Livro virtual 5º ano a profª claudete

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Livro virtual de conto de mistério: A casa assombrada

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Livro virtual 5º ano a profª claudete

  1. 1. Objetivo Pedagógico: Ler e compreender um conto de mistério. Produzir um conto de medo mantendo a sequência narrativa: situação inicial,desenvolvimento,desfecho e finalização. Público alvo: Alunos do 5º ano do Ensino Fundamental.
  2. 2. DEDICATÓRIA DEDICAMOS ESTE LIVRO AO NOSSOS PAIS, PROFESSORES E A TODOS AQUELES QUE DIRETA OU INDIRETAMENTE CONTRIBUÍRAM PARA A SUA CONSTRUÇÃO. COM CARINHO ALUNOS DO 5º ANO A
  3. 3. A CASA ASSOMBRADA
  4. 4. Em uma tarde nublada , a família de Cris, mudou-se para a nova residência no bairro do Socorro, numa casa cuja construção, foi uma das primeiras daquele bairro. A vizinhança sempre falava que aquela casa era mal-assombrada, mas eles nem ligavam para o que o povo dizia. Um dia os pais levaram Cris para brincar no parque, foi quando um senhor aproximou-se do menino e disse-lhe que na casa onde moravam aconteciam sempre coisas muito esquisitas. O menino assustado saiu correndo e foi contar para seus pais que estavam sentados num banco bem próximo dele.
  5. 5. Então o menino tendo visto algo estranho, resolveu buscar respostas para resolver o mistério e poder assim provar a seus pais que não era invenção dele. No dia seguinte ao chegar na escola , contou para os colegas o que tinha visto, mas os colegas também não acreditaram nele e isso o deixou muito chateado. Mesmo sem que ninguém acreditasse nele, foi até o computador e começou a pesquisar sobre casas mal-assombradas e assombrações . De repente Cris achou uma foto antiga da casa dele e nela dizia que aquela era a casa mais “velha, antiga e sinistra” do bairro.
  6. 6. Naquela noite, logo após deitar-se, ele escutou barulhos estranhos vindos da janela de seu quarto. Ele se levantou, pegou sua lanterna e foi até a janela, abrindo-a cuidadosamente. Foi quando viu um vulto negro sair correndo do quintal de sua casa. O menino assustado correu até o quarto de seus pais e contou o que tinha acontecido. Eles imediatamente correram até lá, mas já não viram nada.
  7. 7. Cris continuou investigando e achou uma imagem muito parecida com o que tinha visto na noite anterior, assim imprimiu a imagem e foi direto mostrar para os seus pais. Os pais não lhe deram atenção e disseram a ele que tudo era uma bobagem que essas imagens são feitas só para assustar crianças inocentes. Mesmo contrariado ele não desistiu, pegou suas coisas e saiu em busca da solução daquele mistério. Enquanto caminhava pela rua, viu no jardim de uma das casas, aquele senhor que havia lhe dito que a sua casa era assombrada. Desconfiado ele se escondeu atrás do muro e ficou olhando para o homem. Foi quando ele viu o homem se camuflando com um tecido preto e saindo pela porta dos fundos da casa. Cris resolveu então se esconder atrás de um arbusto e observá-lo.
  8. 8. O homem camuflado se dirigiu à casa de Cris. Adentrou cuidadosamente no quintal e se escondeu sorrateiramente na garagem da casa do menino. Cris mesmo assustado seguiu o homem e chegando em casa entrou de mansinho na garagem , onde se escondeu dentro de uma caixa. O homem não o viu, mas chegou tão perto dele que pode ouvi-lo dizer : “Está na hora de assombrar essas pessoas intrusas e expulsá-las da minha casa”. Mesmo sem entender o que estava acontecendo , Cris resolveu sair de mansinho da caixa e chamar seus pais , afinal essa era a sua única chance de provar que tinha alguma coisa estranha acontecendo ali. Mesmo desconfiados, os pais seguiram o menino até a garagem.
  9. 9. Os pais de Cris chegaram na garagem e de repente o vulto se mostra. O pai, num gesto bem rápido puxa o pano que cobria o corpo e então revela-se o mesmo homem que haviam conhecido no parque. Ao ser descoberto, o homem passa a explicar que desde bem pequeno ele morava naquela casa e que tinha prometido aos seus pais que sempre iria cuidar dela, e ainda, que foi obrigado a vender a casa porque ficou sozinho e sem condições de mantê-la e sendo assim não queria que ninguém mais morasse nela.
  10. 10. Os pais de Cris sentiram muito pelo ocorrido com ele e ficaram penalizados com a história do pobre homem que no final foi convidado pela família a morar numa pequena casa que ficava nos fundos do terreno. Feliz com o convite, ele aceitou prontamente e passou a ajudar a família a cuidar da propriedade, conseguindo assim manter a sua promessa. A casa deixou então de ser assombrada e a família aliviada, pediu desculpas para Cris por não ter acreditado nele e ele por sua vez, respondeu: Como diria Shakespeare : “Tudo está bem, quando termina bem”.
  11. 11. FIM
  12. 12. Referências: Contos do Quintal , Editora Rocco.

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