Oficina femama sul

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  • 2) Pode ser obtido na homepage ou em solicitação através de carta/fax 6) Normalmente tem projetos próprios Falar da Internet como fonte de pesquisa: www.gife.org.br (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas) www.rits.org.br www.fdncenter.org Agências Internacionais – representam governos estrangeiros: CIDA (Canadá), USAID, GTZ (Alemanha) e órgãos internacionais como PNUD, BID, UNCEF, UNESCO, Banco Mundial.
  • Oficina femama sul

    1. 1. Capacitação emMobilização de Recursos Para Rede FEMAMA
    2. 2. O que a história do Mosteiro nos ensina sobre captação de recursos?
    3. 3. Captação de Recursos é... A pessoa certa solicitando ao potencial doador correto a quantia exata para o programa adequado no momento chave da forma correta
    4. 4. Sustentabilidade Financeira• Recursos financeiros suficientes para realização de sua MISSÃO• Pulverização de recursosmas também.... • MISSÃO CLARA • PLANOS ESTRATÉGICOS CLAROS • PROGRAMAS DE QUALIDADE • IMPACTOS SOCIAIS RELEVANTES • BONS RELACIONAMENTOS • PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS E COMPETENTES • LIDERENÇA FORTE
    5. 5. Sustentabilidade Financeira..... Está diretamente relacionada ao Planejamento Estratégico.... É responsabilidade de todos na organização.... É um processo contínuo
    6. 6. Princípios da mobilização de recursos• Pessoas doam para pessoas• Pessoas doam porque elas querem doar• Pessoas não doam se não forem solicitadas• Pessoas doam para oportunidades, não para necessidades• Pessoas doam para o sucesso, não para o fracasso ou o desastre• Pessoas doam porque elas querem fazer a diferença no mundo• Pessoas doam porque querem ser envolvidas em algo maior do que elas
    7. 7. Os 3 C’s que nos sustentam controle = fidelização captação comunicação
    8. 8. A pirâmide de doações e o processo de cultivo ao doador20+ Fundo Patrimonial, Heranças e legadosrelacionamento anos de Patrocínio de instalações, Ampliação de Programas, Criação de Fundos Especiais Sócios Mantenedores, Patrocinadores de Programas, Eventos especiais, Doações online pontuais, cofrinhos, eventos0 “Social try-sumers”: eventos, concursos, experiências, voluntariado, assinantes de petições, cyberativistas
    9. 9. O modelo 80/20 de uma tabela de doações parauma Campanha de Captação de RecursosCategoria de Doações Potenciais a serem(em USD mil) No de Doações contactados Total da Categoria Total Acumulado 300 2 10 600 600 200 5 25 1000 1600 150 8 40 1200 2800 75 10 40 750 3550 50 15 60 750 4300 10 30 90 300 4600 5 60 180 300 4900 1 100 300 100 5000 230 745 5000
    10. 10. INTERESSEVÍNCULOCAPACIDADE
    11. 11. Um caso deve responder àsseguintes perguntas– Quem é nossa organização e o que faz?– Por que existimos? Qual o problema queremos resolver?– O que fazemos que só nós podemos fazer?– O que queremos alcançar?– Como essa campanha vai permitir que esse objetivo seja alcançado?– Como o doador pode se envolver?– Por que um doador deve se envolver?
    12. 12. Componentes do caso • Missão, Visão e História Quem somos • Equipe • Governança – conselho, direção, capacidade • O problema que propomos a resolver Por que existimos • As necessidades apresentadas de forma a interessar o interlocutor O que fazemos que • Programas e Projetos mais ninguém faz? • O que nos torna únicos? • Metas da CampanhaO que pretendemos fazer no futuro? • Objetivo ousado e factível • Urgência, não desespero. Como um doador pode • De quanto precisamos? Participar? • O que vamos fazer com o recurso? • Quais são as formas de participar e que diferença eu farei?
    13. 13. Um bom caso....1 ESTABELECE A NECESSIDADE DE FORMA CLARA Problema social adequado Ao contexto dos doadores2 MOSTRA QUE NÓS SOMOS A ORGANIZAÇÃO ADEQUADA PARA ATENDER A ESSA NECESSIDADE Proposta Única de Valor3 EXPLICA COMO A ORGANIZAÇÃO VAI ATENDER A ESSA NECESSIDADE Metas da Campanha
    14. 14. Elaboração de projetosEste material pode ser um roteiro para a elaboração de um projeto e e/ou um documento de suporte à captação de recursos de sua organização. Apesar de cada financiador ter um formato particular de apresentação de projetos, todos os modelos são muito parecidos. A seguir você verá uma seqüência lógica de desenvolvimento de projetos.
    15. 15. 1. Sumário Executivo • Uma síntese de tudo que contém no documento preparando o leitor do projeto e atraindo-o para uma leitura mais atenta e interessada • Apesar de vir na frente do projeto, é normalmente a última parte do texto a ser escrita. • Não deve ter mais do que 2 páginas. O ideal é que caiba em apenas uma página. • O sumário deve responder de forma sucinta às perguntas chave (que serão depois desenvolvidas ao longo do projeto) • O que? qual o propósito de sua organização e desse projeto? O que você está apresentando? • Por que? uma análise do problema que você se propõe a resolver com esse projeto. • Como? Qual sua proposta de enfrentamento do problema apresentado? • Quanto? Quais são as necessidades do projeto? De que recursos você necessita e se já possui parte deles? • Quando? Em que prazo você espera realizar o projeto em questão?
    16. 16. 2. Quem nós somos? • Histórico • Missão, Visão, Valores • Dados que atestem a credibilidade da organização: Títulos de Utilidade Pública, Equipe, Conselho, Premiações • Momento atual da organização • Programas e projetos • O que existe de diferente em nossa organização? • Qual a importância do que estamos propondo? • Que mudanças significativas no quadro atual conseguimos através desses projeto? • Quais foram as nossas conquista até o momento
    17. 17. 3. Problema a ser enfrentado/ Justificativa• Trazer informações que ajudem a compor um entendimento sobre o problema que se pretende combater• Estatísticas do problema• Dados relevantes• Depoimentos de especialistas
    18. 18. 3. Corpo do Projeto 3.1 Objetivo Geral e objetivos específicos • Onde pretendemos chegar com esse projeto? Exemplo: Aumentar a empregabilidade de jovens do Bairro X; 3.2 Metas/Indicadores/Avaliação • Quais são as métricas para checarmos se estamos atingindo os objetivos a que nos propomos? Como será feita a avaliação? Exemplo: Diminuir em 50% a evasão escolar entre os jovens do Bairro X. 3.3 Plano de Ação/Cronograma de Ação • Quais serão as ações a serem realizadas? Como elas se encadeiam no tempo?
    19. 19. 4. Finanças • Qual o custo total do projeto? • Orçamento detalhado por mês e por tipo de despesa • O que está sendo solicitado a este doador e o que virá de outros parceiros? • Qual a contrapartida da organização? • Qual a diferença real na entidade caso o potencial doador colabore com nossa causa? • Quais as contrapartidas ao doador?
    20. 20. Exercício para reflexão:• Quais são as fontes de recursos de sua organização (empresas, indivíduos, geração de receitas, governo)• Qual a maior dependência de uma só fonte de recursos? Essa distribuição de recursos tem mudado em relação ao tempo?• Que aspectos gostaria de modificar para 2012?• Como gostaria que sua torta de financiamento fosse em 2015? Empresas Fundações Governo Indivíduos
    21. 21. Critérios de seleção estratégicaIndicador Critério Descrição Avaliar a estratégia em função da experiência que a instituição possui (se foi positiva ou 1. Experiência prévia negativa). Se a organização conta com pessoas comCapacidade capacidade para impulsionar a estratégiainterna considerada, tomar decisões e resolver os 2. Capacidade gerencial problemas que se apresentarem. Qualidade e quantidade de contatos com potencial de aporte ou colaboração relativos à 3. Contatos existentes estratégia. Existe potencial comprovado no mercado, verificado a partir das experiências de organizações semelhantes, de dados confiáveisOportunidade 4. Potencial de mercado de mercado ou da percepção da equipe?de Mercado Possibilidade de obter resultado negativo em 5. Risco Econômico relação ao que se pretendia (prejuízo ou Financeiro resultado muito inexpressivo). Necessidade de investimento inicial adequado àAlinhamento 6. Investimento Inicial capacidade da organização.estratégico Está alinhado aos objetivos estratégicos. 7. Objetivos estratégico Conexão a missão e visão
    22. 22. MERCADOS
    23. 23. O Que é Investimento Social Privado?É a alocação voluntária e estratégica de recursos privados – financeiros – bens – humanos – técnicos – gerenciaisPara o benefício público. 23
    24. 24. Evolução da Sociedade Civil no Brasil:Desenvolvimento recente do ISP Ditadura Movimentos populares Forte influência das comunidades eclesiais de base Novo marco legal do 3º setor Criação das OSCIPs Termo de Parceria Fonte: GIFE, apresentação para Foundation School, 2010
    25. 25. 25
    26. 26. • Poluição• Globalização• Crescimento • Demanda crescente por populacional recursos naturais• Inovações tecnológicas • Mudanças climática• Urbanização • Aumento da pobreza e• Novos padrões de desigualdades sociais consumo • Desmatamento • Luta pelos direitos 26
    27. 27. Crescimento continuo do engajamento dasempresas em ações sociais• O Investimento Social Corporativo tem sido impulsionado pela agenda de RSE dos últimos 20 anos.• A participação e o nível de contribuição tem crescido de 1995 to 2007 Dados do IPEA, 2008 – 59% das 782 mil empresas pesquisadas (462 mil) realizam algum tipo de investimento social. – 39% das 462 mil empresas têm intenção de ampliar. Source: IPEA, June 2008; McKinsey Study, 2008
    28. 28. Uma amostra : maiorias dosassociados do GIFE tem comofoco educação e operam ospróprios projetos
    29. 29. Doação de Empresas crescem mais que asDoação de Pessoas Físicas – Estimativa R$6 bi Fonte: McKinsey & Company, A eficácia dos investimentos sociais no Brasil, 2008
    30. 30. 25% da população diz ter doaçãodinheiro para OSCs no mêsanterior e 15% voluntariado Doou Volunta- Ajudou Rank  $ (%) riado(%) estranho (%)Austrália 1 70% 38% 64%Nova Zelândia 1 68% 41% 63%Canadá 3 64% 35% 68%Irlanda 3 72% 35% 60%EUA 5 60% 39% 65%Suiça 5 71% 34% 60% CAF World Giving IndexHolanda 7 77% 39% 46% Brasil 76ª posiçãoReino Unido 8 73% 29% 58%Sri Lanka 8 58% 52% 50%Brasil 76 25% 15% 49%
    31. 31. A Contribuição do Investimento Privado e Familiar no Desenvolvimento do País Mobilidade Social Em % da população e milhões de indivíduos Em 2010, os gastos da classe D (R$ 381,2 bi) superam o da classe A (R$ 261,1 bi) e B (R$ 329,5 bi) Já a classe C irá gastar R$ 500 bilhões. Fonte: IBGE, FGV e LCA Elaboração: Ministério da Fazenda
    32. 32. A Contribuição do Investimento Privado e Familiar no Desenvolvimento do País Cresce o número de milionários com mais de US$ 1 milhão em ativos financeiros no Brasil são 147 mil, crescimento de 12% Report, 2010 Fontes: Capgemini e Merrill Lynch A Ásia-Pacifico liderou a recuperação econômica emergente e a zona do BRIC continuou a liderar o crescimento regional ao longo do ano de 2009.
    33. 33. A Contribuição do Investimento Privado e Familiar no Desenvolvimento do País Nova Riqueza: diversificação de geografias e perfis • 1.011 bilionários (Forbes, 2010), de 55 países com US$3,6 trilhão em ativos consolidados. • Recuperação após a crise principalmente dos países emergentes. – Entre os 10 mais ricos, há 4 de países emergentes: Slim (México), Batista (Brasil) e Ambani e Mittal (Índia). – China é o 2º país com mais bilionários (1º é EUA), com 89. – Rússia é o 3º, com 62. • Mais de 50% = riqueza de primeira geração
    34. 34. Mudança dos comportamento: tendênciaglobal chegando ao Brasil lentamente...• Auto-expressão: fazer em vida• Empreendedorismo• Participação• Competências• Resultados
    35. 35. Síntese: situação do Investimento Social no Brasil• Não existem estatísticas regulares sobre o Investimento Social Privado• As empresas lideram o movimento do ISP, porém fazem isso de maneira isolada• Tem crescido em quantidade, mas ainda não de tem a “cultura de ISP” no país. Esforços são isolados Representa 0,3% do Distribuição é casuística PIB do Brasil. Média Atitude paternalista dos doadores dos outros países Relação com receptor termina na doação 0,8% Falta prioridade Falta controle e avaliaçãoFonte: IDIS – VáriosEstudos, IBGE, JHU Faltam profissionais Falta eficiência e eficácia
    36. 36. Desafio: mudança de paradigmaDO ASSITENCIALISMO... ...AO INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADODoador InvestidorProjeto ProgramasCaso único MultiplicadorExecutor FinanciadorConsequências dos problemas CausasReativo Pró-ativoPaternalista EmpowerMantém status quo Transformador DESAFIOS Governança: passar de uma posição reativa para pró-ativa • Avaliação: uso de indicadores • Pesquisa & Desenvolvimento para Políticas Públicas • Profissionalização 36
    37. 37. FONTE VOLUME POTENCIAL DE OBSERVAÇÕES INVESTIDO POR CRESCIMENTO ANOEMPRESAS E R$ 7 -10 bilhões Médio Forte crescimento do interesse das empresas nos anos 90/2000.FUNDAÇÕES Hoje: RSP + ISP =EMPRESARIAIS SustentabilidadeINDIVÍDUOS R$ 5,2 – 6 bilhões Alto Boas perspectivas, considerando o crescimento da classe média e desenvolvimento econômicoCOOPERAÇÃO R$ 0,5 bilhão (?) Baixo “Diminuição de recursos”, Mudança de temática e regiãoINTERNACIONALGOVERNO FEDERAL R$ 12 bilhões (?) Baixo/? Crise Governo Dilma expõe o limite dos riscos da dependência de recursos governamentais;Recursos Próprios R$ 35 bilhões (?) Baixo/? ?
    38. 38. 0,33% do PIB – AUMENTAR! FONTE VOLUME POTENCIAL DE OBSERVAÇÕES INVESTIDO POR CRESCIMENTO ANOEMPRESAS E R$ 7 -10 bilhões Médio Forte crescimento do interesse das empresas nos anos 90/2000.FUNDAÇÕES Hoje: RSP + ISP =EMPRESARIAIS SustentabilidadeINDIVÍDUOS R$ 5,2 – 6 bilhões Alto Boas perspectivas, considerando o crescimento da classe média e desenvolvimento econômicoCOOPERAÇÃO R$ 0,5 bilhão (?) Baixo “Diminuição de recursos”, Mudança de temática e regiãoINTERNACIONALGOVERNO FEDERAL R$ 12 bilhões (?) Baixo/? Crise Governo Dilma expõe o limite dos riscos da dependência de recursos governamentais;Recursos Próprios R$ 35 bilhões (?) Baixo/? ? QUALIFICAR! SE CONFORMAR!
    39. 39. Empresas resultados do estudo recente IDIS • 1º. Lugar – Credibilidade da Organização; • 2º. Lugar – Qualidade Técnica do Projeto; • 3º. Lugar – Sinergia com a linha de investimento social das empresasInteresse do Negócio CredibilidadePolítica de Rsocial EMPRESA OSC Qualidade TécnicaInteresse geográfico+ Incentivos Fiscais RELACIONAMENTO PARCERIAS PERSONALIZADAS CONSTRUÍDAS AO LONGO DO TEMPO
    40. 40. Atuação alinhada com as competências erecursos dos negócios Google Earth tecnologia para monitorar a devastação da floresta amazônica. Programa de Voluntariado da C&A Movimento Todos Pela Educação Walmart que disponibiliza Dupont e a inclusão de o espaço das lojas para empresas de minorias na projetos sociais. cadeia de fornecedores Linklaters serviços de advocacia AVON Mobilização e venda de pro-bono produtos que revertem recursos para projetos de Contra Câncer de Mama Fonte: IFC Community Invesment HandBook
    41. 41. Fontes de Financiamento: EmpresasComo fazer parcerias• 1o. Identificar o que sua organização tem a oferecer: • Credibilidade e imagem positiva; • Visibilidade; • Incentivos fiscais; • Possibilidade de envolvimento dos funcionários; • Seus conhecimentos e conselhos em questões específicas;• 2o. Conseguir aproximação com empresas ou com líderes empresariais • Através de seu Conselho; • Através de eventos; • Amigos e parceiros que possam “abrir portas”; • Campanha institucional voltada para empresários;• 3o. Determinar o projeto a apresentar • De acordo com as necessidades da empresa
    42. 42. Fontes de Financiamento: EmpresasTipos de parcerias• Participação em eventos e campanhas;• Doações para um projeto específico;• Doações freqüentes para a organização (Clube de Parceiros);• Doações em espécie (produtos, serviços, espaço)• Doações de tempo de funcionários;• Marketing vinculado a causas: • % da venda do produto vai para uma ONG • Promoção conjunta (ex: programas de
    43. 43. Fontes de Financiamento: Empresas Fatores de sucesso• Conheça o seu mercado alvo e principalmente as empresas que você visitará;• Trate a empresa numa relação horizontal;• Fale numa linguagem familiar à empresa: mercado, resultados, números etc;• Muito cuidado na seleção de seus parceiros;• Se for procurado por alguma empresa, não se sinta obrigado a aceitar um recurso e cuidado para não se desviar de sua MISSÃO;• Com o tempo, ao ganhar a confiança da empresa, envolva outros departamentos da empresa;• Conheça todos os benefícios para ambos os lados antes de começar;• Esteja aberto ao novo;• Faça um contrato;• Avalie
    44. 44. FUNDAÇÕES
    45. 45. Fontes de Financiamento: Fundações• Tem o mesmo objetivo que as ONGs• Normalmente tem um procedimento para receber propostas• Busca resultados relacionados a políticas públicas• Foco em auxiliar a auto-sustentação da OSC ou o seu ganho de produtividade• Apoio por um período limitado• Poucas fundações brasileiras funcionam como financiadoras
    46. 46. Por que projetos não são aprovados?• O redator não seguiu as normas definidas pelo financiador ou não enviou os documentos solicitados• O procedimento de avaliação proposto é inadequado• Não existe evidência suficiente para demonstrar que o projeto seja auto-suficiente depois do término do apoio• Solicitação mal redigida• Orçamento solicitado encontra-se fora da linha de fundos da fundação• A fundação não está segura de que o requisitante pode realizar aquilo que se propõe
    47. 47. INDIVÍDUOS
    48. 48. Por que as pessoas doam?ALTRUÍSMO Quer devolver ao mundo o que recebeu. Não busca benefícios pessoais. Acredita que o mundo pode ser melhor se cada um fizer o seu papel.EGOÍSMO Buscam ser reconhecidos pela sociedade. Querem associar seu nome ou de sua família ao resultado da doação.
    49. 49. Por que as pessoas doam?COMPETIÇÃO Na comparação com outros ou consigo mesmo, aumentando seu valor doado ano a ano.DEVOÇÃO Religião ou crença exerce influência na sua decisão. Dízimo. Espaço na eternidade.
    50. 50. Por que as pessoas doam?CULPA Doador se sente culpado por ter acumulado tanto recurso ou por algum motivo particular.TRADIÇÃO Parte de uma família ou grupo que já tem o hábito de doar.PRESSÃO DE GRUPO Por pertencer a grupo de amigos, vizinhos, clube que tem o hábito de doar.
    51. 51. Doadores Individuais Quanto menor a renda,maior a parte dedicada à doação Variação nas doações mensais per capita (entre 2003 e 2010) (10%) (valor médio doado) 17,13 A B C D E (5%) (5%) 31,4 (9%) 8,31(13,5%) 3 9,40 63,34 Fonte: Pesquisa realizada pelo Fundo Cristão e Rgarber, com dados do POF 2003 e 2009 e dados preliminares do Censo 2010
    52. 52. O conceito da cauda longa paracaptação de recursos • No mercado de consumo: – Procura elevada para um pequeno número de produtos – Procura muito reduzida para um pequeno número de produtos – Na Economia Tradicional, custos fixos de manutenção de estoques e catálogos inviabilizam produtos pouco procurados – Na nova Economia, esse conceito é colocado em xeque, já que o custo de manutenção de um produto muito procurado é quase o mesmo de um produto pouco procurado – Apostar na cauda longo torna-se interessante
    53. 53. O conceito da cauda longa para captação de recursos• Entre as OSC´s – Diminuição do custo de acesso e manutenção de um número grande de doadores; – Os doadores querem estar mais próximos das causas que apóiam. A experiência online pode promover uma aproximação real com doadores, sem a necessidade da aproximação física. – Possibilidade de criação de comunidades de apoiadores, interessados e doadores com baixo custo
    54. 54. EstratégiasEstratégias de massa Estratégias de Nicho Visitas Pessoais Eventos DRTV Telemarketing Receptivo Diálogo Direto Ações em parceria Mala Direta Cartas para listas quentes Telemarketing Ativo Anúncios em revistas Anúncios online Member get Member
    55. 55. Fontes de Financiamento: IndivíduosVANTAGENS:• Recursos não vinculados a projetos• Alicerce das organizações: muitos doando pouco• Base de confiabilidade para o trabalho da organização• Cada sócio é um porta-voz da causa• Podem também doar seu trabalho, além dos recursos financeiros
    56. 56. Fontes de Financiamento: Indivíduos DESAFIOS: • Requer planejamento prévio e investimento financeiro • Exige um controle rigoroso • O sucesso vem a médio e longo prazos • É fundamental cultivar os doadores para que a relação seja duradoura • Como transformar um sócio mantenedor em um grande doador?
    57. 57. ExercícioPlano de Captaçao de Recursos
    58. 58. Do planejamento estratégico à meta de captação de recursos Diagnóstico Institucional (Como estamos) MISSÃO - VISÃO (Razão de ser) Objetivos (O que?) Metas (Como?) Orçamento (Quanto custa?)Meta de captação de recursos (Quanto eu preciso captar?)
    59. 59. Da meta de captação de recursos ao plano de captação de recursos Princípios de captação de recursos Meta de Conhecimento das estratégiascaptação de recursos Conhecimento das fontes de recursos Plano de captação de recursos
    60. 60. Plano de Mobilização de Recursos 1. Com base no planejamento, prever todas as despesas para o ano Orçamento da minha organização - mês a mês jan fev mar abr mai jun julDespesas InstitucionaisSalários e encargos R$ 7.500 R$ 7.500 R$ 7.500 R$ 7.500 R$ 7.500 R$ 7.500 R$ 7.500Aluguel R$ 800 R$ 800 R$ 800 R$ 800 R$ 800 R$ 800 R$ 800Transporte R$ 220 R$ 220 R$ 220 R$ 220 R$ 220 R$ 220 R$ 220Água, Luz e outras despesas R$ 550 R$ 550 R$ 550 R$ 550 R$ 550 R$ 550 R$ 550Veterinário autônomo R$ 200 R$ 200 R$ 200 R$ 200 R$ 200 R$ 200 R$ 200Ração e remédios R$ 2.000 R$ 2.000 R$ 2.000 R$ 2.000 R$ 2.000 R$ 2.000 R$ 2.000Material Cirúrgico R$ 1.000 R$ 1.000 R$ 1.000Total Despesas Institucionais R$ 12.270 R$ 11.270 R$ 12.270 R$ 11.270 R$ 12.270 R$ 11.270 R$ 11.270 R$ 81.890EventuaisCirurgias de animais R$ 500 R$ 500 R$ 500 R$ 500 R$ 500 R$ 500 R$ 500Manutenção do abrigo R$ 400 R$ 400 R$ 400 R$ 400Participação em cursos e eventos R$ 1.000 R$ 1.000Total Eventuais R$ 900 R$ 500 R$ 1.900 R$ 500 R$ 900 R$ 500 R$ 1.900 R$ 7.100Projeto EducacionalMateriais didáticos R$ 500 R$ 500Consultoria Pedagógica R$ 5.000Transporte R$ 150 R$ 150 R$ 150 R$ 150 R$ 150 R$ 150 R$ 150Honorários técnicos R$ 4.000 R$ 4.000 R$ 4.000 R$ 4.000 R$ 4.000 R$ 4.000 R$ 4.000Total Projeto Educacional R$ 9.650 R$ 4.150 R$ 4.150 R$ 4.150 R$ 4.650 R$ 4.150 R$ 4.150 R$ 35.050Eventos de adoçãoAlimentação R$ 100 R$ 100 R$ 100 R$ 100 R$ 100 R$ 100 R$ 100Transporte R$ 50 R$ 50 R$ 50 R$ 50 R$ 50 R$ 50 R$ 50Honorários técnicos R$ 500 R$ 500 R$ 500 R$ 500 R$ 500 R$ 500 R$ 500Total Eventos de Adoção R$ 650 R$ 650 R$ 650 R$ 650 R$ 650 R$ 650 R$ 650 R$ 4.550
    61. 61. Plano deMobilização de Recursos2. Com as despesas para o ano orçadas, ver o que já está captado e o que não está Orçamento da minha organização - mês a mês TOTA DO ANO TOTAL CAPTADO METADespesas InstitucionaisSalários e encargos R$ 90.000 R$ 60.000 R$ 30.000Aluguel R$ 9.600 R$ 9.600 R$ -Transporte R$ 2.640 R$ 1.000 R$ 1.640Água, Luz e outras despesas R$ 6.600 R$ 5.000 R$ 1.600Veterinário autônomo R$ 2.400 R$ - R$ 2.400Ração e remédios R$ 24.000 R$ 10.000 R$ 14.000Material Cirúrgico R$ 3.000 R$ 1.000 R$ 2.000Total Despesas Institucionais R$ 138.240 R$ 86.600 R$ 51.640EventuaisCirurgias de animais R$ 6.000 R$ 3.000 R$ 3.000Manutenção do abrigo R$ 1.200 R$ 500 R$ 700Participação em cursos e eventos R$ 1.500 R$ - R$ 1.500Total Eventuais R$ 8.700 R$ 3.500 R$ 5.200Projeto EducacionalMateriais didáticos R$ 1.500 R$ - R$ 1.500Consultoria Pedagógica R$ 5.000 R$ - R$ 5.000Transporte R$ 500 R$ - R$ 500Honorários técnicos R$ 12.000 R$ - R$ 12.000Total Projeto Educacional R$ 19.000 R$ - R$ 19.000Eventos de adoçãoAlimentação R$ 300 R$ 100 R$ 200Transporte R$ 600 R$ 100 R$ 500Honorários técnicos R$ 6.000 R$ - R$ 6.000Total Eventos de Adoção R$ 6.900 R$ 200 R$ 6.700META DE CAPTAÇÃO TOTAL = R$ 82.540,00
    62. 62. Plano de Mobilização de Recursos 3. Levantar os PONTOS FORTES e PONTOS FRACOS da sua organização para mobilizar recursos. Depois considere as ameaças e oportunidades;• PONTOS FORTES • Boa relação com muitas pessoas; • ONG é referência na cidade no tema proposto.• PONTOS FRACOS • Equipe não profissional, falta de alguém que cuide do assunto; • Não há um planejamento consistente.• AMEAÇAS • As eleições para o novo prefeito podem ameaçar o convênio com o poder público municipal;• OPORTUNIDADES • Cresce o interesse das pessoas pelo tema do bem estar animal;
    63. 63. Plano de Mobilização de Recursos 4. Com base nos dois pontos anteriores, estabelecer as estratégias de Mobilização de Recursos locais; METAS DE + ANÁLISE FOFA CAPTAÇÃO DE RECURSOS ESTRATÉGIAS• Iniciar a montagem de um Conselho de captação de recursos;• Buscar
    64. 64. Plano de Mobilização de Recursos 5. Para cada estratégia, estabelecer um plano de ação, com cronograma e responsáveis ; Plano de AçãoEstratégia Ações Responsável Prazo Fazer lista de interessados na causa naConselho de Captação de Recursos cidade Fulano set/07 Procurar informações sobre Conselhos de entidades Fulano 2 set/07 Preparar reunião Fulano out/07 Convidar para reunião Fulaninho out/07 Montar lista de empresas da região ePatrocinado projeto educacional buscar informações sobre elas Fulano 3 Elaborar 1a. Versão do projeto etc Buscar contatos que possam abrir portas nas empresas selecionadas Fazer visitas a empresasCampanha para fortalecimento daimagem institucional Realizar breafing da campanha Buscar agências de propaganda que possam apoiar Preparar relatório sobre a parceria entre aRelacionamento com prefeitura entidade e a prefeitura nos últimos anos Articular-se com pessoas próximas ao prefeito Agendar reunião com prefeito
    65. 65. Plano de Mobilização de Recursos1. Com base no planejamento, prever todas as despesas para o ano2. Com as despesas para o ano orçadas, ver o que já está captado e o que não está3. Levantar os PONTOS FORTES e PONTOS FRACOS da sua organização para mobilizar recursos. Depois considere as ameaças e oportunidades;4. Com base nos dois pontos anteriores, estabelecer as estratégias de Mobilização de Recursos locais;5. Para cada estratégia, estabelecer um plano de ação, com cronograma e responsáveis ;

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