Kurt lewin

49.581 visualizações

Publicada em

Biografia e principais contribuições de Kurt Lewin, baseado no texto de Antonelo, C. S.; Pujol Junior, E.; Silva, M. V. Escola das relações humanas. disponível em http://nutep.adm.ufrgs.br/adp/RH.html, acessado em jan, 2012.

Publicada em: Educação
0 comentários
16 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
49.581
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
100
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
758
Comentários
0
Gostaram
16
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Divisão: Estabelecimento da distinção entre sócio-grupo (grupo de tarefa) e o psico-grupo (grupo estruturado, polarizado e orientado em função dos próprios membros que constituem o grupo – grupo de formação).
  • A piramide das necessidades de Maslow é de 1954, posterior a descrição das necessidades de Kut Lewin.
  • Kurt lewin

    1. 1. Kurt Lewin
    2. 2. Um resumo do texto “ Escola das relações humanas” de Antonelo, C. S.; Pujol Junior, E.; Silva, M. V. Psicologia dos Processos Grupais Claudia Sodré
    3. 3. Kurt Lewin - biografia http://nutep.adm.ufrgs.br/adp/RH.html <ul><li>09/09/1890 - Nasce Kurt Lewin na Prússia </li></ul><ul><li>1914 - titulo de doutor em filosofia pela Universidade de Berlim </li></ul><ul><li>1926 - Primeira Obra : A investigação em psicologia sobre comportamento e emoção. </li></ul><ul><li>1926 - Professor titular de Psicologia da Universidade de Berlim </li></ul><ul><li>1933 - Estatuto acadêmico cassado pelos nazistas </li></ul>
    4. 4. Kurt Lewin - biografia http://nutep.adm.ufrgs.br/adp/RH.html <ul><li>1933 - Foge da Alemanha </li></ul><ul><li>1933 - Passa pela Inglaterra e vai para EUA convidado para ensinar na Universidade de Stanford (Califórnia) </li></ul>
    5. 5. Kurt Lewin- biografia http://nutep.adm.ufrgs.br/adp/RH.html <ul><li>1934 - Professor de Psicologia na Universidade de Cornell –Nova York Cátedra de psicologia de da criança na Universidade de Iowa direção de um Centro de Pesquisa ligado ao departamento de Psicologia &quot;Child welfare research center&quot; Publicação de dois trabalhos Ä dynamic theory of personality&quot; e &quot;Principles of topological psycology” </li></ul><ul><li>1939 - Volta a Universidade de Stanford </li></ul><ul><li>1939 - Orientação das pesquisas alteram-se para psicologias dos grupos que seja dinâmica e gestaltica </li></ul>
    6. 6. Kurt Lewin- biografia http://nutep.adm.ufrgs.br/adp/RH.html <ul><li>1940 - Torna-se professor na Universidade de Harvard </li></ul><ul><li>1945 - Funda a pedido do MIT um centro de pesquisas em dinâmica de grupo, que se torna o mais célebre nos EUA </li></ul><ul><li>1947 ( 12 de fevereiro) – Com 56 anos morre Kurt Lewin. </li></ul>
    7. 7. Importância de sua obra <ul><li>Influenciou os teóricos da Administração e a Psicologia Industrial da década de 60. </li></ul><ul><li>Influenciou a introdução da Psicologia da Gestalt nas universidades dos EUA. </li></ul><ul><li>Devota seus últimos anos à pesquisa sobre grupos, sendo responsável por uma elevação do status da Psicologia Social como ciência. </li></ul><ul><li>Até os dias de hoje é fonte de inspiração para pesquisas. </li></ul>
    8. 8. Contribuições <ul><li>  Criação da Teoria de Campo </li></ul><ul><li>Criação da Pesquisa-Ação </li></ul><ul><li>Fundador de Dinâmica de Grupo. </li></ul><ul><li>Estabeleceu as bases para a posterior divisão das ciências sociais. </li></ul>
    9. 9. Dinâmica de grupo <ul><li>  &quot; é o estudo das forças que agem no seio dos grupos, suas origens, conseqüências e condições modificadoras do comportamento do grupo.&quot;. </li></ul>
    10. 10. Importância da DN <ul><li>&quot; (...) para organização é a de que, considerando os grupos responsáveis pelos atingimento dos objetivos organizacionais, a variação no comportamento do grupo é de conhecimento vital para o administrador.&quot; </li></ul>
    11. 11. Como se formam os grupos <ul><li>&quot;A formação do grupo fundamenta-se na idéia de consenso nas relações interpessoais, ou seja, concordância comum sobre os objetivos e sobre os meios de alcança-los, resultando a solidariedade grupal.&quot; </li></ul>
    12. 12. A teoria de Campo
    13. 13. <ul><li>  Para Kurt Lewin &quot;O comportamento é produto de um campo de determinantes interdependentes (conhecidos como &quot;espaço de vida&quot; ou &quot; campo social&quot; ). As características estruturais dessa campo são representadas por conceitos extraídos da topologia e da teoria de conjuntos e as características dinâmicas são representadas através de conceitos de forças psicológicas e sociais&quot; (Zander, 1967), </li></ul>
    14. 14. Teoria do Campo <ul><li>É mais propriamente um método do que uma teoria. </li></ul><ul><li>Seus pressupostos estão intimamente ligados à Teoria da Gestalt. </li></ul><ul><li>Enfatiza a motivação como motor do comportamento. </li></ul>
    15. 15. Principais conceitos <ul><li>Espaço de vida : todos os fatos que existem para o indivíduo, ou grupo, num dado momento. </li></ul>
    16. 16. Principais Conceitos <ul><li>Conceitos dinâmicos essenciais para analisar o comportamento: </li></ul><ul><ul><ul><li>a tensão, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a energia, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a necessidade, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a valência e </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>o vetor. </li></ul></ul></ul>
    17. 17. <ul><li>Processos como: </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>a percepção, </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>a ação </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>e a recordação, </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>meios pelos quais as tensões de um sistema se igualam; </li></ul>Principais Conceitos
    18. 18. Principais Conceitos <ul><li>A aprendizagem que provoca mudanças várias, como: </li></ul><ul><ul><ul><li>da motivação (adquirir novos gostos ou aversões), </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>mudança do grau de pertença ao grupo, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>assimilação de uma nova cultura. </li></ul></ul></ul>
    19. 19. Equação do comportamento humano <ul><li>  C = f (P,M)  </li></ul><ul><li>Onde: (C) é função, </li></ul><ul><li>(F) ou resultado da interação entre a pessoa (P) e o meio ambiente (M) que a rodeia. </li></ul>
    20. 20. Ambiente psicológico <ul><li>  Ambiente Psicológico: (ou ambiente comportamental) é tal como é percebido e interpretado pela pessoa, relaciona-se com as atuais necessidades do indivíduo. </li></ul><ul><li>Objetos, pessoas ou situações, podem adquirir valência no ambiente psicológico, determinando um campo dinâmico de forcas psicológicas. </li></ul>
    21. 21. Valência <ul><li>A origem do conceito vem da química: foi um dos primeiros conceitos usados na tentativa de descrever ligações e/ou afinidades químicas. </li></ul><ul><li>Refere-se às relações entre necessidades e os seus objetos. </li></ul>
    22. 22. Valência <ul><li>Valencia positiva: pessoas ou situações que podem ou prometem satisfazer necessidades presentes do indivíduo. Atraem o indivíduo. </li></ul><ul><li>Valência negativa: quando podem ou prometem ocasionar algum prejuízo Os objetos, pessoas ou situações de valência negativa repelem o indivíduo. </li></ul>
    23. 23. Vetor <ul><li>Origem: da Física, da Cinemática. </li></ul><ul><li>&quot;Algumas grandezas (como velocidade, força, etc) precisam, além do valor escalar, de uma direção e graficamente são representadas por um segmento de reta com seta. São denominadas grandezas vetoriais.&quot; http://www.mspc.eng.br/matm/vetor110.shtml </li></ul>
    24. 24. Vetor <ul><li>Um vetor tende sempre a produzir locomoção, um movimento em uma certa direção </li></ul><ul><li>Quando dois ou mais vetores atuam sobre uma mesma pessoa ao mesmo tempo, a locomoção é uma resultante de forças. </li></ul><ul><li>A locomoção pode ser impedida bloqueada por uma barreira, que é algum impedimento em relação a um objeto, pessoa ou situação. </li></ul>
    25. 25. Barreira <ul><li>A barreira não têm valência e não exerce nenhuma força, oferece resistência sempre que alguma força exercida sobre ela. </li></ul><ul><li>Quando a barreira é rígida, ela exige do indivíduo tentativas de exploração para ultrapassá-la e, </li></ul><ul><li>Quando inultrapassável, aí sim, adquire valência, negativa. </li></ul>
    26. 26. Tensão <ul><li>Toda a necessidade cria um estado de tensão no indivíduo, uma predisposição à ação sem nenhuma direção específica.   </li></ul>
    27. 27. Necessidades e motivações <ul><li>Força consciente ou inconsciente que leva um indivíduo a determinado comportamento, motivam o comportamento humano, dando-lhe direção e conteúdo. </li></ul>
    28. 28. Lewin e Maslow <ul><li>necessidades fisiológicas ou vegetativas - São inatas e instintivas: alimentação, sono, exercício físico, satisfação sexual, abrigo e proteção contra os elementos e de segurança física contra os perigos; </li></ul><ul><li>necessidades psicológicas - exclusivas do ser humano, aprendidas e adquiridas no decorrer da vida: segurança íntima, de participação, de autoconfiança, de afeição;Raramente são satisfeitas em sua plenitude. </li></ul><ul><li>necessidades de auto-realização e de expressão criativa - São produtos da educação e da cultura. Também são raramente satisfeitas em sua plenitude. </li></ul>
    29. 29. Bibliografia <ul><li>Antonelo, C. S.; Pujol Junior, E.; Silva, M. V. Escola das relações humansa . In: http://nutep.adm.ufrgs.br/adp/RH.html , acessed in jan, 2012. </li></ul>

    ×