Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da Beira  RELATÓRIO                          e    CONTAS                   ...
COOPERATIVA AGRÍCOLA DOS FRUTICULTORES DA COVA DA BEIRA, CRLBALANÇO INDIVIDUAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011                  ...
DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS                PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011               ...
Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da BeiraDEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO NO PERÍOD...
Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da BeiraANEXONOTA 1 - Identificação da entidadeAs notas que se seguem respe...
c) - InventáriosOs inventários são constituídos por artigos da secção de Aprovisionamento para venda aos associados, por f...
O valor do rédito constante das demonstrações financeiras corresponde ao justo valor da retribuição recebida ou areceber, ...
Conforme foi já referido na Nota 3 a), os edifícios e terrenos da Cooperativa foram revalorizados em 2008, de acordocom av...
No exercício de 2011 a Cooperativa beneficiou de um subsídio à exploração no âmbito do programa Proder - serviçode aconsel...
MAPA ANEXO N.º 1ATIVOS FIXOS TANGÍVEIS movimentos ocorridos no valor bruto das diversas classes, em 2012                  ...
MAPA ANEXO N.º 3ATIVOS FIXOS INTANGÍVEIS movimentos ocorridos no valor bruto das diversas classes, em 2012                ...
MAPA ANEXO N.º 5PERDAS POR IMPARIDADE EM INVENTÁRIOS:                       Mercadorias             2012       2011 Saldo ...
EVOLUÇÃO DE ENTRADAS DE FRUTA NA COOPERATIVA em Toneladas                CEREJA   PÊSSEGO     MAÇÃ       PÊRA     OUTROS  ...
Evolução de Vendas 2009 - 2012SECÇÃO DE ABASTECIMENTO                                                                     ...
RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCALNos termos da alínea a) do art.º 41.º dos estatutos da Cooperativa, reuniu no dia 28...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Rrelatorio contas 2012

487 visualizações

Publicada em

Relatorio contas 2012

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
487
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
77
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Rrelatorio contas 2012

  1. 1. Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da Beira RELATÓRIO e CONTAS 2012
  2. 2. COOPERATIVA AGRÍCOLA DOS FRUTICULTORES DA COVA DA BEIRA, CRLBALANÇO INDIVIDUAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 RUBRICAS NOTAS DATAS 31-12-2012 31-12-2011 ATIVOAtivo não correnteAtivos fixos tangíveis 3.a); 7 1.269.298,94 1.413.708,21Ativos intangíveis 3.b); 10 9.355,95 11.570,07Participações financeiras - outros métodos 6.898,00 6.898,00 soma 1.285.552,89 1.432.176,28Ativo correnteInventários 3.c); 13 107.467,26 113.767,08Clientes 3.d) 43.067,64 70.915,17Estado e outros entes públicos 14 31,80 27,12Outras contas a receber 16.097,88 16.433,49Caixa e depósitos bancários 5.706,54 2.338,68 soma 172.371,12 203.481,54Total do ativo 1.457.924,01 1.635.657,82 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVOCapital próprioCapital realizado 3.e); 17 140.734,08 139.584,07Reservas legais 64.717,76 64.717,76Outras reservas 2.640.877,92 2.640.877,92Resultados transitados -3.253.763,54 -3.345.657,89Excedentes de revalorização 7 1.089.694,05 1.250.294,87Outras variações no capital próprio 3.j); 24 24.622,28 34.244,12 soma 706.882,55 784.060,85Resultado líquido do período -78.952,29 -68.706,47 Total do capital próprio 627.930,26 715.354,38PassivoPassivo não correnteProvisões 3.145,99 1.000,00Financiamentos obtidos 3.f) 358.165,52 398.726,16Outras contas a pagar 12.725,74 15.576,58 soma 374.037,25 415.302,74Passivo correnteFornecedores 352.051,43 386.228,99Estado e outros entes públicos 14 7.365,10 10.170,95Financiamentos obtidos 3.f) 48.871,13 44.835,65Outras contas a pagar 47.668,84 63.765,11 soma 455.956,50 505.000,70Total do passivo 829.993,75 920.303,44Total do capital próprio e passivo 1.457.924,01 1.635.657,82O Técnico de Contas,(João Eduardo Garcia Rebordão)A Direcção,Carlos Manuel Dias MadalenoJosé Conceição PintoAntónio Manuel Marques Gomes
  3. 3. DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (em euros) PERÍODOS RENDIMENTOS E GASTOS NOTAS 2.012 2.011Vendas e serviços prestados 23 1.027.225,75 1.254.496,48Subsídios à exploração 3.j) 10.308,38 15.266,12Custo das mercad vendidas e das matérias consumidas -786.666,30 -971.228,67Fornecimentos e serviços externos -85.398,15 -121.235,73Gastos com o pessoal -122.823,99 -133.904,46Imparidades de inventáriosImparidade de dívidas a receber -5.759,30 -10.072,63Provisões (aumentos/reduções) 5.514,07Outros rendimentos e ganhos 55.090,27 83.906,96Outros gastos e perdas -5.852,24 -6.155,42Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e 91.638,49 111.072,65impostosGastos de depreciação e amortizações -146.623,39 -154.493,82Resultado operacional (antes de gastos de financiamentos e -54.984,90 -43.421,17impostosJuros e rendimentos similares obtidos 18,71 144,52Juros e gastos similares suportados -23.986,10 -25.429,82 Resultado antes de impostos -78.952,29 -68.706,47Imposto sobre o rendimento do período 3.g) 0,00 0,00 Resultado líquido do período -78.952,29 -68.706,47O Técnico de Contas,(João Eduardo Garcia Rebordão)A Direcção,Carlos Manuel Dias MadalenoJosé Conceição PintoAntónio Manuel Marques Gomes
  4. 4. Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da BeiraDEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO NO PERÍODO DE 2010 euros CAPITAL PRÓPRIO ATRÍBUÍDO AOS DETENTORES DO CAPITAL total do capital DESCRIÇÃO NOTAS capital outras resultados excedentes resultado líqº outras variaç reservas legais total próprio realizado reservas transitados revalorização do período capital próprioPosição no início de 2010 1 138.209,47 64.717,76 2.640.877,92 -3.163.345,39 1.504.027,70 -300.510,27 53.487,80 937.464,99 937.464,99Alterações no períodoPrimeira adopção do novo referencial contabilísticoRealização do excedente de revalorização de activis fixos tangíveis e intangíveis 173.432,42 -173.432,42 0,00 0,00Outras alterações reconhecidas no capital próprio -300.510,27 300.510,27 -9.621,84 -9.621,84 -9.621,84 soma 2 0,00 0,00 0,00 -127.077,85 -173.432,42 300.510,27 -9.621,84 -9.621,84 -9.621,84Resultado líquido do período 3 -68.706,47 -68.706,47Resultado integral 4=2+3 231.803,80 231.803,80 231.803,80Operações com detentores do capital no períodoRealizações de capital 3.e); 17 250,00 250,00 250,00Distribuições 0,00 0,00Entradas para cobertura de perdas 0,00 0,00Outras operações -375,40 -375,40 -375,40 soma 5 -125,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -125,40 -125,40Posição no fim do período 6=4+5 138.084,07 64.717,76 2.640.877,92 -3.290.423,24 1.330.595,28 -68.706,47 43.865,96 859.011,28 859.011,28Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da BeiraDEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO NO PERÍODO DE 2011 euros CAPITAL PRÓPRIO ATRÍBUÍDO AOS DETENTORES DO CAPITAL total do capital DESCRIÇÃO NOTAS capital outras resultados excedentes resultado líqº outras variaç reservas legais total próprio realizado reservas transitados revalorização do período capital próprioPosição no início de 2010 1 3.e); 17 138.084,07 64.717,76 2.640.877,92 -3.290.423,24 1.330.595,28 -68.706,47 43.865,96 859.011,28 859.011,28Alterações no períodoPrimeira adopção do novo referencial contabilísticoRealização do excedente de revalorização de activis fixos tangíveis e intangíveis 80.300,41 -80.300,41 0,00 0,00Outras alterações reconhecidas no capital próprio -68.706,47 68.706,47 -9.621,84 -9.621,84 -9.621,84 soma 2 0,00 0,00 0,00 11.593,94 -80.300,41 68.706,47 -9.621,84 -9.621,84 -9.621,84Resultado líquido do período 3 -78.952,29 -78.952,29Resultado integral 4=2+3 -10.245,82 -10.245,82 -10.245,82Operações com detentores do capital no períodoRealizações de capital 3.e); 17 1.500,00 1.500,00 1.500,00Distribuições 0,00 0,00Entradas para cobertura de perdas 0,00 0,00Outras operações 0,00 0,00 0,00 soma 5 1.500,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.500,00 1.500,00Posição no fim do período 6=4+5 139.584,07 64.717,76 2.640.877,92 -3.278.829,30 1.250.294,87 -78.952,29 34.244,12 771.937,15 771.937,15O Técnico de Contas,(João Eduardo Garcia Rebordão)A Direcção,Carlos Manuel Dias Madaleno José Conceição Pinto Pinto António Manuel Marques Gomes
  5. 5. Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da BeiraANEXONOTA 1 - Identificação da entidadeAs notas que se seguem respeitam à Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da Beira, CRL.(futuramentedesignada por Cooperativa)A Cooperativa tem a sua séde na Ponte Pedrinha, freguesia do Ferro, concelho da Covilhã.Dedica-se à comercialização da fruta produzida pelos seus associados. Fundamentalmente, estes têm as suasplantações nos concelhos da Covilhã, Fundão e Belmonte.Acessoriamente, a Cooperativa fornece aos seus associados e a terceiros os inputs de que precisam para a suaactividade (sementes e plantas, adubos, produtos fito-fármacos, ferramentas e outros acessórios necessários à suaactividade). Comercializa ainda gasóleo verde e gasóleo normal.Não tendo a Cooperativa fins lucrativos e encontrando-se registada no Instituto António Sérgio para oCooperativismo, beneficia de isenção de impostos (IRC e IMI), na parte da sua actividade que se relaciona com osseus Associados.Para levar a cabo a sua actividade, a Cooperativa dispõe de uma estação fruteira equipada com várias estufas defrio, calibrador e embalador, no que respeita ao tratamento e comercialização da fruta; no tocante à secção deAbastecimento, dispõe de um armazém para os produtos genéricos, de uma divisão autónoma para armazenamentoe comercialização de produtos fito-fármacos e de posto de abastecimento de gasóleo.As vendas de fruta da Cooperativa destinam-se, maioritariamente, às grandes superfícies, com quem foramcelebrados contratos, a intermediários localizados nos Mercados Abastecedores e outros que se abastecemdirectamente nas instalações da Cooperativa. O restante é vendido ao pequeno retalho.Nota 2 - Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeirasAs demonstrações financeiras anexas foram preparadas no quadro das disposições em vigor em Portugal, emconformidade com o Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de julho, e de acordo com a Estrutura Concetual (CE), Normasde Contabilidade e Relato Financeiro (NCRF) e Normas Interpretativas (NI) constantes do Sistema de NormalizaçãoContabilística (SNC) sendo, supletivamente, aplicadas as Normas Internacionais de Contabilidade (NIC) adotadas naUnião Europeia (EU)No presente exercício não ocorreram derrogações das disposições do Sistema de Normalização ContabilísticaNota 3 - Principais políticas contabilísticasOs principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras, foram os seguintes:a) - Ativos fixos tangíveis:Ao Ativos fixos tangíveis foram registados pelo seu custo de aquisição, exceto quanto aos prédios (terrenos eedifícios), que foram reavaliados em 2008 por entidade externa, do que resultou a contabilização de um excedentede revalorização de € 1 504 07,70. O valor considerado atribuído a estes bens, para efeitos da aplicação pelaprimeira vez das NCRF, foi o da referida avaliação externa.A Cooperativa segue o critério de apenas considerar como Ativos fixos tangíveios os bens cujo custo de aquisiçãoexceda os 500 euros; os bens de valor inferior são considerados como gastos do período.As beneficiações apenas são objecto de capitalização se o seu efeito se refletir seguramente em aumento da vida útildos bens ou no incremento da sua capacidade produtiva; caso contrário, são classificadas como gastos do período.Na avaliação subsequente dos bens dos Ativos fixos tangíveis manteve-se o valor de aquisição ou o deremensuração, conforme referido antes, passando estes valores a ser o custo considerado.A Cooperativa manteve o método de depreciação linear, pelo método das quotas constantes, de acordo com a vidaútil prevista na Portaria que regula o assunto para fins fiscais, por não dispor de outro mais realista. Em nenhumcaso foi considerada a existência de valor residual.b) - Ativos fixos intangíveisOs Ativos intangíveis abrangem os programas informáticos adquiridos separamente do equipamento informático,propriedade industrial e o campo de ensaios, desenvolvido internamente pela Cooperativa.Os referidos elementos estão a ser depreciados durante o período de vida útil esperado, sendo que no caso docampo de ensaios esse período de vida útil é determinado pela duração do contrato de instalação em propriedadealheia
  6. 6. c) - InventáriosOs inventários são constituídos por artigos da secção de Aprovisionamento para venda aos associados, por frutaentregue pelos associados e por embalagens.Os elementos do inventário são valorizados ao custo de aquisição (a fornecedores ou aos associados), incluindodespesas de compra, sendo que o preço por que a Cooperativa compra aos associados é fixado por ela própria. Noscasos em que se admitiu que dificilmente se recuperaria o custo de bens identificados, mormente da secção doAbastecimento, tais bens foram objeto de imparidade pela diferença entre o seu preço de custo e o valor realizáveld) - ClientesOs saldos das contas de clientes correspondem à faturação que, à data do fecho, não se encontrava liquidada.Nos casos em que as faturas ou outros documentos de débito não foram pagas no prazo de um ano, foi contabilizadaa correspondente perda por imparidade, que no exercício atingiu a quantia de € 5 759,30. O valor acumuladoNos casos em que em exercícios anteriores tinha sido registada perda por imparidade de díividas a receber e, noperíodo, tais dívidas foram recuperadas, procedeu-se ao registo da correspondente reversão. No exercício, asreversões ascenderam a € 1 717,80.e) - Capital realizadoO capital constante do balanço corresponde ao capital subscrito, deduzido das quantias já subscritas mas ainda nãocobradas. Estas, à data do fecho de contas, ascendiam a € 2 099,99.f) - Financiamentos obtidosOs financiamentos obtidos encontram-se contabilizados pelo seu valor nominal, por estarem sujeitos às taxas de juronormais vigentes no mercado.Da totalidade dos financiamentos obtidos, uma parte foi registada em Passivo corrente e, a outra, em Passivo nãocorrente. Neste, foi registada a parte cujo vencimento ocorre mais de 12 meses após a data do encerramento dascontas, nos termos do plano de serviço da dívida contratado com o Banco.g) - Impostos sobre lucrosA Cooperativa encontra-se isenta do pagamento de impostos sobre lucros na parte relativa à sua atividade viradapara os Associados. Mas a parte da sua atividade relacionada com clientes externos está sujeita a tributação emIRC. Porém, como o resultado do período é negativo, não há lugar, mesmo no caso da atividade relativa a clientesexternos, ao reconhecimento de qualquer imposto a pagar. Pelas mesmas razões, não se considera necessário aconstituição de impostos diferidos.h) - Gastos e rendimentosOs gastos e os rendimentos relativos à atividade da Cooperativa são registados no período a que respeitam,independentemente de ter ou não em seu poder o documento externo comprovativo e independentemente do seupagamento ou recebimento, de acordo com o princípio da especialização dos exercícios. As diferenças entre osmontantes recebidos ou a registados em contas a receber e pagos ou registados em contas a pagar e oscorrespondentes rendimentos e gastos são registados em rubricas de Diferimentos, Outras contas a pagar (credorespor acréscimos de gastos) e Outras contas a receber (devedores por acréscimo de rendimentos).i) - Ativos e passivos contingentesOs passivos contingentes são definidos pela Cooperativa como (i) obrigações possíveis que surjam deacontecimentos passados e cuja existência somente será confirmada pela ocorrência, ou não, de um ou maisacontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da Cooperativa, ou (ii) obrigações presentes quesurjam de acontecimentos passados, mas que não são reconhecidos porque não é provável que uma saída derecursos que incorpore benefícios económicos seja necessário para liquidar a obrigação ou a quantia da obrigaçãonão pode ser mensurada com suficiente fiabilidade.Os passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras da Cooperativa, sendo os mesmosdivulgados neste Anexo, a menos que a possibilidade de uma saída de fundos afetando benefícios económicosfuturos, seja remota, caso este em que não são sequer objeto de divulgação.Os ativos contingentes são possíveis ativos que surjam de acontecimentos passados e cuja existência somente seráconfirmada pela ocorrência, ou não, de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo daCooperativaOs ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras da Cooperativa, sendo os mesmosdivulgados neste Anexo quando é provável a existência de benefícios económicos futurosj) - Reconhecimento do rédito
  7. 7. O valor do rédito constante das demonstrações financeiras corresponde ao justo valor da retribuição recebida ou areceber, líquido de impostos, de abatimentos, de descontos, de bónus ou rappel.O rédito relativo às vendas é reconhecido aquando da entrega dos bens aos seus adquirentes, tal como consta darespectiva fatura ou venda a dinheiro.No caso das prestações de serviços, por serem elas continuados, o rédito é reconhecido o mais tardar no fim decada mês da sua prestação, conforme fatura respectiva.k) - Subsídios recebidosOs subsídios a receber são reconhecidos quando se torna irreversível a sua atribuição, com base nos protocolosestabelecidos com a entidade subsidiadora e/ou em comunicação oficial.Os subsídios à exploração destinados a fazer face a gastos já contabilizados são imediatamente reconhecidos comorendimento do período em que se suportaram os gastos.Os subsídios ao investimento são provisoriamente reconhecidos muma conta dos Capitais próprios (Outrasvariações do capital próprio) e, posterirmente, transferidos para rendimento do período, de forma faseada, à medidaem que se forem suportando os gastos com a depreciação dos bens objecto de subsídio governamental.l) - Juízos de valor, julgamentos e estimativas e pressupostos relativos ao futuroNa preparação das demonstrações financeiras a Direção baseou-se no melhor conhecimento e na experiência deeventos passados e/ou correntes, considerando determinados pressupostos relativos a eventos futuros.As estimativas contabilísticas mais significativas refletidas nas demonstrações financeiras dos exercícios findos em31 de dezembro de 2012 e 2011 incluem as referentes à vida útil dos ativos fixos tangíveis e dos intangíveis, afaturas em receção e conferência, ao subsídio a receber no âmbito do PRODER e às imparidades.As estimativas e pressupostos subjacentes foram determinados com base no melhor conhecimento à data daaprovação das demonstrações financeiras dos eventos e transações em curso, assim como na experiência deeventos passados ou correntes. Contudo, poderão ocorrer situações em períodos subsequentes que, não sendoprevisíveis à data de aprovação das demonstrações financeiras, não foram considerados nestas estimativas. Poreste motivo, e dado o garu de incerteza associado, os resultados reais das transações em questão poderão diferirdas correspondentes estimativas. As alterações a esssas estimativas que ocorram posteriormente à data dasdemonstrações financeiras serão corrigidos em resultados de forma prospetiva, conforme disposto na NCRF n.º 4.As principais estimativas e os pressupostos relativos a eventos futuros incluídos na preparação das demonstraçõesfinanceiras são descritos nas correspondentes notas deste Anexo.m) - eventos subsequentes e principais fatores de incerteza das estimativasOs eventos ocorridos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existem àdata do balanço ("adjusting events") são refletidos nas demonstrações financeiras. Os eventos após a data dobalanço que proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço ("non adjustingevents"), se materiais, são divulgados neste Anexo.As demonstrações financeiras incorporam estimativas que não representam um risco significativo de originar umajustamento material no valor contabilístico dos ativos e passivos no exercício seguinte.NOTA 4 - Fluxos de caixaA conta Caixa apresenta um saldo de € 1 000,00, correspondente ao valor do Fundo fixo de Caixa.A conta Depósitos à ordem apresenta um saldo de € 4 706,54, correspondente a 3 contas bancárias abertas namesma instituição de créditoNOTA 7 - Ativos fixos tangíveisO Anexo n.1 contém um mapa discriminativo dos movimentos ocorridos no valor bruto de cada uma das classes decontas dos Ativos fixos tangíveis, com a indicação dos saldos no início do período, adições, alienações, abates eoutras alterações ocorridos no período e, ainda, a posição no fim do período.O Anexo 2 a estas Notas consta de um mapa discriminativo, por cada rubrica, das depreciações, com indicação doseu saldo no início do período, depreciações, abates e regularizações no período e saldo no fim do exercício.Sobre os terrenos e edifícios da Cooperativa recai uma hipoteca a favor da Caixa de Crédito Agrícola Mútua dosConcelhos do Fundão e Sabugal para garantia de um financiamento hipotecário, cujo saldo actual é de € 323 059,54(no fim do período anterior: € 359 584,70).
  8. 8. Conforme foi já referido na Nota 3 a), os edifícios e terrenos da Cooperativa foram revalorizados em 2008, de acordocom avaliação realizada por entidade externa.O excedente de revalorização apurado em 2008, computado em € 1 498 348,09, foi, neste exercício, objecto deredução de € 80 300,41, correspondendo esta quantia ao valor realizado pelo uso, no exercício.NOTA 10 - Ativos fixos intangíveisO Anexo n.3 a esta Nota contém um mapa discriminativo dos movimentos ocorridos no valor bruto de cada uma dasclasses de contas dos Ativos fixos intangíveis, com a indicação dos saldos no início do período, adições, alienações,abates e outras operações ocorridos no período e, ainda, a posição no fim do período.O Anexo 4 a estas Notas consta de um mapa discriminativo, por cada rubrica, das depreciações dos Ativos fixosintangíveis, com indicação do seu saldo no início do período, depreciações, abates e outras alterações no período esaldo no fim do exercício.NOTA 13 - InventáriosOs inventários da Cooperativa à data do fecho das contas são constituídos por bens para venda na secção deAbastecimento e por gasóleo (inputs para a agricultura), por fruta entregue pelos Associados e, ainda, porembalagens necessárias ao acondicionamento da fruta.Os bens existentes na Secção de Abastecimento foram valorizados pelo seu justo valor, tendo-se considerado umaperda de 50% sobre o custo em todos os items sem movimento durante um período superior a 1 ano.As perdas por imparidade acumuladas ascendem a € 18 703,05.Os inventários têm a seguinte decomposição: - bens existentes na secção de Abastecimento, deduzidos das respectivas imparidades: 79 189,96 - gasóleo 5 928,56 - fruta recebida dos associados 2 640,00 - embalagens para acondicionamento da fruta 19 708,74 soma 107 467,26Para efeitos comparativos, indica-se no Anexo 5 a estas Notas as perdas por imparidade registada no período e noperíodo anteriorNOTA 14 - Estado e outros entes públicosNo Anexo n.º 6 a estas Notas faz-se a discriminação das contas a receber e das contas a pagar ao Estado.NOTA 17 - Capital socialO capital social da cooperativa é variável, sendo também variável o valor da quota de cada associado, uma vez quedepende da respetiva área de cultura de árvores de fruta.Cada quota dá direito a 1 voto, independentemente do respetivo valor nominal.À data de 31 de Dezembro de 2012 a Cooperativa tinha 294 associados (em 2011: 291), correspondendo-lhe umcapital social total de € 142 834,07, de que falta realizar € 2 099,99.No período entraram 4 novas associados, tendo saído 1.NOTA 23 - RéditoO reconhecimento do rédito é feito da forma mais elementar, sendo as vendas reconhecidas com a entrega dos bensaos compradores, com base na respectiva factura ou venda a dinheiro, sendo as prestações de serviços apuradasno final de cada mês e debitadas por meio de fatura ou aviso de lançamento.NOTA 24 - Subsídios do governo e apoios do GovernoOs subsídios do governo foram atribuídos em anos anteriores como forma de apoio à realização de investimentos.Os investimentos subsidiados foram os seguintes, com indicação do respectivo subsídio: - aquisição de paloxs, com subsídio atribuído pela RUDE em 2008 € 39 671,16 - aquisição de virador de palox, com subsídio atribuído pela RUDE em 2006 € 11 000,00 - construção das instalações para os produtos fito-fármacos, com subsídio da RUDE € 20 002,11O primeiro dos subsídios referidos está a ser imputado a resultados durante 5 anos, com início em 2009.O segundo está a ser imputado a resultados em 8 anos, com início em 2006;O último está a ser imputado a resultados em 20 anos, com início em 2009
  9. 9. No exercício de 2011 a Cooperativa beneficiou de um subsídio à exploração no âmbito do programa Proder - serviçode aconselhamento agrícola, da quantia de € 10 308,38, atribuído pelo IFAP. Este subsídio foi integralmentereconhecido como rendimento do período.Este programa tem a duração de 3 anos, com início em 2010 e termo neste exercício de 2012O quadro que se segue evidencia a posição e movimentos da conta Subsídios nos dois últimos períodos: subsídios ao investimento 2012 2011Saldo inicial 34 244,12 43 865,96Subsídios recebidos 0,00 0,00Imputação de subsídios a resultados 9 621,84 9 261,84Reembolsos de subsídio 0,00 0,00Saldo final 24 622,28 34 244,12Os subsídios a aguardar imputação a resultados encontram-se regoistados em contas do capital próprio, nãohavendo qualquer parcela do subsídios que esteja incluída em rendimenrtos a reconhecer.O Técnico de Contas,(João Eduardo Garcia Rebordão)A Direcção,Carlos Manuel Dias MadalenoJosé Conceição PintoAntónio Manuel Marques Gomes
  10. 10. MAPA ANEXO N.º 1ATIVOS FIXOS TANGÍVEIS movimentos ocorridos no valor bruto das diversas classes, em 2012 saldo no início outras saldo no fim rubricas adições alienações do período alterações do períodoTerrenos e recursos naturais 467.164,81 467.164,81Edifícios e outras construções 3.471.947,56 3.471.947,56Equipamento básico 466.382,69 466.382,69Equipamento de transporte 288.151,57 288.151,57Equipamento administrativo 24.022,95 24.022,95Outros activos fixos tangíveis 70.323,95 190,00 70.133,95 4.787.993,53 0,00 190,00 0,00 4.787.803,53MAPA ANEXO N.º 2ATIVOS FIXOS TANGÍVEIS movimentos ocorridos na depreciação das diversas classes, em 2012 saldo no início outras saldo no fim rubricas adições alienações do período alterações do períodoTerrenos e recursos naturaisEdifícios e outras construções 2.644.677,64 83.368,00 2.728.045,64Equipamento básico 371.581,71 46.919,60 418.501,31Equipamento de transporte 280.045,47 3.252,00 283.297,47Equipamento administrativo 27.360,05 951,91 28.311,96Outros activos fixos tangíveis 50.620,45 9.917,76 190,00 60.348,21 3.374.285,32 144.409,27 190,00 0,00 3.518.504,59
  11. 11. MAPA ANEXO N.º 3ATIVOS FIXOS INTANGÍVEIS movimentos ocorridos no valor bruto das diversas classes, em 2012 saldo no início outras saldo no fim rubricas adições alienações do período alterações do períodoProjectos de desenvolvimento - Campo de Ensaios 14.215,05 14.215,05Programas de computador 12.500,41 12.500,41 26.715,46 0,00 0,00 0,00 26.715,46MAPA ANEXO N.º 4ATIVOS FIXOS INTANGÍVEIS movimentos ocorridos na depreciação das diversas classes, em 2012 saldo no início outras saldo no fim rubricas adições alienações do período alterações do períodoProjectos de desenvolvimento - Campo de Ensaios 12.000,93 2.214,12 14.215,05Programas de computador 6.714,13 5.786,28 12.500,41 18.715,06 8.000,40 0,00 0,00 26.715,46
  12. 12. MAPA ANEXO N.º 5PERDAS POR IMPARIDADE EM INVENTÁRIOS: Mercadorias 2012 2011 Saldo inicial 18.703,05 18.703,05 Aumentos 0,00 0,00 Reversões 0,00 0,00 Saldo final 18.703,05 18.703,05MAPA ANEXO 6DISCRIMINAÇÃO DOS SALDOS DAS CONTAS A RECEBER E A PAGAR AO ESTADO Designação eurosA receber: Impostos retidos - capitais 4,68 IRC a recuperar 27,12 soma 31,80A pagar: Retenções de impostos sobre o rendimento 192,00 IVA 3.193,41 Contribuições para a Segurança Social 3.979,69 soma 7.365,10
  13. 13. EVOLUÇÃO DE ENTRADAS DE FRUTA NA COOPERATIVA em Toneladas CEREJA PÊSSEGO MAÇÃ PÊRA OUTROS TOTAL em T. 2009 218 613 404 56 75 1366 2010 77 274 190 39 52 632 2011 205 437 308 78 65 1093 2012 150 320 94 10 83 657700600500 2009400 2010300 2011 2012200100 0 CEREJA PÊSSEGO MAÇÃ PÊRA OUTROS Cooperativa Agricola dos Fruticultores da Cova da Beira, Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da Beira, C.R.L
  14. 14. Evolução de Vendas 2009 - 2012SECÇÃO DE ABASTECIMENTO SECÇÃO DE FRUTAS Em Euros Em Euros 2009 782.419,44 2009 591.423,25 2010 662.980,00 2010 412.362,25 2011 664.131,59 2011 569.262,99 2012 560.973,63 2012 440.898,63 Secção Abastecimento secção de frutas 900.000,00 700.000,00 800.000,00 600.000,00 700.000,00 500.000,00 600.000,00 Valor em € 400.000,00 euros Em Euros 500.000,00 Em Euros 300.000,00 400.000,00 200.000,00 300.000,00 200.000,00 100.000,00 100.000,00 0,00 2009 2010 2011 2012 0,00 2009 2010 2011 2012 ano Cooperativa Agricola Fruticultores da Cova da Beira
  15. 15. RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCALNos termos da alínea a) do art.º 41.º dos estatutos da Cooperativa, reuniu no dia 28 de março de dois mil e treze,pelas dezoito horas, na sede social da Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da Beira, CRL, o seuConselho Fiscal para analisar os elementos contabilísticos e o relatório da Direção e as contas do exercício dedois mil e doze.1 – Compete-nos submeter à vossa apreciação este relatório sobre a atividade desenvolvida pela Direção e darparecer sobre os documentos de prestação de contas da nossa Cooperativa.2 – No desempenho das funções para que fomos eleitos, procedemos, durante o exercício, ao acompanhamentoda evolução dos negócios sociais com a extensão e a frequência consideradas necessárias e procedemos àanálise dos procedimentos e registos contabilísticos.3 – Não obstante o apelo feito à Direção no exercício anterior, não notámos que se tenha promovido uma maiordiversificação dos seus clientes e se tenha adotado uma atitude mais ativa na conquista de novos mercados,embora seja de realçar a redução significativa de desperdícios de fruta recebida dos associados.4 – Apelamos também aos associados para que comercializem a sua fruta por intermédio da Cooperativa e paraque aqui se abasteçam.6 – Não tomámos conhecimento de qualquer situação que não respeitasse os preceitos legais e estatutáriosaplicáveis, salvo o não cumprimento do prazo para a realização da assembleia geral, situação querecomendamos seja evitada em anos futuros.Assim sendo,7 – Afirmamos que a informação contabilística prestada aos associados nesta assembleia foi elaborada emconformidade com as normas contabilísticas aplicáveis, dando uma imagem verdadeira e apropriada da posiçãofinanceira e do desempenho; o relatório da Direção expõe satisfatoriamente a evolução dos negócios.8 – Nestes termos, somos do parecer que a assembleia geral anual a) – aprove o relatório da Direção e as contas do exercício de 2012; b) – aprove a proposta de aplicação dos resultados constante do relatório da Direção; c) – aprove a proposta de apreciação da direção e da fiscalização da Cooperativa O Conselho Fiscal (António Maia Pimpão) (Paulo Jorge Gonçalves Duarte) (Fernando Campos Churro)

×