Plantas tóxicas

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Curso de plantas medicinais e fitoterapia - Caso 4 - Plantas tóxicas

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Plantas tóxicas

  1. 1. CURSO DE PLANTAS MEDICINAIS PARA AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE PLANTAS TÓXICAS
  2. 2. as das plantas ornamentais que temos em nossos vasos ou jardins podem esconder perig a beleza. Elas são chamadas plantas tóxicas pois apresentam princípios ativos ca em graves intoxicações, quando ingeridas, ou irritações cutâneas, quando tocadas. A primeira prevenção é evitar essas plantas em casa ao alcance de crianças. PLANTAS TÓXICAS
  3. 3. ALERTA SOBRE PRODUTOS NATURAIS s pessoas o conceito de natural, significa ausência de produtos químicos, e desta al a saúde. Assim produtos naturais passam a ser sinônimos de produtos saudáveis, É preciso lembrar, no entanto que as plantas possuem diversos componentes químicos q o organismo produzindo inúmeros efeitos.
  4. 4. ENÇÃO! afirmar que os conceitos “ é natural não faz mal” ou “ ... se bem não faz, mal também as plantas medicinais é um grande erro. Muitas plantas contem substâncias capazes d a no organismo. Mamona
  5. 5. PRINCIPAIS PLANTAS TÓXICAS AROEIRA-BRAVA Nome científico: Lithraea brasiliensis March. O quadro toxicológico caracteriza-se por dermatite. bilização pode ocorrer do contato direto da planta com a pele ou somente com a proximida Dermatite apresentando eritema, pápulas e vesículas com prurido
  6. 6. BICO-DE-PAPAGAIO Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd ade: Os casos de intoxicação mais frequentes são devido ao contato do látex com a pele e as: edema e eritema evoluindo para a formação de vesículas e pústulas, normalmente pru s.
  7. 7. BUCHINHA OU CABAÇINHA Nome científico: Luffa operculata (L.) Cogn. É embriotóxica e abortiva se for usada na forma de chás feitos a partir dos frutos sec alação ou solução nasal em gotas, pode causar séria irritação nasal e hemorragias. Uso na forma de chás: Náusea, vômito, dor abdominal, cólicas e dor de cabeça.
  8. 8. COMIGO-NINGUÉM-PODE Nome científico: Dieffenbachia picta Schott e: Os casos de intoxicações mais frequentes ocorrem em crianças devido a ingestão ou contato com s cristais de oxalato de cálcio presentes e outras substâncias onsideradas irritantes. : No caso de ingestão: irritação com sensação de queimadura, salivação intensa, edema de lá podendo dificultar ou impedir a fala e causar distúrbio respiratório. No caso de contato com a seiva: ir ção ocular, acompanhada de edema e fortes dores.
  9. 9. CONFREI Nome científico: Symphytum officinale L. de: Devido a presença de alguns alcalóides pirrolizidínicos em suas partes, podem levar a u o fígado, irreversível.
  10. 10. COPO-DE-LEITE Nome científico: Zantedeschia aethiopia (L.) Spreng. e: Planta rica em ráfides de oxalato de cálcio que ao se fixarem nos tecidos provo Dor e Edema.
  11. 11. COROA-DE-CRISTO Nome científico: Euphorbia milli Des Moulins Os casos de intoxicações mais frequentes são devido ao contato do látex com a pele e mucosas, po ações. Acontecem mais em adultos nas atividades de jardinagem, devido ao contato do látex nos olhos ou o contato dos olhos com a mãos sujas de látex. Edema e eritema evoluindo para a formação de vesículas e pústulas, normalmente pruriginosas e látex ou dos dedos contaminados pode provocar conjuntivites e, em casos mais graves cegueira temp
  12. 12. DAMA-DA-NOITE, TROMBETEIRA, SAIA-BRANCA Nome científico: Brugmansia suaveolens (Humb. & Bonpl. ex Willd.) Bercht. & C.Presl ade: Podem ocorrer intoxicações acidentais, por ingestão de partes da planta. as: Casos leves: náuseas, vômitos, dificuldades visuais e secura na boca graves: Visão borrada, secura das mucosas, principalmente da boca, taquicardia, al es e coma.
  13. 13. ESPIRRADEIRA Nome científico: Nerium oleander L. de: Todas as partes da planta são consideradas de potencial toxicidade devido a p os cardíacos. s: Náuseas, vômitos, diarréia intensa, sintomas neurológicos como desorientação, dor cardíacas.
  14. 14. MAMONA OU CARRAPATEIRA Nome científico: Ricinus communis L. ade: Os casos mais frequentes ocorrem em crianças por ingestão das sementes. ão depende do grau de liberação do ativo tóxico, o que ocorre com a mastigação. as: A intoxicação por ingestão das sementes caracteriza-se inicialmente por vômitos o para uma gastrenterite sanguinolenta, cólicas, lesões renais, distúrbios neurológic coma. A ingestão de 1 a 6 sementes pode ser fatal para nça.
  15. 15. MANDIOCA-BRABA, MANDIOCA-BRAVA Nome científico: Manihot esculenta Crantz. de: As intoxicações ocorrem devido ao processamento inadequado, principalmente o e para eliminação tos tóxicos. : As intoxicações são acompanhadas por distúrbios gastrintestinais, como náuseas, vômit s. Manifestações neurológicas como sonolência, torpor seguido de coma.
  16. 16. PINHÃO-DE-PURGA ou PINHÃO PARAGUAIO: Nome científico: Jatropha curcas L. : A semente contém uma proteína tóxica. O óleo presente nas sementes e o látex presentes nas par sentam ca, podendo causar severa irritação na pele. Em crianças a intoxicação pode acontecer pela confundidas com castanhas de espécies comestíveis. Em adultos podem ocorrer pelo uso da planta c s regiões popularmente usada como laxante, vermífugo e para úlcera gástrica. Pela ingestão: intensa dor abdominal, náusea, vômito o com a pele: Severa irritação dérmica
  17. 17. o somente tem condições de perceber sintomas e sinais agudos e muito evidentes de ias, convulsões diarréia, por exemplo. Situações de toxicidade tardia dificilmente são perce A qualquer sinal de alarme o paciente tem que ser encaminhado com urgência ao Hospital.
  18. 18. BLIOGRAFIA CONSULTADA istério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departameto de Atenção Básci e complementares; plantas medicinais e fitoterapia na Atenção Báscia/Ministério de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica – Brasília: Ministério da Saúde, 201 .J.A. et al. Plantas Tóxicas: Estudo de Fitotoxicologia Química de Plantas Brasileiras. antarum de Estudos da Flora, 2011,247p. C.M.O.; SCHENKEL E.P.; GOSMANN, G.; MELLO J.C.P.; MENTZ L.A.; PETROW osia: da planta ao medicamento. 2. ed. Porto Alegre/Florianópolis: Ed. UFRGS, 2000. Cap F S. BANDEIRA, M A M, ARRAIS, P S D. Farmacovigilância e reações adversas e fitoterápicos: uma realidade. Departamento de Farmácia, Faculdade de Farmácia, Od m, Universidade Federal do Ceará, Revista Brasileira de Farmacognosia . 18(4): 618-626

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