Caatinga
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que significa q...
Localização
A caatinga ocupa uma área de cerca de 844.453
quilômetros quadrados, o equivalente a 11% do território
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Clima
O clima é semi-árido, com
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compreendidas entre 27ºC e 29ºC
e com médias pluviométricas
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Massas de ar
A caatinga Sofre a influencia de duas massa de ar (Mta)
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 Localização: Alagoas, Pernambuco,
Paraíba e Rio Grande do Norte.

Planalto de Borborema

 Por sua localização, atua com...
Chuva Orográficas
A chuva orográfica, ou chuva de
relevo, ocorre quando uma massa de
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Depressão Sertaneja
A paisagem da Depressão Sertaneja é típica da região semiárida do Nordeste. Apresenta-se em pedi plano...
Ecorregião da Depressão Sertaneja Meridional
 Ocupa a maior parte do centro e sul do
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Estado de Conservação Estimado
O estado de conservação da ecorregião é muito ...
Depressão Sertaneja Setentrional
 Ocupa a maior parte
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bioma.
 206.700 km2.

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Principais bacias hidrográficas da Caatinga
 Bacia do São Francisco
A bacia hidrográfica do rio São Francisco tem grande ...
 Bacia do Parnaíba

Principais bacias hidrográficas da Caatinga

A Bacia do rio Parnaíba consiste no conjunto de todos os...
Reservas ecológicas e parques de preservação
Atualmente existem pouco mais de cinquenta unidades de conservação dispersas ...
Reservas ecológicas e parques de preservação
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Reservas ecológicas e parques de preservação
Há manchas de matas ao longo do curso dos rios e das
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Reservas ecológicas e parques de preservação
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Reservas ecológicas e parques de preservação
RPPN Pedra do Cachorro (PE)
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Reservas ecológicas e parques de preservação
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Reservas ecológicas e parques de preservação
O objetivo desta estação é proteger o ecossistema e permitir
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Reservas ecológicas e parques de preservação
Parque Nacional do Catimbau (PE)
O Parque abrange os municípios de Buíque (PE...
Reservas ecológicas e parques de preservação
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- Estação Ecológica do Seridó (RN)
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Flora

Flora -A vegetação da caatinga é adaptada às condições de aridez (xerófila). - Arbustos: aroeira, angico e
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Flora
Palma ou Palmatória – cactos mais baixo, arbustivo, possui seu caule
mais arredondado e chato. Preferido para a alim...
Flora
Pinhão Brabo,arbusto parecido com um pé de café
com flores vermelhas, seu caule é poderoso no
combate a picadas de c...
Flora
Xique-Xique – Cacto mediano, mais alto que a palmatória, menor que um faxeiro ou mandacaru,
possui espinhos grandes ...
Fauna

o bioma abriga 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de
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Gato Maracajá

Bicho Preguiça

Fauna

Este belo animal entrou em extinção devido a caça que sofria,
pois sua pele era usad...
Arquitetura vernacular
Na caatinga os pequenos agricultores
constroem suas casas com os recursos
disponíveis em cada época...
Bibliografia
http://www.cnip.org.br/bdpn/ficha.php?cookieBD=cnip7&t
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http://www.plantasdonordeste.org/Livro/seten...
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Caatinga

  1. 1. Caatinga
  2. 2. Caatinga (do tupi: caa (mata) + tinga (branca) = mata branca) é o único bioma exclusivamente brasileiro, o que significa que grande parte do seu patrimônio biológico não pode ser encontrado em nenhum outro lugar do planeta. Este nome decorre da paisagem esbranquiçada apresentada pela vegetação durante o período seco: a maioria das plantas perde as folhas e os troncos tornam-se esbranquiçados e secos.
  3. 3. Localização A caatinga ocupa uma área de cerca de 844.453 quilômetros quadrados, o equivalente a 11% do território nacional. Engloba os estados Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o norte de Minas Gerais.
  4. 4. Clima O clima é semi-árido, com temperaturas médias anuais compreendidas entre 27ºC e 29ºC e com médias pluviométricas inferiores aos 800 mm. A rigidez climática das caatingas é conferida principalmente pela irregularidade na distribuição destas chuvas no tempo e no espaço. A paisagem mais comum da Caatinga é a que ela apresenta durante a seca. Na estação seca a temperatura do solo pode chegar até 60°C.
  5. 5. Massas de ar A caatinga Sofre a influencia de duas massa de ar (Mta) e a (Mec).A Massa tropical ao penetrar o continente na altura do nordeste, provoca as chuvas orográficas.  Massa equatorial continental (mEc) –É uma massa quente e úmida. Localiza-se na porção noroeste da Amazônia, fica praticamente todo o ano. É a única continental (que se localiza acima dos continentes).  Massa Tropical atlântica (mTa) – Quente e úmida, originária do oceano Atlântico nas imediações do trópico de Capricórnio ( que passa pela cidade de São Paulo), tem uma enorme influência sobre a parte litorânea do Brasil (do nordeste até o sul).
  6. 6.  Localização: Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Planalto de Borborema  Por sua localização, atua como uma barreira para os ventos úmidos que vêm do oceano Atlântico.  A altitude varia de 150 a 650 m, com picos de 650 a 1.000 m.  precipitação média anual varia de 400 a 650 mm podendo ser mais alta nas encostas onde se formam as matas de altitude.
  7. 7. Chuva Orográficas A chuva orográfica, ou chuva de relevo, ocorre quando uma massa de ar carregada de umidade sobe ao encontrar uma elevação do relevo, como uma montanha. O ar mais quente (mais leve e, geralmente, mais úmido) é empurrado para cima. Ocorre a condensação do vapor, provocando chuva. Quando a massa é forçada a ascender, precipita a barlavento, em muitos casos não precipita do outro lado, a sotavento. Estas chuvas acontece com frequência onde o releve é elevado. Na chapada da Diamantina e no Planalto de Borborema é fácil observar este fenômeno.
  8. 8. Depressão Sertaneja A paisagem da Depressão Sertaneja é típica da região semiárida do Nordeste. Apresenta-se em pedi plano com relevo monótono, suave-ondulado, com vales estreitos e vertentes dissecadas. As altitudes variam de 20 a 500 m. Possui ainda elevações residuais com altitudes de 500 a 800 m.  depressão Sertaneja  Depressão Sertaneja Setentrional. Meridional.
  9. 9. Ecorregião da Depressão Sertaneja Meridional  Ocupa a maior parte do centro e sul do bioma.  373.900 km2.  A depressão Sertaneja Meridional apresenta a paisagem mais típica do semiárido nordestino: extensas planícies baixas, de relevo predominante suave-ondulado, com elevações residuais disseminadas na paisagem.  O clima da ecorregião é predominantemente quente e semiárido, com dois períodos chuvosos distintos principais - de outubro a abril nas áreas de sertão e de janeiro a junho nas áreas de agreste. A precipitação média anual varia de 500 a 800 mm, sendo que nas áreas mais altas do sul da ecorregião pode ultrapassar 1.000 mm/ano.
  10. 10. Ecorregião da Depressão Sertaneja Meridional Estado de Conservação Estimado O estado de conservação da ecorregião é muito variado. Em geral, a maior parte da ecorregião onde o relevo é de depressão está muito degradada, enquanto que as serras ao sul (antes de Minas Gerais) estão mais preservadas. As regiões a leste e oeste da Chapada Diamantina estão muito degradadas, principalmente por pecuária, agricultura de irrigação (ao longo do rio São Francisco) e produção de carvão. Tipos de Vegetação Caatinga arbustiva a arbórea, de porte mais alto que a da Depressão Setentrional. Nas áreas de afloramentos de calcário bambuí (Irecê, Bom Jesus da Lapa, Santa Maria da Vitória, Janaúba, Iuiu).
  11. 11. Depressão Sertaneja Setentrional  Ocupa a maior parte do centro e sul do bioma.  206.700 km2.  Caatinga arbustiva a arbórea, sobre solos de origem cristalina.  precipitação média anual varia de 500 a 800 mm.  altitude varia de 100 a 500 m, com algumas áreas de 500 a 800 m contendo picos acima de 800 m.  A precipitação é mais concentrada que na Depressão Sertaneja Meridional, podendo chegar a 10 meses secos. A ecorregião compreende a área mais seca da caatinga, o Cariri Paraibano, cuja pluviosidade é reduzida devido à barreira geográfica do Planalto da Borborema, e contém também áreas em processo de desertificação (Seridó e a área em torno de Irauçuba, no Ceará, e Cabaceiras e São João do Cariri na Paraíba).
  12. 12. Desmatamento na catinga degradação ambiental generalizada na Caatinga tem origem no desmatamento, que ocorre de forma pulverizada. Isto se deve ao fato de que o vetor mais importante do desmatamento é a exploração predatória para satisfazer demandas por carvão vegetal e lenha para fins energéticos. Os insumos energéticos provenientes da vegetação natural atendem às necessidades domésticas e industriais, sobretudo para satisfação das demandas dos polos de produção de gesso, cal, cerâmica e ferro-gusa. Segundo os dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros, realizado pelo Centro de Sensoriamento Remoto do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, entre 2002 e 2008 foram perdidos mais de 16 mil km² de áreas nativas, o equivalente a 2% da superfície total do Bioma.
  13. 13. Principais bacias hidrográficas da Caatinga  Bacia do São Francisco A bacia hidrográfica do rio São Francisco tem grande importância para o país não apenas pelo volume de água transportado em uma região semiárida, mas, também, pelo potencial hídrico passível de aproveitamento e por sua contribuição histórica e econômica para a região. A Bacia Hidrográfica do rio São Francisco abrange 639.219 km2 de área de drenagem (7,5% do país) e vazão média de 2.850 m3/s (2% do total do país). O rio São Francisco tem 2.700 km de extensão e nasce na Serra da Canastra em Minas Gerais, escoando no sentido sul-norte pela Bahia e Pernambuco, quando altera seu curso para este, chegando ao Oceano Atlântico através da divisa entre Alagoas e Sergipe. A Bacia possui sete unidades da federação - Bahia (48,2%), Minas Gerais (36,8%), Pernambuco (10,9%), Alagoas (2,2%), Sergipe (1,2%), Goiás (0,5%), e Distrito Federal (0,2%) - e 504 municípios (cerca de 9% do total de municípios do país).
  14. 14.  Bacia do Parnaíba Principais bacias hidrográficas da Caatinga A Bacia do rio Parnaíba consiste no conjunto de todos os recursos hídricos convergindo para a área banhada pelo rio Parnaíba e seus afluentes. Esta é uma das doze regiões hidrográficas do território brasileiro. Tal conjunto estende-se pelos estados do Piauí, Maranhão e trechos do estado do Ceará, e seu bioma varia da Caatinga, passando a Floresta Tropical, terminando na área de Vegetação Litorânea.
  15. 15. Reservas ecológicas e parques de preservação Atualmente existem pouco mais de cinquenta unidades de conservação dispersas na Caatinga. Na tabela abaixo estão listadas as categorias das unidades de preservação do Bioma.
  16. 16. Reservas ecológicas e parques de preservação Parque Nacional de Sete Cidades (PI) Situado a nordeste do estado do Piauí, nos municípios de Piracuruca e Brasileira (oficialmente em Piracuruca), o Parque Nacional das Sete Cidades possui uma área de 6.221,48 ha com um perímetro de 36 Km. O Parque foi criado com o objetivo de preservar ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação, interpretação ambiental, turismo ecológico e recreação em contato com a natureza. A maior parte da flora encontrada no parque é típica de cerrado, com espécies como murici, cascudo, lixeira, bacuri, pequi e pau-terra, avistadas com facilidade. Nas manchas de caatinga encontram-se juazeiros, juremas, aroeiras e cactos, como o xique-xique e a coroa-de-frade. Há manchas de matas ao longo do curso dos rios e das nascentes, onde são comuns o pau-d`arco e a embaúba. Nessas áreas crescem ninféias, plantas aquáticas que vivem nos espelhos d`água das piscinas e lagos naturais e que dão um toque especial à paisagem.
  17. 17. Reservas ecológicas e parques de preservação Há manchas de matas ao longo do curso dos rios e das nascentes, onde são comuns o pau-d`arco e a embaúba. Nessas áreas crescem ninféias, plantas aquáticas que vivem nos espelhos d`água das piscinas e lagos naturais e que dão um toque especial à paisagem.
  18. 18. Reservas ecológicas e parques de preservação - Parque Nacional Serra da Capivara (PI) A criação do Parque Nacional Serra Capivara teve múltiplas motivações ligadas à preservação de um meio ambiente específico e de um dos mais importantes patrimônios culturais pré-históricos. As características que mais pesaram na decisão da criação do Parque Nacional são de natureza diversa. Ambientais - área semiárida, fronteiriça entre duas grandes formações geológicas - a bacia sedimentar Maranhão-Piauí e a depressão periférica do rio São Francisco - com paisagens variadas nas serras, vales e planície, com vegetação de caatinga ( o Parque Nacional Serra da Capivara é o único Parque Nacional situado no domínio morfoclimático das caatingas).
  19. 19. - culturais - na unidade acha-se uma densa concentração de sítios arqueológicos, a maioria com pinturas e gravuras rupestres, nos quais se encontram vestígios extremamente antigos da presença do homem (100.000 anos antes do presente).
  20. 20. Reservas ecológicas e parques de preservação RPPN Pedra do Cachorro (PE) A Reserva Particular do Patrimônio Natural Pedra do Cachorro é uma área de preservação da natureza em propriedade privada. A reserva tem por objetivo proteger os recursos ambientais representativos da região. Ela é administrada pelo seu proprietário, Guaraci Cardoso. Pedra do Cachorro é um dos pontos mais altos do Estado de Pernambuco, está localizada no município de São Caetano a 153 km da capital Recife.
  21. 21. Reservas ecológicas e parques de preservação - Estação Ecológica Raso da Catarina (BA) A estação ecológica do Raso da Catarina é uma estação ecológica brasileira, localizada entre o rio São Francisco e o rio Vaza-Barris, na região mais seca do estado da Bahia, com pluviosidade que varia entre 300 e 600 mm por ano. Administrada pelo IBAMA, está a 60 km de Paulo Afonso, em lugar de difícil acesso. Ocupa uma área de 105.282,00 hectares em uma zona de transição entre o clima árido e semiárido. A vegetação é composta por caatinga arbustiva. É uma região cheia de história: foi palco da Guerra de Canudos e, devido à dificuldade de acesso, era esconderijo de cangaceiros.
  22. 22. Reservas ecológicas e parques de preservação O objetivo desta estação é proteger o ecossistema e permitir o desenvolvimento de pesquisas científicas da fauna e da flora nela existentes. É o lar da arara-azul-de-lear, animal ameaçado de extinção. É administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O acesso é restrito a finalidades educacionais e científicas. Depende de autorização prévia. Tipos de Vegetação Caatinga de areia, predominantemente arbustiva, muito densa e menos espinhosa que a caatinga de solos cristalinos. As altitudes variam de 400 a 600 m.
  23. 23. Reservas ecológicas e parques de preservação Parque Nacional do Catimbau (PE) O Parque abrange os municípios de Buíque (PE), Ibimirim (PE), Sertânia (PE) e Tupanatinga (PE). Existem grandes atrações no Parque Nacional do Catimbau, dentre elas destacam-se a abundância de inscrições rupestres e a grande beleza cênica dos paredões de arenito e das formações rochosas esculpidas pela ação erosiva do vento. Considerada Área de Extrema Importância Biológica, a unidade apresenta também registros de pinturas rupestres e artefatos da ocupação pré-histórica datados de pelo menos 6 000 anos. Os pesquisadores acharam 30 sítios arqueológicos no Vale do Catimbau. Com isso, o Catimbau é considerado o segundo maior parque arqueológico do Brasil. ÁREA: 62.294,14 hectares
  24. 24. Reservas ecológicas e parques de preservação Considerada Área de Extrema Importância Biológica, a unidade apresenta também registros de pinturas rupestres e artefatos da ocupação pré-histórica datados de pelo menos 6 000 anos. Os pesquisadores acharam 30 sítios arqueológicos no Vale do Catimbau. Com isso, o Catimbau é considerado o segundo maior parque arqueológico do Brasil.
  25. 25. Reservas ecológicas e parques de preservação - Estação Ecológica do Seridó (RN) O Seridó apresenta um tipo peculiar de caatinga, seca e esparsa, com arbustos e árvores de até 2 m de altura isolados. O estrato mais baixo é formado por pereira e catingueira, enquanto o estrato mais alto apresenta raras umburanas. Devido à aridez da região a fauna é pobre em espécies e em quantidade, tendo os insetos como grupo de maior representatividade. O clima é muito quente e semiárido, tipo estepe, com forte insolação e baixa nebulosidade. A temperatura varia de 20 a 32 graus, com precipitação anual média de 497 mm. A região do Seridó é a mais seca de todas as regiões do semiárido. Localização: Rio Grande do Norte
  26. 26. Flora Flora -A vegetação da caatinga é adaptada às condições de aridez (xerófila). - Arbustos: aroeira, angico e juazeiro - Bromélias: caroá - Cactos: mandacaru, xique-xique do sertão são algumas das espécies. registradas até o momento cerca de 1000 , estimando-se que haja um total de 2000 a 3000 plantas.
  27. 27. Flora Palma ou Palmatória – cactos mais baixo, arbustivo, possui seu caule mais arredondado e chato. Preferido para a alimentação do gado e de fácil adaptação para o plantio.
  28. 28. Flora Pinhão Brabo,arbusto parecido com um pé de café com flores vermelhas, seu caule é poderoso no combate a picadas de cobra. Jatropha mollissima
  29. 29. Flora Xique-Xique – Cacto mediano, mais alto que a palmatória, menor que um faxeiro ou mandacaru, possui espinhos grandes e bem pontiagudos. É apreciado como alimento pelos bodes e utilizado pelos beija-flores como base para seu ninho Xiquexique (Pilosocereus gounellei)
  30. 30. Fauna o bioma abriga 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 abelhas. Cerca de 27 milhões de pessoas vivem na região, a maioria carente e dependente dos recursos do bioma para sobreviver. Dados do Instituto Chico Mendes apontam que existem mais de 60 espécies em extinção na caatinga. Confira alguns exemplos. Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus lear) Até o ano de 2008 encontrava-se na categoria criticamente ameaçada, sendo incluída no Apêndice I da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES) e na Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (MMA 2003). Após a verificação de que sua população havia alcançado o número de 960 indivíduos, foi considerada como espécie “Em Perigo” de acordo com os critérios do CITES. O principal motivo para o declínio da espécie foi o tráfico ilegal dessas aves para criadouros particulares no Brasil e exterior e a destruição do seu habitat, afetando principalmente as áreas de alimentação.
  31. 31. Gato Maracajá Bicho Preguiça Fauna Este belo animal entrou em extinção devido a caça que sofria, pois sua pele era usada para confecção de casacos. Além de ser caçado devido a sua pele, o gato maracajá também era caçado por traficantes de animais silvestres. E seu habitat está sendo destruído, prejudicando a reprodução da espécie.. Tangara(Antilophia bokermanni) gato-maracajá (Leopardus wiedii) É o tangara mais ameaçado de extinção do planeta. A espécie habita as matas ciliares, que hoje em dia, são praticamente restritas às nascentes dos córregos situadas entre 300 e 600 m de altitude.
  32. 32. Arquitetura vernacular Na caatinga os pequenos agricultores constroem suas casas com os recursos disponíveis em cada época. Tradicionalmente, eles utilizam barro para o reboco e varas para sustentação. Essa é a famosa casa de Taipa, aquela onde a maior parte do material foi obtido no local da construção. Esta casa foi construída para um filho do casal que estava para casar com uma moça da comunidade. Pode-se observar que foi colocado um ponto para energia elétrica, contudo esta este sonho é mais difícil de ser realizado.
  33. 33. Bibliografia http://www.cnip.org.br/bdpn/ficha.php?cookieBD=cnip7&t axon=2401 http://www.plantasdonordeste.org/Livro/setentrional.htm http://www.icmbio.gov.br/portal/o-quefazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/732parque-nacional-do-catimbau.html http://www.vivaterra.org.br/caatinga.htm http://mapas.icmbio.gov.br http://www.mma.gov.br/ http://fatosefotosdacaatinga.blogspot.com.br/2007/05/casa -dos-sonhos-na-caatinga.html http://www.fumdham.org.br/parque.asp http://www.icmbio.gov.br/portal/o-quefazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/208-parquenacional-das-sete-cidades.html http://www.infoescola.com/hidrografia/bacia-doparnaiba/

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