SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 86
Produção de derivados do petróleo
(destilação fracionada)
O QUE É MATÉRIA?
Matéria é tudo o que tem massa e ocupa espaço.
Qualquer coisa que tenha existência física ou real é matéria. Tudo o que
existe no universo conhecido manifesta-se como matéria ou energia.
A matéria pode ser líquida, sólida ou gasosa. São exemplos de matéria:
papel, madeira, ar, água, pedra. 
Analisando a matéria qualitativamente (qualidade) chamamos a matéria
de substância.
Substância – possui uma composição característica, determinada e um
conjunto definido de propriedades.Pode ser simples (formada por só um
elemento químico) ou composta (formada por vários elementos químicos).
Exemplos de substância simples: ouro, mercúrio, ferro, zinco.
Exemplos de substância composta: água, açúcar (sacarose), sal de cozinha
(cloreto de sódio).
Analisando a matéria quantitativamente chamamos a matéria de Corpo.
Corpo - São quantidades limitadas de matéria. Como por exemplo: um
bloco de gelo, uma barra de ouro.
Os corpos trabalhados e com certo uso são chamados de objetos. Uma barra
de ouro (corpo) pode ser transformada em anel, brinco (objeto).
Toda a matéria é constituída de átomos...
Sua constituição…
Núcleo - região constituída basicamente por dois tipos de partículas.
- prótons (apresentam massa e dotadas de carga elétrica positiva).
- nêutrons (apresentam massa praticamente igual a do prótons e
possuem carga elétrica nula).
Eletrosfera - região constituída pelos elétrons.
- elétrons são partículas que apresentam massa extremamente
reduzida, dotadas de carga elétrica negativa e de valor absoluto
igual a dos prótons.
ELEMENTOS QUÍMICOS
 Os átomos são diferentes uns dos outros devido as quantidades destas
partículas nele existentes. O elementos químico Hidrogênio, por exemplo,
possui apenas um próton e um elétron em sua órbita. Já os átomos do
elemento metálico ferro possuem 26 prótons, 30 nêutrons (em média)
formando o seu núcleo, e 26 elétrons divididos em 4 camadas na
eletrosfera
 Número Atômico (Z): é a quantidade de prótons que existe no núcleo
do átomo, pois deles dependem os elétrons e o número de camadas que
o átomo terá. Pode-se representar o Número Atômico (Z) por um
número abaixo e a esquerda do símbolo do elemento.
 Massa Atômica (A): é a massa total do átomo, ou seja, a soma dos
prótons e dos nêutrons. Representamos a Massa Atômica (A) por um
número acima e a esquerda do símbolo do elemento. No caso do ferro
será A = 26 prótons + 30 nêutrons = 56.
Comparação de Termos
ElementoElemento Substância que pode ser quebrada semSubstância que pode ser quebrada sem
perda de suas propriedadesperda de suas propriedades
ÁtomoÁtomo A menor unidade que tem asA menor unidade que tem as
propriedades características de umpropriedades características de um
elementoelemento
MoléculaMolécula Dois ou mais átomos unidos porDois ou mais átomos unidos por
ligações químicasligações químicas
Composição
de um Átomo
• Núcleo
Próton = particula positivamente carregada (+)
Neutron = particula descarregada (n ou +)
Número de prótons + Número de neutrons = Massa Atômica
Número de prótons = Número Atomico
Elétrons = partículas negativamente carregadas
Número de prótons = Número de elétrons
Cada elétron circula o núcleo em uma órbita
representando um nível de energia específico.
CC1212
66
ÁTOMO
• Número atômico ( Z ): é o numero de prótons de um átomo.
Z = P
• Numero de massa (A ): é a soma de prótons e nêutrons de um átomo.
A = p + n
Através de Z e A pode-se determinar o numero de partículas fundamentais
do átomo, levando em conta que:
• Num átomo neutro, isolado o numero de elétrons é igual ao numero de
prótons, logo é p = e = Z.
• O numero de nêutron ( n ) é igual ao numero de massa ( A ) menos o
numero de prótons ( p ), ou:
n = A - p
ou n = A - Z
Resumindo…
p = e
e = p
n =A – p ou n = A – Z
Z = e
A = p + n ou A = Z + n
Modelos Atómicos
Hidrogênio (H)Hidrogênio (H) Hélio (He)Hélio (He)
NúcleoNúcleo
CamadaCamada
de Elétronsde Elétrons
Diferentes Tipos de Átomos
HélioHélio
Max 2eMax 2e--
Max 2eMax 2e--
+7p+7p++
+4p+4p++
+2p+2p++
+4e+4e--
+4n+4n±±
+2n+2n±±
+2e+2e--
Max 8eMax 8e--
Max 8eMax 8e--
+7e+7e--
+8n+8n±±
+5p+5p++
+5e+5e--
+4n+4n±±
CálcioCálcio
22ee--
22nn 22pp++
6e6e--
66nn 6p6p++
8e8e--
88nn 8p8p++
15e15e--
1616nn 15p15p++
20e20e--
2020nn 20p20p++
Camada eletrônicaCamada eletrônica
mais internamais interna
FósforoFósforoOxigênioOxigênio
Distribuição Eletrônica
Distribuição dos elementos na tabela
periódica
Tabela periódica
Formas de representar moléculas -
Metano
Ligações Químicas
Forças que seguram os átomos
LigaçãoLigação CaracterísticasCaracterísticas
IônicaIônica Um átomo perde um elétron,Um átomo perde um elétron,
outro ganha um elétronoutro ganha um elétron
CovalenteCovalente Átomos compartilham elétronsÁtomos compartilham elétrons
CovalenteCovalente
PolarPolar
Átoms compartilham elétronsÁtoms compartilham elétrons
desigualmentedesigualmente
Pontes dePontes de
HidrogênioHidrogênio
Hidrogênio covalentementeHidrogênio covalentemente
ligado é atraído por outroligado é atraído por outro
átomoátomo
±±
++
––
±±++±±++±±++ ±±
++
±±++
±±
++
±±++
––
––
–– ––
––
––
±±
++
––
––
––
±±
++
––
±±++±±++±±++ ±±
++
±±++
±±
++
±±++
––
––
–– ––
––
––
±±
++
––
––
––––
––
––
––
––
––
––
Ligação Iônica no NaCl
±±
++
––
±±++±±++±±++ ±±
++
±±++
±±
++
±±++
––
––
–– ––
––
––
±±
++
––
––
––
––
sódiosódio
#e=2+8+1=#p#e=2+8+1=#p
±±
++
––
±±++±±++±±++ ±±
++
±±++
±±
++
±±++
––
––
–– ––
––
––
±±
++
––
––
––––
––
––
––
––
––
––
clorocloro
#e=2+8+7=#p#e=2+8+7=#p
––
––
Íon sódioÍon sódio
#e = #p -1#e = #p -1
íon cloretoíon cloreto
#e = #p+1#e = #p+1
––
Carga negativaCarga negativa
Carga positivaCarga positiva
Ligação Iônica no NaCl
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
• Opostos se
atraem.
• Sódios se
acomodam entre
cloros.
• formam-se
cristais cúbicos
perfeitos.
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
ClCl--
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
NaNa++
O que é uma mistura??
MISTURA é a reunião de duas ou mais substâncias, sem
que haja reação química entre elas, mantendo cada qual suas
propriedades.
Homogênea – quando não é possível distinguir as
substâncias misturadas.
Heterogênea – quando é possível distinguir as substâncias.
Essas misturas apresentam fases distintas. Há misturas
bifásicas, trifásicas, tetrafásicas, etc...
O que é uma mistura???
Separação de misturas
Catação
Flotação no tratamento do esgoto
Petróleo?
FORMAÇÃO DO PETRÓLEO
 Etimologia: Petra – “pedra”; Oleum – “óleo”.
 Estado Físico: Líquido viscoso e coloração escura
(maioria dos casos).
 Ocorrência: Encontrado em poros de rochas, em terra
firme ou sob o mar.
 Constituição: É constituído fundamentalmente por
Hidrocarbonetos.
Formação do Petróleo
O petróleo se formou há milhões de anos, quando a matéria orgânica
derivada de organismos marinhos e terrestres e depositada em ambientes
sedimentares se maturou pela ação de micróbios, calor e pressão. Assim, os
tipos de compostos presentes refletem a fonte de matéria-prima.
Como resultado, a natureza do petróleo varia com a sua localização
geográfica, fonte da matéria-prima, e história geológica.
O petróleo é considerado uma fonte de energia não renovável, de
origem fóssilorigem fóssil e é matéria prima da indústria petrolífera e petroquímica
PETRÓLEO BRUTO CONTÉM EM MÉDIAPETRÓLEO BRUTO CONTÉM EM MÉDIA:
Carbono - 84%
Hidrogênio - 14%
Enxofre - de 1 a 3% (sulfeto de hidrogênio, sulfetos,
dissulfetos, enxofre elementar)
Nitrogênio - menos de 1% (compostos básicos com grupos
amina)
Oxigênio - menos de 1% (encontrado em compostos
orgânicos como o dióxido de carbono, fenóis, cetonas e
ácidos carboxílicos)
Metais - menos de 1% (níquel, ferro, vanádio, cobre,
arsênio)
Sais - menos de 1% (cloreto de sódio, cloreto de magnésio,
cloreto de cálcio)
EXPLORAÇÃO E
PRODUÇÃO
O ponto de partida na busca do petróleo é a exploração
que realiza os estudos preliminares para a localização de
uma jazida. Para identificar o petróleo nos poros das rochas
e decidir a melhor forma de extraí-lo das grandes
profundidades na terra e no mar, o homem utiliza os
conhecimentos de duas ciências: a Geologia e a Geofísica.
Um dos métodos mais utilizados pela Geofísica é o da
sísmica, que compreende verdadeiros terremotos artificiais,
provocados, quase sempre, por meio de explosivos,
produzindo ondas que se chocam contra a crosta terrestre e
voltam a superfície, sendo captadas por instrumentos que
registram determinadas informações sobre o subsolo.
PERFURAÇÃO: SONDAS E
PLATAFORMAS
A perfuração é a segunda etapa na busca de petróleo. Ela ocorre em
locais previamente determinados pelas pesquisas geológicas e
geofísicas. Para realizá-la, perfura-se um poço - o pioneiro -
mediante o uso de uma sonda.
Comprovada a existência do petróleo, outros poços serão
perfurados para se avaliar a extensão da jazida. Essa informação é
que vai determinar se é comercialmente viável ou não, produzir o
petróleo descoberto.
Do PoçoPoço à
Solo
Cascalho
Rocha impermeável
Rocha + gás natural
PETRÓLEO
RefinariaRefinaria
EXTRAÇÃO EM TERRAEXTRAÇÃO EM TERRA
EXTRAÇÃO EM ÁGUAS PROFUNDASEXTRAÇÃO EM ÁGUAS PROFUNDAS
Tecnologia no fundo do mar.Tecnologia no fundo do mar.
O petróleo bruto, tal como sai do poço, não tem aplicação direta.
Para utilizá-lo, é preciso fracioná-lo em seus diversos componentes,
processo que é chamado de refinorefino ou destilação fracionadadestilação fracionada.
Para isso, aproveitam-se os diferentes pontos de ebulição das
substâncias que compõem o óleo, separando-as para que sejam
convertidas em produtos finais
REFINO DO PETRÓLEO
Nas refinarias, os processos físicos e químicos
mais utilizados para o refinamento do petróleo
são:
Destilação fracionada;
 Destilação a vácuo;
Craqueamento térmico ou catalítico;
Reforma catalítica.
O processo de refino
A primeira etapa do refino, consiste na destilação fracionada que é feita na Unidade de
Destilação Atmosférica, por onde passa todo o óleo cru a ser refinado. O óleo pré-aquecido
penetra na coluna ou torre de fracionamento que possui uma série de pratos. O petróleo
aquecido sobe pela coluna e à medida que vai passando pelos pratos sofre condensação,
separando-se em diversas frações
Detalhe do refino
PROCESSOS DE REFINO
Os processos normalmente empregados nas refinarias modernas para o
processamento do petróleo (óleo cru) são: destilação, cracking ou craqueamento,
polimerização, alquilação, dessulfurização, dessalinização, desidratação e
hidrogenação.
Destilação Atmosférica e destilação a vácuo : A primeira etapa do
processo de refino é a destilação atmosférica. são extraídos, por ordem
crescente de densidade, gases combustíveis, GLP, gasolina, nafta, solventes e
querosenes, óleo diesel e um óleo pesado, chamado resíduo atmosférico, que
é extraído do fundo da torre.
Craqueamento: Os dois principais tipos são o craqueamento térmico e o
catalítico.
Polimerização: O objetivo do processo é produzir gasolina com alto teor de
octano (hidrocarboneto com oito carbonos), que possui elevado valor comercial
Alquilação: A gasolina obtida por meio da alquilação geralmente apresenta um
alto teor de octanagem, sendo de grande importância na produção de gasolina
para aviação.
Dessulfurização: Processo utilizado para retirar compostos de enxofre do óleo
cru, tais como: gás sulfídrico, mercaptanas, sulfetos e dissulfetos.
Dessalinização e Desidratação: O objetivo destes processos é remover sal e
água do óleo cru. Por meio dele o óleo é aquecido e recebe um catalisador. A
massa resultante é decantada ou filtrada para retirar a água e o sal contidos no
óleo.
Hidrogenização: Processo desenvolvido por técnicos alemães para a
transformação de carvão em gasolina. Por meio deste processo, as frações do
petróleo são submetidas a altas pressões de hidrogênio e temperaturas elevadas,
em presença de catalisadores.
CRAQUEAMENTO OU PIRÓLISE
(CRACKING)
Este processo é a terceira etapa do refino que consiste na quebra
das moléculas de hidrocarbonetos longos e pesados, convertendo-as em
gasolina e outros destilados com maior valor comercial. Os dois principais
tipos são o craqueamento térmico e o catalítico.
O térmico utiliza calor e altas pressões para efetuar a conversão de
moléculas grandes em outras menores e o catalítico utiliza um catalisador
que é uma substância que facilita essa conversão, porém em condições de
pressão mais reduzidas. Os catalisadores mais usados são: platina,
alumina, bentanina ou sílica.
Em ambos os tipos de craqueamento a utilização de temperaturas
relativamente altas é essencial
GASOLINAGASOLINA
Representa apenas entre 7% e 15% do petróleo bruto
CRACKING*
C12H26 → C8H18 + 2 C2H4
(*) Quebra, por aquecimento (450o
C – 700o
C) de Hidrocarbonetos maiores
(querosene / óleos lubrificantes) em cadeias menores (gasolina).
Coluna de destilação fracionada
na indústria petroquímica - Refinaria
Destilação Fracionada
Destilação Fracionada
Esquema completo
As frações e seus pontos de
ebulição
Destilação Fracionada
Os produtos que podem ser obtidos a partir de um barril de
óleo cru
Petróleo: Atividades industriais
PRÉ-SAL
Entenda o que é a camada pré-sal
A chamada camada pré-sal é uma faixa que se estende ao longo de
800 quilômetros entre os Estados do Espírito Santo e Santa
Catarina, abaixo do leito do mar, e engloba três bacias
sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo
encontrado nesta área está a profundidades que superam os 7 mil
metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo
geólogos, conservam a qualidade do petróleo .
Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-
sal, entre eles o de Tupi, o principal. Há também os nomeados
Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara, entre outros.
Um comunicado, em novembro do ano passado, de que Tupi tem reservas
gigantes, fez com que os olhos do mundo se voltassem para o Brasil e
ampliassem o debate acerca da camada pré-sal. À época do anúncio, a ministra
Dilma Rousseff (Casa Civil) chegou a dizer que o Brasil tem condições de se
tornar exportador de petróleo com esse óleo.
Tupi tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de
barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas do mundo
dos últimos sete anos.
Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da
Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões (barris de óleo equivalente) em
2007, segundo o critério adotado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). Ou
seja, se a nova estimativa estiver correta, Tupi tem potencial para até dobrar o
volume de óleo e gás que poderá ser extraído do subsolo brasileiro.
Estimativas apontam que a camada, no total, pode abrigar algo próximo de 100
bilhões de boe (barris de óleo equivalente) em reservas, o que colocaria o Brasil
entre os dez maiores produtores do mundo.
CURIOSIDADE:
Um dos produtos obtidos na destilação fracionada do
petróleo bruto, a gasolina, é produzida dependendo da época
do ano.
Se for Inverno, como a temperatura é mais baixa, a gasolina
é misturada com produtos com baixo ponto de ebulição, ou
seja, mais voláteis, para que, ao ocorrer combustão desta no
motor do carro, os gases se formem mais facilmente sem
temperatura elevada. Daí haver a designação de gasolina de
Verão e de Inverno.
VOCÊ SABIA ?
• A cada um minuto são extraídas em torno de 6
mil toneladas de petróleo cru do planeta.
• Ainda existem cerca de 136 bilhões de
toneladas que, se o ritmo de extração continuar
o mesmo, levarão um pouco mais de 43 anos43 anos
para se esgotarempara se esgotarem.
1.Analise as afirmativas sobre as características do
petróleo e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as
falsas.
a)O petróleo é uma fonte energética renovável, e sua utilização não é
nociva ao meio ambiente.
b) A formação do petróleo ocorre em milhões de anos, sendo um
processo de alteração da matéria orgânica vegetal ou animal.
c) Principal fonte de energia da Primeira Revolução Industrial (século
XVIII), o petróleo teve seu uso reduzido nos séculos posteriores.
d) Entre as várias utilidades do petróleo estão a produção de combustíveis
(gasolina e diesel), além de produtos como o plástico.
e) As maiores reservas petrolíferas conhecidas estão localizadas nos países
do Oriente Médio.
Questionário
2.Na destilação do petróleo, ao ser aumentada gradativamente
a temperatura, são obtidos, sucessivamente:
 
a) óleo diesel, gasolina, águas amoniacais;
b) gasolina, querosene, óleo diesel;
c) óleos lubrificantes, gasolina, querosene;
d) alcatrão, querosene, águas amoniacais;
e) óleo diesel, gasolina, querosene.
3.(UFSM - RS) Durante a destilação fracionada do petróleo,
obtêm-se, sucessivamente, produtos gasosos, nafta, gasolina e
óleos lubrificantes. A ordem de volatilidade da cada fração
está relacionada com o(a):
 
a) origem do petróleo - animal ou vegetal;
b) formação de pontes de hidrogênio intermoleculares;
c) tamanho da cadeia carbônica;
d) ocorrência de compostos fortemente polares;
e) tipo de petróleo empregado - parafínico ou asfáltico.
4(FUVEST - SP) A figura mostra esquematicamente o
equipamento utilizado nas refinarias para efetuar a destilação
fracionada do petróleo.
Os produtos recolhidos em I, II, III e IV, são respectivamente: 
a) gás de cozinha, gasolina, óleo diesel e asfalto;
b) álcool, asfalto, óleo diesel e gasolina;
c) asfalto, gasolina, óleo diesel e acetona;
d) gasolina, óleo diesel, gás de cozinha e asfalto;
e) querosene, gasolina, óleo diesel e gás de cozinha.
5.(U. E. - PONTA GROSSA - PR) Em relação ao petróleo, assinale alternativa
incorreta:
 
a) A composição do petróleo não é constante, diferindo de acordo com a
região de onde é extraído.
b) O processo de cracking possibilita extrair do petróleo maior quantidade de
gasolina.
c) A fração de hidrocarbonetos que contém de 3 a 17 carbonos apresenta-se
líquida.
d) O gás natural, que precede a saída do petróleo, é constituído principalmente
por metano.
e) O petróleo é produto da decomposição da matéria orgânica e ocorre em
bolsões aprisionados por rochas impermeáveis.
Respostas
01F,V,F,V,V
02. B
03. C
04. A
05. C
Produção de derivados do petróleo (destilação fracionada)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Química: 1º Bimestre - 1º ano
Química: 1º Bimestre - 1º anoQuímica: 1º Bimestre - 1º ano
Química: 1º Bimestre - 1º anoEstude Mais
 
Propriedades QuíMicas
Propriedades QuíMicasPropriedades QuíMicas
Propriedades QuíMicasguest787ebb4
 
590 apostila final revisão teórica ita - itens v ou f - versão 01
590 apostila final    revisão teórica ita - itens v ou f - versão 01590 apostila final    revisão teórica ita - itens v ou f - versão 01
590 apostila final revisão teórica ita - itens v ou f - versão 01Eduardo Lopes
 
Introdução ao estudo da química profº arcille
Introdução ao estudo da química   profº arcilleIntrodução ao estudo da química   profº arcille
Introdução ao estudo da química profº arcillecamaceio
 
Físico-química aula 1
Físico-química aula 1Físico-química aula 1
Físico-química aula 1Biomedicina_
 
Apostila de quimica_9ano
Apostila de quimica_9anoApostila de quimica_9ano
Apostila de quimica_9anojoogolombori
 
Resumo para o 3º teste de química
Resumo para o 3º teste de químicaResumo para o 3º teste de química
Resumo para o 3º teste de químicaRita Pereira
 
Resumoglobalquimica
ResumoglobalquimicaResumoglobalquimica
ResumoglobalquimicaRita Pereira
 
power point de química professor Vinicius
power point de química professor Vinicius power point de química professor Vinicius
power point de química professor Vinicius Fortunato Fortunato
 

Mais procurados (16)

INTRODUÇÃO A QUÍMICA
INTRODUÇÃO A QUÍMICAINTRODUÇÃO A QUÍMICA
INTRODUÇÃO A QUÍMICA
 
Apostila Química
Apostila QuímicaApostila Química
Apostila Química
 
Quimica 9 ano_prof_roberto
Quimica 9 ano_prof_robertoQuimica 9 ano_prof_roberto
Quimica 9 ano_prof_roberto
 
Apostila de-quimica 9º ano
Apostila de-quimica 9º anoApostila de-quimica 9º ano
Apostila de-quimica 9º ano
 
Química: 1º Bimestre - 1º ano
Química: 1º Bimestre - 1º anoQuímica: 1º Bimestre - 1º ano
Química: 1º Bimestre - 1º ano
 
Propriedades QuíMicas
Propriedades QuíMicasPropriedades QuíMicas
Propriedades QuíMicas
 
590 apostila final revisão teórica ita - itens v ou f - versão 01
590 apostila final    revisão teórica ita - itens v ou f - versão 01590 apostila final    revisão teórica ita - itens v ou f - versão 01
590 apostila final revisão teórica ita - itens v ou f - versão 01
 
Introdução ao estudo da química profº arcille
Introdução ao estudo da química   profº arcilleIntrodução ao estudo da química   profº arcille
Introdução ao estudo da química profº arcille
 
Apostila quimica senai
Apostila quimica senaiApostila quimica senai
Apostila quimica senai
 
Físico-química aula 1
Físico-química aula 1Físico-química aula 1
Físico-química aula 1
 
Apostila de quimica_9ano
Apostila de quimica_9anoApostila de quimica_9ano
Apostila de quimica_9ano
 
Resumo para o 3º teste de química
Resumo para o 3º teste de químicaResumo para o 3º teste de química
Resumo para o 3º teste de química
 
Resumoglobalquimica
ResumoglobalquimicaResumoglobalquimica
Resumoglobalquimica
 
power point de química professor Vinicius
power point de química professor Vinicius power point de química professor Vinicius
power point de química professor Vinicius
 
Aula
Aula  Aula
Aula
 
Introducao quimica
Introducao quimicaIntroducao quimica
Introducao quimica
 

Semelhante a Produção de derivados do petróleo (destilação fracionada)

www.centroapoio.com - Química - Número Atômico - Vídeo Aula
www.centroapoio.com - Química - Número Atômico - Vídeo Aulawww.centroapoio.com - Química - Número Atômico - Vídeo Aula
www.centroapoio.com - Química - Número Atômico - Vídeo AulaVídeo Aulas Apoio
 
Atomistica conteúdo e exercicios
Atomistica   conteúdo e exerciciosAtomistica   conteúdo e exercicios
Atomistica conteúdo e exerciciosArnowdhy Hudson
 
A Evolução do Átomo
A Evolução do ÁtomoA Evolução do Átomo
A Evolução do ÁtomoV
 
Apresenta+º+úo modelos atomicos
Apresenta+º+úo modelos atomicosApresenta+º+úo modelos atomicos
Apresenta+º+úo modelos atomicosglayconpataquini
 
O Átomo e modelos atômicos.pdf
O Átomo e modelos atômicos.pdfO Átomo e modelos atômicos.pdf
O Átomo e modelos atômicos.pdfrickriordan
 
atomos ciencias.PDF
atomos ciencias.PDFatomos ciencias.PDF
atomos ciencias.PDFNivea Neves
 
atomos ciencias.PDF
atomos ciencias.PDFatomos ciencias.PDF
atomos ciencias.PDFNivea Neves
 
Aula 02 - Evolução dos Modelos Atômicos.pdf
Aula 02 - Evolução dos Modelos Atômicos.pdfAula 02 - Evolução dos Modelos Atômicos.pdf
Aula 02 - Evolução dos Modelos Atômicos.pdfKILVIARAQUELFERREIRA
 
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.pptFLAVIO LOBATO
 
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.pptPATRCIAFERNANDAMASSE
 
1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.pptNalbertoMartins1
 
Modelos atomicos
Modelos atomicosModelos atomicos
Modelos atomicosrdsantos
 
Modelosatmicos 2016-160819122727
Modelosatmicos 2016-160819122727Modelosatmicos 2016-160819122727
Modelosatmicos 2016-160819122727Ivo Fonseca
 

Semelhante a Produção de derivados do petróleo (destilação fracionada) (20)

www.centroapoio.com - Química - Número Atômico - Vídeo Aula
www.centroapoio.com - Química - Número Atômico - Vídeo Aulawww.centroapoio.com - Química - Número Atômico - Vídeo Aula
www.centroapoio.com - Química - Número Atômico - Vídeo Aula
 
Atomistica conteúdo e exercicios
Atomistica   conteúdo e exerciciosAtomistica   conteúdo e exercicios
Atomistica conteúdo e exercicios
 
A Evolução do Átomo
A Evolução do ÁtomoA Evolução do Átomo
A Evolução do Átomo
 
Apresenta+º+úo modelos atomicos
Apresenta+º+úo modelos atomicosApresenta+º+úo modelos atomicos
Apresenta+º+úo modelos atomicos
 
O Átomo e modelos atômicos.pdf
O Átomo e modelos atômicos.pdfO Átomo e modelos atômicos.pdf
O Átomo e modelos atômicos.pdf
 
ÁTOMOS
ÁTOMOS ÁTOMOS
ÁTOMOS
 
Aula2 a estrutura do átomo
Aula2 a estrutura do átomoAula2 a estrutura do átomo
Aula2 a estrutura do átomo
 
atomos ciencias.PDF
atomos ciencias.PDFatomos ciencias.PDF
atomos ciencias.PDF
 
atomos ciencias.PDF
atomos ciencias.PDFatomos ciencias.PDF
atomos ciencias.PDF
 
Química: História e Conceitos.
Química: História e Conceitos.Química: História e Conceitos.
Química: História e Conceitos.
 
Aula 02 - Evolução dos Modelos Atômicos.pdf
Aula 02 - Evolução dos Modelos Atômicos.pdfAula 02 - Evolução dos Modelos Atômicos.pdf
Aula 02 - Evolução dos Modelos Atômicos.pdf
 
Tabela periódica
Tabela periódicaTabela periódica
Tabela periódica
 
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
 
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
2015-aula-1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
 
1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
1-introducao-a-medicina-nuclear-e-imagem-molecular.ppt
 
aula 6 - modelos atomicos.pptx
aula 6 - modelos atomicos.pptxaula 6 - modelos atomicos.pptx
aula 6 - modelos atomicos.pptx
 
Modelos atomicos
Modelos atomicosModelos atomicos
Modelos atomicos
 
Modelosatmicos 2016-160819122727
Modelosatmicos 2016-160819122727Modelosatmicos 2016-160819122727
Modelosatmicos 2016-160819122727
 
Modelos atômicos 2016
Modelos atômicos 2016Modelos atômicos 2016
Modelos atômicos 2016
 
294627
294627294627
294627
 

Mais de Clécio Bubela

Mais de Clécio Bubela (20)

Conteúdo programático -_cephas
Conteúdo programático -_cephasConteúdo programático -_cephas
Conteúdo programático -_cephas
 
Aulão 2° ano - Ensino Médio
Aulão 2° ano - Ensino MédioAulão 2° ano - Ensino Médio
Aulão 2° ano - Ensino Médio
 
Plano de estudos Fatorial
Plano de estudos FatorialPlano de estudos Fatorial
Plano de estudos Fatorial
 
Etecg2012
Etecg2012Etecg2012
Etecg2012
 
Etecp2012
Etecp2012Etecp2012
Etecp2012
 
Etecg2011
Etecg2011Etecg2011
Etecg2011
 
Etecp2011
Etecp2011Etecp2011
Etecp2011
 
Etecp2011
Etecp2011Etecp2011
Etecp2011
 
Etecp2011
Etecp2011Etecp2011
Etecp2011
 
Noções de Cartografia e fuso horário
Noções de Cartografia e fuso horárioNoções de Cartografia e fuso horário
Noções de Cartografia e fuso horário
 
Organização do Organismo
Organização do OrganismoOrganização do Organismo
Organização do Organismo
 
Autoritarismo e democracia no brasil
Autoritarismo e democracia no brasilAutoritarismo e democracia no brasil
Autoritarismo e democracia no brasil
 
Mgme cie m2_qd
Mgme cie m2_qdMgme cie m2_qd
Mgme cie m2_qd
 
Aulão de física
Aulão de físicaAulão de física
Aulão de física
 
Aulão de química
Aulão de químicaAulão de química
Aulão de química
 
Situação de aprendizagem - O método Científico
Situação de aprendizagem - O método CientíficoSituação de aprendizagem - O método Científico
Situação de aprendizagem - O método Científico
 
Etapa superação
Etapa superaçãoEtapa superação
Etapa superação
 
Etapa determinação
Etapa determinaçãoEtapa determinação
Etapa determinação
 
Etapa dedicação
Etapa dedicaçãoEtapa dedicação
Etapa dedicação
 
Etapa Motivação
Etapa MotivaçãoEtapa Motivação
Etapa Motivação
 

Último

ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfManuais Formação
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdfLindinhaSilva1
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"Ilda Bicacro
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfManuais Formação
 
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptxSanta Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptxMartin M Flynn
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
transcrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguatranscrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguaKelly Mendes
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na ÁfricaPeriodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na Áfricajuekfuek
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfCsarBaltazar1
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdfaulasgege
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaHenrique Santos
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEblogdoelvis
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfCarolineNunes80
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitlerhabiwo1978
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...LuizHenriquedeAlmeid6
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosFernanda Ledesma
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...azulassessoria9
 

Último (20)

ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
 
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptxSanta Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
 
transcrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguatranscrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de língua
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na ÁfricaPeriodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
 

Produção de derivados do petróleo (destilação fracionada)

  • 1. Produção de derivados do petróleo (destilação fracionada)
  • 2.
  • 3. O QUE É MATÉRIA? Matéria é tudo o que tem massa e ocupa espaço. Qualquer coisa que tenha existência física ou real é matéria. Tudo o que existe no universo conhecido manifesta-se como matéria ou energia. A matéria pode ser líquida, sólida ou gasosa. São exemplos de matéria: papel, madeira, ar, água, pedra. 
  • 4. Analisando a matéria qualitativamente (qualidade) chamamos a matéria de substância. Substância – possui uma composição característica, determinada e um conjunto definido de propriedades.Pode ser simples (formada por só um elemento químico) ou composta (formada por vários elementos químicos). Exemplos de substância simples: ouro, mercúrio, ferro, zinco. Exemplos de substância composta: água, açúcar (sacarose), sal de cozinha (cloreto de sódio). Analisando a matéria quantitativamente chamamos a matéria de Corpo. Corpo - São quantidades limitadas de matéria. Como por exemplo: um bloco de gelo, uma barra de ouro. Os corpos trabalhados e com certo uso são chamados de objetos. Uma barra de ouro (corpo) pode ser transformada em anel, brinco (objeto).
  • 5. Toda a matéria é constituída de átomos... Sua constituição… Núcleo - região constituída basicamente por dois tipos de partículas. - prótons (apresentam massa e dotadas de carga elétrica positiva). - nêutrons (apresentam massa praticamente igual a do prótons e possuem carga elétrica nula). Eletrosfera - região constituída pelos elétrons. - elétrons são partículas que apresentam massa extremamente reduzida, dotadas de carga elétrica negativa e de valor absoluto igual a dos prótons.
  • 6. ELEMENTOS QUÍMICOS  Os átomos são diferentes uns dos outros devido as quantidades destas partículas nele existentes. O elementos químico Hidrogênio, por exemplo, possui apenas um próton e um elétron em sua órbita. Já os átomos do elemento metálico ferro possuem 26 prótons, 30 nêutrons (em média) formando o seu núcleo, e 26 elétrons divididos em 4 camadas na eletrosfera  Número Atômico (Z): é a quantidade de prótons que existe no núcleo do átomo, pois deles dependem os elétrons e o número de camadas que o átomo terá. Pode-se representar o Número Atômico (Z) por um número abaixo e a esquerda do símbolo do elemento.  Massa Atômica (A): é a massa total do átomo, ou seja, a soma dos prótons e dos nêutrons. Representamos a Massa Atômica (A) por um número acima e a esquerda do símbolo do elemento. No caso do ferro será A = 26 prótons + 30 nêutrons = 56.
  • 7. Comparação de Termos ElementoElemento Substância que pode ser quebrada semSubstância que pode ser quebrada sem perda de suas propriedadesperda de suas propriedades ÁtomoÁtomo A menor unidade que tem asA menor unidade que tem as propriedades características de umpropriedades características de um elementoelemento MoléculaMolécula Dois ou mais átomos unidos porDois ou mais átomos unidos por ligações químicasligações químicas
  • 8.
  • 9. Composição de um Átomo • Núcleo Próton = particula positivamente carregada (+) Neutron = particula descarregada (n ou +) Número de prótons + Número de neutrons = Massa Atômica Número de prótons = Número Atomico Elétrons = partículas negativamente carregadas Número de prótons = Número de elétrons Cada elétron circula o núcleo em uma órbita representando um nível de energia específico. CC1212 66
  • 10. ÁTOMO • Número atômico ( Z ): é o numero de prótons de um átomo. Z = P • Numero de massa (A ): é a soma de prótons e nêutrons de um átomo. A = p + n Através de Z e A pode-se determinar o numero de partículas fundamentais do átomo, levando em conta que: • Num átomo neutro, isolado o numero de elétrons é igual ao numero de prótons, logo é p = e = Z. • O numero de nêutron ( n ) é igual ao numero de massa ( A ) menos o numero de prótons ( p ), ou: n = A - p ou n = A - Z Resumindo… p = e e = p n =A – p ou n = A – Z Z = e A = p + n ou A = Z + n
  • 11. Modelos Atómicos Hidrogênio (H)Hidrogênio (H) Hélio (He)Hélio (He) NúcleoNúcleo CamadaCamada de Elétronsde Elétrons
  • 12. Diferentes Tipos de Átomos HélioHélio Max 2eMax 2e-- Max 2eMax 2e-- +7p+7p++ +4p+4p++ +2p+2p++ +4e+4e-- +4n+4n±± +2n+2n±± +2e+2e-- Max 8eMax 8e-- Max 8eMax 8e-- +7e+7e-- +8n+8n±± +5p+5p++ +5e+5e-- +4n+4n±± CálcioCálcio 22ee-- 22nn 22pp++ 6e6e-- 66nn 6p6p++ 8e8e-- 88nn 8p8p++ 15e15e-- 1616nn 15p15p++ 20e20e-- 2020nn 20p20p++ Camada eletrônicaCamada eletrônica mais internamais interna FósforoFósforoOxigênioOxigênio
  • 14. Distribuição dos elementos na tabela periódica
  • 16.
  • 17. Formas de representar moléculas - Metano
  • 18. Ligações Químicas Forças que seguram os átomos LigaçãoLigação CaracterísticasCaracterísticas IônicaIônica Um átomo perde um elétron,Um átomo perde um elétron, outro ganha um elétronoutro ganha um elétron CovalenteCovalente Átomos compartilham elétronsÁtomos compartilham elétrons CovalenteCovalente PolarPolar Átoms compartilham elétronsÁtoms compartilham elétrons desigualmentedesigualmente Pontes dePontes de HidrogênioHidrogênio Hidrogênio covalentementeHidrogênio covalentemente ligado é atraído por outroligado é atraído por outro átomoátomo
  • 19. ±± ++ –– ±±++±±++±±++ ±± ++ ±±++ ±± ++ ±±++ –– –– –– –– –– –– ±± ++ –– –– –– ±± ++ –– ±±++±±++±±++ ±± ++ ±±++ ±± ++ ±±++ –– –– –– –– –– –– ±± ++ –– –– –––– –– –– –– –– –– –– Ligação Iônica no NaCl ±± ++ –– ±±++±±++±±++ ±± ++ ±±++ ±± ++ ±±++ –– –– –– –– –– –– ±± ++ –– –– –– –– sódiosódio #e=2+8+1=#p#e=2+8+1=#p ±± ++ –– ±±++±±++±±++ ±± ++ ±±++ ±± ++ ±±++ –– –– –– –– –– –– ±± ++ –– –– –––– –– –– –– –– –– –– clorocloro #e=2+8+7=#p#e=2+8+7=#p –– –– Íon sódioÍon sódio #e = #p -1#e = #p -1 íon cloretoíon cloreto #e = #p+1#e = #p+1 –– Carga negativaCarga negativa Carga positivaCarga positiva
  • 20. Ligação Iônica no NaCl ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ • Opostos se atraem. • Sódios se acomodam entre cloros. • formam-se cristais cúbicos perfeitos. ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- ClCl-- NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++ NaNa++
  • 21. O que é uma mistura??
  • 22. MISTURA é a reunião de duas ou mais substâncias, sem que haja reação química entre elas, mantendo cada qual suas propriedades. Homogênea – quando não é possível distinguir as substâncias misturadas. Heterogênea – quando é possível distinguir as substâncias. Essas misturas apresentam fases distintas. Há misturas bifásicas, trifásicas, tetrafásicas, etc... O que é uma mistura???
  • 23.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 42. FORMAÇÃO DO PETRÓLEO  Etimologia: Petra – “pedra”; Oleum – “óleo”.  Estado Físico: Líquido viscoso e coloração escura (maioria dos casos).  Ocorrência: Encontrado em poros de rochas, em terra firme ou sob o mar.  Constituição: É constituído fundamentalmente por Hidrocarbonetos.
  • 43. Formação do Petróleo O petróleo se formou há milhões de anos, quando a matéria orgânica derivada de organismos marinhos e terrestres e depositada em ambientes sedimentares se maturou pela ação de micróbios, calor e pressão. Assim, os tipos de compostos presentes refletem a fonte de matéria-prima. Como resultado, a natureza do petróleo varia com a sua localização geográfica, fonte da matéria-prima, e história geológica. O petróleo é considerado uma fonte de energia não renovável, de origem fóssilorigem fóssil e é matéria prima da indústria petrolífera e petroquímica
  • 44. PETRÓLEO BRUTO CONTÉM EM MÉDIAPETRÓLEO BRUTO CONTÉM EM MÉDIA: Carbono - 84% Hidrogênio - 14% Enxofre - de 1 a 3% (sulfeto de hidrogênio, sulfetos, dissulfetos, enxofre elementar) Nitrogênio - menos de 1% (compostos básicos com grupos amina) Oxigênio - menos de 1% (encontrado em compostos orgânicos como o dióxido de carbono, fenóis, cetonas e ácidos carboxílicos) Metais - menos de 1% (níquel, ferro, vanádio, cobre, arsênio) Sais - menos de 1% (cloreto de sódio, cloreto de magnésio, cloreto de cálcio)
  • 45. EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO O ponto de partida na busca do petróleo é a exploração que realiza os estudos preliminares para a localização de uma jazida. Para identificar o petróleo nos poros das rochas e decidir a melhor forma de extraí-lo das grandes profundidades na terra e no mar, o homem utiliza os conhecimentos de duas ciências: a Geologia e a Geofísica. Um dos métodos mais utilizados pela Geofísica é o da sísmica, que compreende verdadeiros terremotos artificiais, provocados, quase sempre, por meio de explosivos, produzindo ondas que se chocam contra a crosta terrestre e voltam a superfície, sendo captadas por instrumentos que registram determinadas informações sobre o subsolo.
  • 46.
  • 47. PERFURAÇÃO: SONDAS E PLATAFORMAS A perfuração é a segunda etapa na busca de petróleo. Ela ocorre em locais previamente determinados pelas pesquisas geológicas e geofísicas. Para realizá-la, perfura-se um poço - o pioneiro - mediante o uso de uma sonda. Comprovada a existência do petróleo, outros poços serão perfurados para se avaliar a extensão da jazida. Essa informação é que vai determinar se é comercialmente viável ou não, produzir o petróleo descoberto.
  • 48. Do PoçoPoço à Solo Cascalho Rocha impermeável Rocha + gás natural PETRÓLEO RefinariaRefinaria EXTRAÇÃO EM TERRAEXTRAÇÃO EM TERRA
  • 49.
  • 50. EXTRAÇÃO EM ÁGUAS PROFUNDASEXTRAÇÃO EM ÁGUAS PROFUNDAS Tecnologia no fundo do mar.Tecnologia no fundo do mar.
  • 51. O petróleo bruto, tal como sai do poço, não tem aplicação direta. Para utilizá-lo, é preciso fracioná-lo em seus diversos componentes, processo que é chamado de refinorefino ou destilação fracionadadestilação fracionada. Para isso, aproveitam-se os diferentes pontos de ebulição das substâncias que compõem o óleo, separando-as para que sejam convertidas em produtos finais REFINO DO PETRÓLEO
  • 52. Nas refinarias, os processos físicos e químicos mais utilizados para o refinamento do petróleo são: Destilação fracionada;  Destilação a vácuo; Craqueamento térmico ou catalítico; Reforma catalítica.
  • 53. O processo de refino A primeira etapa do refino, consiste na destilação fracionada que é feita na Unidade de Destilação Atmosférica, por onde passa todo o óleo cru a ser refinado. O óleo pré-aquecido penetra na coluna ou torre de fracionamento que possui uma série de pratos. O petróleo aquecido sobe pela coluna e à medida que vai passando pelos pratos sofre condensação, separando-se em diversas frações
  • 55. PROCESSOS DE REFINO Os processos normalmente empregados nas refinarias modernas para o processamento do petróleo (óleo cru) são: destilação, cracking ou craqueamento, polimerização, alquilação, dessulfurização, dessalinização, desidratação e hidrogenação. Destilação Atmosférica e destilação a vácuo : A primeira etapa do processo de refino é a destilação atmosférica. são extraídos, por ordem crescente de densidade, gases combustíveis, GLP, gasolina, nafta, solventes e querosenes, óleo diesel e um óleo pesado, chamado resíduo atmosférico, que é extraído do fundo da torre. Craqueamento: Os dois principais tipos são o craqueamento térmico e o catalítico.
  • 56. Polimerização: O objetivo do processo é produzir gasolina com alto teor de octano (hidrocarboneto com oito carbonos), que possui elevado valor comercial Alquilação: A gasolina obtida por meio da alquilação geralmente apresenta um alto teor de octanagem, sendo de grande importância na produção de gasolina para aviação. Dessulfurização: Processo utilizado para retirar compostos de enxofre do óleo cru, tais como: gás sulfídrico, mercaptanas, sulfetos e dissulfetos. Dessalinização e Desidratação: O objetivo destes processos é remover sal e água do óleo cru. Por meio dele o óleo é aquecido e recebe um catalisador. A massa resultante é decantada ou filtrada para retirar a água e o sal contidos no óleo. Hidrogenização: Processo desenvolvido por técnicos alemães para a transformação de carvão em gasolina. Por meio deste processo, as frações do petróleo são submetidas a altas pressões de hidrogênio e temperaturas elevadas, em presença de catalisadores.
  • 57. CRAQUEAMENTO OU PIRÓLISE (CRACKING) Este processo é a terceira etapa do refino que consiste na quebra das moléculas de hidrocarbonetos longos e pesados, convertendo-as em gasolina e outros destilados com maior valor comercial. Os dois principais tipos são o craqueamento térmico e o catalítico. O térmico utiliza calor e altas pressões para efetuar a conversão de moléculas grandes em outras menores e o catalítico utiliza um catalisador que é uma substância que facilita essa conversão, porém em condições de pressão mais reduzidas. Os catalisadores mais usados são: platina, alumina, bentanina ou sílica. Em ambos os tipos de craqueamento a utilização de temperaturas relativamente altas é essencial
  • 58. GASOLINAGASOLINA Representa apenas entre 7% e 15% do petróleo bruto CRACKING* C12H26 → C8H18 + 2 C2H4 (*) Quebra, por aquecimento (450o C – 700o C) de Hidrocarbonetos maiores (querosene / óleos lubrificantes) em cadeias menores (gasolina).
  • 59. Coluna de destilação fracionada na indústria petroquímica - Refinaria Destilação Fracionada
  • 62.
  • 63.
  • 64.
  • 65. As frações e seus pontos de ebulição
  • 67.
  • 68. Os produtos que podem ser obtidos a partir de um barril de óleo cru
  • 71. Entenda o que é a camada pré-sal A chamada camada pré-sal é uma faixa que se estende ao longo de 800 quilômetros entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, abaixo do leito do mar, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado nesta área está a profundidades que superam os 7 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo . Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré- sal, entre eles o de Tupi, o principal. Há também os nomeados Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara, entre outros.
  • 72. Um comunicado, em novembro do ano passado, de que Tupi tem reservas gigantes, fez com que os olhos do mundo se voltassem para o Brasil e ampliassem o debate acerca da camada pré-sal. À época do anúncio, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) chegou a dizer que o Brasil tem condições de se tornar exportador de petróleo com esse óleo. Tupi tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas do mundo dos últimos sete anos. Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões (barris de óleo equivalente) em 2007, segundo o critério adotado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). Ou seja, se a nova estimativa estiver correta, Tupi tem potencial para até dobrar o volume de óleo e gás que poderá ser extraído do subsolo brasileiro. Estimativas apontam que a camada, no total, pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de boe (barris de óleo equivalente) em reservas, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
  • 77.
  • 78.
  • 79. CURIOSIDADE: Um dos produtos obtidos na destilação fracionada do petróleo bruto, a gasolina, é produzida dependendo da época do ano. Se for Inverno, como a temperatura é mais baixa, a gasolina é misturada com produtos com baixo ponto de ebulição, ou seja, mais voláteis, para que, ao ocorrer combustão desta no motor do carro, os gases se formem mais facilmente sem temperatura elevada. Daí haver a designação de gasolina de Verão e de Inverno.
  • 80. VOCÊ SABIA ? • A cada um minuto são extraídas em torno de 6 mil toneladas de petróleo cru do planeta. • Ainda existem cerca de 136 bilhões de toneladas que, se o ritmo de extração continuar o mesmo, levarão um pouco mais de 43 anos43 anos para se esgotarempara se esgotarem.
  • 81. 1.Analise as afirmativas sobre as características do petróleo e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas. a)O petróleo é uma fonte energética renovável, e sua utilização não é nociva ao meio ambiente. b) A formação do petróleo ocorre em milhões de anos, sendo um processo de alteração da matéria orgânica vegetal ou animal. c) Principal fonte de energia da Primeira Revolução Industrial (século XVIII), o petróleo teve seu uso reduzido nos séculos posteriores. d) Entre as várias utilidades do petróleo estão a produção de combustíveis (gasolina e diesel), além de produtos como o plástico. e) As maiores reservas petrolíferas conhecidas estão localizadas nos países do Oriente Médio. Questionário
  • 82. 2.Na destilação do petróleo, ao ser aumentada gradativamente a temperatura, são obtidos, sucessivamente:   a) óleo diesel, gasolina, águas amoniacais; b) gasolina, querosene, óleo diesel; c) óleos lubrificantes, gasolina, querosene; d) alcatrão, querosene, águas amoniacais; e) óleo diesel, gasolina, querosene. 3.(UFSM - RS) Durante a destilação fracionada do petróleo, obtêm-se, sucessivamente, produtos gasosos, nafta, gasolina e óleos lubrificantes. A ordem de volatilidade da cada fração está relacionada com o(a):   a) origem do petróleo - animal ou vegetal; b) formação de pontes de hidrogênio intermoleculares; c) tamanho da cadeia carbônica; d) ocorrência de compostos fortemente polares; e) tipo de petróleo empregado - parafínico ou asfáltico.
  • 83. 4(FUVEST - SP) A figura mostra esquematicamente o equipamento utilizado nas refinarias para efetuar a destilação fracionada do petróleo. Os produtos recolhidos em I, II, III e IV, são respectivamente:  a) gás de cozinha, gasolina, óleo diesel e asfalto; b) álcool, asfalto, óleo diesel e gasolina; c) asfalto, gasolina, óleo diesel e acetona; d) gasolina, óleo diesel, gás de cozinha e asfalto; e) querosene, gasolina, óleo diesel e gás de cozinha.
  • 84. 5.(U. E. - PONTA GROSSA - PR) Em relação ao petróleo, assinale alternativa incorreta:   a) A composição do petróleo não é constante, diferindo de acordo com a região de onde é extraído. b) O processo de cracking possibilita extrair do petróleo maior quantidade de gasolina. c) A fração de hidrocarbonetos que contém de 3 a 17 carbonos apresenta-se líquida. d) O gás natural, que precede a saída do petróleo, é constituído principalmente por metano. e) O petróleo é produto da decomposição da matéria orgânica e ocorre em bolsões aprisionados por rochas impermeáveis.