Revista Acontece Leste 27

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Revista Acontece Leste Edição 27

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Revista Acontece Leste 27

  1. 1. ANO VIII | N.o XXIX | AGO/SET de 2014 1 Cultura & Entretenimento marcaram a Festa de 392 anos de São Miguel Paulista
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  4. 4. 4 Focada na Grande Zona Leste  Bairros com grande concentração de distribuição.  Bairros com boa concentração de distribuição.  Bairros com média distribuição em locais pré estabelecidos. O Grupo Acontece de Jornais e Revista, formado pelos jornais: Acontece Agora, Folha do Itaim, Jornal de Ermelino&Ponte Rasa, Jornal de Guaianás&Cidade Tiradentes e a Revista Acontece Leste já distribuiu gratuitamente mais de 27 milhões de exemplares desde a fundação do Jornal Acontece Agora em 1993 “Defesa da verdade e dos interesses da Zona Leste” Central de atendimento: 2031-2364 e 2513-0928 Redação e Comercial: raleste@gmail.com Nosso site: www.aconteceleste.com.br Sede Própria: Av. dos Guachos, 166 - Vila Curuça CEP 08030-360 - São Paulo - SP Importante: A Revista Acontece Leste não mantém vínculos empregatícios com nenhum de seus colaboradores relaciona-dos neste expediente e nem autoriza permutas de anúncios, com exceção daqueles autorizados pelo Diretor Executivo. Diretor Executivo e Editor: Divaldo Rosa MTb: 42488 - divaldorosa@ig.com.br Administrativo e Financeiro: Ademir Rodrigues Criação e Editoração: sergio avante Jornalista: Silmara Galvão Fotos: Eduardo Rocha e Bruno Rosa Comercial: Adriana Sena, Ariane Andrade e Eduardo Rocha Revisora: Suseli Corumba Rosa Distribuição: Mega Multi Promoções e Eventos Tiragem: 30.000 exemplares comprovados Área de Circulação: Zona Leste SP Nosso site: www.aconteceleste.com.br Um veículo do Grupo Acontece de Jornais e Revista Revista
  5. 5. 5 Nossa Capa Ficou por conta da jovem Victoria Cardoso, aluna da E. E. Reverendo Tércio Moraes Pereira no Desfile de Comemoração dos 392 anos de São Miguel Paulista Prezados amigos, leitores e clientes. Apresentamos a Revista Acon-tece Leste, edição especial do ani-versário de São Miguel Paulista que traz como tema principal a Festa dos 392 anos de aniversário de um dos mais tradicionais bair-ros da Zona Leste de São Paulo. Como no ano anterior, assumi-mos o compromisso de produzir uma revista com a cobertura da Festa dos 392 anos de São Miguel e fizemos isto em razão do nosso comprometimento social e inques-tionável amor por São Miguel Pau-lista, já que não recebemos um único centavo de apoio oficial para produzir esta revista. Mais uma vez destacamos a força cultural de São Miguel, com destaque para as apresentações culturais da Colônia Árabe, Colô-nia Japonesa, desfile Cívico-Mi-litar, Gastronomia, Homenagem aos Pioneiros, Missa e Culto Evan-gélico, Passeio Ciclístico, Tenda Li-terária, Aquário das Artes, Dia da Responsabilidade Social Unicsul, e uma infinidade de outras apresen-tações. Enfim, uma festa pra ficar mais uma vez registrada nos anais da história do nosso bairro. Além da cobertura especial dos 392 anos de São Miguel, destaca-mos também outras ótimas repor-tagens como a entrevista com o ator Chay Suede, durante apresen-tação da coleção primavera-verão no Shopping Tatuapé, Concur-so Miss Plus Size Acontece - CEU Curuçá, superação e turismo na ci-dade de Guararema, entre outras. Esforçamos-nos pra manter o padrão de qualidade que sempre foi o forte da Revista Acontece Leste, uma revista agradável e que será guardada por muitos anos como um registro da pujança e da alegria de São Miguel Paulista e de toda Zona Leste de São Paulo. Tenha uma excelente leitura e até a próxima edição de Natal que deverá circular na primeira sema-na de dezembro. Divaldo Rosa Diretor Executivo divaldorosa@ig.com.br - 97212-0309 52 Escritor Allan Regis um dos grandes ícones na literatura 28 Bell’s Tapiocas trajetória de trabalho e sucesso 46 Concurso Miss Plus Size é destaque na Zona Leste 58 MINIFASHIONISTAS E EXIGENTES: CRIANÇAS CADA VEZ MAIS GOSTAM DE ESCOLHER O QUE VESTIR 42 Quando o poder da fé supera todos os obstáculos 59 Varre Vila: um projeto limpeza 48 “Chay Suede” arranca suspiros por onde passa
  6. 6. 6 Revista Cultura&Entretenimento marcaram a fe C om diversas atrações cul-turais e muito entreteni-mento, os moradores e fre-quentadores do bairro de São Miguel Paulista puderam partici-par de mais um aniversário do bairro, que teve a abertura oficial no dia 31 de agosto, com a tradicional Missa na Catedral São Miguel Arcanjo. O ponto alto da festa aconteceu no final de semana entre os dias 20 e 21 de setembro, na Praça Fortunato da Silveira (conhecida Praça do Mo-rumbizinho), local aprovado para a realização dos festejos de São Miguel desde o ano passado. Durante o evento todos puderam contemplar diversos shows artísti-cos com artistas da própria região e convidados. Diferente do ano ante-rior, neste ano o palco principal foi em apenas um local, logo no início da Praça. Com sucesso de público a festa reuniu diversas autoridades, lideran-ças, empresários e contou com a par-ticipação de todos da comunidade. O tempo nublado não foi motivo para inibir os moradores e convidados de compareceram ao evento, cerca de 10 mil pessoas passaram pela festa no final de semana. Na ocasião, todos puderam con-templar uma festa bastante tradicional, com gastronomia (nacional e interna-cional), teatro, shows, danças típicas,
  7. 7. sta de 392 anos de São Miguel Paulista artesanatos, esporte, literatura, ofici-nas culturais, workshop e exposições. Entre as programações aconteceram: o dia da Responsabilidade Social na Universidade Cruzeiro do Sul, exposi-ções dos Artistas “Pintando na Praça”, workshop de pintura, apresentações de Grupos Musicais: nos estilos MPB, reggae, hip hop, jazz, samba rock, pop rock, dança japonesa, dança do ventre, capoeira, sarau, recitações de poesias, ballet infantil, evento literário ao ar li-vre, Ônibus Biblioteca, Cinema Cená-rio Urbano, brinquedos infláveis para a diversão da criançada, exposição de carros antigos, distribuição de pipoca e algodão doce. Sorteios, prêmios e brindes. Sem contar a inauguração do Ônibus Rosa, da Secretaria de Política para Mulher que irá atender mulheres em situação de violência por um perío-do na região leste. Sob a administração do novo subprefeito Professor Adalberto Dias de Sousa, chefe de gabinete Célia As-sumpção, e com o apoio da comissão formada pelos organizadores e par-ceiros empresariais dos festejos, po-de- se dizer que as expectativas foram superadas com muito sucesso. “Nossa maior expectativa é que a cada ano, São Miguel ganhe destaque na festa, Subprefeito Prof. Adalberto Dias de Sousa 7
  8. 8. 8 Revista pois o nosso bairro merece. Hoje é dia da população de São Miguel comemo-rar suas conquistas, sem deixar de pen-sar no futuro e no que falta aqui. Sou morador de São Miguel desde os anos 70, e acredito que estes festejos têm muito a contribuir com as conquistas da população. O povo que conhece São Miguel, não consegue mais sair daqui (risos), não tem como não se apaixo-nar por este bairro lindo, aqui o povo é generoso, eu amo São Miguel Paulista. Sou subprefeito pela segunda vez e na minha gestão, como foi na outra, dei-xo claro que as portas sempre ficarão abertas para todos da comunidade”, afirma ele. Esteve presente também na festa a secretária de políticas para mulheres no município de São Paulo Denise Mot-ta Dau que com uma gestão bastante participativa, tem sido motivo de bas-tantes elogios pela sua atuação pro-fissional. “Além de comemorar mais um ano da região de São Miguel, hoje estamos trazendo este apoio para as mulheres de São Miguel que é o Ôni-bus Rosa, frisando que o ônibus é uma porta de entrada, porque para uma mulher tomar coragem de denunciar uma agressão e para que ela depois de feito a denúncia tenha um apoio psico-lógico, apoio social, orientação jurídica e outras, é preciso de uma ação mais Secretária de políticas para mulheres no município de São Paulo Denise Motta Dau permanente, por isso que nosso grande desafio é ampliar a rede de enfrenta-mento à violência. Estou me referindo às Delegacias da Mulher, os Centros de Referência da Mulher, as Casas Abri-gos, tudo isto para que de uma forma articulada, dependendo da necessida-de da mulher, todos possam ter estes serviços à disposição. Ainda este ano pretendemos inaugurar um centro de referência da mulher aqui em São Mi-guel Paulista”, salienta a secretária. Marcando presença também nos festejos de São Miguel, o superinten-dente da Associação Comercial Distrital de São Miguel, Fernando Velucci, acom-panhado da família, diz que São Miguel merece sempre o melhor. “A festa por inteiro junto à subprefeitura, Nitro Química e a Associação Comercial, eu acho que teve um compacto neste ano melhor, este ano vimos que teve um público muito familiar e isto mostra que o resultado foi excelente, pois a fa-mília toda veio prestigiar a festa e São Miguel merece tudo isto”, acrescenta. Sem nenhuma ocorrência na festa, o presidente do Conseg e Conselheiro de Saúde do Hospital Tide Setubal Sr. Clau-dionor Correa Leão, se diz muito emo-cionado com o crescimento do bairro e espera melhorar para a região: “São Miguel tem um povo maravilhoso, as pessoas que moram na região gostam, o que precisa é que as autoridades Presidente do Conseg e Conselheiro de Saúde do Hospital Tide Setubal Sr. Claudionor Correa Leão
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  12. 12. 12 Revista possam olhar mais para nosso bairro e atrair a população para que participe mais dos eventos como este que é a festa do bairro”, diz ele. Para a chefe de gabinete da subpre-feitura de São Miguel Paulista, Célia As-sumpção, os festejos foram um sucesso de público e contou com o envolvimen-to da participação da sociedade Civil e empresários e também com o valioso apoio dos funcionários.“Agradeço a to-dos que se envolveram e contribuíram para que essa grande festa se tornasse tão grandiosa do tamanho do coração de São Miguel, terra amada e abençoa-da por Deus”, ressalta ela. A Nitro Química representada pelo Sr. Marcos Romanoski, com empenho espetacular, teve um papel fundamen-tal na articulação com nossos patroci-nadores, destacando o promotor Rena-to Marques, presidente da ONG Jovens do Brasil eleito pela comissão como promotor dos Festejos, sua participa-ção foi fundamental para que o evento acontecesse. Barracas gastronômicas teve recorde de público Ao redor da Praça do Morumbizi-nho, de longe já era possível ouvir as batidas dos shows feitos no palco da festa. Entre as apresentações os con-vidados poderiam ir se deliciando com os diferentes pratos gastronômicos encontrados nas barracas expostas na festa, entre os pratos típicos estavam o famoso, yakissoba, churrasquinho gre-go, tempurá, quibes e outros quitutes feitos especialmente para a festa. Chefe de gabinete da subprefeitura de São Miguel Paulista, Célia Assumpção e Sr. Marcos Romanoski da Nitro Química A Dona de casa Marlene Teles, 42 anos, diz que além de toda atração o que ela adora são os pratos típicos “Todo ano eu preciso vir aqui sabore-ar os pratos, são tantas comidas típicas que fica até difícil manter a dieta, mas como falo para meus filhos, é só uma vez no ano que tem a festa mesmo (ri-sos)”, diz ela. Quem passava pelas barracas não poderia deixar de visitar o quiosque do Sr. Nono, que oferecia o chopp gelado de vinho da Germânia. Mesmo com o tempo fechado, o chopp foi recorde
  13. 13. 13 Secretário Simão Pedro, Nonô (Conseg) Subprefeito Adalberto Tim Maia e Sr. Eurico (Comissão dos Festejos) de público. “Sou morador vizinho aqui, hoje é sábadão e estou com a família curtindo a festa, então a esposa liberou o chopp gelado”, brinca o advogado Le-andro Martins. Entre as barracas de gastronomia, os visitantes da festa também tiveram a opção de conhecer e adquirir artesana-to feito pelos artesãos da região, den-tre os produtos destacavam-se crochê, arte em jornal e revista, colares feitos com semente de frutas e outros Família Romanosk
  14. 14. 14 Revista Arte, Esporte e Cultura: uma mistura de emoções. Empenhados em fazer o melhor pela festa de São Miguel, a organização do evento não deixou a desejar, entre diversas atrações, todos incluíram en-tretenimento para a população, deu para observar que por onde os convi-dados passavam tinha conexão com cultura, educação e lazer. No meio da praça uma das atra-ções que também ganhou destaque foi a Tenda Literária, liderada por uma galera de várias regiões de São Paulo, especialmente da zona leste. O projeto Tenda Literária destinou-se ao público infanto-juvenil, principal-mente de baixa renda e que tenham dificuldades de acesso aos livros e à leitura. O alvo inicial foi atingir as crian-ças, estudantes do ensino infantil, fun-damental, e adolescentes, como tam-bém todas as crianças e adolescentes que passassem pela tenda. Quem passava pela Tenda, tinha à disposição vários títulos diferentes de livros e gibis para que as crianças e adolescentes pudessem ler no local e se familiarizar com as técnicas de leitu-ra demonstradas. Para a coordenadora da biblioteca Raimundo de Menezes de São Miguel Fernanda Menezes, a Tenda Literária é muito importante para a região. “O objetivo geral foi realmente o incentivo a leitura e também despertar na socie-dade a importância de se investir em projetos que tenham essa intenção. E também fazer com que todos tivessem uma atividade diferenciada no decorrer da festa”, explica ela. A tradicional família Galdini esteve presente também na festa e segundo Simone Galdini a festa estava maravi-lhosa, “eu acredito que este ano a festa está bem melhor do que nos anterio-res, muito bem organizada”. Dança Árabe e dança japonesa A elegância da dança Árabe e a tradicional dança Japonesa foram o grande glamour dos festejos Uma das tradicionais apresentações no aniversário de São Miguel são as danças originais do Japão, elaboradas por membros da colônia Japonesa de São Miguel. Danças e comidas típicas
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  17. 17. 17 do país oriental sempre fizeram e ainda fazem a magnitude dos festejos do bair-ro. Durante a festa, dava para notar japonesas com elegantes trajes típicos e homens com roupas de samurai mos-traram diversas danças tradicionais. E para o delírio dos marmanjos de plantão, as meninas do grupo de dança árabe da Cia Suane Huriye, não deixa-ram a desejar com a brilhante apresen-tação de dança do ventre. A professora de dança árabe Suha-ne Huriye, diz que sempre é um prazer participar dos festejos do bairro, “sou moradora do bairro há 26 anos, parti-cipo da festa de São Miguel desde que eu tinha 08 anos, desejo que a região continue crescendo e sendo este bair-ro maravilhoso. É muito gostoso morar em São Miguel, tenho um carinho enor-me por todos daqui”. Outro grande destaque das apresen-tações de dança foi o casal árabe, Aéne Aymelek e Jow Molamad, que juntos co-locaram toda a plateia para dançar. “Simplesmente tudo lindo, o casal, os trajes deles, a sintonia, tudo. É a primeira vez que eu participo da festa, fiquei impressionada com tudo, mas este casal árabe em minha opinião foi a coisa mais bela da festa. Eles estão de parabéns”, elogia a professora Monica Pereira, moradora de Embu das Artes. Ainda na festa de São Miguel todos tiveram a emoção de assistir a um show pra lá de especial com um cover do can-tor símbolo do Rock Elvis Presley, na oca-sião, o artista contagiou a todos e não permitiu que ninguém ficasse parado. Mandala do Amor foi destaque no “Aquários das Artes” O Pintando na Praça é uma ativida-de ao ar livre, a iniciativa é dos artistas plásticos que pertencem à Associação dos Artistas Plásticos de São Miguel. Durante o evento, sob uma tenda, os artistas coloram à disposição telas e tintas para os visitantes soltarem sua imaginação com auxilio técnico dos profissionais. Este ano o grande des-taque foi o quadro da Mandala onde todos puderam não só admirar as artes como também participar da pin-tura da Mandala. Cleusa Coelho foi a artis-ta plástica que desenvolveu a Mandala onde todos puderam colaborar com a pintura na tela, que após a festa ficará exposta na subprefeitura de São Miguel como recordação dos festejos deste ano. “A Mandala exposta representa o amor, para trazer amor e levar o amor. A ideia é le-var o prazer de pintar, pois cada Mandala tem sua energia pró-pria, eu quis trazer ao povo mais amor pela região, mais espiritu-alidade para todos”, explica ela. Segundo a artista plástica Adinéia Batatinha, a arte de pintar pode ser vista até como uma terapia. “Temos hoje aqui mais de 100 obras, acredito que a cada ano que passa as coisas ficam ainda melhores. Eventos como este deveriam acontecer sempre. Temos um livro de assinatura e podemos ver que o aquário das artes virou um sucesso. Eu desejo que nós te-nhamos mais eventos como este e que poderíamos trabalhar mais a cultura de nosso bairro”. Quadros foram expostos durante a festa e os visitantes tinham o prazer de ver as obras de arte produzidas pe-los artistas e com isto interagir com as pinturas. Outra artista nomeada da região é Laura Bueno, que com suas obras abri-lhantou ainda mais o espaço das artes, “este ano trouxemos novas obras, mas é claro que também temos umas espe- Laura Bueno Cleusa Coelho ciais que sempre estão presentes na galeria. O Aquário das Artes tem sido uma ponte de re-ferência para nós artis-tas”. O artista Fabiano expôs diversas obras, mas ganhou destaque nas pinturas esporti-vas. “A arte traz uma série de desejos e an-seios de quem assiste e de quem faz. Então a arte preenche um vazio e a imaginação de uma pessoa, nestes meus quadros esportivos eu tirei a face das pessoas justamente para que ao olhar a obra a pró-pria pessoa se identifi-que com a arte”.
  18. 18. 18 Revista Unicsul & São Miguel: parceiros em todos os momentos Com participação ativa na festa de São Miguel, a Universidade Cruzeiro do Sul ofereceu para os convidados da fes-ta o “Dia da Responsabilidade Social” e durante todo o dia (20) a universidade ficou de portas abertas à população para um atendimento vip em vários se-tores destinados à população em geral. Durante o evento os convidados pude-ram participar de atividades gratuitas no intuito de fornecer à comunidade atendimentos, serviços úteis e preven-tivos. As atividades foram promovidas pelos cursos das áreas de Ciências Ad-ministrativas, Negócios, Biológicas, Saúde, Humanas, Sociais e Exatas. Durante os festejos os alunos de medicina veterinária montaram um quiosque para orientar sobre os cuida-dos específicos com a saúde dos ani-mais domésticos. Desfile Cívico ganha destaque nos festejos dos 392 anos de São Miguel No último domingo do mês de se-tembro, em comemoração aos 392 anos dos festejos de São Miguel Paulis-ta, o Desfile Cívico realizado na Mare-chal Tito foi inovador e cheio de entre-tenimento Cultural. O evento aconteceu por volta das 9h, onde centenas de moradores e estudantes da região de São Miguel e bairros adjacentes puderam acompa-nhar o tradicional desfile. Na ocasião, foram chamadas para subir ao palanque as autoridades pre- 18
  19. 19. 19 almente contribuiu fortemente para a organização da festa juntamente com a Nitro Química e a subprefeitura local”. Questionado sobre o que Romanoski de-seja para São Miguel, ele diz: “A festa tal-vez seja um momento onde a sociedade se reúne, porém esta mesma sociedade tem que estar junto não somente para organizar uma festa, um desfile, mas também precisa-mos estar juntos para cobrar. São Miguel é um bair-ro muito gran-de e nós jamais podemos deixar nossa região em estado de aban-dono, como mui-ta vezes ela se apresenta. Então temos que estar juntos para co-brar aquilo que São Miguel preci-sa. Então acredi-to que esta união de entidades é funda-mental para isto”, orienta ele. sentes, tais como o Subprefeito de São Miguel, Professor Adalberto Dias; re-presentando a Nitro Química, Marcos Romanoski; Chefe de Gabinete, Célia Assumpção; superintendente da Asso-ciação Comercial Distrital de São Mi-guel, Fernando Velluci; Diretor Regional de Ensino, Manoel Romão; diretor do Grupo Acontece, Divaldo Rosa; Depu-tado Salim Curiati; lideranças locais; empresários e autoridades civis e mili-tares; dentre outros. O tradicional Desfile Cívico foi marcado com grande estilo e com apre-sentações de fanfarras das escolas públicas e privadas, apresentação do desfile das viaturas de órgãos públicos res-ponsáveis pela segurança da população, tais como: Polícia Militar, Corpo de Bombeiro, Defesa Civil, CET, GCM, desfile do Moto Clube de São Mi-guel e, ainda, o famoso desfile de carros antigos. A abertura do evento se deu pelo desfile das viaturas da Polícia Militar, seguido pelas viaturas da Guarda Civil Metropolitana. No decorrer do evento as fanfarras e bandas das escolas animaram o públi-co presente, chegando a deixar todos os convidados emocionados com as exuberantes apresentações. O gerente da Nitro Química e coor-denador da festa de São Miguel Marcos Romanoski, se diz satis-feito com o resultado e garante que a cada ano a tendência é melhorar ainda mais a festa.“Acre-dito que estamos conse-guindo criar uma iden-tidade para a festa de São Miguel, isto era uma ideia e está se tornando uma realidade, ano pas-sado foi muito bom, mas este ano foi melhor ain-da. Tudo foi muito bem feito e realizado, coloco em destaque a ONG Jo-vens do Brasil que re-
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  22. 22. 22 Revista O desfile Cívico é um marco tradicio-nal no calendário do aniversário de São Miguel e a cada ano os moradores da re-gião se encantam com as apresentações. Cerca de 16 escolas e 12 entida-des participaram do desfile. A Escola Estadual Reverendo Tércio Morais Pe-reira na opinião da grande maioria dos convidados foi o grande destaque do desfile, com apresentação de Dança do Frevo e da fanfarra, a escola levou aos convidados um pouco da história do povo nordestino que reside em São Miguel Paulista e região. “Admito que reclamo do meu bair-ro, mas no mês de setembro me sinto orgulhosa de ser moradora de São Mi-guel, é uma alegria ver meus netos des-filarem como escoteiros mirins”, Fala emocionada a avó coruja, dona Merce-des Alverina, 62 anos. Os descendentes indígenas da tribo Karibocas que habitavam a região de São Miguel no século VII, também foram uma das apresentações de destaque. Dentro das apresentações, destaca-se o desfile da equipe de funcionários da subprefeitura de São Miguel e orga-nizadores da festa, que desfilaram na avenida sendo aplaudidos por todos os presentes no evento. Muito elogiado pelo seu desempe-nho, o jornalista e presidente da ONG
  23. 23. 23 Jovens do Brasil Renato Marques afir-mou que a festa deste ano superou as expectativas, “nós trabalhamos com planejamentos e dentro disto conseguimos alcançar nossos objeti-vos. Tudo isto graças à colaboração de todos que participaram, a todas as comissões formadas e o desempe-nho de todas as pessoas que foram escaladas para organizar os festejos. Eu como um bom São Miguelense e orgulhoso de morar aqui, para nós é uma grande satisfação de poder contribuir com a festa e tudo que nós pudermos fazer pela nossa região com certeza iremos fazer”, finaliza o jornalista. Além da subprefeitura, outros órgãos participaram da complexa organização do evento. A CET orga-nizou os desvios e desenhou as rotas de trânsito para os participantes do desfiles. O desfile terminou com a passagem dos veículos antigos e com o desfile do Moto Clube. Divaldo Rosa e Renato Marques
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  26. 26. 26 CULTO ECUMENICO
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  28. 28. 28 Revista Bell’s Tapiocas trajetória de trabalho e sucesso Eduardo Rocha A trajetória de sucesso da em-presa deve-se principalmente à sua sócia Isabel, que em 1996, desem-pregada e com seus dois filhos para criar, após experimentar uma tapio-ca e gostar da iguaria, enxerga uma saída para sua situação e começa a vender tapioca no Tiquatira com maquinário emprestado por amigos. Trabalha informalmente nos bairros da Penha, em Itaquera, em frente à Unicastelo e em São Miguel. Isabel levava consigo seu filho caçula e hoje um dos sócios, Felipe, então com 6 anos, que, desde cedo ajudava sua mãe nas vendas, tirando pedido nas lo-jas próximas e fazendo as entregas. “Minha mãe sempre me incentivou a acreditar nos sonhos, nunca olhar-mos só para o hoje. O hoje é o re-sultado do que fizemos ontem”, diz Felipe. Isabel e Felipe trabalharam na in-formalidade durante 14 anos, período em que desenvolveram um cardápio com mais de 30 recheios diferentes. Em 2010, conseguiram sair da infor-malidade e montar a loja do Merca-dão em São Miguel Paulista, então conheceram o Fundo Zona Leste Sus-tentável e resolveram apostar. “Con-versei com a minha mãe e escrevi o nosso projeto. Fomos um dos primei-ros contemplados em 2010. Além zeiro do Sul auxiliou na organização do nosso negócio.Com as noções de gerenciamento que recebi, consegui aumentar nossa capacidade produ-tiva em quase 100%.”, conta Felipe. O bom atendimento aos clientes, ex-celente qualidade dos produtos e a honestidade com seus parceiros cola-boradores, fizeram com que a empre-sa crescesse, vendendo hoje mais de 180 tapiocas por dia e podendo abrir sua primeira filial, essa no Shopping Itaquera. “Nosso foco são 5 lojas pró-prias até 2017, com isso queremos sedimentar nossa marca e iniciar a franquia”, conta Felipe que hoje está à frente da empresa. Todo o cardápio é desenvolvido pela fundadora Isabel, que prima pela qualidade das matérias primas usadas, prazos de validade e, claro, pelos deliciosos sabores de recheios. “Não queremos ser a maior fran-quia, queremos sim, ser a melhor”, confidencia Felipe. Saiba mais sobre a tapioca: a tapioca, também conhecida como beiju, é o nome de uma iguaria ti-picamente brasileira, originária de Pernambuco, com origem indígena, feita com a fécula extraída da man-dioca, também conhecida como goma da tapioca, tapioca, goma seca, polvilho ou polvilho doce. Esta, ao ser espalhada em uma chapa ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco. O recheio pode ser bem variado, mas o mais tradicional é feito com coco e queijo coalho.O nome tapioca é de-rivado da palavra tipi’óka «coágulo», o nome para este amido em Tupi; e pode referir-se tanto ao produto ob-tido da fécula quanto ao prato em si feito a partir dele. do aporte financeiro, a capacitação e formação técnica que receberam do Sebrae-SP e Universi-dade Cru-
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  30. 30. 30 Revista Você sabe qual a Por: Talita Barsi Esse profissional é responsável pela realização do seu sonho de morar bem, analisar suas necessidades e colocá-las em prática no melhor custo benefício adequado a você. É o arqui-teto que irá interpretar as suas necessi-dades quanto a um ambiente agradável e funcional. Ainda há um mito sobre o custo/benefício de contratar um pro-fissional, mas a Arquiteta Talita Barsi Ferreira garante que tem projetos para todos os bolsos e lugares. Talita Barsi Ferreira iniciou sua car-reira em 2001 cursando inicialmente Técnico em Edificações o que lhe deu grande base de como executar uma obra limpa, baixo custo e de boa quali-dade. Pós o término do técnico iniciou o curso de Arquitetura e Urbanismo onde aprendeu a projetar priorizan-do a função, estética e praticidade do ambiente. Possui diversas obras exe-cutadas e em andamento pelo país em todos os nichos: comercial, residencial, industrial inclusive com prêmios ao longo da carreira. O arquiteto pode ajudar desde a escolha do terreno até o mobiliário, pois tem a visão de todo o conjunto. “Com a contratação desse profissio-nal e elaboração do projeto, evita-se o desperdício na obra, tendo uma visão e custo antecipado de cada ambiente. Com o planejamento o cliente se be-neficia com a utilização dos materiais adequados, o consumo controlado e ambientes bem resolvidos, obtendo no final mais conforto, praticidade e me-nor custo da obra”, explica Talita. Hoje em dia temos diversas opções de compras de revestimentos, deco-ração entre outros itens que cabem em todos os bolsos portanto já tive obras com baixíssimo custo que quem adentra o ambiente imagina que foi investido muito no local. O truque é a escolha do local certo para compra e a combinação entre peças valorizando o espaço. Além de procurar superar as expec-tativas dos clientes e fazer um projeto de qualidade, outra prioridade da ar-quiteta é contratar bons profissionais para execução. É um trabalho que exige conhecimento e criatividade em detalhes que garantirá a valorização da obra.
  31. 31. 31 função do arquiteto? 31
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  34. 34. 34 Revista Guararema, a pérola do Vale A Eduardo Rocha poucos minutos da Capital de São Paulo, Guararema apre-senta- se como ótima opção de turismo, de lazer ecológico e his-tórico. Geograficamente localizada no Vale do Rio Paraíba e no Alto Tie-tê, é de fácil acesso pelas principais rodovias, motivo pelo qual está se tornando um dos destinos prefe-ridos dos paulistanos que querem aproveitar uma folga e fugir da agi-tação da cidade grande. A Revista Acontece visitou a cidade em busca de informar nossos leitores. Guararema, que ainda preserva os ares de cidade do interior, tem excelente infraestrutura para rece-ber o turista, a cidade vem apos-tando no turismo, com seus vários atrativos naturais e histórico-cul-turais. Possui ótimas pousadas e hotéis para quem preferir passar mais que um dia desfrutando e co-nhecendo os pontos turísticos, que não são poucos. A Estação de Trem Luis Carlos e todas as construções no distrito fo-ram restauradas no intuito de pre-servar a memória da ferrovia que se confunde com a história da cidade, pois era rota de transporte de cargas e pessoas entre 1876 e 1970. Ali, as pessoas podem desfrutar do Passeio Cultural Guararema Luis Carlos, onde uma locomotiva a vapor remanes-cente no país, a Maria Fumaça 353 e mais 3 carros de passageiros datados da década de 30 circulam entre a res-taurada estação e a Estação Central, num trajeto de quase 7 quilômetros. Temos também a Orquidácea, considerada pelos frequentadores e admiradores da espécie, um dos me-lhores orquidários do Brasil, produzin-do, em média, 150.000 mudas/ano. Os amantes da cachaça poderão visitar o Engenho do Salto, que com-pletou 100 anos em 2011, lá você poderá provar cachaças artesanais e licores, almoçar e até visitar o setor de produção. Para os amantes da natureza e que gostam de caminhadas, apre-senta- se o Parque Ilha Grande, uma ilha no Rio Paraíba, que conta com 400m de trilhas, playground, banheiros e área para exercícios físicos. Pode-se visitar também o Parque Municipal Pedra Montada, uma escultura da natureza, o par-que foi construído ao redor de uma belíssima sobreposição de pedras, medindo, cada uma, cerca de 9m de comprimento por 2,5m de al-tura. Ainda no turismo ecológico existe o Parque Municipal Recanto do Américo, ou Pau d’Alho, como é mais conhecido.
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  38. 38. 38 Revista 23º Jogos de Integração Família-Escola bate recorde de público e arrecadação Aproximadamente 11 mil pessoas prestigiaram o evento que arrecadou mais de 4 toneladas de alimentos O ginásio principal do Sport Club Corinthians Paulista re-cebeu aproximadamente 11 mil pessoas para a abertura da 23ª edição dos Jogos de Integração Fa-mília- Escola (JIFE). O evento teve como tema “Quem transforma o mundo?” e este ano, crianças e jo-vens, da educação infantil ao ensino médio, apresentaram coreografias sobre personalidades que marcaram NÚMEROS DO JIFE Público na abertura: 11 mil pessoas Apresentações: 1.770 envolvidos Competidores: 2.500 pessoas Premiação: 1.200 medalhas Arrecadação de alimentos: 4 toneladas Modalidades disputadas: Voleibol, Handebol, Xadrez, Natação, Futebol e Jogos Digitais a história. Entre elas estavam San-tos Dumont, Napoleão Bonaparte, Monteiro Lobato e Jean Piaget. Há mais de 20 anos, o Grupo Edu-cacional Drummond realiza as Olim-píadas Integração, que a partir de 2014 passou a se chamar Jogos de Integração Família-Escola (JIFE). O objetivo do evento é reunir todos os alunos da instituição, inclusive da fa-culdade, por meio de atividades re-creativas, esportivas e culturais. As competições aconteceram nos dias 06, 07, 13, 14 de setembro e pais de alunos também puderam participar. Para se inscrever, foi necessário que os competidores doassem pelo me-nos um quilo de alimento não-pere-cível. Ao todo, foram arrecadadas mais 4 toneladas de alimentos que foram doados para instituições be-neficentes. Mantenedores Elisabete e Osmar Leonardo Da Vinci Xadrez Cerimônia Albert Einstein Monteiro Lobato Airton Senna
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  40. 40. 40 Revista São Miguel ganha unidade do “Cartório Mais” No mês de setembro foi inau-gurada uma unidade do “Cartório Mais” em São Mi-guel Paulista. A franquia não faz os serviços que um cartório público faz, sua função é a intermediação e agili-zação de documentos. O Cartório Mais é um sistema moderno, seguro e rápido para se obter documentos originais, de qualquer região do País, com so-todos os documentos necessários para quem busca financiamento da casa própria e de outros imó-veis. A Cartório Mais também está habilitada a realizar protestos, notificações extrajudiciais, re-abilitação de crédito, pesquisa patrimonial, tradução juramenta-da, regularização de documentos para os brasileiros que vivem no exterior. licitação de serviços em suas uni-dades franqueadas, espalhadas de Norte a Sul do Brasil, ou via on -line. Com parcerias importantes, a Cartório Mais disponibiliza ser-viços como o GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos e Cer-tificação Digital e a Pasta Mais. Essa última consiste numa forma prática de agilizar a solici-tação de crédito imobiliário, pois reúne, em um único compêndio,
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  42. 42. 42 Revista Guiado pela fé em Deus, Quando o poder da fé pela evolução da medicina e pelo desejo de uma vida nova, de um recomeço, assim são milhares de pessoas que enfren-tam a luta diária contra o câncer. Com uma história de exemplo e superação, o jovem de 22 anos, Raphael Pereira de Lima, é uma referência quando se trata de fé em Deus e otimismo. Diagnosti-cado com câncer maligno, o jovem Raphael tornou-se um símbolo de que com fé e esperança as coisas cooperam sempre para o bem. Com uma vida bastante agita-da, Raphael conta que sua pré-a-dolescência sempre foi de muita responsabilidade, aos 12 anos ele já trabalhava como auxiliar nos jo-gos de tênis de uma academia, isto porque ele se destacou como alu-no e passou a ser colaborador na hora dos treinos. Raphael tornou-se evangélico desde o ano de 2013, apesar de to-das as suas dificuldades ele garante: “minha fé em Deus não se abala nem por um minuto, tenho minhas aflições, meus momentos de choro, como todo ser humano, mas meu socorro sempre vem de Deus”. Vindo de uma família tradicio-nal e religiosa, a notícia do diag-nóstico chegou num momento extremamente difícil para ele, que tinha acabado de perder a irmã mais nova Allana, pouco menos de dois meses. Entre 06 irmãos, Alla-na, sempre foi considerada a me-nina dos olhos para todos, porém com a perda, a família viveu uma profunda dor sentimental. “Minha irmã sempre foi nosso maior xodó, foi nosso anjo, eu fi-cava muito triste em ver meus pais tão abatidos por conta de todo o sofrimento que eles vinham en-frentando por conta da enfermida-de dela. Foi uma época muito de-licada, minha irmã ficou internada por 05 meses em coma. Meus pais tiveram que largar o emprego para cuidar dela, praticamente eu que tive que manter a casa nesta épo-ca. Ver o sofrimento dos meus pais foi um baque muito grande, ver a angústia nos olhos da minha mãe, me entristeceu profundamente, mas em todo o momento eu ape-nas pedia a Deus para cuidar deles e para me dar força para continu-ar”, diz ele emocionado. Sempre fiel aos seus compro-missos com Deus, Raphael lembra que em certo momento, em um dos jogos que ele tinha com os jovens da igreja, ele sentiu fortes dores na virilha, mas a princípio não achou nada anormal e deu continuidade com suas obrigações diárias. Porém, com fortes dores, o jovem não se conteve e foi à procu-ra de um médico especialista após ter sido consultado por diversos outros médicos antes. Na ocasião da consulta, o médico foi um tanto categórico e constatou o diagnós-tico logo na primeira consulta, “ao apalpar minha virilha, o médico logo de cara me disse: isto é um tumor e pela espessura é maligno”, foi daí que começaram as jornadas de exames e consultas médicas. Mas para manter o equilíbrio dos pais que procuravam ainda se recuperar da perda da filha, o jovem optou por manter sigilo até sair o re-sultado. Raphael lembra que teve a ajuda apenas dos amigos Larissa e Daniel, amigos estes que apresen-taram a igreja evangélica para ele. Sempre motivado pela fé e o bom ânimo, Raphael lembra que não se deixou abater pela situação e procu-rou manter os pais o mais distante possível deste assunto. “Logo no início foi complicado porque quando o médico falou so-bre o tumor foi um baque, eu esta-va sozinho, não vou mentir, fiquei bem chateado, pois eu não imagi-nava que seria um problema sério, não senti medo, coloquei realmen-te as minhas dificuldades nas mãos de Deus, mas me recordo que cho-rei pela notícia”, frisa ele. Após passar por uma bateria de exames e ter sido diagnosti-cado com um tumor maligno, foi
  43. 43. 43 supera todos os obstáculos PARA DEFENDER SAO PAULO, NAO TEM MELHOR. COLIGAÇÃO: AQUI É SÃO PAULO - PSDB/DEM/PEN/PMN/PT do B/PTC/PTN/SD/PPS/PRB/PSB/PSC/PSDC/PSL CNPJ SERRA: 20.620.278/0001-79 • CNPJ DO VEÍCULO: 16.554.419/0001-25 • VALOR DA INSERÇÃO: R$ 1.500,00 o momento de enfrentar a família e fazer o comunica-do que ele teria que passar por uma cirurgia. “Eu lembro que quando contei do tumor e da cirurgia eu fui até um pouco arrogante com meus pais, justamente para não deixá-los preocupados com a situação e principalmente porque eu estava muito con-fiante no melhor de Deus para minha vida”. Confiança e fé, em al-guns casos, funcionam mes-mo como sinônimos. Afinal, é preciso acreditar e confiar. Ao entrar para o quarto de cirurgia, Raphael disse que não sabe nem explicar, mais foi como se tive sido guiado por Deus em todos os momentos, sentiu uma paz de espírito, uma tranqui-lidade que no momento da cirurgia ele lembra que até brincava com os médicos, e todos admiraram sua cora-gem, auto-estima e, princi-palmente, sua fé. Como de praxe após a recuperação da cirurgia é necessário fazer todo um acompanhamento médico e novos exames. Foi dai que em um dos exames foram apontados outros tumores no estômago e não teve outra, foi necessário passar pela quimioterapia. A amiga Larissa foi a pri-meira a acompanhá-lo em sua 1ª. sessão de quimiote-rapia, mas o momento que mais marcou foi logo nas úl-timas sessões: “Eu me recor-do uma vez que fui visitá-lo e ele tava bem mal por conta da quimioterapia, foi já nas últimas sessões da quimio, ele nem conseguia falar, en-tão eu comecei a cantar ao lado dele e comecei a cho-rar, foi muito marcante por-que sentia que eu precisava estar ali ao lado dele”, diz ela emocionada. A medicina vive um perío-do de grandes progressos tec-nológicos e científicos. Mas mesmo com tantos avanços, sobram exemplos para mos-trar que a fé continua a de-sempenhar papel importante no tratamento do câncer, como um poderoso aliado para enfrentar a doença. “Sou muito otimista, mas é claro, que onde é feita a quimioterapia, assim como em qualquer hospital, não é um dos lugares mais alegres e prazerosos de estar, eu vi pessoas morrerem na minha frente, pessoas com semblan-tes tristes, mas só em conse-guir tirar um sorriso da face daqueles amigos, já foi uma vitória. Na minha luta contra o câncer, a fé e muita oração foram elementos fundamen-tais para aguentar tudo o que aguentei durante o processo da quimioterapia”. Fé contribui para adesão no tratamento Segundo especialista no assunto, o paciente precisa encontrar muita força para enfrentar um tratamento oncológico, que muitas vezes envolve um desgaste físico e emocional. Ter a fé como companhia melhora até a aderência ao tratamento. Sempre simpático e de bem com a vida, para os ami-gos, Raphael é um exemplo tas vezes, nós amigos, íamos até ele para levar uma pala-vra de esperança e fé, sendo que, na verdade, éramos nós que saíamos de lá revigora-dos com a força e palavra de fé que ele trazia para nós. Ele é lindo, fofo, generoso, super pra cima e o melhor, ele sabe ser um amigo verdadeiro em todos os momentos”, afirma a amiga Nany Andrade. Raphael explica que o pior da doença não é per-der os cabelos, sobran-celhas nem o tratamento de quimioterapia, o pior é passar por tudo isto e não ter fé. “Estou confiante de que Deus tem o melhor pra mim, simplesmente eu sou um instrumento na mão de Deus, que Ele possa me usar da forma que Ele bem qui-ser”, finaliza ele. vivo de que tudo o que é fei-to com amor e confiança em Deus, pode ser superado. Comovidos com sua história, os amigos da igreja fizeram um corrente de orações e como uma forma de mostrar o tanto que ele é importan-te, durante o processo da quimioterapia, o grupo de amigos evangélicos adotou o estilo #SomosTodosCarecas. O amigo André Joaquim era conhecido pela vaida-de que tinha pelo cabelo Black, “Eu adorava meu ca-belo, não deixava ninguém mexer, era super vaidoso (risos), mas diante de toda a lição que o Rapha passou para nós, ter cabelo ou ser careca, não é nada compa-rado com a amizade que temos por ele”, diz Joaquim. “A diferença é que mui- 43
  44. 44. 44 INFORME PUBLICITÁRIO A EcoUrbis tem orgulho de fazer parte da história de São Miguel Paulista Responsável há 10 anos pela coleta de resíduos domiciliares, a concessionária parabeniza a todos os moradores pelo aniversário do bairro e dá dicas para torná-lo ainda melhor A região englobada pela subpre-feitura de São Miguel Paulista, que reúne o bairro de mesmo nome, além da Vila Jacuí e do Jardim Helena, reúne mais de 370 mil pessoas. Trata-se de uma das áreas mais popu-losas da cidade de São Paulo e, nos úl-timos anos, ela tem se destacado com um dos centros comerciais mais impor-tantes da capital paulista – consideran-do apenas as lojas de departamento, são mais de 200. Os números acima deixam claro que São Miguel Paulista está em pleno de-senvolvimento e a EcoUrbis Ambiental tem orgulho de fazer parte da história do bairro, pois, desde 2004, a conces-sionária é responsável pela prestação de um serviço essencial para toda a po-pulação local e que contribui de forma direta para o bem estar da sociedade. Estamos falando da coleta, transporte e destinação adequada de resíduos do-miciliares na região. Ao mesmo tempo em que para-beniza a todos os moradores de São Miguel Paulista por mais um aniversá-rio do bairro, a EcoUrbis aproveita a oportunidade para dar algumas dicas que, com certeza, contribuirão para tornar a limpeza urbana na região ain-da melhor. A primeira está relacionada ao horário que os sacos com os resíduos devem ser colocados na calçada. Nas ruas em que a coleta é feita no perío-do diurno, o ideal é que eles sejam co-locados no máximo duas horas antes de o caminhão passar. E, nos casos em que a coleta é noturna, a partir das 18 horas os sacos podem ser disponibili-zados na calçada. Ao adotar esse cuidado, os morado-res estarão contribuindo de forma efe-tiva à limpeza urbana, pois o risco de o saco ser rasgado por animais ou vân-dalos, que espalham seu conteúdo no passeio público, tende a ser reduzido. Para conferir o horário que o caminhão passa em cada rua, basta acessar o site www.ecourbis.com.br. Outra dica é em relação ao descar-te de objetos volumosos, como sofás, fogões, geladeiras etc. Há diversas op-ções para a destinação adequada des-ses materiais. Uma é doá-los a alguém que esteja precisando ou então para associações beneficentes. Outra é levá -los para ecopontos ou então aguardar a passagem do caminhão que presta o serviço chamado “Cata-bagulho”. Adotando esses pequenos cuida-dos, as vias públicas permanecem lim-pas por mais tempo, beneficiando a to-dos e tornando o bairro ainda melhor. Parabéns São Miguel Paulista.
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  46. 46. 46 Revista Concurso Miss Plus Size Para Edileidi, até a forma de falar Elas são lindas, simpáticas, es-tilosas e super de bem com a vida. Sim estamos falando das modelos Plus Sizes do concurso 2014, realizado no mês de setem-bro no anfiteatro do CEU Curuçá. Ao todo foram 10 modelos se-lecionadas, todas com o manequim tamanho GG e até Extra G. Pela primeira vez na região les-te o concurso Miss Plus Sizes foi um evento organizado pela dupla de modelos Roberta Caran e Edilei-di Cañete, ambas participaram do “Miss São Paulo Plus Sizes” e chega-ram a ficar entre as 25 finalistas re-presentando a cidade de São Paulo. Este foi o primeiro desfile realizado na região para o público Plus Sizes. O objetivo do desfile é promover o “Movimento Plus sem preconceito”. “Nossa ideia é que todos pos-sam curtir o evento e principalmen-te que quebre este paradigma de que a mulher acima do peso não pode ser incluída na sociedade, de que ela é feia, enfim, hoje no desfile trouxemos meninas lindas, com es-tilo e elegância, tudo isto para pro-var que não é o peso que define a beleza”, explica a advogada Rober-ta. Todo esse movimento plus size veio com algumas palavras chaves: diversidade na moda, quebra de pa-drões e luta contra o preconceito. quando se trata de pessoas acima do peso já exalta o preconceito, “na verdade sempre escutamos, “fula-na é gorda, mas é bonita”, ou seja, porque não mudar a frase dizendo: “fulano é bonita e gorda.”, sabe, isto precisa ser mudado, nosso maior objetivo é trazer a beleza plus e a inclusão, independente do seu tipo físico. Ela pode ser linda e gorda, ela pode ser linda e magra. O que vamos ver no desfile é a real beleza da mulher brasileira, desejo que as pessoas se vejam e se aceitem da maneira como elas são”, frisa ela. Durante a entrevista concedida à Revista Acontece Leste, além de preconceito, beleza e moda, o as-sunto saúde também foi colocado em pauta. “É claro que a saúde é importante e que a obesidade é um quadro de risco, mas o que se entende neste novo movimento plus size é que a estética é um di-reito e não um crime, não é porque somos gordinhas que não cuida-mos de nossa saúde, muito pelo contrário”, afirma Edileidi. A modelo Geiziane Alves da Sil-va, 21 anos, moradora do Itaim Pau-lista explica que não é a primeira vez que desfila, mas diz que por ser concurso dá um frio na barriga. “Es-tou representando minha região, confesso que estou com um medi-nho (risos), mas já me sinto super realizada em poder participar”. Casada e mãe de dois filhos, Marilia de 32 anos, veio do interior de São Paulo para participar, “é sempre um prazer poder partici-par, as meninas são lindas, adorei o convite”. O evento contou com a partici-pação das dançarinas: Sabrina Ruiz e Mariana Esteves, que abrilhanta-ram ainda mais o evento. O desfile teve três trocas de roupas sendo: os trajes casuais, banho e Gala. Compuseram a mesa de jurados: Divaldo Rosa, presidente do Gru-po Acontece de Jornais e Revista; Helena Custódio, modelo plus size e blogueira; Ivete dos Reis, advo-
  47. 47. 47 é destaque na Zona Leste gada; Toni Escarlante, fotógrafo; Eli-sangela Silva, diretora do CDC Jardim Noêmia; Paulo de Paula, representan-te do CEU Curuçá. As 10 participantes tiveram a chance de responder uma pergunta feita no decorrer do evento. Logo em seguida os jurados seguiram dando as notas para cada participante. Ao fim do desfile, a grande colocada que ganhou a simpatia dos jurados foi a participante Rosely, 21 anos , moradora da zona norte Freguesia do Ó, que emo-cionada disse ter ficar surpresa com o resultado do concurso. “Não esperava jamais imaginei que fosse eu a vencedora deste concurso, estou emocionadíssima, as meninas são muita lindas, estou muito feliz por vencer o concurso”, questionada sobre o que pretende fazer para o futuro, a nova Miss plus size diz que quer dar con-tinuidade em seus estudos e aprimorar sua carreira como modelo plus. A vencedora do concurso foi con-templada com um vale compra de R$250,00, um book fotográfico e uma cesta linda de produtos da Vult Cosmé-ticos. Com o apoio do comércio local e com o sucesso de público a dupla Ro-berta e Edileidi pretende dar continui-dade ao concurso “Miss Plus Size”.
  48. 48. 48 Revista “Chay Suede” arranca suspiros por onde passa Depois de estrelar a primei-ra fase da novela “Império” da Rede Globo, e se trans-formar rapidamente no mais novo galã da emissora, o ator Chay Sue-de aumenta seu número de fãs e tem sido destaque por onde passa. Em meio a muitos compromissos profissionais, o ator fez questão de dar uma pausa em sua agenda e concedeu uma entrevista exclusiva para a Revista Acontece Leste. Raleste: Você é cantor, ator, apresentador, de onde veio essa veia artística? Chay Suede: Veio de mim mes-mo (risos). Eu, graças a Deus, tive uma família que nunca brecou mi-nhas ideias malucas, então eu sem-pre fui motivado e suportado (no sentido de suporte). Sempre gostei de apresentar as coisas, contava piadas para minha família, sempre gostei de ter um público me assis-tindo. E como não tive restrição em casa isso foi facilmente ampliado com o passar do tempo. Raleste: Você começou no meio da música ou atuando? Chay Suede:Sempre foi um pou-co dos dois, na verdade a primeira vez que me apresentei na TV foi em um reality show chamado Ídolos na rede Record. Raleste: Você tem uma prefe-rência? Se fosse para escolher entre música e atuação. Chay Suede: Não existe prefe-rência. Eu acho que a arte precisa deixar de ser setorizada, as pessoas gostam de dividir em setores e gos-tam de achar que um artista pode fazer uma única coisa. Mas não é assim, um artista pode fazer muitas e muitas coisas, acho que precisar escolher é uma coisa que ficou no século passado. Raleste: Você está gravando ago-ra, não é?! Ouvindo o seu trabalho anterior, o estilo musical mudou bas-tante, esse “Rock Ground” é o que você sempre quis fazer na música? Chay Suede: Na verdade não, o meu primeiro disco é bem diferente do que eu toco agora, mas não to-das as composições, as composições têm a mesma linha e este novo, es-tou fazendo completamente inde-pendente, estou fazendo do meu jeito com tudo que eu quero, com os timbres que quero usar e com os arranjos que quero fazer, então por isso que o Rock Ground veio mais à tona agora. Raleste: Primeiro a novela Re-beldes, que tinha um público mais “teen”, agora Império, como foi es-trear no horário nobre? Chay Suede: Foi muito bom, porque não foi só uma estreia, isso na verdade era o que menos impor-tava. O bom mesmo foi interpretar o personagem que eu interpretei, com a história dele, com o texto do Aguinaldo, com uma direção bri-lhante, então isso sim é o barato, trabalhar com essa gente tão boa que me ensinou tanta coisa.
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  50. 50. 50 Revista Mulheres que perderam o filho, mas tiveram que se manter em pé Por algum tempo ela o teve por perto. Viu-o crescer, tomar ru-mos diferenciados. Protegeu -o. Acalentou seus sonhos... Mas, repentinamente o “presente” lhe é tirado. Assim, sem aviso, sem ques-tionamentos... Só restaram as lembranças... fo-tos... objetos pessoais... a visita diá-ria a seu quarto, como num ritual... esta é a triste realidade de uma mãe que viu partir seu filho. O que dizer a uma mãe ou a um pai que acabou de perder seu filho? Há momentos em que não existem palavras para expressar os senti-mentos. A situação parece fora da realidade. Muito provavelmente é assim que os pais se sentem ao se depararem com a morte de um fi-lho. A não ser quem já passou por situação semelhante, o máximo que se consegue é imaginar a dor vivida. E olhe lá. Dalva Galvão mãe de Tiago Gal-vão, 31 anos, perdeu seu único filho há três anos, vitimado por uma bala perdida no Estado do Rio de Janeiro e até hoje procura viver com a dor que ela deu como nome “dor da alma”. “É como se fosse uma dor na alma, algo inenarrável. Sei que foi preciso eu dar continuidade na vida, mas a ausência dele ainda é muito forte, sinto como se a qualquer dia ou momento, ele aparecesse e, tudo isto, fosse apenas um pesadelo”, re-lata Dalva. Tal sentimento, muitas vezes, até inibe a ação daqueles que desejam fazer algo para amenizar o sofrimen-to. “É muito complicado só quem passa por isto sabe o tamanho da dor, uma parte de mim foi embora quando meu filho partiu, a outra teve que dar continuidade”, lamenta Dalva. Para atenuar a dor, a fé é a gran-de companheira. É preciso acreditar em algo maior. É consolador saber que um dia se encontrarão... Segundo especialistas no luto, é preciso buscar forças dentro de si. Forças que talvez a pessoa julgasse não existir. Transformar lágrimas em sorri-sos. Buscar consolo em algo maior e no amor de familiares e amigos. Assim que Sandra Araujo fez para suportar a perda de seu filho caçula, Rubens Junior, 22 anos, que perdeu a vida em um trágico acidente de trânsito, há 04 anos. “Jamais desejaria isto para al-guém, é uma dor enorme como se tivesse tirado algo de mim. Dizer que eu superei ou esqueci, isto nunca, meu segredo está em Deus que aca-lentou meu coração todas as vezes que pensei que não suportaria. São quatro anos de muitas recordações e agradecimento por Deus ter me permitido viver ao lado dele por 22 anos”. De uma coisa Sandra diz ter certeza: “Deus foi tão misericordio-so que logo depois de dois meses da perda do meu filho, ele me presen-teou com um neto lindo, que tornou nossos dias mais leves e alegres, claro que um neto não preenche o lugar de um filho, mas posso afirmar que ele veio como um anjo e um incentivo a mais para provar que a vida precisa continuar e que há pes-soas aqui na Terra que ainda preci-sam de nós”, ressalta ela. Uma mãe jamais pensa que um dia vai enterrar o filho! Uma mãe nunca esquece o filho que partiu cedo de-mais. Na perda, ficaram somente as lembranças boas do pouco tempo em que puderam dividir não só alegrias, mas também dificuldades. Mesmo diante dessa situação de dor incurável, apontada como “Dor da Alma”, existem milhares de mães guerreiras e fortes que lutam para dar continuidade na vida, apesar da saudade no peito e o amargo na garganta pela falta de um adeus que elas não puderam dar.
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  52. 52. 52 Revista Escritor Allan Regis um dos grandes ícones na literatura Eduardo Rocha Allan Regis é o autor das crôni-cas veiculadas no Jornal Guaianás & Cidade Tiradentes, e está estreando na revista com a novela “As Aven-turas e Desventuras de Ferrugem” que serão publicadas bimestral-mente e os leitores podem conferir e acompanhar, a partir desta edição marcante, a epopeia do mais novo personagem do escritor de obras como “Mil horas sem fim” (2012), “Reminiscências – Meu Bairro de Guaianases” (2013) e “Ler-te In-tegral – Escritos Tipo A” (2014). O autor foi um representante da Zona Leste na 23 Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o que muito nos orgulha. O evento que aconteceu no último mês de agosto deste ano chegou a atingir nos dez dias de evento um público de 720 mil visi-tantes. A revista procurou o autor numa tarde de sábado para bater um papo sobre sua carreira e suas obras. Divirtam-se. Raleste: Diga uma coisa: como se tornou escritor? Desde quando escreve? Allan: Bem, eu comecei pri-meiramente a gostar de ler. Não acredito em pessoas que se dizem escritores, mas que não leem. Fui muito incentivado pela bibliotecá-ria da escola Benedito Calixto, onde estudei, em Guaianases. Eu era um aluno arteiro e alunos arteiros cos-tumavam ir para o banco gelado, de mármore, da diretoria. Dali, eu ia me esconder na biblioteca, e lá a bibliotecária me oferecia livros para passar o tempo. Entrei em contato com a literatura infantil desse jeito. Lia os Irmãos Green, Monteiro Lo-bato, enfim, tomei gosto e depois comecei a querer escrever. Passei boa parte da infância sonhando em ser jogador de futebol, como mui-tos garotos sonham, mas tinha den-tro de mim uma ideia reservada de querer ser escritor sem nem mes-mo saber como poderia ser. Queria poder imitar aquilo que eu estava lendo, pois achava bacana, e o in-tuito foi esquentando aos poucos dentro de mim, como uma brasa no fogo. Cheguei até mesmo a escre-ver – lembro – uma peça de teatro aos 9 anos sobre um esquizofrênico chamado Paulinho, muito conhe-cido em Guaianases. Todos diziam que o Paulinho tinha sido jogador de futebol profissional, mas, após a traição de sua mulher – que amava muito – acabou ficando depressivo, danou a beber e caiu na sarjeta. Cada um falava uma coisa. Da peça pra cá, nunca mais parei. Entrei na adolescência escrevendo e nunca parando de ler. Meu irmão Luciano Regis incentivou-me muito também quando levou-me pela primeira vez na Biblioteca Mario de Andrade e ao Sebo do Messias lá no centro. Ali eu comecei a tomar contato com a grande literatura universal: conheci Machado, Proust, Conan Doyle, He-minghway, Kafka, Tre-visan, etc... Comecei a ler muito mais do que já lia, aos 14 anos come-cei a traçar as linhas do meu primei-ro romance: Reminiscên-cias – Meu bairro de Guaianases, que só con-segui lançar em 2013 quando o bairro de Guaianases completava 153 anos de idade. Foi mais ou me-nos assim que tudo começou. Raleste: Muito bom. Sabemos que o livro Reminiscências é uma obra que resgata uma memória que está se perdendo, não é mesmo? Poucos são os jovens que conhe-cem o lugar onde vivem. Allan: Sim, sim... Reminiscên-cias tem o intuito de levar adiante as histórias dos mais velhos mo-radores. Dos bisavôs, das bisavós, avôs e avós, que estão morrendo e levando junto suas memórias para serem enterradas e sumirem para sempre. O livro é porta-voz do que muita gente viveu. É um retrato da vida de antigos moradores e de toda a atmosfera que existia em
  53. 53. 53 As aventuras e desventuras de ferrugem Eu largara meu emprego como escrivão do Primeiro Cartório Central de Registro Civil de São Rimato, onde tra-balhei por quatro anos, deci-dido a mudar de ares e encon-trar- me em outro emprego. Estava realmente cansado da-quela rotina de atestados, de-clarações, certidões, toda aquela papelada chata que tinha que dar conta. Sabe, é claro que não era só por cau-sa dos documentos. Não! Gosto do meu ofício. Só não queria ficar enfurnado ou enclausurado naquele lugar até me apo-sentar. Senti-me usado e oprimido pelos tabeliões. Na realidade nunca tive preten-são de trabalhar em cartório, entende? Comprei minha pequena máquina Remin-gton impulsionado pelo desejo de escrever romances. A vontade de ser escritor é que me aproximou das teclas. E uma coisa foi puxando a outra. Como precisava de di-nheiro, acabei aceitando o emprego no cartório e aí tornei-me um escrivão de ofí-cios, o que acabou tomando-me tempo e adiando minhas ideias literárias. Pela rua, desempregado, sem família, sem amigos e sem vontade alguma de vol-tar a trabalhar, andei lento pela multidão apressada. Gastava minhas úl-timas economias nas gandaias da vida. Na solidão, comecei a beber, a fumar, virei cliente de uma prostituta, até o dia em que meti a mão no bolso e percebi que me sobrara algumas poucas moedinhas e que era hora de eu voltar a trabalhar antes que me tornasse um miseráel mendigo. Tentando reverter minha realidade, comprei um jornalzinho de empregos numa banca e entrei num boteco para lê-lo enquanto bebia uma dose junto ao balcão. Bastou umas poucas viradas de página e uma ou duas bebericadas para que vis-lumbrasse uma próxima oportunidade de emprego: “Precisa-se de Escrivão de Polícia para o Setor 22, periferia da Zona Leste de São Rimato. Salário razoável. Procurar Dr. Ca-rona”. Tratei de fazer um acordo com a dona da pensão que eu aluguei, dando a ela uma aliança em ouro que eu guardava como he-rança de um velho relacionamento falido. Fiz minha barba, ajeitei minhas coisas, dei uma cuspida no meio fio e fui tomar o trem para o subúrbio da região leste da cidade. ... continua... Guaianases antigamente. Paisagens são resgatadas na obra. O jeito de ser e de viver do povo local. A história é recon-tada pela ótica dos moradores antigos. Raleste: E sua obra Mil horas sem fim? É um título muito chamativo. Dá curiosidade de saber sobre a história que escreveu. Quando lançou e do que trata a obra? Allan: Mil horas sem fim foi lan-çada em 2012. A princípio era pra ser um conto encomendado por um ami-go chamado Rafael Trindade que tinha vivido umas situações de crise familiar e baixo astral numa noite fria. Ele con-tou- me enquanto voltávamos pra casa, vindo da faculdade de letras. Como ele percebeu que eu me interessei pelo que ele havia vivido, sugeriu que eu escre-vesse algo sobre isso. Era para ter sido escrita em uma ou duas páginas, mas as ideias foram surgindo e virou um romance que retrata um pouco sobre o que Rafael viveu somadas a contex-tos filosóficos e uma gama de críticas sociais. O personagem vai virando uma noite atrás da outra sem querer voltar pra casa, pois sente-se oprimido pelo pai, além de estar insatisfeito com sua própria rotina de vida, ele sente-se sem lar, sem emprego, sente-se perdido nos dias frios de São Paulo. Caminhando para encontrá-lo, estará um tal de Pa-raíba que é o vilão da história. Os dois vão se encontrar em algum momento, enquanto não há o encontro, suas vidas vão sendo traçadas e discutidas nos ca-pítulos. A colisão, que é o epílogo, dos dois, é inevitável para que ensine a to-dos possibilidades de se viver melhor. Raleste: E o lançamento aconteceu onde? Allan: Ah, sim... A obra foi oficial-mente lançada no dia 24 de junho na Livraria do Suburbano Convicto, no Bi-xiga. Rua 13 de maio, número 70, Bela Vista. Centro. No espaço da livraria acontece um Sarau, o Sarau do Subur-bano Convicto, todas as terças-feiras, dando oportunidade a poetas e escri-tores que estão em busca de oportuni-dades. A livraria e o Sarau são adminis-trados ou organizados por dois ativistas culturais: Tubarão Dulixo e Alessandro Buzo, que apresenta o quadro SP Cultu-ra, no jornal SP TV aos sábados. Foi mui-to legal mesmo. Fiquei muito contente em ter lançado lá no Suburbano Convic-to. O pessoal pode conferir no link da livraria: http://buzo10.blogspot.com. br/2014_06_01_archive.html, Raleste: E como foi a participação sua na 23 Bienal Internacional do Livro de São Paulo? Allan: Rapaz... Para mim represen-tou uma realização de um sonho antigo, lá de trás. Eu sempre participei indireta-mente da Bienal – sempre levava textos meus escondidos para entregar a algum editor ou escritor famoso que estivesse participando do evento. Eu era um des-ses bajuladores mesmo. Às vezes não comprava obra nenhuma, mas estava lá para tentar arranjar um lugarzinho num estande daqueles. Então... Ter lançado VALOR: R$ 1.500,00 MELHOR PARA SÃO PAULO uma obra lá, foi realmente uma realiza-ção. Conheci muita gente nova, sofri as problemáticas normais de um autor que está em ascensão, mas, resumindo, foi um sucesso. Raleste: Que bacana, Allan. Nós aqui da revista gostamos muito de sa-ber sobre você e seu trabalho. Apareça quando quiser por aqui, o espaço é seu. Obrigado. Allan: Valeu pelo espaço e vida longa à revista que leva informação ao povo. Mais uma vez, quem quiser saber mais sobre mim e meu trabalho, é só acessar meu site: www.escritorallanre-gis. com ou acesse a página: www.face-book/ escritorallanregis. Também não se esqueçam de lerem minhas crônicas no jornal Guaianás & Cidade Tiradentes, bem como minha novela que se inicia nesta querida revista. Tracem comentá-rios. Um abraço a todos. Salve! MELHOR PARA O BRASIL. COLIGAÇÃO: AQUI É SÃO PAULO PSDB/DEM/PEN/PMN/PTDOB/PTC/PTN/SD/PPS/PRB/PSB/PSC/PSDC/PSL COLIGAÇÃO: MUDA BRASIL PSDB/PMN/SD/DEM/PEN/PTN/PTB/PTC/PTDOB • CNPJ AÉCIO: 20.558.161/000102
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  56. 56. 56 INFORME PUBLICITÁRIO Votorantim Metais: participando do desenvolvimento de São Miguel Paulista A Votorantim Metais é um dos mo-tores do desenvolvimento econô-mico e social de São Miguel Pau-lista ao longo das últimas três décadas destes 392 anos de história. Instalada no bairro desde 1981, a Unidade local é res-ponsável por posicionar a empresa como a maior produtora de níquel eletrolítico da América Latina, um metal usado pela indústria de aço inox do país para a pro-dução de diversos itens como panelas e talheres presentes na mesa do brasileiro. A produção de níquel eletrolítico da Unidade gera mais de 400 empre-gos diretos, sendo 80% das vagas pre-enchidas por trabalhadores da região. Mas, além disso, o envolvimento da empresa com o bairro é ainda maior e abrange investimentos em projetos socioculturais responsáveis por contri- buir com a formação dos moradores da comunidade local. Em conjunto com o Instituto Voto-rantim, a Unidade da Votorantim Metais apoiou a reforma e a restauração da Ca-pela de São Miguel, um marco da arqui-tetura e da história do Brasil, localizado no bairro da zona leste de São Paulo. A empresa também aposta em pro-jetos de qualificação profissional e de voluntariado focados em jovens em si-tuação de vulnerabilidade social. Neste âmbito, o principal projeto é o Programa de Educação para o Trabalho (PET), rea-lizado em parceria com o Instituto Ala-na e o Senac. Em funcionamento desde 2008, o projeto capacitou até o primeiro semestre de 2014, um total de 630 jo-vens com um índice de absorção pelo mercado de trabalho, a chamada taxa de empregabilidade, de 65% em até um ano após a formatura dos jovens. Além disso, a Unidade também apos-ta no programa “Ser Mudança”, em par-ceria com a ONG americana United Way, voltado para incentivar os jovens a em-preenderem projetos que resultem em benefícios para a comunidade. Para o gerente geral da unidade São Miguel Paulista, Fernando de Oliveira Gurgel, os investimentos sociais de-monstram a importância do bairro para os negócios da Votorantim Metais, uma empresa que acredita no crescimento empresarial aliado ao desenvolvimento social. “Parabenizo o bairro São Miguel Paulista pelos seus 392 anos e também a todas as pessoas que ajudaram e ajudam a escrever essa história de sucesso”, afir-ma Gurgel.
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  58. 58. 58 Revista Minifashionistas e exigentes: Crianças cada vez mais gostam de escolher o que vestir Que as crianças estão cada vez mais vaidosas e exigen-tes, isto não é segredo para ninguém e também é normal que esta mania ganhe uma proporção ainda maior na hora de escolher o que vestir. Para se ter uma ideia, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) são produzidas no Brasil cerca de 900 milhões de peças de vestuário infantil por ano, o que representa 20% de todo o setor. E quem leva essas roupas para o guarda-roupa não são os pais: 80% dos pequenos escolhem o que querem vestir, ainda de acor-do com a associação. Ou seja, cada vez mais cedo as crianças assumem o comando do acervo fashion e de-lineiam o próprio estilo. Tanto que ganharam uma semana de moda, a Fashion Week Kids, que já está na sua décima segunda edição. Mesmo sem entender muito das combinações certas para sua , a pequena Sofia Mota Teixeira de 02 anos e 06 meses, filha da pedago-ga Selma Cristina, na hora das tro-cas de roupas, ela dá o show dela de produção e exige que a mamãe coloque a que ela mesma escolher, “chega até a ser engraçada, porque ela bate o pé e quer vestir a que ela escolheu, algumas vezes eu até dei-xo porque mesmo sem ela enten-der, ela acerta, mas há momentos em que não têm condições (risos)”. O mais engraçado é que em alguns casos, nada de babados nem fru-frus, geralmente as modelos mirins mudam de opinião muito rápido, um dia, querem rosa, no outro, que-rem a estampa de adulto, e choram porque não têm para elas! “Chego a ficar nervosa algumas vezes, porque a Sofia quer de qualquer jeito usar as roupas que escolhe, sem contar, a minha mala de maquiagem que se deixar ao alcança dela, ela faz uma festa em casa”, ressalta a mãe. Mas, quem pensa que a vaida-de está só no público feminino se engana, os meninos também têm opiniões próprias e exigem o que vestir na hora dos passeios em fa-mília. Glaucia Oliveira Policarpo, mãe de Túlio Policarpo de 03 anos e meio, também passa por alguns mo-mentos de nervoso com o pequeno, “não é sempre, mas tem vezes, que ele cisma com uma roupa que aí não tem jeito, tenho que colocar (risos)”, diz ela. Segundo especialista, as crianças estão mais ligadas a tudo. Elas hoje não são as mesmas de 10, 15 anos atrás. Isso é fato. São bom-bardeadas com informação o tem-po todo. Mas criança será sempre criança. Os olhos vão sempre brilhar por coisas que trazem afeto. O que os pais precisam ficar atentos é ao consumismo exage-rado. Existe hoje um processo de erotização do universo infantil. Na prática, isso significa crianças de salto alto, de calça colada dourada e muita maquiagem. Para a psicóloga Ana Luiza Mas-sareti, os pais precisam sempre co-locar o diálogo em primeiro lugar e nunca ceder a todos os desejos dos pequenos. “Sei que é um de-sejo natural das crianças de se es-pelharem nos pais e quererem sair por aí como eles, mas é necessá-rio saber filtrar algumas atitudes, criança pode escolher o que quer até certo ponto, mas depois esse papel é dos pais e ponto”, orienta a especialista.
  59. 59. 59 INFORME PUBLICITÁRIO Varre Vila: um projeto limpeza Até meados de 2012 os mora-dores da Comunidade Nossa Senhora Aparecida, na Vila Jacuí, zona leste de São Paulo, eram obrigados a andar no meio das ruas para desviar do lixo acumulado nas calçadas. Um dos pontos mais críticos era uma pequena rotatória, local co-nhecido como “bola”. Ali, os contêine-res da limpeza pública estavam sempre abarrotados e transbordando, o mau cheiro incomodava a vizinhança e os insetos se espalhavam pelas ruas e ca-sas dos arredores. Os caminhões de lixo não venciam a luta contra os resíduos. Por iniciativa da própria comunida-de foi criado o projeto Varre Vila, com apoio do Consórcio Soma, Amlurb (Au-toridade Municipal de Limpeza Urba-na), subprefeitu-ra de São Miguel Paulista, Institu-to Estre, escolas, ONGs e uma con-cessionária. Os moradores se mobilizaram e hoje a comunida-de é um exemplo de limpeza. O primeiro passo foi dado com uma opera-ção especial do Consórcio Soma, junto com um mutirão que envolveu dezenas de moradores, no mês de julho de 2012, para a reti-rada do lixo e entulho acumulados. Em seguida, a empresa instalou 350 novas lixeiras e contratou seis varredores da própria comunidade para manter a lim-peza das ruas e vielas. Mas o mais im-portante foi a mudança de hábitos da própria população. “Antes, as pessoas jogavam o lixo em qualquer lugar. Sacos, entulhos e re-síduos iam se acumulando e causando problemas para todos. Hoje, os próprios moradores embalam o lixo direitinho, colocam na rua somente nos dias de pas-sagem do caminhão coletor e conversam quando percebem alguém jogando o lixo em qualquer lugar. Não podemos dizer Ionilton Gomes Aragão, idea-lizador do Varre Vila que a comunidade está 100% limpa. Ainda falta muito. Mas quem conheceu como era antes e como é agora, nem acredita que se trata do mesmo lugar” – afirma Ionilton Gomes Aragão, o prin-cipal idealizador do Varre Vila e morador do próprio bairro há 36 anos. O trabalho continua a todo o vapor. A “bola”, o antigo ponto viciado, onde o acúmulo de lixo causava transtornos aos moradores, hoje é ocupada, nos finais de semana, pela Tenda Cultural. Em vez de insetos, mau cheiro e sa-cos plásticos jogados, agora crianças e adultos assistem peças de teatro, shows musicais e ouvem histórias. E os ecos vão se espalhando pelas comuni-dades Tenda cultural onde havia um ponto viciado vizinhas. Operação de limpeza para remoção de entulhos
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