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COMANDOS ELÉTRICOS
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EQUIPAMENTOS CAPAZES DE EXECUTAR A INTERLIGAÇÃO E
DESLIGAMENTO DE PONTOS ENTRE OS QUAIS CIRCULARÁ
CORRENTE QUANDO INTERLIGADOS.
DISPOSITIVOS DE MANOBRA ELÉTRICA
TEMBÉM CHAMADOS DE CHAVES.
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CHAVES
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TENSÃO: QUANDO ABERTAS AS CHAVES FICAM
SUBMETIDAS A UM ALTO VALOR DE TENSÃO E DEVEM SUPORTÁ-LO SEM
PERMITIR FLUXO DE CARGAS.
CORRENTE: QUANDO FECHADAS AS CHAVES DEVEM
CONDUZIR A CORRENTE DO CIRCUITO COMANDADO SEM SUPER
AQUECER NEM PROVOCAR QUEDA DE TENSÃO.
VELOCIDADE DE OPERAÇÃO: QUANTO MAIS RÁPIDO A
CHAVE SE ABRIR OU FECHAR, MENOR SERÁ A POSSIBILIDADE DE
PRODUÇÃO DE RESISTÊNCIA NOS PONTOS DE CONTATO E
CONSEQUENTEMENTE MENOR SERÁ A QUEDA DE TENSÃO PRODUZIDA E
O CALOR.
NÚMERO DE OPERAÇÕES: INDICA A QUANTIDADE DE
OPERAÇÕES QUE A CHAVE PODE EXECUTAR ATÉ QUE SE DESTRUA.
PARÂMETROS
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Parte metálica
fixa
Botão (material isolante)
ContatoParte metálica
fixa
Base (material isolante)
Parafuso de conexão
ESTRUTURA BÁSICA DAS CHAVES
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CHAVES DE IMPULSO
São chaves de duas posições: uma dessas posições é mantida
pelo acionamento e apenas enquanto durar o acionamento. A outra,
chamada posição de repouso, é mantida por algum método próprio
da chave, como uma mola por exemplo.
Conforme a posição de repouso, a chave recebe uma
denominação específica:
Quando a mola mantém a chave aberta, esta última se
chama normalmente aberta ou NA;
Quando a mola mantém a chave fechada, esta última se
chama normalmente fechada ou NF.
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CHAVES NA
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Chave NA atuação por botão
Posição em repouso
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Chave NA atuação por botão
Posição atuada
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CIRCUITO EXEMPLO DE USO DA CHAVE NA
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A carga estará energizada somente se a chave NA estiver acionada.
S=A
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Chave NA atuação por botão
Posição de repouso
pilha
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Chave NA atuação por botão
Posição atuada
pilha
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
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CARGA OPERADA POR CHAVE COM RETENÇÃO
CARGA ENERGIZADA
CARGA DESENERGIZADA
G
G
CHAVE FECHADA
CHAVE ABERTA
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CARGA OPERADA POR CHAVE NA
CARGA ENERGIZADA
CARGA DESENERGIZADA
G
G
CHAVE ATUADA
CHAVE EM REPOUSO
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CHAVE NF
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Posição em repouso
CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO
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Posição atuada
CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO
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CIRCUITO EXEMPLO DE USO DA CHAVE NF
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A carga estará energizada somente se a chave NA estiver não acionada.
S=A
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Posição de repouso
pilha
CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO
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Chave NF atuação por botão
Posição atuada
pilha
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
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CARGA DESENERGIZADA
CHAVE NÃO ATUADA
(FECHADA)
CARGA ENERGIZADA
CHAVE ATUADA (ABERTA)
G
G
CARGA OPERADA POR CHAVE NF
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ASSOCIAÇÕES
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AS ASSOCIAÇÕES SE FAZEM PARA OBTER FORMAS DE DEPENDÊNCIA MAIS
COMPLEXAS ENTRE AS CHAVES E AS RESPECTIVAS CARGAS.
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ASSOCIAÇÕES DE CHAVES NA
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ASSOCIAÇÃO SÉRIE
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Quando se associam chaves em série sua carga só será energizada
quando todas as chaves estiverem fechadas.
Chaves NA: a carga só liga se todas as chaves estiverem acionadas.
S=A•B
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SÉRIE - NA -
pilha
REPOUSO
REPOUSO
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pilha
REPOUSO
ATUADA
SÉRIE - NA -
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SÉRIE - NA -
pilha
ATUADA
REPOUSO
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SÉRIE - NA -
pilha
ATUADA
ATUADA
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
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Carga operada por chave NA
CARGA
CHAVEG
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ASSOCIAÇÃO PARALELA
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Quando as chaves se associam em paralelo, sua carga será
energizada desde que pelo menos uma das chaves esteja fechada.
Chaves NA: a carga se liga desde que pelo menos uma chave esteja
acionada.
S=A+B
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pilha
REPOUSO
REPOUSO
PARALELO - NA -
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pilha
REPOUSO
ATUADA
PARALELO - NA -
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pilha
ATUADA
REPOUSO
PARALELO - NA -
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PARALELO - NA -
pilha
ATUADA
ATUADA
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
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Carga operada por chave NA
CARGA
CHAVES
G
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ASSOCIAÇÃO DE CHAVES –NF-
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ASSOCIAÇÃO SÉRIE
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Quando se associam chaves em série sua carga só será energizada
quando todas as chaves estiverem fechadas.
Chaves NF: a carga só liga se todas as chaves estiverem não
acionadas.
S=A•B
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REPOUSO
pilha
REPOUSO
SÉRIE - NF -
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REPOUSO
pilha
ATUADA
SÉRIE - NF -
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pilha
REPOUSO
ATUADA
SÉRIE - NF -
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pilha
ATUADA
ATUADA
SÉRIE - NF -
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
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Carga operada por chave NF
CARGA
CHAVEG
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ASSOCIAÇÃO PARALELA
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Quando as chaves se associam em paralelo, sua carga será
energizada desde que pelo menos uma das chaves esteja fechada.
Chaves NF: a carga se liga desde que pelo menos uma chave esteja
não acionada.
S=A+B
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PARALELO - NF -
pilha
REPOUSO
REPOUSO
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PARALELO - NF -
pilha
REPOUSO
ATUADA
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PARALELO - NF -
pilha
ATUADA
REPOUSO
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PARALELO - NF -
pilha
ATUADA
ATUADA
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
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Carga operada por chave NF
CARGA
CHAVES
G
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CHAVE MAGNÉTICA
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RELÉ DE PEQUENO PORTE
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A chave magnética compõe-se de:
 BOBINA;
 FERRAGEM (PARTE FIXA E PARTE MÓVEL)
 CHAVES (PARTE FIXA E PARTE MÓVEL)
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+
A BOBINA, ENERGIZADA, GERA UM CAMPO MAGNÉTICO
+
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O CAMPO MAGNÉTICO É CONCENTRADO PELA PARTE FIXA DO ENTRE-FERRO,
NA QUAL É FIXADA A BOBINA E A PARTE FIXA DAS CHAVES
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04:43
+
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+
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O CAMPO MAGNÉTICO, CONCENTRADO, ATRAI A PARTE MÓVEL DO ENTRE-
FERRO NA QUAL SE PRENDE A PARTE MÓVEL DAS CHAVES
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+
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+
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 76
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+
PARTES FIXAS
PARTES MÓVEIS
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+
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1 - O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO NA BOBINA QUANDO ENERGIZADA, É
CONCENTRADO PELA PARTE FIXA DO ENTRE-FERRO, NA QUAL É FIXADA A
BOBINA E A PARTE FIXA DAS CHAVES
2 - O CAMPO MAGNÉTICO, CONCENTRADO, ATRAI A PARTE MÓVEL DO
ENTRE-FERRO NA QUAL SE PRENDE A PARTE MÓVEL DAS CHAVES
3 - QUANDO SE UNEM A PARTE MÓVEL COM A PARTE FIXA HÁ O
ACIONAMENTO DAS CHAVES..
4 - QUANDO SE UNEM A PARTE MÓVEL COM A PARTE FIXA HÁ TAMBÉM UMA
CONCENTRAÇÃO AINDA MAIOR DO CAMPO MAGNÉTICO, AUMENTANDO A
INDUTÂNCIA E REDUZINDO A CORRENTE ELÉTRICA CASO A TENSÃO
APLICADA SEJA ALTERNADA.
ESTE EFEITO PROVOCA UMA MAIOR VELOCIDADE DE ACIONAMENTO DAS
CHAVES MAGNÉTICAS ACIONADAS POR TENSÃO ALTERNADA SE
COMPARADA A DAQUELAS ACIONADAS POR TENSÃO CONTÍNUA.
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A INTENSIDADE DE CORRENTE DE ACIONAMENTO DA (BOBINA) CHAVE
MAGNÉTICA É MUITO MENOR QUE A CORRENTE POSSÍVEL DE SER
COMANDADA PELAS SUAS CHAVES.
POR ISSO UM DISPOSITIVO UMA PEQUENA POTÊNCIA PODE ENERGIZAR A
BOBINA, QUE ATIVARÁ SUAS CHAVES, QUE PODEM COMANDAR UMA ALTA
POTÊNCIA COMO DE UM MOTOR.
CORRENTES NA CHAVE MAGNÉTICA
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ISOLAMENTO ENTRE CIRCUITOS QUE INTERAGEM
A BOBINA DA CHAVE MAGNÉTICA É GALVANICAMENTE ISOLADA DAS CHAVES
POR ELA OPERADAS.
ISSO SIGNIFICA QUE UMA TENSÃO APLICADA ENTRE A BOBINA E AS CHAVES
NÃO PROVOCARÁ CORRENTE ELÉTRICA
POR ISSO, É POSSÍVEL POR EXEMPLO UMA FONTE DE TENSÃO CONTÍNUA
( EX.: 24V) ALIMENTAR A BOBINA E UMA DE TENSÃO ALTERNADA (EX.: 440V)
ALIMENTAR A CARGA ATRAVÉS DAS CHAVES OPERADAS PELA CHAVE
MAGNÉTICA.
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A CHAVE MAGNÉTICA PODE OPERAR SIMULTANEAMENTE VÁRIAS CHAVES E
POR ISSO É POSSÍVEL A PARITR DE UMA ÚNICA CHAVE ACIONAR DIVERSOS
RECEPTORES
MULTIPLICAÇÃO DE CONTATOS
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04:43
QUANDO SE USA UMA CHAVE NORMALMENTE ABERTA OPERADA PELA CHAVE
MAGNÉTICA, A CARGA FICARÁ ENERGIZADA ENQUANTO A BOBINA ESTIVER
ENERGIZADA.
LIGOUA CHAVE, LIGAA
CARGA
 
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+
0A
0A
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+
5A
0,2A
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QUANDO SE USA UMA CHAVE NORMALMENTE FECHADA OPERADA PELA CHAVE
MAGNÉTICA, A CARGA FICARÁ ENERGIZADA ENQUANTO A BOBINA ESTIVER
DESENERGIZADA
LIGOUACHAVE, DESLIGA
ACARGA
 
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+
5A
0A
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04:43
+
0A
0,2A
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
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CHAVE MAGNÉTICA NÃO ATUADA
CARGA A NÃO ATUADA
CARGA B ATUADA
b
a
13
14
21
22
S1
G
G
A B
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04:43
CHAVE MAGNÉTICA ATUADA
CARGA A ATUADA
CARGA B NÃO ATUADA
b
a 13
14
21
22
S1
G
G
A B
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CHAVE MAGNÉTICA ACIONADA POR CHAVE NF
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USANDO UMA CHAVE NA DA CHAVE MAGNÉTICA
CHAVE MAGNÉTICA ACIONADA POR CHAVE NF
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04:43
+
5A
0,2A
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04:43
+
0A
0A
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04:43
USANDO UMA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA
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04:43
+
0A
0,2A
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04:43
+
5A
0A
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 99
04:43
CHAVE MAGNÉTICA ATUADA
CARGA A ATUADA
CARGA B NÃO ATUADA
b
a 13
14
21
22
S1
G
G
A B
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 100
04:43
CHAVE MAGNÉTICA NÃO ATUADA
CARGA A NÃO ATUADA
CARGA B ATUADA
b
a
33
34
41
42
S1
G
G
A B
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 101
04:43
SE NO CAMPO HÁ UMA CHAVE NF, POR CUJA ATUAÇÃO É NECESSÁRIO LIGAR
ALGUM CIRCUITO, PODE-SE ENERGIZAR A BOBINA DE UMA CHAVE MAGNÉTICA
ATRAVÉS DA CHAVE NF DE CAMPO, E USAR UMA CHAVE NF DA CHAVE
MAGNÉTICA PARA ENERGIZAR TAL DISPOSITIVO.
Exemplo de aplicação da chave NF da chave
magnética
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 102
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S1
CHAVE DE CAMPO NF (S1) EM REPOUSO
DISPOSITIVO A NÃO ATUADO
b
a
G
BOBINA ENERGIZADA
13
14 G
A
C1-1
ABERTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 103
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b
a
G
CHAVE DE CAMPO NF (S1) ATUADA
DISPOSITIVO A ATUADO
13
14 G
A
C1-1
FECHADO
BOBINA DESENERGIZADA
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 104
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DIAGRAMAS ELÉTRICOS MAIS COMPLEXOS
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 105
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DIAGRAMAS ELÉTRICOS MAIS COMPLEXOS
OS DIAGRAMAS ELÉTRICOS PODEM SER FEITOS DE ACORDO COMO O
MODELO UNIFILAR OU MULTIFILAR CONFORME SEU OBJETIVO.
 UNIFILAR > OBJETIVA MOSTRAR AS INTERLIGAÇÕES ENTRE
EQUIPAMENTOS SEM MINÚCIAS QUANTO AOS PONTOS DE CONEXÃO
EXISTENTES NESSES EQUIPAMENTOS.
 MULTIFILAR > OBJETIVA MOSTRAR TODOS OS CONDUTORES E CONEXÕES
EXISTENTES EM UMA INSTALAÇÃO.
NO EXEMPLO A SEGUIR, NO GERADOR HÁ APENAS UMA LINHA NO UNIFILAR.
SE FOSSE FEITO O MULTIFILAR, HAVERIA PELO MENOS CINCO.
NO TRANSFORMADOR HÁ DUAS LINHAS, QUANDO NO MULTIFILAR HAVERIA
OITO.
DIAGRAMAS UNIFILARES E MULTIFILARES
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 106
04:43
DISJUNTORDISJUNTOR
REDE EMPRESA CONCESSIONÁRIA
TRANSFORMADOR
MEDIÇÃO
GERADOR
INTERTRAVAMENTO ELETROMECÂNICO
CGR CRD
DIAGRAMA UNIFILAR
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 107
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M1
3~
F1 F2 F3
C1
R1
DIAGRAMA UNIFILAR E MULTIFILAR DE UM MOTOR
RAMAL DISTRIBUIDOR
M1
FUSÍVEIS
CHAVE
MOTOR
RELÉ TÉRMICO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 108
04:43
FUSÍVEL
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 109
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FUSÍVEL
 Os FUSÍVEIS são dispositivos de proteção contra curto-circuito (e contra sobre-
carga caso não seja usado outro dispositivo para este fim) de utilização única: após
sua atuação devem ser descartados.
São compostos por: elemento fusível, corpo, terminais e dispositivo de indicação
da atuação do fusível..
elemento fusível.
corpo
terminais.
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 110
04:43
FUSÍVEL
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 111
04:43
FUSÍVEL
 A seguir vê-se uma curva de um fusível de 60A
 5000A
 2ms
 0,5s
 400A100A
 5mi
n
TEMPODEFUSÃO
 Corrente de curto circuito
10000A capacidade de
interrupção
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 112
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FUSÍVEL
 TIPOS:
NH - Usados em circuito de alta potência e conectados por encaixe, com
ferramenta própria (punho) para proteção do operador;
DIAZED - Usados em circuitos baixa potência e conectados através do
porta-fusível que se monta por rosca. O próprio suporte do fusível
protege o operador contra choque elétrico.
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 113
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FUSÍVEL
 VELOCIDADE:
· RÁPIDOS: Estes tipos são os que têm atuação mais rápida..
· RETARDOS: Fusíveis para circuitos de motores elétricos e de
capacitores. não se rompem durante os picos de corrente de partida.
Se a corrente for muito maior que oito vezes a normal o fusível passa a
agir tão rápido quanto um de ação rápida.
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# DIAZED
# SILIZED
(Ultra rápido)
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NEOZED
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NH
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(ALTA VELOCIDADE)
# SITOR
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FUSÍVEL
   
 
 
Micro fusíveis para ligação em
Circuitos Impressos
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BORNES E CONEXÕES
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 120
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DISJUNTOR QUICK LEG
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 121
04:43
CIRCUITOS DE COMANDO E INTERTRAVAMENTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 122
04:43
G
a2
a1
C1
C1
B1
B2
CIRCUITO BÁSICO DE COMANDO COM TRAVA
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04:43
a2
a1
C1
C1
C1
C1B1
R1
CIRCUITO DE COMANDO E SINALIZAÇÃO E DE FORÇA
F
N
M1
3~
F1 F2 F3
C1
R1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 124
04:43
C1
G
a2
a1
C1
C1
C1
B1
B2
B1
CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO
FUNCIONAMENTO
 BOBINA ENERGIZADA
 SELO FECHADO
 BOTÃO LIGA ACIONADO
 BOTÃO LIGA DESACIONADO
CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO
FUNCIONAMENTO
ACIONAMENTO DE C1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 125
04:43
C1
G
a2
a1
C1
C1
B1
B2
C1
 BOBINA DESENERGIZADA
 SELO ABERTO
 BOTÃO DESLIGA ACIONADO
 BOTÃO DE LIGA DESACIONADO
CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO
FUNCIONAMENTO
DE VOLTA AO REPOUSO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 126
04:43
C1
G
a2
a1
C1
C1
C1
B1
B2
CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO
FUNCIONAMENTO
DE VOLTA AO REPOUSO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 127
04:43
CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO
APLICAÇÃO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 128
04:43
CIRCUITO DE COMANDO E DE FORÇA DE UM MOTOR TRIFÁSICO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 129
04:43
CIRCUITO DE COMANDO E SINALIZAÇÃO E DE FORÇA
a2
a1
C1
C1
C1
C1B1
C1
F
N
M1
3~
F1 F2 F3
C1
R1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 130
04:43
RELÉ TÉRMICO
 DESTINA-SE A PRODUZIR UM SINAL ELÉTRICO (CHAVEAMENTO0 PARA O
DESLIGAMENTO DE UM MOTOR NA OCORRÊNCIA DE UMA SOBRECARGA
DISPÕE DE UM ELEMENTO TÉRMICO CUJO MOVIMENTO PRODUZ O
ACIONAMENTO DE UMA CHAVE QUE É USUALMENTE LIGADA EM SÉIRE COM A
CHAVE MAGNÉTICA QUE ENERGIZA O MOTOR
O MOVIMENTO DO ELEMENTO TÉRMICO , QUE É UM BIMETÁLICO, OCORRE POR
CAUSA DA CORRENTE QUE POR ELE FLUI, E QUE É A MESMA DO MOTOR
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 131
04:43
R1
RELÉ TÉRMICO
SÍMBOLOS
CIRCUITO DE POTÊNCIA CIRCUITO DE COMANDO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 132
04:43
a2
a1
C1
C1
C1
C1B1
C1
F
N
M1
3~
F1 F2 F3
C1
R1
RELÉ TÉRMICO
SÍMBOLOS
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 133
04:43
RELÉ TÉRMICO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 134
04:43
• AJUSTE DE ESCALA BOTÃO "RESET"
MANUAL/AUTOMÁTICO (AZUL)
• BOTÃO "DESLIGA" (VERMELHO)
FUNÇÃO TESTE/STOP
• AJUSTE DE ESCALA
AJUSTES E TESTES
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 135
04:43
RELÉS DE TEMPO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 136
04:43
RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
bobina chaves
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 137
04:43
RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
tempo
tempo
Contatos
t
bobina
desligamento
GRÁFICOS DE ESTADO X TEMPO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 138
04:43
C1
G
a2
a1
C1
C1
C1
B1
B2
T1
C1
T1
Tt=6s
T=1sT=2sT=3sT=4sT=5sT=6s
 contatos do relé acionados
 relé acionado
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO DA ENERGIZAÇÃO
ACIONAMENTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 139
04:43
C1
G
a2
a1
C1
C1
C1
B1
B2
T1
C1
T1
Tt=6s
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
DESACIONAMENTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 140
04:43
C1
G
a2
a1
C1
C1
C1
B1
B2
T1
C1
T1
 contatos do relé desacionados
 relé desacionado
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
DESENERGIZAÇÃO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 141
04:43
C1
G
a2
a1
C1
C1
C1
B1
B2
T1
C1
T1
 contatos do relé desacionados
 relé desacionado
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
DESLIGAMENTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 142
04:43
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
PROBLEMA DE APLICAÇÃO
001
LSL
001
ATRAVÉS DE CHAVES DE NÍVEL,
CONTROLAR O NÍVEL DE T-001
ATUANDO EM XV-001
XV
001
LSH
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 143
04:43
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
CIRCUITO DE APLICAÇÃO
NESTE CIRCUITO NÃO SE
UTILIZOU O TEMPORIZADOR MAS
A VARIAÇÃO DE NÍVEL DO
TANQUE É GRANDE.
a2
a1
C1
C1
C1LSL
0Vca
LSH
XV
220Vca
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 144
04:43
a2
a1
C1
C1
LSH
0Vca
LSL
XV
220Vca
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
CIRCUITO DE APLICAÇÃO
TEMPORIZADOR PARA ABRIR A
XV UM TEMPO APÓS O RETORNO
AO REPOUSO DE LSH, ANTES DO
NÍVEL FICAR ABAIXO DE LSL
T1
a2
a1
T1
C1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 145
04:43
RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO
bobina chaves
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 146
04:43
tempo
Contatos
t
bobina
desligamentoligamento
tempo
RELÉ DE TEMPO
GRÁFICOS DE ESTADO X TEMPO
RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 147
04:43
 botão liga acionado
C1
G
a2
a1
C1
C1
C1
B1
B2
T1
C1
T1
T=1sT=2sT=3sT=4sT=5s
Tt=8s
T=6s
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO
 chaves de T1 acionadas... botão liga desacionado botão desliga acionado Selo aberto; bobinas C1 e T1
desacionadas
T=7sT= 8s
 temporizando...
 chaves de T1 liberadas...
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 148
04:43
Temporizador de pulso
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 149
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
O SENSOR INDUSTRIAL É UM DISPOSITIVO QUE ALTERA A CONDIÇÃO DE
CONDUÇÃO DE SEU CIRCUITO DE SAÍDA EM FUNÇÃO DA MUDANÇA DA
VARIÁVEL FÍSICA PARA A QUAL FOI FABRICADO.
NO CASO DOS SENSORES DE POSIÇÃO A VARIÁVEL FÍSICA É
EXATAMENTE A PROXIMIDADE DE ALGUM CORPO.
CONFORME O PRINCÍPIO UTILIZADO PARA PERCEBER A PROXIMIDADE DO
CORPO, O SENSOR PODE SER:
INDUTIVO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE METAIS;
CAPACITIVO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE QUALQUER MATERIAL;
MAGNÉTICO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE FLUXO MAGNÉTICO;
ÓTICO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE CORPOS QUE
POSSAMINTERFERIR NO FEIXE LUMINOSO COM QUE TRABALHAM;
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 150
04:43
Sensor de corpo tubular
Plástico
Metálico
Face translúcida (óptico)
SENSORES DE PROXIMIDADE
ASPECTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 151
04:43
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 152
04:43
SÍMBOLOS
INDUTIVO
CAPACITIVO
MAGNÉTICO
ÓPTICO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 153
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR INDUTIVO
CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS
ALTERAÇÕES DO CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UM
INDUTOR INTERNO.
TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR METAIS QUE ESTEJAM
PRÓXIMOS.
A ALTERAÇÃO DO CAMPO COMUTARÁ A SAÍDA DE SINAL
PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO SOMENTE DE METAIS
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 154
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR INDUTIVO
SENSOR NÃO ATUADO PLÁSTICO
SENSOR NÃO ATUADO
METAL
SENSOR ATUADO
METAL
d
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 155
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR CAPACITIVO
CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS
ALTERAÇÕES DO CAMPO ELÉTRICO PRODUZIDO POR UM
CAPACITOR INTERNO.
TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR QUAISQUER MATERIAIS NÃO
GASOSOS QUE ESTEJAM PRÓXIMOS.
A ALTERAÇÃO DO CAMPO COMUTARÁ A SAÍDA DE SINAL
PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER
MATERIAL.
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 156
04:43
SENSOR NÃO ATUADO PLÁSTICO
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR CAPACITIVO
SENSOR ATUADO PLÁSTICO
SENSOR ATUADO
METAL
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 157
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR CAPACITIVO
LÍQUIDO
SENSOR NÃO ATUADO
LÍQUIDO
SENSOR ATUADO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 158
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR ÓPTICO
CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS ALTERAÇÕES
DO FLUXO LUMINOSO QUE ATINGE SEU ELEMENTO FOTO SENSÍVEL.
TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR QUAISQUER MATERIAIS NÃO GASOSOS
QUE ESTEJAM NO CAMINHO DO FLUXO.
A ALTERAÇÃO DO FLUXO LUMINOSO COMUTARÁ A SAÍDA DE SINAL
PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER MATERIAL.
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 159
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR ÓPTICO
A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA SEPARADA DO ELEMENTO
SENSÍVEL, QUE MANTÉM A SAÍDA DO SENSOR ATUADA ENQUANTO O FLUXO
LUMINOSO O ATINGIR.
A SAÍDA É COMUTADA QUANDO ALGUM CORPO FAZ UMA BARREIRA
INTERROMPENDO O FLUXO.
BARREIRA
PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER MATERIAL.
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 160
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR ÓPTICO
SENSOR ATUADO PLÁSTICO FONTE DE LUZ
SENSOR ATUADO PLÁSTICO
FONTE DE LUZ
BARREIRA
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 161
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR ÓPTICO
A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA AO LADO DO ELEMENTO
SENSÍVEL, EM UMA MESMA UNIDADE, DE FORMA QUE O FEICHE LUMINOSO
SÓ ATINGE O ELEMENTO SENSÍVEL SE HOUVER REFLEXÃO.
REFLEXIVO
TAL REFLEXÃO É CONSEGUIDA POR UM ESPELHO POSICIONADOÀ FRENTE DO
SENSOR.
DESTA FORMA O ELEMENTO SENSÍVEL ESTÁ ATINGIDO EXCETO QUANDO
ALGUM CORPO É POSICIONADO ENTRE O SENSOR E O ESPELHO..
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 162
04:43
SENSOR ATUADO
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR ÓPTICO
ESPELHO
REFLEXIVO
ESPELHO
ESPELHO
SENSOR NÃO ATUADO
SENSOR NÃO ATUADO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 163
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR ÓPTICO
A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA AO LADO DO ELEMENTO
SENSÍVEL, EM UMA MESMA UNIDADE, DE FORMA QUE O FEICHE LUMINOSO
SÓ ATINGE O ELEMENTO SENSÍVEL SE HOUVER REFLEXÃO.
REFLEXIVO POR DIFUSÃO
TAL REFLEXÃO É CONSEGUIDA POR QUALQUER CORPO NÃO
ABSOLUTAMENTE OPACO POSICIONADOÀ FRENTE DO SENSOR.
DESTA FORMA O ELEMENTO SENSÍVEL SÓ É ATINGIDO QUANDO ALGUM
CORPO É POSICIONADO À FRENTE DO SENSOR.
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 164
04:43
SENSOR NÃO ATUADO
SENSORES DE PROXIMIDADE
SENSOR ÓPTICO
REFLEXIVO RETRO DIFUSÃO
SENSOR ATUADO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 165
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
FORMAS DE LIGAÇÃO
A DOIS FIOS
CARGA
GERADOR/
FONTE
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 166
04:43
SENSORES DE PROXIMIDADE
FORMAS DE LIGAÇÃO
GERADOR/
FONTE
CARGA
GERADOR/
FONTE
A TRÊS FIOS (SEMPRE CC)
PNP
CARGA
NPN
+
-
+
-
saída
saída
+
-
+
-
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 167
04:43
INTERTRAVAMENTOS
SISTEMA DE INTERLIGAÇÃO QUE GARANTE A DEPENDÊNCIA DO
FUNCIONAMENTO DE UM EQUIPAMENTO EM FUNÇÃO DO ESTADO DE
OUTRO.
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 168
04:43
INTERTRAVAMENTOS
C2 SÓ PODE SER LIGADO E SÓ PERMANECE LIGADO SE C1 ESTIVER LIGADO
SISTEMA 1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 169
04:43
G
a2
a1
C1
c1
C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
c2
C2
B3
B4
C2
C1
INTERTRAVAMENTOS
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 170
04:43
INTERTRAVAMENTOS
FUNCIONAMENTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 171
04:43
G
a2
a1
C1
c1
C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C2
C1-1
INTERTRAVAMENTOS
REPOUSO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 172
04:43
G
a2
a1
C1
c1
C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C2
C1-1
INTERTRAVAMENTOS
• AQUI B3 ESTÁ ACIONADO, PORÉM C2 NÃO SE ENERGIZA POIS C1-1 ESTÁ ABERTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 173
04:43
G
a2
a1
C1
c1
C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C2
C1
INTERTRAVAMENTOS
• COM B1 ACIONADO, C1 SE LIGA FECHANDO C1-1 E POSSIBILITANDO LIGAR C2
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 174
04:43
G
a2
a1
C1
c1
C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C2
C1-1
INTERTRAVAMENTOS
• B3 ACIONADO JÁ COM C1 ACIONADO
• AGORA B2 SERÁ ACIONADO DESLIGANDO C1, E C2 ATRAVÉS DE C1-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 175
04:43
G
a2
a1
C1
c1
C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C2
C1
INTERTRAVAMENTOS
• B2 ESTÁ ACIONADO, JÁ COM C1 E C2 DESACIONADOS
• LIBERADO B2, TODO O SISTEMA VOLTA AO REPOUSO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 176
04:43
INTERTRAVAMENTOS
C2 DEPENDE DE C1 APENAS PARA PARTIR
SISTEMA 2
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 177
04:43
INTERTRAVAMENTOS
DIAGRAMA ELÉTRICO
C2
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 178
04:43
INTERTRAVAMENTOS
FUNCIONAMENTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 179
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
REPOUSO
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 180
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
C1 LIGADO, PERMITE PARTIR C2 POR B3, ATRAVÉS DE C1-1
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 181
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
C2 LIGADO SE SELA E INDEPENDE DE C1, QUE PODE SER DESLIGADO, POR B2
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
B3 PODE SER LIBERADO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 182
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
C1 PODE SER DESLIGADO ATRAVÉS DE B2
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 183
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
B2 ACIONADO
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
B2 LIBERADO RETORNA O SISTEMA AO REPOUSO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 184
04:43
INTERTRAVAMENTOS
C2 DEPENDE DE C1 APENAS PARA MANTER-SE LIGADO
SISTEMA 3
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 185
04:43
INTERTRAVAMENTOS
DIAGRAMA DE INTERLIGAÇÃO
C2
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 186
04:43
INTERTRAVAMENTOS
FUNCIONAMENTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 187
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
REPOUSO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 188
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
AO LIGAR B3, C2 SE ENERGIZA MAS VOLTA A SE DESENERGIZAR ASSIM QUE B3 FOR LIBERADO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 189
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1
LIBERANDO B3, C2 VOLTA A SE DESENERGIZAR
SE CI ESTIVESSE LIGADO O SELO DE C2 MANTERIA A BOBINA DE C2 LIGADA
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 190
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B4
C1-1
COM C1 LIGADO BASTA ACIONAR B3 E VOLTAR A LIBERÁ-LO C2 SE MANTÉM LIGADO.
B3
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 191
04:43
INTERTRAVAMENTOS
C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2
SISTEMA 4
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 192
04:43
INTERTRAVAMENTOS
DIAGRAMA ELÉTRICO
C2
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1C2-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 193
04:43
INTERTRAVAMENTOS
FUNCIONAMENTO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 194
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2
G
a2
a1
C1
c1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
AO LIGAR C1, C2 FICA IMPOSSIBILITADA DE SE LIGAR, E VICE-VERSA.
C1-1C2-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 195
04:43
C2
INTERTRAVAMENTOS
C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2
G
a2
a1
C1
C1 C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1 LIGADO E B3 ACIONADO
C1-1C2-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 196
04:43
INTERTRAVAMENTOS
C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 PARA SE MANTEREM LIGADOS
SISTEMA 5
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 197
04:43
INTERTRAVAMENTOS
C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 PARA SE MANTEREM LIGADOS
SISTEMA 5
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 198
04:43
INTERTRAVAMENTOSINTERTRAVAMENTOS
DIAGRAMA ELÉTRICO
C2
G
a2
a1
C1
C1
C1
C1
B1
B2
a2
a1
C2
C2
C2
B3
B4
C1-1C2-1
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 199
04:43
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 200
04:43
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
SISTEMA DE PARTIDA NO QUAL CADA BOBINA DO MOTOR
RECEBE INICIALMENTE A TENSÃO ENTRE FASE E NEUTRO E
POSTERIORMENTE A TENSÃO ENTRE FASE E FASE.
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 201
04:43
M1
3~
F1 F2 F3
C1
R1
C3
C2
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 202
04:43
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
1
4
2
6
3
5
1
4
2
5
3
6
Cada bobina recebe a tensão entre fase e fase
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 203
04:43
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
1
4
2
5
3
6
1
4
2
5
6
3
Cada bobina recebe a tensão entre fase e neutro
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 204
04:43
G
a2
a1
C1
C1
C1
C1
B1
B2 C2
C2-1
a2
a1
T1
a2
a1
C3
T1
a2
a1
C2
C3
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 205
04:43
G
a2
a1
C1
C1
C1B1
B2 C2
C2-1
a2
a1
T1
a2
a1
C3
T1
a2
a1
C2
C3
C1
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO
PARTIDA EM ESTRELA
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 206
04:43
G
a2
a1
C1
C1
C1B1
B2 C2
C2-1
a2
a1
T1
a2
a1
C3
T1
a2
a1
C2
C3
C1
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO
FUNCIONAMENTO EM TRIÂNGULO
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 207
04:43
Dimensionamento de condutores
D
πD 2
S=
4
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 208
04:43
O dimensionamento de condutores tem por objetivo encontrar a bitola
ou seja a dimensão da secção transversal do condutor.
O dimensionamento deve ser feito a partir de dois critérios:
• Capacidade de condução (“ampacidade”);
• Queda de tensão;
Dimensionamento de condutores
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 209
04:43
Por capacidade de condução entende-se o valor de corrente
que um condutor pode conduzir sem sofrer danos nem
superaquecer.
Para utilizar esse método calcula-se a corrente nominal do
circuito e através de tabelas chega-se à dimensão do
condutor a se utilizado.
Capacidade de condução
Dimensionamento de condutores
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 210
04:43
Exemplo 1
Deseja-se encontrar a bitola do condutor que energizará
um grupo de lâmpadas incandecentes, de potência total
44000W com tensão de 440V.
Solução:
Calcula-se a corrente usando I=P/V
Então,
I=44000/440 = 100A
Dimensionamento de condutores
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 211
04:43
Exemplo 1
• 100A
De posse desse valor usa-se a tabela para encontrar a
bitola do condutor adequado.
50125
1050
4,028
1,515
2568
6,036
2,521
Bitola(mm2
)Corrente(A)
No caso o condutor
adequado é o de 50mm2
Dimensionamento de condutores
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 212
04:43
Por esse critério calcula-se a bitola a partir da
resistência e essa a partir da tensão e corrente
do circuito.
A corrente será calculada da mesma maneira do
exemplo anterior e a tensão será um percentual
da total (alimentação).
Critério de queda de tensão
Dimensionamento de condutores
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 213
04:43
Tal percentual se refere à queda de tensão nos condutores
admitida pelo circuito.
Esse percentual é sempre um valor entre 3% e 10%
Critério de queda de tensão
A fórmula pela qual se calcula a bitola
do condutor é:
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 214
04:43
S=
56u
2LI L=distância do receptor ao
gerador em metros
I=corrente em ampères
u= queda de tensão absoluta
nos condutores
Critério de queda de tensão
Onde
S=bitola do condutor em mm2
Circuito monofásico
Dimensionamento de condutores
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 215
04:43
L=distância do receptor ao
gerador em metros
I=corrente em ampères
u= queda de tensão absoluta
nos condutores
Critério de queda de tensão
Onde
S=bitola do condutor em mm2
Circuito trifásico
S=
56u
√3LI
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 216
04:43
Critério de queda de tensão
Deseja-se encontrar a bitola do condutor que energizará
um grupo de lâmpadas incandecentes, de potência total
44000W com tensão de 440V,distante 400m do gerador e
com 5% de queda admitida.
Dimensionamento de condutores
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 217
04:43
1- Calcula-se a queda de tensão absoluta nos condutores:
 u=5%Vt=0,05x440=22V
Critério de queda de tensão
2- Aplica-se na fórmula:
S = =65mm2
56*22
2*400*100
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 218
04:43
Dimensionamento de condutores
Conclusão
A bitola a ser usada é a maior dentre as duas calculadas: 65mm2
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 219
04:43
Cansaço...
25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 220
04:43
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  • 2. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 2 04:43 EQUIPAMENTOS CAPAZES DE EXECUTAR A INTERLIGAÇÃO E DESLIGAMENTO DE PONTOS ENTRE OS QUAIS CIRCULARÁ CORRENTE QUANDO INTERLIGADOS. DISPOSITIVOS DE MANOBRA ELÉTRICA TEMBÉM CHAMADOS DE CHAVES.
  • 3. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 3 04:43 CHAVES
  • 4. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 4 04:43 TENSÃO: QUANDO ABERTAS AS CHAVES FICAM SUBMETIDAS A UM ALTO VALOR DE TENSÃO E DEVEM SUPORTÁ-LO SEM PERMITIR FLUXO DE CARGAS. CORRENTE: QUANDO FECHADAS AS CHAVES DEVEM CONDUZIR A CORRENTE DO CIRCUITO COMANDADO SEM SUPER AQUECER NEM PROVOCAR QUEDA DE TENSÃO. VELOCIDADE DE OPERAÇÃO: QUANTO MAIS RÁPIDO A CHAVE SE ABRIR OU FECHAR, MENOR SERÁ A POSSIBILIDADE DE PRODUÇÃO DE RESISTÊNCIA NOS PONTOS DE CONTATO E CONSEQUENTEMENTE MENOR SERÁ A QUEDA DE TENSÃO PRODUZIDA E O CALOR. NÚMERO DE OPERAÇÕES: INDICA A QUANTIDADE DE OPERAÇÕES QUE A CHAVE PODE EXECUTAR ATÉ QUE SE DESTRUA. PARÂMETROS
  • 5. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 5 04:43 Parte metálica fixa Botão (material isolante) ContatoParte metálica fixa Base (material isolante) Parafuso de conexão ESTRUTURA BÁSICA DAS CHAVES
  • 6. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 6 04:43 CHAVES DE IMPULSO São chaves de duas posições: uma dessas posições é mantida pelo acionamento e apenas enquanto durar o acionamento. A outra, chamada posição de repouso, é mantida por algum método próprio da chave, como uma mola por exemplo. Conforme a posição de repouso, a chave recebe uma denominação específica: Quando a mola mantém a chave aberta, esta última se chama normalmente aberta ou NA; Quando a mola mantém a chave fechada, esta última se chama normalmente fechada ou NF.
  • 7. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 7 04:43
  • 8. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 8 04:43
  • 9. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 9 04:43
  • 10. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 10 04:43
  • 11. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 11 04:43 CHAVES NA
  • 12. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 12 04:43 Chave NA atuação por botão Posição em repouso
  • 13. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 13 04:43 Chave NA atuação por botão Posição atuada
  • 14. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 14 04:43 CIRCUITO EXEMPLO DE USO DA CHAVE NA
  • 15. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 15 04:43 A carga estará energizada somente se a chave NA estiver acionada. S=A
  • 16. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 16 04:43 Chave NA atuação por botão Posição de repouso pilha
  • 17. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 17 04:43 Chave NA atuação por botão Posição atuada pilha
  • 18. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 18 04:43 DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
  • 19. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 19 04:43 CARGA OPERADA POR CHAVE COM RETENÇÃO CARGA ENERGIZADA CARGA DESENERGIZADA G G CHAVE FECHADA CHAVE ABERTA
  • 20. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 20 04:43 CARGA OPERADA POR CHAVE NA CARGA ENERGIZADA CARGA DESENERGIZADA G G CHAVE ATUADA CHAVE EM REPOUSO
  • 21. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 21 04:43 CHAVE NF
  • 22. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 22 04:43 Posição em repouso CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO
  • 23. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 23 04:43 Posição atuada CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO
  • 24. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 24 04:43 CIRCUITO EXEMPLO DE USO DA CHAVE NF
  • 25. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 25 04:43 A carga estará energizada somente se a chave NA estiver não acionada. S=A
  • 26. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 26 04:43 Posição de repouso pilha CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO
  • 27. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 27 04:43 Chave NF atuação por botão Posição atuada pilha
  • 28. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 28 04:43 DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
  • 29. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 29 04:43 CARGA DESENERGIZADA CHAVE NÃO ATUADA (FECHADA) CARGA ENERGIZADA CHAVE ATUADA (ABERTA) G G CARGA OPERADA POR CHAVE NF
  • 30. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 30 04:43 ASSOCIAÇÕES
  • 31. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 31 04:43 AS ASSOCIAÇÕES SE FAZEM PARA OBTER FORMAS DE DEPENDÊNCIA MAIS COMPLEXAS ENTRE AS CHAVES E AS RESPECTIVAS CARGAS.
  • 32. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 32 04:43 ASSOCIAÇÕES DE CHAVES NA
  • 33. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 33 04:43 ASSOCIAÇÃO SÉRIE
  • 34. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 34 04:43 Quando se associam chaves em série sua carga só será energizada quando todas as chaves estiverem fechadas. Chaves NA: a carga só liga se todas as chaves estiverem acionadas. S=A•B
  • 35. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 35 04:43 SÉRIE - NA - pilha REPOUSO REPOUSO
  • 36. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 36 04:43 pilha REPOUSO ATUADA SÉRIE - NA -
  • 37. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 37 04:43 SÉRIE - NA - pilha ATUADA REPOUSO
  • 38. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 38 04:43 SÉRIE - NA - pilha ATUADA ATUADA
  • 39. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 39 04:43 DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
  • 40. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 40 04:43 Carga operada por chave NA CARGA CHAVEG
  • 41. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 41 04:43 ASSOCIAÇÃO PARALELA
  • 42. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 42 04:43 Quando as chaves se associam em paralelo, sua carga será energizada desde que pelo menos uma das chaves esteja fechada. Chaves NA: a carga se liga desde que pelo menos uma chave esteja acionada. S=A+B
  • 43. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 43 04:43 pilha REPOUSO REPOUSO PARALELO - NA -
  • 44. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 44 04:43 pilha REPOUSO ATUADA PARALELO - NA -
  • 45. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 45 04:43 pilha ATUADA REPOUSO PARALELO - NA -
  • 46. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 46 04:43 PARALELO - NA - pilha ATUADA ATUADA
  • 47. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 47 04:43 DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
  • 48. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 48 04:43 Carga operada por chave NA CARGA CHAVES G
  • 49. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 49 04:43 ASSOCIAÇÃO DE CHAVES –NF-
  • 50. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 50 04:43 ASSOCIAÇÃO SÉRIE
  • 51. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 51 04:43 Quando se associam chaves em série sua carga só será energizada quando todas as chaves estiverem fechadas. Chaves NF: a carga só liga se todas as chaves estiverem não acionadas. S=A•B
  • 52. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 52 04:43 REPOUSO pilha REPOUSO SÉRIE - NF -
  • 53. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 53 04:43 REPOUSO pilha ATUADA SÉRIE - NF -
  • 54. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 54 04:43 pilha REPOUSO ATUADA SÉRIE - NF -
  • 55. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 55 04:43 pilha ATUADA ATUADA SÉRIE - NF -
  • 56. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 56 04:43 DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
  • 57. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 57 04:43 Carga operada por chave NF CARGA CHAVEG
  • 58. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 58 04:43 ASSOCIAÇÃO PARALELA
  • 59. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 59 04:43 Quando as chaves se associam em paralelo, sua carga será energizada desde que pelo menos uma das chaves esteja fechada. Chaves NF: a carga se liga desde que pelo menos uma chave esteja não acionada. S=A+B
  • 60. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 60 04:43 PARALELO - NF - pilha REPOUSO REPOUSO
  • 61. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 61 04:43 PARALELO - NF - pilha REPOUSO ATUADA
  • 62. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 62 04:43 PARALELO - NF - pilha ATUADA REPOUSO
  • 63. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 63 04:43 PARALELO - NF - pilha ATUADA ATUADA
  • 64. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 64 04:43 DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
  • 65. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 65 04:43 Carga operada por chave NF CARGA CHAVES G
  • 66. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 66 04:43 CHAVE MAGNÉTICA
  • 67. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 67 04:43 RELÉ DE PEQUENO PORTE
  • 68. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 68 04:43 A chave magnética compõe-se de:  BOBINA;  FERRAGEM (PARTE FIXA E PARTE MÓVEL)  CHAVES (PARTE FIXA E PARTE MÓVEL)
  • 69. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 69 04:43 + A BOBINA, ENERGIZADA, GERA UM CAMPO MAGNÉTICO +
  • 70. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 70 04:43 O CAMPO MAGNÉTICO É CONCENTRADO PELA PARTE FIXA DO ENTRE-FERRO, NA QUAL É FIXADA A BOBINA E A PARTE FIXA DAS CHAVES
  • 71. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 71 04:43 +
  • 72. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 72 04:43 +
  • 73. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 73 04:43 O CAMPO MAGNÉTICO, CONCENTRADO, ATRAI A PARTE MÓVEL DO ENTRE- FERRO NA QUAL SE PRENDE A PARTE MÓVEL DAS CHAVES
  • 74. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 74 04:43 +
  • 75. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 75 04:43 +
  • 76. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 76 04:43 + PARTES FIXAS PARTES MÓVEIS
  • 77. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 77 04:43 +
  • 78. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 78 04:43 1 - O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO NA BOBINA QUANDO ENERGIZADA, É CONCENTRADO PELA PARTE FIXA DO ENTRE-FERRO, NA QUAL É FIXADA A BOBINA E A PARTE FIXA DAS CHAVES 2 - O CAMPO MAGNÉTICO, CONCENTRADO, ATRAI A PARTE MÓVEL DO ENTRE-FERRO NA QUAL SE PRENDE A PARTE MÓVEL DAS CHAVES 3 - QUANDO SE UNEM A PARTE MÓVEL COM A PARTE FIXA HÁ O ACIONAMENTO DAS CHAVES.. 4 - QUANDO SE UNEM A PARTE MÓVEL COM A PARTE FIXA HÁ TAMBÉM UMA CONCENTRAÇÃO AINDA MAIOR DO CAMPO MAGNÉTICO, AUMENTANDO A INDUTÂNCIA E REDUZINDO A CORRENTE ELÉTRICA CASO A TENSÃO APLICADA SEJA ALTERNADA. ESTE EFEITO PROVOCA UMA MAIOR VELOCIDADE DE ACIONAMENTO DAS CHAVES MAGNÉTICAS ACIONADAS POR TENSÃO ALTERNADA SE COMPARADA A DAQUELAS ACIONADAS POR TENSÃO CONTÍNUA.
  • 79. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 79 04:43 A INTENSIDADE DE CORRENTE DE ACIONAMENTO DA (BOBINA) CHAVE MAGNÉTICA É MUITO MENOR QUE A CORRENTE POSSÍVEL DE SER COMANDADA PELAS SUAS CHAVES. POR ISSO UM DISPOSITIVO UMA PEQUENA POTÊNCIA PODE ENERGIZAR A BOBINA, QUE ATIVARÁ SUAS CHAVES, QUE PODEM COMANDAR UMA ALTA POTÊNCIA COMO DE UM MOTOR. CORRENTES NA CHAVE MAGNÉTICA
  • 80. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 80 04:43 ISOLAMENTO ENTRE CIRCUITOS QUE INTERAGEM A BOBINA DA CHAVE MAGNÉTICA É GALVANICAMENTE ISOLADA DAS CHAVES POR ELA OPERADAS. ISSO SIGNIFICA QUE UMA TENSÃO APLICADA ENTRE A BOBINA E AS CHAVES NÃO PROVOCARÁ CORRENTE ELÉTRICA POR ISSO, É POSSÍVEL POR EXEMPLO UMA FONTE DE TENSÃO CONTÍNUA ( EX.: 24V) ALIMENTAR A BOBINA E UMA DE TENSÃO ALTERNADA (EX.: 440V) ALIMENTAR A CARGA ATRAVÉS DAS CHAVES OPERADAS PELA CHAVE MAGNÉTICA.
  • 81. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 81 04:43 A CHAVE MAGNÉTICA PODE OPERAR SIMULTANEAMENTE VÁRIAS CHAVES E POR ISSO É POSSÍVEL A PARITR DE UMA ÚNICA CHAVE ACIONAR DIVERSOS RECEPTORES MULTIPLICAÇÃO DE CONTATOS
  • 82. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 82 04:43
  • 83. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 83 04:43 QUANDO SE USA UMA CHAVE NORMALMENTE ABERTA OPERADA PELA CHAVE MAGNÉTICA, A CARGA FICARÁ ENERGIZADA ENQUANTO A BOBINA ESTIVER ENERGIZADA. LIGOUA CHAVE, LIGAA CARGA  
  • 84. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 84 04:43 + 0A 0A
  • 85. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 85 04:43 + 5A 0,2A
  • 86. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 86 04:43 QUANDO SE USA UMA CHAVE NORMALMENTE FECHADA OPERADA PELA CHAVE MAGNÉTICA, A CARGA FICARÁ ENERGIZADA ENQUANTO A BOBINA ESTIVER DESENERGIZADA LIGOUACHAVE, DESLIGA ACARGA  
  • 87. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 87 04:43 + 5A 0A
  • 88. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 88 04:43 + 0A 0,2A
  • 89. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 89 04:43 DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
  • 90. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 90 04:43 CHAVE MAGNÉTICA NÃO ATUADA CARGA A NÃO ATUADA CARGA B ATUADA b a 13 14 21 22 S1 G G A B
  • 91. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 91 04:43 CHAVE MAGNÉTICA ATUADA CARGA A ATUADA CARGA B NÃO ATUADA b a 13 14 21 22 S1 G G A B
  • 92. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 92 04:43 CHAVE MAGNÉTICA ACIONADA POR CHAVE NF
  • 93. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 93 04:43 USANDO UMA CHAVE NA DA CHAVE MAGNÉTICA CHAVE MAGNÉTICA ACIONADA POR CHAVE NF
  • 94. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 94 04:43 + 5A 0,2A
  • 95. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 95 04:43 + 0A 0A
  • 96. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 96 04:43 USANDO UMA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA
  • 97. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 97 04:43 + 0A 0,2A
  • 98. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 98 04:43 + 5A 0A
  • 99. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 99 04:43 CHAVE MAGNÉTICA ATUADA CARGA A ATUADA CARGA B NÃO ATUADA b a 13 14 21 22 S1 G G A B
  • 100. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 100 04:43 CHAVE MAGNÉTICA NÃO ATUADA CARGA A NÃO ATUADA CARGA B ATUADA b a 33 34 41 42 S1 G G A B
  • 101. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 101 04:43 SE NO CAMPO HÁ UMA CHAVE NF, POR CUJA ATUAÇÃO É NECESSÁRIO LIGAR ALGUM CIRCUITO, PODE-SE ENERGIZAR A BOBINA DE UMA CHAVE MAGNÉTICA ATRAVÉS DA CHAVE NF DE CAMPO, E USAR UMA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA PARA ENERGIZAR TAL DISPOSITIVO. Exemplo de aplicação da chave NF da chave magnética
  • 102. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 102 04:43 S1 CHAVE DE CAMPO NF (S1) EM REPOUSO DISPOSITIVO A NÃO ATUADO b a G BOBINA ENERGIZADA 13 14 G A C1-1 ABERTO
  • 103. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 103 04:43 b a G CHAVE DE CAMPO NF (S1) ATUADA DISPOSITIVO A ATUADO 13 14 G A C1-1 FECHADO BOBINA DESENERGIZADA
  • 104. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 104 04:43 DIAGRAMAS ELÉTRICOS MAIS COMPLEXOS
  • 105. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 105 04:43 DIAGRAMAS ELÉTRICOS MAIS COMPLEXOS OS DIAGRAMAS ELÉTRICOS PODEM SER FEITOS DE ACORDO COMO O MODELO UNIFILAR OU MULTIFILAR CONFORME SEU OBJETIVO.  UNIFILAR > OBJETIVA MOSTRAR AS INTERLIGAÇÕES ENTRE EQUIPAMENTOS SEM MINÚCIAS QUANTO AOS PONTOS DE CONEXÃO EXISTENTES NESSES EQUIPAMENTOS.  MULTIFILAR > OBJETIVA MOSTRAR TODOS OS CONDUTORES E CONEXÕES EXISTENTES EM UMA INSTALAÇÃO. NO EXEMPLO A SEGUIR, NO GERADOR HÁ APENAS UMA LINHA NO UNIFILAR. SE FOSSE FEITO O MULTIFILAR, HAVERIA PELO MENOS CINCO. NO TRANSFORMADOR HÁ DUAS LINHAS, QUANDO NO MULTIFILAR HAVERIA OITO. DIAGRAMAS UNIFILARES E MULTIFILARES
  • 106. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 106 04:43 DISJUNTORDISJUNTOR REDE EMPRESA CONCESSIONÁRIA TRANSFORMADOR MEDIÇÃO GERADOR INTERTRAVAMENTO ELETROMECÂNICO CGR CRD DIAGRAMA UNIFILAR
  • 107. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 107 04:43 M1 3~ F1 F2 F3 C1 R1 DIAGRAMA UNIFILAR E MULTIFILAR DE UM MOTOR RAMAL DISTRIBUIDOR M1 FUSÍVEIS CHAVE MOTOR RELÉ TÉRMICO
  • 108. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 108 04:43 FUSÍVEL
  • 109. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 109 04:43 FUSÍVEL  Os FUSÍVEIS são dispositivos de proteção contra curto-circuito (e contra sobre- carga caso não seja usado outro dispositivo para este fim) de utilização única: após sua atuação devem ser descartados. São compostos por: elemento fusível, corpo, terminais e dispositivo de indicação da atuação do fusível.. elemento fusível. corpo terminais.
  • 110. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 110 04:43 FUSÍVEL
  • 111. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 111 04:43 FUSÍVEL  A seguir vê-se uma curva de um fusível de 60A  5000A  2ms  0,5s  400A100A  5mi n TEMPODEFUSÃO  Corrente de curto circuito 10000A capacidade de interrupção
  • 112. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 112 04:43 FUSÍVEL  TIPOS: NH - Usados em circuito de alta potência e conectados por encaixe, com ferramenta própria (punho) para proteção do operador; DIAZED - Usados em circuitos baixa potência e conectados através do porta-fusível que se monta por rosca. O próprio suporte do fusível protege o operador contra choque elétrico.
  • 113. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 113 04:43 FUSÍVEL  VELOCIDADE: · RÁPIDOS: Estes tipos são os que têm atuação mais rápida.. · RETARDOS: Fusíveis para circuitos de motores elétricos e de capacitores. não se rompem durante os picos de corrente de partida. Se a corrente for muito maior que oito vezes a normal o fusível passa a agir tão rápido quanto um de ação rápida.
  • 114. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 114 04:43 # DIAZED # SILIZED (Ultra rápido)
  • 115. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 115 04:43 NEOZED
  • 116. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 116 04:43 NH
  • 117. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 117 04:43 (ALTA VELOCIDADE) # SITOR
  • 118. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 118 04:43 FUSÍVEL         Micro fusíveis para ligação em Circuitos Impressos
  • 119. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 119 04:43 BORNES E CONEXÕES
  • 120. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 120 04:43 DISJUNTOR QUICK LEG
  • 121. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 121 04:43 CIRCUITOS DE COMANDO E INTERTRAVAMENTO
  • 122. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 122 04:43 G a2 a1 C1 C1 B1 B2 CIRCUITO BÁSICO DE COMANDO COM TRAVA
  • 123. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 123 04:43 a2 a1 C1 C1 C1 C1B1 R1 CIRCUITO DE COMANDO E SINALIZAÇÃO E DE FORÇA F N M1 3~ F1 F2 F3 C1 R1
  • 124. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 124 04:43 C1 G a2 a1 C1 C1 C1 B1 B2 B1 CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO FUNCIONAMENTO  BOBINA ENERGIZADA  SELO FECHADO  BOTÃO LIGA ACIONADO  BOTÃO LIGA DESACIONADO CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO FUNCIONAMENTO ACIONAMENTO DE C1
  • 125. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 125 04:43 C1 G a2 a1 C1 C1 B1 B2 C1  BOBINA DESENERGIZADA  SELO ABERTO  BOTÃO DESLIGA ACIONADO  BOTÃO DE LIGA DESACIONADO CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO FUNCIONAMENTO DE VOLTA AO REPOUSO
  • 126. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 126 04:43 C1 G a2 a1 C1 C1 C1 B1 B2 CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO FUNCIONAMENTO DE VOLTA AO REPOUSO
  • 127. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 127 04:43 CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO APLICAÇÃO
  • 128. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 128 04:43 CIRCUITO DE COMANDO E DE FORÇA DE UM MOTOR TRIFÁSICO
  • 129. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 129 04:43 CIRCUITO DE COMANDO E SINALIZAÇÃO E DE FORÇA a2 a1 C1 C1 C1 C1B1 C1 F N M1 3~ F1 F2 F3 C1 R1
  • 130. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 130 04:43 RELÉ TÉRMICO  DESTINA-SE A PRODUZIR UM SINAL ELÉTRICO (CHAVEAMENTO0 PARA O DESLIGAMENTO DE UM MOTOR NA OCORRÊNCIA DE UMA SOBRECARGA DISPÕE DE UM ELEMENTO TÉRMICO CUJO MOVIMENTO PRODUZ O ACIONAMENTO DE UMA CHAVE QUE É USUALMENTE LIGADA EM SÉIRE COM A CHAVE MAGNÉTICA QUE ENERGIZA O MOTOR O MOVIMENTO DO ELEMENTO TÉRMICO , QUE É UM BIMETÁLICO, OCORRE POR CAUSA DA CORRENTE QUE POR ELE FLUI, E QUE É A MESMA DO MOTOR
  • 131. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 131 04:43 R1 RELÉ TÉRMICO SÍMBOLOS CIRCUITO DE POTÊNCIA CIRCUITO DE COMANDO
  • 132. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 132 04:43 a2 a1 C1 C1 C1 C1B1 C1 F N M1 3~ F1 F2 F3 C1 R1 RELÉ TÉRMICO SÍMBOLOS
  • 133. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 133 04:43 RELÉ TÉRMICO
  • 134. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 134 04:43 • AJUSTE DE ESCALA BOTÃO "RESET" MANUAL/AUTOMÁTICO (AZUL) • BOTÃO "DESLIGA" (VERMELHO) FUNÇÃO TESTE/STOP • AJUSTE DE ESCALA AJUSTES E TESTES
  • 135. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 135 04:43 RELÉS DE TEMPO
  • 136. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 136 04:43 RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO bobina chaves
  • 137. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 137 04:43 RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO tempo tempo Contatos t bobina desligamento GRÁFICOS DE ESTADO X TEMPO
  • 138. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 138 04:43 C1 G a2 a1 C1 C1 C1 B1 B2 T1 C1 T1 Tt=6s T=1sT=2sT=3sT=4sT=5sT=6s  contatos do relé acionados  relé acionado CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO DA ENERGIZAÇÃO ACIONAMENTO
  • 139. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 139 04:43 C1 G a2 a1 C1 C1 C1 B1 B2 T1 C1 T1 Tt=6s CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO DESACIONAMENTO
  • 140. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 140 04:43 C1 G a2 a1 C1 C1 C1 B1 B2 T1 C1 T1  contatos do relé desacionados  relé desacionado CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO DESENERGIZAÇÃO
  • 141. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 141 04:43 C1 G a2 a1 C1 C1 C1 B1 B2 T1 C1 T1  contatos do relé desacionados  relé desacionado CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO DESLIGAMENTO
  • 142. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 142 04:43 CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO PROBLEMA DE APLICAÇÃO 001 LSL 001 ATRAVÉS DE CHAVES DE NÍVEL, CONTROLAR O NÍVEL DE T-001 ATUANDO EM XV-001 XV 001 LSH
  • 143. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 143 04:43 CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO CIRCUITO DE APLICAÇÃO NESTE CIRCUITO NÃO SE UTILIZOU O TEMPORIZADOR MAS A VARIAÇÃO DE NÍVEL DO TANQUE É GRANDE. a2 a1 C1 C1 C1LSL 0Vca LSH XV 220Vca
  • 144. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 144 04:43 a2 a1 C1 C1 LSH 0Vca LSL XV 220Vca CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO CIRCUITO DE APLICAÇÃO TEMPORIZADOR PARA ABRIR A XV UM TEMPO APÓS O RETORNO AO REPOUSO DE LSH, ANTES DO NÍVEL FICAR ABAIXO DE LSL T1 a2 a1 T1 C1
  • 145. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 145 04:43 RELÉ DE TEMPO RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO bobina chaves
  • 146. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 146 04:43 tempo Contatos t bobina desligamentoligamento tempo RELÉ DE TEMPO GRÁFICOS DE ESTADO X TEMPO RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO
  • 147. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 147 04:43  botão liga acionado C1 G a2 a1 C1 C1 C1 B1 B2 T1 C1 T1 T=1sT=2sT=3sT=4sT=5s Tt=8s T=6s CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO  chaves de T1 acionadas... botão liga desacionado botão desliga acionado Selo aberto; bobinas C1 e T1 desacionadas T=7sT= 8s  temporizando...  chaves de T1 liberadas...
  • 148. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 148 04:43 Temporizador de pulso
  • 149. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 149 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE O SENSOR INDUSTRIAL É UM DISPOSITIVO QUE ALTERA A CONDIÇÃO DE CONDUÇÃO DE SEU CIRCUITO DE SAÍDA EM FUNÇÃO DA MUDANÇA DA VARIÁVEL FÍSICA PARA A QUAL FOI FABRICADO. NO CASO DOS SENSORES DE POSIÇÃO A VARIÁVEL FÍSICA É EXATAMENTE A PROXIMIDADE DE ALGUM CORPO. CONFORME O PRINCÍPIO UTILIZADO PARA PERCEBER A PROXIMIDADE DO CORPO, O SENSOR PODE SER: INDUTIVO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE METAIS; CAPACITIVO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE QUALQUER MATERIAL; MAGNÉTICO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE FLUXO MAGNÉTICO; ÓTICO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE CORPOS QUE POSSAMINTERFERIR NO FEIXE LUMINOSO COM QUE TRABALHAM;
  • 150. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 150 04:43 Sensor de corpo tubular Plástico Metálico Face translúcida (óptico) SENSORES DE PROXIMIDADE ASPECTO
  • 151. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 151 04:43
  • 152. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 152 04:43 SÍMBOLOS INDUTIVO CAPACITIVO MAGNÉTICO ÓPTICO
  • 153. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 153 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR INDUTIVO CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS ALTERAÇÕES DO CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UM INDUTOR INTERNO. TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR METAIS QUE ESTEJAM PRÓXIMOS. A ALTERAÇÃO DO CAMPO COMUTARÁ A SAÍDA DE SINAL PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO SOMENTE DE METAIS
  • 154. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 154 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR INDUTIVO SENSOR NÃO ATUADO PLÁSTICO SENSOR NÃO ATUADO METAL SENSOR ATUADO METAL d
  • 155. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 155 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR CAPACITIVO CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS ALTERAÇÕES DO CAMPO ELÉTRICO PRODUZIDO POR UM CAPACITOR INTERNO. TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR QUAISQUER MATERIAIS NÃO GASOSOS QUE ESTEJAM PRÓXIMOS. A ALTERAÇÃO DO CAMPO COMUTARÁ A SAÍDA DE SINAL PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER MATERIAL.
  • 156. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 156 04:43 SENSOR NÃO ATUADO PLÁSTICO SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR CAPACITIVO SENSOR ATUADO PLÁSTICO SENSOR ATUADO METAL
  • 157. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 157 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR CAPACITIVO LÍQUIDO SENSOR NÃO ATUADO LÍQUIDO SENSOR ATUADO
  • 158. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 158 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR ÓPTICO CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS ALTERAÇÕES DO FLUXO LUMINOSO QUE ATINGE SEU ELEMENTO FOTO SENSÍVEL. TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR QUAISQUER MATERIAIS NÃO GASOSOS QUE ESTEJAM NO CAMINHO DO FLUXO. A ALTERAÇÃO DO FLUXO LUMINOSO COMUTARÁ A SAÍDA DE SINAL PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER MATERIAL.
  • 159. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 159 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR ÓPTICO A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA SEPARADA DO ELEMENTO SENSÍVEL, QUE MANTÉM A SAÍDA DO SENSOR ATUADA ENQUANTO O FLUXO LUMINOSO O ATINGIR. A SAÍDA É COMUTADA QUANDO ALGUM CORPO FAZ UMA BARREIRA INTERROMPENDO O FLUXO. BARREIRA PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER MATERIAL.
  • 160. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 160 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR ÓPTICO SENSOR ATUADO PLÁSTICO FONTE DE LUZ SENSOR ATUADO PLÁSTICO FONTE DE LUZ BARREIRA
  • 161. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 161 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR ÓPTICO A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA AO LADO DO ELEMENTO SENSÍVEL, EM UMA MESMA UNIDADE, DE FORMA QUE O FEICHE LUMINOSO SÓ ATINGE O ELEMENTO SENSÍVEL SE HOUVER REFLEXÃO. REFLEXIVO TAL REFLEXÃO É CONSEGUIDA POR UM ESPELHO POSICIONADOÀ FRENTE DO SENSOR. DESTA FORMA O ELEMENTO SENSÍVEL ESTÁ ATINGIDO EXCETO QUANDO ALGUM CORPO É POSICIONADO ENTRE O SENSOR E O ESPELHO..
  • 162. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 162 04:43 SENSOR ATUADO SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR ÓPTICO ESPELHO REFLEXIVO ESPELHO ESPELHO SENSOR NÃO ATUADO SENSOR NÃO ATUADO
  • 163. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 163 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR ÓPTICO A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA AO LADO DO ELEMENTO SENSÍVEL, EM UMA MESMA UNIDADE, DE FORMA QUE O FEICHE LUMINOSO SÓ ATINGE O ELEMENTO SENSÍVEL SE HOUVER REFLEXÃO. REFLEXIVO POR DIFUSÃO TAL REFLEXÃO É CONSEGUIDA POR QUALQUER CORPO NÃO ABSOLUTAMENTE OPACO POSICIONADOÀ FRENTE DO SENSOR. DESTA FORMA O ELEMENTO SENSÍVEL SÓ É ATINGIDO QUANDO ALGUM CORPO É POSICIONADO À FRENTE DO SENSOR.
  • 164. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 164 04:43 SENSOR NÃO ATUADO SENSORES DE PROXIMIDADE SENSOR ÓPTICO REFLEXIVO RETRO DIFUSÃO SENSOR ATUADO
  • 165. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 165 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE FORMAS DE LIGAÇÃO A DOIS FIOS CARGA GERADOR/ FONTE
  • 166. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 166 04:43 SENSORES DE PROXIMIDADE FORMAS DE LIGAÇÃO GERADOR/ FONTE CARGA GERADOR/ FONTE A TRÊS FIOS (SEMPRE CC) PNP CARGA NPN + - + - saída saída + - + -
  • 167. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 167 04:43 INTERTRAVAMENTOS SISTEMA DE INTERLIGAÇÃO QUE GARANTE A DEPENDÊNCIA DO FUNCIONAMENTO DE UM EQUIPAMENTO EM FUNÇÃO DO ESTADO DE OUTRO.
  • 168. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 168 04:43 INTERTRAVAMENTOS C2 SÓ PODE SER LIGADO E SÓ PERMANECE LIGADO SE C1 ESTIVER LIGADO SISTEMA 1
  • 169. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 169 04:43 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 c2 C2 B3 B4 C2 C1 INTERTRAVAMENTOS
  • 170. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 170 04:43 INTERTRAVAMENTOS FUNCIONAMENTO
  • 171. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 171 04:43 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C2 C1-1 INTERTRAVAMENTOS REPOUSO
  • 172. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 172 04:43 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C2 C1-1 INTERTRAVAMENTOS • AQUI B3 ESTÁ ACIONADO, PORÉM C2 NÃO SE ENERGIZA POIS C1-1 ESTÁ ABERTO
  • 173. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 173 04:43 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C2 C1 INTERTRAVAMENTOS • COM B1 ACIONADO, C1 SE LIGA FECHANDO C1-1 E POSSIBILITANDO LIGAR C2
  • 174. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 174 04:43 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C2 C1-1 INTERTRAVAMENTOS • B3 ACIONADO JÁ COM C1 ACIONADO • AGORA B2 SERÁ ACIONADO DESLIGANDO C1, E C2 ATRAVÉS DE C1-1
  • 175. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 175 04:43 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C2 C1 INTERTRAVAMENTOS • B2 ESTÁ ACIONADO, JÁ COM C1 E C2 DESACIONADOS • LIBERADO B2, TODO O SISTEMA VOLTA AO REPOUSO
  • 176. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 176 04:43 INTERTRAVAMENTOS C2 DEPENDE DE C1 APENAS PARA PARTIR SISTEMA 2
  • 177. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 177 04:43 INTERTRAVAMENTOS DIAGRAMA ELÉTRICO C2 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1
  • 178. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 178 04:43 INTERTRAVAMENTOS FUNCIONAMENTO
  • 179. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 179 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS REPOUSO G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1
  • 180. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 180 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS C1 LIGADO, PERMITE PARTIR C2 POR B3, ATRAVÉS DE C1-1 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1
  • 181. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 181 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS C2 LIGADO SE SELA E INDEPENDE DE C1, QUE PODE SER DESLIGADO, POR B2 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1 B3 PODE SER LIBERADO
  • 182. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 182 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS C1 PODE SER DESLIGADO ATRAVÉS DE B2 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1
  • 183. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 183 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS B2 ACIONADO G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1 B2 LIBERADO RETORNA O SISTEMA AO REPOUSO
  • 184. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 184 04:43 INTERTRAVAMENTOS C2 DEPENDE DE C1 APENAS PARA MANTER-SE LIGADO SISTEMA 3
  • 185. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 185 04:43 INTERTRAVAMENTOS DIAGRAMA DE INTERLIGAÇÃO C2 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1
  • 186. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 186 04:43 INTERTRAVAMENTOS FUNCIONAMENTO
  • 187. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 187 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1 REPOUSO
  • 188. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 188 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1 AO LIGAR B3, C2 SE ENERGIZA MAS VOLTA A SE DESENERGIZAR ASSIM QUE B3 FOR LIBERADO
  • 189. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 189 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1 LIBERANDO B3, C2 VOLTA A SE DESENERGIZAR SE CI ESTIVESSE LIGADO O SELO DE C2 MANTERIA A BOBINA DE C2 LIGADA
  • 190. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 190 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B4 C1-1 COM C1 LIGADO BASTA ACIONAR B3 E VOLTAR A LIBERÁ-LO C2 SE MANTÉM LIGADO. B3
  • 191. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 191 04:43 INTERTRAVAMENTOS C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 SISTEMA 4
  • 192. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 192 04:43 INTERTRAVAMENTOS DIAGRAMA ELÉTRICO C2 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1C2-1
  • 193. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 193 04:43 INTERTRAVAMENTOS FUNCIONAMENTO
  • 194. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 194 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 G a2 a1 C1 c1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 AO LIGAR C1, C2 FICA IMPOSSIBILITADA DE SE LIGAR, E VICE-VERSA. C1-1C2-1
  • 195. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 195 04:43 C2 INTERTRAVAMENTOS C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 G a2 a1 C1 C1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1 LIGADO E B3 ACIONADO C1-1C2-1
  • 196. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 196 04:43 INTERTRAVAMENTOS C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 PARA SE MANTEREM LIGADOS SISTEMA 5
  • 197. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 197 04:43 INTERTRAVAMENTOS C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 PARA SE MANTEREM LIGADOS SISTEMA 5
  • 198. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 198 04:43 INTERTRAVAMENTOSINTERTRAVAMENTOS DIAGRAMA ELÉTRICO C2 G a2 a1 C1 C1 C1 C1 B1 B2 a2 a1 C2 C2 C2 B3 B4 C1-1C2-1
  • 199. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 199 04:43
  • 200. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 200 04:43 PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO SISTEMA DE PARTIDA NO QUAL CADA BOBINA DO MOTOR RECEBE INICIALMENTE A TENSÃO ENTRE FASE E NEUTRO E POSTERIORMENTE A TENSÃO ENTRE FASE E FASE.
  • 201. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 201 04:43 M1 3~ F1 F2 F3 C1 R1 C3 C2 PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
  • 202. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 202 04:43 PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO 1 4 2 6 3 5 1 4 2 5 3 6 Cada bobina recebe a tensão entre fase e fase
  • 203. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 203 04:43 PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO 1 4 2 5 3 6 1 4 2 5 6 3 Cada bobina recebe a tensão entre fase e neutro
  • 204. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 204 04:43 G a2 a1 C1 C1 C1 C1 B1 B2 C2 C2-1 a2 a1 T1 a2 a1 C3 T1 a2 a1 C2 C3 PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO
  • 205. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 205 04:43 G a2 a1 C1 C1 C1B1 B2 C2 C2-1 a2 a1 T1 a2 a1 C3 T1 a2 a1 C2 C3 C1 PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO PARTIDA EM ESTRELA
  • 206. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 206 04:43 G a2 a1 C1 C1 C1B1 B2 C2 C2-1 a2 a1 T1 a2 a1 C3 T1 a2 a1 C2 C3 C1 PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO FUNCIONAMENTO EM TRIÂNGULO
  • 207. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 207 04:43 Dimensionamento de condutores D πD 2 S= 4
  • 208. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 208 04:43 O dimensionamento de condutores tem por objetivo encontrar a bitola ou seja a dimensão da secção transversal do condutor. O dimensionamento deve ser feito a partir de dois critérios: • Capacidade de condução (“ampacidade”); • Queda de tensão; Dimensionamento de condutores
  • 209. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 209 04:43 Por capacidade de condução entende-se o valor de corrente que um condutor pode conduzir sem sofrer danos nem superaquecer. Para utilizar esse método calcula-se a corrente nominal do circuito e através de tabelas chega-se à dimensão do condutor a se utilizado. Capacidade de condução Dimensionamento de condutores
  • 210. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 210 04:43 Exemplo 1 Deseja-se encontrar a bitola do condutor que energizará um grupo de lâmpadas incandecentes, de potência total 44000W com tensão de 440V. Solução: Calcula-se a corrente usando I=P/V Então, I=44000/440 = 100A Dimensionamento de condutores
  • 211. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 211 04:43 Exemplo 1 • 100A De posse desse valor usa-se a tabela para encontrar a bitola do condutor adequado. 50125 1050 4,028 1,515 2568 6,036 2,521 Bitola(mm2 )Corrente(A) No caso o condutor adequado é o de 50mm2 Dimensionamento de condutores
  • 212. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 212 04:43 Por esse critério calcula-se a bitola a partir da resistência e essa a partir da tensão e corrente do circuito. A corrente será calculada da mesma maneira do exemplo anterior e a tensão será um percentual da total (alimentação). Critério de queda de tensão Dimensionamento de condutores
  • 213. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 213 04:43 Tal percentual se refere à queda de tensão nos condutores admitida pelo circuito. Esse percentual é sempre um valor entre 3% e 10% Critério de queda de tensão A fórmula pela qual se calcula a bitola do condutor é:
  • 214. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 214 04:43 S= 56u 2LI L=distância do receptor ao gerador em metros I=corrente em ampères u= queda de tensão absoluta nos condutores Critério de queda de tensão Onde S=bitola do condutor em mm2 Circuito monofásico Dimensionamento de condutores
  • 215. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 215 04:43 L=distância do receptor ao gerador em metros I=corrente em ampères u= queda de tensão absoluta nos condutores Critério de queda de tensão Onde S=bitola do condutor em mm2 Circuito trifásico S= 56u √3LI
  • 216. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 216 04:43 Critério de queda de tensão Deseja-se encontrar a bitola do condutor que energizará um grupo de lâmpadas incandecentes, de potência total 44000W com tensão de 440V,distante 400m do gerador e com 5% de queda admitida. Dimensionamento de condutores
  • 217. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 217 04:43 1- Calcula-se a queda de tensão absoluta nos condutores:  u=5%Vt=0,05x440=22V Critério de queda de tensão 2- Aplica-se na fórmula: S = =65mm2 56*22 2*400*100
  • 218. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 218 04:43 Dimensionamento de condutores Conclusão A bitola a ser usada é a maior dentre as duas calculadas: 65mm2
  • 219. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 219 04:43 Cansaço...
  • 220. 25 de jun de 2013 Eletricidade - Maurício Franco 220 04:43 Coffee-brake