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Porém a principal característica deste período foi sem dúvida o enfraquecimento militardos reinos taifas, o que fará com q...
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Mas o episódio que causaria o desterro foi o ataque de Rodrigo e seus homens a terras dataifa de Toledo, reino vassalo de ...
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O príncipe de Valência:         Reprodução do escudo usado por El Cid em suas campanhas militares.Segundo Ramón MenendezPi...
Conclusão:Durante o período medieval não era muito comum as gestas de homens que não fossemreis, mas muito foi escrito sob...
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El Cid; O Senhor da Espanha

  1. 1. El Cid: o Senhor da Espanha:Eternizado como um herói a serviço dos reis cristãos, ele foi certamente um homem deseu tempo e de seu mundo. Brilhante jurista, diplomata, político habilidoso e estrategistamilitar, destemido líder e guerreiro, suas façanhas nos dão conta da força de suapersonalidade. Dize-lo apenas um mero vassalo, ou um cristão temente a Deus, émenosprezar a força de seu caráter. Um dos personagens mais emblemáticos da eramedieval, El Cid foi imortalizado tanto por aqueles que o admiravam quanto por seusopositores, a ponto destes referirem-se a ele como uma das mais impressionantes forçasda natureza e um milagre de seu Deus. Estátua de El Cid na cidade de Burgos (ESP).
  2. 2. A Península Ibérica de El Cid:Para que se compreenda o período em que viveu Rodrigo Diaz, antes de mais nada, épreciso ter em mente que a invasão da Península Ibérica no século VIII foi uma invasãoárabe e não muçulmana, e que o processo de islamização foi um acontecimento gradual.Estima-se que entre 150 mil e 200 mil guerreiros bérberes e árabes, sendo os bérberessuperiores aos árabes em 10 por 1, chegaram à península. Os acontecimentos que seseguiram após o estabelecimento destes, como a falta de unidade entre as tribos bérberese a sangrenta disputa de poder entre as elites árabes, levaram no ano de 756 ao golpemilitar empreendido por AbdAl-Rahman (Abderranán I), um jovem membro sobrevivente dadinastia Omíada de Damasco, que destituiu a dinastia Abássida de Bagdá e seautoproclamou Emir de Al Andaluz.Embora seja notório que o islã tenha possibilitado o desenvolvimento da região, estima-seque ainda no ano 800 apenas 8% da população de Al-Andaluz era de muçulmanos. OcalifatoOmíada de Córdoba e a sua metrópole tornaram-se inegavelmente a forçaeconômica, militar e cultural de toda a Europa. Entretanto, com a morte do ultimo califaomíada, Al-Hakam II em 976, abre-se uma crise sucessória que põem fim ao poder dosomíadas e precipita o fim do califado, que cai finalmente em 1013. Sobre suas cinzasnascem os reinos taifas que salvaguardariam a cultura e a economia do califato, porémjamais o poder militar.Enquanto isso, o que restara do reino visigodo, fustigado no século VIII pelos emires deCórdoba ao norte da Península ibérica, estariam nos primeiros anos do século X já bempróximos a época do Cid, constituídos em principados cristãos em uma fase “embrionária”,ou grupos de principados que tinham divergências sociais e economicas, e guerreandoentre si durante longo período mas com alguma coisa em comum, o inimigo na fronteira“religiosa”.E embora as guerras de fronteira tenham servido para solucionar um problema interno enão por simplesmente por fanatismo religioso, pois igrejas e mosteiros cristão eram alvode saques tanto de mercenários cristãos quanto mouros, neste período toda a espécie deaventureiro militar chegava na península em busca de fortuna. Havia então uma grandediversidade de povos e culturas, muito superior a que as explicações simplistas nos fazemcrer. Cristãos, muçulmanos, árabes, bérberes, eslavos, judeus, serviam hora nos reinoscristãos, hora nos reinos taifas, integrando um ou outro exército, ou comitiva.
  3. 3. Porém a principal característica deste período foi sem dúvida o enfraquecimento militardos reinos taifas, o que fará com que estes busquem proteção junto aos reinos cristão, oua grupos de mercenários de todo tipo. Entre os reinos que iriam oferecer proteção aosreinos taifas esta a Castela de Rodrigo Diaz.As origens de El Cid: Apesar da exaltação dos cantares medievais cristãossobre as origens humildes de Rodrigo Diaz de Vivar, que foram reproduzidos durantelongo tempo com o proposito de promover a perfeita imagem que serviria de modelo docavaleiro temente a Deus e fiel a seu rei, necessário ao projeto das Cruzadas, ou aafirmação mítica que este representou na construção da nacionalidade espanhola parasobrepor, nesse processo, o reino de Castela ao reino de Leão, o fato é que este eramembro de uma família de notável patrimônio da aristocracia de Castela com estreitaligação com a família real espanhola.Sua mãe era filha do primeiro conde das Astúrias, e seu pai um importante cavaleiro nacorte de Fernando I – rei de Castela, Aragão e Galícia. De acordo com o historiadorRichard Fletcher, a ideia de que Rodrigo Diaz tenha partido da miséria e prosperado eraatrativa, mas a verdade é que este não procedera de origem humilde. Segundo Fletcher, opoema latino “Carmem CumpiDoctoris” escrito entre 1082 e 1093, revela-nos com clarezaa sua estirpe:“Nobiliori de genereortus,quo in castella non est illomaius, (…)”Tradução:
  4. 4. Nascido em uma família das mais nobres,Uma vez que não é tão antiga em Castela, (…)Rodrigo teve uma infância de estudos na corte, como fidalgo que era. Estudos estes quecompreendiam, entre outros, os conhecimentos das leis, da diplomacia e da guerra. Para ohistoriador Gonzalo Martínez Diez, muito pouco tem a ver o Cid histórico com o nascido ecriado da devoção e da genial inspiração do autor de “Cantar de Mio Cid”, compostoprovavelmente segundo especialistas em torno do ultimo quarto do século XII, e que emseu caso diferentemente de outros heróis épicos contemporâneos a ele, temosabundantes registros, tanto de histórias cristãs contemporâneas ou escritas depois de suamorte, como por autores muçulmanos que conheceram pessoalmente o herói de Castela.El Campeador:Ainda adolescente, segundo Martínez Diez, com não mais que dezenove anos e muitoprovavelmente durante a chamada Guerra dos Três Sanchos, Rodrigo tem seu primeirocombate singular com um cavaleiro navaro que a historiografia posteriormente revestiucomo “justiça de Deus”. Rodrigo venceu e ganhou o sobrenome de El Campeador. Com amorte de Fernando I e a partilha de seu reino com seus filhos, Rodrigo permaneceu aolado de Sancho II rei de Castela e suserano de Zaragoza com quem viveu suas primeirasfaçanhas militares.No entanto, Sancho II tinha como projeto a restauração da tríplice coroa de seu pai sobseu domínio. Com esse propósito, dá início a retomada e deposição de seus irmãos. DeGarcia toma a Galícia e a suserania de Badajoz e Sevilha, de Uraca o senhorio deZamora, de Elvira o de Toro, e de Afonso o reino de Leão e a suserania de Toledo.Durante o reinado de Sancho II, Rodrigo tornou-se o segundo do reino, mas com a mortede Sancho muitas das aspirações do jovem alferes real também morrem. Por vontade dopróprio Sancho II, Afonso é confirmado por seu alferes real, ou seja, Rodrigo Diaz, comoseu sucessor. O novo rei acolheu Rodrigo como vassalo, não mais na posição de segundono reino mais ainda assim com honras.Rodrigo ainda serviria na corte de Afonso VI durante nove anos, nos quais o próprio reipromoveria o enlace da dama asturiana da mais alta estirpe régia Jimena Diaz, uma filhade uma prima carnal do próprio rei, com El Campeador. O enlace, além de uma mostra dapredileção e da distinção do rei por seu vassalo Rodrigo Diaz de Vivar, também servia àsintenções politicas de Afonso em fortalecer a unidade leonesa criando laços de sangue
  5. 5. entre famílias de diversas partes deste reino. Neste sentido o casamento de Rodrigo eJimena era também a união entre Castela e Astúrias.A grade prova da confiança de Afonso em Rodrigo é que este atuava como juiz ediplomata em seu reinado. No entanto, embora sua posição tenha se robustecido, este nãolhe concede a ascensão em escala condal. Entre o final de 1077 até os cinco primeirosmeses 1079 não se tem registro de Rodrigo ou de outros condes catelhanos entre asviagens do rei por terras leonesas.O primeiro desterro: A serviço do rei Afonso VI, no ano de 1079,Rodrigo vai a Sevilha para cobrar tributo do reino muçulmano vassalo. O rei de Granada,aproveitando-se de que o conde García Ordóñes, um importante nobre leonês que haviasubstituído El Campeador como alferes real, estava em suas terras para a cobrança domesmo tributo, exige que este cumprisse com o contrato de vassalagem e atacasseSevilha com o seu exercito.Embora Rodrigo tenha tentado evitar tal confronto, Ordóñes ataca Sevilha. Combatendoao lado de Sevilha, Rodrigo derrota o conde, o aprisiona e humilha. El Campeador ganhamais uma batalha, mas também um poderoso inimigo muito próximo ao rei.
  6. 6. Mas o episódio que causaria o desterro foi o ataque de Rodrigo e seus homens a terras dataifa de Toledo, reino vassalo de Castela, sem a permissão do rei Afonso VI. E no ano de1081 o rei ordenou o desterro, permanecendo Rodrigo com seus bens por não haver emseus atos traição ao rei.A “HistoriaRoderici” atribui a perda do favor real de Rodrigo às maquinações e injúrias dosinimigos do El Campeador, e o poema “Carmem Campi Doctos” conta como o rei foiinfluenciado por seus inimigos. Assim Rodrigo Dias de Vivar parte para o desterro, quetinha suas razões políticas, pois Afonso VI temia que outros nobres cristãos se sentissemincitados a empreender ataques fronteiriços em busca de riqueza. Portanto, teria queimpor castigo a El Campeador, desterrando-o de seus domínios.El Cid dos mouros:Ao partir para o desterro, Rodrigo busca primeiro oferecer seus serviços e de seu exércitoaos condes de Barcelona mas, ao ser rechaçado, partiu para Zaragoza e pôs-se a serviçode Al-Muqtadir e posteriormente a seu filho, Al-Mutaman, a quem serviria por cinco anosempreendendo vitoriosas campanhas, inclusive contra nobres e territórios cristãos.Rodrigo se tornou o temido senhor do reino de Zaragoza e a gloria do El Cid dos mourostorna-se conhecida por toda a península.Mas uma nova ameaça muçulmana chegou à península. Com a tomada por Afonso VI deToledo, antiga capital visigoda, os reinos muçulmanos fazem o que antes era impensável,pedem ajuda aos almorávidas comandados pelo emir africano YusufibnTasufin, queatravessam o estreito e derrotam Afonso em Sagrajas. Porém Yusuf volta à África logoapós, pois seu filho e herdeiro havia morrido. E é durante esta trégua inesperada que ElCid é admitido nas graças de seu rei, já não mais um desterrado e sim um nobre cavaleiro,que não tendo renovado seus votos de vassalagem com seu senhor irá servir a outro emoutras terras, El Cid então permanece a serviço do rei de Zaragoza.
  7. 7. No cinema, El Cid foi interpretado em 1961 pelo ator Charlton Heston. O filme ainda tem a atriz Sophia Loren no papel de Jimena Diaz.A volta a Castela:A volta de Rodrigo a Castela se dá com a conivência de todos: de Afonso Vi, de Al-Mutaman e do próprio Rodrigo. Sua acolhida pelo rei não poderia ser mais calorosa, poiseste o designa como tenente ou governador de suas fronteiras. Rodrigo conquista novosterritórios para o rei, com quem havia renovado seus votos de vassalagem, e recebeudeste autonomia, mesmo estando sujeito ao poder real. Porém, as boas relações entre orei e seu vassalo não durariam muito. Em sua segunda campanha no Levante, El Cid sepõe a serviço da taifa muçulmana de Valencia, vassala de Castela, e estabelece ali umacampamento fixo, impondo a esta um sistema de tributos em seu próprio benefício. Emteoria seus exércitos estavam a serviço do rei, mas na prática só obedeciam a El Cid.O desterro definitivo:O desterro definitivo se dá quando Afonso VI ordena que Rodrigo leve suas tropas ao seuencontro, para defenderem o castelo de Aledo em Murcia, fortaleza de posição estratégicafrente aos ataques almorávidas. Porém, não se sabe se intencionalmente ou por um errode estratégia as duas comitivas não se encontram. O que provoca a ira do rei, quesubmete El Cid novamente ao desterro, desta vez como traidor. Rodrigo Diaz de Vivar nãovoltaria jamais a Castela.
  8. 8. O príncipe de Valência: Reprodução do escudo usado por El Cid em suas campanhas militares.Segundo Ramón MenendezPidal , Rodrigo teria conquistado e governado Valência comovassalo de Afonso VI. Mas este baseia sua obra em fontes tardias como o “Poema de MioCid” e a seu derivado, a “Primeira Crónica General”, fontes estas que não pretendiamregistrar a verdade histórica de modo estrito. A “HistoriaRoderici”, por exemplo, cujo autordesconhecido é um contemporâneo de El Cid, escrito no ano de 1092, nunca mencionaque Rodrigo tenha atuado em nome do rei.Para Fletcher, é inevitável a dedução de que entre os anos de 1094 e 1099 Rodrigo nãotenha atuado em outro benefício que não o de si próprio. Rodrigo consolida sua autoridadesobre Valência e seus arredores pela força, massacrando toda e qualquer tentativa deoposição. No ano de 1095 pos em execução dura repressão contra seus inimigos, tanto nacidade quanto nos arredores, utilizando-se de técnicas comuns em seu tempo como:execuções sumárias, torturas, incêndios, saques e desterros, pois expulsou de Valênciatodos os muçulmanos partidários dos almorávidas.El Cid governou como senhor absoluto de Valência. Depois de tomar o território e se fazerfortefrente aos ataques almorávidas e cristãos, autoproclamou-se príncipe de Valência edeclarou a vigência do Alcorão na cidade, convertendo-se assim em um soberano cristãode um reino muçulmano. Posição que manteve mesmo depois de sua morte, pois suaesposa Jimena Diaz herdou o principado.
  9. 9. Conclusão:Durante o período medieval não era muito comum as gestas de homens que não fossemreis, mas muito foi escrito sobre a vida de Rodrigo Diaz de Vivar. Embora o personagemmítico tenha se sobreposto durante muito tempo ao histórico, não se pode negar que estehomem foi excepcional em um período de homens excepcionais, e que apesar disso era,acima de tudo, um homem de seu tempo. A lenda do humilde cavaleiro cristão e fielvassalo de seu rei, correspondente às aspirações políticas da cristandade e da formação eafirmação da nacionalidade espanhola e não à realidade histórica. A fábula que tomavultos de verdade cria uma áurea de santidade que ira adornar a figura de El Cid.Em contrapartida o mesmo El Cid é descrito por seus críticos e opositores como ummercenário impiedoso e cruel. Como no caso do historiador Lusitano IbnBassam deSantaren, que o descreve como um assassino sanguinário.Porém, o mesmo deixa escapar a sua admiração por este que, como ele mesmo descreve,apesar de ter sido um dos flagelos de seu tempo, um tirano que fazia encher de medoanobres e plebeus, pois a vitória o perseguia, era pela firmeza de seu caráter e suacoragem heróica um dos milagres de Deus.Rodrigo não foi cognominado “El Cid” pelos mouros por ter cortado cabeças cristãs. Outenha dominado Valência e eliminado seus adversários mouros por ser um fiel vassalocristão. Antes dele muitos outros mercenários o fizeram, mas talvez nenhum com a mesmaeficiência e brilhantismo que Rodrigo. Em seu tempo, e até antes mesmo ou depois,muitos foram os cavalheiros que puseram seus serviços à disposição deste ou daquelereino, seja mouro ou cristão. Os saques, torturas, desterros e execuções em fogueiraseram práticas muito comuns ao período pois, era necessário para manter os exércitos,eliminar adversários, conquistar e dominar territórios. Nenhum dos atos de Rodrigo foramincomuns à sua época.Num período em que o capital era estéril, ou seja, improdutivo, os saques a igrejas emesquitas para obtenção de ouro ou prata era rotineiro. E uma vez que o sistema feudalrepousava sobre a proteção que a classe de guerreiros proporcionava, ainda queilusoriamente, o pagamento a essa classe, sendo esses guerreiros independentes(mercenários) ou a serviço de um reino, é fonte de poder e fortuna. No caso de El Cid,mesmo antes, mas principalmente após o segundo desterro, para manter os seusexércitos tais ações são plenamente justificáveis.
  10. 10. Assim como ele houveram muitos outros. A diferença esta no fato deste ser um nobrecatelhano, o que o tornou o candidato perfeito à afirmação das ideologias vigentes e logoposteriores. Cabe ressaltar que por conta de tais ideologias, Rodrigo teve ainda no séculoXVI um processo de canonização iniciado por Felipe II de Espanha, negado pela igreja eesquecido com a morte desse príncipe. E que sua figura mítica foi amplamente exploradapelapropaganda nacionalista do General Franco durante a ditadura.É portanto de fundamental relevância admitirmos que a principal herança deixada pelo“Senhor da Espanha” não foram suas façanhas, mas sua lenda, sobre a qual seriareforçada a ideologia de uma época, de um povo, e a identidade de uma nação.Referências Bibliográficas:MARTINEZ DIEZ, Gonzalo: “El Cid histórico: La biografía de unhéroe medieval”. 2ª edição.Barcelona. Planeta, 2007.“La Historia Roderici”. Burgos: Real Academia de la Historia, 1999.FLETCHER, Richard: “El Cid”. Madrid. EditorealNerea, 1989.ESCOLAR, Arsenio; ESCOLAR, Ignacio: “La nación inventada: Una historia diferente deCastilla”. 3ª edição. Barcelona. Ediciones Península, 2010.MENÉNDEZ PIDAL, Ramón: “La Españadel Cid”. 6ª edição. Madrid. Espasa-Calpe S.A,1967.LACARRA, María Eugenia: “El Poema de Mío Cid: realidad histórica e ideologia. Madrid.José PorrúaTuranzas, 1980.Sobre a autora:Cláudia Ribeiro SilvaCláudia é graduada em Licenciatura Plena em História pelo Centro Universitário AugustoMotta (UNISUAM) do Rio de Janeiro.

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