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Zonzo cabritinho

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História sobre as diferenças

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Zonzo cabritinho

  1. 1. LIVROS HORIZONTE
  2. 2. Yara Va (hm “mem 1 A mlig A 46k_ o O CO [JO (I 9 02 11)(
  3. 3. . 611m” '51 f- - 1 t? de C' 'Q , O í É í l I
  4. 4. 0 9h77 N¡ É» 9m? ? p o _ r. @ou e QNQ. .v0. . 0% @â S» m. v. @v . o. ..? M 6%. Ud a. ? . m 00% . u%u› O 5mm. . 1K a? à? a m â m . m C
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  6. 6. Excepto Um cabrito. Zonzo era o Inais novinho e não tinha estômago para as alttrras. Mal se via numa sahência da rocha, os seUs joelhos pareciam gelatüua.
  7. 7. , xe” a . Í ea tw* 39mm» c¡ ak, 0 ° $°5 / cpm dbdoesp / ' e) f, QQ¡ b? -2 “e 'VO ã à” o é* 3 É? O0 k' é¡ a9 ) ÓH y *'30 , 5°* S A t¡
  8. 8. «a» Nós? ) Q C' é? ) - d». 3:60? r : :E ' ' 3!/ ?r O @eo É¡ 0,¡ 'íísôg-av o (922 O a t5” a r 5?¡ , m7 Pa” Ofado qUe “8('7›'1(› CODSQÉÍUÍa Inexer.
  9. 9. - Ànda lã. Zonzo, - pediram os mrtros cabritos. - epreeisalnos _ N_ de t1 para jogar Bate Pedra. ' - J-jogveln a otrtra O coisa - gagvejotr Zonzo.
  10. 10. V' L Jin): . ÍÍHWMÍLL _Í¡"v"rf¡“'. ' i¡ N fpl¡ t. ? ' " ' v . - “' _L_ 0 w d. ; ; HL “g1 Qt-_Zpír_ ajtímj-JÊY! ? WHEN '›: rHL¡rvÀV-': s'¡¡_ : Lila [um ; =~»z-, ,'g¡¡¡_«¡_ ' _Êzã s' ›. _-'-, '*L 'S413 . __¡-§___. _,. , w Í . ur _. .,= .~ . J 1 . nx '_ f'"-í5zflzéj 'e ' 7.551,5: 'í, ís›ta_ “'-! ~.«"e3.íd~. - ys? ?euik¡! líltv'í. i=›i”sl! ^. A; s_«“w›; ›'¡, › . a›ae%;3i. ¡¡Izgg; ¡; dd : às: E. ç* c_ n ' 'J "xxx/ q ' ' . nf ' 1K'. I, f¡ d¡ d! n __ › l f¡ u. ;
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  12. 12. Días naquela Inesma IJoite, Zonzo fUgiU de (zaga.
  13. 13. De Inanhã, quando os abriu outra_ vez, estava omgaquoo ou opem . xp m' 's d. n r-âs. ~ . . . x , a . í 1), ¡ A ' g / ~ 4*” ›'›.5'E-Í, "*w~. _ E_ "Y ' . ' V '~ . num prado onde os ¡watetas lãztrdcm pausiavam.
  14. 14. - Venho fazer parte do rebanho - disse Zonzo a (rm velho carneiro chamado Caetano. O carneiro olhou fixamente para? Zonzo, com olhos frios como aço. - Não passas de um hode lnalcheiroso - disse-lhe. : - Nós somos hons de 7:; Inais para tipos como tu, - Carneiros e lnodes não se misturam - continuou. - Volta pra casa, cahrino!
  15. 15. 7 - 0 pobre Zonzo arrastotrnse para longe do rebanho e chorou. r Como Podia ele Voltar, quando a sua casa ficava a mais de 6 mil meta-os de altitude e ele sofria de vertigens?
  16. 16. u.
  17. 17. Zonzo sabia como o pobre cordeiro devia estar assustado. Sabia que tinha de ser socorrido depressa. E também sabia que só ele o poderia fazer. Zonzo tinha de encontrar o bode destemido que existia dentro dele! p
  18. 18. à í¡ se ? foxlman A bo cokifal aid** íngfelne as? ” 110 Ab um' fm. 3X9 encosta abaixo. Mas era agora ou nunca! , _, ..__ e . ..eu . ..nuas--zq
  19. 19. Encontrou o cordeiro encurraladr) numa saliência estreita. - Olá, - disse-lhe. - Sou o Zonzo. - Eu também estou, - balbuciou o cordeiro, que se chamava Edmundo. - Não percebeste. Eu chaJno-me Zonzo, - riu-se o cabrito. - O que estás a fazer aqui tão alto? l
  20. 20. «r-qqn-, q-: v-gmg-e - »- yr_ V270» « O cordeiro parecia envergonhado. . ,. “u” - Quero aprender a trepar montanhas, - respondeu. - À sério? - disse Zonzo. - Segue-me!
  21. 21. 'Elimine' 'iserígrairígn-rr: : 'i , ,i. 'al¡ãí'l_iilt; atiuçiflarvsgare, ea p: fish 'fíêPrjêâjz ¡tídljhfir *à 'ililfllã . Penn V941?! deixei* rn: 'age F [H ¡-' _AL . A m.
  22. 22. u: " muitu: *e aeee ai# . Í, nhfaf. ixezrtasíf m ai: ;iara many, *li* aíafltífl* ãl_~'“'. ,7É'-'v_, Bt , Fíülx . '-: ¡*'f. °. . uma «gpraar--nirxagt 'Fm »um '“. -. v. 8. »LHLr a c«r«: '"irãne, °; L lltilâ 'v', ; Lv llrãtf, "Ítüízlãr, l- ** &Êta; glãtsdêfà. lim t~: aj)í“f. t›'~1” , ".'~ : :í . Kia-i a eras. : Lian? Jnairs- "curvar : j: fq§$qfí _f meu! .nr
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  25. 25. .. Nx . . : v . fc. .í. |_. lavívul. qu. ._n. li›1ñíxvüvun 4 Íkwtlr. lj'yr'llil'il . . , . J JETAÍ: ÚíFÍu-¡vuiuâó , .17 dlaujü . .. , . . . m. .. . ,. .. .s , . . . , V _ 51;. , L a , _, . . ;e : a: mana
  26. 26. Às m > velhas at( ' Úllermn W¡ Ílerói por ter d] 20h20 @Olho qu) ZODZQ 4 a (-3 es no Val 1 . a e_ . . A? 'bhríto oh' gaüo. , agradar-xau. - mas Í 11163110? n 'f a s Q eU voltar Yara tasas n°10 “hà x x _ Zonzo, v ñtaremos A a ver-nos? - ? Q1917 4 Eàmmmõro 7 . .s 7T' - Claro! VQHKYHOS “ àe anna . ;,, ,;"“›, x 4x xynwÊíaq.
  27. 27. âcay V.
  28. 28. V575? . A ? é iktíl. "lfjid_íll¡ *Em Haga? ) ! IL 3)( Br. : NÍN _W ~:1*F'. a&°~v : :FJS-"lrãi 55;; )”L¡. '› jjq1ãi“sa¡i; n.g. v›'~z; .~°= ;um *Luv-rnañoruaisv a: outmíszareaui.
  29. 29. - Nem uma coisa nem orrtrai, - resrpondev ZOIIZO- s especiais: somos 31111908! - TU e eU somo E com mn sorriso

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