Adaptações ao tf.pot

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Adaptações ao tf.pot

  1. 1. ADAPTAÇÕES NEUROMUSCULARES E MORFOLÓGICAS AO TREINO DE FORÇA
  2. 2. Principais adaptações... Moritani & De Vries, 1979 Capacidade de Produção de ForçaCapacidade de Produção de ForçaCapacidade de Produção de ForçaCapacidade de Produção de Força Nervosos MorfológicasNeuromuscularesNeuromusculares
  3. 3. www.themegallery.com Company Logo EXCITABILIDADE DAS MEMBRANAS MUSCULARES HUXLEY, 2000
  4. 4. Ordem em que as UMs são recrutadas PERCENTUAL  FIBRAS  FREQUÊNCIA DE IMPLUSOS CVM Até 30% I, S 10 a 15 Hz De 50 a 60% IIA, FF 15 a 20 Hz De 70 a 90% IIX, FR 20 a 50 Hz 100 % Todas Acima de 50 Hz, menos fibras S Sale, 1992
  5. 5. CVM % FrequênciadeImpulsos(Hz) Sale, 1992 Princípio do Recrutamento UMsPrincípio do Recrutamento UMs
  6. 6. Força explosiva, recrutamento de UMs não segue o princípio do tamanho. Força explosiva, recrutamento de UMs não segue o princípio do tamanho. Hannertz, 1974; Grimby, 1977 Entretanto...
  7. 7. Força Máxima X Vel. Máxima (Responsividade) Hakkinen et al., 1985
  8. 8. Adaptações Neuromusculares ao Treinamento de Força • da ativação dos músculos agonistas (coordenação intra e inter-muscular) • da co-ativação dos músculos antagonistas • da atividade dos Órgãos Tendinosos de Golgi (OTGs) • Alterações na junção neuromuscular (JNM)
  9. 9. Coordenação Intramuscular: Sincronização das UMs ↑↑ Recrutamento de UM (após período de TF): Recrutamento de UM adicionais devido a bloqueio ou redução de impulsos inibitórios (OTGs ou células Renshaw); Mais UM são recrutadas para realizarem determinada ação; “ Ferramenta de investigação- EMG.” De Luca, 1997
  10. 10. Coordenação Intermuscular Realização deRealização de movimento de modomovimento de modo mais econômico.mais econômico. + sincronização da musculatura. ↓ contração da musculatura antagonista. Melhora da TPF. Higbie et al., 1986
  11. 11. • ↑ ECONOMIA NEUROMUSCULAR • ↑ FORÇA, SINCRONIZAÇÃO INTRA E INTERMUSCULAR • ↑ ECONOMIA NEUROMUSCULAR • ↑ FORÇA, SINCRONIZAÇÃO INTRA E INTERMUSCULAR
  12. 12. Co-ativação dos antagonistas • Para maximizar a força gerada por um agonista é necessário minimizar a magnitude da co-ativação. Co-ativação...
  13. 13. Fibras musculares intrafusais (FI) =Fibras musculares que ficam dentro do fuso muscular Fibras musculares intrafusais (FI) =Fibras musculares que ficam dentro do fuso muscular Fibras musculares extra-fusais (FE) =Fibras musculares esqueléticas ficam situadas fora do fuso muscular Fibras musculares extra-fusais (FE) =Fibras musculares esqueléticas ficam situadas fora do fuso muscular ORGAO TENDINOSO DE GOLGI Variação da tensão mecânica sobre os tendões Em serie com as FE RelaxamentoRelaxamento Órgãos sensoriais musculares FUSO MUSCULAR Variação do comprimento das fibras musculares Paralelo ás FE Receptores proprioceptivos musculares
  14. 14. PROPRIOCEPTORES Tensão muscular Comprimento muscular Fusos musculares Detectam a variação do comprimento muscular durante o estiramento e a contração muscular Órgãos Tendinosos de Golgi Detectam a variação da tensão muscular
  15. 15. ↑ Força Hipertrofia Adaptação Neural Duração do treinamento Progresso 8-12 semanas Steroids Steroids Sale, 1988
  16. 16. Tipos de Exercícios Multiarticulares- ↑ período de adaptação neural e atraso na hipertrofia muscular. Multiarticulares- ↑ período de adaptação neural e atraso na hipertrofia muscular. Monoarticulares- ↓período de adaptação neural e hipertrofia muscular mais rápida. Monoarticulares- ↓período de adaptação neural e hipertrofia muscular mais rápida.
  17. 17. DOR MUSCULAR TARDIA (DMT)
  18. 18. DMT ► Danos à estrutura da célula muscular causados pela execução de um exercício ao qual o indivíduo não está habituado alta intensidade longa duração exercício excêntrico
  19. 19. Desenvolvimento de DMT  A intensidade parece ser mais importante que a duração (volume da atividade física).  Contração excêntrica é o padrão de movimento que causa maior dano muscular; 1. Força desenvolvida é 2x > que em condições isométricas, porém o nº total de pontes cruzadas é somente 10% menor (tensão muscular elevada). 2. Menor nº de UMs recrutadas (estresse mecânico elevado). Smith, (1991)
  20. 20. Danos Estruturais Adaptado de Connolly, Sayers & McHugh (2003) Lesão na membrana celular (sarcolema) Ativação de fosfolipases A2 Metabolismo do ácido aracdônico Leucócitos Neutrófilos PGEs Radicais livres Inchaço DOR COX
  21. 21. Potência e Força no Esporte (Paavo Komi) (Armstrong 1990; Armstrong et al. 1991) 1.1. Autogênico;Autogênico; 2.2. Fagocitário;Fagocitário; 3.3. Regenerativo.Regenerativo. 1.1. Autogênico;Autogênico; 2.2. Fagocitário;Fagocitário; 3.3. Regenerativo.Regenerativo.
  22. 22. Dano Muscular Roth et al. (2000) Pré-exercício Pós-exercício Linhas ZLinhas Z
  23. 23. Outros fatores... • Diminuição da respiração celular (mitocôndria) pelo grande influxo de íon Cálcio. • Estresse Oxidativo. • Radicais livres. Fríden et al., 1986
  24. 24. cleitonesef@yahoo.com.br

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