Treinamento de cipa nr.05

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Treinamento de cipa nr.05

  1. 1. CIPA – COMISSÃOINTERNA DEPREVENÇÃO DEACIDENTES
  2. 2. CIPA – O InícioA CIPA, foi criada em 1944, no governo de Getúlio Vargas.Tem como objetivo primordial:“Prevenir os acidentes e as doenças do trabalho”.A CIPA é composta de representantes do empregador e dosempregados, titulares e suplentes, de acordo com as proporçõesmínimas estabelecidas nos Quadros da NR–5, da portaria 3.214/78.
  3. 3. Existência Jurídica AsseguradaArt. 163 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT:"Será obrigatória a constituição de Comissão Interna de prevençãode Acidentes (CIPA), de conformidade com as instruções expedidaspelo Ministério do Trabalho, nos estabelecimentos ou locais de obrasnelas especificadas. "
  4. 4. Regulamentação M.T.E.NR-05: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, daPortaria 3.214/78 do M.T.E. com redação dada pela Portaria 08de 23/09/1999.
  5. 5. Calendário ObrigatórioDIAS AÇÃO ITEM DA NR-0560 Convocação da Eleição 5.3855 Constituição da CE 5.3945 Publicação e divulgaçãodo Edital5.40 a15 Inscrição de candidatos 5.40 b30 Início da Eleição 5.40 e00 Término do mandato -x-
  6. 6. Atribuições básicas da CIPA
  7. 7. Atribuições do CIPEIRO Realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condiçõesde trabalho visando a identificação de situações que venham atrazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores; Realizar a cada reunião (mensal), avaliação do cumprimento dasmetas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações derisco que foram identificadas; Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança esaúde no trabalho;
  8. 8.  Participar, com o SESMT, onde houver, das discussõespromovidas pelo empregador, para avaliar os impactos dealterações no ambiente e processo de trabalho relacionados àSegurança e Saúde dos trabalhadores; Requerer ao SESMT, quando houver, ou ao empregador, aparalisação de máquina ou setor onde considere haver riscograve e iminente à Segurança e Saúde dos trabalhadores; Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO(NR-7) e PPRA (NR-9) e de outros programas relacionados àSegurança e Saúde no trabalho.Atribuições do CIPEIRO
  9. 9.  Divulgar e promover o cumprimento das NormasRegulamentadoras, bem como cláusulas de acordos econvenções coletivas de trabalho, relativas à Segurança e Saúdeno trabalho; Participar, em conjunto com o SESMT, onde houver, ou com oempregador da análise das causas das doenças e acidentes detrabalho e propor medidas de solução dos problemasidentificados;Atribuições do CIPEIRO
  10. 10.  Requisitar ao empregador e analisar as informações sobrequestões que tenham interferido na Segurança e Saúde dostrabalhadores; Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver,a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho –SIPAT; Participar, anualmente, em conjunto com a empresa, deCampanhas de Prevenção da AIDS (e de combate aotabagismo).Atribuições do CIPEIRO
  11. 11. Acidentes e Doenças doTrabalhoConceito de Acidente de Trabalho: É o que ocorre pelo "exercíciodo trabalho a serviço da empresa", provocando lesão corporal ouperturbação funcional que cause a morte, perda ou reduçãopermanente ou temporária da capacidade do trabalho. Lesão Corporal: qualquer dano anatômico, uma fratura, umalesão, perda total ou parcial de um membro. Perturbação Funcional ou doença: prejuízo ao funcionamento dequalquer órgão ou sentido, como pulmões, audição, visão e etc.
  12. 12. Conceito PrevencionistaSegundo os conceitos prevencionistas, acidentes que não causemferimentos nas pessoas também devem ser considerados eanalisados.Definição prevencionista de acidente de trabalho: Toda a ocorrêncianão programada,estranha ao andamento normal do trabalho,da qualpossa resultar danos físicos e/ou funcionais,ou morte do trabalhadore/ou danos materiais e econômicos a empresa.
  13. 13. Doenças Profissionais Doença Profissional: Desencadeada pelo exercício dedeterminada atividade específica, assim, o saturnismo(intoxicação em quem trabalha com chumbo) ou silicose(pneumoconiose provocada por quem trabalha com sílica), sãodoenças tipicamente profissionais. Doença do Trabalho: É desencadeada em função de condiçõespeculiares do ambiente de trabalho, como a perda auditivainduzida pelo ruído (PAIR) tendo em vista o serviço realizado emlocal extremamente ruidoso.
  14. 14. Saúde e Higiene do TrabalhoO Conceito de saúde e higiene do trabalho envolvem os seguintestermos:Antecipação: Necessidade de identificar riscos antes que umdeterminado processo industrial seja implementado ou modificadoou que novos agentes sejam introduzidos no ambiente de trabalho.Reconhecimento: Refere-se a toda análise e observação doambiente de trabalho com vistas a identificar riscos ambientais.
  15. 15. Eliminação de RiscosDo ponto de vista da segurança, esta deve ser a atitudeprioritária diante do risco: Substituição de uma matéria prima tóxica por outra inócua; Alteração do processo produtivo; Modificações nas edificações e maquinários; Alterações no arranjo físico.
  16. 16. Neutralização do RiscoNa impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação dorisco, busca-se a sua neutralização por três formas: Proteção do risco. Ex: Grade para proteção de polias; Isolamento do risco. Ex: Instalação de equipamento ruidoso forada área de trabalho; Enclausura mento do risco. Ex: Isolamento térmico de um forno.
  17. 17. Sinalização do Risco A sinalização do risco é o recurso que se usa quando não háalternativas que se apliquem às duas medidas anteriores. A sinalização deve ser usada como alerta de determinadosperigos e riscos ou em caráter temporário, enquanto tomam-semedidas definitivas.
  18. 18. E.P.I. – Equipamentos deProteção Individual Esgotadas as possibilidades de adoção de medidas de proteçãocoletiva, ou como forma de complementação destas, a empresaadotará medidas de proteção individual. E.P.I: todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelotrabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis deameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
  19. 19. E.P.I. – Equipamentos deProteção Individual Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; Responsabilizar-se pela guarda e conservação; Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torneimpróprio para uso; Cumprir as determinações do empregador sobre o usoadequado.
  20. 20. Obrigações do Empregador Adquirir o adequado ao risco de cada atividade; Exigir seu uso; Fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacionalcompetente em matéria de segurança e saúde no trabalho; Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda econservação; Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica e,comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. Registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo seradotados livros, fichas ou sistema eletrônico.
  21. 21. Tipos de Riscos e Efeitos naSaúdeFÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO ERGONÔMICO ACIDENTESRUÍDOVIBRAÇÕESRADIAÇÕESFRIOCALORPRESSÕESUMIDADEPOEIRASFUMOSNEBLINASGASESVAPORESMANIP. DEPROD. QUÍM.VÍRUSBACTÉRIASFUNGOSPARASITASBACILOSESF. FÍSICO INT.LEV. e TRANSP.MANUAL de CARGASCONTR. RÍGIDOde PRODUTIVIDADETRAB. EM TURNOSE NOTURNOSMONOTONIA EREPETIVIDADEJORN. PROLONG.ARRANJOSINADEQUADOSMAQ. E EQUIP.S/ PROTEÇÃOILUM. INADEQ.ELETRICIDADEINCÊNDIOSANIMAISPEÇONHENTOS
  22. 22. Som e RuídoSom: Definido como qualquervibração ou conjunto devibração ou ondas mecânicasque podem ser ouvidas.Ruído: É o som capaz de noscausar uma sensaçãoindesejável e desagradável.
  23. 23. Tipos de Ruído Ruído contínuo: Com oscilações de pressão sonora desprezíveisem um determinado período de tempo de observaçãoEx.: Transformador, turbina, gerador. Ruído intermitente: Cujo nível de pressão sonora caibruscamente várias vezes ao nível do ambiente (variaçõesmaiores que 3 dB), desde que o tempo de ocorrência sejasuperior a um (1) segundo. Ruído de impacto: Aquele que consiste em um ou mais picos deenergia acústica, de duração menor que um segundo, aintervalos de ocorrência superiores a um (1) segundo.
  24. 24. Nível de Pressão Sonora(NPS) Nível de PressãoSonora - diferença instantâneaentre a pressão do ambientena presença do som e apressão deste ambiente(medida no mesmo ponto) naausência do som.NPS = Ptotal - Patm. (N/m²)Pressão Sonora de Referência(Po) = 2 x10 −5 N/m²
  25. 25. Nível de Pressão Sonora emdB140 dB 110 dB 80 dB 50 dB 30 dBDecolagemde JatosTráfegopesadoEscritório Sala deestarNaturezaMáquinaspesadasTráfego deVeículosConversas
  26. 26. Exposição PermitidaNível de RUÍDO dB Máxima Exposição Diária Permissível85 08 horas86 07 horas87 06 horas88 05 horas89 04 horas e 30 minutos90 04 horas91 03 horas e 30 minutos92 03 horas93 02 horas e 40 minutos94 02 horas e 15 minutos95 02 horas96 01 horas e 45 minutos98 01 horas e 15 minutos100 01 horas102 45 minutos104 35 minutos105 30 minutos106 25 minutos108 20 minutos110 15 minutos112 10 minutos114 08 minutos115 07 minutos
  27. 27. Efeito nocivo ao OuvidoO som após atravessar umcomplicado sistema, ou caminho,atinge os centros nervosos cerebrais,onde pode causar trauma auditivo,dependendo do tipo de fonteperturbadora e sua exposição securta ou demorada.O mais comum, é a degeneração dascélulas ciliadas, principalmente dasciliadas externas, que são asestruturas mais vulneráveis do órgãode Corti.
  28. 28. Efeitos do ruído no ser humano Interferência nas comunicações; Ocorrência de acidentes; Dilatação da pupila, diminuição na percepção das cores e davisão noturna; Aumento da produção de hormônios da tireóide; Modificação de ritmo do batimento cardíaco; Modificação de ritmo respiratório; Alterações mentais: perda de memória irritabilidade, dificuldadesde coordenar idéias, dores de cabeça e fadiga; Modificação do calibre de vasos sanguíneos.
  29. 29. Atuação e Controle Emissão: Nos sólidos (vibrações de estruturas), o ruído pode sercontrolado através da diminuição destes movimentos, comoisolamento, amortecimento, etc. Em líquidos o controle é realizadocom a diminuição das turbulências e a redução de velocidade defluxo. Transmissão: É uma das maneiras mais corretas de se fazer ocontrole acústico de sistemas implantados. Pode ser feito através deportas divisórias, enclausuramentos, isolamentos, amortecimento devibrações, silenciadores, absorvedores, controle ativo e outros. Recepção: No receptor, pode-se usar diversos tipos de protetoresauriculares, fazer exames médicos e audiométricos, limitar o tempode exposição, entre outros.
  30. 30. NOME DOFUNCIONÁRIOCARGO SETOR BAD N ºINTENSIDADELAVG dB (A)LIMITE DETOLERÂNCIADANR-15 EM dB(A)xxxxxx OperadorLinha 2 –Encartuchamento396 80,2 85Exemplo de Tabela deDosimetrias
  31. 31. Exemplo de Relatório dedosimetria
  32. 32. VibraçõesVibração é qualquer movimento que o corpo executa em tornode um ponto fixo. Esse movimento pode ser regular, do tipo senoidalou irregular, quando não segue nenhum padrão específico.A vibração pode afetar todo o corpo ou apenas parte dele, como asmãos e os braços. Ocorre quando há vibração dos pés (posição empé) ou do assento (posição sentada). As localizadas ficam restritas epartes do corpo (mãos, braços).As vibrações são transmitidas para o corpo ou parte dele emfreqüências específicas. As ampliações ocorrem quando as partes docorpo passam a vibrar na mesma freqüência, daí dizemos que entrouem ressonância.
  33. 33. Os efeitos das vibrações podem ter graves conseqüências sobre ocorpo humano e seus órgãos. As vibrações danosas ao organismoestão nas freqüências de 1 a 80 Hz, provocando lesões nosossos, juntas e tendões.As freqüências intermediárias, de 30 a 200 Hz, são capazes deprovocar doenças cardiovasculares, mesmo a curta duração e, nasfreqüências altas, acima de 300 Hz, os sintomas são de doresagudas e distúrbios. Alguns desses sintomas sãoreversíveis, podendo ser reduzido após um longo período dedescanso.Vibrações
  34. 34. Freqüências de Ressonânciadepartes do corpo humano
  35. 35. A Norma Regulamentadora 15 (Atividades e Operações Insalubres)determina que sejam utilizados os limites impostos pelas normasISO 2631 e ISO/DIS 5349. No entanto tais normas não são clarasquanto a esses índices.Vibrações LimiteNível de Ação Limite de ExposiçãoMãos e braços 2,5 m/s2 5,0 m/s2Corpo Inteiro 0,5 m/s2 1,15 m/s2
  36. 36. RadiaçãoRadiação é a propagação da energia por meio de partículas ouondas. Todos os corpos emitem radiação, basta estarem a umadeterminada temperatura. Elas podem ser identificadas (pelosseus efeitos) como: Radiação ionizante - capaz de ionizar moléculas. São aschamadas partículas radioativas (alfa, beta, gama); Radiação não ionizante - incapaz de ionizar moléculas.Sãoondas do tipo infravermelho,ultravioleta,laser e as micro ondas.
  37. 37. CalorSe aplica a exposição ocupacional ao calor em ambientes internosou externos, com ou sem carga solar direta, em quaisquersituações de trabalho.
  38. 38. Calor – Efeitos no corpohumano Vaso dilatação periférica – permite maior troca de calor entre oorganismo e o ambiente; Ativação das glândulas sudoríparas – mudança do suor do estadolíquido para vapor; Exaustão do calor – dilatação dos vasos sangüíneos em respostaao calor; Desidratação – redução do volume de sangue; Câimbras de calor – espasmo muscular por motivo de perda deágua e sais minerais.
  39. 39. Calor – Limite de TolerânciaA Legislação Brasileira, por meio da Portaria nº 3.214 de 8/6/1978, NR15 do Ministério do Trabalho, estabelece que a exposição ao calor deveser avaliada pelo Índice de Bulbo Úmido termômetro de globo (IBUTG). Ambientes internos ou externos sem carga solar IBUTG= 0,7tbn+0,3tg Ambientes externos com carga solar IBUTG= 0,7tbn+0,1tbs+0,2tg Onde Tbn = temperatura de bulbo úmido natural Tg = temperatura de globo Tbs = temperatura de bulbo seco
  40. 40. Avaliação de CalorEquipamento utilizado para avaliação de calor onde observa-se os três termômetros mencionados anteriormente.
  41. 41. Avaliação de CalorAvaliação de calor na saída de fornosiderúrgicoAvaliação de calor – trefilamento de barrasmetálicas
  42. 42. Calor – Medidas de controle Insuflação de ar fresco no local em que permanece o trabalhador; Maior circulação do ar; Exaustão dos vapores de água; Utilização de barreiras refletoras; Automatização do processo.
  43. 43. Ar condicionado nos escritóriosCondições ambientais estabelecidas pela NBR 6401.Parâmetros NBR 6401: Temperatura de bulbo seco; Umidade Relativa do ar; Movimentação do ar; Grau de pureza; Nível de ruído admissível; Porcentagem ou volume de renovação de ar.
  44. 44. Condições de confortoLOCAL RECOMENDAVELMÁXIMAESCRITÓRIOS23 à 25ºC40 à 60 % URA26,5ºC65 % URA Verão InvernoLOCAL FAIXAESCRITÓRIOS 20 à 22ºC35 à 65 % URA
  45. 45. Velocidade Máxima do ar emescritórios Ministério do Trabalho: 0,75 m/s Ministério da Saúde: 0,025 à 0,25 m/s
  46. 46. FrioDiversas atividades laborais expõem os trabalhadores aos danoscausados pelo frio.Destaque para atividades realizadas em câmaras frigoríficas,trabalhos de embalagem de carnes e demais alimentos, operaçãoportuária, nas quais se manuseiam as cargas congeladas e outros.Efeitos sobre o corpo: Ulcerações: ocorrem quando a temperatura do tecido cai abaixodo ponto de congelamento e resulta em danos ao tecido.
  47. 47. Frio Frostbite corresponde a lesões que atingem predominantementeas extremidades,devido à intensa vaso constrição periférica e àdeposição de micro cristais nos tecidos quando a região expostaentra em contato com temperaturas abaixo de -2°C. Pé de imersão ocorre em trabalhadores com os pés expostos àágua fria ou ambientes úmidos, sem a proteção adequada, porlongos períodos. Enregelamento de membros é uma lesão comum causada pelaexposição ao frio intenso ou contato com objetos extremamentefrios. Ocorre quando a temperatura do tecido cai abaixo de 0°C.
  48. 48. Frio Hipotermia: No frio intenso sem a proteção adequada, o corpo éincapaz de compensar a perda de calor, e sua temperatura internadiminui. A sensação de frio, seguida de dor nas partes. Quando atemperatura do corpo atinge 27°C, o trabalhador entra em coma. Aatividade do coração pára ao redor de 20°C e, a cerebral, a 17°C.Faixa de temperatura debulbo seco ( C) ao frioMáxima exposição diária permissível parapessoas adequadamente vestidas para exposiçãoao frio.+15,0 a -17,9 Tempo total de trabalho no ambiente frio de 6 horas e40 minutos, sendo quatro períodos de 1 hora e 40minutosalternados com minutos de repouso e recuperaçãotérmica fora do ambiente de trabalho.-18,0 a -33,9 Tempo total de trabalho no ambiente frio de 4 horas,alternando-se 1 hora de trabalho com 1 hora pararecuperação térmica fora do ambiente frio.
  49. 49. FrioBaixas temperaturas podem provocar: Feridas; Rachaduras e necrose da pele; Enregelamento (ficar congelado); Agravamento de doenças reumáticas; Predisposição para acidentes; Predisposição para doenças respiratórias.
  50. 50. Pressões Anormais Baixas pressões: Grandes altitudes. Altas pressões: Com mais de uma ATM (tubulações de arcomprimido, caixões pneumáticos, compartimentos estanques).
  51. 51. UmidadeAs atividades ou operações executadas em ambientes alagados ouencharcados, com umidade excessiva podem causar danos a saúde.Conseqüências: Doenças do aparelho respiratório; Quedas; Doenças de pele.
  52. 52. Umidade Medidas Gerais de Controle: modificações nos processos detrabalho, instalação de ralos e etc. , para melhor escoamento daágua, instalação de estrados de madeira. Medidas de proteção individual: Utilização de botas, luvas eaventais de borracha ou PVC.
  53. 53. Agentes QuímicosQualquer elemento ou composto químico,isolado ou em mistura,que seja produzido, utilizado ou liberado em conseqüência de umaatividade laboral,inclusive sob a forma de resíduos.Aerodispersóides: Névoas - Aerossóis líquidos formados por desagregaçãomecânica de líquidos. Ex. pinturas spray, névoas de H2SO4 nocarregamento de baterias. Neblinas - Aerossóis líquidos formados por condensação devapores em temperaturas normais. Ex. neblina de gasolina.
  54. 54. Agentes Químicos Poeiras - Aerossóis sólidos formados por desagregaçãomecânica de sólidos. Ex.minérios, madeiras, cereais, amianto, granito, etc. Fumos - Aerossóis sólidos formados por condensação de sólidosenvolvendo processo de oxidação. Tamanho 0,01 à 0,3 microns.Ex. PbO, FE2O3, CdO.Gases e Vapores: Para fins de saúde ocupacional, gases e vapores em nadadiferem e caracterizam o estado físico normal de certassubstâncias a 25º C e 760 mm Hg de pressão. Ex.: Vapores deamônia, de álcool etílico e gases como monóxido e dióxido decarbono.
  55. 55. Agentes Químicos – Fatores àconsiderarQualquer avaliação de exposição a agentes químicos devenecessariamente considerar os seguintes fatores: Toxidade / Composição Química; Concentração; Via de penetração (Vias de entrada); Tempo de exposição; Sensibilidade individual ao agente.
  56. 56. Exemplo de composição etoxidadePoeiras: Inertes (carbonato cálcio,amido); Fibriogênicas (Sílicas e abestos); Sensibilizantes (Madeiras, cromatos, resinas, fibras, minerais ) Tóxicas (poeiras de metais como chumbo, cádmio, manganês,cromo e etc. ).
  57. 57. Exemplo de composição etoxidadeGases e vapores: Irritantes (Amoníaco, cloro e ácido sulfúrico); Asfixiantes (Monóxido de carbono, hidrogênio, acetileno ); Narcóticos ou Neurotóxicos (Éter etílico e acetona);
  58. 58. CuidadosFábricas antigas podem possuir materiais comotelhas, pisos, revestimentos térmicos de tubulações e fornos comsubstâncias anteriormente citadas: Amianto (Telhas, pisos paviflex, revestimentos térmicos de fornose muflas); Chumbo (Tubulações e estruturas metálicas antigas podempossuir pinturas com cromatos de chumbo na composição).
  59. 59. Fibras Sensibilizantes eabestos
  60. 60. Limites de Tolerância 7.000.000 de substâncias químicas no mundo; 65.000 podem ser usadas industrialmente; 1.000 possuem limite de tolerância no mundo; 690 possuem limite de tolerância ICGIH; 136 possuem limite de tolerância no Brasil.
  61. 61. Agentes BiológicosAgentes biológicos são representados por agentes etiológicos ouinfecciosos:Bactérias;Fungos;Vírus;Parasitas;Etc...
  62. 62. Rota de entrada do AgendaBiológica Inalação; Ingestão; Penetração através da pele; Contato com mucosas dos olhos, nariz e boca; Promovendo o contato direto ou indireto com sangue ou fluídos; Ingestão, associadas a maus hábitos, tal como alimentar-se oufumar no posto de trabalho.
  63. 63. Principais AtividadesProfissionais Hospitais; Limpeza pública (coleta de lixo); Laboratório; Veterinários; Coveiros; Estábulos, cavalariças, suinoculturas; Indústria da alimentação.
  64. 64. Doenças originárias de riscosbiológicos Cólera; Tifo; Pólio; Leptospirose; Tuberculose; Malária; Brucelose; Febre amarela;
  65. 65. Contenção dos RiscosContenção Primária: É a proteção dos trabalhadores, conseguida através das boaspráticas e do uso dos EPI’s.Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s: Luvas (de látex, de borracha e outras); Máscaras; Óculos de Proteção; Jalecos; Aventais Impermeáveis; Botas de Segurança e outros.
  66. 66. Função da coluna vertebral A coluna protege a porção ramificada do sistema nervoso central(medula), órgãos e vísceras vitais; Suporte ao corpo, sem esforço,para manter equilíbrio; Viabilidade e manutenção da postura ereta do tronco; Possibilita agilidade e movimento dos membros superiores einferiores.
  67. 67. Patologias Movimentos errados alteram o eixo da coluna, diminuindo osespaços entre as vértebras causando até hérnia de disco, que é acompressão destes discos (geléia expandida). Devido a má postura o indivíduo pode desenvolver alteraçõesposturais para toda a vida.
  68. 68. Coluna vertebral: DesviosCIFOSEESCOLIOSE LORDOSE
  69. 69. Postura
  70. 70. Altura de superfície
  71. 71. Postura em pé
  72. 72. Levantamento de peso
  73. 73. Levantamento de peso
  74. 74. Levantamento de peso
  75. 75. Dirigindo
  76. 76. Trabalhando com o computadorCERTO
  77. 77. Acidentes Risco - é a probabilidade ou chance de ocorrência do acidente,ou seja, de certa forma,pode ser quantificado (pequeno,moderado, grande); Perigo - é uma condição ou um conjunto de condições oucircunstâncias que têm o potencial de causar ou contribuir para aocorrência do acidente. Arranjo físico deficiente: É resultante de prédios com áreainsuficiente; localização imprópria de máquinas ou equipamentos;falta de ordem, arrumação e limpeza,ferramentas mal estocadase desorganizadas, sinalização incorreta ou deficiente e etc.
  78. 78. Riscos de acidentes Máquinas e Equipamentos sem proteção: Máquinas obsoletas oucom defeitos; ausência de proteção em partescortantes, girantes, quentes e etc. Ferramentas inadequadas ou defeituosas: Ferramentas usadasde forma inadequada ou sem instruções claras sobre seu usocorreto; falta de fornecimento de ferramentas, falta demanutenção. Eletricidade: Instalação elétrica imprópria, com defeito ou fiaçõesexpostas, ausência de aterramento adequado e suficiente, faltade manutenção como um todo.
  79. 79. Riscos de acidentes Incêndio e explosão: Armazenamento inadequado, condiçõesinadequadas de armazenamento, manuseio e transporte,sinalização inadequada ou inexistente.
  80. 80. Mapa de RiscosConsiste na representação gráfica dos riscos à saúdeidentificados pela CIPA, em cada um dos diversos locais detrabalho de uma empresa.Objetivos do Mapa de Riscos:Reunir as informações necessárias para estabelecer odiagnóstico da situação de Segurança e Saúde no trabalho naempresa.
  81. 81. Como elaborar o Mapa deRiscosÉ elaborado pelos membros da Comissão Interna de Prevenção deAcidentes - CIPA, após ouvir os trabalhadores de todos os setoresprodutivos da empresa, com assessoria do SESMT - ServiçosEspecializados em Engenharia de Segurança e em Medicina doTrabalho, quando este existir.
  82. 82. Elaboração do Mapa de Riscos Conhecer o processo de trabalho no local analisado; Identificar os riscos existentes no local analisado; Identificar as medidas PREVENTIVAS existentes e sua eficácia; Identificar os indicadores de saúde (queixas mais freqüentes,acidentes de trabalho, doenças profissionais, etc.); Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local.
  83. 83. Representação gráfica do Mapade RiscosOs riscos serão representados por círculos de tamanhos e coresdiferentes que devem ser apostos sobre a planta (layout) do localanalisado.O tamanho do círculo indicará se o risco é grande, médio oupequeno (quanto maior for o círculo, maior o risco).
  84. 84. Mapa de RiscosPara cada tipo de risco os círculos serão representados por uma cordiferente, conforme segue: RISCOS FÍSICOS: VERDE; RISCOS QUÍMICOS: VERMELHO; RISCOS BIOLÓGICOS: MARROM; RISCOS ERGONÔMICOS: AMARELO; RISCOS DE ACIDENTES/MECÂNICOS: AZUL.
  85. 85. Exemplos1) Num dado almoxarifado foi detectada a existência demuita poeira: Risco grande (muita poeira) / Cor Vermelha (riscoquímico)2) Em uma área de escritório foram encontradas algumascadeiras fixas, utilizadas para operação do micro-computador: 5 Risco médio (cadeiras fixas) / Cor Amarela (riscoergonômico)3) Na copa foi encontrado trabalhos com óleo quente: Risco pequeno (queimadura) / Cor Azul (risco deacidente/mecânico)
  86. 86. Mapa de RiscosMAPA DE RISCO GESTÃO 2010 / 2011DADOS DA EMPRESAGRADAÇÃO DE RISCOSRisco PequenoRisco MédioRisco GrandeDEFINIÇÃO DOS RISCOSRuído; vibrações; radiações não ionizantes;frio; calor; pressões anormais; umidade.Poeiras; fumos; neblinas; gases; vapores; substâncias compostas ou produtos químicos em geral.Vírus; bactérias; fungos; parasitas; bacilos.Esforço físico intenso; levantamento e transporte manual de peso; controle rígido de produtividade; imposição de ritmos excessivos; trabalho emturno e noturno; jornadas de trabalho prolongadas; monotonia e repetitividade; outras situaçõescausadoras de estresse físicoe/ou psíquico.Arranjo físicoinadequado; máquinase equipamentossem proteção; iluminaçãoinadequada; Eletricidade; probabilidade de incêndio ouexplosão; armazenamentoinadequado; animaispeçonhentos; outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência deacidentes.O número de colaboradores esta indicado nalegenda ao lado e identifica o tipo de exposição e agrandeza do risco.Empresa - XXXXXXXXX. - Unidade XXXXXXEndereço: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXAtividade - XXXXXXCNPJ XXXXXXXX/XXXX-XXGrau de risco - 03Armazém (130) , Sala de Baterias (3) , Manutenção demáquinas (3) , Manutenção Geral (3)
  87. 87. Acidentes e Incidentes 1 lesão grave ou fatal: Inclui lesões sérias e incapacitantes; 10 lesões menores: Qualquer lesão relatada que não for séria; 30 acidentes com danos à propriedade: Todos os tipos; 600 incidentes sem lesão ou dano visível: Quase acidentes.
  88. 88. Modelo causal de perdasFalta de controle: É acima de tudo uma questão organizacional nasempresas. Uma administração adequada deve utilizar-se sempre deplanejamento, organização,direção e controle de perdas (acidentes).
  89. 89. Modelo causal de perdas Causas Básicas (Causas Raízes); Fatores pessoais: Falta de capacidadefísica,conhecimento, habilidade, motivação e etc.; Fatores de trabalho: Liderança ou supervisãoinadequada, manutenção inadequada, padrões de trabalhoinadequados, uso e mau trato de equipamentos e etc.; Atos e condições abaixo do padrão; "Atos abaixo do padrão esperado": São ações dotrabalhador, conscientes ou inconscientes, que podem levá-lo asofrer uma lesão pessoal causada por uma exposição a umdeterminado risco.
  90. 90. Modelo causal de perdas "Condições abaixo do padrão esperado": São condições doambiente de trabalho, que podem dar causa a ocorrência deacidentes.; Atos e condições abaixo do padrão; "Atos abaixo do padrão esperado": São ações do trabalhador,conscientes ou inconscientes, que podem levá-lo a sofrer umalesão pessoal causada por uma exposição a um determinadorisco; "Condições abaixo do padrão esperado": São condições doambiente de trabalho, que podem dar causa a ocorrência deacidentes.
  91. 91. Modelo causal de perdas Acidentes e incidentes: Os incidentes e acidentes são eventosque antecedem as perdas, isto é, são os contatos que poderiamcausar uma lesão ou dano.Quando se permite que tenhamcondições abaixo do padrão ou atos abaixo do padrão, aumentamas chances de ocorrerem incidentes e acidentes.Essas condiçõessão causas potenciais de acidentes, que provocam os contatos etrocas de energia que causam danos às pessoas, à propriedade,ao processo e ao meio ambiente.Tipos de transferência de energia: Golpeado contra (correndo em direção a ou tropeçando em); Golpeado por (atingido por objeto em movimento);
  92. 92. Modelo causal de perdas Queda para um nível inferior; Queda no mesmo nível (deslizar e cair, inclinar-se); Apanhado por (pontos agudos ou cortantes); Apanhado em (agarrado, pendurado); Apanhado entre (esmagado ou amputado); Contato com (eletricidade, calor, frio, substâncias químicas,ruídos); Sobre-tensão/ sobre-esforço/ sobrecarga.
  93. 93. Modelo causal de perdasAs perdas são os resultados de um acidente e geram váriosdanos: As pessoas, à propriedade, aos produtos, ao meio ambiente eaos serviços. O tipo e o grau dessas perdas dependerá dagravidade de seus efeitos, que podem ser insignificantes oucatastróficos. Dependerá também das circunstâncias casuais edas ações realizadas para minimizar tais perdas.
  94. 94. Investigação de AcidentesInvestigar um acidente é fazer a sua análise, após a sua ocorrência,com o objetivo de descobrir as causas e tomar providênciascorretivas para evitar a repetição de casos semelhantes.Para se realizar uma investigação do acidente, devem-se analisar osseguintes fatores:O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como "Diagrama de Causae Efeito" ou "Espinha-de-peixe", é uma ferramenta gráfica que permiteestruturar hierarquicamente as causas potenciais de determinado problemaou oportunidade de melhoria, bem como seus efeitos sobre a qualidadedos produtos. Permite também estruturar qualquer sistema que necessitede resposta de forma gráfica e sintética (melhor visualização).
  95. 95. As causas O efeito (acidente) é registrado na cabeça do peixe e as causas,uma em cada espinha. Em geral, quando se trata de acidentes, investigamos quatrocausas: o ambiente de trabalho, os agentes materiais, ascaracterísticas pessoais e a organização do trabalho.Causas: Agentes materiais: ferramentas, instalações, máquinas, objetos,substâncias perigosas, etc. Ambiente de trabalho: Iluminação, ruído, radiações, ordenação,limpeza, etc.
  96. 96. As causas Características pessoais: conhecimentos, atitudes, habilidades, etc. Organização: formação, sistemas de comunicação, métodos eprocedimentos, etc.SISTEMA DECOMUNICAÇÕESMÉTODOS EPROCEDIMENTOSFORMAÇÃOAPTIDÃOATITUDESHABILIDADESSUBSTÂNCIASPERIGOSASOBJETOSFERRAMENTASAGENTESMATERIAISAMBIENTE DETRABALHOCARACTERÍSTICASPESSOAISORGANIZAÇÃORISCO DEACIEDENTEINSTALAÇÕESMÁQUINASORDENAÇÃORUÍDOILUMINAÇÃOLIMPEZACONHECIMENTOSDIAGRAMA E SEUS FATORES
  97. 97. Vantagens do Método Apresenta todas as variáveis que podem reproduzir umacidente, explorando ao máximo essas variáveis. Leva todos os envolvidos no processo a se comprometerem comos resultados. Organiza as idéias geradas em um brainstorming, técnica usadapara motivar a participação de todos os envolvidos no processo.
  98. 98. Desvantagens do Método Precisa de uma estrutura organizacional favorável para seraplicado com sucesso, pois se trata de uma metodologia diferenteda tradicional. Deve ser utilizado de preferência por pessoas com vivencia emPDCA – sigla indicativa de ações traduzidas por quatro palavrasinglesas: plan (planejar), do (fazer), check (verificar, checar), eaction (atuar corretivamente). Não analisa a gravidade do evento.
  99. 99. Elaboração do diagrama Dar liberdade de expressão, incentivando as pessoas para queexponham suas idéias; Vale “pegar carona” na idéia de um colega; Evitar fazer críticas a tópicos listados pelos colegas. Além dedesmotivar, essa atitude inibe a participação daqueles que aindanão se manifestara; Apresentar fatos reais e idéias que possam viabilizar uma açãocorretiva; Buscar medidas de controle duradouras, a partir da interpretaçãodo Diagrama.
  100. 100. Elaboração do diagrama 1º passo – Fazer o levantamento dos fatos, imediatamente após aocorrência do acidente/incidente. 2º passo – Organizar os fatos de acordo com as “espinhas” doDiagrama. 3º passo – Em uma cartolina, um quadro magnético ou um quadrode giz, traçar uma linha horizontal, simulando o formato de umpeixe e colocando o acidente/incidente na região da cabeça. 4º passo – Registrar nas espinhas do peixe os quatro fatores ouos seis “m” que determinaram o acidente.
  101. 101. Elaboração do diagrama 5º passo – Inserir em cada espinha a contribuição pessoal doinvestigador para o esclarecimento do acidente/incidente(transferência do 2º passo). 6º passo – Finalizar o diagrama, depois que todos os envolvidostiverem concordado com a representação gráfica ou inserido oque ainda estava faltando. 7º passo – Colocar o Diagrama num local visível (já definidopreviamente) para anexar contribuições voluntárias. 8º passo – Deixar ao lado do Diagrama etiquetas auto adesivas ecanetas, para que o funcionário registre sua contribuiçãovoluntária na espinha de peixe correspondente.
  102. 102. Elaboração do diagrama 9º passo – Após um tempo preestabelecido, fazer olevantamento das contribuições num brainstorming, o quepossibilitará ao comitê de investigação formular ações corretivaspara enfrentar o problema. 10º passo – Implementar uma Verificação de Follow Up(verificação), com periodicidade definida, para que os membrosda CIPA possam acompanhar a implementação e a manutençãodas medidas de controle.
  103. 103. Exemplo de investigaçãoAnálise método do diagramaDeclaração do acidente:O supervisor dos serviços de pintura escalou um pintor recémcontratado e com pouca experiência para pintar uma sala detreinamento recém construída. Todas as atividades desenvolvidas poreste profissional haviam sido até então na oficina de pintura, localbem ventilado. Depois de conduzir o pintor até a sala, o supervisorlimitou-se a dizer-lhe que usasse respirador semi-facial, com filtroquímico para vapores orgânicos. Como as janelas da sala estavamfechadas, depois de algumas horas, a concentração de contaminantequímico no ambiente havia aumentado bastante.
  104. 104. Exemplo de investigaçãoAnálise método do diagramaEntretido na tarefa e querendo concluir logo o serviço, o pintor nãopercebeu que o respirador não estava dando selagem,principalmente pela barba rala. Intoxicado, começou a passar mal efoi socorrido pelo supervisor, que fez uma verificação no local.
  105. 105. Análise do acidenteEspinha Tópicos Ações corretivasAmbientedetrabalhoLocal sem ventilaçãoConcentração elevada decontaminante químicoAfixar normas deprocedimento para ventilar olocalAlertar para a importância deestaratento aos odores exalados noambiente.Exposição direta a agentequímicoEstabelecer pausasprogramadas durante aexecução da atividade.AgentesMateriaisUso de tintas e solventes Orientar sobre a necessidadede se manterem latas de tintae solvente fechadas, bemcomo do uso de luvas deproteção. Alertar sobre osriscos resultantes da nãoadoção dessas medidas.
  106. 106. Análise do acidenteCaracterísticaspessoaisUso inadequado dorespiradorAnsiedade (acabar logo oserviço)Desconhecimento do riscoRealizar um programa detreinamento para pintoressobre o uso adequado deEPIs.Estabelecer um tempoestimado para a execução doserviço.Pôr em prática um deconscientização sobre osriscos da exposição asolvente e tintas.Organização Comunicação inadequadaFalta de treinamentoPromover cursos dereciclagem para o supervisorda área.Ausência de normas eprocedimento no trabalhoReforçar a importância daadoção de práticas seguras.Estabelecer normas para astarefas desenvolvidas nosetor, incluindo tópicos sobremedidas de segurança.
  107. 107. Erros comuns Procurar "culpados", como se isso fosse solução; Não levantar dados suficientes para embasar a interpretação dosfatos. Nesse caso, nenhuma metodologia vai levar a um denominadorcomum; Pouca participação dos membros da CIPA nas investigações; Ausência de CIPEIROS nas comissões de investigação de acidentes; Tratar todo acidente como "novo”; às vezes, ele pode ser um “velhoconhecido”, apenas maquiado; Não manter registro das investigações de acidentes; Não acompanhar a efetivação e a manutenção das medidas decontrole sugeridas para evitar a reincidência dos mesmos tiposacidente.
  108. 108. Inspeções de segurança ourotinaInspeção de segurança: É a vistoria que se faz nos locais detrabalho, a fim de se descobrir riscos de incidentes.Inspeção de rotina: São inspeções normalmente efetuadas pelosmembros da CIPA e que visam, acima de tudo, observar riscoscomo: defeitos nos pontos vitais dos equipamentos, pisos, máarrumação de matérias-primas, instalações elétricas inadequadasou defeituosas, atitudes abaixo do padrão esperado defuncionários, etc.
  109. 109. Inspeção de segurançaInspeções periódicas: São inspeções que se fazem em intervalosregulares, principalmente para descobrir riscos já previstos, quepodem caracterizar-se por desgastes, solicitações mecanicas eoutros defeitos ou falhas a que estão sujeitos móveis, máquinas,etc.Inspeções especiais: São inspeções geralmente realizadas porespecialistas em Segurança do Trabalho, utilizando-seequipamentos especiais para monitoramento de agentes físicose/ou químicos (Ex.: decibelímetro, termômetro, dosímetro, etc.).
  110. 110. Check-list de segurança
  111. 111. Check-list de segurança
  112. 112. Check-list de segurança
  113. 113. Check-list de segurança
  114. 114. AIDS e TabagismoUma das atividades da CIPA também é participar, anualmente, emconjunto com a empresa, de Campanhas de Prevenção da AIDS ede Combate ao tabagismo.
  115. 115. AIDSA AIDS (Síndrome daImunodeficiência Adquirida) Écausada pelo HIV, vírus queataca as células de defesa donosso corpo. Com o sistemaimunológico comprometido, oorganismo fica mais vulnerável adiversas doenças, um simplesresfriado ou infecções maisgraves como tuberculose ecâncer. O próprio tratamentodessas doenças, chamadasoportunistas, fica prejudicado.
  116. 116. Sistema Imunológico Este vírus penetra no corpo por vias bem definidas e ataca ascélulas importantes que fazem parte da defesa de nossoorganismo; Estas células do nosso sistema imunológico são o nosso“exercito particular” composto por milhões de células de defesade diferentes tipos que nos protegem de várias infecções quepoderiam causar doenças; Enquanto nosso organismo fica susceptível a doençasinfecciosas.
  117. 117. TransmissãoAssim se pega: Relação sexual sem camisinha; Uso da mesma seringa ou agulha por mais de uma pessoa; Transfusão de sangue contaminado; Mãe infectada pode passar o HIV para o filho durante a gravidez,o parto e a amamentação; Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados; O vírus do HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen,secreção vaginal e pelo leite materno.
  118. 118. Assim se pega
  119. 119. Assim não se pegaAssim não se pega: Relação sexual, desde que se use corretamente a camisinha; Beijo no rosto ou na boca; Suor e lágrima; Picada de inseto; Aperto de mão ou abraço; Talheres / copos; Assento de ônibus;
  120. 120. Assim não se pega Piscina, banheiros, pelo ar; Doação de sangue; Sabonete / toalha / lençóis.
  121. 121. TabagismoDoenças associadas ao uso dosderivados do tabaco: Muitos estudos desenvolvidos atéo momento evidenciam sempre omesmo: o consumo de derivadosdo tabaco causa quase 50doenças diferentes, principalmenteas doenças cardiovasculares(infarto, angina) o câncer e asdoenças respiratórias obstrutivascrônicas (enfisema e bronquite).
  122. 122. TabagismoO tabagismo ainda pode causar: Impotência sexual no homem; Complicações na gravidez; Aneurismas arteriais; Úlcera do aparelho digestivo; Infecções respiratórias; Trombose vascular; Câncer.
  123. 123. Atribuições da CIPA Atender as Normas Regulamentares do Trabalho, aprovada pelalei 6.514 e regulamentada pela Portaria 3.214; Realização de inspeções periódicas; Formação de equipe especializada em CIPA, Primeiros Socorros e Brigadas de Incêndio; Comprometimento dos funcionários em cumprir os estatutos daempresa e ordem de serviços; Treinamento contínuo de funcionários; Monitoramento constante dos processos; Impedir execução de tarefas com riscos;
  124. 124. Atribuições da CIPA Impedir execução de tarefas com riscos; Comunicar ao superior imediato por escrito sobre o risco grave eeminente; Fazer constar nas atas da CIPA, precauções e providências quedevam ser tomadas.
  125. 125. Perguntas Freqüentes O membro eleito pode ser reeleito?R: Sim, é permitida uma reeleição, ou seja, se o empregado for eleito para omandato de 2012 e reeleito para o ano 2013, ele será legalmente impedido decandidatar-se em 2014, porém não há nenhum impedimento para candidatar-se em2015. Os membros indicados podem integrar a CIPA por gestões sucessivas?R: Sim, pode haver indicação sucessiva tanto para titulares como para suplentes. O membro eleito, titular ou suplente, pode ser dispensado pelo empregador de formaarbitrária ou sem justa causa?R: Não. Os referidos membros gozam de estabilidade desde o registro da suacandidatura até um ano após seus mandatos. Há o enunciado 339 do TST queorienta o julgamento dois juízes nesses casos.
  126. 126. Perguntas Freqüentes O secretário e seu substituto devem necessariamente estar entre os membros daCIPA?R: Não. A norma diz apenas que devem ser escolhidos em comum acordo com osmembros da CIPA. No caso de não pertencerem, deve haver a concordância doempregador. Em que caso específico o membro titular pode perder seu mandato?R: O membro titular perderá seu mandato, sendo substituído pelo suplente, quandofaltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa. No caso do afastamento definitivo do presidente?R: O empregador indicará o substituto em dois dias úteis, preferencialmente entreos membros.
  127. 127. Perguntas Freqüentes No caso de afastamento definitivo do vice-presidente ?R: Os membros titulares da representação dos empregados, escolherão o substituto,entre seus titulares, em dois dias úteis. Posso pedir meu desligamento da CIPA à qualquer tempo, independentemente de tersido eleito ou indicado ?R: Sim. Encaminhe seu pedido ao presidente da comissão com suas fundamentações.Seu pedido será registrado em ata e a renuncia comunicada ao sindicato da categoria,assumindo seu lugar o suplente subseqüente por ordem de votação. Quem estiver afastado do trabalho, por doença ou acidente, poderá se candidatar?R: Não. O contrato de trabalho nesse período permanece suspenso, enquanto durar orecebimento do auxílio doença da Previdência Social.
  128. 128. Perguntas Freqüentes Quem deve constituir a Comissão Eleitoral – CE, que será responsável peloacompanhamento e organização do processo eleitoral ? Há prazo para isso?R: O Presidente e o Vice Presidente da CIPA é que devem constituir, entre seusmembros, a CE. O prazo é de 55 dias antes do término do mandato em curso. Quais as atribuições da C.E ?R: Ela é a responsável por todo o processo eleitoral, deve acompanhar asinscrições, divulgar os inscritos, rubricar as cédulas, acompanhar a votação, efetivar aapuração e declarar os eleitos, os titulares e os suplentes. O que deve ser feito se a participação na eleição for inferior a 50% dosempregado?R: Não haverá apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá organizar outravotação que ocorrerá no prazo máximo de dez dias.
  129. 129. Rua Nestor Pestana, 30 - 8º andar – 01303-010 – São Paulo – SP – BrasilTels.: (55-11) 3138-1111/ 3138-1114 / 3138-1119www.conbet.com.br/ conbet@conbet.com.brCONBET CONSULTORIA EHSLTDA.Agradece a sua participação.

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