Aqueles cães malditos de Arquelau<br />Isaias Pessotti<br />“Aqueles cães malditos de Arquelau” é um livro classificado co...
<ul><li>Localização</li></ul>Lombardia<br />Piemonte<br />
<ul><li>Personagens:
Maria Eugênia;
DottoreLannebia;
Tulio;
Mauro Adami;
BeatriceBodomi;
Lorenzo CrivelliDuci;
Anna;
Emilio Donatelli; (Narrador da história)
Bruno Salvadori;
Abelardo Pasquali;
Isabella Pierini;
Aurelio;
Giulio;
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Seminario port. final naquelas

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Seminario port. final naquelas

  1. 1. Aqueles cães malditos de Arquelau<br />Isaias Pessotti<br />“Aqueles cães malditos de Arquelau” é um livro classificado como um romance, pois esse tipo de gênero literário, apresenta vários personagens (interligados ao conflito central) e acontecimentos; é composto por ação, espaço, tempo e personagem e o foco narrativo é de natureza histórica. Todas essas características são presentes nesse livro, sendo assim um romance.<br />O autor apresenta algumas semelhanças com as personagens desse romance. Isaias e Emilio , por exemplo, se formaram em Filosofia e fizeram ensaios sobre a loucura, embora a personagem tenha estudado apenas a loucura da Grécia antiga. Isaias pode de certa forma ser comparado como semelhante aos pesquisadores do Instituto Galileipois ele também é um pesquisador pois estuda um determinado assunto como cada membro do Instituto.<br />
  2. 2. <ul><li>Localização</li></ul>Lombardia<br />Piemonte<br />
  3. 3. <ul><li>Personagens:
  4. 4. Maria Eugênia;
  5. 5. DottoreLannebia;
  6. 6. Tulio;
  7. 7. Mauro Adami;
  8. 8. BeatriceBodomi;
  9. 9. Lorenzo CrivelliDuci;
  10. 10. Anna;
  11. 11. Emilio Donatelli; (Narrador da história)
  12. 12. Bruno Salvadori;
  13. 13. Abelardo Pasquali;
  14. 14. Isabella Pierini;
  15. 15. Aurelio;
  16. 16. Giulio;
  17. 17. Lisa;
  18. 18. Luciana
  19. 19. Tia Margherita;
  20. 20. “Bispo” Vermelho (Lutercio)
  21. 21. Rinaldo;
  22. 22. Amadeu (Irmão do Rinaldo);
  23. 23. Alessandro;
  24. 24. Dom Attillio;
  25. 25. Gabriella</li></li></ul><li>Todosessespesquisadoresacimatrabalhamno InstitutoGalilei, o quedificulta a relação entre eles pelo fato das salas serem divididas, porém ao mesmo tempo facilita, pois as áreas de pesquisa de cada um estão interligadas, facilitando assim a comunicação de todos.<br />
  26. 26. A história...<br /><ul><li>Primeiros capítulos, o autor apenas introduz um pouco de personagens, suas áreas de estudo, um pouco da história em si.
  27. 27. Percebe-se que o narrador Emilio demonstrater interesse pela personagem Anna, quando descreve as sensações que tem ao lembrar-se do mausoléu de Gala Placidia, ou quando estão na “toca” de Giulio, quando Emilio deseja que Lorenzo não estivesse lá, ou ainda quando Emilio tem vontade de agarrar e beijar Anna.
  28. 28. Na “toca” de Giulio, Giulio e Anna definem o genial como algo que se encaixa perfeitamente; caracterizam uma ideia genial quando ela é original, é uma solução superior as que existem e gera outras ideias novas.
  29. 29. A trama começa no capitulo II quando Bruno propõe aos amigos visitar uma Villaque pertenceu a um bispo e que é próximo à casa de sua Tia Margherita. Bruno convence seus amigos dizendo que passariam por belas fontes históricas, o que os atrai bastante, e principalmente por causa da Villa.
  30. 30. No caminho, Isabella e Emilio acham uma livraria na qual conhecem Aurélio de Valdesi que possui muitos livros, papéis e pergaminhos, o que era considerado um tesouro pelo grupo do Galilei, como o livro “As Bacchae” (As Bacantes) . Aurélio apresenta essa obra de Eurípides aos pesquisadores e cita o que ele sabe sobre Eurípides:</li></ul>“ A senhora sabe quem foi, na história da humanidade, o primeiro que formou uma biblioteca individual? Foi Eurípides, o autor desse texto que a senhora acaba de ver” – Página 58<br />
  31. 31. Eurípides<br /><ul><li>Eurípidesfoi o mais jovem dos três grandes expoentes da tragédia grega clássica. Escreveu As Bacantes, na qual o contexto era de um deus jovem chamado Dioniso que estava enfurecido porque sua família mortal, a casa real de Cadmo, havia lhe negado um lugar de honra como divindade. Sua mãe, Sêmele, foi uma das amantes de Zeus e, ainda grávida, foi morta porque havia visto Zeus em sua forma divina, o raio. A maior parte da família de Sêmele, no entanto, incluindo sua irmã Agave recusou-se a acreditar </li></ul>que Dioniso era filho de Zeus, e o jovem deus acabou sendo rejeitado <br />em sua própria casa. Após viajar por toda a Ásia e outras terras <br />estrangeiras, Dioniso reúne um grupo de devotas, as Bacantes, <br />e, no início da peça, retorna para se vingar da linhagem de Cadmo, <br />disfarçado como um forasteiro loiro. Após levar as mulheres de Tebas,<br />incluindo suas tias, a um frenesi extático, envia-lhes ao Monte <br />Citéron, dançando e caçando, para horror de suas famílias. Para complicar ainda mais as coisas, o jovem rei Penteu declara a proibição do culto a Dioniso por toda a cidade de Tebas.<br />
  32. 32. <ul><li>Nesse momento da história, Emilio está em conflito com seu ego, pois sabe que Anna é casada e tem filhos, porém, seu ego permite que ele pense que ela e as mulheres gostam de fantasiar o adultério, mesmo que sem chance de realmente acontecer. Elas gostam de ser desejadas por um segundo homem, do afeto, e do olhar.
  33. 33. A trama começa em volta de tentar descobrir de quem é o tal “bispo vermelho”.
  34. 34. Com o desenrolar da história, os pesquisadores acham “pistas” sobre a vida do bispo na Villa, que é propriedade do Dom Attilio, sobrinho mais novo da condessa (que está em posse da Villa) e amigo da Tia Margherita.
  35. 35. A Villa era um bloco imponente, com dois andares muito altos. A fachada era branca e longuíssima. As paredes laterais, bem mais curtas, terminavam em cúspides muito agudas. Dentro da villa, os principais aposentos são o teatro, a tribuna, a capela e a biblioteca.
  36. 36. Nessa Villa, encontram Alessandro e seus netos Rinaldo e Amadeu. Rinaldo era um menino loiro, magro, de olhos brilhantes e curiosos que ajudou o grupo do Galilei pela Villa, que morava na casa de seu avo que ficava ao lado da Villa. É Rinaldo quem mais ajuda os pesquisadores nessa busca.
  37. 37. Na Villa, encontram-se vários livros, dentro da tribuna do teatro desta. A partir desse momento, Emilio, o narrador da história, tenta traduzir os livros, com a ajuda da interpretação de Anna.</li></li></ul><li> - Alessandro conta o que sabe sobre o bispo. Ele diz que o bispo era venerado e ao mesmo tempo era temido. Não era aconselhável ninguém andar no fundo do vale porque o fantasma do bispo se encontrava lá.<br /><ul><li> A tia de Bruno, Margherita também relata o que sabe sobre o bispo. Ela fala que o bispo vermelho era perseguido por outros bispos pois não concordava com algumas atitudes que a igreja cometia contra os protestantes daquela época.
  38. 38. Os pesquisadores encontraram um esconderijo na tribuna, onde o bispo teria escondido alguns livros. Conseguem pegar três livros, um deles o Commentarium, que foram praticamente reescritos por Lutercio. Emilio começa a traduzi-lo. A partir das traduções, Emilio descobre coisas sobre a vida do bispo, que na verdade era um Cardeal.
  39. 39. No fim, a ajuda que os pesquisadores consideram mais plausível é a de Alessandro, já que no momento era ele quem mais sabia da historia daquele lugar.
  40. 40. As personagens concluem que a identidade do bispo e a história não teriam desaparecido completamente, se não fosse por escolha própria. Os pesquisadores também formulam hipóteses que o bispo nao havia desaparecido , havia apenas se escondido a espera de sua revanche , e que ele estaria devidamente fichado em algum “calhamaço” (livro grande) do santo ofício.</li></li></ul><li><ul><li>Com o último trecho do Commentarium traduzido, Emilio levanta hipóteses sobre o bispo vermelho.
  41. 41. Emilio concluiu que Lutercio, protestava no documentocontra a sina fatal de quem supera a mediocridade dos demais.
  42. 42. Emilio por fim também concluiu que Lutercio havia arranjado briga com os antiqui oureales, e havia perdido.
  43. 43. No resumo do parágrafo do Commentarium, pode-se considerar um ensinamento, a frase de que os revolucionários que pensam adiante de seu tempo então condenado a sofrer acusações e perseguições daqueles que percebem ameaçado o prestígio que tem diante os outros, ou, apenas diante de si mesmo. Portanto, consegue-se entender de que alguém que tem uma mente mais desenvolvida e mais à frente de seu tempo, não será aceito portanto é necessário pensar bem sobre uma inovação que alguém deseja impor, pois as conseqüências disso podem ser ruins e a não aceitação algo que não tem como não acontecer. </li></ul>- Em certo trecho do Commentarium, o bispo faz referência a um nome, Emannuel. Emilio e Anna levantam hipóteses de que esse Emmanuel, ou também chamado de Doutore Emmanuel, fora amigo de Lutercio e um professor de grego do século XV no norte da Itália.<br />
  44. 44. - Dom Atillio, é o guardião da villa do bispo. Ele pede aos pesquisadores do Galilei que não contem a estranhos sobre o afresco que veriam na sala da biblioteca da villa, pois há séculos a família e Dom Atillio protegia ciosamente aquela sala e ele mantinha a tradição da família.<br /><ul><li>Através do afresco visto na sala da biblioteca, os pesquisadores do Galilei tiveram a prova de que Lutercio fora realmente um religioso mas não um bispo como todos achavam e sim um cardeal, e essa descoberta foi feita pelo numero de borlas de seu capelo.
  45. 45. A partir do afresco também, descobriu-se que o bispo era chamado de bispo vermelho não porque tinha rosto avermelhado ou cabelos ruivos mas sim por suas roupas de cardeal que eram vermelhas.
  46. 46. Com oafresco, os pesquisadores conseguem concluir que ele era um homem de alta hierarquia eclesiástica (Cardeal) e um homem de cúria. Havia em seu chapéu, fios de ouro o que dizia que a nomeação para o cardinatofora patrocinada por algum príncipe de grande prestígio junto a um papa.</li></li></ul><li><ul><li>Marcello Valdesi, surge na história como um antepassado de Aurélio Valdesi, o livreiro que Emilio e Isabella conhecem, na sua primeira ida à villa. - Marcello e o Bispo vermelho se relacionavam de modo que o bispo confiava a Marcello a encadernação de seus (do bispo) livros.
  47. 47. Aurélio, o dono da livraria, parente de Marcello, comprovou isso mostrando à Anna que em cada obra, existia as inicias LM.</li></ul>- Aurélio prova que Lutercio mantinha um relacionamento de confiança com família Valdesi de modo que Lutercio confiava na discrição de Marcello, e por isso mandava ele encadernar seus livros considerados heréticos na época mostrando assim confiança em Marcello pois outro encadernador poderia denunciar Lutercio.<br />- Os pesquisadores chegaram ao possível sobrenome de Lutercio pois na capa do Hipólito que eles sabiam pertencer ao bispo vermelho estavam as iniciais L M, como “Lutercio” era seu primeiro nome, como pensavam os pesquisadores do Galilei,consequentemente o M de Monteferrato como eles descobririam posteriormente, significaria, uma vez que era um nobre seu feudo ou território, seu sobrenome.<br />- Muitos mistérios são resolvidos com a carta que Gabriella, amiga de Emilio conhecida da história da literatura, o que ajuda a solucionar o mistério do bispo. As notas no “Hipólito” e na obra “As Bacantes” eram as provas de que Lutercio fora um aluno de Emmanuel, amigo de Bruni e de que ambos haviam opinado sobre a tradução das tragédias. Lutercio era um membro reconhecido e respeitado da vanguarda renascentista.<br />
  48. 48. Já no fim do livro, quando os pesquisadores lêem a crônica de Irmã Verônica, descobrem que o bispo vermelho que eles chamavam de Lutercio era na verdade o CardinaleLudovicTerzio di Monteferrato(LV III)<br />
  49. 49. <ul><li>Eugenia, surgiu na história como a pintora do afresco da sala da biblioteca.
  50. 50. Ela havia nascido em 1389, era uma condessa de Hamburgo, a mulher mais bela de seu tempo.
  51. 51. Tinha gosto pelas artes, principalmente pela poesia e pintura. Estudou música e pintura com os melhores mestres de Hamburgo.
  52. 52. Viveu alguns anos no norte da Itália com sua irmã Victoria, esposa de Filipe, marques de Monferrato, irmão do Cardeal.</li></ul>- Após a morte de sua irmã Victoria, Eugenia entrou para a vida religiosa, no mosteiro das Clarissas em Asti, Itália, Reino do Piemonte.<br />- Victória e Lutercio foram enterrados na capela porque seus criados mais fiéis não queriam entregar os restos de pessoas amadas ao esquecimento absoluto por isso fizeram lápides, como uma inscrição para perpetuar a memória de Lutercio e Victória.<br />- Isabella e Emílio descobriram a sepultura de Lutercio e Victoria, primeiramente graças a Lorenzo que havia reparado em dois detalhes nos vitrais da abside da capela como se um fosse um gama(γ)e outro um lambda(λ) e os mostrou a Emilio. Analisando com Isabella, Emilio percebe que quando a luz da tarde incidia sobre esses detalhes eles formavam duas letras como se o gama se transformasse em um L de Lutercio e o lambda em um V de Victoria, percebendo assim que ali se localizavam as sepulturas dele. <br />Gama<br />Lambda<br />
  53. 53. Santa Inquisição<br />- O livro cita muitas vezes a Inquisição. <br /><ul><li>A Santa Inquisição foi uma espécie de tribunal religioso criado na Idade Média para condenar todos aqueles que eram contra os dogmas pregados pela Igreja Católica.
  54. 54. Segundo as normas da Inquisição, qualquer pessoa que falasse ou até pensasse em contrário da doutrina católica fosse excomungada pela Igreja e devidamente castigada pelas autoridades seculares.
  55. 55. O livro descreve a Santa Inquisição como um “partido” religioso muito forte, tendo total controle de tudo e de todos. Ela punia severamente qualquer pessoa que cometesse algum tipo de heresia, ou mesmo, possuísse algum livro herético, de um autor que ia contra a doutrina católica.
  56. 56. Falar sobre a Inquisição ajudava a compor o mistério que envolve o cardeal pois o cardeal, fazia parte da Igreja e “consequentemente” da Inquisição. No entanto, ele não seguia as normas da Inquisição uma vez que possuía livro que eram considerados heréticos e ainda foi acusado de adultério, fato que realmente havia acontecido. Portanto, a Inquisição fazia parte da vida do cardeal, por isso falar sobre ela ajuda a compor e resolver o mistério do cardeal.</li></li></ul><li>O título e a história...<br />Na última parte da tradução do Commentarium, Emilio descobre que no fim da vida de Eurípides, ele havia servido ao rei Arquelau da Macedônia que concedeu a Eurípides a honra de acompanhá-lo às suas viagens de caça a cães e numa dessas Eurípides morreu dilacerado por aqueles cães malditos com Arquelau, por isso o título do livro. <br />
  57. 57. Realizado por:<br />Adriano Meiken Morelli nº01<br />João Luiz Dias nº 15<br />José Alves Braga nº 18<br />1ª série do Ensino Médio B<br />Profª. Iara Beolchi<br />

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