSÃO EMÁGUA 96°CPINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
Corte longitudinal de semente de pinhão manso
Apodrecimento de semente de pinhão manso
Dano por umidade em semente de pinhão manso
Dano mecânico em semente de pinhão manso
Deterioração natural em semente de pinhão manso
TESTE DO TETRAZÓLIOCLORETO DE 2,3,5-TRIFENILTETRAZÓLIO (TTC)(SAL INCOLOR, SOLÚVEL, SE OXIDA PELAS HIDROGENASES DA RESPIRAÇ...
TESTE DO TETRAZÓLIOINCOLOR, SOLÚVEL ROSA, INSOLÚVEL(oxidado) (reduzido)2(H)
Semente viável de pinhão manso
FIM!
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  1. 1. FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO VEGETALKatia Christina Zuffellato-RibasBióloga, Dra.Departamento de Botânica - Setor de Ciências BiológicasUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁkazu@ufpr.brwww.gepe.ufpr.br
  2. 2. Nomenclatura e classificação de plantasPropagação vegetalPropagação sexuadaKatia Christina Zuffellato-RibasAULA 1
  3. 3. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASNOMENCLATURA BOTÂNICA INICIADA HÁ 4.000 ANOSPRIMEIROS REGISTROS THEOPHRASTUS(370 – 285 a. C.)CLASSIFICAÇÃO POR:TEXTURA OU FORMA ERVASARBUSTOSÁRVORES
  4. 4. CLASSIFICAÇÃO POR:1. HÁBITO DAS PLANTAS2. SISTEMAS ARTIFICIAIS3. SISTEMAS NATURAIS4. SISTEMAS FILOGENÉTICOSNOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS
  5. 5. 1. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO PELO HÁBITO DAS PLANTASHÁBITO DE CRESCIMENTO ERVASARBUSTOSTREPADEIRASZONAS CLIMÁTICAS TEMPERADASTROPICAISSUB-TROPICAISNOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS
  6. 6. 1. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO PELO HÁBITO DAS PLANTASUSO DA PLANTANOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS
  7. 7. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASUma fatia de cenoura lembra um olho humanoPupila - Íris – Linhas radiaisβ-caroteno → pró-vitamina A – retinolAjuda o desempenho dos receptores da retina,melhorando a visãoAuxilia no fluxo sanguíneoNOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTAS
  8. 8. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASO tomate tem quatro câmaras e é vermelhoO coração tem quatro câmaras e é vermelhoLicopeno – anti-oxidante, alimento para o coraçãoe sangue, reduz probabilidade de câncer depróstata e dos pulmões
  9. 9. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASUvas em cacho tem a forma de coraçãoCada baga é parecida com uma célula sanguíneaAlimento vitalizador para coração e sangue
  10. 10. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASA noz parece um cérebro (hemisfério direito, hemisfério esquerdo)Nozes ajudam a desenvolver neurotransmissores para ofuncionamento do cérebroControlam o colesterol ruim (LDL), ajudam a proteger o coração
  11. 11. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASUm grão de feijão lembra um rimFeijão cura e ajuda a manter a função renal
  12. 12. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASAipo tem forma semelhante a um ossoOssos são ricos em sódio – Aipo também é rico em sódioEsse alimento contribui com a resistência óssea
  13. 13. Abacate – Berinjela – PerasLembram o formato de um úteroAjudam funcionamento de útero e colo de útero
  14. 14. Figos são cheios de sementes e são pendurados aos pares quando crescemFigos aumentam a mobilidade do esperma, aumentam sua contagem e ajudam aevitar a infertilidade masculina
  15. 15. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASA batata doce é parecida com o pâncreasRegula o índice glicêmico de diabéticos (IG= 77)
  16. 16. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASAzeitonas ajudam o bom funcionamento dos ováriosReduz quantidade de LDL (colesterol ruim)Reduz risco de infarto, previne envelhecimento (rico empolifenóis que reduzem a formação de radicais livres)
  17. 17. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASLaranjas e outros frutos cítricos assemelham-se a glândulas mamáriasAjudam o fluxo de circulação linfática dentro do peito
  18. 18. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASUSO DAS PLANTASCebola é semelhante a uma célulaCebola ajuda a limpar os resíduos de todas as células do corpo(ajuda a eliminar radicais livres)Rica em flavonóides → poder anti-oxidante, anti-inflamatório,analgésico...
  19. 19. GRÃOS ANUAL DE INVERNOANUAL DE VERÃOORNAMENTAIS PLANTAS DE INTERIORPLANTAS DE JARDIMBORDADURASARBORIZAÇÃO URBANAQUEBRA-VENTOSÁRVORES LENHOSAS (MADEIRA DURA)MACIAS (MADEIRA MOLE)NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS
  20. 20. 2. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO ARTIFICIAISORGANIZAÇÃO ATRAVÉS DA ANÁLISE DE UMA OUPOUCAS CARACTERÍSTICASHÁBITO DAS PLANTASPOSIÇÃO DO OVÁRIONÚMERO DE ESTAMESNOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS
  21. 21. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS3. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NATURAISCARACTERES COMUNS DOS SERES RELACIONADOSNÚMERO DE COTILÉDONESPOSIÇÃO DO OVÁRIOSISTEMA VASCULAR
  22. 22. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS4. SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO FILOGENÉTICOSCHARLES DARWIN (1859)RELAÇÕES GENÉTICAS ENTRE OS VEGETAIS(ANCESTRALIDADE E DESCENDÊNCIA)
  23. 23. CARL VON LINNÉ (1707 – 1778)CÓDIGO DE NOMENCLATURA BOTÂNICABINÔMIO GÊNERO – ESPÉCIENOMES LATINOSSolanum tuberosum L.NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS
  24. 24. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS1905: CONGRESSOS INTERNACIONAIS DE BOTÂNICA(VIENA)1844 – 1930: ENGLER1968: CRONQUISTDivisão MAGNOLIOPHYTAClasse MAGNOLIATAESubclasse MAGNOLIIDAEFamília MAGNOLIACEAEGênero MagnoliaEspécie liliflora
  25. 25. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS1981: CRONQUISTDivisão MAGNOLIOPHYTA (ANGIOSPERMAS)Classe MAGNOLIOPSIDA (DICOTILEDÔNEAS)Classe LILIOPSIDA (MONOCOTILEDÔNEAS)
  26. 26. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS1999: JUDDPALEOERVAS NÃO-MONOCOTILEDÔNEASCOMPLEXO MAGNOLIIDAEMONOCOTILEDÔNEASEUDICOTILEDÔNEASANGIOSPERMAS
  27. 27. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTAS1939: CÓDIGO DE NOMENCLATURA PARA PLANTAS CULTIVADAS(DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA E HORTICULTURA)CULTIVAR = CULTIVATED VARIETIES = cv.CULTIVAR = CATEGORIA TAXONÔMICADIFERENÇAS MORFOLÓGICASDIFERENÇAS FISIOLÓGICASDIFERENÇAS CITOLÓGICASDIFERENÇAS QUÍMICASQUE SE REPRODUZ SEXUADA OU ASSEXUADAMENTEMANTENDO AS CARACTERÍSTICAS
  28. 28. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASCULTIVAR (cv.) = CULTIVATED VARIETYPLANTAS AGRÍCOLASMANIPULADAS PELO HOMEMEx: Phaseolus vulgaris L. cv. Carioca (feijão)VARIEDADE (var.)VARIEDADE BOTÂNICAOCORRÊNCIA NATURALFORMA, COR, TAMANHOQUALIDADE DE COMPOSTOS QUÍMICOSEx: Paulownia fortunei (Seem.) Helms. var. mikado (quiri)
  29. 29. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASCULTIVAR (cv.) = CULTIVATED VARIETYMANIPULADAS PELO HOMEMEx: Phaseolus vulgaris L. cv. Carioca (feijão)Gênero - Espécie – Autor – cultivarL. = LineuVARIEDADE (var.)OCORRÊNCIA NATURALEx: Paulownia fortunei (Seem.) Helms. var. mikado (quiri)Gênero – EspécieSeem. = Seemann – autor do basinômio Campsis fortuneiHelms. = Helmsley – passou para o gênero Paulownia
  30. 30. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASDOMESTICAÇÃO DE PLANTASPROPAGAÇÃO E CRESCIMENTO DE PLANTAS PELOCONTROLE DO HOMEMSÍTIOS ARQUEOLÓGICOS DE 9.000 a. C. (SUL DA ÁSIA)
  31. 31. Pompéia - Itália
  32. 32. Pompéia - Itália
  33. 33. Pompéia - Itália
  34. 34. Pompéia - Itália
  35. 35. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DE PLANTASMÉTODOS DE DOMESTICAÇÃO DE PLANTASPROPAGAÇÃO SEXUADA OU POR SEMENTESPROPAGAÇÃO ASSEXUADA OU VEGETATIVA
  36. 36. PÉTALAANTERAOVÁRIOESTIGMAESTILETESÉPALASFILETERECEPTÁCULOPEDICELOPISTILOESTAMEPÉTALAREMOVIDAPROPAGAÇÃO SEXUADA
  37. 37. PROPAGAÇÃO SEXUADAHemerocallis sp.
  38. 38. PROPAGAÇÃO SEXUADAHibiscus sp.
  39. 39. PROPAGAÇÃO SEXUADA
  40. 40. PROPAGAÇÃO SEXUADAÓVULOMEGÁSPORONÚCLEO DOMEGÁSPORO(HAPLÓIDE)MICRÓSPOROESTAMEANTERAFILETEGRÃODEPÓLENNÚCLEO DOMICRÓSPORO(HAPLÓIDE)
  41. 41. PROPAGAÇÃO SEXUADAPRIMEIRAMITOSESEGUNDAMITOSETERCEIRAMITOSE2 NÚCLEOSHAPLÓIDES4 NÚCLEOSHAPLÓIDESVACÚOLO3 ANTÍPODASCÉLULACENTRAL2 NÚCLEOSPOLARES1 OOSFERA2 SINÉRGIDESVACÚOLO
  42. 42. PROPAGAÇÃO SEXUADA
  43. 43. Pavonia sp.EstigmaGrão de pólenPROPAGAÇÃO SEXUADA
  44. 44. PROPAGAÇÃO SEXUADAGrão de pólen
  45. 45. PROPAGAÇÃO SEXUADA
  46. 46. PROPAGAÇÃO SEXUADAMEIOSE NOESTAME ECARPELOANTERAMEGÁSPOROHAPLÓIDEMEGAGAMETÓFITOMEGAGAMETA(OOSFERA)HAPLÓIDEMICRÓSPOROSHAPLÓIDES(POLEN)MICROGAMETÓFITOSHAPLÓIDES(PÓLEN)MICROGAMETAS(CÉLULASESPERMÁTICAS)HAPLÓIDESSEMENTEGERMINAÇÃO,CRESCIMENTO EDESENVOLVIMENTODA SEMENTESEMENTEEMBRIÃODIPLÓIDECRESCIMENTOPOR MITOSE EDIVISÃOCELULARZIGOTODIPLÓIDESINGAMIAESPORÓFITO DIPLÓIDE
  47. 47. MAÇÃ
  48. 48. FRUTOSROMÃ AMORA
  49. 49. óvuloCalosetubopolínicosacoembrionárioCanais de Ca 2+Núcleo espermáticoNúcleo do tubo↓[Ca2+]↑[Ca2+]EFEITOS DO CÁLCIO E BORONA GERMINAÇÃO DO TUBO POLÍNICO
  50. 50. Ca2+Quimiotropismo → direçãode crescimento do tubopolínico no sentidocrescente da [Ca2+]Função na divisão celularatuando na organizaçãodos fusos cromáticosEFEITOS DO CÁLCIO
  51. 51. GERMINAÇÃO DO TUBO POLÍNICOTubo polínicoSaco embrionárioOosferaAntípodasSinérgidesNúcleosPolares
  52. 52. CÁLCIO:• Ca2+ PAPEL ESSENCIAL NO CRESCIMENTO DOTUBO POLÍNICO• ACÚMULO DE CANAIS DE Ca2+ NO ÁPICE DO TUBOPOLÍNICO• CRESCIMENTO DO TUBO POLÍNICO REGULADOPOR UM CRESCENTE DIFERENCIAL DA [Ca2+]EFEITOS DO CÁLCIO
  53. 53. BORO:• VIABILIDADE DO GRÃO DE PÓLEN PELA ELEVAÇÃO DA[SOLUTOS] NO ESTIGMA• ↑ [B] NO ESTIGMA E ESTILETE NECESSÁRIA PARA AINATIVAÇÃO DA CALOSE DA PAREDE DO TUBO POLÍNICO:• FORMAÇÃO COMPLEXO BORATO-CALOSE• ↓ [B] ↑ SÍNTESE DE CALOSE E INDUZ A SÍNTESE DEFITOALEXINAS NO ESTIGMA E ESTILETE → DEFESASEMELHANTE À INFECÇÃO POR MICRORGANISMOSEFEITOS DO BORO
  54. 54. EFEITOS DO CÁLCIO E BOROóvuloComplexo Borato-CalosetubopolínicosacoembrionárioCanais de Ca 2+Núcleo espermáticoNúcleo do tubo*
  55. 55. FORMAÇÃO DO EMBRIÃO
  56. 56. FORMAÇÃO DO EMBRIÃOSUSPENSORCOTILÉDONESMERISTEMA APICALHIPOCÓTILORADÍCULAENDOSPERMA
  57. 57. FORMAÇÃO DO EMBRIÃO
  58. 58. Intervalo...
  59. 59. PROPAGAÇÃO SEXUADASEMENTEDEFINIÇÃO:ÓVULO DESENVOLVIDO APÓS A FECUNDAÇÃO,CONTENDO O EMBRIÃO, COM OU SEM RESERVASNUTRITIVAS, PROTEGIDO PELO TEGUMENTO
  60. 60. PROPAGAÇÃO SEXUADASEMENTE BOTÂNICA: UNIDADE DE REPRODUÇÃO SEXUADADESENVOLVIDA A PARTIR DE UM ÓVULO FERTILIZADO.SEMENTE ORTODOXA: TOLERANTE AO DESSECAMENTO A NÍVEISDE UMIDADE BAIXOS, SEM DANOS À SUA VIABILIDADE.(Ex: ARROZ, FEIJÃO, MILHO, SOJA, TRIGO...)SEMENTE RECALCITRANTE: NÃO SOFRE DESIDRATAÇÃO DURANTEA MATURAÇÃO, APRESENTANDO ALTOS NÍVEIS DE UMIDADE. ÉSENSÍVEL AO DESSECAMENTO E À BAIXAS TEMPERATURAS.(Ex: CAFÉ, CÔCO, CARVALHO...)
  61. 61. PROPAGAÇÃO SEXUADASEMENTECONSTITUIÇÃO:TESTATÉGMEN OU TEGMARADÍCULAEMBRIÃO CAULÍCULOGÊMULACOTILÉDONESRESERVAS ALBUME OU ENDOSPERMATEGUMENTO OU CASCAAMÊNDOA
  62. 62. SEMENTECOTILÉDONE FOLHA NOEPICÓTILORADÍCULA
  63. 63. SEMENTECONDIÇÕES PARA GERMINAÇÃO:ÁGUA (5 a 20%)OXIGÊNIO (21%)TEMPERATURA (25 - 30ºC)LUZ (Fotoblástica + ou -)
  64. 64. SEMENTEGERMINAÇÃOAnnona crassiflora (araticunzeiro)
  65. 65. SEMENTEDORMÊNCIA DE SEMENTES:IMPERMEABILIDADE DO TEGUMENTO À ÁGUA OU AO OXIGÊNIOPRESENÇA DE INIBIDORES QUÍMICOSIMATURIDADE FISIOLÓGICA DO EMBRIÃO
  66. 66. SEMENTEHIPOCÓTILO FOLHA NOEPICÓTILOCOTILÉDONEGERMINAÇÃO EPÍGEA GERMINAÇÃO HIPÓGEA
  67. 67. EFEITOS FISIOLÓGICOS DO ETILENOGancho plumular ou apical- lado interno → ↓ luminosidade → ↑ produção de Et → ↑ ↑ ↑ [Ax] → inibealongamento- lado externo → ↑ luminosidade → ↓ produção de Et → ↑[Ax] → ↑ alongamento- luz vermelha ou branca → destrói Ax e Et→ ↓ [Ax e Et] → abertura do ganchoAuxina
  68. 68. GERMINAÇÃO DE SEMENTESEFEITOS FISIOLÓGICOS DAS GIBERELINAS
  69. 69. 1afolhacoleoptileMeristemaapicalTesta - pericarpoCamada de aleuronaEndosperma amiláceoCélulas da aleurona1. Giberelinas sãosintetizadas peloembrião e liberadasno endosperma viaescutelo.2. Giberelinasdifundem-separa a camadade aleurona.3. Células da camada dealeurona são induzidas asintetizar e secretar α-amilase e outrashidrolases dentro doendosperma.4. Amido e outrasmacromoléculas sãodegradadas àmoléculas menores.5. Os solutos doendosperma sãoabsorvidos peloescutelo etransportados aoembrião emcrescimento.raizescuteloSolutos doendospermaEnzimashidrolíticasGERMINAÇÃO DE SEMENTES
  70. 70. ESTRUTURA:Gas SÃO DITERPENOS CÍCLICOS (COM 19 OU 20 C)POSSUEM ESQUELETO ENT-GIBERELANO COM 4 OU 5 ANÉISO 5º ANEL É A LACTONA(NÃO PRESENTE NO ESQUELETO ENT-GIBERELANO, SE LIGA AO ANEL A)TODAS AS Gas TEM UM GRUPO CARBOXÍLICO PRESO NO C7ADCBGIBERELINAS
  71. 71. GIBERELINASLOCAIS DE SÍNTESE DE GA:ÁPICES DE CAULES E RAÍZESINTERNÓSFOLHAS JOVENSSEMENTES IMATURAS ***REGIÕES MERISTEMÁTICASEMBRIÕES EM GERMINAÇÃO
  72. 72. GIBERELINASTRANSPORTE DE GA:PARA TECIDOS NÃO DIFERENCIADOS → TRANSPORTE POLARPARA TECIDOS DIFERENCIADOS → XILEMA E FLOEMA
  73. 73. Proteína-G Memb.plasmáticacél. aleuronaTransdução do sinaldependente de Ca2+envolvendocalmodulina eproteína quinasesecreçãoTransdução do sinalindependente de Ca2+com cGMPSinalizador intermediário deGA ativadoFator de transcriçãoGA-MYBribossomosVesículassecretoras de α-amilaseC.G.R.E.α-amilaseDegradação do amido no endospermanúcleoRepressor degradadoTranscrição eprocessamentoTranscrição eprocessamento1. GA1 do embrião liga-se aoreceptor na superfície dacélula.2. O complexo GA-R interagecom a proteína-G iniciandoduas cadeias separadas detransdução do sinal.3. O caminho independente deCa2+, envolvendo cGMP,resulta na ativação de umsinalizador intermediário.4. O sinalizador intermediárioativado liga-se ao repressorDELLA no núcleo.5. O repressor DELLA édegradado quando liga-se aosinal do GA.6. A inativação do repressorDELLA permite a expressãodo gene MYB e outros genes,para prosseguir com atranscrição, processamento etradução.7. A proteína MYBsintetizada entra no núcleoe liga-se ao gene promotorpara α-amilase e outrasenzimas hidrolíticas.8. Transcrição de α-amilasee outros genes hidrolíticossão ativados.9. α-amilase e outrashidrolases são sintetizadasno retículo endoplasmático(tradução).10. Proteínas são secretadasvia complexo de Golgi.11. A via de secreçãonecessita da estimulaçãopelo GA, dependente deCa2+-calmodulina.MODO DE AÇÃO DAS GIBERELINAS
  74. 74. FASES DE ABSORÇÃO DE ÁGUA DURANTE A GERMINAÇÃOFASE I10 – 30 sFASE II1 – 10 hFASE IIIEMERGÊNCIA DARADÍCULALAGEMBEBIÇÃOTEMPOPESOFRESCOFASE LAG: POUCA ENTRADA DE ÁGUAATIVIDADES CELULARES CRÍTICAS (MATURAÇÃO DE MITOCÔNDRIA, SÍNTESE DE PROTEÍNAS,METABOLISMO DE RESERVA DE MATERIAL, PRODUÇÃO DE ENZIMAS)
  75. 75. TRANSIÇÃO DO DESENVOLVIMENTO PARA A GERMINAÇÃO
  76. 76. GERMINAÇÃO DE SEMENTES
  77. 77. GERMINAÇÃO DE SEMENTES
  78. 78. PUPUNHA (Bactris gasipaes – ARECACEAE)
  79. 79. PUPUNHA (Bactris gasipaes – ARECACEAE)
  80. 80. PUPUNHA (Bactris gasipaes – ARECACEAE)
  81. 81. EMBEBIÇÃO DA SEMENTEPINHÃO MANSO(Jatropha curcas L.)
  82. 82. GERMINAÇÃO DA SEMENTEPINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
  83. 83. 6 DIAS APÓS A GERMINAÇÃOPINHÃO MANSO(Jatropha curcas L.)
  84. 84. ROLO DE PAPELPINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
  85. 85. GERMINADORPINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
  86. 86. Germinação de sementes de pinhão manso após escarificação com Lixa n° 100
  87. 87. Germinação de sementes de pinhão manso prejudicada por excesso de umidade
  88. 88. Deterioração de sementes de pinhão manso por ácido sulfúrico
  89. 89. PINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
  90. 90. TESTEMUNHA ESCARIFICAÇÃOCOM LIXAIMERSÃO EMÁGUA 25°CIMERSÃO EMÁGUA 75°CIMERSÃO EMÁGUA 96°CPINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)
  91. 91. Corte longitudinal de semente de pinhão manso
  92. 92. Apodrecimento de semente de pinhão manso
  93. 93. Dano por umidade em semente de pinhão manso
  94. 94. Dano mecânico em semente de pinhão manso
  95. 95. Deterioração natural em semente de pinhão manso
  96. 96. TESTE DO TETRAZÓLIOCLORETO DE 2,3,5-TRIFENILTETRAZÓLIO (TTC)(SAL INCOLOR, SOLÚVEL, SE OXIDA PELAS HIDROGENASES DA RESPIRAÇÃO)
  97. 97. TESTE DO TETRAZÓLIOINCOLOR, SOLÚVEL ROSA, INSOLÚVEL(oxidado) (reduzido)2(H)
  98. 98. Semente viável de pinhão manso
  99. 99. FIM!

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