SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 38
Baixar para ler offline
Fator de Risco para
Doenças Crônicas:
Sedentarismo
O que é um Fator de Risco?
Um “fator de risco” é uma característica
individual, física ou comportamental, associada
com uma maior possibilidade de
desenvolvimento de determinadas doenças.
(Federação Internacional de Medicina do Esporte, 1991)
Um “fator de risco” é uma característica
individual, física ou comportamental, associada
com uma maior possibilidade de
desenvolvimento de determinadas doenças.
(Federação Internacional de Medicina do Esporte, 1991)
Porque estudar Fatores de Risco?
Identificar os FR é assegurar ações
de promoção e prevenção.
Identificar os FR é assegurar ações
de promoção e prevenção.
A prevalência elevada de FR requer a
implementação de estratégias que reduzam a
exposição a esses fatores.
A prevalência elevada de FR requer a
implementação de estratégias que reduzam a
exposição a esses fatores.
Este tipo de intervenção resulta na
diminuição do desenvolvimento
desta doença.
Este tipo de intervenção resulta na
diminuição do desenvolvimento
desta doença.
Porque estudar Fatores de Risco?
Porque estudar Fatores de Risco?
Novos hábitos
=
Novos Fatores
de Risco
Novos hábitos
=
Novos Fatores
de Risco
Cenário Atual
SITUAÇÃO - BRASIL
As doenças infecciosas,
causas de morte no início
do século passado,
convivem ou cederam
lugar às doenças crônicas
não transmissíveis
(DCNTs) dependo da
região do país.
INTERVENÇÃO - SUS
Essa transição
epidemiológica exigiu
uma reestruturação das
políticas de saúde pública
que atentou para
desenvolvimento de
estratégias para o
controle das doenças
crônicas.
A Vigilância Epidemiológica e a
abordagem dos FATORES DE RISCO
A Vigilância Epidemiológica e a
abordagem dos FATORES DE RISCO
As ações da vigilância epidemiológica sobre as
doenças crônicas contemplam:
1. Identificação da distribuição, magnitude e
tendência de exposição da população aos fatoresfatores
de riscode risco;
2. Identificação dos condicionantescondicionantes sociais,
econômicos e ambientais a eles atrelados;
3. Planejamento, execução e avaliação de ações de
prevençãoprevenção e de controle;
4. Implementação de políticas públicas de
promoçãopromoção a saúde.
Os fatores de risco na população brasileira
Um estudo de revisão bibliográfica avaliou a prevalência de
exposição da população brasileira aos principais fatores de
risco para o desenvolvimento de DCNTs.
O estudo: Casado L, Vianna L, Thuler CS. Fatores de risco para
doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: uma revisão
sistemática. Revista brasileira de cancerologia 2009; 55 (4):
379-87
http://www.inca.gov.br/rbc/n_55/v04/pdf/379_revisao_literatura
A autora fez ressalva que há necessidade de padronizar os
instrumentos de medida, a fim de que os resultados obtidos
nas diferentes localidades possam ser comparados já que foi
observada grande variação nos diferentes estudos.
Os fatores de risco na população
brasileira
Prevalência da exposição da população aos principais fatores de
risco para o desenvolvimento de doenças crônicas no Brasil
Fator de Risco Prevalência de Exposição da População
Tabagismo 8,7% a 28,8%
Uso abusivo de álcool 0,1% a 37,7%
Excesso de peso 1,5% a 49,0%
Obesidade 9,4% a 17,6%
Sedentarismo 20,1% a 43,1%
Hipertensão arterial 5,3% a 34,0%
Diabetes mellitus 2,7% a 7,8%
Os fatores de risco na população brasileira
VOCÊ SABIA?
Cerca de 70% da população adulta não atinge os
níveis mínimos recomendados de atividade
física. (GUALANO & TINUCCI, 2011).
VOCÊ SABIA?
Cerca de 70% da população adulta não atinge os
níveis mínimos recomendados de atividade
física. (GUALANO & TINUCCI, 2011).
Classificação dos Fatores de Risco
Os FATORES DE RISCO para o
desenvolvimento das doenças crônicas
vêm sendo classificados como
modificáveis ou não modificáveis.
Classificação dos Fatores de Risco
MODIFICÁVEIS
Hipertensão arterial
Ingestão de álcool
Diabetes mellitus
Tabagismo
Sedentarismo
Estresse
Obesidade
Colesterol elevado
NÃO MODIFICÁVEIS
Idade (envelhecimento)
Hereditariedade
Sexo
Raça
Comportamentais
Passíveis de
alteração
Intervenção
Mudança de
hábitos
O Fator de Risco ‘’Sedentarismo’’
O Fator de Risco ‘’Sedentarismo’’
“(....) No decorrer dos últimos 50 anos, com a
implementação da mecanização do trabalho e das
atividades domésticas, houve redução no gasto
energético das atividades, tornando a atividade física de
lazer relevante no cumprimento das necessidades de
atividade física diária. A prática de atividade física é
influenciada por características individuais, como
motivação, habilidades motoras e outros
comportamentos, e por características ambientais,
como o acesso a espaços de lazer, custos, barreiras de
disponibilidade temporal e suporte sociocultural
(Camões e Lopes, 2008) (...)”. (Codarin et al, 2010 P.
425)
“(....) No decorrer dos últimos 50 anos, com a
implementação da mecanização do trabalho e das
atividades domésticas, houve redução no gasto
energético das atividades, tornando a atividade física de
lazer relevante no cumprimento das necessidades de
atividade física diária. A prática de atividade física é
influenciada por características individuais, como
motivação, habilidades motoras e outros
comportamentos, e por características ambientais,
como o acesso a espaços de lazer, custos, barreiras de
disponibilidade temporal e suporte sociocultural
(Camões e Lopes, 2008) (...)”. (Codarin et al, 2010 P.
425)
O Fator de Risco ‘’Sedentarismo’’
Para reflexão:
“O que é utilizado, desenvolve-se, o que
não o é, desgasta-se... se houver alguma
deficiência de alimento e exercício, o
corpo adoecerá”.
Hipócrates
Para reflexão:
“O que é utilizado, desenvolve-se, o que
não o é, desgasta-se... se houver alguma
deficiência de alimento e exercício, o
corpo adoecerá”.
Hipócrates
• O sedentarismo corresponde a uma quantidade insuficiente
de atividade física exercida pelo indivíduo.
Os conceitos mais recentes correlacionam a classificação do
indivíduo com o seu gasto energético considerado um
determinado período de tempo:
• Para a Organização Mundial de Saúde o indivíduo
sedentário é aquele tem um gasto inferior a 2.200 kcal por
semana.
• Outro forma de classificar o indivíduo como sedentário é
conhecer o MET (unidade metabólica) de suas atividades e
convertê-los em kcal (1 MET = 3,5ml de oxigênio/kg/min ou
0,0175 kcal/kg/min). Estes valores foram acoplados no
Compêndio de Atividade Física. Se deseja aprofundar a
abordagem deste tema consulte: FARINATTI, 2007 no link:
http://www.fisiologiadoexercicio.ufscar.br/artigos/a4br.pdf
O Sedentarismo:
quem é considerado sedentário?
Lembre-se que gasto energético
abrange todas a ATIVIDADES
FÍSICAS do sujeito o que inclui:
1.Atividade ocupacional;
2.Atividades domésticas;
3.Atividades de locomoção;
4.Atividades de lazer (exercício
físico)
Lembre-se que gasto energético
abrange todas a ATIVIDADES
FÍSICAS do sujeito o que inclui:
1.Atividade ocupacional;
2.Atividades domésticas;
3.Atividades de locomoção;
4.Atividades de lazer (exercício
físico)
O Sedentarismo:
quem é considerado sedentário?
Você sabia que para atingir o
consumo de 2.200 calorias
por semana é necessário que
o indivíduo acumule apenas
trinta minutos por dia de
atividade física?
Você sabia que para atingir o
consumo de 2.200 calorias
por semana é necessário que
o indivíduo acumule apenas
trinta minutos por dia de
atividade física?
O Sedentarismo:
quem é considerado sedentário?
Exemplo de inquérito, de fácil
aplicação, que investiga o nível
de atividade física dos
pacientes.
IPAC curto
Faça o download do questionário no site do Celafisc aqui.
A partir deste instrumento ,
identificamos como sedentários
os pacientes INATIVO e
PARCIALMENTE ATIVO.
Exemplo de inquérito, de fácil aplicação, que
investiga o nível de atividade física dos pacientes.
Conhecendo o indivíduo antes da prescrição de
atividade física
 Porque aplicar um instrumento para este fim?
Pois, embora de modo moderado, a atividade física, expõem o
indivíduo a riscos, particularmente os de natureza
cardiovascular.
 Que tipo de instrumento utilizar?
Uma abordagem inicial pode abranger a aplicação de
questionários; identificando-se situações de risco ou
vulnerabilidade, recomenda-se a solicitação de exames
médicos e funcionais, como por exemplo, o ECG de esforço.
 O Questionário de Prontidão para Atividade Física (PAR-Q):
O PAR-Q (sigla de Physical Activity Readiness Questionnaire)
tem sido sugerido como padrão mínimo de avaliação pré-
O Questionário de Prontidão para Atividade
Física (PAR-Q):
QUESTÕES SIM NÃO
1. Algum médico já disse que você possui algum problema de
coração e que só deveria realizar atividade física supervisionada
por profissionais de saúde?
2. Você sente dores no peito quando pratica atividade física?
3. No último mês, você sentiu dores no peito quando praticava
atividade física?
4. Você apresenta desequilíbrio devido à tontura e/ou perda de
consciência?
5. Você possui algum problema ósseo ou articular que poderia ser
piorado pela atividade física?
6. Você toma atualmente algum medicamento para pressão
arterial e/ou problema de coração?
7. Sabe de alguma outra razão pela qual você não deve realizar
atividade física?
Requer
Avaliação
Comple-
mentar.
Requer
Avaliação
Comple-
mentar.
Por que o sedentarismo aumenta o risco de
desenvolver doenças crônicas?
• O sedentarismo e a ausência de adaptações decorrentes do exercício
regular reduzem as reservas fisiológicas do corpo, o que:
1. causas riscos para a saúde;
2. reduz as capacidades físicas dos sujeitos.
• Além do sedentarismo ser um fator de risco importante por si só, ele
exerce influência negativa e direta sobre outros fatores (como
obesidade, hipertensão, metabolismo do colesterol, etc...)
• A inatividade física:
1. aumenta a incidência relativa de: doença arterial coronariana (45%),
infarto agudo do miocárdio (60%), hipertensão arterial (30%), câncer
de cólon (41%) e de mama (31%), diabetes do tipo II (50%) e
osteoporose (59%) (KATZMARZYK & JANSSEN, 2004).
2. Está associada à mortalidade, obesidade, maior incidência de queda e
debilidade física em idosos, dislipidemia, depressão, demência,
ansiedade e alterações do humor (GREGG,PEREIRA & CASPERSEN,
2000).
Para melhorar ao máximo as suas
propriedades morfológicas,
fisiológicas, bioquímicas e
metabólicas, o organismo humano
necessita de uma determinada
quantidade de atividade motora ao
longo da vida.
O uso adequado da
musculatura esquelética, com
as suas consequências
fisiológicas adaptativas para
todos os demais sistemas, faz
parte do “manual de
instruções” do corpo.
- Favorece o alcance ou a manutenção do peso ideal.
- Reduz o risco de morte por doenças cardiovasculares.
- Reduz o risco de desenvolver diabetes, hipertensão e
câncer de cólon e mama.
- Contribui para a melhor do perfil lipídico.
- Contribui para a melhor do de saúde mental.
- Propicia a manutenção de ossos e articulação mais
saudáveis.
- Aumenta a força muscular.
- Melhora o funcionamento corporal e preserva as
capacidades físicas.
- Possui correlação favorável com redução do tabagismo e
abuso de álcool e drogas;
- Aumenta o bem-estar e a auto-estima.
- Favorece o alcance ou a manutenção do peso ideal.
- Reduz o risco de morte por doenças cardiovasculares.
- Reduz o risco de desenvolver diabetes, hipertensão e câncer de cólon e
mama.
- Contribui para a melhor do perfil lipídico.
- Contribui para a melhor do de saúde mental.
- Propicia a manutenção de ossos e articulação mais saudáveis.
- Aumenta a força muscular.
- Melhora o funcionamento corporal e preserva as capacidades físicas.
- Possui correlação favorável com redução do tabagismo e abuso de álcool
e drogas;
- Aumenta o bem-estar e a auto-estima.
A prática de atividade física, contrariamente
ao sedentarismo, atua positivamente sobre a
saúde dos indivíduos, pois:
A prática de atividade física, contrariamente
ao sedentarismo, atua positivamente sobre a
saúde dos indivíduos, pois:
A partir disto, identificamos:
1.A inatividade física associada a incidência e severidade das doenças
crônicas.
2.A relação inversa do exercício físico/atividade física com a manifestação
dessas doenças.
3.A relação positiva do exercício físico/atividade física com a qualidade de
vida.
Assim sendo:
•Identificamos o sedentarismo como um problema de saúde pública;
•O exercício físico/atividade física como uma das ferramentas terapêuticas
mais importantes na promoção de saúde (...).
A partir disto, identificamos:
1.A inatividade física associada a incidência e severidade das doenças
crônicas.
2.A relação inversa do exercício físico/atividade física com a manifestação
dessas doenças.
3.A relação positiva do exercício físico/atividade física com a qualidade de
vida.
Assim sendo:
•Identificamos o sedentarismo como um problema de saúde pública;
•O exercício físico/atividade física como uma das ferramentas terapêuticas
mais importantes na promoção de saúde (...).
Fonte: : ANS (BRASIL). “Manual Técnico de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e
Doenças na Saúde Suplementar”. 2006.
Link: http://www.ans.gov.br/portal/upload/biblioteca/manual_ans.pdf
• Pelo menos 30 min diários, 5 vezes na semana o que
garante um consumos de 2200 kcal/semana.
• Considerar que um programa de exercícios físicos
deve contemplar estímulos: aeróbio, de resistência
muscular e de flexibilidade/alongamento.
Prescreva Atividade Física!
De modo geral recomenda-se (considerando indivíduos adultos
saudáveis:
Atividade aeróbia:
-de intensidade moderada (POR EXEMPLO, uma caminhada acelerada):
no mínimo 30 min, 5 dias por semana
- atividades intensas (POR EXEMPLO, uma corrida): cerca de 3 vezes
por semana, pelo menos 20 min por dia.
ExercícIos resistidos:
-no mínimo 2 vezes na semana com programa com cerca de 8-10
exercícios realizados em dias alternados e priorizando os maiores
grupos musculares; utilizar de 8 -12 repetições de cada exercício.
Treinamento da flexibilidade:
Abranger exercícios globais realizados lentamente, até causar ligeiro
desconforto os quais devem ser mantidos por cerca de 20 segundos.
(Nelson, 1994; Haskell, 2007)
De modo geral recomenda-se (considerando indivíduos adultos
saudáveis:
Atividade aeróbia:
-de intensidade moderada (POR EXEMPLO, uma caminhada acelerada):
no mínimo 30 min, 5 dias por semana
- atividades intensas (POR EXEMPLO, uma corrida): cerca de 3 vezes
por semana, pelo menos 20 min por dia.
ExercícIos resistidos:
-no mínimo 2 vezes na semana com programa com cerca de 8-10
exercícios realizados em dias alternados e priorizando os maiores
grupos musculares; utilizar de 8 -12 repetições de cada exercício.
Treinamento da flexibilidade:
Abranger exercícios globais realizados lentamente, até causar ligeiro
desconforto os quais devem ser mantidos por cerca de 20 segundos.
(Nelson, 1994; Haskell, 2007)
Prescreva Atividade Física!
Fonte: Divisão de Educação Física do HU/UFPB
Bibliografia
• American College of Sports Medicine. ACSM’s guidelines for exercise testing and
prescription. 6th ed. Philadelphia: Lippincott, Williams & Wilkins; 2000.
• Agência Nacional de Saúde Suplementar (Brasil). Manual técnico de promoção da
saúde e prevenção de riscos e doenças na saúde suplementar Agência Nacional de
Saúde Suplementar. Rio de Janeiro : ANS, 2006. 65p.
• Carvalho T, et al. Atividade Física e Saúde. Projeto Diretrizes da Associação Médica
Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Sociedade Brasileira de Medicina do
Esporte. Agosto de 2011. Disponível em:
http://www.bibliomed.com.br/diretrizes/pdf/atividade_fisica_saude.pdf.
• CODARIN, Maria Alice Franzini et al . Associação entre prática de atividade física,
escolaridade e perfil alimentar de motoristas de caminhão. Saude soc., São Paulo, v.
19, n. 2, June 2010.
• FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE MEDICINA DESPORTIVA. A inatividade física aumenta
os fatores de risco para a saúde e a capacidade física. Rev Bras Med Esporte [online].
1998, vol.4, n.2, pp. 69-70. ISSN 1517-8692.
• GALUANO, B. TINUCCI, T. Sedentarismo, exercício físico e doenças crônicas. Rev. bras.
Educ. Fís. Esporte, São Paulo, v.25, p.37-43, dez. 2011 N. esp. P. 37-43.
• HASKELL W. L.,et al. Physical activity and public health: updated recommendation for
adults from the American College of Sports. Medicine and the American Heart
Association. Med. Sci. Sports Exerc. 39:1423–1434, 2007.
• NELSON ME, et al. Effects of high-intensity strength training on multiple risk factors for
osteoporotic fractures. A randomized controlled trial JAMA 1994; 272:1909-14.
Este trabalho está licenciado sob uma licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-Compartilha
Igual 4.0 Internacional. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Exercício Físico
Exercício  FísicoExercício  Físico
Exercício Físicoandreleite41
 
Obesidade Completo
Obesidade CompletoObesidade Completo
Obesidade Completoprofanabela
 
Por que os exercícios físicos são grandes aliados da nossa saúde?
Por que os exercícios físicos são grandes aliados da nossa saúde?Por que os exercícios físicos são grandes aliados da nossa saúde?
Por que os exercícios físicos são grandes aliados da nossa saúde?Hospital Israelita Albert Einstein
 
A importância do exercício físico para uma vida
A importância do exercício físico para uma vidaA importância do exercício físico para uma vida
A importância do exercício físico para uma vidaPatrícia Morais
 
Musculação para o adolescente.
Musculação para o adolescente.Musculação para o adolescente.
Musculação para o adolescente.Marcelo Souza
 
Medidas e Avaliação - Velocidade e Agilidade
Medidas e Avaliação - Velocidade e AgilidadeMedidas e Avaliação - Velocidade e Agilidade
Medidas e Avaliação - Velocidade e Agilidademarcelosilveirazero1
 
Slide de educação fisica
Slide de educação fisicaSlide de educação fisica
Slide de educação fisicaGabriel15762
 
Ginástica aeróbica
Ginástica aeróbicaGinástica aeróbica
Ginástica aeróbicaDeaaSouza
 
Capacidades físicas
Capacidades físicasCapacidades físicas
Capacidades físicasJoana Lima
 
Atividade física-e-saúde-slides-3
Atividade física-e-saúde-slides-3Atividade física-e-saúde-slides-3
Atividade física-e-saúde-slides-3Isabel Teixeira
 
Atividade fisica, aptidão física e saúde
Atividade fisica, aptidão física e saúdeAtividade fisica, aptidão física e saúde
Atividade fisica, aptidão física e saúdewashington carlos vieira
 

Mais procurados (20)

Exercício Físico
Exercício  FísicoExercício  Físico
Exercício Físico
 
Obesidade Completo
Obesidade CompletoObesidade Completo
Obesidade Completo
 
Por que os exercícios físicos são grandes aliados da nossa saúde?
Por que os exercícios físicos são grandes aliados da nossa saúde?Por que os exercícios físicos são grandes aliados da nossa saúde?
Por que os exercícios físicos são grandes aliados da nossa saúde?
 
Vida saudavel
Vida saudavelVida saudavel
Vida saudavel
 
A importância do exercício físico para uma vida
A importância do exercício físico para uma vidaA importância do exercício físico para uma vida
A importância do exercício físico para uma vida
 
Musculação para o adolescente.
Musculação para o adolescente.Musculação para o adolescente.
Musculação para o adolescente.
 
Benefícios da atividade física
Benefícios da atividade físicaBenefícios da atividade física
Benefícios da atividade física
 
Importância exercício físico
Importância exercício físicoImportância exercício físico
Importância exercício físico
 
Medidas e Avaliação - Velocidade e Agilidade
Medidas e Avaliação - Velocidade e AgilidadeMedidas e Avaliação - Velocidade e Agilidade
Medidas e Avaliação - Velocidade e Agilidade
 
Atividade física e saude
Atividade física e saudeAtividade física e saude
Atividade física e saude
 
Slide de educação fisica
Slide de educação fisicaSlide de educação fisica
Slide de educação fisica
 
Treinamento desportivo 2004
Treinamento desportivo   2004Treinamento desportivo   2004
Treinamento desportivo 2004
 
Ginástica aeróbica
Ginástica aeróbicaGinástica aeróbica
Ginástica aeróbica
 
Capacidades físicas
Capacidades físicasCapacidades físicas
Capacidades físicas
 
Atividade física-e-saúde-slides-3
Atividade física-e-saúde-slides-3Atividade física-e-saúde-slides-3
Atividade física-e-saúde-slides-3
 
Ginástica - Educação Física
Ginástica - Educação FísicaGinástica - Educação Física
Ginástica - Educação Física
 
Atividade fisica, aptidão física e saúde
Atividade fisica, aptidão física e saúdeAtividade fisica, aptidão física e saúde
Atividade fisica, aptidão física e saúde
 
Historia da Educação Física
Historia da Educação FísicaHistoria da Educação Física
Historia da Educação Física
 
Jogos paralimpicos
Jogos paralimpicosJogos paralimpicos
Jogos paralimpicos
 
Sedentarismo
SedentarismoSedentarismo
Sedentarismo
 

Destaque

Samuel_Tratamento_farmacologico_DM
Samuel_Tratamento_farmacologico_DMSamuel_Tratamento_farmacologico_DM
Samuel_Tratamento_farmacologico_DMcomunidadedepraticas
 
Samuel_Complicações_microvasculares
Samuel_Complicações_microvascularesSamuel_Complicações_microvasculares
Samuel_Complicações_microvascularescomunidadedepraticas
 
Sergio_HAS_tratamento_medicamentoso
Sergio_HAS_tratamento_medicamentosoSergio_HAS_tratamento_medicamentoso
Sergio_HAS_tratamento_medicamentosocomunidadedepraticas
 

Destaque (20)

Joana_Entrevista_motivacional
Joana_Entrevista_motivacionalJoana_Entrevista_motivacional
Joana_Entrevista_motivacional
 
Joana_Atenção_centrada_pessoa
Joana_Atenção_centrada_pessoaJoana_Atenção_centrada_pessoa
Joana_Atenção_centrada_pessoa
 
Joana_Autocuidado
Joana_AutocuidadoJoana_Autocuidado
Joana_Autocuidado
 
Joana_Câncer_bucal_tabagismo
Joana_Câncer_bucal_tabagismoJoana_Câncer_bucal_tabagismo
Joana_Câncer_bucal_tabagismo
 
Joana_Prevençao_quartenaria
Joana_Prevençao_quartenariaJoana_Prevençao_quartenaria
Joana_Prevençao_quartenaria
 
Joana_Tabagismo
Joana_TabagismoJoana_Tabagismo
Joana_Tabagismo
 
Joana_Grupos_terapeuticos
Joana_Grupos_terapeuticosJoana_Grupos_terapeuticos
Joana_Grupos_terapeuticos
 
Joana_Prescrição_AF_hipertensos
Joana_Prescrição_AF_hipertensosJoana_Prescrição_AF_hipertensos
Joana_Prescrição_AF_hipertensos
 
Joana_Abordagem_nutricional_HAS
Joana_Abordagem_nutricional_HASJoana_Abordagem_nutricional_HAS
Joana_Abordagem_nutricional_HAS
 
Sergio_Redes_Atencao
Sergio_Redes_AtencaoSergio_Redes_Atencao
Sergio_Redes_Atencao
 
Samuel_Complicações_agudas
Samuel_Complicações_agudasSamuel_Complicações_agudas
Samuel_Complicações_agudas
 
Samuel_Tratamento_farmacologico_DM
Samuel_Tratamento_farmacologico_DMSamuel_Tratamento_farmacologico_DM
Samuel_Tratamento_farmacologico_DM
 
Samuel_Diario_alimentar
Samuel_Diario_alimentarSamuel_Diario_alimentar
Samuel_Diario_alimentar
 
Samuel_Complicações_microvasculares
Samuel_Complicações_microvascularesSamuel_Complicações_microvasculares
Samuel_Complicações_microvasculares
 
Samuel_Saude_bucal_DM
Samuel_Saude_bucal_DMSamuel_Saude_bucal_DM
Samuel_Saude_bucal_DM
 
Sergio_Framingham
Sergio_FraminghamSergio_Framingham
Sergio_Framingham
 
Samuel_Programa_atividade_fisica
Samuel_Programa_atividade_fisicaSamuel_Programa_atividade_fisica
Samuel_Programa_atividade_fisica
 
Samuel_Modelo_transteórico
Samuel_Modelo_transteóricoSamuel_Modelo_transteórico
Samuel_Modelo_transteórico
 
Sergio_HAS_tratamento_medicamentoso
Sergio_HAS_tratamento_medicamentosoSergio_HAS_tratamento_medicamentoso
Sergio_HAS_tratamento_medicamentoso
 
Sergio_HAS_diagnostico
Sergio_HAS_diagnosticoSergio_HAS_diagnostico
Sergio_HAS_diagnostico
 

Semelhante a Joana_Sedentarismo

Fator de risco_para_doenças_crônicas
Fator de risco_para_doenças_crônicasFator de risco_para_doenças_crônicas
Fator de risco_para_doenças_crônicassedis-suporte
 
Apostila ensino médio atividades fisicas
Apostila ensino médio atividades fisicasApostila ensino médio atividades fisicas
Apostila ensino médio atividades fisicasReginaldo Pazinatto
 
Nutrição na atividade física e estilos de vida saudáveis: Novas perspetivas
Nutrição na atividade física e estilos de vida saudáveis: Novas perspetivasNutrição na atividade física e estilos de vida saudáveis: Novas perspetivas
Nutrição na atividade física e estilos de vida saudáveis: Novas perspetivasDiogo Teixeira
 
Relatório tcc lourdes_valdete_normalizado
Relatório tcc lourdes_valdete_normalizadoRelatório tcc lourdes_valdete_normalizado
Relatório tcc lourdes_valdete_normalizadoLourdes Piedade
 
Obesidade CriançA E Adolescente
Obesidade CriançA E AdolescenteObesidade CriançA E Adolescente
Obesidade CriançA E Adolescentehudsonjunior
 
Obesidade e Fisiologia do Exercício.pptx
Obesidade e Fisiologia do Exercício.pptxObesidade e Fisiologia do Exercício.pptx
Obesidade e Fisiologia do Exercício.pptxErickDiegodosSantos1
 
Apresentação Projeto de Pesquisa Andriely.pptx
Apresentação Projeto de Pesquisa Andriely.pptxApresentação Projeto de Pesquisa Andriely.pptx
Apresentação Projeto de Pesquisa Andriely.pptxandrielymoraes5
 
sedentarismo e obesidade (1) SLIDES DO Rique (1).pptx
sedentarismo e obesidade (1) SLIDES DO Rique (1).pptxsedentarismo e obesidade (1) SLIDES DO Rique (1).pptx
sedentarismo e obesidade (1) SLIDES DO Rique (1).pptxTharykBatatinha
 
Fisioterapia - As Várias Maneiras de Cuidar
Fisioterapia - As Várias Maneiras de CuidarFisioterapia - As Várias Maneiras de Cuidar
Fisioterapia - As Várias Maneiras de CuidarMárcio Borges
 
A Obesidade devem ser Evitada e Tratada e o Estilo de Vida Mudado
A Obesidade devem ser Evitada e Tratada e o Estilo de Vida MudadoA Obesidade devem ser Evitada e Tratada e o Estilo de Vida Mudado
A Obesidade devem ser Evitada e Tratada e o Estilo de Vida MudadoVan Der Häägen Brazil
 
Apostila avaliação nutricional
Apostila  avaliação nutricionalApostila  avaliação nutricional
Apostila avaliação nutricionalBruna Bellini
 
Trabalhos associados a um estilo de vida saudável
Trabalhos associados a um estilo de vida saudávelTrabalhos associados a um estilo de vida saudável
Trabalhos associados a um estilo de vida saudávelAdriana Duarte
 

Semelhante a Joana_Sedentarismo (20)

Fator de risco_para_doenças_crônicas
Fator de risco_para_doenças_crônicasFator de risco_para_doenças_crônicas
Fator de risco_para_doenças_crônicas
 
Apostila ensino médio atividades fisicas
Apostila ensino médio atividades fisicasApostila ensino médio atividades fisicas
Apostila ensino médio atividades fisicas
 
Saúde
SaúdeSaúde
Saúde
 
Nutrição na atividade física e estilos de vida saudáveis: Novas perspetivas
Nutrição na atividade física e estilos de vida saudáveis: Novas perspetivasNutrição na atividade física e estilos de vida saudáveis: Novas perspetivas
Nutrição na atividade física e estilos de vida saudáveis: Novas perspetivas
 
Relatório tcc lourdes_valdete_normalizado
Relatório tcc lourdes_valdete_normalizadoRelatório tcc lourdes_valdete_normalizado
Relatório tcc lourdes_valdete_normalizado
 
Obesidade CriançA E Adolescente
Obesidade CriançA E AdolescenteObesidade CriançA E Adolescente
Obesidade CriançA E Adolescente
 
Obesidade e Fisiologia do Exercício.pptx
Obesidade e Fisiologia do Exercício.pptxObesidade e Fisiologia do Exercício.pptx
Obesidade e Fisiologia do Exercício.pptx
 
Educação física e saúde aula 2
Educação  física e saúde   aula 2Educação  física e saúde   aula 2
Educação física e saúde aula 2
 
Apresentação Projeto de Pesquisa Andriely.pptx
Apresentação Projeto de Pesquisa Andriely.pptxApresentação Projeto de Pesquisa Andriely.pptx
Apresentação Projeto de Pesquisa Andriely.pptx
 
sedentarismo e obesidade (1) SLIDES DO Rique (1).pptx
sedentarismo e obesidade (1) SLIDES DO Rique (1).pptxsedentarismo e obesidade (1) SLIDES DO Rique (1).pptx
sedentarismo e obesidade (1) SLIDES DO Rique (1).pptx
 
Clipping 73
Clipping 73Clipping 73
Clipping 73
 
Fisioterapia - As Várias Maneiras de Cuidar
Fisioterapia - As Várias Maneiras de CuidarFisioterapia - As Várias Maneiras de Cuidar
Fisioterapia - As Várias Maneiras de Cuidar
 
CIF em Pediatria
CIF em PediatriaCIF em Pediatria
CIF em Pediatria
 
A Obesidade devem ser Evitada e Tratada e o Estilo de Vida Mudado
A Obesidade devem ser Evitada e Tratada e o Estilo de Vida MudadoA Obesidade devem ser Evitada e Tratada e o Estilo de Vida Mudado
A Obesidade devem ser Evitada e Tratada e o Estilo de Vida Mudado
 
Clipping 84
Clipping 84Clipping 84
Clipping 84
 
Apostila avaliação nutricional
Apostila   avaliação nutricionalApostila   avaliação nutricional
Apostila avaliação nutricional
 
Apostila avaliação nutricional
Apostila  avaliação nutricionalApostila  avaliação nutricional
Apostila avaliação nutricional
 
Trabalhos associados a um estilo de vida saudável
Trabalhos associados a um estilo de vida saudávelTrabalhos associados a um estilo de vida saudável
Trabalhos associados a um estilo de vida saudável
 
Educação física aula 01
Educação física aula 01Educação física aula 01
Educação física aula 01
 
Tcc osvaldo formatado
Tcc osvaldo formatadoTcc osvaldo formatado
Tcc osvaldo formatado
 

Mais de comunidadedepraticas

Programa Academia da Saúde - Informações Básicas
Programa Academia da Saúde - Informações BásicasPrograma Academia da Saúde - Informações Básicas
Programa Academia da Saúde - Informações Básicascomunidadedepraticas
 
Descrição e Características das Práticas Corporais e Mentais da MTC
Descrição e Características das Práticas Corporais e Mentais da MTCDescrição e Características das Práticas Corporais e Mentais da MTC
Descrição e Características das Práticas Corporais e Mentais da MTCcomunidadedepraticas
 
Conceitos da MTC Aplicados às Práticas Corporais e Mentais
Conceitos da MTC Aplicados às Práticas Corporais e MentaisConceitos da MTC Aplicados às Práticas Corporais e Mentais
Conceitos da MTC Aplicados às Práticas Corporais e Mentaiscomunidadedepraticas
 
Histórico das Práticas Corporais da Medicina Tradicional Chinesa
Histórico das Práticas Corporais da Medicina Tradicional ChinesaHistórico das Práticas Corporais da Medicina Tradicional Chinesa
Histórico das Práticas Corporais da Medicina Tradicional Chinesacomunidadedepraticas
 
Apresentacao aprendizagem colaborativa
Apresentacao aprendizagem colaborativaApresentacao aprendizagem colaborativa
Apresentacao aprendizagem colaborativacomunidadedepraticas
 
Interação: ensinando e aprendendo na CdP
Interação: ensinando e aprendendo na CdPInteração: ensinando e aprendendo na CdP
Interação: ensinando e aprendendo na CdPcomunidadedepraticas
 
Plantas medicinais usadas em infecções respiratórias
Plantas medicinais usadas em infecções respiratóriasPlantas medicinais usadas em infecções respiratórias
Plantas medicinais usadas em infecções respiratóriascomunidadedepraticas
 
Remédio caseiros com plantas medicinais
Remédio caseiros com plantas medicinaisRemédio caseiros com plantas medicinais
Remédio caseiros com plantas medicinaiscomunidadedepraticas
 
Plantas medicinais usadas para o tratamento contra infestação de piolhos
Plantas medicinais usadas para o tratamento contra infestação de piolhosPlantas medicinais usadas para o tratamento contra infestação de piolhos
Plantas medicinais usadas para o tratamento contra infestação de piolhoscomunidadedepraticas
 
Plantas medicinais antissépticas e cicatrizantes usadas em doenças de pele
Plantas medicinais antissépticas e cicatrizantes usadas em doenças de pelePlantas medicinais antissépticas e cicatrizantes usadas em doenças de pele
Plantas medicinais antissépticas e cicatrizantes usadas em doenças de pelecomunidadedepraticas
 
Plantas medicinais antidiarréicas
Plantas medicinais antidiarréicasPlantas medicinais antidiarréicas
Plantas medicinais antidiarréicascomunidadedepraticas
 
Introdução a fitoterapia - informações básicas
Introdução a fitoterapia - informações básicasIntrodução a fitoterapia - informações básicas
Introdução a fitoterapia - informações básicascomunidadedepraticas
 
Marco Histórico Internacional da MTC
Marco Histórico Internacional da MTCMarco Histórico Internacional da MTC
Marco Histórico Internacional da MTCcomunidadedepraticas
 

Mais de comunidadedepraticas (20)

Tutorial InovaSUS
Tutorial  InovaSUSTutorial  InovaSUS
Tutorial InovaSUS
 
Programa Academia da Saúde - Informações Básicas
Programa Academia da Saúde - Informações BásicasPrograma Academia da Saúde - Informações Básicas
Programa Academia da Saúde - Informações Básicas
 
Descrição e Características das Práticas Corporais e Mentais da MTC
Descrição e Características das Práticas Corporais e Mentais da MTCDescrição e Características das Práticas Corporais e Mentais da MTC
Descrição e Características das Práticas Corporais e Mentais da MTC
 
Conceitos da MTC Aplicados às Práticas Corporais e Mentais
Conceitos da MTC Aplicados às Práticas Corporais e MentaisConceitos da MTC Aplicados às Práticas Corporais e Mentais
Conceitos da MTC Aplicados às Práticas Corporais e Mentais
 
Histórico das Práticas Corporais da Medicina Tradicional Chinesa
Histórico das Práticas Corporais da Medicina Tradicional ChinesaHistórico das Práticas Corporais da Medicina Tradicional Chinesa
Histórico das Práticas Corporais da Medicina Tradicional Chinesa
 
Diagnóstico em MTC
Diagnóstico em MTCDiagnóstico em MTC
Diagnóstico em MTC
 
Apresentacao aprendizagem colaborativa
Apresentacao aprendizagem colaborativaApresentacao aprendizagem colaborativa
Apresentacao aprendizagem colaborativa
 
Interação: ensinando e aprendendo na CdP
Interação: ensinando e aprendendo na CdPInteração: ensinando e aprendendo na CdP
Interação: ensinando e aprendendo na CdP
 
Plantas medicinais usadas em infecções respiratórias
Plantas medicinais usadas em infecções respiratóriasPlantas medicinais usadas em infecções respiratórias
Plantas medicinais usadas em infecções respiratórias
 
Cadastramento e-SUS
Cadastramento e-SUSCadastramento e-SUS
Cadastramento e-SUS
 
Plantas tóxicas
Plantas tóxicasPlantas tóxicas
Plantas tóxicas
 
Plantas e gravidez
Plantas e gravidezPlantas e gravidez
Plantas e gravidez
 
Remédio caseiros com plantas medicinais
Remédio caseiros com plantas medicinaisRemédio caseiros com plantas medicinais
Remédio caseiros com plantas medicinais
 
Plantas medicinais usadas para o tratamento contra infestação de piolhos
Plantas medicinais usadas para o tratamento contra infestação de piolhosPlantas medicinais usadas para o tratamento contra infestação de piolhos
Plantas medicinais usadas para o tratamento contra infestação de piolhos
 
Plantas medicinais antissépticas e cicatrizantes usadas em doenças de pele
Plantas medicinais antissépticas e cicatrizantes usadas em doenças de pelePlantas medicinais antissépticas e cicatrizantes usadas em doenças de pele
Plantas medicinais antissépticas e cicatrizantes usadas em doenças de pele
 
Plantas medicinais antidiarréicas
Plantas medicinais antidiarréicasPlantas medicinais antidiarréicas
Plantas medicinais antidiarréicas
 
Introdução a fitoterapia - informações básicas
Introdução a fitoterapia - informações básicasIntrodução a fitoterapia - informações básicas
Introdução a fitoterapia - informações básicas
 
Passos para Implantação de PICs
Passos para Implantação de PICsPassos para Implantação de PICs
Passos para Implantação de PICs
 
Marco Histórico Internacional da MTC
Marco Histórico Internacional da MTCMarco Histórico Internacional da MTC
Marco Histórico Internacional da MTC
 
Marco Histórico Nacional da MTC
Marco Histórico Nacional da MTCMarco Histórico Nacional da MTC
Marco Histórico Nacional da MTC
 

Joana_Sedentarismo

  • 1. Fator de Risco para Doenças Crônicas: Sedentarismo
  • 2. O que é um Fator de Risco? Um “fator de risco” é uma característica individual, física ou comportamental, associada com uma maior possibilidade de desenvolvimento de determinadas doenças. (Federação Internacional de Medicina do Esporte, 1991) Um “fator de risco” é uma característica individual, física ou comportamental, associada com uma maior possibilidade de desenvolvimento de determinadas doenças. (Federação Internacional de Medicina do Esporte, 1991)
  • 3. Porque estudar Fatores de Risco? Identificar os FR é assegurar ações de promoção e prevenção. Identificar os FR é assegurar ações de promoção e prevenção. A prevalência elevada de FR requer a implementação de estratégias que reduzam a exposição a esses fatores. A prevalência elevada de FR requer a implementação de estratégias que reduzam a exposição a esses fatores. Este tipo de intervenção resulta na diminuição do desenvolvimento desta doença. Este tipo de intervenção resulta na diminuição do desenvolvimento desta doença.
  • 5. Porque estudar Fatores de Risco? Novos hábitos = Novos Fatores de Risco Novos hábitos = Novos Fatores de Risco
  • 6. Cenário Atual SITUAÇÃO - BRASIL As doenças infecciosas, causas de morte no início do século passado, convivem ou cederam lugar às doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) dependo da região do país. INTERVENÇÃO - SUS Essa transição epidemiológica exigiu uma reestruturação das políticas de saúde pública que atentou para desenvolvimento de estratégias para o controle das doenças crônicas.
  • 7. A Vigilância Epidemiológica e a abordagem dos FATORES DE RISCO A Vigilância Epidemiológica e a abordagem dos FATORES DE RISCO As ações da vigilância epidemiológica sobre as doenças crônicas contemplam: 1. Identificação da distribuição, magnitude e tendência de exposição da população aos fatoresfatores de riscode risco; 2. Identificação dos condicionantescondicionantes sociais, econômicos e ambientais a eles atrelados; 3. Planejamento, execução e avaliação de ações de prevençãoprevenção e de controle; 4. Implementação de políticas públicas de promoçãopromoção a saúde.
  • 8. Os fatores de risco na população brasileira Um estudo de revisão bibliográfica avaliou a prevalência de exposição da população brasileira aos principais fatores de risco para o desenvolvimento de DCNTs. O estudo: Casado L, Vianna L, Thuler CS. Fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: uma revisão sistemática. Revista brasileira de cancerologia 2009; 55 (4): 379-87 http://www.inca.gov.br/rbc/n_55/v04/pdf/379_revisao_literatura A autora fez ressalva que há necessidade de padronizar os instrumentos de medida, a fim de que os resultados obtidos nas diferentes localidades possam ser comparados já que foi observada grande variação nos diferentes estudos.
  • 9. Os fatores de risco na população brasileira Prevalência da exposição da população aos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas no Brasil Fator de Risco Prevalência de Exposição da População Tabagismo 8,7% a 28,8% Uso abusivo de álcool 0,1% a 37,7% Excesso de peso 1,5% a 49,0% Obesidade 9,4% a 17,6% Sedentarismo 20,1% a 43,1% Hipertensão arterial 5,3% a 34,0% Diabetes mellitus 2,7% a 7,8%
  • 10. Os fatores de risco na população brasileira VOCÊ SABIA? Cerca de 70% da população adulta não atinge os níveis mínimos recomendados de atividade física. (GUALANO & TINUCCI, 2011). VOCÊ SABIA? Cerca de 70% da população adulta não atinge os níveis mínimos recomendados de atividade física. (GUALANO & TINUCCI, 2011).
  • 11. Classificação dos Fatores de Risco Os FATORES DE RISCO para o desenvolvimento das doenças crônicas vêm sendo classificados como modificáveis ou não modificáveis.
  • 12. Classificação dos Fatores de Risco MODIFICÁVEIS Hipertensão arterial Ingestão de álcool Diabetes mellitus Tabagismo Sedentarismo Estresse Obesidade Colesterol elevado NÃO MODIFICÁVEIS Idade (envelhecimento) Hereditariedade Sexo Raça
  • 13.
  • 14.
  • 16. O Fator de Risco ‘’Sedentarismo’’
  • 17. O Fator de Risco ‘’Sedentarismo’’ “(....) No decorrer dos últimos 50 anos, com a implementação da mecanização do trabalho e das atividades domésticas, houve redução no gasto energético das atividades, tornando a atividade física de lazer relevante no cumprimento das necessidades de atividade física diária. A prática de atividade física é influenciada por características individuais, como motivação, habilidades motoras e outros comportamentos, e por características ambientais, como o acesso a espaços de lazer, custos, barreiras de disponibilidade temporal e suporte sociocultural (Camões e Lopes, 2008) (...)”. (Codarin et al, 2010 P. 425) “(....) No decorrer dos últimos 50 anos, com a implementação da mecanização do trabalho e das atividades domésticas, houve redução no gasto energético das atividades, tornando a atividade física de lazer relevante no cumprimento das necessidades de atividade física diária. A prática de atividade física é influenciada por características individuais, como motivação, habilidades motoras e outros comportamentos, e por características ambientais, como o acesso a espaços de lazer, custos, barreiras de disponibilidade temporal e suporte sociocultural (Camões e Lopes, 2008) (...)”. (Codarin et al, 2010 P. 425)
  • 18. O Fator de Risco ‘’Sedentarismo’’ Para reflexão: “O que é utilizado, desenvolve-se, o que não o é, desgasta-se... se houver alguma deficiência de alimento e exercício, o corpo adoecerá”. Hipócrates Para reflexão: “O que é utilizado, desenvolve-se, o que não o é, desgasta-se... se houver alguma deficiência de alimento e exercício, o corpo adoecerá”. Hipócrates
  • 19. • O sedentarismo corresponde a uma quantidade insuficiente de atividade física exercida pelo indivíduo. Os conceitos mais recentes correlacionam a classificação do indivíduo com o seu gasto energético considerado um determinado período de tempo: • Para a Organização Mundial de Saúde o indivíduo sedentário é aquele tem um gasto inferior a 2.200 kcal por semana. • Outro forma de classificar o indivíduo como sedentário é conhecer o MET (unidade metabólica) de suas atividades e convertê-los em kcal (1 MET = 3,5ml de oxigênio/kg/min ou 0,0175 kcal/kg/min). Estes valores foram acoplados no Compêndio de Atividade Física. Se deseja aprofundar a abordagem deste tema consulte: FARINATTI, 2007 no link: http://www.fisiologiadoexercicio.ufscar.br/artigos/a4br.pdf O Sedentarismo: quem é considerado sedentário?
  • 20. Lembre-se que gasto energético abrange todas a ATIVIDADES FÍSICAS do sujeito o que inclui: 1.Atividade ocupacional; 2.Atividades domésticas; 3.Atividades de locomoção; 4.Atividades de lazer (exercício físico) Lembre-se que gasto energético abrange todas a ATIVIDADES FÍSICAS do sujeito o que inclui: 1.Atividade ocupacional; 2.Atividades domésticas; 3.Atividades de locomoção; 4.Atividades de lazer (exercício físico) O Sedentarismo: quem é considerado sedentário?
  • 21. Você sabia que para atingir o consumo de 2.200 calorias por semana é necessário que o indivíduo acumule apenas trinta minutos por dia de atividade física? Você sabia que para atingir o consumo de 2.200 calorias por semana é necessário que o indivíduo acumule apenas trinta minutos por dia de atividade física? O Sedentarismo: quem é considerado sedentário?
  • 22. Exemplo de inquérito, de fácil aplicação, que investiga o nível de atividade física dos pacientes.
  • 23. IPAC curto Faça o download do questionário no site do Celafisc aqui.
  • 24. A partir deste instrumento , identificamos como sedentários os pacientes INATIVO e PARCIALMENTE ATIVO. Exemplo de inquérito, de fácil aplicação, que investiga o nível de atividade física dos pacientes.
  • 25. Conhecendo o indivíduo antes da prescrição de atividade física  Porque aplicar um instrumento para este fim? Pois, embora de modo moderado, a atividade física, expõem o indivíduo a riscos, particularmente os de natureza cardiovascular.  Que tipo de instrumento utilizar? Uma abordagem inicial pode abranger a aplicação de questionários; identificando-se situações de risco ou vulnerabilidade, recomenda-se a solicitação de exames médicos e funcionais, como por exemplo, o ECG de esforço.  O Questionário de Prontidão para Atividade Física (PAR-Q): O PAR-Q (sigla de Physical Activity Readiness Questionnaire) tem sido sugerido como padrão mínimo de avaliação pré-
  • 26. O Questionário de Prontidão para Atividade Física (PAR-Q): QUESTÕES SIM NÃO 1. Algum médico já disse que você possui algum problema de coração e que só deveria realizar atividade física supervisionada por profissionais de saúde? 2. Você sente dores no peito quando pratica atividade física? 3. No último mês, você sentiu dores no peito quando praticava atividade física? 4. Você apresenta desequilíbrio devido à tontura e/ou perda de consciência? 5. Você possui algum problema ósseo ou articular que poderia ser piorado pela atividade física? 6. Você toma atualmente algum medicamento para pressão arterial e/ou problema de coração? 7. Sabe de alguma outra razão pela qual você não deve realizar atividade física? Requer Avaliação Comple- mentar. Requer Avaliação Comple- mentar.
  • 27. Por que o sedentarismo aumenta o risco de desenvolver doenças crônicas? • O sedentarismo e a ausência de adaptações decorrentes do exercício regular reduzem as reservas fisiológicas do corpo, o que: 1. causas riscos para a saúde; 2. reduz as capacidades físicas dos sujeitos. • Além do sedentarismo ser um fator de risco importante por si só, ele exerce influência negativa e direta sobre outros fatores (como obesidade, hipertensão, metabolismo do colesterol, etc...) • A inatividade física: 1. aumenta a incidência relativa de: doença arterial coronariana (45%), infarto agudo do miocárdio (60%), hipertensão arterial (30%), câncer de cólon (41%) e de mama (31%), diabetes do tipo II (50%) e osteoporose (59%) (KATZMARZYK & JANSSEN, 2004). 2. Está associada à mortalidade, obesidade, maior incidência de queda e debilidade física em idosos, dislipidemia, depressão, demência, ansiedade e alterações do humor (GREGG,PEREIRA & CASPERSEN, 2000).
  • 28.
  • 29. Para melhorar ao máximo as suas propriedades morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e metabólicas, o organismo humano necessita de uma determinada quantidade de atividade motora ao longo da vida.
  • 30. O uso adequado da musculatura esquelética, com as suas consequências fisiológicas adaptativas para todos os demais sistemas, faz parte do “manual de instruções” do corpo.
  • 31. - Favorece o alcance ou a manutenção do peso ideal. - Reduz o risco de morte por doenças cardiovasculares. - Reduz o risco de desenvolver diabetes, hipertensão e câncer de cólon e mama. - Contribui para a melhor do perfil lipídico. - Contribui para a melhor do de saúde mental. - Propicia a manutenção de ossos e articulação mais saudáveis. - Aumenta a força muscular. - Melhora o funcionamento corporal e preserva as capacidades físicas. - Possui correlação favorável com redução do tabagismo e abuso de álcool e drogas; - Aumenta o bem-estar e a auto-estima.
  • 32. - Favorece o alcance ou a manutenção do peso ideal. - Reduz o risco de morte por doenças cardiovasculares. - Reduz o risco de desenvolver diabetes, hipertensão e câncer de cólon e mama. - Contribui para a melhor do perfil lipídico. - Contribui para a melhor do de saúde mental. - Propicia a manutenção de ossos e articulação mais saudáveis. - Aumenta a força muscular. - Melhora o funcionamento corporal e preserva as capacidades físicas. - Possui correlação favorável com redução do tabagismo e abuso de álcool e drogas; - Aumenta o bem-estar e a auto-estima. A prática de atividade física, contrariamente ao sedentarismo, atua positivamente sobre a saúde dos indivíduos, pois: A prática de atividade física, contrariamente ao sedentarismo, atua positivamente sobre a saúde dos indivíduos, pois:
  • 33. A partir disto, identificamos: 1.A inatividade física associada a incidência e severidade das doenças crônicas. 2.A relação inversa do exercício físico/atividade física com a manifestação dessas doenças. 3.A relação positiva do exercício físico/atividade física com a qualidade de vida. Assim sendo: •Identificamos o sedentarismo como um problema de saúde pública; •O exercício físico/atividade física como uma das ferramentas terapêuticas mais importantes na promoção de saúde (...). A partir disto, identificamos: 1.A inatividade física associada a incidência e severidade das doenças crônicas. 2.A relação inversa do exercício físico/atividade física com a manifestação dessas doenças. 3.A relação positiva do exercício físico/atividade física com a qualidade de vida. Assim sendo: •Identificamos o sedentarismo como um problema de saúde pública; •O exercício físico/atividade física como uma das ferramentas terapêuticas mais importantes na promoção de saúde (...). Fonte: : ANS (BRASIL). “Manual Técnico de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar”. 2006. Link: http://www.ans.gov.br/portal/upload/biblioteca/manual_ans.pdf
  • 34. • Pelo menos 30 min diários, 5 vezes na semana o que garante um consumos de 2200 kcal/semana. • Considerar que um programa de exercícios físicos deve contemplar estímulos: aeróbio, de resistência muscular e de flexibilidade/alongamento. Prescreva Atividade Física!
  • 35. De modo geral recomenda-se (considerando indivíduos adultos saudáveis: Atividade aeróbia: -de intensidade moderada (POR EXEMPLO, uma caminhada acelerada): no mínimo 30 min, 5 dias por semana - atividades intensas (POR EXEMPLO, uma corrida): cerca de 3 vezes por semana, pelo menos 20 min por dia. ExercícIos resistidos: -no mínimo 2 vezes na semana com programa com cerca de 8-10 exercícios realizados em dias alternados e priorizando os maiores grupos musculares; utilizar de 8 -12 repetições de cada exercício. Treinamento da flexibilidade: Abranger exercícios globais realizados lentamente, até causar ligeiro desconforto os quais devem ser mantidos por cerca de 20 segundos. (Nelson, 1994; Haskell, 2007) De modo geral recomenda-se (considerando indivíduos adultos saudáveis: Atividade aeróbia: -de intensidade moderada (POR EXEMPLO, uma caminhada acelerada): no mínimo 30 min, 5 dias por semana - atividades intensas (POR EXEMPLO, uma corrida): cerca de 3 vezes por semana, pelo menos 20 min por dia. ExercícIos resistidos: -no mínimo 2 vezes na semana com programa com cerca de 8-10 exercícios realizados em dias alternados e priorizando os maiores grupos musculares; utilizar de 8 -12 repetições de cada exercício. Treinamento da flexibilidade: Abranger exercícios globais realizados lentamente, até causar ligeiro desconforto os quais devem ser mantidos por cerca de 20 segundos. (Nelson, 1994; Haskell, 2007) Prescreva Atividade Física!
  • 36. Fonte: Divisão de Educação Física do HU/UFPB
  • 37. Bibliografia • American College of Sports Medicine. ACSM’s guidelines for exercise testing and prescription. 6th ed. Philadelphia: Lippincott, Williams & Wilkins; 2000. • Agência Nacional de Saúde Suplementar (Brasil). Manual técnico de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças na saúde suplementar Agência Nacional de Saúde Suplementar. Rio de Janeiro : ANS, 2006. 65p. • Carvalho T, et al. Atividade Física e Saúde. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte. Agosto de 2011. Disponível em: http://www.bibliomed.com.br/diretrizes/pdf/atividade_fisica_saude.pdf. • CODARIN, Maria Alice Franzini et al . Associação entre prática de atividade física, escolaridade e perfil alimentar de motoristas de caminhão. Saude soc., São Paulo, v. 19, n. 2, June 2010. • FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE MEDICINA DESPORTIVA. A inatividade física aumenta os fatores de risco para a saúde e a capacidade física. Rev Bras Med Esporte [online]. 1998, vol.4, n.2, pp. 69-70. ISSN 1517-8692. • GALUANO, B. TINUCCI, T. Sedentarismo, exercício físico e doenças crônicas. Rev. bras. Educ. Fís. Esporte, São Paulo, v.25, p.37-43, dez. 2011 N. esp. P. 37-43. • HASKELL W. L.,et al. Physical activity and public health: updated recommendation for adults from the American College of Sports. Medicine and the American Heart Association. Med. Sci. Sports Exerc. 39:1423–1434, 2007. • NELSON ME, et al. Effects of high-intensity strength training on multiple risk factors for osteoporotic fractures. A randomized controlled trial JAMA 1994; 272:1909-14.
  • 38. Este trabalho está licenciado sob uma licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-Compartilha Igual 4.0 Internacional. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/