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“ Nenhuma agência nacional tem condições de desenvolver um sistema de avaliação que possa cobrir, de forma adequada e não ...
Sistema nacional de Evaluación y Acreditación Sistema Nacional de Evaluación y Acreditación en México <ul><li>CIEES </li><...
Organismos acreditadores (México) 2002-2008
Programas acreditados por agencias (México) - 2002-2008 156 277 476 713 1065 1633 1414
Bases da proposta <ul><li>A proposta se baseia na inconveniência de um sistema de garantia da qualidade único em um contex...
Criterio general da proposta <ul><li>O SINAES propõe como princípios do sistema de avaliação: a) o respeito à identidade e...
Filosofía da  Agência   <ul><li>A filosofia do sistema de avaliação, se orienta aos estudantes e  a funcionalidade da inst...
Caracteristicas da  Agência   <ul><li>Agência de  Avaliação, Acreditação e Assessoria Técnica  da Educação Superior de São...
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Fontes financeiras da agência <ul><li>Os ingressos por conceito da cobrança de seus serviços e gastos de operação dos proc...
Principios <ul><li>Assegurar a qualidade e promover processos de melhoramento da qualidade e da gestão das instituições de...
Principios <ul><li>Contribuir à formação e capacitação de avaliadores </li></ul><ul><li>Criar e administrar um Banco de Pa...
Eixos de qualidade da Agência Acreditação Empregabilidade Diverso Avaliação Externa Diversidade Liberdade institucional Nã...
Enfoque da qualidade educativa :   Regional  <ul><li>A Agência será uma instituição regional associada às pertinências, as...
Enfoque da qualidade educativa:  Não estatal. <ul><li>As Agências de acreditação são não estatais a nivel mundial. São ins...
Enfoque da qualidade educativa:  Diverso <ul><li>Os sistemas de avaliação são diversos em todos os países e precisam recon...
Critérios, fatores e indicadores da avaliação     Integridade   Autonomia Impactos e resultados dos processos Independênci...
Critérios da avaliação   <ul><li>Diversidade (amplitud) </li></ul><ul><li>Eficiencia (custos) </li></ul><ul><li>Credibilid...
Diversidade   <ul><li>As instituições de educação superior se diferenciam em função das próprias características dos merca...
Eficiência . <ul><li>O sistema de avaliação da Agência será eficiente em términos da relação entre custos e resultados, en...
Credibilidade <ul><li>O sistema de avaliação e acreditação será constantemente reavaliado e seus parâmetros, procedimentos...
Flexibilidade <ul><li>O sistema de avaliação não será um processo rígido com parâmetros definidos em sua totalidade, mas q...
Consistência <ul><li>O sistema de avaliação   tenderá a estabelecer correlações consistentes entre os objetivos da institu...
Continuidade <ul><li>O processo de avaliação, como sistema de criação de informação e de acreditação, estará estreitamente...
Independência <ul><li>A avaliação se concebe como um processo independente de instituições e centros de referência em térm...
Autonomia <ul><li>O sistema de avaliação e acreditação será autônomo, tanto às IES  como ao Governo, e se focalizará nos e...
Integralidade <ul><li>O sistema de avaliação e acreditação se concebem como um processo integral de autoavaliação, avaliaç...
Fases do processo de avaliação e acreditação <ul><li>Auto-avaliação das respectivas instituições para identificar pontos f...
Processo de avaliação 1 Autoavaliação Interna Avaliação  Externa Acreditação Pares diversos Tercerizadas Bancos de pares R...
Processo de avaliação 2 Auto Avaliação Avaliação Externa Banco de Pares Acreitação Selo de  Qualidade e acreditacao Assess...
1. Características da Auto Avaliação (AE) <ul><li>Diagnóstico institucional descritivo e analítico não só escrito, sendo v...
2. Características da Avaliação Externa (AE) <ul><li>Pares diversos e não somente acadêmicos </li></ul><ul><li>Terceirizaç...
3. Características da Acreditação  <ul><li>Acreditação diversa e gradual sobre mínimos de cumprimentos dos fatores estabel...
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Projeto de Criação de una Agencia independiente - Presentacao e analisis do proyeto de SEMESP

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Presentación realizada en el 11ª FNES (Foro Nacional de Ensino Superior). O ensino superior particular na economia nacional. 24-25 de setembro 2009 - SEMESP - Sao Pablo, Brasil

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Projeto de Criação de una Agencia independiente - Presentacao e analisis do proyeto de SEMESP

  1. 1. Projeto de criação da Agência de Avaliação, Acreditação e Assessoria da Educação Superior de São Paulo Claudio Rama (Dr.Dr.) Fabio Reis (Dr.) 11o FNESP - Fórum Nacional: Ensino Superior Particular Brasileiro Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo – SEMESP São Paulo, 24 a 25 de setembro, 2009
  2. 2. “ Nenhuma agência nacional tem condições de desenvolver um sistema de avaliação que possa cobrir, de forma adequada e não burocrática, todas as 2270 instituições e mais de 22 mil cursos superiores presencias que existem no Brasil, sem falar nas novas modalidades de cursos a distância, semipresenciais, etc.”. Simon Schwartzman
  3. 3. Sistema nacional de Evaluación y Acreditación Sistema Nacional de Evaluación y Acreditación en México <ul><li>CIEES </li></ul><ul><li>7 Comités disciplinares </li></ul><ul><li>2 Comités de función </li></ul>Consejo para la Acreditación de la Educación Superior. COPAES Organismos acreditadores de programas educativos (TSU/PA y Licenciatura) 26 Organismos Centro Nacional de Evaluación. CENEVAL Diseño y aplicación de exámenes estandarizados IES Instancias de autoevaluación Padrón Nacional de Posgrado SEP - CONACyT
  4. 4. Organismos acreditadores (México) 2002-2008
  5. 5. Programas acreditados por agencias (México) - 2002-2008 156 277 476 713 1065 1633 1414
  6. 6. Bases da proposta <ul><li>A proposta se baseia na inconveniência de um sistema de garantia da qualidade único em um contexto de um país diverso e multicultural como expresso na Constituição. </li></ul><ul><li>A proposta tende a superar um critério exclusivamente acadêmico nos processos de avaliação e reconhece as tendências da educação superior em escala mundial, que reforçam os eixos da garantia da qualidade sobre as bases de sistemas educativos com enfoques baseados nas competências profissionais, empregabilidade, diversidade, complexidade e pertinência. </li></ul><ul><li>A proposta de criação da Agência se baseia na inconveniência de um critério homogêneo sobre a qualidade e na necessidade de elaborar um sistema de garantia da qualidade alinhado com o mercado de trabalho e com as demandas sociais. </li></ul>
  7. 7. Criterio general da proposta <ul><li>O SINAES propõe como princípios do sistema de avaliação: a) o respeito à identidade e à diversidade de instituições e cursos; b) a responsabilidade social com a qualidade da educação superior; c) a globalidade institucional pela utilização de um amplo conjunto de indicadores; d) a continuidade do processo avaliativo como instrumento de política educacional. </li></ul><ul><li>Neste marco, o objetivo da criação da Agência é ir além das propostas do SINAES e retomar um das finalidades da LDB: inserir diplomados no mercado de trabalho, contribuir com o desenvolvimento da sociedade brasileira, garantir um processo de colaboração continua entre diferentes sistemas educacionais e organizações públicas e privadas para a melhoria da qualidade do ensino superior e o respeito à diversidade do ensino. </li></ul><ul><li>A idea e que “a autorização e o reconhecimento de cursos, bem como o credenciamento de instituições de educação superior, terão prazos limitados, sendo renovados, periodicamente, após processo regular de avaliação” (artigo 46) sea feito a partir dos resultados da accao da diversidades de agencias privadas e publicas. </li></ul><ul><li>A Agência tem como objetivo contribuir para melhorar a qualidade das instituições, apoiar seu processo de planificação, brindar assistencia tecnica e fomentar um processo de avaliação sobre bases mais focalizadas nas competências profissionais, a empregabilidade e a educação contínua. </li></ul>
  8. 8. Filosofía da Agência <ul><li>A filosofia do sistema de avaliação, se orienta aos estudantes e a funcionalidade da instituição, para identificar e alcançar o objetivo de desenvolver competências que permitam a empregabilidade dos diplomados. Uma educação com um enfoque em competências e emprego se baseia em uma particular articulação entre necessidades, estilos de aprendizagem e potencialidades individuais. </li></ul><ul><li>A filosofia de um sistema de avaliação baseado em um enfoque por competências é o instrumento para contribuir a um melhoramento efetivo de pertinência e qualidade nas instituições. </li></ul><ul><li>Focaliza-se nos estudantes e em valorizar a capacidade da instituição para alcançar o objetivo de desenvolver competências que permitam a empregabilidade de seus diplomados em contextos de liberdade de ações. </li></ul>
  9. 9. Caracteristicas da Agência <ul><li>Agência de Avaliação, Acreditação e Assessoria Técnica da Educação Superior de São Paulo com a missão de assegurar a qualidade e promover o melhoria contínua das instituições de educação superior que atuam no Estado, em todas as modalidades, formas e sedes </li></ul><ul><li>Pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e que goza da autonomía de gestão e patrimonio próprio </li></ul><ul><li>Ela fase a a valiação, a acreditação e a assessoria para ayudar as institucoes a seu processo de acreditação </li></ul>
  10. 10. Estructura Conselho Diretivo Diretor Executivo Conselho Consultivo Honorário Acreditación Banco de Pares Comite Técnico Apoio administrativo Comite Técnico de Avaliação Comitê Técnico de Acreditação Unidade de Assessoria Técnica Promotores Coordenação de Acreditação Coordenação de Acreditação
  11. 11. Fontes financeiras da agência <ul><li>Os ingressos por conceito da cobrança de seus serviços e gastos de operação dos processos de avaliação, acreditação e assessoria técnica </li></ul><ul><li>As doações ou aportes que receber por todo conceito </li></ul><ul><li>Um aporte especial dos promotores </li></ul>
  12. 12. Principios <ul><li>Assegurar a qualidade e promover processos de melhoramento da qualidade e da gestão das instituições de educação superior a través de processos de avaliação e acreditação permanentes </li></ul><ul><li>Informar à sociedade sobre os estándares e indicadores de qualidade para o melhoramento contínuo da educação superior e de desempenho e a qualidade das instituições de educação superior e dos programas e instituições acreditadas. </li></ul><ul><li>Estabelecer estándares de qualidade regionais e promover a cultura da auto avaliação </li></ul><ul><li>Conferir reconhecimento formal da qualidade das instituições de Educação Superior e seus programas académicos de São Pablo a través da acreditação em base aos estándares estabelecidos previamente </li></ul>A
  13. 13. Principios <ul><li>Contribuir à formação e capacitação de avaliadores </li></ul><ul><li>Criar e administrar um Banco de Pares associados aos papeis diferenciados do par acadêmicos, par gerente e par empregador </li></ul><ul><li>Oferecer assessoria técnica às instituições de educação superior no desenvolvimento de seus programas de melhoramento. </li></ul><ul><li>Recomendar planos de ação para solucionar os problemas, as debilidades e as carências identificadas nos processos de avaliação </li></ul><ul><li>Garantir a prestação de contas e a transparência dos processos de avaliação e acreditação </li></ul><ul><li>Autorizar a realização de processos de avaliação externa de instituições e programas por terceiras instituições </li></ul><ul><li>Reconhecer as acreditações internacionais sobre a base de Convênios </li></ul>B
  14. 14. Eixos de qualidade da Agência Acreditação Empregabilidade Diverso Avaliação Externa Diversidade Liberdade institucional Não Estatal 9 Autoavaliação Complexidade Pertinência Regional Critérios Instrumentos Orientações Eixos Enfoques
  15. 15. Enfoque da qualidade educativa : Regional <ul><li>A Agência será uma instituição regional associada às pertinências, as particularidades e as complexidades da educação superior do Estado de São Paulo. </li></ul><ul><li>Vários países (Estados Unidos, Alemanha, Espanha, etc) têm como eixo de seus processos de acreditação, agências regionais. A dimensão das instituições e programas de educação superior de São Paulo, a complexidade do mercado de trabalho e a diferenciação institucional impõem o desenvolvimento de agências regionais. </li></ul><ul><li>O caráter regional é estabelecido pelos indicadores , pela composição de seus membros e autoridades, assim como,pela sua concepção em promover a criação de agências de garantia da qualidade nos diversos Estados da nação. </li></ul>
  16. 16. Enfoque da qualidade educativa: Não estatal. <ul><li>As Agências de acreditação são não estatais a nivel mundial. São instituições que atuam sem o controle direto do poder público. Está sob a supervisão governamental, o que não significa controle ou ingerência estatal. </li></ul><ul><li>A regulação e supervisão do sistema educacional são tarefas preferências do Estado, enquanto, a definição dos parâmetros de qualidade, que é multifacetada e diversa, em seus eixos, devem ser estabelecidos pela sociedade civil, com a participação das organizações públicas e privadas. </li></ul><ul><li>A necessidade de elaboração de políticas educacionais que não sejam burocráticas, a complexidade dos campos do conhecimento, o reconhecimento da qualidade como uma variável definida na sociedade civil e não na sociedade política, são os criterios da criação de agências não estatais, sem fins lucrativos, privadas não públicas, mas com ampla representação dos diversos setores trabalhistas, acadêmicos, institucionais, sociais, etc. </li></ul>
  17. 17. Enfoque da qualidade educativa: Diverso <ul><li>Os sistemas de avaliação são diversos em todos os países e precisam reconhecer a unidimensionalidade da qualidade. A dinâmica tende à existência de múltiplas agências de garantia da qualidade. Chile, México, Peru e Argentina tem marcos normativos e práticas que reconhecem a atuação das agências. O Brasil reconhece na lei que institui SINAES “o respeito à diferença e à diversidades, da afirmação de autonomia e da identidades institucional”, sem embargo, no tal marco teórico, se reafirma um conceito centralista e homogenizador. </li></ul><ul><li>O MEC busca avaliar um sistema heterogêneo com um modelo único para todas as instituições em prejuízo da diversidade que deveria ser valorizada. A qualidade tem uma diversidade de concepções. </li></ul><ul><li>Agência tem uma orientacao hacia as competencias profesioneas y a empleabilidade dos profesioniaes. Ella acreditará às IES e reconhecerá, através de convênios outras agências nacionais ou internacionais, os processos de acreditação que as universidades tenham obtido. </li></ul>
  18. 18. Critérios, fatores e indicadores da avaliação   Integridade   Autonomia Impactos e resultados dos processos Independência Não se aplica Recursos físicos, financeiros e intelectuais Continuidade Não se sabe Investigação, extensão e projeção Consistência Inadequado Processos acadêmicos Flexibilidade Pouco adequado Organização acadêmica, administrativa e de gestão institucional Credibilidade Adequado Filosofia e projeto Institucional Eficiência Muito adequado Diversidade Indicadores Fatores Critérios
  19. 19. Critérios da avaliação <ul><li>Diversidade (amplitud) </li></ul><ul><li>Eficiencia (custos) </li></ul><ul><li>Credibilidad (profesionalismo, etica) </li></ul><ul><li>Flexibilidade (nao modelos rigidos - competencias) </li></ul><ul><li>Consistencia (calidad nao utopica) </li></ul><ul><li>Continuidade (não foto, película </li></ul><ul><li>Independência (independente das instituições) </li></ul><ul><li>Autonomia (não estatal) </li></ul><ul><li>Integralidade (a calidade e continua) </li></ul>
  20. 20. Diversidade <ul><li>As instituições de educação superior se diferenciam em função das próprias características dos mercados de trabalho, os campos disciplinários e os objetivos e missões das instituições. </li></ul><ul><li>Não deverá existir um padrão único de formulação de critérios e padrões de como as instituições desenvolvem seus processos educativos. A existência de pluralidade de enfoques e missões será parte constitutiva dos critérios da avaliação, que deverão ir além das tipologias institucionais. </li></ul><ul><li>Se concebem uma diversidade de instrumentos e concepções atentas às diferenças normativas e de tipologias institucionais. Sobre os mesmos fatores se desenvolvem as diferenças específicas atendendo às instituições a distância, as universidades, os centros universitários e as faculdades. </li></ul>1
  21. 21. Eficiência . <ul><li>O sistema de avaliação da Agência será eficiente em términos da relação entre custos e resultados, entre formas de desenvolver os processos de obtenção e processamento da informação e investigação sobre as instituições, associado ao uso de instrumentos informáticos flexíveis. </li></ul><ul><li>Se utilizarão ademais as bases de informação existentes e se aproveitará os processos de captação de informação já existentes no país. </li></ul><ul><li>Os procedimentos de trabalho serão informatizados, não se repetirão os processos gerando custos excessivos e as avaliações externas não serão presenciais obrigatoriamente. </li></ul>2
  22. 22. Credibilidade <ul><li>O sistema de avaliação e acreditação será constantemente reavaliado e seus parâmetros, procedimentos e diagnósticos serão confiáveis ante os diversos atores da sociedade. </li></ul><ul><li>Não existirá possibilidade de incidência parcial de interesses de pessoas e instituições, públicas e privadas, </li></ul><ul><li>O sistema estará composto por diversidade de integrantes e de representações da sociedade que favoreçam a diversidade. </li></ul><ul><li>O critério de credibilidade se sustentará em um código de ética que regulará os atos e estabelecerá os princípios de funcionamento e as incompatibilidades. </li></ul><ul><li>Os cargos técnicos serão escolhidos através de uma rígida seleção </li></ul><ul><li>O sistema ademais terá membros da sociedade civil que se integrarão por sistemas também de concursos públicos com listas selecionadas externamente à Agência. </li></ul>3
  23. 23. Flexibilidade <ul><li>O sistema de avaliação não será um processo rígido com parâmetros definidos em sua totalidade, mas que terá suficiente flexibilidade para atender à diversidade de enfoques da qualidade, concepções da avaliação, componentes organizacionais, modalidades acadêmicas e objetivos institucionais, além de ajustar-se ao tipo de instituições da educação superior. Este critério assume a existência de dinâmicas de educação, flexíveis, nas quais coexiste multiplicidade de perfis. </li></ul><ul><li>A flexibilidade esta asociado a um enfoque por competencias </li></ul>4
  24. 24. Consistência <ul><li>O sistema de avaliação tenderá a estabelecer correlações consistentes entre os objetivos da instituição, a gestão institucional, o processo de planificação e a coerência dos processos. </li></ul><ul><li>A avaliação institucional não busca o estabelecimento de objetivos de desenvolvimentos inalcançáveis, mas sim, constituir-se em um mapa referencial do plano de desenvolvimento institucional e consistente com esses objetivos. </li></ul><ul><li>A avaliação e a acreditação não será uma suma de resultados e será consistente globalmente como instituição e se baseará em uma epistemologia de avaliação integrada. </li></ul>5
  25. 25. Continuidade <ul><li>O processo de avaliação, como sistema de criação de informação e de acreditação, estará estreitamente associado ao processo de planificação e desenvolvimento da instituição. Concebe-se que o processo de autoavaliação deva ser um processo contínuo e deve contribuir para gerar um sistema de informação que produza a informação requerida por processos futuros de avaliação, do qual se assume uma parte, e por onde se reconhece a necessidade de promover e de articular-se a processos de recertificação continua de competências através dos Colégios profissionais a partir de processos de educação contínua que atualizam as competências profissionais desenvolvidas nos processos educativos nas instituições superiores. </li></ul>6
  26. 26. Independência <ul><li>A avaliação se concebe como um processo independente de instituições e centros de referência em términos de indicadores, ações e resultados. </li></ul><ul><li>O critério de independência se expressará ademais na composição e funcionamento das equipes de pares externos que serão diversos (acadêmicos, trabalhistas e gerenciais), assim como na própria diversidade de âmbitos sociais, acadêmicos e econômicos representados e expressados na direção da Agência. </li></ul>7
  27. 27. Autonomia <ul><li>O sistema de avaliação e acreditação será autônomo, tanto às IES como ao Governo, e se focalizará nos estudantes e diplomados, a seu foco é avaliar a formação das competências do profissional e à empregabilidade </li></ul><ul><li>O critério da autonomia se constituem no centro de todo o sistema para levar a cabo seus procedimentos, mas sobre a base do eixo principal da pertinência da educação. </li></ul>8
  28. 28. Integralidade <ul><li>O sistema de avaliação e acreditação se concebem como um processo integral de autoavaliação, avaliação externa e acreditação, e ao mesmo tempo, como parte de um processo de garantia da qualidade mais amplo, associado a manter as competências profissionais dos diplomados universitários, através de um processo permanente de recertificação profissional e do desenvolvimento de sistemas flexíveis de educação contínua </li></ul>9
  29. 29. Fases do processo de avaliação e acreditação <ul><li>Auto-avaliação das respectivas instituições para identificar pontos fortes e fracos do ambiente interno, ANDTHE oportunidades e ameaças no ambiente externo para determinar como alcançar a sustentabilidade da primeira e da forma de abordar a segunda. </li></ul><ul><li>Avaliação externa por pares fora da instituição selecionada Peer Banco e do Conselho de Administração da Agência, sob proposta do Director Técnico, que avaliará a auto-avaliação e propostas de melhorias, e emitir relatório por consenso. </li></ul><ul><li>Parecer independente de acreditação baseado realizado pela Coordenação de pares de base no auto-avaliação, o relatório dos diferentes pares externos e seus próprios pontos de vista. </li></ul><ul><li>A assessoria técnica a instituições em todos os casos em que significativo aliviar a escassez </li></ul>
  30. 30. Processo de avaliação 1 Autoavaliação Interna Avaliação Externa Acreditação Pares diversos Tercerizadas Bancos de pares Registros abertos Diversa. Reconhece a complexidade Se orienta à empregabilidade Informatizada Graduada Associada aos planos de capacitação e de assessoria técnica
  31. 31. Processo de avaliação 2 Auto Avaliação Avaliação Externa Banco de Pares Acreitação Selo de Qualidade e acreditacao Assessoria técnica Processo de reacreditação
  32. 32. 1. Características da Auto Avaliação (AE) <ul><li>Diagnóstico institucional descritivo e analítico não só escrito, sendo visual através do suporte de votos, vídeos, materiais gráficos, links, etc.; </li></ul><ul><li>Estratégias de trabalho atuais; </li></ul><ul><li>Tendência da instituição e de seus eixos centrais; </li></ul><ul><li>Juízos sobre a instituição e problemas presentes e futuros; </li></ul><ul><li>Planos corretivos, de melhora e de ação futura à luz dos diagnósticos estabelecidos. Será incluído objetivos e metas associadas ao processo de planificação da instituição, aos indicadores da instituição, ao seu sistema de informação gerencial e aos fatores da avaliação. </li></ul>
  33. 33. 2. Características da Avaliação Externa (AE) <ul><li>Pares diversos e não somente acadêmicos </li></ul><ul><li>Terceirização dos processos em instituições diversas (colégios profissionais, consultorias, etc.) </li></ul><ul><li>Banco de Pares centralizados a partir de um currículo normalizado </li></ul><ul><li>Currículo normalizado e automatizado do ingresso aberto por Internet </li></ul><ul><li>Autonomia de trabalho </li></ul><ul><li>Incompatibilidades de trabalho </li></ul><ul><li>Informação confidencial </li></ul><ul><li>Avaliação não reduzida à instituição. Utilização da diversidade de fontes de informação. </li></ul>
  34. 34. 3. Características da Acreditação <ul><li>Acreditação diversa e gradual sobre mínimos de cumprimentos dos fatores estabelecidos; </li></ul><ul><li>Associadas aos processos de Assessoria técnica; </li></ul><ul><li>Orientada a acreditar outros âmbitos, como os cursos de graduação; </li></ul><ul><li>Caráter público de suas resoluções; </li></ul><ul><li>Conformada por equipes multidisciplinárias independentes; </li></ul><ul><li>Assessoria técnica obrigatória em caso de não obter-se a acreditação; </li></ul><ul><li>Pertinência dos programas e competência; </li></ul><ul><li>Acreditação contínua e reacreditação permanente; </li></ul><ul><li>Flexibilidade; </li></ul><ul><li>Convênios de reconhecimentos de acreditações internacionais. </li></ul>

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