Comunicação Integrada

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Comunicação Integrada

  1. 1. COMUNICAÇÃO INTEGRADA
  2. 2. <ul><li>Toda organização possui comunicação organizacional. </li></ul><ul><li>No entanto, ela pode ser boa ou ruim. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Para ser boa, ela deve levar em conta um composto de comunicação chamado: </li></ul><ul><li>COMUNICAÇÃO INTEGRADA </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Segundo Kunsch (1986): interdisciplinar </li></ul><ul><li>Atuação conjunta dos profissionais da área </li></ul><ul><li>Interação das atividades de áreas afins da comunicação </li></ul>
  5. 5. <ul><li>&quot;A comunicação integrada pressupõe uma junção da comunicação institucional, da comunicação mercadológica e da comunicação interna, que formam o composto da comunicação organizacional” (Kunsch, 1986). </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Este conjunto de comunicação dever ser harmonioso, apesar das diferenças e das especificidades de cada setor. </li></ul><ul><li>A soma de todas as atividades redundará na eficácia da comunicação nas organizações. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Coerência da linguagem adotada </li></ul><ul><li>Racionalização das atividades </li></ul><ul><li>Realização das tarefas de comunicação em equipes multifuncionais desde sua concepção </li></ul>
  8. 8. <ul><li>A comunicação integrada é arma estratégica para a sobrevivência e o desempenho de uma organização em uma realidade complexa e que se altera de forma muito rápida. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>“ Não é possível mais pensar em realizar uma brilhante assessoria de imprensa, criar campanhas retumbantes ou produzir peças publicitárias impactantes de forma isolada, sem o envolvimento de todas as subáreas da comunicação organizacional” (Kunsch, 1997). </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Os conceitos de comunicação integrada centram-se nas seguintes premissas: </li></ul><ul><li>conteúdo das mensagens, através de diferentes instrumentos de comunicação, transmitem uma idéia única; </li></ul><ul><li>integração das atividades entre os profissionais das diferentes habilitações de comunicação social a saber: publicitários, relações-públicas, jornalistas e administradores de marketing; </li></ul><ul><li>planejamento das ações comunicativas. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Desafios: novas tecnologias da informação </li></ul><ul><li>Internet e suas aplicações (e-mails, páginas, bate-papo, listas de discussão, etc). </li></ul><ul><li>Celulares, PDAs, smarth phones, games, etc. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Frente às novas tecnologias de informação, a unicidade da mensagem deve ser repensada. O receptor busca em cada uma de suas fontes de informação elementos novos que possibilitem a composição de seu quadro de referência em um processo de aprendizagem denominado: bricolage , “um processo de exploração teórica anárquica [...] pelo qual os indivíduos e as culturas usam os objetos que os rodeiam para desenvolver e assimilar idéias” (Levi-Strauss apud Turkle, 1997, p.70). </li></ul>
  13. 13. <ul><li>O conhecimento é construído em “pedaços”, ao invés da compreensão linear da informação. Da mesma forma, nos processos de comunicação, os receptores constroem a mensagem que está disseminada em diversos veículos, para posteriormente compor o conteúdo. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>A repetição de um conteúdo único em diferentes canais não é apropriada. As pessoas buscam informações distintas em cada veículo de comunicação. </li></ul><ul><li>As expectativas do receptor são ampliadas com a multiplicidade dos meios de comunicação. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>A estratégia de comunicação passa a ser fragmentada, mas capaz de transmitir a mensagem através da multiplicidade. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>LEMBRE-SE </li></ul><ul><li>A idéia da comunicação integrada é a coordenação de mensagens para um impacto máximo. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA </li></ul><ul><li>Diante dos novos desafios e contínuas mudanças de cenário, as organizações precisam ser ágeis na tomada de decisão. </li></ul><ul><li>Devem coordenar seus esforços de marketing para obter o máximo impacto junto ao público-alvo e alcançar metas. </li></ul><ul><li>O planejamento estratégico é uma poderosa ferramenta para a construção e a consolidação da imagem de qualquer organização. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Subsídios para o planejamento estratégico </li></ul><ul><ul><li>Análise de Oportunidades e Ameaças, Forças e Fraquezas (matriz PFOA ou análise SWOT). </li></ul></ul><ul><ul><li>Análise de Cenários (fatores econômicos, sócio-culturais, políticos/legais, tecnológicos, concorrência, fatores internos). </li></ul></ul>
  19. 19. <ul><li>Subsídios para o planejamento estratégico </li></ul><ul><ul><li>AUDITORIA DE IMAGEM NA MÍDIA </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Transforma as informações obtidas por meio de pesquisa e/ou clipagem de cobertura da mídia em uma importante ferramenta de negócios, oferecendo dados e argumentos que tornam mais rápida a tomada de decisões em diversos processos executivos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Feita a partir da análise dos conteúdos publicados nas mídias impressas e eletrônicas em um determinado espaço de tempo (clipping). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>As auditorias de imagem ou opinião relacionam dados do mercado – gerais e específicos para o negócio do cliente – em um relatório. </li></ul></ul></ul>
  20. 20. <ul><li>Subsídios para o planejamento estratégico </li></ul><ul><ul><li>AUDITORIA DE IMAGEM NA MÍDIA </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pesquisa específica através da mídia. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Análise da clipagem. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>O clipping é um serviço oferecido pelas assessorias de comunicação. Pode ser própria ou terceirizada. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Visualização diária de informações publicadas em jornais, revistas, sites, rádio e televisão. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Clipping digital: ferramenta que organiza o acesso às informações na internet, em intranets e bancos de dados e ou imagens. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Acompanhamento do movimento do mercado: relatório com resumo dos principais fatos socioeconômicos e políticos ocorridos no período, relacionando-os aos resultados de cobertura da organização. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Gráficos comparativos e análises aprofundadas possibilitam o acompanhamento do processo de divulgação, oferecendo parâmetros concretos para mudanças estratégicas. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Análise de exposição na mídia de um ou mais concorrentes, ampliando a base de informações sobre o mercado. </li></ul></ul></ul></ul>
  21. 21. <ul><li>Subsídios para o planejamento estratégico </li></ul><ul><ul><li>AUDITORIA DE IMAGEM NOS PÚBLICOS </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ferramenta de diagnóstico do perfil da empresa e da posição que ela (ou a marca) ocupa diante dos mais diversificados públicos – fornecedores, clientes corporativos e consumidores. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>PESQUISA ESPECÍFICA </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Definição da amostragem (qualitativa ou quantitativa) e escolha do público. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Formulação e aplicação do questionário (múltipla escolha ou dissertativa): a seleção das perguntas a serem realizadas é definida de acordo com as necessidades do cliente e com o público a ser entrevistado. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>BENCHMARKING (pesquisa da concorrência). </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pesquisa e interpretação dos dados da concorrência, traçando um panorama do cenário. </li></ul></ul></ul>
  22. 22. <ul><li>Detectadas as potencialidades/vulnerabilidades da empresa e as necessidades dos públicos (interno e externo) a partir da Auditoria de Imagem, Pesquisa e Benchmarking elabora-se um plano de ações de comunicação (planejamento estratégico de comunicação). </li></ul>
  23. 23. <ul><li>PROFISSIONAIS DA ÁREA </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Trabalho do publicitário </li></ul><ul><ul><li>Agência de publicidade </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Divisão das tarefas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Atendimento : responsável pela comunicação cliente-agência e agência-cliente. É o profissional de atendimento que apresenta peças e campanhas, planejamentos etc. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Mídia : elabora o planejamento de mídia, de modo a atingir melhor cobertura e freqüência com o mínino de gastos ao público-alvo esperado. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Planejamento : responsável pela criação do plano de comunicação, estudando o mercado atual, a concorrência, o público consumidor, etc. Tudo isso para traçar com precisão as metas e objetivos do cliente a curto, médio ou longo prazo. </li></ul></ul></ul></ul>
  25. 25. <ul><li>Trabalho do publicitário </li></ul><ul><ul><li>Agência de publicidade </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Divisão das tarefas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Criação : este departamento se subdivide em duplas, formadas por diretor de arte, que é o responsável pela parte visual das peças publicitárias e redator, responsável pela criação dos textos (títulos, slogans e outros textos), coordenados por um diretor de criação. É deste departamento que saem as idéias para os anúncios. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Produção : neste departamento, que é dividido em produção gráfica e produção eletrônica, são feitos todos os contatos (orçamentos, visitas, consultas, etc) com os fornecedores gráficos e produtoras de vídeo. </li></ul></ul></ul></ul>
  26. 26. <ul><li>Trabalho do publicitário </li></ul><ul><ul><li>Atuação extra-agência: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>House. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Vinculado ao setor de marketing em empresas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Marqueteiro de campanha política. </li></ul></ul></ul>
  27. 27. <ul><li>Trabalho do jornalista </li></ul><ul><ul><li>A atividade primária do Jornalismo é a observação e descrição de fatos: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>&quot;O quê&quot; - o fato ocorrido </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>&quot;Quem&quot; - o personagem envolvido </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>&quot;Onde&quot; - o local do fato </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>&quot;Quando&quot; - o momento do fato </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>&quot;Por quê&quot; - a causa do fato </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>&quot;Como&quot; - o modo como o fato ocorreu </li></ul></ul></ul>
  28. 28. <ul><li>Trabalho do jornalista </li></ul><ul><ul><li>A essência do Jornalismo , entretanto, é a seleção e organização das informações no produto final (jornal, revista, programa de TV, site da internet, etc.), chamada de edição. </li></ul></ul><ul><ul><li>O trabalho jornalístico consiste em captação e tratamento escrito, oral, visual ou gráfico, da informação. O trabalho é normalmente dividido em quatro etapas distintas, cada qual com suas funções e particularidades: pauta , apuração , redação e edição . </li></ul></ul>
  29. 29. <ul><li>Trabalho do jornalista </li></ul><ul><ul><li>A pauta é a seleção dos assuntos que serão abordados. É a etapa de escolha sobre quais indícios ou sugestões devem ser considerados para a publicação final. </li></ul></ul><ul><ul><li>A apuração é o processo de averiguar informação em estado bruto (dados, nomes, números, etc.). A apuração é feita com documentos e pessoas que fornecem informações, chamadas de fontes . </li></ul></ul><ul><ul><li>A redação é o tratamento das informações apuradas em forma de texto. Pode resultar num texto para ser impresso (em jornais, revistas e sites) ou lido em voz alta (no rádio, na TV e no cinema). </li></ul></ul>
  30. 30. <ul><li>Trabalho do jornalista </li></ul><ul><ul><li>A edição é a finalização do material redigido em produto de comunicação, hierarquizando e coordenando o conteúdo de informações na forma final em que será apresentado. Muitas vezes, é a edição que confere sentido geral às informações coletadas nas etapas anteriores. No jornalismo impresso (jornais e revistas), a edição consiste em revisar e cortar textos de acordo com o espaço de impressão pré-definido. A diagramação é a disposição gráfica do conteúdo e faz parte da edição de impressos. No radiojornalismo , editar significa cortar e justapor trechos sonoros junto a textos de locução, o que no telejornalismo ganha o adicional da edição de imagens em movimento. Estas três mídias citadas têm limites de espaço e tempo pré-definidos para o conteúdo, o que impõe restrições à edição. No chamado jornalismo feito na internet estes limites teoricamente não existem. </li></ul></ul>
  31. 31. <ul><li>Trabalho do jornalista </li></ul><ul><ul><li>Colunista. </li></ul></ul><ul><ul><li>Articulista. </li></ul></ul><ul><ul><li>Comentarista. </li></ul></ul><ul><ul><li>Editorialista. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ombudsman. </li></ul></ul><ul><ul><li>Correspondente estrangeiro. </li></ul></ul><ul><ul><li>Assessor de imprensa. </li></ul></ul>
  32. 32. <ul><li>Trabalho do relações públicas </li></ul><ul><ul><li>Têm funções diversas nas organizações, sempre com vistas à manutenção do equilíbrio entre estas e os públicos com os quais interagem. O objetivo de seu trabalho é o equilíbrio entre a identidade e a imagem de uma organização, trabalhando a relação com a opinião pública. </li></ul></ul>
  33. 33. <ul><li>Trabalho do relações públicas </li></ul><ul><ul><li>É responsável pelo comunicação organizacional (planejamento,execução e avaliação). Para isso usará diversos instrumentos, entre eles os house organs (jornais, revistas, boletins, etc) e os eventos (seminários, encontros, reuniões, etc). </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolve e destaca o relacionamento institucional com os públicos estratégicos, identificando oportunidades e necessidades de comunicação da instituição com a sociedade, seja em situações harmônicas ou controversas. </li></ul></ul><ul><ul><li>O relações públicas planeja, executa e avalia as políticas de relacionamento da instituição, de maneira ética e estratégica, com todos os segmentos sociais, dando suporte para que ela se adapte num ambiente de constante transformação. </li></ul></ul>
  34. 34. <ul><li>Trabalho do relações públicas </li></ul><ul><ul><li>Construir, manter ou reformar a reputação positiva de uma organização, um produto, uma marca, uma pessoa física; </li></ul></ul><ul><ul><li>Pensar e gerenciar as relações da organização com seus públicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Gerenciar crises; </li></ul></ul><ul><ul><li>Planejar e organizar eventos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Promover pesquisas de opinião pública; </li></ul></ul><ul><ul><li>Planejar e produzir publicações institucionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolver atividades de relacionamento com a mídia (popularmente conhecidas como assessoria de imprensa); </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolver atividades de relacionamento com a comunidade a partir de políticas de responsabilidade social. </li></ul></ul>
  35. 35. <ul><li>Trabalho do administrador de marketing </li></ul><ul><ul><li>Gerir a comunicação de marketing de uma organização. </li></ul></ul><ul><ul><li>Analisar o comportamento humano nas relações de compra e consumo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Pesquisar e analisar dados estatísticos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecer o funcionamento dos processos de desenvolvimento de produtos e de produção. </li></ul></ul><ul><ul><li>Negociar com os mais variados públicos e ter conhecimento de técnicas de vendas e de comunicação mercadológica. </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolver e aplicar planos de marketing. </li></ul></ul><ul><ul><li>Gerenciar atividades inerentes aos departamentos de marketing e/ou vendas de organizações. </li></ul></ul>
  36. 36. <ul><li>Referências </li></ul><ul><li>KOTLER, Philip e KELLER, Kevin. Administração de Marketing - 12a Edição. São Paulo: Prentice Hall, 2006. </li></ul><ul><li>KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada . São Paulo: Summus, 1986. </li></ul><ul><li>_________. Relações Públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional . São Paulo: Summus, 1997. </li></ul><ul><li>TURKLE, Sherry. A vida no ecrã: A identidade na Era da Internet . Lisboa: Relógio d'água Editores, 1997. </li></ul><ul><li>http://www.bocc.ubi.pt </li></ul>

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