ANDRÉ ZIMMERMANN
SMARTCLIP
VÍDEO AD EM MULTI TELAS
AUMENTANDO SEUS TOUCH POINTS
www.smartclip.com9/16/2015 –3–
www.smartclip.com9/16/2015 –4–
www.smartclip.com9/16/2015 –9–
A FORMA DE VER TELEVISÃO MUDOU
▶ Uso integrado e sincronizado de diferentes dispositivos nas campanhas de vídeo online.
O MIX DE MÍDIA EM VÍDEO ONLINE E ...
CONSUMO DE VÍDEO NA JORNADA DIÁRIA DA AUDIÊNCIA
www.smartclip.com
Linear TV
Smart TV
Connected TV
Mobile TV
Web TV
9/ 16/2...
IDENTIDADE ÚNICA, CUSTOMIZADA PRA CADA DISPOSITIVO
DIFERENTES FORMATOS DE VÍDEO
In banner
COBERTURA
RECORDAÇÃO
Cabeceira*
Pre-Roll
Swipe Engage*
Pre-Roll
interativo
Fotter e...
Contexto Conteúdo
Sites
Interesses
• Auto
• Inmobiliaria
• Tecnología
• Economía
• Luxo
• Pets
• Professionales
• Etc.
• C...
CASE TIM – BRAND DAY
CASE SONY – BRAND DAY
RESULTADOS DE VÍDEO EM MULTI TELAS
Impacto sobre target através do OCR ( Nielsen ) ou VCE ( Comscore )
Impactos Frequência...
OBRIGADO!
www.smartclip.com9/ 16/2015
www.smartclip.com/pt-br
andre.zimmermann@smartclip.com
Digital Morning - Vídeo Ad em Multi Tela – aumentando o seu touch point.
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  • Já foi muito mais fácil ser mídia. 5 meios com funções definidas no plano. Mais ou menos 20 veículos. Tudo linear, organizado.
  • Pra encontrar o público alvo, bastava olha a classificação sócio demográfica. Os consumos dos meios eram feito em locais previsíveis, conhecidos. Não tinha essa frescura de behavioral targeting, retargeting, remarketing… Mas daí, tudo começou a mudar. Sempre há alguém pra culpar.
  • Veio o Sr. Chris Anderson e disse que não bastava mais vc fazer aqueles 5 meios e 20 veículos. Ele introduziu um novo conceito: a cauda longa. E nunca mais a sua vida foi a mesma. De 20 veículos, vc passou a ter que falar com 200 em seus planos de comunicação. E lá se vai aquela história de sair às 18:00 do trabalho.
  • E teve tb esse senhor (que descanse em paz), que ajudou a alterar toda aquela previsibilidade sobre o consumo de mídia das pessoas. Em vez de consumir as mídias onde deveriam, passaram a consumir todas as mídias de qualquer lugar, em movimento e com menos atenção. Voilá.
  • Bom, e sem falar nessa dupla dinâmica, que ajudaram a impregnar seu cliente (ou seu chefe, se vc for mídia de anunciante) com uma sigla de 3 letrinhas, que nunca mais te deixariam em paz, roubariam suas noites tranquilas, te trariam pesadelos: ROI.
  • E pra termina, esse filho de chocadeira, que disse pra todo mundo que o fato do cara ser homem, ter 35 anos e pertencente à classe B, não tinha mais tanta relevância assim. Que a gente podia saber muito mais sobre ele e, consequentemente, ser muito mais assertivo na hora de nos comunicarmos com ele, entendendo em quais conteúdos ele deu um joinha. E o que ele compartilhou, comentou etc. Só pra complicar mais um pouquinho. Então os planos de mídia deixaram de ser ordenados e em linha...
  • ... e passaram a ser esse caos absoluto. Por que as pessoas consomem o mesmo conteúdo em diferentes telas, em diferentes momentos do seu dia (pra não dizer das suas vidas) e esses diferentes contextos impactam muito a forma como elas reagem a esse conteúdo e às publicidades que os acompanham. Elas também consomem diferentes conteúdos ao mesmo tempo, só pra facilitar. E a maneira de segmentá-las não pode ser mais somente por questões sócio demográficas, mas precisam incluir aspectos comportamentais também. A compra dessa mídia tb não é mais feita só da forma tradicional: mídia fala com veículo, que lhe vende o espaço. Agora está tudo disponível também nas plataformas para compra programática. Enfim, uma verdadeira salada. Qual a solução pros pobres dos mídias?
  • Parece que pra alguns é somente essa…
  • Mas eis que surge a publicidade em vídeo online. Daí você, mídia, pensa: opa, esse é o meu território, aqui eu me sinto seguro. Afinal, é tudo vídeo, né?! E com um bônus: sabe aquele criativo que sempre vem no momento de apresentação da campanha com um filme de 60 segundos? E vc diz que não cabe na verba, mas ele insiste em que se apresente pro cliente? Então, agora você pode falar pra ele que tudo bem, que vamos apresentar o seu filme de 60 ou de 90 segundos e depois colocamos lá na Internet, onde pode tudo, não é mesmo?
  • Mas não é tão simples assim. Agora nós já criamos um consumidor esquizofrênico. Esse aí que assiste vídeo em duas, três, quatro telas ao mesmo tempo. Que começa assistindo um vídeo numa tela e num local e termina de assistir o mesmo vídeo em outra tela, em outro momento, em outro contexto. Ou, se isolarmos o contexto, podemos ter 5 pessoas, num mesmo momento, num mesmo lugar, consumindo conteúdos radicalmente diferentes.
  • Socorro! Mas, calma! É cláro que todos estes comportamentos malucos geram alguns padrões de consumo. E nós aprendemos destes padrões e podemos usar isso a favor de vocês, mídias queridos, pra planejar de forma um pouco mais ordenada e certamente muito mais efetiva.
  • As pessoas geralmente consomem conteúdos em cada uma das diferentes telas em situações específicas. Assim, o tablet geralmente é usado parado e sentado em algum lugar, o celular geralmente em movimento, o desktop mais no trabalho, a TV conectada em casa. Todos estes padrões de uso podem e devem ser aplicados na hora de planejar as ações de marca e de escolher as mensagens que deverão ir pra cada device.
  • Esta visão nos ajuda a usar o mix de mídia em vídeo online, onde o uso correto de cada tela, resultará em maior alcance da campanha e garantia de frequência.
  • Já é possível planejar mídia online de maneira integrada, através do entendimento da jornada diária de consumo de conteúdo. Sabemos que cada vez mais as formas de se informar, relacionar e comunicar no dia a dia, passam pelo uso de múltiplos dispositivos, principalmente quando falamos de vídeo online.

    Nossa jornada diária de consumo de vídeo começa pela manhã já ligando a TV, para logo em seguida, no trajeto para o trabalho ou escola, ter o celular a mão. Quando chegamos no trabalho ligamos o desktop, ou no intervalo da escola, acessamos o celular. A caminho de casa o celular novamente como companhia. Finalmente em casa ligamos a TV ou o console de game e possivelmente mais tarde, assistimos a um filme pela smart tv, mas tendo em mãos o tablet ou o celular.
  • Além do uso integrado das telas é importante entender a linguagem de cada dispositivo, adaptando os formatos em vídeo online, para que a campanha tenha uma identiidade visual única, porém customizada na forma e na maneira de disponibilizar a mensagem publicitária. Celular, vídeos mais curtos, tablet; vídeo interativo, desktop; vídeo interativo combinado com ferramentas de compartilhamento social, multi vídeos, ……..
  • Também é importante otimizar ao máximo o uso das diferentes telas com a combinação de diversos formatos de vídeo, pois esta estratégia trará certamente melhores resultados de cobertura e engajamento para a campanha em vídeo, principalmente quando hoje precisamos lidar com o total controle do usuário, quanto a assitir ou não o conteúdo que queremos impactar. Se a campanha de vídeo estiver concentrada somente em pre roll, a chance de conseguir frequência será mais difícil, principalmente quando levamos em consideração, que alguns veículos e plataformas utilizam o botão ”skip”.
  • Para ilustrar esta estratégia vou apresentar 2 cases, onde se utilizou múltiplas telas, explorando diversos formatos de vídeo com a finalidade de ampliar os pontos de contatos com os usuários no digital. Elas foram segmentadas por faixas horárias de acordo com a navegação em desktop, smartphone, tablets e Smart TVs, além é claro da segmentacão sócio-demográfico e conteúdo de interesse.

  • Case TIM
  • A estratégia multi tela da TIM cobriu 71% do seu target na Internet e alçancou 10% da audiência diária da Internet.
  • Case Sony.
  • Digital Morning - Vídeo Ad em Multi Tela – aumentando o seu touch point.

    1. 1. ANDRÉ ZIMMERMANN SMARTCLIP
    2. 2. VÍDEO AD EM MULTI TELAS AUMENTANDO SEUS TOUCH POINTS
    3. 3. www.smartclip.com9/16/2015 –3–
    4. 4. www.smartclip.com9/16/2015 –4–
    5. 5. www.smartclip.com9/16/2015 –9–
    6. 6. A FORMA DE VER TELEVISÃO MUDOU
    7. 7. ▶ Uso integrado e sincronizado de diferentes dispositivos nas campanhas de vídeo online. O MIX DE MÍDIA EM VÍDEO ONLINE E SEUS TOUCH POINTS Smart TVs Vídeo game Set Top Boxes Blu-ray OTT Cable/Sat- STB Dekstop Mobile & Tablet CTV
    8. 8. CONSUMO DE VÍDEO NA JORNADA DIÁRIA DA AUDIÊNCIA www.smartclip.com Linear TV Smart TV Connected TV Mobile TV Web TV 9/ 16/2015 –16–
    9. 9. IDENTIDADE ÚNICA, CUSTOMIZADA PRA CADA DISPOSITIVO
    10. 10. DIFERENTES FORMATOS DE VÍDEO In banner COBERTURA RECORDAÇÃO Cabeceira* Pre-Roll Swipe Engage* Pre-Roll interativo Fotter expansível* Skin take over In banner expansível INVESTIMENTO $$$ $$ $ INTERATIVIDADE Avançada Alta Convencional Pre Roll in-text Interativo Responsive Ad*
    11. 11. Contexto Conteúdo Sites Interesses • Auto • Inmobiliaria • Tecnología • Economía • Luxo • Pets • Professionales • Etc. • Conteúdo Genérico Criatividades • Transaccional • Consulta Sociodemográfico TELAS Hora Data Frequência Sexo Idade População Classe social
    12. 12. CASE TIM – BRAND DAY
    13. 13. CASE SONY – BRAND DAY
    14. 14. RESULTADOS DE VÍDEO EM MULTI TELAS Impacto sobre target através do OCR ( Nielsen ) ou VCE ( Comscore ) Impactos Frequência Cobertura Clicks Engajamento GRPs Métricas • Tagueamento completo de campanhas. • Dados comparáveis com outros meios (TV) 0% a 25% 25% a 50% 50% a 75% 75% a 100% Todas as plataformas Desktop Visualizações completas em todas as plataformas
    15. 15. OBRIGADO! www.smartclip.com9/ 16/2015 www.smartclip.com/pt-br andre.zimmermann@smartclip.com

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