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GUIAS PARA A REABILITAÇÃO
    ENERGÉTICO-AMBIENTAL
             DO EDIFICADO


             LIVIA TIRONE
1.0 ENQUADRAMENTO


2.0 PATOLOGIAS DE INTERVENÇÃO
    PRIORITÁRIA


3.0 OPORTUNIDADES DE INTERVENÇÃO EM
    COBERTURAS


4.0 REABILITAR A COBERTURA PARA
    AUMENTAR A SUA EFICÁCIA


5.0 INTEGRAR SISTEMAS PARA AUMENTAR A
    PROSPERIDADE RENOVÁVEL


6.0 CHECK-LIST


7.0 CONCLUSÃO
1.0 ENQUADRAMENTO
     A quinta fachada dos edifícios
     é a fachada principal da Cidade




 “As formas e os sistemas construtivos
tradicionais resultam da conjugação dos
três factores: materiais de construção
disponíveis, tipo de clima e cultura.”
Citação: Jorge Barros
1.0 ENQUADRAMENTO
     A quinta fachada dos edifícios
     é a fachada principal da Cidade




A vista das cidades por satélite revela as
características únicas das malhas
urbanas - tal qual a impressão digital de
cada ser humano ou o código “DNA” que
constitui a sua identidade.
2.0 PATOLOGIAS DE
    INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA
     As coberturas não precisam de
     ser o ponto frágil dos edifícios –
     Estanquicidade à água da chuva




Em edifícios habitacionais, as coberturas
são identificadas como o ponto de
maior fragilidade, porque delas partem
muitas das disfunções e patologias, pelo
que são também o ponto mais
preocupante.
2.0 PATOLOGIAS DE
    INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA
    As coberturas não precisam de
    ser o ponto frágil dos edifícios –
    Estanquicidade à água da chuva


Os sistemas de coberturas inclinadas em
telha cerâmica, assentam em técnicas de
construção milenárias, aperfeiçoadas ao
longo dos tempos, pelo que, fazem parte
dos sistemas construtivos mais
robustos que conhecemos.



Como se determina se uma
cobertura sofre de uma ou mais
patologias?
3.0 OPORTUNIDADES DE
    INTERVENÇÃO EM
    COBERTURAS




Uma cidade é resiliente quando tem a
capacidade de absorver as perturbações
resultantes de eventos disruptores,
resistindo ou modificando-se por forma a
repor e manter a sua estrutura e o seu
funcionamento em níveis aceitáveis pela
população.
Citação: Helena Farrall
CONTRIBUTO DE UMA
COBERTURA:


O BOM DESEMPENHO ENERGÉTICO DO EDIFÍCIO

A BOA GESTÃO DA ÁGUA NA CIDADE

A BOA GESTÃO DA ENERGIA NA CIDADE

A BOA GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR
NA CIDADE

A BOA GESTÃO DA QUALIDADE DO AR E DO
RUÍDO NA CIDADE

A BOA GESTÃO DO CLIMA NA CIDADE

A BOA GESTÃO DA BIODIVERSIDADE NA CIDADE

O BEM-ESTAR E A QUALIDADE DE VIDA DOS
HABITANTES
OPORTUNIDADE 1
O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA
PARA O BOM DESEMPENHO
ENERGÉTICO DO EDIFÍCIO




O primeiro aspecto a considerar aquando
de uma intervenção numa cobertura
existente, é a sua qualificação energética.
OPORTUNIDADE 2
O CONTRIBUTO DA COBERTURA PARA
A BOA GESTÃO DA ÁGUA NA CIDADE




O edificado e as infra-estruturas urbanas
podem contribuir para, em primeiro lugar,
retardar o efeito da escorrência das
águas das águas pluviais e, em
segundo lugar, dar aproveitamento a
essas águas para usos não potáveis,
que irão substituir, nesses casos, o
recurso a águas potáveis.
OPORTUNIDADE 3
O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA PARA A
BOA GESTÃO DA ENERGIA NA CIDADE

                    A transformação de energia renovável em energia útil, de forma
                    descentralizada, é uma medida importantíssima que nos
                    permitirá tornar-nos uma sociedade cada vez mais próspera.
OPORTUNIDADE 4
O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA
PARA A BOA GESTÃO DA SEGURANÇA
ALIMENTAR NA CIDADE




A agricultura urbana contribui
decisivamente para reduzir os efeitos
negativos da pobreza em cidades,
contribui positivamente para a resiliência
urbana, para a coesão de comunidades
urbanas e para o equilíbrio emocional e
espiritual dos cidadãos.
OPORTUNIDADE 5
O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA
PARA A BOA GESTÃO DA QUALIDADE
DO AR E DO RUÍDO NA CIDADE




Todas as superfícies verdes (horizontais
ou verticais) contribuem para atenuar
algum ruído, para reter partículas
suspensas, para absorver a poluição e
atenuar o efeito negativo da falta de
qualidade do ar exterior sobre as
pessoas mais sensíveis que transcorrem
o seu tempo na cidade.                     California Academy of Sciences
                                                           San Francisco
OPORTUNIDADE 6
                                 O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA
                                 PARA A BOA GESTÃO DO CLIMA NA
                                 CIDADE




                                 Todas as superfícies verdes (quer
                                 horizontais ou verticais) e aquelas em que
                                 foram aplicados revestimentos com
                                 elevada reflectividade contribuem para
                                 atenuar o efeito negativo de ondas de
                                 calor sobre as populações mais frágeis
California Academy of Sciences   da cidade.
San Francisco
OPORTUNIDADE 7
O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA
PARA A BOA GESTÃO DA
BIODIVERSIDADE NA CIDADE




As cidades podem transformar-se em
“arcas” (Arca de Noé) para a preservação
da biodiversidade e todos podemos
contribuir um pouco para essa realidade.
OPORTUNIDADE 8
O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA
PARA O BEM-ESTAR E A QUALIDADE DE
VIDA DOS HABITANTES




Integra a nossa percepção de conforto
(acústico, visual e térmico), de
salubridade (qualidade do ar interior), de
clima, de qualidade do relacionamento
com a comunidade e com a realidade
que nos rodeiam, entre outros factores.
4.0 REABILITAR A COBERTURA
    PARA AUMENTAR A SUA
    EFICÁCIA




   COBERTURAS INCLINADAS
   Soluções Construtivas Robustas
   para Telhados Tradicionais

   COBERTURAS PLANAS
   Soluções Robustas para Terraços
   de Cobertura
DESVÃO HABITÁVEL
Um desvão ou sótão que é habitado, precisa
de ser isolado para permanecer à
temperatura-ambiente dos espaços habitados
confinantes.




DESVÃO NÃO HABITÁVEL
Quando um desvão ou sótão não é
habitado, a camada de isolamento térmico
deverá ser colocada na face superior do
tecto dos espaços habitados confinantes.
DESVÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA
ESTRUTURA DE MADEIRA


                      Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                                    melhora em 89% no Inverno) e em 84% no Verão


Valor Ui: 0,40 Valor Uv: 0,39
DESVÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA
ESTRUTURA METÁLICA


                       Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                                     melhora em 91% no Inverno) e em 87% no Verão


Valor Ui: 0,33 Valor Uv: 0,32
DESVÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA
LAJE MACIÇA DE BETÃO


                       Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                                     melhora em 90% no Inverno) e em 86% no Verão


Valor Ui: 0,34 Valor Uv: 0,33
DESVÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA CANUDO
ESTRUTURA DE MADEIRA


                       Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                                     melhora em 89% no Inverno) e em 90% no Verão


Valor Ui: 0,40 Valor Uv: 0,39
DESVÃO NÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA
ESTRUTURA DE MADEIRA


                       Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                                     melhora em 91% no Inverno) e em 92% no Verão


Valor Ui: 0,33 Valor Uv: 0,32
DESVÃO NÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA
LAJE DE BETÃO


                       Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                                     melhora em 91% no Inverno) e em 86% no Verão


Valor Ui: 0,32 Valor Uv: 0,31
DESVÃO NÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA
ESTRUTURA METÁLICA


                       Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                                     melhora em 91% no Inverno) e em 92% no Verão


Valor Ui: 0,33 Valor Uv: 0,32
DESVÃO NÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA DE CANUDO
ESTRUTURA DE MADEIRA


                       Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                                     melhora em 91% no Inverno) e em 87% no Verão


Valor Ui: 0,33 Valor Uv: 0,32
COBERTURAS PLANAS
Soluções Robustas para Terraços de
Cobertura




No decorrer dos últimos 10 anos, a
evolução tecnológica foi enorme,
passando as telas a membranas e
actualmente a sistemas de
impermeabilização, com garantias de bom
desempenho até 20 anos.
COBERTURA PLANA
ESTRUTURA EM LAJE DE BETÃO
VISITÁVEL E VERDE (VIVA)


                Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                              melhora em 81% no Inverno) e em 78% no Verão


                                                   Valor Ui: 0,27 Valor Uv: 0,27
COBERTURA PLANA
ESTRUTURA EM LAJE DE BETÃO
VISITÁVEL SEM ÁREA VERDE


                Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                              melhora em 77% no Inverno) e em 73% no Verão


                                                   Valor Ui: 0,32 Valor Uv: 0,32
COBERTURA PLANA
ESTRUTURA EM LAJE DE BETÃO
NÃO VISITÁVEL


                Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético
                              melhora em 79% no Inverno) e em 76% no Verão


                                                      Valor Ui: 0,27 ValorUv: 0,27
                                                        Ui: 0,33 Valor Uv: 0,33
5.0 INTEGRAR SISTEMAS QUE
    POTENCIAM A
    PROSPERIDADE
    RENOVÁVEL




O desenvolvimento tecnológico é um
processo dinâmico que traz permanentes
surpresas – tanto na perspectiva do
desempenho energético-ambiental como
na perspectiva da integração estética.
SOLUÇÕES ROBUSTAS PARA A
TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA SOLAR
TÉRMICA
DESVÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA EM ESTRUTURA DE MADEIRA
COLECTOR SOLAR TÉRMICO INTEGRADO
(CORTE TRANSVERSAL)
DESVÃO HABITÁVEL
TELHA CERÂMICA EM ESTRUTURA DE BETÃO ARMADO
COLECTOR SOLAR TÉRMICO INTEGRADO
(CORTE LONGITUDINAL)
SOLUÇÕES ROBUSTAS PARA A
TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA SOLAR
FOTOVOLTAICA




O desenvolvimento da tecnologia permite
prever a evolução de soluções cada vez
mais fáceis de incorporar em soluções
arquitectónicas.
SOLUÇÕES ROBUSTAS PARA O
APROVEITAMENTO DE ÁGUA DA
CHUVA




A legislação e regulamentação
nacional estão a ser adaptadas para
permitir a integração, de forma
alargada, de sistemas de
aproveitamento de águas pluviais e de
reciclagem de águas cinzentas.
6.0 CHECK-LIST




Se decidiu reabilitar a cobertura
da sua casa, quais são os
cuidados que deve ter?
7.0 CONCLUSÃO




As coberturas revelam ter uma dimensão
urbana que alberga um importante
potencial, que aguarda impacientemente
ser explorado.

Sobretudo em cidades compactas, cada
metro quadrado útil tem significado e pode
contribuir determinantemente para o bem-
estar das pessoas.
Cada gesto conta…   www.construcaosustentavel.pt

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Lancamento Guia Coberturas Eficientes - Livia Tirone

  • 1. GUIAS PARA A REABILITAÇÃO ENERGÉTICO-AMBIENTAL DO EDIFICADO LIVIA TIRONE
  • 2. 1.0 ENQUADRAMENTO 2.0 PATOLOGIAS DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA 3.0 OPORTUNIDADES DE INTERVENÇÃO EM COBERTURAS 4.0 REABILITAR A COBERTURA PARA AUMENTAR A SUA EFICÁCIA 5.0 INTEGRAR SISTEMAS PARA AUMENTAR A PROSPERIDADE RENOVÁVEL 6.0 CHECK-LIST 7.0 CONCLUSÃO
  • 3. 1.0 ENQUADRAMENTO A quinta fachada dos edifícios é a fachada principal da Cidade “As formas e os sistemas construtivos tradicionais resultam da conjugação dos três factores: materiais de construção disponíveis, tipo de clima e cultura.” Citação: Jorge Barros
  • 4. 1.0 ENQUADRAMENTO A quinta fachada dos edifícios é a fachada principal da Cidade A vista das cidades por satélite revela as características únicas das malhas urbanas - tal qual a impressão digital de cada ser humano ou o código “DNA” que constitui a sua identidade.
  • 5. 2.0 PATOLOGIAS DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA As coberturas não precisam de ser o ponto frágil dos edifícios – Estanquicidade à água da chuva Em edifícios habitacionais, as coberturas são identificadas como o ponto de maior fragilidade, porque delas partem muitas das disfunções e patologias, pelo que são também o ponto mais preocupante.
  • 6. 2.0 PATOLOGIAS DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA As coberturas não precisam de ser o ponto frágil dos edifícios – Estanquicidade à água da chuva Os sistemas de coberturas inclinadas em telha cerâmica, assentam em técnicas de construção milenárias, aperfeiçoadas ao longo dos tempos, pelo que, fazem parte dos sistemas construtivos mais robustos que conhecemos. Como se determina se uma cobertura sofre de uma ou mais patologias?
  • 7. 3.0 OPORTUNIDADES DE INTERVENÇÃO EM COBERTURAS Uma cidade é resiliente quando tem a capacidade de absorver as perturbações resultantes de eventos disruptores, resistindo ou modificando-se por forma a repor e manter a sua estrutura e o seu funcionamento em níveis aceitáveis pela população. Citação: Helena Farrall
  • 8. CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA: O BOM DESEMPENHO ENERGÉTICO DO EDIFÍCIO A BOA GESTÃO DA ÁGUA NA CIDADE A BOA GESTÃO DA ENERGIA NA CIDADE A BOA GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR NA CIDADE A BOA GESTÃO DA QUALIDADE DO AR E DO RUÍDO NA CIDADE A BOA GESTÃO DO CLIMA NA CIDADE A BOA GESTÃO DA BIODIVERSIDADE NA CIDADE O BEM-ESTAR E A QUALIDADE DE VIDA DOS HABITANTES
  • 9. OPORTUNIDADE 1 O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA PARA O BOM DESEMPENHO ENERGÉTICO DO EDIFÍCIO O primeiro aspecto a considerar aquando de uma intervenção numa cobertura existente, é a sua qualificação energética.
  • 10. OPORTUNIDADE 2 O CONTRIBUTO DA COBERTURA PARA A BOA GESTÃO DA ÁGUA NA CIDADE O edificado e as infra-estruturas urbanas podem contribuir para, em primeiro lugar, retardar o efeito da escorrência das águas das águas pluviais e, em segundo lugar, dar aproveitamento a essas águas para usos não potáveis, que irão substituir, nesses casos, o recurso a águas potáveis.
  • 11. OPORTUNIDADE 3 O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA PARA A BOA GESTÃO DA ENERGIA NA CIDADE A transformação de energia renovável em energia útil, de forma descentralizada, é uma medida importantíssima que nos permitirá tornar-nos uma sociedade cada vez mais próspera.
  • 12. OPORTUNIDADE 4 O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA PARA A BOA GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR NA CIDADE A agricultura urbana contribui decisivamente para reduzir os efeitos negativos da pobreza em cidades, contribui positivamente para a resiliência urbana, para a coesão de comunidades urbanas e para o equilíbrio emocional e espiritual dos cidadãos.
  • 13. OPORTUNIDADE 5 O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA PARA A BOA GESTÃO DA QUALIDADE DO AR E DO RUÍDO NA CIDADE Todas as superfícies verdes (horizontais ou verticais) contribuem para atenuar algum ruído, para reter partículas suspensas, para absorver a poluição e atenuar o efeito negativo da falta de qualidade do ar exterior sobre as pessoas mais sensíveis que transcorrem o seu tempo na cidade. California Academy of Sciences San Francisco
  • 14. OPORTUNIDADE 6 O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA PARA A BOA GESTÃO DO CLIMA NA CIDADE Todas as superfícies verdes (quer horizontais ou verticais) e aquelas em que foram aplicados revestimentos com elevada reflectividade contribuem para atenuar o efeito negativo de ondas de calor sobre as populações mais frágeis California Academy of Sciences da cidade. San Francisco
  • 15. OPORTUNIDADE 7 O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA PARA A BOA GESTÃO DA BIODIVERSIDADE NA CIDADE As cidades podem transformar-se em “arcas” (Arca de Noé) para a preservação da biodiversidade e todos podemos contribuir um pouco para essa realidade.
  • 16. OPORTUNIDADE 8 O CONTRIBUTO DE UMA COBERTURA PARA O BEM-ESTAR E A QUALIDADE DE VIDA DOS HABITANTES Integra a nossa percepção de conforto (acústico, visual e térmico), de salubridade (qualidade do ar interior), de clima, de qualidade do relacionamento com a comunidade e com a realidade que nos rodeiam, entre outros factores.
  • 17. 4.0 REABILITAR A COBERTURA PARA AUMENTAR A SUA EFICÁCIA COBERTURAS INCLINADAS Soluções Construtivas Robustas para Telhados Tradicionais COBERTURAS PLANAS Soluções Robustas para Terraços de Cobertura
  • 18. DESVÃO HABITÁVEL Um desvão ou sótão que é habitado, precisa de ser isolado para permanecer à temperatura-ambiente dos espaços habitados confinantes. DESVÃO NÃO HABITÁVEL Quando um desvão ou sótão não é habitado, a camada de isolamento térmico deverá ser colocada na face superior do tecto dos espaços habitados confinantes.
  • 19. DESVÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA ESTRUTURA DE MADEIRA Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 89% no Inverno) e em 84% no Verão Valor Ui: 0,40 Valor Uv: 0,39
  • 20. DESVÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA ESTRUTURA METÁLICA Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 91% no Inverno) e em 87% no Verão Valor Ui: 0,33 Valor Uv: 0,32
  • 21. DESVÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA LAJE MACIÇA DE BETÃO Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 90% no Inverno) e em 86% no Verão Valor Ui: 0,34 Valor Uv: 0,33
  • 22. DESVÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA CANUDO ESTRUTURA DE MADEIRA Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 89% no Inverno) e em 90% no Verão Valor Ui: 0,40 Valor Uv: 0,39
  • 23. DESVÃO NÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA ESTRUTURA DE MADEIRA Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 91% no Inverno) e em 92% no Verão Valor Ui: 0,33 Valor Uv: 0,32
  • 24. DESVÃO NÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA LAJE DE BETÃO Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 91% no Inverno) e em 86% no Verão Valor Ui: 0,32 Valor Uv: 0,31
  • 25. DESVÃO NÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA ESTRUTURA METÁLICA Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 91% no Inverno) e em 92% no Verão Valor Ui: 0,33 Valor Uv: 0,32
  • 26. DESVÃO NÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA DE CANUDO ESTRUTURA DE MADEIRA Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 91% no Inverno) e em 87% no Verão Valor Ui: 0,33 Valor Uv: 0,32
  • 27. COBERTURAS PLANAS Soluções Robustas para Terraços de Cobertura No decorrer dos últimos 10 anos, a evolução tecnológica foi enorme, passando as telas a membranas e actualmente a sistemas de impermeabilização, com garantias de bom desempenho até 20 anos.
  • 28. COBERTURA PLANA ESTRUTURA EM LAJE DE BETÃO VISITÁVEL E VERDE (VIVA) Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 81% no Inverno) e em 78% no Verão Valor Ui: 0,27 Valor Uv: 0,27
  • 29. COBERTURA PLANA ESTRUTURA EM LAJE DE BETÃO VISITÁVEL SEM ÁREA VERDE Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 77% no Inverno) e em 73% no Verão Valor Ui: 0,32 Valor Uv: 0,32
  • 30. COBERTURA PLANA ESTRUTURA EM LAJE DE BETÃO NÃO VISITÁVEL Com a presente reabilitação da cobertura o desempenho energético melhora em 79% no Inverno) e em 76% no Verão Valor Ui: 0,27 ValorUv: 0,27 Ui: 0,33 Valor Uv: 0,33
  • 31. 5.0 INTEGRAR SISTEMAS QUE POTENCIAM A PROSPERIDADE RENOVÁVEL O desenvolvimento tecnológico é um processo dinâmico que traz permanentes surpresas – tanto na perspectiva do desempenho energético-ambiental como na perspectiva da integração estética.
  • 32. SOLUÇÕES ROBUSTAS PARA A TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA SOLAR TÉRMICA
  • 33. DESVÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA EM ESTRUTURA DE MADEIRA COLECTOR SOLAR TÉRMICO INTEGRADO (CORTE TRANSVERSAL)
  • 34. DESVÃO HABITÁVEL TELHA CERÂMICA EM ESTRUTURA DE BETÃO ARMADO COLECTOR SOLAR TÉRMICO INTEGRADO (CORTE LONGITUDINAL)
  • 35. SOLUÇÕES ROBUSTAS PARA A TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA O desenvolvimento da tecnologia permite prever a evolução de soluções cada vez mais fáceis de incorporar em soluções arquitectónicas.
  • 36. SOLUÇÕES ROBUSTAS PARA O APROVEITAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA A legislação e regulamentação nacional estão a ser adaptadas para permitir a integração, de forma alargada, de sistemas de aproveitamento de águas pluviais e de reciclagem de águas cinzentas.
  • 37. 6.0 CHECK-LIST Se decidiu reabilitar a cobertura da sua casa, quais são os cuidados que deve ter?
  • 38. 7.0 CONCLUSÃO As coberturas revelam ter uma dimensão urbana que alberga um importante potencial, que aguarda impacientemente ser explorado. Sobretudo em cidades compactas, cada metro quadrado útil tem significado e pode contribuir determinantemente para o bem- estar das pessoas.
  • 39. Cada gesto conta… www.construcaosustentavel.pt