Folha 209 cópia

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Folha 209 cópia

  1. 1. Na manhã de quinta-feira (29), a Associação Comercial de São Paulo Distrital São Miguel promoveu um encon- tro com empresários, comer- ciantes da região, lideranças comunitárias, CONSEG’s e o Comandante do 29º.BPM/M, Ten. Cel. PM Gilberto Hernan- des Junior que esteve acom- panhado do tenente Jorge, responsável pela comunica- ção... Leia mais na pág 04 Comandante do 29º BPM/M reúne-se com lideran- ças e comerciantes em São Miguel e Itaim Paulista 2ª QUINZENA DE MAIO DE 2014ANO IX - N.o 209 www.aconteceagora.com.br | raleste@gmail.com | Tel.: (11) 2031-2364 Moradores do Itaim Paulista se revoltam contra ponte improvisada no córrego Lajeado O Jornal Folha do Itaim & Curuçá vem recebendo inúmeras denúncias, por te- lefone, por email e através da rede social do jornal (face- book), sobre uma passagem improvisada de madeira, feita sobre o córrego Lajeado, altura da rua Gabriel Ponce de Leão, próximo da Estrada Dom João Nery. Segundo es- sas... Leia mais na pág 03 No início deste ano, foi realizada a 3ª edição da Copa Interclubes Leste 2014 de futebol de base categorias Sub-16, Sub-14 e Sub 12. O evento contou com a participação de 11 equipes da região leste, sendo elas: Ne- gritude FC/Cohab I; Primeiro Paulista/Pq. Savoi; Vamo Q Vamo/São Miguel Pta; Alfa La Vai Bola; Grêmio Brasília; Grêmio Anchieta; Vida Plena A Cristã/Vl. Curuçá; Estrela de Fogo; e Renomax. As fi- nais foram realizadas em 24 de maio de 2014, no campo do CDC Grêmio Anchieta (Sub-16: Vamo q Vamo x Alfa La Vai Bola, Sub-14: Grêmio Anchieta x Vamo Q Vamo e Sub: 12... Leia mais na pág 03 “Vamo Q Vamo” é o campeão invicto da III Copa Interclubes Leste 2014 Conselho da Comunidade Negra comemora 30 anos e presidente Marco Antonio Zito participa do “Roda Vida” do Grupo Acontece O presidente do Conselho da Comunidade Negra SP, Dr. Zito, participou do Programa “Roda Viva” do GrupoAconte- ce para falar dos 30 anos do CPDCN (Conselho da Parti- cipação e desenvolvimento da Comunidade Negra), o primeiro órgão oficial do Bra- sil a dedicar-se às questões de combate à discriminação racial. Leia na pág 06
  2. 2. Diretor Executivo: Jornalistas (fl): Diretor de Arte: Designer Gráfico Reporter Fotográfico: Fotografo Teen: Revisora: Gerente Financeiro: Depto. Jurídico: Distrib./Logistica: 35 mil exemplares Divaldo Rosa Silmara Galvão Nunes-MTb 51.096 Sérgio Avante Ademir Rodrigues Eduardo Rocha Bruno Barreto Rosa Prof. Suseli Corumba Rosa Ademir Rodrigues Agilson M. Oliveira MULTI - Distrib. de Jornais e Folhetos As matérias publicadas são de exclusiva responsabilidade dos colaboradores e não representam necessariamente a opinião do Jornal. Os nomes dos colaboradores e representantes comerciais não mantém vínculo empregatício com a empresa. REDAÇÃO E PUBLICIDADE Fone/Fax: 2031-2364 / 2513-0928 Av. dos Guachos, 166 - 08030-360 - Vila Curuçá – SP www.aconteceagora.com.br | E-mail: raleste@gmail.com A marca Folha do Itaim existe a 42 anos, sendo 9 anos sob a direção do Grupo Acontece de Jornais e Revistas. CIRCULAÇÃO: Itaim Paulista, Vl Curuçá, Jd Robrú, Alto Tiete (Itaquá, Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano) Um veículo do GRUPO ACONTECE de Jornais e Revistas SUB PREF. DO ITAIM PAULISTA Av. Marechal Tito, 3012 Itaim Paulista-SP BANCA DO VALDO Av. Marechal Tito, 4800 Itaim Paulista-SP BANCA KM 28 Av. Marechal Tito, 5868 Itaim Paulista-SP BANCA MARECHAL 4400 Av. Marechal Tito, 4400 Itaim Paulista-SP BANCA NAGUMO Pç Francisco Pereira, 80 Vl Curuçá-SP REVISTARIA CAVOA Av. Cavoá, 425 Vl. Curuçá-SP BANCA KM28 Av. Marechal Tito, 5868 Itaim Paulista-SP 2ª quinz. MAIO de 2014 Atualidade Localizada na Estação Palmeiras-Barra Funda, Central recebe, mensalmen- te, cerca de sete mil itens encontrados nas estações A Central de Achados e Perdidos da CPTM está completando 15 anos em 2014. Nesse período de existência, o departamen- to, localizado na Estação Palmeiras-Barra Funda, coleciona uma série de his- tórias de pessoas com seus respectivos objetos esque- cidos no interior dos trens, plataformas ou estações. A maior parte dos itens que chegam à Central é retirada das estações Brás, Luz, Guaianazes, Osasco e Lapa, nas quais há maior concentração de passagei- ros. Entre os objetos es- quecidos estão pia, cadeira de rodas, bengala, carrinho Recomendação é ignorar a cobrança; Polícia Civil já está investigando a ação fraudulenta. Alguns contribuintes, pes- soas físicas e jurídicas, rece- beram, em seus endereços, boletos falsos de cobrança de Contribuição de Melhoria, com pedido de depósito até 1º de junho. A recomendação é ignorar a cobrança. A Secretaria da Fazenda já identificou o golpe, que está sendo aplicado por su- posta empresa de cobrança. Ela menciona indevidamente Iniciativa é uma das ações da Semana da Educação Alimentar, que ocorrerá em unidades escolares do Estado Alunos da rede estadual de ensino passarão por uma ex- periência diferente. Eles irão para a cozinha para aprender quais são os alimentos saudá- veis e como podem fazer um cardápio balanceado. Essa atividade faz parte da Semana da Educação Alimentar, que ocorrerá em 3.063 escolas da rede estadual de ensino. Na programação estão previstas oficinas culinárias, mapeamento nutricional e atividades recreativas sobre os alimentos. Todas as ações foram supervisionadas por O resultado da política brasileira de emprego e dis- tribuição de renda é elogiado até no exterior. Estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), por exemplo, consideram que, na prática, o Brasil vive pleno emprego, si- tuação que deve perdurar até 2020, caso o país mantenha taxa anual de crescimento em torno de 6%. Achados e Perdidos da CPTM completa 15 anos de bebê, violão, saxofone, mala de viagem, além dos mais comuns como cartão de banco, roupas, carteira, bolsa, calçados, RG, foto, entre outros. Os documentos pesso- ais respondem por cerca de 60% na lista dos mais extraviados. Também são campeões de esquecimento peças de vestuário, cartei- ras e fotos, que represen- tam quase 40% do volume registrado. Mais de 40% dos materiais extraviados são recuperados pelos donos. Em 2013, dos 84.659 objetos extraviados, 32.170 foram devolvidos. Em 2012, foram 78.600 itens armaze- nados, sendo que 31.440 proprietários retiraram seus pertences. Já em 2011, dos 74.488 itens, 35.009 chega- ram aos seus donos. Os objetivos são devol- vidos aos donos após um trabalho de investigação dos funcionários da Cen- tral, que executa pesquisa minuciosa para localizar os proprietários, a partir de indí- cios nem sempre evidentes. Dentre as estratégias estão cruzamento de dados com sites de pesquisa, redes sociais, cadastro de usuário da CPTM e outros sistemas de transporte Se o dono dos objetos não for localizado, eles per- manecem guardados por cerca de 60 dias. Após esse período, eles são doados ao Fundo Social de Solidarie- dade de São Paulo [FUS- SESP]. Já os documentos pessoais, como RG, são devolvidos aos órgãos ex- pedidores, e os cartões de banco, destruídos. Alerta: boletos falsos estão sendo enviados aos contribuintes os nomes da Secretaria da Fazenda e da Secretaria de Planejamento e Desenvolvi- mento Regional nos boletos. O Fisco paulista adotou providências administrativas para coibir a ação criminosa. A Polícia Civil, por meio da Divisão de Crimes Contra a Fazenda do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), também iniciou o processo de investi- gação criminal para identificar os responsáveis pela ação fraudulenta. Alunos da rede estadual aprendem a montar cardápio saudável nutricionistas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que prepararam atividades de acordo com a faixa etária dos alunos. Nesse sentido, as turmas do Ciclo I do Fundamental te- rão a companhia de fantoches e histórias em quadrinhos sobre a merenda escolar. Já para os alunos do Ciclo II, o foco é a pirâmide alimen- tar. E para o Ensino Médio, a ideia é discutir questões como alimentação e estética, a influência das campanhas publicitárias, além de um raio-x sobre a quantidade de açúcar, gordura e sal de algumas guloseimas. Expansão do mercado de trabalho com qualidade É importante observar que a expressão “pleno emprego” não significa fim do desem- prego. Reflete, sobretudo, que o nível de trabalhadores sem emprego se encontra numa faixa estável. Nesse quadro, quando o trabalha- dor fica fora do mercado de trabalho, a recolocação não demora mais do que 30 ou 60 dias. Outro fator que demonstra a proximidade de um cenário de pleno emprego no país é a maior pressão por aumen- tos salariais, o que já está ocorrendo. Com um detalhe relevante: os aumentos su- peram índices inflacionários e vão além das faixas de produtividade. Nas contas do Departa- mento Intersindical de Estatís- tica e Estudos Socioeconômi- cos (Dieese), 93% dos pisos salariais, em diversas cate- gorias profissionais, tiveram reajustes acima da inflação no ano passado. Cabe assinalar, por outro lado, que o mercado de trabalho, ao ampliar a ren- da do trabalhador, fez surgir uma sociedade de consumo de massa, com uma nova classe média que consome R$ 881,2 bilhões anuais. Essa nova classe brasi- leira é formada por pessoas mais jovens, com maior nível de escolaridade. É um grupo social mais exigente na hora de consumir e no momento de decidir onde investir o seu di- nheiro. Além disso, este novo cidadão, mais consciente, está indo às ruas para mani- festar suas reivindicações e, com certeza, depositará seu voto na urna, nas próximas eleições, com maior poder de discernimento. Nesse momento, é fundamental que o quadro de expansão de emprego e aumento da consciência contemple os mais de 5 mil municípios do interior do país. Nos últimos anos, grandes montadoras de automóveis e fortes gru- pos ligados ao agronegócio geraram (e ainda geram) milhares de oportunidades de emprego – como aconte- ceu no Estado de São Paulo. Entretanto é preciso mais: é importante fomentar e facilitar o incremento de pequenas e médias empresas, sobretudo na área de serviços. É fundamental pontuar, também, que tanto nas gran- des capitais quanto nas ci- dades do interior, a longo prazo não é suficiente apenas gerar empregos. É necessário qualificar melhor os grupos sociais e, nesse sentido, o treinamento e projetos de educação podem fazer a grande diferença. José Américo
  3. 3. 2ª quinz. MAIO de 2014 Comunidade Para quem não sabe o Lar Luiza Neris é uma entidade filan- trópica sem fins lucrativos sedia- da à Rua Ivoturucaia, 431, na Vila Curuçá. A Entidade existe a dois anos e vem cuidando de crianças sem receber recursos de órgãos públicos, mantendo-se através de doações e contribuições de pessoas físicas e jurídicas. O lar possui instalações para abrigar até 20 crianças na idade de 0 a 7 anos. Para angariar fundos, além das contribuições, mantém um bazar à Rua São Gonçalo do Rio das Pedras, 15, em frente à estação Jardim Helena/Vila Mara da CPTM e promove eventos, tais como: feijoada com rock, chás beneficentes e vários outros. Contando sempre com a partici- pação da sociedade. Para cuidar das crianças em tempo integral é necessário manter uma equipe de profissio- nais e por isso é preciso ter os mantenedores, pessoas físicas e jurídicas, que possam contribuir com qualquer valor para o Lar. Programado para acontecer Uma das promessas brasi- leiras para as paraolimpíadas de 2016 é morador da zona leste; Ari Mariano da Silva, 53 anos, já é um vencedor. Nasceu com uma doença degenerativa que se agrava ao passar dos anos, jogava bola quando criança, a Um vitorioso rumo às paraolimpíadas !! partir dos 45 foi obrigado a fazer cuso de cadeira de rodas.Aos 49 começou a fazer natação como exercícios para tentar retardar a evolução da doença e com quatro meses começou a participar de competições e, um ano depois, em abril de 2011 ganhou seu primeiro prêmio. Desde 2006 participa do PI- DPEI (Programa de Inclusão Di- gital para Pessoas Especiais e da 3ª Idade) hoje fazendo parte da diretoria. A Entidade assinou no dia (22) um contrato de parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, conseguindo patrocínio para que Ari continue treinando e consiga os índices necessários para participar das paraolimpía- das de 2016. As premiações recebidas 2011- Troféu de honra ao mérito - Medalha de bronze VII troféu Sergio Dell Grande - 2 de bronze, 50 e 100 metros costas, nos jogos Regionais de São Paulo 2012 – 2 de ouro nos Jogos Re- gionais de São Paulo, 50 e 100 metros costas 2013- 1 de bronze nos 50 metros costas no Circuito Brasil das Lo- terias da Caixa 2014- 2 de bronze, nos 50 e 100 costas na fase regional Circuito Brasil Loterias da Caixa Eduardo Rocha Lar Luiza Neris ajudando a cuidar do nosso futuro no dia 20/07 o próximo evento será a realização de uma festa julina e como de costume contará com a contribuição de todos da comunidade. O evento será re- alizado no Clube Escola Curuçá. Se você tem a vontade de contribuir entre em contato com o Lar pelo telefone 2581-2324 e seja um associado, ajudando, com isso a cuidar de uma criança! Visite o site: www.larluizaneris.com.br Você pode doar qualquer quantia, depositando na conta: Banco do Brasil, Ag 1267-X C/C 54.237-7 Lar Luiza Neris. Reportagem Eduardo Rocha O Jornal Folha do Itaim & Curuçá vem recebendo inúmeras denúncias, por te- lefone, por email e através da rede social do jornal (face- book), sobre uma passagem improvisada de madeira, feita sobre o córrego Lajeado, altura da rua Gabriel Ponce de Leão, próximo da Estrada Dom João Nery. Segundo essas denúncias, foram feitos vários pedidos na subprefei- tura local e eles continuam sendo obrigados a utilizar uma passagem tão arriscada sobre o Córrego Lajeado, onde antes existia uma ponte. A nossa equipe de re- portagem esteve no local e constatou a precariedade da situação, colocando em risco a vida dos que se utilizam desta passagem. “Já fizemos abaixo-assinado, entramos em contato com a subpre- feitura e nada até hoje foi resolvido, estamos cansados de tamanho descaso, parece que somos lixo, ninguém luta por nossa causa”, diz a(...) moradora da região há 20 anos. Outro a esbravejar sua indignação foi um motorista que por ali passava no mo- mento da reportagem, “já vi idoso cair neste córrego sujo e a própria população ajudar a tirá-lo com muito sacrifí- cio. Esta situação não pode ficar assim, estão esperan- do alguém morrer para que aconteça algo? O que mais nos deixa revoltado é a falta de comprometimento dos ór- gãos responsáveis para com Moradores do Itaim Paulista se revoltam contra ponte improvisada no córrego Lajeado a comunidade. Isto tornou-se uma área de risco em todos os sentidos”. Moradores lembraram ain- da que em épocas de chuva forte é que a situação tende a piorar, “o córrego chega a transbordar, além de ser arriscado para a segurança também traz grandes riscos para a saúde, pois é lixo, entulhos, baratas e ratos por toda parte, colocando em risco nossa saúde”. Constatamos também falta de iluminação pública e, se- gundo relato dos moradores, o índice de assaltos é muito grande e traz pânico para os que precisam passar pela ponte. “O que mais tem aqui é roubo, os caras aproveitam o medo das pessoas em re- lação à ponte improvisada. Depois das 9, 10 horas da noite ninguém passa aqui a pé, porque fica com medo e os caras atacam mesmo, o pessoal que sai de madruga- da com bolsa para ir trabalhar é assaltado em cima da ponte. Aqui fica tudo escuro à noite”, lamenta outro morador que também preferiu ter sua iden- tidade oculta por segurança. A nossa equipe entrou em contato com a assessoria de imprensa da subprefeitura para esclarecer sobre projeto de reconstrução da ponte, porém até o fechamento desta edição não obteve respostas. No início deste ano, foi reali- zada a 3ª edição da Copa Inter- clubes Leste 2014 de futebol de base categorias Sub-16, Sub-14 e Sub 12. O evento contou com a parti- cipação de 11 equipes da região leste, sendo elas: Negritude FC/ Cohab I; Primeiro Paulista/Pq. Savoi; Vamo Q Vamo/São Miguel Pta; Alfa La Vai Bola; Grêmio Brasília; Grêmio Anchieta; Vida Plena A Cristã/Vl. Curuçá; Es- trela de Fogo; e Renomax. As finais foram realizadas em 24 de maio de 2014, no campo do CDC Grêmio Anchieta (Sub-16: Vamo q Vamo x Alfa La Vai Bola, Sub- 14: Grêmio Anchieta x Vamo Q Vamo e Sub: 12 Primeiro Paulista x Vl. Curuçá Futsal. Categoria Sub-16 (Juvenil) A Equipe Vamo Q Vamo/São Miguel contou com o celeiro de futuros craques, tais como: o goleiro Vagner que foi o goleiro menos vazado da competição, o meia Murilo, o atacante Matheus melhor jogador da final e o ata- cante Felipe (Chaves) que foi o “Vamo Q Vamo” é o campeão invicto da III Copa Interclubes Leste 2014 artilheiro da competição entre outros. No início da partida, es- tava um jogo acirrado com muita disposição de ambas as equipes que mantiveram um jogo equili- brado no qual a primeira oportuni- dade surgiu dos pés do atacante da equipe Alfa La Vai Bola, que desperdiçou o gol chutando por cima do travessão sozinho após uma rebatida do goleiro Vagner do Vamo Q Vamo. Ai veio o irreverente ataque com Jacson e Chaves com seus dribles des- concertantes que aproveitou a oportunidade e fez o primeiro gol da partida aos 20 minutos do 1º tempo, já o segundo saiu dos pés do Chaves aos 25 minutos, o terceiro com Jackson no final do 1º tempo. No 2º tempo surgiram mais três gols com destaque para o golaço de falta do meia Murilo que balançou a rede duas vezes e a partida teve seu final com o placar de seis tentos a zero e o Vamo Q Vamo/São Miguel se consagrou campeão invicto com a campanha de seis jogos, 23 gols marcados e três sofridos. Categoria Sub-14 (Infantil) A Equipe do Vamo q Vamo mostrou a superioridade desde o início do jogo sobre a equipe anfitriã o Grêmio Anchieta, que estava em casa com o apoio da sua torcida, mas os garotos do Vamo Q Vamo não tomaram conhecimento, tendo como seu ponto forte a marcação dos zagueiros Gabriel e Paulo que foram destaque da copa, os vo- lantes Godói, os meias Klayve e Pablo que atuam hoje no ADC São Caetano, dominaram a par- tida, o Klayve abriu o placar no 1º tempo com um golaço de fora da área após driblar o volante adver- sário e mandando pro fundo da rede. O segundo gol foi marcado pelo rápido atacante Matheus que mostrou oportunismo dentro da área depois de um bate rebate balançando a rede no final do 1º tempo. No 2º tempo, o atleta Vitor (Empresário) que saiu do banco de reserva e fez um golaço de fora da área. Encerrando a partida em três tempos a zero e se consagrando Bi-campeão Invicto com a campanha de seis jogos, dezoito gols marcados e dois sofridos. Categoria Sub-12 (Mirim) Mas o destaque na final ficou por conta da categoria sub 12, onde o Primeiro Paulista do Pq. Savoy venceu nos Pênaltis a equipe Vl. Curuçá Futsal, após um jogo emocionante que teve vários lances e um toque de bola refinado de ambas as equipes A organização foi feita por Flavio Aparecido, que promove eventos esportivos na região. Em 2015, os clubes da comunidade da zona leste continuarão tendo uma nova opção de campeonato.
  4. 4. 2ª quinz. MAIO de 2014 Opinião & Política Professores e funcioná- rios da USP começaram nes- ta terça-feira (27) uma greve por tempo indeterminado. A paralisação é contra a deci- são do Conselho dos Reitores das Universidades Paulistas (Cruesp) em adiar o reajuste dos salários dos servidores das universidades estaduais. Os funcionários da USP se reuniram na Faculdade de História e vão até a Assem- bleia Legislativa participar de uma audiência pública para discutir a situação das uni- versidades públicas paulistas. A greve atinge também a Unicamp e a Unesp.Areitoria da USP diz que o reajuste Certificação é dada a em- presas que oferecem vagas para pessoas em recupera- ção no Programa Recomeço Os dependentes quí- micos que participam do Programa Recomeço têm mais um auxílio para voltar ao mercado de trabalho. Foi lançando no dia 27, o Selo Parceiros do Recomeço, concedido às empresas que abrirem vagas de emprego aos pacientes do Programa. “Ao fazer parceria com estas empresas, estamos dando um passo muito im- Professores e funcionários da USP entram em greve não foi concedido em abril, como de costume, por causa do comprometimento do or- çamento da instituição com a folha de pagamento, que supera os 95%. Disse, porém, que prorrogou o início das discussões sobre o aumento dos salários para setembro. O diretor do Diretório Cen- tral dos Estudantes da USP, Gabriel Lindenbach, afirmou que os alunos apoiam os funcionários e professores em sua paralisação, e que eles próprios terão uma assem- bleia nesta quarta-feira para definir a pauta estudantil. “A reivindicação (dos pro- fessores) é contra o arrocho salarial. Na prática, o ajuste significa que isso vai diminuir o poder de compra dos pro- fessores. Nós queremos mais investimentos públicos para a faculdade, somos contra a existência de mensalidades”, excplicou Lindenbach. A Unicamp e a Unesp também informaram que têm comprometimento próximo de 100% do orçamento. Fórum: O Fórum das Seis informou no dia 13 de maio que pede 9,87% de reajuste salarial para repor a inflação mais aumento real de 3%. Alexandre Pariol, diretor do Sindicato de Trabalhadores da USP (Sintusp), afirmou que os servidores estão “indigna- dos” com a decisão do Cruesp e que todo “trabalhador tem direito a repor ao menos as perdas da inflação”. Segundo Pariol, a USP tem reserva de R$ 2 bilhões. Em nota, aAssociação dos Docentes da USP (Adusp) afirmou em meados de maio que o congelamento dos sa- lários é “inaceitável”. “O arro- cho está aí, a tarefa agora é rechacá-lo”. Para tanto, preci- samos nos mobilizar imediata- mente”, diz o texto publicado no site da entidade. A Adusp marcou reunião extraordinária para esta quarta-feira (14). Selo Parceiros do Recomeço estimula contratação de pessoas atendidas pelo programa portante para a reinserção dos nossos pacientes no mercado de trabalho” , de- clarou o governador Geraldo Alckmin. O selo também é conce- dido às organizações públi- cas e instituições da socie- dade civil que desenvolvem projetos e ações em prol dos dependentes químicos. “Só em órgãos do Estado nós já abrimos 50 vagas de empre- go [para pessoas em trata- mento contra dependência química]”, afirmou Alckmin. A volta ao mercado de trabalho é uma das etapas do Programa Recomeço, que prevê tratamento de saúde, acolhimento, reinser- ção social e apoio familiar aos dependentes químicos. “O Programa tem um traba- lho de prevenção feito pelo Proerd e pela Polícia Militar; um trabalho de abordagem, no qual temos mais de 80 agentes nas ruas conver- sando com dependentes químicos; e o tratamento, que é feito em unidades do Cratod, do Caps, e inter- nações”, explicou o gover- nador. O programa Recomeço é feito em parceria com as Secretarias de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania; da Saúde; do Desenvolvimento Social; do Emprego e Relações; do Desenvolvimento Econômi- co, Ciência, Tecnologia e Inovação, e da Segurança Pública, com apoio do Po- der Judiciário, municípios, grupos de mútua ajuda e sociedade civil. Na manhã de quinta-feira (29), a Associação Comercial de São Paulo Distrital São Miguel promoveu um encon- tro com empresários, comer- ciantes da região, lideranças comunitárias, CONSEG’s e o Comandante do 29º.BPM/M, Ten. Cel. PM Gilberto Hernan- des Junior que esteve acom- panhado do tenente Jorge, responsável pela comunicação do 29º.BPM/M .Areunião teve como principal objetivo discutir sobre um tema bastante alme- jado por todos os empresários que é a segurança pública e, de forma especial, a manutenção dos postos Policiais no centro de São Miguel, Itaim Paulista e no Jardim das Oliveiras. Logo no início, o superin- tendente da ACSP- Distrital São Miguel, Fernando Velucci, agradeceu a presença de todos e frisou a importância que tem o posto policial localizado no centro comercial da região. “O comandante veio conversar com os empresários e comer- ciantes locais aqui do bairro, eu também me incluo por ser um comerciante daqui. Se é para melhorar a segurança e desen- volvimento de nossa região, a Associação sempre estará de portas abertas para todos da comunidade”. Diversos assuntos relevan- tes sobre o policiamento local e temas bastante polêmicos, como é o caso da desativação do posto policial do Jardim das Oliveiras, também foram cita- dos durante a reunião. Bastante categórico em suas falas, o Ten. Cel. PM Gil- berto Hernandes Junior respon- deu com veemência os ques- tionamentos levantados pelo público presente. Indagado, fez questão de esclarecer que a desativação do posto central do Calçadão não era de seu conhecimento e muito menos verídico. “Isto nunca foi verda- de. Então se alguém acima de mim está derrubando o posto, eu não estou sabendo, então me dê o nome para eu verificar o que está acontecendo, isso é um pouco ilógico falar que eu quero derrubar o posto sendo que eu o reformei recentemen- te.Apolícia militar é quem paga a conta de água e luz do posto, se foi o meu comando que de- terminou a instalação de uma linha telefônica privativa para o posto, então eu não tenho ideia nenhuma de desativar o posto”, o Coronel ainda se mostrou muito chocado com a informação e ressaltou: “Infe- lizmente as pessoas por vezes propagam notícias que são falsas e que é um desserviço para a segurança pública do bairro. Eu trabalho muito para manter a sensação de segu- rança de todos os usuários do calçadão de São Miguel em alto nível na medida em que a gente tem essa informação eu fico muito chateado porque não é verdade”. Disposto a tirar qualquer tipo de dúvidas dos convidados, o coronel Gilberto Hernandes não poupou palavras e foi firme em seu discurso sobre as co- branças no setor da segurança local. “Eu não compactuo com ilegalidades, eu não trabalho com improviso, mas sim com a lei, o que falta nesse país não é lei, aliás, legislações sobram nesse país, o que falta é cum- pri-las. Se nós cumpríssemos 10% das leis que existem de verdade talvez não teríamos os problemas de governos que nós temos. Eu sou legalista por consciência de cidadão em primeiro lugar, em segundo lugar por autoridade pública da polícia, eu não admito um ges- tor público não cumprir a lei”. A irregularidade do Posto Jardim das Oliveiras Em relação à tão polêmica desativação do posto Jardim das Oliveiras, coronel Hernan- des expressou sua indignação em relação ao assunto. “AUPP Jardim das Oliveiras foi recusada pela prefeitura de São Paulo não pela polícia mili- tar, eu tenho cópia do processo e disponibilizo para todos. A polícia militar solicitou a regu- larização daquele prédio para a prefeitura e ela, de acordo com o código de edificação do município, diz que não poderia dar a permissão de uso daquele solo, que aquela construção é irregular, que ela coloca em risco de morte os usuários do passeio público e os habitantes daquele posto simplesmente porque ele está construído na calçada e isso não é permitido. A água e a luz daquele posto são custeadas por uma asso- ciação que em nome da polícia militar bate na porta de cada comércio pegando quanto for de dinheiro necessário para pagar conta de água e luz, eu não estou questionando aqui a idoneidade de ninguém, agora eu também não vou permitir que usem o nome da polícia militar para se fazer rateios e sem qualquer transparência, ao fazer o custeio desses serviços públicos. Da mesma forma que difundiram notícias falsas do tipo que vai cair o posto de São Miguel, vão estar divulgando notícias falsas de que até au- toridades da polícia militar está nesse contexto. E cabe a mim como comandante, prevenir essas situações e como eu faço isso? Cumprindo a lei”. Ainda tratando do posto Jardim das Oliveiras, o coronel ressaltou que, em sua opinião, a comunidade do extremo leste é mais acomodada no tempo, se comparado a diferentes áre- as mais nobres de São Paulo. “Eu nasci na periferia e estou trabalhando aqui porque eu quero, se eu quisesse trabalhar em lugares mais luxuosos eu estava. A gestão anterior da associação de moradores nem CNPJ tinha durante 20 anos e correram para providenciar isso depois que viram que tinha que se tornar peça representativa na busca da permanência do posto, então se a associação tem CNPJ, tem que ter o posto, como é que alguém pode se intitular associação sem perso- nalidade jurídica? Ai o presidente da gestão anterior não se entende com a gestão de hoje, eles querem mostrar a competência de que comigo o posto permanecia e ‘semmigo’ o posto não perma- nece. Eu não estou aqui para participar de briga de comadre, essa que é a verdade, eu quero saber o seguinte: eu posso pegar o dinheiro dos senhores e das senhoras, do cofre públi- co e reformar o posto dos Jd. Das Oliveiras? Não, por quê? Porque o posto não existe, ele é ilegal e eu não posso investir dinheiro em irregularidade. E esse é o motivo.”, esbraveja ele. Com irregulares ao redor e construído sob um bueiro, quem passa pelo posto da polícia militar, no bairro do Jar- dim das Oliveiras, nota a falta de estrutura no local, segundo alguns moradores da região realmente é incabível um posto naquele espaço. “Realmente o posto está totalmente fora do contexto, os ônibus passam beirando o prédio do posto, porém não podemos ficar sem segurança também”, relata a estudante Adriana. Decidido em seu posiciona- mento, coronel Hernandes diz: “O posto foi construído em cima de um bueiro e quando chove o bueiro alaga e alaga o posto também, ele exala odor de lixo por aquele bueiro 24h por dia, lá tem uma escada caracol que não passa uma pessoa com mais de 80kg de tão estreita que é. Não posso instalar uma linha telefônica lá porque ele não tem endereço.Agora é mui- to fácil alguém da comunidade chegar em mim e reclamar. Então coloca o seu filho para trabalhar lá, sua esposa, eu tenho responsabilidade com os meus soldados, eu não vou colocar uma mulher para traba- lhar lá, naquelas condições, eu não vou colocar porque eu não estou aqui para matar pessoas. Então todo mundo fala um mon- te de besteira, mas eu sei o que eu estou fazendo. Eu pedi para a subprefeita se manifestar mas até agora nada. O deputadoAr- naldo Faria de Sá falou comigo e pediu um prazo de 30 dias para o comando da PM para fazer tentativas junto ao prefeito para regularizar aquele imóvel, o prazo dele já venceu e nada. Então muita gente gosta de tirar proveito de uma situação triste, mas ninguém quer resolvê- -la e quem é o responsável se o ônibus entrar no posto e duas pessoas morrerem? É o Coronel Hernandes e ele não é candidato a nada”. E disse mais: “Naquelas condições eu vou desativar o posto, goste a comunidade ou não”. Quanto à segurança no local, ele garan- te que continuará tudo sobre controle: “Vou deixar uma base comunitária modelo Splinter móvel próximo. Eu não posso reformar prédios ilegais, pois a lei não permite, esse é o fato.” Hoje o coronel tem que se preocupar com 104 carros, 682 policiais, 38 km2, sendo o segundo maior pólo comercial de São Paulo. São: 104 carros, com 104 computadores de bordo embarcados. Segundo o ranking dos últimos 3 meses de análise, o 29º Batalhão está em primeiro lugar em redução de crime na capital, com 37.4% a menos em crimes de homicídio, roubos de qualquer espécie ou furto de veículos. Após explanar sobre o posto do Calçadão e o Jardim das Oli- veiras, foram levantados pelos empresários alguns questio- namentos em relação à quan- tidade de assaltos ocorridos no comércio. Segundo o Coronel Gilberto Hernandes, a polícia trabalha com mais eficácia quando exis- te a participação da sociedade. Segundo ele, “objetivamente a segurança está melhor, o que fizerem de divulgações contra a sensação de segurança dos moradores é complicado, é claro que nunca vamos zerar os indicadores, mas vamos mantê-la sob controle”. Para finalizar, o coronel Gilberto Hernandes agradeceu a todos e frisou: “Eu gosto de um bom debate e nem digo que eu estou 100 % correto, aliás, ninguém está, e eu preciso das observações de todas as pessoas, porque minha obri- gação é procurar atender as expectativas de todos. Pode ter certeza de uma coisa, eu posso até contrariar algumas opini- ões, mas ninguém vai ter um comandante aqui que não sabe o que está acontecendo, ou não sabe o que está fazendo”. Comandante do 29º BPM/M reúne-se com lideranças e comerciantes em São Miguel e Itaim Paulista
  5. 5. 2ª quinz. MAIO de 2014 Alto Tietê O Coral da Melhoridade de Suzano, idealizado pelo Serviço de Ação Social e Projetos Especiais (Saspe), realiza nesta quarta-feira (28), uma apresentação especial em comemoração ao Dia das Mães e aos aniversariantes do mês, às 18h30, no Centro de Convivência da Terceira Idade Florescer de Suzano (rua Kazuo Kajiwara, 91 - Par- que Santa Rosa). Com o objetivo de pro- mover e desenvolver a Cultura em Ferraz de Vasconcelos, o Poder Executivo abriu espaço para mais uma edição da etapa Música da Olimpí- ada Cultural – Ferraz é Você.Ao todo, 200 alunos das redes municipal, esta- dual e particular de ensino participaram da iniciativa, que tem coordenação da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Deste número, 13 can- didatos se credenciaram para disputar a grande final, que acontece nesta sexta-feira (30 de maio), no Montreal Eventos (rua Antônio Silvestre Leite, 150, Tanquinho). Os 200 concorrentes que se inscreveram para a competição promovida pelo governo do prefeito Acir Filló passaram por di- versas audições no decor- rer das últimas semanas. No dia 7 de maio (quarta- -feira), 80 inscritos, entre bandas e músicos solos, estiveram no Ginásio Mu- nicipal “Marcilio Guerra” (rua Jácomo Zancheta, 77, Sítio Paredão), para passarem pela última fase de audição, que foi reali- zada entre 10 e 19 horas. Deste número, 13 se clas- sificaram para a final do projeto. Doze escolas de Ferraz terão representan- tes na final da Olimpíada Cultural: Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) “Luciano Poletti”, da Vila São Paulo, as Escolas Integrais e For- mação Pedagógica (Edi- forps) I, do Núcleo Itaim, e II, da Vila SantoAntonio, O secretário de Governo de Poá, Geraldo Oliveira, par- ticipou na manhã desta terça- -feira, dia 27, representando o prefeito Francisco Pereira de Sousa, reunião do Con- sórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê Coral da Melhoridade de Suzano faz apresentação em centro de convivência Sob a regência da maes- trina Lucimar de Souza Bar- bosa, o repertório conta com canções populares, como: “Índia”, dos compositores J.A. Flores, M.O. Guerreiros e José Fortuna, “Beijinho Doce”, composição original de Nhô Pai (João Alves dos Santos), “Como é Grande o Meu Amor por Você”, do rei Roberto Carlos e “Rainha do Lar”, de Ângela Maria e Agnaldo Timóteo. “O Coral da Melhoridade de Suzano, além de relembrar grandes suces- sos, sempre busca resgatar a cultura da música popular do nosso país”, comentou a vice- -prefeita e dirigente do Saspe, Viviane Galvão. Segundo Antonio Carlos Garcia, diretor geral do Sas- pe e presidente do Centro de Convivência, o evento é exclusivo. “Será um momento de confraternização entre os membros da entidade, nossos associais e convidados alguns especiais”, disse. O Coral da Melhoridade fez a sua primeira apresenta- ção em comemoração ao 64º aniversário da cidade, com a o espetáculo “Suzano – Da Locomotiva a Vapor a Moder- nidade”. Desde então, o Coral se apresenta em diversos espetáculos no município e em outras regiões. (Condemat). O encontro que foi realiza- do na Secretaria de Educação de Itaquá, debateu sobre a reunião que foi feita entre o Consórcio e o secretário de estado da Saúde Davi Uip, sobre aAACD, e a respeito do Seminário de Sensibilização de Política do Plano de Mobi- lidade Urbana, a ser realizado no dia 04 e junho em Mogi das Cruzes, além da aprovação de dois novos grupos de tra- balho do Condemat – “Circuito das Artes e Política Pública para as Mulheres”; e “Plano Plurianual Participativo”. Para o secretário poaense Geraldo Oliveira, a reunião foi positiva, pois os assuntos de- batidos demonstram o avanço nos trabalhos e projetos que abrangem a região do Alto Tietê. Sobre os grupos de traba- lho, a cidade de Poá integra o Grupo de Mobilidade Urba- na, em que dois técnicos da Secretaria de Transportes do município participam. Este grupo já está ativo e traba- lhando os assuntos e projetos ligados a mobilidade. Secretário de Governo de Poá integra reunião do Condemat Olimpíada Cultural classifica 13 candidatos para a grande final bem como as Escolas Estaduais (E.E.) “Carlindo Reis”, do centro, “Zélia Gattai Amado”, da Vila Corrêa, “Lândia Santos Batista”, do Jardim São João, “Jardim São Paulo II”, do Jardim São Paulo, “Justino Marcondes Ran- gel”, do Jardim Rosana, e “Olzanetti Gomes”. Também se credencia- ram para a finalíssima, estudantes da Escola Técnica Estadual (Etec), localizada na Vila Jamil, e das unidades particulares de ensino Instituto Educa- cional Luterano, do cen- tro, e Núcleo Educacional Ferrazense (Nef), da Vila Romanópolis. Deste nú- mero, 13 candidatos se credenciaram para dis- putar a grande final, que acontece nesta sexta, no Montreal. Os candidatos à artista que chegarem ao pódio (três primeiros colo- cados) serão agraciados com troféus e medalhas. Além das honrarias, o pri- meiro lugar, em especial, vai ganhar um notebook e uma festa temática dentro da escola em que estuda. Já quem conquistar a se- gunda colocação levará para casa um tablet.
  6. 6. 2ª quinz. MAIO de 2014 Entrevista Convidado O presidente do Conse- lho da Comunidade Negra SP, Dr. Zito, participou do Programa “Roda Viva” do Grupo Acontece para falar dos 30 anos do CPDCN (Conselho da Participação e desenvolvimento da Comu- nidade Negra), o primeiro órgão oficial do Brasil a dedicar-se às questões de combate à discriminação racial.Areunião contou com a participação do locutor Oliveira Junior da Rádio Jo- vem Pan e outras lideranças da região de São Miguel. Dr. Zito abordou assuntos bastante relevantes sobre a questão racial no Brasil, falou sobre o papel da mu- lher negra, a importância das Cotas nas universida- des, o racismo na Europa e muito mais. O entrevistado fez questão de destacar a importância dos jornais de bairro como instrumento de democratização das infor- mações e parabenizou os jornais e revista do Grupo Acontece pela qualidade, credibilidade e importância no cenário da Zona Leste de São Paulo. Divaldo Rosa: Que ba- lanço você faz hoje da in- tervenção do conselho para reduzir a desigualdade so- cial em relação aos negros de São Paulo e do Brasil? Marco Antônio Zito: O balanço é positivo, há de se lembrar que antes do Conselho nada existia, na verdade o racismo só era discutido dentro do movi- mento social negro, a partir do momento em que o esta- do reconheceu a necessida- de de um órgão interno para cuidar do combate à discri- minação racial, foi criado o CPDCN (Conselho da Par- ticipação e desenvolvimento da Comunidade Negra), por força das reivindicações do movimento negro para com- bater o racismo e promover a inclusão do negro. Mas é claro que a nossa gestão não pretende ser melhor do que as anteriores, ela é uma gestão do século 21, quando já estão postas as propostas e, por isso, hoje estamos, na verdade, em fase de seu aperfeiçoa- mento. Oliveira Junior: O se- nhor acha que a lei é o caminho da conscientização e respeito ao negro? Marco Antônio Zito: O caminho é a educação. A Conselho da Comunidade Negra comemora 30 anos e presidente Marco Antonio Zito participa do “Roda Vida” do Grupo Acontece educação é à base de qual- quer país, enquanto nós não mudarmos o modelo político e educacional, eu acho que o racismo ficará intenso na formação da sociedade. Adriana Sena: Em re- lação à mulher, como o senhor acha que pode ser a nossa participação no combate ao racismo? Marco Antônio Zito: A mulher, em especial a ne- cisamos começar a contar a nossa história, a história do nosso povo negro, que não é uma história somente das correntes e das chibatas. É uma história muito maior com cultura, educação e heróis como Luiz Gama, Zumbi, Rebolsas, e tantos outros. Isso é importante porque a história da popu- lação negra contada dentro da escola, não é contada só pra garotinhos negros, mas a polícia militar, no sentido da sensibilização e capaci- tação das demandas refe- rentes à relação da polícia com a população negra. Você faz muitas palestras, mas você não acompanha o programa de capacitação dos novos policiais que adentram a polícia militar ou mesmo a polícia civil. Há uma questão que dizem que na polícia militar há um curso de direitos humanos que transpassa a questão racial, mas eu tenho a certe- za que um aperfeiçoamento disso passa de forma di- ferente e que a sociedade tem que pressionar seus governantes para fazer valer os seus direitos. O Brasil mudou e hoje você tem poder de compra. A imagem do negro hoje não é mais a de criminoso pelo fato de ser pobre. O estado tem que saber lidar com a diversidade, por exemplo, se eu sou admitido na poli- cia e eu sou racista, eu não posso levar para dentro da instituição meu preconceito e meu racismo, mas eu não posso violar o direito de alguns só por ser negro, mas infelizmente isso vem acontecendo. Aproveitando a questão, sou totalmente contrário à diminuição da idade de responsabilidade penal e falo por conheci- mento de causa, pois fui advogado do estado dentro de presídio, sei que cadeia não recupera ninguém. Precisamos mudar o mo- delo, aonde primeiro vem a Educação e precisamos preparar um sistema de re- educação e de recuperação que sejam produtivos. Na verdade, a polícia precisa ter um projeto diferente de discussão ampla. Bruno Barreto Rosa: Em relação às escolas, como os jovens que são víti- mas de racismo podem lutar contra esse preconceito? Marco Antônio: Primeira coisa precisa implantar a lei 10.639, como falei anterior- mente, para que seu amigo que não é negro te respeite como você é, com sua an- cestralidade, e não porque é bem nascido e estruturado. O povo que foi escravizado e que lá naquelas terras eram reis tinha um regra- mento social e deixaram de serem considerados seres humanos para serem meras peças dentro do processo de colonização do país. Quero lembrar que mesmo após a Lei Áurea não hou- ve nenhum processo de inclusão social dos negros, e mesmo assim nós sobre- vivemos. O meu sucesso e o sucesso dos meus filhos infelizmente não é o suces- so da garotada da periferia, tanto é que, alguns órgãos da imprensa, quando um negro passa em primeiro lugar numa determinada faculdade, é como se fosse uma “mosca branca”, então quer dizer que todos que não fazem isso são burros, são incapacitados? Eu não creio nisso. Divaldo Rosa: Sobre a questão das cotas, qual o seu balanço? Marco Antônio Zito: No meu modesto entender, eu acho que nós já conse- guimos caminhar e vamos ver que as cotas nas uni- versidades já estão conso- lidadas. Nas universidades estaduais, eu acho que por força de um entendimento equivocado dos nossos reitores, eles têm tido um poder muito maior do que a lei estabelecia como auto- nomia das universidades. Desta forma, eles enten- dem que só eles podem implantar as cotas nas uni- versidades estaduais. Mas isso quando se previu a questão da autonomia das universidades, eles transfor- maram esta autonomia em soberania, e de repente eles mesmos negam políticas públicas vindas do próprio governador, ou dos poderes constituídos, e bem lem- brando que a universidade não é um poder paralelo, ela se submete à legislação dos órgãos controladores. Divaldo Rosa: Sobre os casos de racismo na Euro- pa, envolvendo jogadores de futebol como aconteceu com o Daniel Alves, como gra, primeira coisa: ela está na base da base da pirâmi- de. Ela tem uma dificuldade pela própria construção social de valores da nossa sociedade como um todo, que é machista e que, na verdade, atinge a todos. A mulher negra precisa de um trabalho de reconhecimento e de uma inclusão signifi- cativa, porque hoje as mu- lheres, independentemente do recorte, estão presentes em todos os segmentos profissionais, inclusive na magistratura, no ministério público, na advocacia, mas qual é o número de mulhe- res nesses segmentos? Silvio: Existe uma lei que foi colocada para as escolas que teria uma radio escolar contando a história do negro. Porém, as informações que nós temos é que o número de escolas que tem isso na grade é muito pouco e per- cebemos que não tem isso incorporado no dia a dia da escola. Queria que o senhor comentasse sobre isso. Marco Antônio Zito: Sua pergunta é muito opor- tuna. Estou discutindo com a Secretaria da Educação um aperfeiçoamento da implantação da lei 10639, e por que disto? Por causa da questão do reflexo, nós pre- é contada para todos os jovens, independentemente de raça, e eles verão que o negrinho que está sentado ao lado dele tem uma his- tória tão bonita como a his- tória que eles têm. Embora já tenhamos superado essa questão, ela não pode ser esquecida. Daí a importân- cia da escola democrática, capaz de diversificar quem conta a história, porque se na verdade a história for só contada por brancos e europeus, ela será só “contada”. Nesse sentido, precisamos diversificar os pólos de discussões, e isso é o que o Conselho está fazendo, propusemos no nosso início de trabalho, ao fazer a implantação da lei, não houve condições eco- nômicas na forma proposta e agora vamos fazer através de videoconferência porque não se admite mais tirar os professores da sala de aula. Silvio (Conselho Parti- cipativo de São Miguel): Vemos por dados e pesqui- sas, ano a ano, que em con- fronto com a polícia sempre morrem jovens negros e pobres. Por que isso se dá? Marco Antônio Zito: Precisamos mudar o mo- delo, há um modelo atual que envolve a polícia civil, mas que ainda não envolve Oliveira, Radialista Joven Pan você vê esses episódios? Marco Antônio Zito: Em minha opinião, esses fatos são isolados, acho que hoje o mundo vive uma onda de racismo. É difícil pensar que exista uma onda generalizada de ressurgi- mento do sentimento racista pela Europa. Os anos e as guerras nos mostraram que o melhor sistema de governo não é socialista e nem capitalista. O melhor sistema é o democrático, implantado de forma perfei- ta, onde todos têm direito e oportunidades iguais. Hoje se repete muito o precon- ceito racial, principalmente porque o negro começa a incomodar, começa a pegar o seu espaço, mas com certeza, você é um estranho no ninho, foi o que acon- teceu com o Daniel Alves, Neymar, Robinho e tantas outras estrelas do futebol brasileiro que estão lá na Europa ocupando a vaga de alguém e isso incomoda muito.
  7. 7. 2ª quinz. MAIO de 2014 Variedade Durante a Copa do Mundo o que não vai faltar é festa, e fogos e cornetas se tornam a trilha preferida para os jogos do Brasil. Porém, tanto baru- lho pode transformar a vida do seu pet em um verdadei- ro transtorno. Pensando no bem-estar dos animais, a Co- mac (Comissão deAnimais de Companhia do SINDAN) traz dicas para os tutores saberem lidar com os diferentes estí- mulos causados pelo intenso movimento, entre eles os ruídos, estouros, solidão ou o trânsito de desconhecidos pela casa. O ideal é que os animais sejam preparados ao longo da vida para lidar com os mais diferentes estímulos. Mas é possível minimizar o problema dos cães que ainda não tiveram a oportunidade de viver essas experiências positivas. O barulho dos fo- gos de artifício provoca um enorme desconforto devido a Corte o peito de frango em cubos Faça-o com molho na panela Tempere a gosto Depois de pronto acrescente o creme de leite e mexa bem Em um refratário coloque uma camada do frango Coloque uma camada de queijo e uma camada de massa Repita o processo Vai ficar duas camadas de cada Coloque no forno só para derreter o queijo Como evitar os transtornos para os pets com os fogos e cornetas durante os jogos da Copa do Mundo grande sensibilidade auditiva que os animais possuem. “Os cães detectam um som quatro vezes mais distante que os humanos, isso ex- plica a angústia vivenciada por eles em épocas festivas. Pânico e medo modulam comportamentos que colocam muitas vezes a vida em risco. Tentativas de fuga através de portas e janelas podem provocar o atropelamento do cão na rua ou fazer com que ele se desespere dentro de casa”, afirma a Dra. Ceres Faraco, veterinária parceira da Comac. Neste sentido, é reco- mendado criar um ambiente aconchegante e tranquilo para acomodar os pets nos momentos de maior barulho. Manter as janelas do local onde está alojado fechadas, disponibilizar um esconderijo - tipo cabana - com acolchoa- dos para abafar os estímulos auditivos, retirar do ambiente móveis ou objetos que con- tenham pontas ou que sejam de vidro e deixar uma música suave tocando num volume que ajude a diminuir o som externo, mas que também seja agradável ao ouvido canino. Oferecer um sabo- roso petisco ou brinquedos para que o cão redirecione a atenção também podem acalmá-lo. Também não se pode esquecer de manter a porta fechada e chaveada. Uma longa caminhada, horas antes do início de um jogo, é benéfica para enfren- tar a situação e ajudará o cão a estar mais relaxado na hora que a bola rolar. Além disso, o comportamento do tutor tem papel fundamental na forma como o animal vai encarar este desafio. Deve- -se ter muito cuidado para não reforçar o medo, e por isso, seu tutor deve passar confiança e tranquilidade na forma de se comunicar com o amigo peludo, agindo com naturalidade. Esses cuidados devem ser tomados nos jogos que serão assistidos em casa e, principalmente, nos fora. A presença do tutor promove sentimento de segurança no cão e conforme a intensidade do medo que o animal sente, será muito mais difícil passar por esse momento sozinho. Diante disso, todos os cui- dados devem ser realizados antes das pessoas saírem de casa, assegurando condições de um ambiente seguro para o animal. Já para os cães que não estão acostumados com vi- sitas, pode-se desde já fazer associações positivas com esta presença. Iniciem con- vidando amigos nos dias que antecedem os jogos e solicite que ao chegarem ofereçam guloseimas, elogiem e aca- riciem o cão. Desta maneira, ele vai gostar muito dessa invasão positiva em seu lar e aos poucos ficará desejando que os amigos humanos ve- nham visitar. “Mas, se você está pensando em viajar, o melhor a fazer é deixar seu cão na casa de um amigo ou parente que acompanhará os jogos em casa. Optar por um hotel destinado ao rece- bimento de animais também pode ser uma saída.Asolidão gera sentimentos negativos, que somada aos estímulos sonoros pode provocar pâ- nico e sofrimento no animal”, conclui Faraco. Macarrão dos deuses 500 g de macarrão cozido ao dente 1 kg de peito de frango 300 g de queijo em fatias 1 creme de leite Tomate Cebola
  8. 8. 2ª quinz. MAIO de 2014 Mulher Descubra as dicas de maquiagem para deixar o rosto bronzeado o ano todo Não é porque o verão acabou que você vai ficar aí, com essa carinha sem cor. Os dias frios não per- mitem mais aquele bron- zeado, com aspecto de saúde, conquistado com a exposição consciente aos raios de sol mas a maquia- gem está aí pra isso! Os produtos que ajudam a manter uma cor saudável são os bronzers. Bastam algumas pinceladas para o rosto ganhar um outro aspecto. A dica é usar um bron- zer que seja dois tons aci- ma do tom natural da pele, para que você não fique Opções de penteados para você se sentir bem em qualquer situação profis- sional. Vestir-se adequada- mente no ambiente profis- sional pode ser um grande desafio. E ‘vestir-se’ não é só pensar nas roupas, ma- quiagem e acessórios. Os cabelos também aumen- tam ou diminuem muito suas chances de causar uma boa impressão. Qual é o cabelo ideal para o tra- balho? O tempo em que um coque baixo era a opção certeira já se foi! Entrevis- tamos especialistas para saber afinal quais os pen- teados mais adequados para enfrentar cada uma daquelas ‘saias justas’ do mundo corporativo, desde a entrevista de emprego, o encontro com cliente e a reunião com o chefe, até os coquetéis e festas da empresa. Confira nossas sugestões de penteados e algumas perguntas. Qual a influência do cabelo na imagem profissional da mulher? Os cabelos são um im- portante indicador do estilo de cada mulher. Eles com- põem a imagem que ela deseja passar de si para os outros: mais compor- tada, moderna, clássica e assim por diante. Mais im- portante, no entanto, eles refletem o cuidado que ela tem com a sua aparência e higiene. O que é um “cabelo certo” para uma entre- vista de emprego? O que pega bem e o que pega mal num primeiro contato profissional? Para arrasar no trabalho, com elegância Não existe uma receita pronta. Mas é importante que os cabelos estejam limpos e bem cuidados. Penteados os mais na- turais possíveis, pois en- trevistas de emprego não são eventos nos quais os cabelos devam chamar mais a atenção do que as competências da própria candidata. O que pega mal? Cabelos sujos e apa- rência relaxada. Quando o cabelo solto está fora de questão? Sempre é possível manter os cabelos soltos no ambiente profissional, desde que eles estejam muitíssimo bem pentea- dos, hidratados e com boa aparência.Algumas pesso- as acham que se o cabelo está sujo, basta prender, mas isso não faz sentido, se cabelo está sujo, tem é que lavar! Existe um protocolo para cada tipo de ocasião, por exemplo, reunião com a diretoria, reunião com o cliente, festa do trabalho. Não. O seu cabelo reflete o seu estilo. Em geral você faz uma produção mais rebuscada para uma festa ou evento sofisticado; para uma reu- nião, se forem lisos, uma boa escova é mais do que suficiente! Se forem cache- ados, os cuidados normais para que fiquem bonitos e com brilho. Nos dois casos uma fivela bacana ajuda a dar um up na produção. Como deve ser a coloração do cabelo? Acoloração é algo muito particular e relacionado ao estilo da mulher. Depen- dendo da área de atuação – agências, produtoras, eventos, moda, cinema — colorações menos tra- dicionais são bem aceitas. Outras áreas, como bancos e escritórios de advocacia pedem tons mais discretos ou naturais. Isso, porém, não é uma regra. Ser au- têntica é mais importante do que se prender a pa- drões pré-estabelecidos e ser competente profissio- nalmente supera qualquer tipo de preconceito! Acessórios de cabelo estão permitidos no am- biente de trabalho? Sim, permitidos e bem vindos. O ideal é que não sejam muito espalhafato- sos, mas, de novo, isso depende do estilo e bom gosto de quem usa. Até mesmo brilhos e pedrarias podem ser usados se a mulher souber combinar. Atualmente existem fivelas, tiaras, headbands, presi- lhas e pentes que quebram a monotonia de qualquer look. É cada vez mais co- mum as pessoas saírem direto do trabalho para eventos e é normal que os cabelos acompanhem as produções para isso. Mantenha a carinha de saúde mesmo no inverno parecendo uma cenoura e com aquela cor alaranjada de quem exagera no bron- zeamento artificial. O ideal também é usar um pincel maior, para que você consiga espalhar bem e não deixe marcas no rosto. Lembre-se de tirar o excesso, batendo o pincel com as mãos, pra não formar placas no mo- mento da aplicação. Não existe uma regra infalível para a aplicação, mas a recomendação é marcar a linha do T, pas- sando na testa, nas maçãs do rosto, nariz e queixo. O resultado será uma pele bronzeada, faça chuva ou faça sol.

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