Aula 06 eq 2015 01 fameg qualidade estrategica 07 04

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Aula 06 de 2015: Trilogia de Juran, Métodos de envolvimento de pessoas, dimensões da qualidade estratégica.
Parte da disciplina de Engenharia da Qualidade Uniasselvi/FAMEG, 6 e 7 semestres de Engenharia de Produção.

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Aula 06 eq 2015 01 fameg qualidade estrategica 07 04

  1. 1. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 1 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton ENGENHARIA DA QUALIDADE QUALIDADE ESTRATÉGICA – PARTE FINAL UNIASSELVI – FAMEG Prof. Claudio Bernardi Stringari Guaramirim, 07 de Abril de 2015.
  2. 2. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 2 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Calendário Proposto – 1º Semestre 2015 Datas Importantes: * 28/04/2015 – Avaliação Oficial 1 - 10 PTS * 30/06/2015 – Avaliação Oficial 2 – 10 PTS * 08/07/2015 – Avaliação 2º Chamada - 10 PTS * 14/07/2015 – Exame Final– 10 PTS * A ser definido pela Uniasselvi/Kroton- Avaliação Estudo Dirigido – E.D. MÊS SEMA NA DATA CALENDÁRIO Carga horária MARÇO 1 03/03/2015-Início da matéria – Aula 01 3 2 10/03/2015 -Aula 02 3 3 17/03/2015-Aula 03 3 4 24/03/2015-Aula 04 3 5 31/03/2015-Aula 05 3 ABRIL 6 07/04/2015-Aula 06 3 7 14/04/2015-Aula 07 3 8 21/04/2015-Feriado de Tiradentes 3 9 28/04/2015-Aula 09 - 1ª Avaliação 3 MAIO 10 05/05/2015-Aula 10 3 11 12/05/2015-Aula 11 3 12 19/05/2015-Aula 12 3 13 26/05/2015-Aula 13 3 JUNHO 14 02/06/2015-Aula 14 3 15 09/06/2015-Aula 15 3 16 16/06/2015-Aula 16 3 17 23/06/2015-Aula 17 3 18 30/06/2015-Aula 18 – 2ª Avaliação 3 JULHO 19 08/07/2015-2ª Chamada 3 20 14/07/2015-Exame Final 3 - - -Boas Férias !!!!!!!! - TOTAL 60 Horas CALENDÁRIO SUJEITO A ALTERAÇÕES.
  3. 3. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 3 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton TRABALHO ESTRUTURADO APRESENTAÇÃO – 10 MIN
  4. 4. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 4 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Componente Tática da Qualidade – Envolvimento das Pessoas 4
  5. 5. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 5 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Envolvimento das Pessoas no Esforço pela Qualidade
  6. 6. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 6 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Vimos até o momento... • Componentes operacionais da qualidade; • Visão Operacional da Qualidade; • Gestão da Qualidade do Processo; • Estratégia básica envolvida... • Ações de Controle do Processo; • Gerenciamento Baseado em Controle; • Gestor Controlador; • Melhoria do Processo Produtivo; • Ferramentas de Melhoria Derivadas dos Sistemas de Produção; • Ferramentas de Melhoria com Foco no Cliente; • Gestão da Qualidade por Meio de Indicadores.
  7. 7. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 7 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qualidade: a Transição Crítica • Qual é o elemento com maior impacto sobre a decisão de produzir com qualidade? 7
  8. 8. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 8 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qualidade: a Transição Crítica • Entre 88 e 98, foi realizada pesquisa em 11 países da América (do Sul e Central), pela Organização dos Estados Americanos, sobre o movimento pela qualidade e suas propostas e resultados • Segundo a pesquisa este movimento evoluiu a partir dos seguintes atores: – Governos; – Empresários; – Colaboradores; – Consumidores em geral. 8
  9. 9. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 9 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Propostas e Resultados do Movimento para a Qualidade (88 a 98) na América Latina 9 - Governos Empresários Colaboradores Consumidores Proposta Investir na qualidade do serviço público e incentivar as indústrias a investir também. Investir na qualidade das operações e incentivar os colaboradores Introduzir a qualidade no seu dia a dia Exigir qualidade ao adquirir bens e serviços. Métodos Treinamentos, conscientizações, em todos os níveis Treinamento e conscientizaçã o empresarial Treinamento e conscientização média gerência e operários Conscientização em larga escala, publicidade. Resultados Pouco significativos Pouco significativos Pouco significativos Alguns foram significativos Razões Principais Falta de envolvimento da liderança dos serviços públicos. Efemeridade dos gestores públicos Alta administração não comprometida. Falta de exemplos. Falta de comprometimento com a qualidade, programa de difícil entendimento Poucas empresas atuando em algumas áreas, igual a consumidores exigentes sem opções de consumo
  10. 10. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 10 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Propostas e Resultados do Movimento para a Qualidade (88 a 98) na América Latina • Nos movimentos para a qualidade com foco no governo, empresários e colaboradores, a conclusão é que a qualidade não surge espontaneamente. • No movimento da qualidade com foco nos consumidores, quando não existem muitas alternativas, eles acabam conformando-se com a falta de opções em seus países. 10
  11. 11. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 11 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Propostas e Resultados do Movimento para a Qualidade (88 a 98) na América Latina • Certos setores, em alguns países, apresentaram níveis de aplicação da qualidade que iam além da média nacional.’’ 11
  12. 12. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 12 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Propostas e Resultados do Movimento para a Qualidade (88 a 98) na América Latina • As características destes setores eram: – Processos produtivos com baixo nível de defeitos; – Métodos de trabalho com elevados índices de eficiência; – Produtos e serviços associados com faixas de mercado consistentes e em proporções maiores do que seus similares;
  13. 13. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 13 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Exemplo: Indústria Metal Mecânica http://www.revimaq.com/noticia/a-evolucao-na-eficiencia-energetica- de-motores-eletricos http://www.esss.com.br/blog/pt /category/todos/
  14. 14. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 14 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Exemplo: Indústria Têxtil • Marisol – Década de 1960 • Malwee – Década de 1970 • Kyly – Década de 1980 • Brandili – Década de 1990 (1999) • Para saber mais: http://pt.slideshare.net/ZMrio/trabalho- marisol-completo http://www.i7noticias.com/fotos/3446/3446_dsc_0077.jpg
  15. 15. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 15 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Propostas e Resultados do Movimento para a Qualidade (88 a 98) na América Latina • As características destes setores eram (contin.): – Envolvimento destas empresas em ambientes de exportação (e consequente exposição a ambientes extremamente competitivos); – Existiam características comuns nas empresas voltadas para a qualidade.
  16. 16. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 16 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Propostas e Resultados do Movimento para a Qualidade (88 a 98) na América Latina • Características comuns nas empresas voltadas para a qualidade: – Organizações novas, entrando em mercados dominados por empresas tradicionais, líderes de mercado; – Iniciando sua atuação em mercados que ficavam geograficamente longe de seu país sede; 16
  17. 17. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 17 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Propostas e Resultados do Movimento para a Qualidade (88 a 98) na América Latina • Características comuns nas empresas voltadas para a qualidade: – Eram organizações que lançavam produtos novos, que buscavam faixas de mercado dominadas por produtos clássicos; – Investiam em novos ambientes tecnológicos, baseavam seus argumentos de diferenciação na sua capacidade de inovação. 17
  18. 18. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 18 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Propostas e Resultados do Movimento para a Qualidade (88 a 98) na América Latina • Conclusões: – As organizações que lideravam seus mercados em termos de qualidade estavam envolvidas em ambientes extremamente competitivos. – A concorrência fazia a diferença, era a motivação, o desafio a superar. 18
  19. 19. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 19 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Duas Características da Transição da Qualidade do Plano Tático ao Estratégico • As empresas não tem opção quanto à concorrência, ela existe, deve ser encarada e vencida. • Daí a relevância da identificação das ações estratégicas, entre elas a adoção da qualidade. • Por isso os conceitos e métodos do planejamento estratégico passaram a ter grande ênfase nas grandes organizações.
  20. 20. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 20 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • Adequação ao uso; • Relação direta entre as áreas produtivas da organização e os consumidores; • Diferenciação de clientes e consumidores; • Atenção ao ambiente global; • Qualidade globalizada; • Multiplicidade de itens; • Evolução; • Antecipação das mudanças; • Aceitação crescente de bens e serviços; Melhoria Contínua Controle da Qualidade Garantia da Qualidade
  21. 21. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 21 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • Maior confiabilidade no processo de produção; • Atribuição de elevados níveis de valor ao produto; • Confiança na imagem e na marca; • Atenção ao meio ambiente; • Ação social das organizações http://www.kpmg.com.br/relatoriodesustentabilidade2012/port/ra/imagens/capitulo2.gif Fundamentos da Estratégia da KPMG
  22. 22. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 22 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • A aplicação intensiva dos conceitos estratégicos, levou as organizações a buscarem modelos de desdobramento da qualidade e da excelência, tais como: – Gestão da Qualidade Total – TQM (Total Quality Management); – ISO 9001:1987 – 1994 – 2000 – 2008 – 2015 (Em breve...); – Prêmios da Qualidade (Critérios de Excelência); – Programas de Lean manufacturing; – Gestão por processos; – Outras técnicas e programas de melhoria
  23. 23. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 23 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton FIM DO MÓDULO 2
  24. 24. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 24 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton UNIASSELVI – FAMEG Prof. Claudio Bernardi Stringari Guaramirim, 07 de Abril de 2015. ENGENHARIA DA QUALIDADE Módulo 3 - Gestão da Qualidade e Modelos de excelência
  25. 25. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 25 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Módulo 3 3. Gestão da Qualidade e Modelos de excelência 3.1 Visão tradicional do trabalho, 3.2 Reação para as crises do dia-a-dia, 3.3 A Trilogia de Juran: Planejamento da Qualidade, 3.4 Controle e Melhoria da Qualidade. 3.5 Métodos e Modelos para a Avaliação da Qualidade. 3.6 Avaliação da Empresa quanto à Qualidade. 3.7 Modelo Seis Sigma 3.8 Gestão da Qualidade Total 3.8.1 O que dificulta a implantação da Qualidade Total. 3.8.2 Por que a Implantação da Qualidade Total não raro fracassa.
  26. 26. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 26 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Avaliação da Qualidade Visão Tradicional do Trabalho
  27. 27. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 27 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton No Trabalho... • Existem dois tipos de pessoas: – Os primeiros estão estressados e não vêem seu trabalho como algo prazeroso, apenas como obrigação; – Os segundos estão de bem com seu trabalho e ficam motivados em realizá-lo da melhor maneira possível. • Como regra de ouro neste caso, pode-se afirmar que podem ser encontrados pessoas em todas as variações possíveis das afirmações acima. 27 Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  28. 28. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 28 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Crises Diárias em um Ambiente de Trabalho • É muito comum chegar ao local de trabalho e ser confrontado com uma longa lista de crises que exigem atenção imediata do profissional; • Estas crises impedem as pessoas de executarem seu trabalho principal, que acaba por se acumular. • Desta forma, pode-se com o tempo variar o comportamento profissional de totalmente satisfeito para totalmente insatisfeito. • Então, como identificar e prevenir estas crises? Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  29. 29. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 29 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Nove Princípios do Trabalho • Para explicar a variação, vamos tomar emprestado dos métodos Seis sigma os nove princípios do trabalho: 1. Tanto a vida quanto os negócios são processos. 2. Todos os processos exibem variação. 3. Em muitos processos existem duas causas de variabilidade. 4. A vida é diferente em processos estáveis e instáveis; 5. A melhoria contínua é econômica, fora investimentos de capitais. 6. Muitos processos apresentam desperdícios. 7. Uma comunicação eficaz exige definições operacionais. 8. A expansão do conhecimento exige teoria. 9. O Planejamento exige estabilidade. – Fonte: GITLOW, Howard S., A Guide for Six Sigma Management Tools, CRC Press, 2009
  30. 30. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 30 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Primeiro Princípio: Tanto a vida quanto os negócios são processos • Processos existem em todos os aspectos da vida; • Todo processo transforma uma informação ou material de entrada em uma informação ou material de saída. ENTRADAS: Mão-de-obra Serviços Equipamentos TRANSFORMAÇÃO: Transformação de entradas em saídas pela adição de tempos, formas ou valor. SAÍDAS: Mão-de-obra Serviços Equipamentos Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  31. 31. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 31 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Segundo Princípio: Todos os processos exibem variação • A variabilidade existe entre pessoas, produtos, serviços e processos. • Ela é natural e esperada, porém deve ser reduzida. • O tipo de variação discutida na Qualidade é a variação unidade a unidade que ocorre nos resultados de um processo, que causam problemas na linha de produção, ou para os clientes; • O que podemos obter a partir deste tipo de variação (E sua redução)? • Menor variabilidade nos resultados de um processo torna mais fácil a realização de previsões, planejamentos e alocação de orçamentos. Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  32. 32. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 32 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Terceiro Princípio: Em muitos processos existem duas causas de variabilidade • Existem sempre duas causas de variação em um processo: – Causas especiais; – Causas comuns. • Causas especiais são devido a variáveis externas ao processo; • Causas comuns são causadas por variações existentes na estrutura do processo. • Normalmente estas causas coexistem nos processos. Um processo com ambas é considerado instável, pois não é possível prever o resultado do processo. • Um processo apenas com causas comuns é considerado estável (apesar de improvável). Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  33. 33. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 33 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Quarto Princípio: A vida é diferente em processos estáveis e instáveis • Se um processo for estável, será possível identificar que as crises diárias que se enfrentam no dia a dia são nada mais do que ruídos; • Reagir a uma crise como se ela fosse uma causa especial de variação (quando na verdade é uma causa comum) dobrará ou explodirá a variabilidade do processo que gerou o problema. • A maioria das causas comuns podem ser incluídas dentro da regra 80-20 de Pareto (na qual 80% dos problemas geralmente correspondem a 20% das causas). • Ao eliminar estas causas, elimina-se a possibilidade de repetição do problema no processo. Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  34. 34. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 34 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Quinto Princípio: A melhoria contínua é econômica, fora investimentos de capital • A melhoria contínua de um processo só é possível por meio da contínua e incansável redução das causas comuns de variação; • É economicamente saudável reduzir o máximo possível de variações de processo sem investimentos em infra- estrutura, mesmo quando o processo estiver trabalhando dentro dos limites especificados. Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  35. 35. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 35 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Sexto Princípio Muitos processos apresentam desperdícios • Todos os processos possuem atividades que agregam e que não agregam valor. • Atividades que não agregam valor incluem qualquer etapa do processo na qual: – O cliente não quer pagar; – Não transforma o produto ou informação; – Contém erros, defeitos ou omissões; – Exige preparação ou setup; – Envolve controle e inspeção – Envolve superprodução, processamento especial ou criação de estoque; – Envolve esperas ou atrasos • Atividades que agregam valor são pagas pelos clientes ao transformarem positivamente um produto ou serviço fornecido. • Este princípio é tão forte que deu origem aos esforços de Lean Manufacturing e Seis Sigma ao redor do mundo (e no Brasil). Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  36. 36. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 36 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Três Níveis de Desperdícios (Problemas)! Frutos baixos: Desperdícios que podem ser eliminados rapidamente em atividades de rotina Nível médio: Desperdícios que não podem ser eliminados imediatamente, necessitam de combate na fonte, de uma forma ampla e sistemática.’ Alto Nível: Desperdícios que resultam de políticas de gestão específicas, tal como geração de estoques que ‘algum dia poderá ser vendido”. ‘
  37. 37. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 37 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Sétimo Princípio: Uma comunicação eficaz exige definições operacionais • Uma definição operacional promove comunicação eficaz entre as pessoas ao fornecer uma comunicação com significado compartilhado; • Sua falta pode causar problemas e conflitos entre áreas; • Uma definição só é operacional se todos os usuários da definição concordarem com a definição. • Ela consiste de: (1) critérios a serem aplicados, (2) um teste do objeto ou grupo a respeito dos critérios, e (3) uma decisão sobre o atendimento ou não dos critérios. • Por que isso é importante? Porque sem uma definição operacional, qualquer método estatístico torna-se inútil, devido aos dados possuírem diferentes significados para todos os envolvidos. Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  38. 38. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 38 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Oitavo Princípio: A expansão do conhecimento exige teoria • Dentro dos modernos métodos científicos, o conhecimento é expandido através da revisão e extensão da teoria baseada em comparações sistemáticas de previsões com observações. • Se as hipóteses e as observações estiverem alinhadas, a teoria ganha credibilidade. • Se as observações não confirmarem as hipóteses, as variações (especiais e comuns) entre eles precisam ser estudadas, e a teoria é modificada ou abandonada. • A expansão do conhecimento continua para sempre. Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  39. 39. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 39 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Nono Princípio: O Planejamento exige estabilidade • Todo plano é construído sobre previsões a respeito do desempenho futuro de processos exigidos pelo plano (Premissas); • Quanto menor a variação maior a probabilidade das premissas se tornarem realidade; • Isto significa que para obter sucesso em um plano de ação, deve-se estabilizar e reduzir as variações de cada processo envolvido com ele. Baseado em Gitlow, Howard S. – A Guide to Lean Six Sigma Management Skills, 2009
  40. 40. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 40 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton A Trilogia de Juran
  41. 41. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 41 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Significados da Qualidade... ONTEM HOJE Características de produto que atendam às necessidades dos clientes. Liberdade das deficiências Aumentar a satisfação dos clientes Fazer os produtos agradáveis Ir de encontro aos competidores Aumentar o market share Fornecer lucro a partir das vendas Assegurar preços superiores Reduzir as taxas de erros Reduzir retrabalho, desperdícios, reduzir falhas, pagamentos de garantias, reduzir falhas de campo, reduzir a insatisfação do cliente, reduzir a inspeção, diminuir o tempo de teste para colocar novos produtos no mercado, aumentar rendimento, aumentar a capacidade e o desempenho da entrega. O maior efeito está nas vendas. O maior efeito está nos custos. Normalmente, maior qualidade custa mais. Normalmente, maior qualidade custa menos. Adaptado de Juran, apud Juran, 1999.
  42. 42. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 42 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qual conceito adotar????? • O efeito prático destes conceitos: – uma proposta de melhoria da qualidade por vezes é encarada como uma proposta de aumento de custos, e desta forma rejeitada. – Estas mesmas propostas acabam por ser rotuladas como “melhorias de produtividade”, desta forma obtendo aprovação. • Por que isso acontece???
  43. 43. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 43 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Perdendo produtividade???? As perdas de qualidade são um dos sete desperdícios dos processos produtivos ou de serviços! Sobrecarga Desperdícios/ Problemas Variabilidade NARUSAWA & SHOOK, 2009
  44. 44. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 44 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Sobrecarga Desperdícios Variabilidade NARUSAWA & SHOOK, 2009 O efeito principal das falhas de qualidade é a sobrecarga da equipe, que precisa produzir mais para compensar as perdas! As perdas de qualidade são um dos sete desperdícios dos processos produtivos ou de serviços! Perdendo produtividade????
  45. 45. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 45 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Sobrecarga Desperdícios Variabilidade NARUSAWA & SHOOK, 2009 O efeito principal das falhas de qualidade é a sobrecarga da equipe, que precisa produzir mais para compensar as perdas! As perdas de qualidade são um dos sete desperdícios dos processos produtivos ou de serviços! A soma das perdas devido a defeitos e desperdícios de processo levam a um aumento de variabilidade que acaba por causar uma erosão continuada dos níveis de produtividade dos processos em geral. Perdendo produtividade????
  46. 46. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 46 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Perdendo Produtividade... • O efeito da variabilidade de resultados de um processo é o resultado da soma da sobrecarga causada por esforços excessivos e desperdícios nos processos. • Quanto maior a quantidade de desperdícios e sobrecarga, menor será a produtividade real do processo.
  47. 47. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 47 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Como agir para melhorar a qualidade e a produtividade então? • Utilizando um conjunto de práticas de gestão alinhadas com a estratégia da empresa, que são chamadas de “Trilogia de Juran”: – Planejamento da Qualidade; – Controle da Qualidade; – Melhoria da Qualidade.
  48. 48. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 48 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Trabalho Estruturado... • Pesquisar na Internet ou no seu local de trabalho ao menos duas estratégias de envolvimento das pessoas, identificando para cada uma delas: – Descrição da aplicação (como é aplicado o programa projeto de envolvimento de pessoas); – Público Alvo da aplicação; • Entregar por escrito na próxima aula. • Apresentações como de costume (método cumbuca) 48
  49. 49. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 49 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Uma ótima semana! Até a próxima aula!

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