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  1. 1. ANO IX - N.ANO IX - N.oo 204204 N -fei plen liza foi t 200 balh pro das Audiência Pública no Itaim Paulista não conv ...mas representa um avanço nas negociações do Corredor e do Termina Alcides Amazonas deve se licenciar do car- Fim à pAmazonas é nomeado subprefeito da Sé
  2. 2. PÁG. 2 Um veículo do GRUPO ACONTECE de Jornais e Revistas Usuários poderão aces- sar as condições operacio- nais das linhas em tempo real, mapa da rede dos transportes, além de even- tos e obras programadas A CPTM (Companhia Paulista de Trens de Metro- politano) disponibilizará um aplicativo para smartphones com sistemas operacionais Android, IOS e Windows Phone, onde os usuários poderão consultar as condi- Pesquisadores desenvol- veram um exame de sangue capaz de prever o risco de pessoas saudáveis terem Al- zheimer até três anos antes de os primeiros sintomas sur- girem. Em estudo publicado neste domingo, o teste, que consiste em procurar por dez tipos específicos de gordura no sangue de um paciente, ofereceu resultados com mais de 90% de precisão. Não há previsão para que o exame passe a ser comerciali- zado e usado na prática clínica. A possibilidade de detectar uma doença como o Alzheimer antes de ela se manifestar é um importante debate da medicina atual. Isso porque ainda não existem remédios capazes de evitar a condição, mas sim de controlar o seu avanço. Portan- to, um diagnóstico que diz ao paciente que ele teráAlzheimer no futuro apenas causaria preo- cupação. Por outro lado, saber quais mecanismos estão asso- ciados ao Alzheimer ajuda os cientistas a entender melhor a doença e pode acelerar outros estudos que tentam descobrir Apartir da segunda-feira (10), todas as garotas brasileiras de 11 a 13 anos terão direito a se vacinar contra o vírus do HPV (pa- pilomavírus humano) na rede pública de saúde. No ano que vem, a faixa etária da campanha será amplia- da para a partir dos nove anos. Por se tratar de uma doença sexualmente trans- missível, o assunto deixa jovens e pais cheio de dúvidas. Para esclarecer algumas questões médicos especialistas citam fatos relecantes sobre a vacina. Vacinação contra HPV começa e Eles explicaram que essa vacina já foi admi- nistrada em mais de 150 milhões de pessoas em todo o mundo. Os efei- tos colaterais graves não foram caracterizados até agora, garante eles. Mas o médico avisa que, assim como para outras vacinas, existe o risco - embora pequeno - de síncopes, ou seja, desmaios, após a aplicação da dose. O problema não é grave, nem deixa sequelas, mas pode ser um pouco assustador, por isso o ideal é que se espere alguns minutos sentada após receber a injeção. A vacina é admi- nistrada em três doses, sendo a segunda aplicada depois de seis meses, e a última, cinco anos após a primeira. A meta do go- verno é vacinar 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de meninas. A vacina distribuída na rede pública previne contra qua- tro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos câncer de colo do útero. CPTM dispo gratuito pa ções em red eve info mod O cial” dow de [App e W prin são Exame de sangue pode prever quem terá Alzheimer coletaram amostras de sangue dos participantes diversas ve- zes ao longo de cinco anos. Quando a pesquisa acabou, 74 voluntários haviam sido diagnosticados com Alzheimer ou comprometimento cognitivo leve, um estágio que fica entre o envelhecimento normal e a demência e que é caracteriza- do por problemas de memória, formas de impedir que ela apa- reça ou até curá-la. A nova pesquisa, feita na Universidade Georgetown, nos Estados Unidos, e publicada na revistaNature Medicine, envol- veu 525 pacientes saudáveis de 70 anos ou mais. Os autores
  3. 3. PÁG. 3 Consigaz e Cafu juntos na Na última segunda-feira (17), o salão Esplendores Eventos, localizado no Itaim Paulista, foi tomado por cer- ca de 200 comerciantes, trabalhadores do comércio, proprietários de imóveis das avenidas Marechal Tito e Dom João Nery e representantes da Associação dos Empre- sários do Itaim Paulista, para realização deAudiência Públi- ca pela Câmara Municipal. A Audiência Pública foi propos- ta pela vereadora Edir Sales (PSD), com a finalidade de discutir com a população do Itaim Paulista a implantação dos Corredores de ônibus ligando a Av. Celso Garcia, (região central) e o bairro de São Mateus e a localização definitiva do Terminal de Ôni- bus do Itaim Paulista. Ao instalar aAudiência Pú- blica, o presidente daAssocia- ção dos Empresários do Itaim Paulista, Edson Coqueiro, improvisado como mestre de cerimônia, agradeceu a pre- sença de todos e pediu para que compusessem a mesa a vereadora Edir Sales(PSD), o diretor de Infraestrutura da SPTrans, Salvador Khuriyeh e os arquitetos da SPtrans Andréia e Pedro e, em segui- da, passou a palavra para a vereadora. Em sua fala, a vereadora Edir Sales ressaltou que con- tinua batalhando para que o corredor, no Itaim Paulista, seja construído às margens do Córrego Lajeado, paralelo à Estrada Dom João Nery, desde a Av. Marechal Tito, onde será construído o termi- nal de ônibus. “Sou a favor do terminal de ônibus, queremos que o bairro cresça e que te- nha o verdadeiro progresso. Mas somos a favor de que Audiência Pública no Itaim Paulista não conv este corredor seja feito de outra forma, e estamos aqui hoje para lutar por esta causa, pois não podemos deixar que sejam desapropriados cerca de 400 a 500 imóveis. Sou filha de Itaim Paulista, meu pai foi aqui grande sapatei- ro, minha mãe foi costurei- ra e nós acompanhamos o crescimento do bairro desde criança. Tenho um enorme carinho por esta região”, frisa a vereadora. Representando os empre- sários da região, Fernando Merique frisou fatos bastante relevantes que contribuem para a melhora do bairro, “os projetos apresentados são algo desejado por todos nós, realmente nós queremos os corredores de ônibus para que possamos ter uma evolu- ção.Mas queremos que seja preservado o que foi conquis- tado por nós ao longo destes anos. Então acreditamos que instalar o corredor nas mar- gens do córrego Lajeado irá trazer um grande desenvol- vimento para o bairro e para a população que ali reside, isto valorizaria muito nossa região.Neste momento em que o governo dispõe dos recursos para esta obra é um momento oportuno para nós. Queremos que o governo olhe para o Itaim Paulista com carinho e estude esta oportu- nidade de fazer esta alteração no projeto. O bairro só tem a ganhar com esta mudança”, sugeriu o empresário. Com a palavra, o diretor de Infraestrutura da SPTrans, Salvador Khuriyeh, fez ques- tão de apresentar em breves palavras as vantagens de serem criados os corredores de ônibus na cidade de São Paulo. “Uma cidade gigan- tesca como São Paulo, nos projetos para a melhoria de nossa cidade sempre haverá imprevistos. Quero deixar claro que estamos aqui para ouvir a população, nossa intenção é sempre pesar os prós e os contras, aquilo que facilita e o que dificulta, tudo isto para chegar a uma ordem e tomar uma decisão”. Segundo os técnicos da SPTrans, o terminal de ônibus do Itaim Paulista ocupará uma área de 22 mil metros quadrados, porém a área solicitada para desapropria- ção através do Decreto de Utilidade Pública nº54.110 foi de 30 mil m2. Além do terminal outras modificações estão a caminho dos corre- dores Itaim-Celso Garcia e Itaim - São Mateus. Segundo os moradores e comerciantes contrários à implantação do corredor na Av. Dom João Nery e o terminal no local proposto pela prefeitura, na área central do bairro, caso não seja feita alteração no projeto, esta obra causa a perda de 3.500 empregos diretos com a desapropriação de 470 imóveis. A ideia é que o projeto seja alterado e uma das principais propostas é que mude o corredor da D. João Nery para a Rua Manoel Barbalho de Lima que fica às margens do Córrego Lajeado. Durante a fala do diretor do SPTrans, surgiram muitas dúvidas levantadas pelos pre- sentes, mas que em razão da sistemática daAudiência, limi- tando em apenas 5 o número de perguntas, algumas foram encaminhadas por escrito à mesa. Destaque para o mo- rador que questionou sobre a desapropriação da UBS localizada na Avenida Dom João Nery. Outro destaque para o morador da Dom João Nery que queria saber como será a forma de indenização dos imóveis que poderão ser desapropriados e outra in- dagação bastante aplaudida foi por que grande parte das decisões sobre projetos da cidade são decididos dentro dos gabinetes e não consul- tando a população. Após as perguntas elaboradas pelos moradores e comerciantes presentes, Salvador fez ques- tão de responder a todos, porém, segundo os próprios convidados, as dúvidas não foram eliminadas. “Temos a preocupação de olhar com todo carinho para os prós e contras, é claro que vamos ver como faremos para direcionar cada ponto citado aqui nesta reunião. Eu particularmente gosto da ideia da a redo e po esta carin todo M Tran ser na o foi e dúvi na r esto ...mas representa um avanço nas negociações do Corredor
  4. 4. PÁG. 4 Alcides Amazonas deve se licenciar do cargo de de- putado estadual para assumir a subprefeitura da Sé, na ca- pital paulista. A nomeação foi publicada no Diário Oficial na sexta-feira (14). O novo admi- nistrador da Sé está empolgado com a atribuição. “Considero a tarefa grandiosa, é um desafio enorme dirigir a maior e mais importante das subprefeituras”. A decisão de deixar a As- sembléia Legislativa foi tomada em conjunto com o Partido Comunista do Brasil com o objetivo de ampliar a participa- ção dos comunistas na gestão do prefeito Fernando Haddad. “O PCdoB está decidido a lutar pelo êxito do governo Haddad e quer contribuir para que ele implemente o programa que a população aprovou em 2012”, anuncia Amazonas. Desafios da Sé O peso político da sub- prefeitura da Sé fez com que o partido escolhesse um de seus quadros com destacada capacidade administrativa e A ditadura que sobreveio ao golpe de 1964 produziu 426 mortos e desaparecidos. A maioria das mortes “oficiais” foi justificada por um artifício do regime militar: uma medida administrativa designada auto de resistência, ou resistência seguida de morte. Era o salvo- -conduto para que policiais ma- tassem opositores: o simples registro de um auto de resis- tência relegava a investigação às gavetas. Cinquenta anos depois, o ato administrativo continua in- tocado e é considerado legítimo por autoridades policiais e judi- ciárias. Hoje, na mira da arma policial está, em maioria, uma população civil jovem, negra e sem antecedentes criminais. O auto de resistência é um P entulho da ditadura cuja motiva- ção, antes política, passou a ter viés social. Em abril de 2008, ao justificar o assassinato de nove pessoas pela Polícia Mi- litar na favela de Vila Cruzeiro (Rio), o coronel Marcus Jardim assim expressou a filosofia que norteia esses assassinatos: “A PM é o melhor inseticida social”. A ideia que legitima a ação de maus policiais é a de que pobreza, cor da pele e criminalidade são sinônimos. A sociedade incorporou esses preconceitos –ou os preconcei- tos da sociedade contaminaram as polícias? O relatório “Segurança: Trá- fico e Milícia no Rio de Janeiro” examinou 12.560 autos de resistência na década de 1990 e concluiu: todas as mortes em açõe fave leva nas que sum mor num cial E junh fora Rio, Cata méd pass O mes dess políc mato ano, polic E Fab gene Miro sent de le o au pres a pe prov inqu porte Alcides Amazonas é nomeado subprefeito da Sé criar um ambiente em que todos possam opinar e procurar cons- truir consensos progressivos sobre diversos problemas que existem na região”, apontou o novo subprefeito. “Aqui nós temos a cracolân- dia, quase oito mil moradores de rua, o centro histórico com muitos tombamentos, aqui tem todos os extremos. Têm de tudo, desde os trabalhadores da economia informal à Fiesp, escolas de samba, o centro financeiro, escritórios das prin- cipais empresas do Brasil. Tem os dois principais eventos, a Parada Gay e a Virada do ano, além de diversas outras ativida- des culturais”, destacou. Alcides está fazendo um diagnóstico dos principais de- safios da administração local, mas anunciou que o prefeito pediu atenção para problemas como os buracos das ruas (mais de 300 mulheres estão processando a subprefeitura por causa dos problemas com calçamento), para o tratamento com os trabalhadores da eco- nomia informal, concentração n d Professores estaduais serão capacitados em Educação Especial e Inclusiva
  5. 5. PÁG. 5 Movimento pela ponte da Vila Any cresce depois da repor- tagem que fizemos com exclusi- vidade no Jornal Acontece Agora e Folha do Itaim Com louvor governos vêm se rendendo à participação popular nas suas tomadas de decisão. Estão sendo criados conselhos para deliberar a respeito de todos os segmen- tos que envolvem ação do poder público – Já existem os conselhos de segurança pública; conselhos gestor de parques; conselhos partici- pativos das subprefeituras; conselho de administração hospitalar, conselho de habi- tação entre outros. A maioria desses conse- lhos promove decisões de cunho vinculativo, ou seja, suas deliberações devem ser acolhidas pelo administrador do órgão para o qual o con- selho foi criado. Esse modelo de gestão participativa seria perfeito se não fossem por dois problemas que passo a descrever: 1º -Afalta de critérios para decidir qual seria a validade do poder vinculativo de uma decisão do conselho que afrontasse um parecer técnico da Administração Pública. Vamos imaginar, a título de exemplo, uma situação onde os “representantes” da comunidade (e aqui evito a falar representante do povo, deixando esse termo exclusi- vamente para os parlamenta- res eleitos democraticamente e com mandato), como os conselheiros de parques ou de segurança, decidissem que a Guarda Civil Metropoli- tana deveria atuar sem arma de fogo - e para ser sincero, já vi prefeituras fazendo en- quetes virtuais e até plebiscito para saber se devem armar, e Poder Público e Vontade Popular – A opinião do leigo pode contrariar uma d em alguns casos, desarmar a guarda municipal. Para quem é técnico e atua na área é bem sabido que sem a arma de fogo o risco para o profissional de segurança pública - e a quem ele protege - aumentaria ab- surdamente, e a capacidade de atuação seria reduzida a quase nada. Isso é bastante fácil observar ao avaliar os constantes chamados para a guarda municipal atuar em escolas que possuem vigias desarmados, os quais quase sempre alegam impos- sibilidade de agir diante da desproporcional ameaça que sofrem dos transgressores e da possibilidade de haver a suspeita de letalidade nos instrumentos que eles utilizam em suas ações (um guarda municipal desarmado ficaria em iguais condições a desse vigia). Traçando outro paralelo, temos que reconhecer que quem governa, governa para o povo, de quem emana o seu poder e diretriz para a tomada de decisões. Contudo, vamos imaginar que na minha casa mando eu – e mando mesmo (risos). Pois bem! Não é pelo fato de poder mandar no que é meu que eu posso fazer o que eu quero. Ora, se almejo construir uma obra imprati- cável, ainda que eu pague e mande, o engenheiro e o construtor é quem saberão o que pode e o que não pode ser realizado. Jamais edifica- riam algo que viesse a colocar a minha vida em risco. A mesma interferência da opinião do leigo sobre a do técnico pode ocorrer em hospitais, onde a última pala- vra deve ser a do profissional de saúde; na questão das obras públicas em que deve ser respeitada a decisão de arquitetos e engenheiros, ou nas escolas, onde deve prevalecer o parecer do pe- dagogo, e assim por diante. Acredito que o mais razo- ável seja aceitar que o pare- cer do técnico deve sempre prevalecer mesmo diante da vontade popular. Assim, esse é e continu- ará sendo um dos grandes desafios onde se pretende instalar modelos de gestão participativa, ou seja, saber até onde o leigo pode decidir, e saber separar as decisões técnicas dos anseios da po- pulação, para que uma deci- são equivocada não venha a prejudicar a viabilidade nem a qualidade dos trabalhos desenvolvidos pelo serviço público. 2º - A ocupação das ca- deiras de conselheiros por filiados dos partidos do go- verno ou apadrinhados de parlamentares como forma de extensão do mandato. Para que haja uma ver- dadeira participação popular as cadeiras de conselheiros devem ser preenchidas em regra por pessoas neutras, ou na melhor das hipóteses, por pessoas desvinculadas ao go- verno. Seria preferível que os conselheiros eleitos fossem líderes comunitários; lideran- ças de bairros; presidentes de associações; presidentes de conselhos regionais; autori- dades religiosas; comercian- tes; profissionais liberais ou qualquer outro tipo de pessoa que não tenha vínculo com a administração pública. Os militantes do partido de situação e os apadrinhados de parlamentares já gozam de certo acesso ao governo; já exercem certas influências nos palcos das decisões po- líticas e administrativas. Eles também possuem maiores condições de serem eleitos por conta de sua influência política e o apoio de seus padrinhos, de modo que aca- bariam tirando a oportunidade de tantos outros interessados em contribuir com o debate, mas que não contam com essas vantagens de buscar os votos necessários para que a sua candidatura tenha sucesso. O Conselho Participativo visa encurtar a distância entre a população e o adminis- trador público – secretários, Subprefeitos, Diretores etc. Desta forma, concluo que foi feito para pessoas do bairro que, somente se tornando conselheiros é que passariam a ter acesso total e direto à administração pública. O bora – pe próx lanç selh opo grup pop de a maio de q bair ser que ond ser O des deir mais da p aliad ali a vont no, siçã faze do c vota em ond a or part Marcos Bazzana -
  6. 6. PÁG. 6 Exposição “O Papa Sorriu” reúne 38 caricaturas feitas por 38 cartunistas brasileiros e estrangeiros Uma mostra que estará em cartaz no Museu de Arte Sacra de São Paulo a partir do dia 14, homenageia o primeiro ano do Papa Francisco à frente da igreja católica, com 38 carica- turas feitas por 38 cartunistas brasileiros e estrangeiros. A exposição “O Papa Sorriu”, tem curadoria de Rafael Alberto Al- ves e permanece aberta ao pú- blico até 30 de abril deste ano. Os trabalhos foram selecio- nados a partir da publicação de mesmo nome, que reúne uma série de desenhos, retratando a simpatia do Pontífice com o povo. O livro foi entregue pes- soalmente ao Papa Francisco pelo Arcebispo metropolitano de São Paulo, Dom Odilo Sche- rer, no início de 2014. O diretor Carlos Salda- nha, o ator Rodrigo Santo- ro e os músicos Carlinhos Brown e Sérgio Mendes vão ter dias agitados na semana que vem. É que a partir do dia 17 eles começam, com uma coletiva de imprensa, a maratona de lançamento da animação ‘Rio 2’. O evento Continua Rio j para es vai Lag noite a pr na Arte Bar arar filho ravi Museu de Arte Sacra apresenta mostra em home- nagem ao Papa Francisco Os desenhos provocam todos os tipos de reação nos espectadores, desde a sur- presa até a ternura. Entre os destaques da mostra, estão os trabalhos de artistas conhe- cidos nacionalmente, como Baptistão, Carlos Amorim, Gil- mar Fraga, Gustavo Paffaro, J. Bosco, Junior Lopes, Luiz Carlos Fernandes, Mônica Fu- chshuber, entre outros. SERVIÇO Exposição: O Papa Sorriu De 14 de março a 30 de abril Museu de Arte Sacra de São Paulo (Av.Tiradentes, 676 - Luz, São Paulo) Tel.: (11) 3326-5393 Ingresso: R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados Horário: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h www.museuartesacra.org.br Seguindo algumas orien- tações simples, é possível arrumar as peças em casa e garantir a economia Uma tesoura, linha de costura e agulha. Esse é o kit básico para resolver quase todos os problemas quando o assunto são pe- quenos rasgos na roupa, zíper estragado ou qualquer outro acidente cotidiano que possa atingir as suas peças. E não é necessário ser uma expert em costura. Seguin- do algumas dicas básicas é possível consertar suas roupas de maneira rápida e prática, sem precisar correr para um ateliê especializa- do. Rasgo na costura 1-Tire qualquer sobra de linha que ficou na roupa e Façavocêmesmo: Dicas rápidas e práticas par junte as partes que foram separadas com uma agulha. 2- Corte aproximadamen- te 60 cm de linha e amarre na agulha. 3- Comece a costurar se- guindo a linha. Certifique-se que a costura seja a menor possível e garanta que a agulha passe pelas duas partes do tecido 4- Faça um nó no final da costura e remova o excesso de linha Botões 1- Se você não encontrou o botão que caiu, procure por um botão sobressalen- te que vem normalmente acompanhado na roupa. Se não localizar, é possível adquirir em lojas especia- lizadas um botão que se pareça com aquele perdido. 2 ten botõ men linha 3 loca gios mar 4 pelo (o la tra) tecid botã 5 outr pelo qua vime 6 etap 7 pelo
  7. 7. PÁG. 7 Pesquisa britânica ainda concluiu que beber no mês anterior à concepção aumenta chance de bebê nascer com tamanho restrito Consumir bebida alcoólica no início da gravidez, mesmo em quantidades pequenas, pode elevar o risco de o bebê nascer prematuro ou com um tamanho menor do que o es- perado. É o que concluiu uma nova pesquisa da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, publicada nesta segunda-feira no periódico Journal of Epide- miology and Comunity Health. De acordo com os autores do estudo, os efeitos adversos do consumo exagerado de ál- cool durante a gravidez já são bem conhecidos. Ainda não existe, no entanto, um consen- so sobre os efeitos de quantida- des pequenas da bebida. As recomendações sobre o assunto variam de acordo com a entidade médica ou o gover- no de cada país.AOrganização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, indica que grávidas ou mulheres que pretendem engravidar devem se manter abstêmias. Já o governo bri- tânico, onde a pesquisa foi re- alizada, aponta que gestantes devem evitar beber ou que a ingestão máxima seja de duas doses de álcool por semana. O novo estudo se baseou em questionários respondidos por 1 264 mulheres que haviam participado de um levanta- mento sobre alimentação e que ficaram grávidas durante a pesquisa. Nenhuma delas apresentava um risco alto de sofrer complicações durante a gestação. Os pesquisadores analisa- ram os relatos dessas mulhe- res sobre ingestão de álcool Do chamado estado de alerta à total exaustão, apren- da como reconhecer os sin- tomas e as causas deste problema Estresse é coisa séria. O termo é usado corriquei- ramente e sem tanta impor- tância, mas especialistas alertam que sintomas comuns presentes no dia a dia podem se agravar. O estresse pode ser dividido em quatro fases, sendo a última delas uma das responsáveis por infartos e AVC, tamanho o perigo. Conheça os sinais de cada fase do estresse: Fase 1: Alerta A primeira fase do es- tresse é chamada de alerta. Sinais como boca seca, pés e mãos gelados mostram que a vida não está se adequando às necessidades do corpo. Normalmente uma mudança no estilo de vida já ajuda a amenizar esses sinais. Fase 2: Resistência Quando não tratado, o estresse anda na fase de alerta pode evoluir para a fase dois, conhecida por fase de resistência. Nesse período, a falta de memória já se insta- la, há também mal estar e a sensação de desgaste físico acima do comum. Mudanças de apetite também costumam aparecer. Fase 3: Quase exaustão A fase seguinte, chamada de quase exaustão, é onde se instalam os sintomas do burn out (o esgotamento profissional), além de outros. Álcool na gravidez, mesmo em pequenas quantidades, eleva risco de parto prematuro um mês antes de engravidarem e durante toda a gestação. Segundo o estudo, mais da metade (53%) das mulheres afirmou ter bebido duas doses ou mais de álcool por semana durante o primeiro trimestre de gestação. Gravidez em risco — Em média, 4,4% dos filhos das participantes nasceram com um tamanho menor do que o esperado (pelo tempo de ges- tação) e 4,3% nasceram pre- maturos. Esse risco, porém, foi duas vezes maior entre bebês cujas mães beberam mais do que duas doses de álcool por semana no primeiro trimestre de gestação em comparação com filhos de mulheres que não consumiram álcool nesse período. Ainda de acordo com a pesquisa, a chance de parto prematuro foi maior mesmo em mulheres que beberam no primeiro trimestre da gestação, mas sem exceder as duas doses de álcool semanais, em comparação com as que se mantiveram abstêmias. Além disso, a ingestão de álcool no mês anterior à concepção também pareceu elevar o risco de o bebê nascer com tamanho restrito. “Nossos resultados destacam a necessidade de endossar a recomendação sobre mulheres se manterem abstêmias durante a gravidez. Além disso, o estudo ajuda a compreender os efeitos do álcool em grávidas e quais são os períodos mais vulneráveis — no caso, o primeiro trimestre da gravidez”, dizem os autores no artigo. Identifiqu est Os vuln mos e o p se in F A tão, os i prec fase exau com iden sam nar Esp além tam e a em tes, nos cida desc
  8. 8. PÁG. 8 Engana-se quem pensa que maquiagem é igual em todas as idades. O que valo- riza uma mulher jovem pode prejudicar o visual de uma mais velha e vice-versa, por isso, cada fase pede cuida- dos diferentes para ressaltar a sua beleza. Você sabe como deve ser o make a partir dos 50 anos? Nesse período, as rugas e a flacidez estão mais evidentes e há alterações do contorno facial. Os principais erros cometidos são apostar em produtos que justamente acentuam esses incômodos: os com efeito cintilante e bri- lho em excesso. A utilização diária de produtos de limpe- za, tonificação e hidratação é imprescindível. Dê sempre preferência pelos cosméticos com fator de proteção solar. Algumas dicas oito dicas fundamentais para mulhe- res na faixa dos 50 anos não errarem na maquiagem, confira. 1. Para disfarçar flaci- dez e rugas A melhor aposta para disfarçar flacidez e rugas é maquiagem mais natural, sem excesso. Vale lembrar que alguns primers conferem o chamado efeito cinderela, que pode ajudar a levantar o visual 2. Use primer e pó Comece a fazer a ma- quiagem pelo primer, que aumenta a durabilidade da maquiagem e disfarça pe- quenas linhas e marcas de expressão. Ilumine as rugas, para parecerem menos pro- fundas, e escureça a parte de baixo do maxilar para dis- farçar a perda do contorno. O pó ajuda na durabilidade, mas se recomenda o trans- lúcido, porque o compacto pode acumular nas linhas de Até mesmo ingredientes gordurosos podem ajudar a eliminar a barriga; conheça alguns deles e adicione em sua dieta A melhor forma de perder a barriga é fazendo dieta e malhação, certo? Certíssimo. Mas dá para colaborar nesse processo inserindo alimentos estratégicos, como aqueles Maquiagem aos 50 anos: veja 8 dicas para evitar erros expressão. 3. Aposte no corretivo Um bom corretivo na cor exata da pele pode ajudar a disfarçar olheiras e manchas leves. Para quem tem mar- cas intensas, há corretivos coloridos que neutralizam o problema (amarelo para incômodos na cor violeta, verde para avermelhados e lilás para amarelados). 4. Tome cuidado com a sombra Corte da lista sombra cin- tilante, que ressalta a flacidez e as rugas. Dê preferência para as opacas, sombra es- cura levanta a pálpebra. 5. Use o lápis de olho como aliado O lápis pode delinear os olhos desde que não haja uma quantidade maior de ru- gas na pálpebra, o que causa efeito sanfoninha. Nesse caso, a solução é esfumá-lo, lápis em baixo deixa o olho caído. O produto marrom tem efeito mais suave, o que evita erros. 6. Invista no blush Um toque de blush cre- moso espalhado na diagonal é suficiente para dar frescor à pele, que está naturalmente mais seca, e criar a ilusão de volume nas maçãs, a cor do blush depende da tonalidade da pele. Mulheres claras não erram ao utilizar blush em tons pêssego, morenas em tons terracota e negras em tons vinho. 7. Experimente o con- torno dos lábios Contorno discreto dos lá- bios é uma boa pedida para as mulheres a partir dos 50 anos. Redefinir o contorno com um lápis da mesma cor do batom, indo um tiquinho além da linha dos lábios, encobre o volume perdido. 8. Preste atenção na cor do batom Muito brilho e cintilância tendem a chamar atenção para pequenas rugas nos lábios. Aposte em batons com efeito matte (fosco) ou cremosos. 14 alimen a secar que gord a di apet O exem lóric que cent justa a ox (as O seja tabo mais solú gord elim C que dam sara O ajud ma A

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