Introdução à antroposofia aplicada à saúde

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Esta apresentação de slides foi desenvolvida para o Curso Introdutório em Práticas Integrativas e Complementares: Antroposofia Aplicada à Saúde. Acesse: https://cursos.atencaobasica.org.br/courses/16682
Material produzido pelo Ministério da Saúde (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares) e Instituto Communitas.

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Introdução à antroposofia aplicada à saúde

  1. 1. CURSO INTRODUTÓRIO EM PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES: ANTROPOSOFIA APLICADA À SAÚDE INTRODUÇÃO À ANTROPOSOFIA APLICADA À SAÚDE E CONCEITOS BÁSICOS Ricardo Ghelman
  2. 2. Nascemos com motricidade de peixes Aos 3 meses sustentamos a cabeça como anfíbios Aos 7 meses engatinhamos como repteis Aos 8 meses engatinhamos Como mamíferos Aos 11 meses Ficamos de cócoras como primatas Aos 12 meses adotamos a postura ereta Síntese organizada do desenvolvimento humano Cérebro Primitivo Arquicortex Cérebro intermediário Paleocortex Cérebro Racional Neocortex
  3. 3. … ao longo dos milhões de anos filogenéticos e três anos ontogenéticos... • Andamos de forma Ereta - com liberação das mãos – Homo erectus e Homo habilis • Desenvolvemos consciência reflexiva e Fala complexa (Auto-Consciência) – Homo sapiens
  4. 4. As três esferas da psique e a psicossomática cerebral PENSAMENTO CORTICAL HUMANO Cérebro Racional Neocortex SENTIMENTO MAMÍFERO Cérebro intermediário Paleocortex (sistema límbico) VONTADE REPTILIANA Cérebro Primitivo Arquicortex (hipocampo e hipotálamo) SNS SR SMM
  5. 5. Os três sistemas orgânicos funcionais • SISTEMA NEURO-SENSORIAL (SNS), associado ao ectoderma • SISTEMA RÍTMICO (SR), associado ao mesoderma • SISTEMA METABÓLICO – MOTOR (SMM), associado ao endoderma SNS SR SMM
  6. 6. • Características: ▪ Centro caudal ▪ Mineralização central nos ossos longos tubulares ▪ Assimetria e espiral ▪ Enorme capacidade regenerativa ▪ Não permite sensação, percepção e consciência ▪ Anabolizante ▪ Tendência ao movimento ▪ Sentido centrífugo ▪ Dissolvente ▪ Caótico SISTEMA METABÓLICO-MOTOR (SMM) SMM
  7. 7. • Características: ▪ Centro cranial ▪ Mineralização periférica nos ossos chatos ▪ Simetria lateral ▪ Baixa capacidade regenerativa ▪ Tendência a imobilidade ▪ Permite sensação, percepção e consciência ▪ Catabolizante ▪ Sentido centrípeto ▪ Configurante ▪ Ordenador SISTEMA NEURO-SENSORIAL (SNS) SNS
  8. 8. Sistema Rítmico Conciliador Harmonizador Curador Integrador
  9. 9. 21 anos 42 anos 28 35 Saúde RITMODesenvolvimento crânio- caudal Degeneração caudo-cranial QUENTE FRIO Desenvolvimento biológico humano
  10. 10. 21 anos 42 anos 28 35 Saúde TH 3Desenvolvimento crânio- caudal Degeneração caudo-cranial TH 1 TH 2 Desenvolvimento biológico humano
  11. 11. Evolução hipertérmica aguda Th1: IL-2, IL-3, IL-12, IFN-γ. FNT-β Th 3: (equilíbrio) Evolução hipotérmica crônica Th2: IL-4, IL-5, IL-6, IL-9, IL-10, IL-13 Polaridade nos padrões imunológicos
  12. 12. Células do sangue LEUCÓCITOS – ERITRÓCITOS - PLAQUETAS GRANULÓCITOS X LINFÓCITOS/MONÓCITOS Linfócitos (CD3) NK (CD57) - Linfócitos B - Linfócitos T Linfócitos T Helper (CD 4) x Supressor (CD8) Linfócitos TH TH1 x TH2 TH3 SM Endo SNS Ecto
  13. 13. SNS SMM 21 42 Doenças infecto-contagiosas Doenças crônico-degenerativas Saúde S.R
  14. 14. Dinâmicas fisio-patológicas • SNS: Inflamação crônico-degenerativa TH2, função catabólica – fisiológica pós 42 • SMM: Inflamação aguda, função regeneradora- fisiológica até 21 • SR: Saúde TH3, função harmonizante e homeostase entre 21 e 42
  15. 15. Sistema neuro-sensorial Pensamento Sistema rítmico Sentimento Sistema metabólico Vontade Psicossomática Antroposófica
  16. 16. Sistema neuro-sensorial Sistema rítmico Sistema metabólico Psicossomática Antroposófica Pensamento Ciência/Exatas Sentimento Arte/Biomédicas Vontade Espiritualidade/Humanas
  17. 17. SNA PARASIMPÁTICO SNA SIMPÁTICO VONTADE SENTIMENTO PENSAMENTO 0 a 21 21 a 42 42 a 63
  18. 18. Constituição NOO-PSICOSOMÁTICA 0 21 42 63 Individualidade (noético) Alma (psíquico) Corpo (somático) Primeira fase Segunda fase Terceira fase Colheita Três dimensões
  19. 19. • Corpo: Organização de quatro naturezas, evolutivamente • Psique: Organização das vontades, dos sentimentos e dos pensamentos, evolutivamente • Individualidade (pyrus, “fogo interno”) – NOÉTICA – Essência humana que gera autoconsciência na psique e identidade imunológica no corpo
  20. 20. Para as quatro naturezas precisamos de quatro partos
  21. 21. Primeiro Parto •No sétimo mês de gravidez, quando abrimos os olhos, o nível de oxigênio sobe aos níveis mais rarefeitos do nosso planeta, o sangue começa a ser produzido pelos nossos ossos, as células de gordura se proliferam, os alvéolos se abrem pelo surfactante e começa o processo de mielinização. •Após 2 meses, em casa ou na maternidade, via natural ou cesareana entre 37 a 42 semanas apos a fecundação, saímos do saco amniótico. •Após 3 meses, quando começamos realmente a enxergar e a nos manter com a cabeça erguida contra a gravidade, possuímos 1 ano de existência.
  22. 22. Primeira Infância – 0 a 7 anos •Primeira infância não mielinizada, mas em processo •Termina com o Parto da mielinização na CABEÇA •Termina com a formação final de alvéolos no TÓRAX •Termina com a formação final de células de gordura no METABOLISMO •NÍVEL DE CONSCIÊNCIA •Da Fantasia a Cognição
  23. 23. ...durante 7 anos, consciência CIRCULAR... •Mielinização significa que as células da glia rodam ao redor dos axônios de forma espiralada.
  24. 24. Primeira Infância – 0 a 7 anos •Os neurônios-espelho ▪Nos permite enorme capacidade de imitação •A superprodução e estabilização de sinapses do córtex visual, cortex auditivo e de linguagem ▪Nos permite ver, ouvir, falar •PERCEBER E SE COMUNICAR •INTELIGÊNCIA MOTORA
  25. 25. PARTO TRADIC Gestação 4 0 14 ANOS MIELINIZAÇÃO 7 ANOS 21 ANOS PARTODA MIELINIZAÇÃO PARTO HORMONAL MAIORIDADE 8 CABEÇA TRONCO MEMBROS FANTASIA Primeira infância Segunda infância Desenvolvimento crânio-caudal Terceira infância POR QUE? POR QUE?
  26. 26. Quatro lemniscatas verticais justapostas criam uma imagem integrada cuja porção superior se relaciona com o SNS, a região inferior com o SMM e o centro com o SR, são elas: 1.OF - lemniscata esquelética composta por tecidos minerais cristalizados 2.OV - lemniscata muscular de caráter fluido (80% de água) 3.OA - lemniscata nervosa de natureza lipídica 4.OE - lemniscata circulatória de natureza calórica.
  27. 27. A organização física •É avaliada pelo peso (quantitativo e qualitativo) do paciente em relação a sua leveza, do IMC, da densidade óssea (RX e Densitometria óssea), coloração pálida e textura seca da pele, tendência a mineralização e edema (água submetida às forças da gravidade). •No aspecto psíquico é investigada pelo grau de melancolia (peso d’alma), rigidez e dureza mental, cristalização de idéias, idéias fixas e pela paralisia anímica.
  28. 28. A organização vital •... é avaliada pelas formas convexas (formas infantis), pela distribuição dos líquidos, pela leveza, pela capacidade de regeneração e crescimento, pelo turgor úmido e maciez da pele, pela falta de cansaço e pela boa disposição. •Psiquicamente pela boa memória, pela profundidade do sono, pelo temperamento fleumático, pela inconsciência, pela adaptabilidade e pela capacidade de produção de cores fisiológicas pela visão.
  29. 29. A organização anímica •É avaliada pelo tônus muscular, motricidade grosseira e fina, sensibilidade (dor), agilidade, ruídos hidro-aéreos (peristalse), distribuição da gordura e sua absorção, sensibilidade gástrica, secreções, pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória e pela distribuição de gases. •Psiquicamente pela irritabilidade, ansiedade, atenção, vigília, animação, dispersão e temperamento sanguíneo.
  30. 30. A organização do eu •... é avaliada pelo equilíbrio, postura, temperatura, olhar presente e imunocompetência (TH3). •Psiquicamente pela Resiliência, Religiosidade, capacidade de concentração, ‘presença de espírito’, determinação, cordialidade, coerência, atuação com intencionalidade, entusiasmo, grau de autoconsciência e interesse e pelo temperamento colérico.
  31. 31. Entendendo as organizações no ciclo menstrual
  32. 32. Fases do Ciclo Menstrual 1.Fase proliverativa (líquida) 1.Pico Ovulatório: Pico de Hipertermia (fogo) (OE) – Centramento 1.Fase secretora com útero aerado pela histologia.
  33. 33. Menstruação (OF) Afastamento da OE localmente: –com perda de relação com o sangue que cai na gravidade –Hipotermia –Imunidade TH2 –Perda do centramento (OA – TPM) –Espaço aberto para outro EU
  34. 34. 21 anos 42 anos 28 35 Saúde Individualidade, Self Maioridade Curva biológica Terra Firme
  35. 35. As duas curvas da vida 21 anos 42 anos 28 35 Saúde Curva da individualidade Curva biológica Terra Firme
  36. 36. Concentração Determinação Alteridade Coerência Capacidade de realização Meta de saúde psíquica aos 21 anos
  37. 37. Meta de saúde corporal aos 21 anos Equilíbrio Postura ‘Olhar presente’ Homeotermia Imunocompetência TH3
  38. 38. Sense of Coherence (SOC) -Antonovsky Esfera Cognitiva (Pensar) – Neocortex – Compreensibilidade – “eu compreendo a vida!” Esfera Afetiva (Sentir) – Sistema límbico, inteligência emocional – Significabilidade – “eu sinto um significado nisto!” Esfera Volitiva (Agir) – Arquicortex e serotonina entero-hepática – Manuseabilidade – “eu posso agir e mudar isto!”
  39. 39. Mecanismos de cronificação: relação Corpo e Individualidade Nas fronteiras: (pele e mucosas) – IMUNOSSUPRESSÃO: INFECÇÕES agudas graves e CRÔNICAS –HIPERERGIA ou ALERGIA Internamente: –IMUNOTOLERÂNCIA: Neoplasia ou Câncer – AUTO-IMUNIDADE ALTERADA:Doenças auto-imunes –Doença Metabólica
  40. 40. “ALERGIA” Estado de Hipersensibilidade e hipereatividade Estado Hiperalerta do sistema imunológico. – Processo Inflamatório tipo frio e crônico com elevação de eosinófilos e IgE dentro do padrão TH2 – Hiper identidade celular: Xenofobia celular, antipatia celular contra múltiplos antígenos: ácaros, poeira, mau tempo, poluição...
  41. 41. Estado hiperérgico SNS hipertrofiado no sistema imunológico Th2 SNS –Estado de hipersensibilidade –em pele e/ou mucosas (fronteiras) –Hiperatenção (insônia) SMM –Constipação (espasmo) –Flatulência (má digestão) –Extremidades frias (má circulação)
  42. 42. Asma Brônquica Aspecto Neural : –Broncoespasmo na expiração (na fase aguda) - gerando sibilos e tosse – piora com frio –Tendência a encefalização do tórax: enfisema (na fase crônica) –Desequilíbrio do Sistema Nervoso Autônomo: Hiperreatividade colinérgica (parassimpática) x Hipo adrenérgica (simpática) –Medo e neurose obsessiva associada à hipersensibilidade neurossensorial
  43. 43. Asma Brônquica Aspecto Inflamatório TH2: –Edema da mucosa brônquica e secreção eosinofílica –espirais de Curschmann e cristais de Charcot-Leyden
  44. 44. Inter-crise: –Renes Cuprum Nicotiana D8 e Pulmo Cuprum Nicotiana D8 –Quercus TM –Veronica D2 ou 3 –Levico D3/Prunus D3 –Hepabile –Argentum nitricum D20 Asma
  45. 45. Na crise –Formula da crise: Ars. album D30/Cuprum aceticum D3/Lobelia D3/Nicotiana cupro cultaD3 –Miodoron pomada na região renal e escalda-pes –Se necessário: Broncodilatadores simpaticomiméticos e anti-inflamatório hormonal Asma
  46. 46. Redução do uso de corticoterapia (que eleva padrão TH2). Melhora gradativa das crises até remissão parcial ou total RINITE Adenon Cydonia Silicea D8 Chelidonium composto/Hydrastis D4/Quercus TM/Kalium bichromicum D4 Experiência com alergia
  47. 47. J.S. Alm, J. Swartz, G. Lilya, A. Scheynius, G. Pershagen (estudo sueco) Lancet, 353:1485-88, 1999 Atopy in children of families with an anthroposophic lifestyle
  48. 48. Resultados significativos –Antibióticos e antipiréticos: 50% (Waldorf) x 90% (controle)* –Vacina MMR: 18% (Waldorf) x 93% (controle)* –Sarampo:71% e 39%(Waldorf) x 1% e 1% (controle) em epidemia de 1995* –Vegetais fermentados e alimentos orgânicos: 63% (Waldorf) x 4,5% (controle)* –Leite materno exclusivo: 5,7meses (Waldorf) x 4,3 meses (controle)* *P<0,001
  49. 49. Resultados significativos Alergia : 13% (W) x 25% © Asma brônquica: 5,8%(W) x 17% © –Casos de broncoespasmo nos últimos 6 meses: 3,1% (W) x 7,6% © Dermatite atópica: 2,7% (W) x 8,9% © Rinoconjuntivite alérgica:7,15 (W) x 14% © Teste cutâneo +: 7,2% (W) x 13% © Rast + (fx5, alimentos): 24% (W) x 33% ©
  50. 50. “A prevalência de alergia é menor em crianças de famílias usuárias da Antroposofia do que em crianças de outras famílias. Fatores relacionados ao estilo de vida antroposófico podem reduzir o risco de atopia em crianças.” Lancet, 353:1485-88, 1999 Alergia
  51. 51. METHODS Cross-sectional multicenter study including 6630 children age 5 to 13 years (4606 from Steiner schools and 2024 from reference schools) in 5 European countries. J Allergy Clin Immunol. 2006 Jan;117(1):59-66 Allergic disease and sensitization in Steiner school children
  52. 52. Redução estatisticamente significativa do risco de rinoconjuntivite, eczema atópico e sensibilização atópica (IgE). Resultado
  53. 53. Restritivo uso de antibióticos e antipiréticos estão associados ao reduzido risco de doencas alérgicas em crianças. J Allergy Clin Immunol. 2006 Jan;117(1):59-66. Epub 2005 Nov 28. Conclusão
  54. 54. INFLAMAR ADEQUADAMENTE: APIS / BELLADONA VIDA DO MOVIMENTO: INFLAMAÇÃO SUBLIMADA (rubor, tumor, dor e calor) ALIMENTOS VIVOS: ORGÂNICOS BIODINÂMICOS (FLORA) NÃO CONCEITUAR PRECOCEMENTE Prevenção
  55. 55. Enxaqueca
  56. 56. Cefaléia decorrente de vasodilatação, fotofobia, redução da consciência e padrão assimétrico desencadeado por fatores digestivos (alimentos ou privação) e endocrinológicos (na TPM). Padrão de invasão do SMM sobre o SNS. Enxaqueca (hemicrania ou cefaléia vascular)
  57. 57. Imagem na natureza da organização tríplice –Sílica (Si)- atividade de estruturação translúcida (SNS) –Ferro (Fe) – mediador, quelante na hemoglobina, libera luz (SR) –Enxofre (S) – atividade expansiva, dissolutiva (SM) Pyrita/Quartzo e Urtica urens e dioica (cristais de silicea aprisionando uma substancia sulfurosa sob alto teor de ferro) Conduta Terapêutica
  58. 58. Ferrum sulfuricum/Silícea 5% ou D3: a combinação de ferro e enxofre, por um lado, age no ponto de encontro dos processos digestivos (metabólico – enxofre) e respiratórios (hemoglobina – ferro), impedindo que os processos digestivos transbordem para o pólo neuro-sensorial. A silícia, ou quartzo, é caracterizada por suas forças de estruturação, que normalmente existem no SNS, de forma interiorizada (pensar claro como o cristal).
  59. 59. LDL HDL As rotas no SMSM: Biles (metabólico) Hormônios sexuais (sexual) Pró-vitamina D (locomotor) SNS > SMSM
  60. 60. 1.Amargo x Doce: Gentiana, Artemisia absinthium, Cynara, Boldus, Taraxacum 2.OV – ácido oxálico e formico 3.AO – Arsenicar, Iodar 4.OE – Stibium, Apis, Melissa Trazer a AO para o SMSM Tratamento medicamentoso
  61. 61. Assistência
  62. 62. Área da Individualidade: Trabalho Biográfico (médicos e psicólogos) Área Psíquica: –Psicoterapia antroposófica e Terapia Artística Área Somática: –Medicina e Farmácia antroposófica –Enfermagem, Nutrição, Odontologia, Fisioterapia, Fonoaudiologia –Terapias: Massagem Rítmica, Euritmia e Quirofonética Terapêutica Antroposófica com abordagem transdisciplinar tríplice
  63. 63. Área da Individualidade: Associação Biográfica http://associacaobiografica.org.br/ Área Psíquica: Grupo de Incentivo à Psicoterapia Antroposófica (GIPA) http://www.abmanacional.com.br/index.php?link=8&id=41 Associação Brasileira de Psicólogos Antroposóficos (ABPA) http://www.abpapsi.com.br/hotsite/home/ Associação Brasileira de Terapeutas Artísticos Antroposóficos (AURORA – ABTAA) http://www.terapiaartisticaaurora.org.br/ Associações no Brasil
  64. 64. Área Somática: Medicina (ABMA) e Farmácia antroposófica (FARMANTROPO – Associação Brasileira de Farmácia Antroposófica) Enfermagem, Nutrição, Odontologia, Fisioterapia, Fonoaudiologia Terapias: Euritmia (ABRE - Associação Brasileira dos Euritmistas), Quirofonética (Associação de Quirofonética) e Massagem Rítmica (ASKLÉPIOS – Associação de Massagem Rítmica) Associações no Brasil
  65. 65. Terapias externas –Escalda-pés –Enfaixamentos –Compressas e emplastros à base de chás, óleos e pomadas fitoterápicas. Recursos terapêuticos não- medicamentosos
  66. 66. b) Banhos terapêuticos São realizados com a diluição de óleos à base de plantas medicinais na água da imersão.
  67. 67. c) Massagem rítmica É inspirada na massagem sueca e por intermédio de toques específicos (deslizamentos superficiais, amassamento e malaxação, duplos círculos e lemniscatas), atuando sobre as frações sólida, aquosa, gasosa e calórica do organismo permite seu reequilíbrio
  68. 68. d) Terapia artística Envolve atividades individuais e em grupo 1. no âmbito da forma (desenho, modelagem com argila e escultura) 2.no âmbito da cor (pintura em aquarela) 3.e do som e movimento (musicoterapia, cantoterapia e euritmia).
  69. 69. e) Terapia psico-biográfica Terapia breve biográfica em pacientes adultos com capacidade reflexiva fora de crises, preferencialmente em grupo, de caráter higiênico e preventivo. Ritmo dos setênios.
  70. 70. Terapêutica medicamentosa Realizada exclusivamente por médicos e dentistas, que prescrevem de acordo com o diagnóstico individualizado. Em geral associando as três farmacopéias com uso ao redor de 30 % na prescrição alopática e com boa segurança.
  71. 71. Farmacopéias 1.ALOPÁTICA (sintética, físico-química) 2.FITOTERÁPICA (extrato, tintura mãe ou infusão com Princípios ativos definidos) 3.DINAMIZADOS
  72. 72. Indicação de Injetáveis dinamizados 1.Principio ativo inativado no trato digestivo: p.ex. Viscum album 2.Pacientes graves impossibilitados de medicação Via Oral: p.ex. Arnica D20 em coma 3.Pré, Per e Pós-operatórios eletivos e de urgência 4.Pacientes com síndromes disabsortivas 5.Necessidade de intensificar efeito do medicamento
  73. 73. Por Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA (RDC) os medicamentos antroposóficos foram reconhecidos, em março de 2007, como uma categoria específica dentro dos medicamentos dinamizados, ao lado dos medicamentos homeopáticos e anti-homotóxicos.

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