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Orientações para cadastro das PICs nos sistemas de informação do ms

Curso Gestão de Práticas Integrativas - Etapa 2 - Orientações para cadastro das PICs nos sistemas de informaçã

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Orientações para cadastro das PICS nos Sistemas
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CURSO DE GESTÃO EM PRÁTICAS INTEGRATIVAS E
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Cadastramento
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Cadastrar o serviço e os profissionais de práticas integrativas de acordo com
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1) Se o serviço for implantado em um estabelecimento de saúde ainda não
cadastrado no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde
(SCNES), o primeiro passo é o cadastro no SCNES, cujos passos são de
conhecimento da equipe responsável pelo SCNES nos municípios/Estados.
2) Se o serviço for implantado em um estabelecimento de saúde já
cadastrado no SCNES, o gestor deverá observar três orientações descritas a
seguir.
Em serviços já cadastrados no SNCES
A) Acessar o estabelecimento na base local do SCNES, no módulo conjunto, e, na aba
“Serviços Especializados”, incluir o serviço 134 – Práticas Integrativas e
Complementares e selecionar uma ou mais da(s) classificação(ções) existente(s):
(1) Acupuntura, (2) Fitoterapia, (3) Homeopatia, (4) Medicina antroposófica, (5) Outras
técnicas em medicina tradicional chinesa, (6) Práticas corporais/atividade física e (7)
Termalismo/Crenoterapia;
B) Com relação às “farmácias vivas” e/ou “farmácias homeopáticas”, acessar o
estabelecimento na base local do SCNES, no módulo conjunto, e, na aba “Serviços
Especializados”, incluir o serviço 125 – Farmácia e selecionar uma ou mais da(s)
classificação(ções) existente(s): 003 – Farmácia com manipulação homeopática e/ou
007 – Farmácia viva.
Em serviços já cadastrados no SNCES
A) Cadastrar os profissionais que realizarão o serviço (2231-01 – Médico
acupunturista, 2235-05 – Enfermeiro, 2212-05 – Biomédico, 2236-50 – Fisioterapeuta
acupunturista, 2515-10 Psicólogo clínico/ Psicólogo acupunturista e 2234-05 –
Farmacêutico), descritos nas Portarias de n° 2.488/GM e n° 84/SAS (estabelece um
conjunto de profissionais para cada serviço/ classificação) para o qual, sem o
cumprimento desse requisito, não é possível exportar dados do estabelecimento para
a base nacional do SCNES e, posteriormente, validar e enviar para os sistemas de
informações ambulatoriais e hospitalares.
Para realizar o cadastro, é necessário acessar o sistema local do SCNES e clicar na
opção Cadastro – Profissionais. Existe a opção de cadastramento de profissionais SUS
e NÃO SUS e, no caso em questão, eles deverão ser cadastrados como profissionais
SUS. Obs.: ressalta-se que todos esses dados, tanto do estabelecimento quanto dos
profissionais, devem ser preenchidos, inicialmente, na ficha de cadastro disponível no
site do SCNES para, posteriormente, serem transferidos para o sistema local do SCNES.
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• O primeiro passo é o cadastro no SCNES, cujos passos são de conhecimento da
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  • 1. Orientações para cadastro das PICS nos Sistemas de Informação CURSO DE GESTÃO EM PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES
  • 2. Cadastramento • Para realizar o cadastramento de um serviço de prática integrativa e de profissionais no SUS, você precisa primeiro saber: 1. o cadastramento consiste no registro do serviço ou profissional no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) – no endereço eletrônico http://scnes.datasus.gov.br
  • 3. Como Cadastrar serviços de PICS e profissionais? Cadastrar o serviço e os profissionais de práticas integrativas de acordo com orientações do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) – http://scnes.datasus.gov.br 1) Se o serviço for implantado em um estabelecimento de saúde ainda não cadastrado no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES), o primeiro passo é o cadastro no SCNES, cujos passos são de conhecimento da equipe responsável pelo SCNES nos municípios/Estados. 2) Se o serviço for implantado em um estabelecimento de saúde já cadastrado no SCNES, o gestor deverá observar três orientações descritas a seguir.
  • 4. Em serviços já cadastrados no SNCES A) Acessar o estabelecimento na base local do SCNES, no módulo conjunto, e, na aba “Serviços Especializados”, incluir o serviço 134 – Práticas Integrativas e Complementares e selecionar uma ou mais da(s) classificação(ções) existente(s): (1) Acupuntura, (2) Fitoterapia, (3) Homeopatia, (4) Medicina antroposófica, (5) Outras técnicas em medicina tradicional chinesa, (6) Práticas corporais/atividade física e (7) Termalismo/Crenoterapia; B) Com relação às “farmácias vivas” e/ou “farmácias homeopáticas”, acessar o estabelecimento na base local do SCNES, no módulo conjunto, e, na aba “Serviços Especializados”, incluir o serviço 125 – Farmácia e selecionar uma ou mais da(s) classificação(ções) existente(s): 003 – Farmácia com manipulação homeopática e/ou 007 – Farmácia viva.
  • 5. Em serviços já cadastrados no SNCES A) Cadastrar os profissionais que realizarão o serviço (2231-01 – Médico acupunturista, 2235-05 – Enfermeiro, 2212-05 – Biomédico, 2236-50 – Fisioterapeuta acupunturista, 2515-10 Psicólogo clínico/ Psicólogo acupunturista e 2234-05 – Farmacêutico), descritos nas Portarias de n° 2.488/GM e n° 84/SAS (estabelece um conjunto de profissionais para cada serviço/ classificação) para o qual, sem o cumprimento desse requisito, não é possível exportar dados do estabelecimento para a base nacional do SCNES e, posteriormente, validar e enviar para os sistemas de informações ambulatoriais e hospitalares. Para realizar o cadastro, é necessário acessar o sistema local do SCNES e clicar na opção Cadastro – Profissionais. Existe a opção de cadastramento de profissionais SUS e NÃO SUS e, no caso em questão, eles deverão ser cadastrados como profissionais SUS. Obs.: ressalta-se que todos esses dados, tanto do estabelecimento quanto dos profissionais, devem ser preenchidos, inicialmente, na ficha de cadastro disponível no site do SCNES para, posteriormente, serem transferidos para o sistema local do SCNES.
  • 6. Em serviços não cadastrados no SNCES • O primeiro passo é o cadastro no SCNES, cujos passos são de conhecimento da equipe responsável pelo SCNES nos municípios/Estados. • Cadastrar o serviço e os profissionais de práticas integrativas de acordo com orientações do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) – http://scnes.datasus.gov.br
  • 7. Avaliação e Monitoramento • O processo de avaliação e monitoramento permite o acompanhamento do serviço e a melhoria do constante dos serviços. • O gestor pode estabelecer metodologias e sistemas próprios de monitoramento dos serviços, estabelecendo indicadores de processo e de resultado. • Os sistemas descritos a seguir são ofertados pelo Ministério da Saúde e pode facilitar o processo de acompanhamento das PICS.
  • 8. Sistemas de Registro das Atividades A) SISAB/ ESUS O e-SUS Atenção Básica (e-SUS AB) é uma estratégia do Departamento de Atenção Básica para reestruturar as informações da Atenção Básica em nível nacional. Esta ação está alinhada com a proposta mais geral de reestruturação dos Sistemas de Informação em Saúde do Ministério da Saúde, entendendo que a qualificação da gestão da informação é fundamental para ampliar a qualidade no atendimento à população. A estratégia e-SUS, faz referência ao processo de informatização qualificada do SUS em busca de um SUS eletrônico.
  • 9. • O sistema de software público e-SUS AB é um sistema de apoio à gestão do processo de trabalho que pode ser utilizado de duas formas: a) O sistema e-SUS AB foi desenvolvido para atender às necessidades de cuidado na Atenção Básica. Logo, o sistema poderá ser utilizado para por profissionais das equipes de AB, pelas equipes dos Núcleos de Apoio a Saúde da Família (NASF), do Consultório na Rua (CnR) e da Atenção Domiciliar (AD), oferecendo ainda dados para acompanhamento de programas como Saúde na Escola (PSE) e Academia da Saúde. A primeira versão do sistema apoia a gestão do processo de trabalho das equipes por meio da geração de relatórios, sendo que, a segunda versão contemplará várias ferramentas de apoio à gestão; b) Apoio à gestão.
  • 10. O objetivo brasileiro de ter um Sistema Único de Saúde (SUS) que efetivamente cuida da população, demanda organização e capacidade de gestão do cuidado à saúde cada vez mais efetivas. Para atingir esse desafio, no contexto do maior sistema público de saúde do mundo é essencial ter Sistemas de Informação em Saúde (SIS) que contribuam com a integração entre os diversos pontos da rede de atenção e permitam interoperabilidade entre os diferentes sistemas. • O e-SUS é uma das estratégias do Ministério da Saúde para desenvolver, reestruturar e garantir a integração desses sistemas, de modo a permitir um registro da situação de saúde individualizado por meio do Cartão Nacional de Saúde. • O nome - e-SUS - faz referência a um SUS eletrônico, cujo objetivo é sobretudo facilitar e contribuir com a organização do trabalho dos profissionais de saúde, elemento decisivo para a qualidade da atenção à saúde prestada à população. e-SUS
  • 11. • O DAB/SAS desencadeou um processo de avaliação e reestruturação dos sistemas de informação da Atenção Básica (AB) de modo a facilitar o processo de trabalho e de gestão da AB. Os frutos dessa nova estratégia são o Sistema de Informação em Saúde da Atenção Básica (SISAB) e um novo software, o e- SUS Atenção Básica. • O SISAB terá o registro individualizado das informações de cada cidadão, unificando e integrando todos os sistemas de software na AB. Já o e-SUS é o sistema utilizado pelos profissionais de saúde para inserção e consulta de dados sobre os usuários de saúde e seus trabalhos. e-SUS Atenção Básica
  • 12. • Dessa forma, o uso do e-SUS AB permitirá avaliar e acompanhar o processo de trabalho da Atenção Básica, possibilitando, por exemplo, pagamento por desempenho dos profissionais nos municípios. No território, fortalece os processos de Gestão do Cuidado dos usuários e facilita a busca de informações epidemiológicas de forma ágil, permitindo colocar em evidência problemas e características particulares de cada comunidade. • O novo sistema é pautado pela Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ), e pela Política Nacional de Informática e Informação em Saúde (PNIIS). O novo sistema também suporta as ações da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), da Política Nacional de Saúde Bucal (PNSB) e da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
  • 13. Entendendo melhor o Sistema e-SUS AB • O e-SUS Atenção Básica (AB) é o novo sistema da AB que substitui o SIAB. Para atender aos diversos cenários de informatização e conectividade nos serviços de saúde, oferece dois sistemas de software que podem operar desde uma UBS sem computador, com o sistema com Coleta de Dados Simplificada (CDS) a partir do uso de fichas até UBS com computador nos consultórios e salas de atendimento usando o sistema com Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). Esses sistemas estão disponíveis a todos os municípios para download gratuito. • A primeiro é o e-SUS/AB PEC, um Sistema com Prontuário Eletrônico do Cidadão, destinado a municípios cujas Unidades Básicas de Saúde são informatizadas, possuem algum grau de conectividade e contam com profissionais capacitados para apoiar sua implantação.
  • 14. • A versão do software desta modalidade com prontuário eletrônico, o e-SUS/AB PEC, possui ferramentas para cadastro dos indivíduos no território, gestão da agenda dos profissionais, acolhimento à demanda espontânea, atendimento individual e registro de atividades coletivas. A versão seguinte do sistema já prevê inclusão de outras funcionalidades como abordagem familiar, controle de imunização, prontuário de saúde bucal, gestão da lista de espera de encaminhamentos, gestão do cuidado a doenças crônicas, além de integração com Telessaúde e geração de relatórios dinâmicos. Também será possível monitorar pacientes faltosos e realizar controle de medicamentos e exames pelo computador. Entendendo melhor o Sistema e-SUS AB
  • 15. Entendendo melhor o Sistema e-SUS AB • O e-SUS/AB CDS, um Sistema com Coleta de Dados Simplificada é um software de caráter transitório, a ser utilizado até que os municípios alcancem os padrões necessários para implantação do prontuário eletrônico, pois não é necessário que as UBS estejam informatizadas ou que tenham conexão a internet. • Nesta modalidade, os dados são coletados em fichas de papel e substituirá os sistemas atuais (ex.: SIAB, HIPERDIA, SISPré-Natal). Desse modo, essa modalidade também contribui para desburocratizar e dar maior agilidade ao atendimento na AB, pois o profissional precisará preencher menos fichas. • A versão inicial do sistema com Coleta de Dados Simplificada (CDS) contempla sete fichas de registro, que será integrado e simplificado. São elas: ficha de cadastro do domicílio e dos usuários, de atendimento individual, de atendimento odontológico, de atividades coletivas, de procedimentos e de visita domiciliar.
  • 16. Como implantar o sistema e-SUS AB • O primeiro passo na implantação do e-SUS AB é identificar as características tecnológicas disponíveis em cada UBS, como conectividade à internet, quantidade de computadores, quantidade de impressoras, suporte a informatização das unidades, entre outros. A partir das características de cada UBS o gestor terá claro qual o tipo de sistema que deverá ser implantado: Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) ou Coleta de Dados Simplificada (CDS). • É importante também planejar a capacitação das equipes de saúde e dos profissionais de suporte para tecnologia da informação.