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Prova da Cidade 5ª série Português

Leia o texto a seguir para responder a questão 1.




Fonte: Metrô de São Paulo.Disponível em:
http://www.metro.sp.gov.br/trajeto/trajeto.asp?origemId=186&destinoId=168. Acesso em 09 mai
2010.

    1. O texto tem por objetivo principal


Leia o texto a seguir para responder a questão 2.

Amarelinha
- Faça o desenho riscando com giz no chão,
apresentando quadrados ou retângulos numerados de
1 a 10 e, no topo, o céu, em formato oval.
- Tire na sorte para saber quem vai começar.
- Cada jogador, então, joga uma pedrinha, inicialmente
na casa de número 1, devendo acertá-la em seus
limites.
- Pule, com um pé só, nas casas isoladas, e com os
dois, nas casas duplas, evitando a que contém a
pedrinha.
- Ao chegar ao céu, pise com os dois pés e retorne pulando da mesma forma até
as
casas 2-3. Lá, você precisará apanhar a pedrinha do chão, sem perder o equilíbrio,
e
pular de volta ao ponto de partida.
- Se não cometer erros, jogue a pedrinha na casa 2 e nas demais, repetindo todo
processo.
- Se perder o equilíbrio, colocando a mão no chão ou pisando fora dos limites das
casas, você deverá passar a vez para o próximo, retornando a jogar do ponto em
que errou ao chegar a sua vez novamente.
- Ganha o jogo quem primeiro alcançar o céu.
Fonte: Amarelinha. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Amarelinha. Acesso em: 09 mai.2010.
    Com cortes. Adapt.
    2. Esse texto é?

Leia a história para responder a questão 3.


Robalinho e Golondrina

Estava uma noite linda, cheia de estrelas. Discos voadores riscavam o céu
como flechas luminosas e desapareciam na distância. Robalinho via a lua, através
da fina camada de água transparente. Coisa esquisita: parecia que ela
compreendia
todas as suas tristezas!
Pensou em Golondrina. Golondrina... Ninguém movia as barbatanas com
tanta graça quanto ela. Que encanto, meu Deus! E como eram engraçadinhos
aqueles dentes miudinhos, um bem junto do outro... Onde estaria ela? Tão
pequena
e frágil! (...)
Não. Ele não se casaria com a Borboleta-do-Mar. É verdade que tinha olhos
verdes e era até mais bonita do que Golondrina, mas gostava dela e pronto!
Fonte: Lúcia Machado de Almeida. Estórias do Fundo do Mar. 9. ed. São Paulo: Melhoramentos,
1989. Adapt.

    3. Em “mas gostava dela e pronto!”, a palavra destacada retoma a expressão


Observe o Cartaz (Dia da Terra)
Fonte: Imagens dia da Terra. Disponível em:
http://1.bp.blogspot.com/_0CU7qX4rWDI/SeoUCBuE6PI/AAAAAAAABAE/LsoR_0ueFsE/s400/Dia+d
a+terra+-+colorir.jpg Acesso em 13/05/2010.


    4. A legenda adequada para a imagem é:

Observe a imagem (Crianças quebrando pedra)




Fonte: Disponível em http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/trabalhoinfantil.jpg Acesso em
12 mai 2010.

5. O texto adequado para a imagem é:
Leia o texto a seguir para responder as questões 6 e 7.

O Lobo e a Cabra
             (Esopo)
Um lobo viu uma cabra pastando em cima de um rochedo escarpado e, como
não tinha condições de subir até lá, resolveu convencer a cabra a vir mais para
baixo.
– Minha senhora, que perigo! – disse ele numa voz amigável. – Não seja
imprudente, desça daí! Aqui embaixo está cheio de comida, uma comida muito
gostosa.
Mas a cabra conhecia os truques do esperto lobo.
– Para o senhor, tanto faz se a relva que eu como é boa ou ruim! O que o
senhor quer é me comer!
Moral: Cuidado quando um inimigo dá um conselho amigo.
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. São Paulo: Cia das Letrinhas, 1994.

     6.O fato que marca o final da história é:

 7. Pode-se dizer que essa Fábula é contada por um narrador que não participa da
história. O trecho que confirma isso é:

Leia o texto a seguir para responder as questões 8 e 9.

História do astuto Ulisses

Na Grécia Antiga, contava-se a história do astuto Ulisses. Durante a sua
viagem de volta a Ítaca, onde morava, viu-se obrigado a cruzar a perigosa terra
das Sereias. Elas atraíam e matavam os homens com o seu canto. Acontece que
Ulisses era atrevido e inteligente. Resolveu que ia conhecer o canto daquelas
feiticeiras aquáticas e, para isso, seguiu os conselhos de sua amiga Circe:
primeiro, tapou com cera os ouvidos de seus companheiros de viagem. Depois,
pediu a eles que o amarrassem bem amarrado, no mastro do navio. Assim, graças
a essas ações, o guerreiro passou pertinho das sereias e, maravilhado, quase
enlouquecido, pôde admirar suas maravilhas e ouvir seu belo canto sem correr o
risco de ser levado,antes do tempo, para o abismo da morte.
Fonte: AZEVEDO, Ricardo. Armazém do Folclore. São Paulo: Ática, 2000. Adapt.

      8. De acordo com o texto,uma das características de Ulisses era ser um homem:

       9. Ulisses ouviu o canto das sereias:

Leia o texto a seguir para responder a questão 10.

Eu estou numa cidade chamada Recife que parece que é o maior legal. Quem
me trouxe foi o meu tio, que é jurado no festival de cinema daqui (jurado é o
cara que escolhe quem ganha, mas o meu tio diz que todo jurado acaba
jurado de morte, porque um monte de gente fica com raiva dele). Agora a
gente vai passear na cidade. Depois eu conto como é que foi
Fonte: Blog do Lelê. Disponível em: blogdolele.blog.uol.com.br/. Acesso em: 09 mai. 2010. Com
cortEs.

     10. O uso das expressões “maior legal”,”cara”,”monte”,”a gente” indica que
essa mensagem foi escrita por:
Leia o trecho de uma carta escrita por Monteiro Lobato a um comerciante para
responder a questão 11.

Vossa Senhoria tem o seu negócio montado, e quanto mais coisas vender,
maior será o lucro. Quer vender também uma coisa chamada "livros"? Tratase
de um artigo comercial como qualquer outro; batata, querosene ou
bacalhau. O conteúdo não interessa a Vossa Senhoria e sim ao seu cliente, o
qual dele tomará conhecimento através das nossas explicações nos
catálogos. Se vender os tais "livros", terá uma comissão; se não vendê-los,
poderá devolvê-los pelo Correio, com o porte por nossa conta.

Fonte: HojeAconteceuLunas & Monteiro Lobato. Disponível em: http://www.lunaeamigos.com.br/
aconteceu/aconteceu34.htm. Acesso em: 09 mai. 2010. Com cortes. Adapt

 11. A expressão Vossa Senhoria na carta demonstra que o autor usa uma linguagem

Leia o texto a seguir para responder as questões 12 e 13.

Alice era uma menina de sete anos que viveu aventuras fantásticas. Certa
tarde de verão, ela viu um coelho branco aparecer correndo na sua frente: ele
falava, usava relógio e estava com muita pressa. Curiosa, ela o seguiu.
O coelho pulou dentro de um buraco e ela também. Foi assim que Alice
entrou no País das Maravilhas.
Fonte: Heloisa PRIETO (org.). Vice-Versa ao Contrário. São Paulo: Cia das Letras, 1993. Com
cortes.
      12. A expressão do texto que indica quando ocorro a história é:
      13. Alice entrou no País das Maravilha porque?

Leia os textos a seguir para responder a questão 14.

Bate-papo
Isa TKM está de volta
Leia entrevista com a atriz e cantora venezuelana María Gabriela de Faría,
que faz o papel de Isa Pasquali na novelinha da Nickelodeon (TV paga)

O que prepararam para este show?
Voltamos ao Brasil porque da outra vez não tivemos tempo de ir a muitas cidades.
Teremos mais canções, dançaremos e cantaremos bastante. Estamos praticando
o português [no show, os músicos-atores interpretam cenas da novela].

Haverá canções do segundo CD?
Como o segundo disco ainda não foi lançado no Brasil, achamos melhor nos focar
no primeiro. Quanto ao segundo CD, as músicas estão com mais personalidade.
"Gostei de todas as músicas, mas a minha preferida foi a primeira do CD ['Sigo al
Corazón']. O estilo [do disco] é mais agitado, tipo rock. Já conhecia a novela, e o
CD tem as músicas que tocam lá. A Isa canta muito bem."

BEATRIZ LANFERINI FARTES, 10, sobre o segundo CD, "Isa TK+" (Sony
Music; R$ 19,90), previsto para ser lançado em maio.
Fonte: Folha de S. Paulo, Folhinha, São Paulo, sábado, 24 de abril de 2010. Disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/dicas/di24041003.htm. Acesso em: 09 mai.2010.



 14. Essa entrevista interessa principalmente a:
Leia a capa do livro para responder a questão 15.




Fonte: Disponível em: http://www.livrariacultura.com.br. Acesso em: 11/06/2010.



    15. O título do livro é:

Leia a notícia para responder as questões 16 e 17.

Falha na linha 3- Vermelha prejudica metrô de SP por meia hora da Reportagem
Local.

Uma falha em uma composição do metrô de São Paulo prejudicou o serviço por
mais de meia hora na tarde desta quinta-feira. De acordo com o Metrô, a falha
começou às 13h40 na estação República, na linha 3-Vermelha, sentido Barra
Funda.
O trem com problemas foi retirado da via às 14h13, e, segundo o Metrô, a
circulação voltou ao normal em seguida. A composição foi recolhida para uma área
de estacionamento próxima à estação Barra Funda.
Durante o problema, a circulação do metrô foi mantida no sentido Itaquera. Os
passageiros prejudicados foram informados sobre a pane por meio dos alto-
falantes das estações e dos trens.
Fonte: Folha de S.Paulo. São Paulo, Cotidiano, 06/05/2010. Disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u731230.shtml. Acesso em: 13 mai. 2010.

   16. A primeira conseqüência da falha do metrô foi?

  17. As expressões “República”, “Barra Funda”, e “3-Vermelha” foram escritas com
letra maiúscula inicial porque?

Leia o texto para responder as questões 18 e19.

Conversa de Anjo
Conversa de Anjo
Dois anjos conversando:
Anjo um — Como será o tempo amanhã?
Anjo dois — Acabo de ouvir na rádio que vai ficar o dia todo nublado.
Anjo um — Que bom! Assim a gente vai ter lugar pra sentar!

Fonte: Piadas engraçadas. Disponível em: http://piadasengracadas.net/piada/1336/conversa-
deanjo/.Acesso em: 09 mai.2010. Adapt.

      18. O humor desse texto ocorre porque:

   19. Na frase “Que Bom!”, o uso o ponto de exclamação indica?



Leia o poema a seguir para responder a questão 20.

DENGOSO FURIOSO
(Ricardo Azevedo)
Late feito uma fera
De dentes arreganhados
De pelos arrepiados
De olhos esbugalhados
Rosnando feito um demônio
Tomando conta da casa
Mais parece um delegado
Esse bassê furioso
Que vovô, não sei por que
Deu o nome de Dengoso.
Fonte: Ricardo AZEVEDO. A casa do meu avô. 5. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1986.

20. Nesse poema, a palavra ―furioso‖ rima com


Leia a notícia a seguir para responder as questões 21 e 22.

Protesto Animal
Foto Sueli Takejame/Divulgação
Lago Orion, em Aldeia da Serra (Barueri, SP)


"Pedimos a manutenção do nosso direito
de passear com nossas famílias de
humanos.‖
Esta frase está em um abaixo-assinado
diferente: as assinaturas de pessoas foram trocadas pela marca das patinhas de
cachorros, gatos, jabuti e até de cavalo.
A iniciativa é da menina Sofia Sales, 12, moradora de Aldeia da Serra
(Barueri/SP).
Ela e os vizinhos estão preocupados com o projeto de construção de um novo
condomínio na região. Se isso acontecer, parte das matas ao redor do lago Orion,
que abastece a aldeia, será destruída.
Ela conta como teve a ideia. "Eu sempre passeio em volta do lago com o meu
cachorro e achei que ele - como os outros animais que passeiam por lá - não
ficaria
nada feliz com a destruição das matas."
Fonte: MANCINI, G. Blogdafolhinha, 30/3/2010. Disponível em:
http://blogdafolhinha.folha.blog.uol.com.br/. Acesso em: 09 mai.2010. Adaptado

21. A iniciativa de Sofia demonstra

22. O assunto principal dessa notícia é:

Leia as cartas trocadas entre crianças da Vilinha de Gilé, em Moçambique, na
África,e crianças do Brasil para responder as questões 23 e 24

CARTA DO BRASIL

"Queridos amigos,
Gostaríamos de saber como é a escola, a sala de aula e a professora daí. Ficamos
muito tristes quando nossa professora leu a reportagem [da Folhinha] e ficamos
sabendo que vocês comem ratos e cupins. Como podemos ajudá-los?"
Alunos do 1º ano A e da professora Rosirene, da escola municipal Professora
Lucinda Araújo Pereira Giampietro, de Birigui (SP)

CARTA DE GILÉ

"Olá, amigos do Brasil.
A nossa escola primária é construída com barro e coberta de capim. Sentamos no
chão e, quando chove muito, cai água dentro da sala e molha nossas roupas e
cadernos. A nossa professora nada pode fazer, pois é o único lugar que ela tem
disponível para tentar nos ensinar. Não conseguimos aprender muito, mas é assim
mesmo. Aqui comemos ratos do mato, que em nosso dialeto chamamos de
‘mutxhoro‗, e também comemos cupim. Mas não é toda gente, e aqueles que
comem não é tanto por gostar, mas por não ter nada para misturar com a xima,
folhas de mandioca, folhas de abóbora etc. Assim é a nossa vida, embora pobres,
somos felizes. Abraços!"

Crianças do Gilé
Fonte: Gabriella MANCINI. Blogdafolhinha, 30/4/2010, às 18h48. Disponível em:
http://blogdafolhinha.folha.blog.uol.com.br/. Acesso em: 09 mai.2010. Com cortes.

23. O trecho que indica uma opinião sobre o ensino em Gilé é:

24. Os destinatários da carta do Brasil são

Leia o texto a seguir para responder a questão 25.

Monteiro Lobato lidera visitas em São Paulo
   Com apresentações teatrais e de filmes, exposições e outras atividades
culturais, a biblioteca Monteiro Lobato, na Vila Buarque, região central de São
Paulo,
é líder em visitação pública na capital. Entre janeiro e dezembro do ano passado,
mais de 73 mil pessoas estiveram no local com uma média de 240 visitantes
diários.
Ela é a única biblioteca municipal da cidade especializada em literatura infanto
juvenil e tem uma gibiteca com cerca de 3.500 exemplares.
Fonte: Folha de S. Paulo, São Paulo, Cotidiano, 1 mai. 2010, p. C4. Adapt.

25. Conforme o texto, a biblioteca Monteiro Lobato:

Observe o texto a seguir para responder a questão 26.
26. O trecho ―VIU COMO É FÁCIL PARA O MOSQUITO DA DENGUE ENTRAR
NA
SUA CASA?‖ poderia ser reescrito assim


Leia a história para responder as questões 27 e 28.

A vingança da caveira

Zé Pedro retirou a caveira da árvore e pôs-se
a examiná-la. Ela sorria. Depois, jogou-a no chão,
junto do resto do esqueleto.
- Vá jantar comigo assim que tiver um
tempinho, criatura – a risada de Zé Pedro ecoou
pela mata.
Quando diminuiu o acesso de riso, Zé Pedro
começou a sentir um estranhamento. Seu corpo
estremecia e via a caveira na sua frente.
- Devo estar nervoso – pensou.
Seguiu caminho, mas a visão da caveira continuava. Zé parou de achar graça
do que acontecia. Começou a correr – e tinha a impressão de que a caveira,
sorridente, corria ao seu lado.
Entrou disparado em casa, passou pela cara espantada da mulher e foi direto
pro quarto – onde, sem querer, deu de cara consigo mesmo no espelho do
guardaroupa.
O susto foi maior: quase não se reconheceu. Viu um homem pálido, de olhos
assustados, com tremores pelo corpo e – pasme, leitor! – um sorriso escancarado
no rosto, grudado, de pedra, igualzinho ao da caveira.
Zé Pedro desmaiou. Quando voltou a si, a família inteira estava reunida em
torno dele, fazendo perguntas, estranhando tudo aquilo – principalmente o sorriso
pregado no seu rosto. Assustado e com vergonha, Zé Pedro deu uma desculpa,
dizendo que uma onça pintada o havia perseguido, e a coisa ficou por isso mesmo.
Fonte: Sonia JUNQUEIRA. A vingança da caveira. 5.ed. São Paulo: Atual, 1997. Ilustrações de R.
Girotto e L.C. Fernandes. Com cortes. Adapt.

27. O problema de Zé Pedro se inicia no trecho

28. A fala de um personagem ocorre em:

Leia a fábula a seguir para responder as questões 29 e 30.

As Formigas e o Gafanhoto
(Esopo)
Num brilhante dia de outono, uma família de formigas
se apressava para aproveitar o calor do sol, colocando para
secar todos os grãos que haviam coletado durante o verão.
Então um Gafanhoto faminto se aproximou delas, com um
violino debaixo do braço, e humildemente veio pedir um pouco
de comida.
As formigas perguntaram surpresas: ―Como? Então você não estocou nada
para passar o inverno? O que afinal de contas você esteve fazendo durante o
último
verão?‖
E respondeu o Gafanhoto: ―Não tive tempo para coletar e guardar nenhuma
comida, eu estava tão ocupado fazendo e tocando minhas músicas, que sequer
percebi que o verão chegava ao fim.‖
As formigas encolheram seus ombros indiferentes, e disseram: ―Fazendo
música, todo tempo você esteve? Muito bem, agora é chegada a hora de você
dançar!‖.
E dando às costas para o Gafanhoto, continuaram a realizar o seu trabalho.
Fonte: ESOPO. Fábulas. Disponível em: http://sitededicas.uol.com.br/cfab.htm. Acesso em: mai.
2010.

29. Considerando a história das formigas e do gafanhoto, a moral mais adequada
é:

30. O sentido da palavra ―estocou― no texto é:

Leia o texto e responda as questões 31 e 32.

O Jogo

(Ricardo Azevedo)
Sentado num banquinho verde de madeira, o professor observava o jogo. O
frio estava de lascar.
A turma dos camisas brancas tem a posse de bola. Avelino passa para
Rogério que dribla o adversário, finge que vai chutar no gol, mas deixa de ladinho
para José Pedro que domina e enche o pé. A bola vai alta, longe do gol, cruza o
muro e cai no telhado atrás da escola.
O professor deu um murro no joelho.
- Outra vez! - gritou cuspindo o apito. - É a segunda que você manda no
vizinho, caramba! Quer fazer o favor de tomar mais cuidado?
O menino, suado, fez um gesto de positivo com a mão, virou o rosto e deu
uma risadinha malandra para os colegas.
O professor pegou outra bola no saco. O jogo recomeçou.
Fonte: Ricardo AZEVEDO. Pobre c. careca. São Paulo: Ática, 1998. Com cortes. Adapt.

31. O jogo narrado na história é de:


32. Em ―O menino, suado, fez um gesto de positivo com a mão...‖, a palavra
grifada se refere ao:

Proposta de Redação

Leia o texto a seguir. Continue a escrever o conto, a partir do ―até que...‖, de
modo que ele tenha um final coerente com o começo.

A Língua mata
Nas terras do faz de conta que eu conto este conto sem aumentar um ponto,
o povo era governado por um rei, Sabichão III, homem justo e popular. Para os
habitantes daquele pequeno reino, o rei era o deus da justiça. Respeitado e temido
por suas prudentes decisões. No tribunal, sua palavra era a primeira e a última:
sim
ou não e ponto final. Muitas vezes não era necessário nem falar, bastava um
simples gesto e o fato estava consumado. Polegar erguido: inocente; polegar
baixo:
execução. A cabeça seria separada do corpo na guilhotina, na presença de todos
os
súditos.
O simples fato de alguém ficar uns dias sem trabalhar era motivo suficiente de
ser levado ao tribunal e quase sempre condenado à morte. Dizia o rei: ―Quem não
produz frutos é árvore morta‖. Excluindo as crianças, idosos e doentes que eram
tratados com toda dignidade e carinho. Por este e outros motivos o seu reinado foi
próspero e abundante, pois nunca, até então, fora visto tanta fartura em um só
lugar.
O povão tinha de tudo para ser feliz: alimentação, educação, saúde e muito lazer.
Até que...
Fonte: MARTINS, Gilson. A língua mata. Disponível em:
http://virtualbooks.terra.com.br/freebook/infantis/a_lingua_mata.htm Acesso em 13/05/2010.
Adaptado
e com cortes.

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  • 1. Prova da Cidade 5ª série Português Leia o texto a seguir para responder a questão 1. Fonte: Metrô de São Paulo.Disponível em: http://www.metro.sp.gov.br/trajeto/trajeto.asp?origemId=186&destinoId=168. Acesso em 09 mai 2010. 1. O texto tem por objetivo principal Leia o texto a seguir para responder a questão 2. Amarelinha
  • 2. - Faça o desenho riscando com giz no chão, apresentando quadrados ou retângulos numerados de 1 a 10 e, no topo, o céu, em formato oval. - Tire na sorte para saber quem vai começar. - Cada jogador, então, joga uma pedrinha, inicialmente na casa de número 1, devendo acertá-la em seus limites. - Pule, com um pé só, nas casas isoladas, e com os dois, nas casas duplas, evitando a que contém a pedrinha. - Ao chegar ao céu, pise com os dois pés e retorne pulando da mesma forma até as casas 2-3. Lá, você precisará apanhar a pedrinha do chão, sem perder o equilíbrio, e pular de volta ao ponto de partida. - Se não cometer erros, jogue a pedrinha na casa 2 e nas demais, repetindo todo processo. - Se perder o equilíbrio, colocando a mão no chão ou pisando fora dos limites das casas, você deverá passar a vez para o próximo, retornando a jogar do ponto em que errou ao chegar a sua vez novamente. - Ganha o jogo quem primeiro alcançar o céu. Fonte: Amarelinha. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Amarelinha. Acesso em: 09 mai.2010. Com cortes. Adapt. 2. Esse texto é? Leia a história para responder a questão 3. Robalinho e Golondrina Estava uma noite linda, cheia de estrelas. Discos voadores riscavam o céu como flechas luminosas e desapareciam na distância. Robalinho via a lua, através da fina camada de água transparente. Coisa esquisita: parecia que ela compreendia todas as suas tristezas! Pensou em Golondrina. Golondrina... Ninguém movia as barbatanas com tanta graça quanto ela. Que encanto, meu Deus! E como eram engraçadinhos aqueles dentes miudinhos, um bem junto do outro... Onde estaria ela? Tão pequena e frágil! (...) Não. Ele não se casaria com a Borboleta-do-Mar. É verdade que tinha olhos verdes e era até mais bonita do que Golondrina, mas gostava dela e pronto! Fonte: Lúcia Machado de Almeida. Estórias do Fundo do Mar. 9. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1989. Adapt. 3. Em “mas gostava dela e pronto!”, a palavra destacada retoma a expressão Observe o Cartaz (Dia da Terra)
  • 3. Fonte: Imagens dia da Terra. Disponível em: http://1.bp.blogspot.com/_0CU7qX4rWDI/SeoUCBuE6PI/AAAAAAAABAE/LsoR_0ueFsE/s400/Dia+d a+terra+-+colorir.jpg Acesso em 13/05/2010. 4. A legenda adequada para a imagem é: Observe a imagem (Crianças quebrando pedra) Fonte: Disponível em http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/trabalhoinfantil.jpg Acesso em 12 mai 2010. 5. O texto adequado para a imagem é:
  • 4. Leia o texto a seguir para responder as questões 6 e 7. O Lobo e a Cabra (Esopo) Um lobo viu uma cabra pastando em cima de um rochedo escarpado e, como não tinha condições de subir até lá, resolveu convencer a cabra a vir mais para baixo. – Minha senhora, que perigo! – disse ele numa voz amigável. – Não seja imprudente, desça daí! Aqui embaixo está cheio de comida, uma comida muito gostosa. Mas a cabra conhecia os truques do esperto lobo. – Para o senhor, tanto faz se a relva que eu como é boa ou ruim! O que o senhor quer é me comer! Moral: Cuidado quando um inimigo dá um conselho amigo. Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. São Paulo: Cia das Letrinhas, 1994. 6.O fato que marca o final da história é: 7. Pode-se dizer que essa Fábula é contada por um narrador que não participa da história. O trecho que confirma isso é: Leia o texto a seguir para responder as questões 8 e 9. História do astuto Ulisses Na Grécia Antiga, contava-se a história do astuto Ulisses. Durante a sua viagem de volta a Ítaca, onde morava, viu-se obrigado a cruzar a perigosa terra das Sereias. Elas atraíam e matavam os homens com o seu canto. Acontece que Ulisses era atrevido e inteligente. Resolveu que ia conhecer o canto daquelas feiticeiras aquáticas e, para isso, seguiu os conselhos de sua amiga Circe: primeiro, tapou com cera os ouvidos de seus companheiros de viagem. Depois, pediu a eles que o amarrassem bem amarrado, no mastro do navio. Assim, graças a essas ações, o guerreiro passou pertinho das sereias e, maravilhado, quase enlouquecido, pôde admirar suas maravilhas e ouvir seu belo canto sem correr o risco de ser levado,antes do tempo, para o abismo da morte. Fonte: AZEVEDO, Ricardo. Armazém do Folclore. São Paulo: Ática, 2000. Adapt. 8. De acordo com o texto,uma das características de Ulisses era ser um homem: 9. Ulisses ouviu o canto das sereias: Leia o texto a seguir para responder a questão 10. Eu estou numa cidade chamada Recife que parece que é o maior legal. Quem me trouxe foi o meu tio, que é jurado no festival de cinema daqui (jurado é o cara que escolhe quem ganha, mas o meu tio diz que todo jurado acaba jurado de morte, porque um monte de gente fica com raiva dele). Agora a gente vai passear na cidade. Depois eu conto como é que foi Fonte: Blog do Lelê. Disponível em: blogdolele.blog.uol.com.br/. Acesso em: 09 mai. 2010. Com cortEs. 10. O uso das expressões “maior legal”,”cara”,”monte”,”a gente” indica que essa mensagem foi escrita por:
  • 5. Leia o trecho de uma carta escrita por Monteiro Lobato a um comerciante para responder a questão 11. Vossa Senhoria tem o seu negócio montado, e quanto mais coisas vender, maior será o lucro. Quer vender também uma coisa chamada "livros"? Tratase de um artigo comercial como qualquer outro; batata, querosene ou bacalhau. O conteúdo não interessa a Vossa Senhoria e sim ao seu cliente, o qual dele tomará conhecimento através das nossas explicações nos catálogos. Se vender os tais "livros", terá uma comissão; se não vendê-los, poderá devolvê-los pelo Correio, com o porte por nossa conta. Fonte: HojeAconteceuLunas & Monteiro Lobato. Disponível em: http://www.lunaeamigos.com.br/ aconteceu/aconteceu34.htm. Acesso em: 09 mai. 2010. Com cortes. Adapt 11. A expressão Vossa Senhoria na carta demonstra que o autor usa uma linguagem Leia o texto a seguir para responder as questões 12 e 13. Alice era uma menina de sete anos que viveu aventuras fantásticas. Certa tarde de verão, ela viu um coelho branco aparecer correndo na sua frente: ele falava, usava relógio e estava com muita pressa. Curiosa, ela o seguiu. O coelho pulou dentro de um buraco e ela também. Foi assim que Alice entrou no País das Maravilhas. Fonte: Heloisa PRIETO (org.). Vice-Versa ao Contrário. São Paulo: Cia das Letras, 1993. Com cortes. 12. A expressão do texto que indica quando ocorro a história é: 13. Alice entrou no País das Maravilha porque? Leia os textos a seguir para responder a questão 14. Bate-papo Isa TKM está de volta Leia entrevista com a atriz e cantora venezuelana María Gabriela de Faría, que faz o papel de Isa Pasquali na novelinha da Nickelodeon (TV paga) O que prepararam para este show? Voltamos ao Brasil porque da outra vez não tivemos tempo de ir a muitas cidades. Teremos mais canções, dançaremos e cantaremos bastante. Estamos praticando o português [no show, os músicos-atores interpretam cenas da novela]. Haverá canções do segundo CD? Como o segundo disco ainda não foi lançado no Brasil, achamos melhor nos focar no primeiro. Quanto ao segundo CD, as músicas estão com mais personalidade. "Gostei de todas as músicas, mas a minha preferida foi a primeira do CD ['Sigo al Corazón']. O estilo [do disco] é mais agitado, tipo rock. Já conhecia a novela, e o CD tem as músicas que tocam lá. A Isa canta muito bem." BEATRIZ LANFERINI FARTES, 10, sobre o segundo CD, "Isa TK+" (Sony Music; R$ 19,90), previsto para ser lançado em maio. Fonte: Folha de S. Paulo, Folhinha, São Paulo, sábado, 24 de abril de 2010. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/dicas/di24041003.htm. Acesso em: 09 mai.2010. 14. Essa entrevista interessa principalmente a:
  • 6. Leia a capa do livro para responder a questão 15. Fonte: Disponível em: http://www.livrariacultura.com.br. Acesso em: 11/06/2010. 15. O título do livro é: Leia a notícia para responder as questões 16 e 17. Falha na linha 3- Vermelha prejudica metrô de SP por meia hora da Reportagem Local. Uma falha em uma composição do metrô de São Paulo prejudicou o serviço por mais de meia hora na tarde desta quinta-feira. De acordo com o Metrô, a falha começou às 13h40 na estação República, na linha 3-Vermelha, sentido Barra Funda. O trem com problemas foi retirado da via às 14h13, e, segundo o Metrô, a circulação voltou ao normal em seguida. A composição foi recolhida para uma área de estacionamento próxima à estação Barra Funda. Durante o problema, a circulação do metrô foi mantida no sentido Itaquera. Os passageiros prejudicados foram informados sobre a pane por meio dos alto- falantes das estações e dos trens. Fonte: Folha de S.Paulo. São Paulo, Cotidiano, 06/05/2010. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u731230.shtml. Acesso em: 13 mai. 2010. 16. A primeira conseqüência da falha do metrô foi? 17. As expressões “República”, “Barra Funda”, e “3-Vermelha” foram escritas com letra maiúscula inicial porque? Leia o texto para responder as questões 18 e19. Conversa de Anjo
  • 7. Conversa de Anjo Dois anjos conversando: Anjo um — Como será o tempo amanhã? Anjo dois — Acabo de ouvir na rádio que vai ficar o dia todo nublado. Anjo um — Que bom! Assim a gente vai ter lugar pra sentar! Fonte: Piadas engraçadas. Disponível em: http://piadasengracadas.net/piada/1336/conversa- deanjo/.Acesso em: 09 mai.2010. Adapt. 18. O humor desse texto ocorre porque: 19. Na frase “Que Bom!”, o uso o ponto de exclamação indica? Leia o poema a seguir para responder a questão 20. DENGOSO FURIOSO (Ricardo Azevedo) Late feito uma fera De dentes arreganhados De pelos arrepiados De olhos esbugalhados Rosnando feito um demônio Tomando conta da casa Mais parece um delegado Esse bassê furioso Que vovô, não sei por que Deu o nome de Dengoso. Fonte: Ricardo AZEVEDO. A casa do meu avô. 5. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1986. 20. Nesse poema, a palavra ―furioso‖ rima com Leia a notícia a seguir para responder as questões 21 e 22. Protesto Animal Foto Sueli Takejame/Divulgação Lago Orion, em Aldeia da Serra (Barueri, SP) "Pedimos a manutenção do nosso direito de passear com nossas famílias de humanos.‖ Esta frase está em um abaixo-assinado diferente: as assinaturas de pessoas foram trocadas pela marca das patinhas de cachorros, gatos, jabuti e até de cavalo. A iniciativa é da menina Sofia Sales, 12, moradora de Aldeia da Serra (Barueri/SP). Ela e os vizinhos estão preocupados com o projeto de construção de um novo condomínio na região. Se isso acontecer, parte das matas ao redor do lago Orion, que abastece a aldeia, será destruída. Ela conta como teve a ideia. "Eu sempre passeio em volta do lago com o meu cachorro e achei que ele - como os outros animais que passeiam por lá - não ficaria nada feliz com a destruição das matas."
  • 8. Fonte: MANCINI, G. Blogdafolhinha, 30/3/2010. Disponível em: http://blogdafolhinha.folha.blog.uol.com.br/. Acesso em: 09 mai.2010. Adaptado 21. A iniciativa de Sofia demonstra 22. O assunto principal dessa notícia é: Leia as cartas trocadas entre crianças da Vilinha de Gilé, em Moçambique, na África,e crianças do Brasil para responder as questões 23 e 24 CARTA DO BRASIL "Queridos amigos, Gostaríamos de saber como é a escola, a sala de aula e a professora daí. Ficamos muito tristes quando nossa professora leu a reportagem [da Folhinha] e ficamos sabendo que vocês comem ratos e cupins. Como podemos ajudá-los?" Alunos do 1º ano A e da professora Rosirene, da escola municipal Professora Lucinda Araújo Pereira Giampietro, de Birigui (SP) CARTA DE GILÉ "Olá, amigos do Brasil. A nossa escola primária é construída com barro e coberta de capim. Sentamos no chão e, quando chove muito, cai água dentro da sala e molha nossas roupas e cadernos. A nossa professora nada pode fazer, pois é o único lugar que ela tem disponível para tentar nos ensinar. Não conseguimos aprender muito, mas é assim mesmo. Aqui comemos ratos do mato, que em nosso dialeto chamamos de ‘mutxhoro‗, e também comemos cupim. Mas não é toda gente, e aqueles que comem não é tanto por gostar, mas por não ter nada para misturar com a xima, folhas de mandioca, folhas de abóbora etc. Assim é a nossa vida, embora pobres, somos felizes. Abraços!" Crianças do Gilé Fonte: Gabriella MANCINI. Blogdafolhinha, 30/4/2010, às 18h48. Disponível em: http://blogdafolhinha.folha.blog.uol.com.br/. Acesso em: 09 mai.2010. Com cortes. 23. O trecho que indica uma opinião sobre o ensino em Gilé é: 24. Os destinatários da carta do Brasil são Leia o texto a seguir para responder a questão 25. Monteiro Lobato lidera visitas em São Paulo Com apresentações teatrais e de filmes, exposições e outras atividades culturais, a biblioteca Monteiro Lobato, na Vila Buarque, região central de São Paulo, é líder em visitação pública na capital. Entre janeiro e dezembro do ano passado, mais de 73 mil pessoas estiveram no local com uma média de 240 visitantes diários. Ela é a única biblioteca municipal da cidade especializada em literatura infanto juvenil e tem uma gibiteca com cerca de 3.500 exemplares. Fonte: Folha de S. Paulo, São Paulo, Cotidiano, 1 mai. 2010, p. C4. Adapt. 25. Conforme o texto, a biblioteca Monteiro Lobato: Observe o texto a seguir para responder a questão 26.
  • 9. 26. O trecho ―VIU COMO É FÁCIL PARA O MOSQUITO DA DENGUE ENTRAR NA SUA CASA?‖ poderia ser reescrito assim Leia a história para responder as questões 27 e 28. A vingança da caveira Zé Pedro retirou a caveira da árvore e pôs-se a examiná-la. Ela sorria. Depois, jogou-a no chão, junto do resto do esqueleto. - Vá jantar comigo assim que tiver um tempinho, criatura – a risada de Zé Pedro ecoou pela mata. Quando diminuiu o acesso de riso, Zé Pedro começou a sentir um estranhamento. Seu corpo estremecia e via a caveira na sua frente. - Devo estar nervoso – pensou. Seguiu caminho, mas a visão da caveira continuava. Zé parou de achar graça do que acontecia. Começou a correr – e tinha a impressão de que a caveira, sorridente, corria ao seu lado. Entrou disparado em casa, passou pela cara espantada da mulher e foi direto
  • 10. pro quarto – onde, sem querer, deu de cara consigo mesmo no espelho do guardaroupa. O susto foi maior: quase não se reconheceu. Viu um homem pálido, de olhos assustados, com tremores pelo corpo e – pasme, leitor! – um sorriso escancarado no rosto, grudado, de pedra, igualzinho ao da caveira. Zé Pedro desmaiou. Quando voltou a si, a família inteira estava reunida em torno dele, fazendo perguntas, estranhando tudo aquilo – principalmente o sorriso pregado no seu rosto. Assustado e com vergonha, Zé Pedro deu uma desculpa, dizendo que uma onça pintada o havia perseguido, e a coisa ficou por isso mesmo. Fonte: Sonia JUNQUEIRA. A vingança da caveira. 5.ed. São Paulo: Atual, 1997. Ilustrações de R. Girotto e L.C. Fernandes. Com cortes. Adapt. 27. O problema de Zé Pedro se inicia no trecho 28. A fala de um personagem ocorre em: Leia a fábula a seguir para responder as questões 29 e 30. As Formigas e o Gafanhoto (Esopo) Num brilhante dia de outono, uma família de formigas se apressava para aproveitar o calor do sol, colocando para secar todos os grãos que haviam coletado durante o verão. Então um Gafanhoto faminto se aproximou delas, com um violino debaixo do braço, e humildemente veio pedir um pouco de comida. As formigas perguntaram surpresas: ―Como? Então você não estocou nada para passar o inverno? O que afinal de contas você esteve fazendo durante o último verão?‖ E respondeu o Gafanhoto: ―Não tive tempo para coletar e guardar nenhuma comida, eu estava tão ocupado fazendo e tocando minhas músicas, que sequer percebi que o verão chegava ao fim.‖ As formigas encolheram seus ombros indiferentes, e disseram: ―Fazendo música, todo tempo você esteve? Muito bem, agora é chegada a hora de você dançar!‖. E dando às costas para o Gafanhoto, continuaram a realizar o seu trabalho. Fonte: ESOPO. Fábulas. Disponível em: http://sitededicas.uol.com.br/cfab.htm. Acesso em: mai. 2010. 29. Considerando a história das formigas e do gafanhoto, a moral mais adequada é: 30. O sentido da palavra ―estocou― no texto é: Leia o texto e responda as questões 31 e 32. O Jogo (Ricardo Azevedo) Sentado num banquinho verde de madeira, o professor observava o jogo. O frio estava de lascar. A turma dos camisas brancas tem a posse de bola. Avelino passa para Rogério que dribla o adversário, finge que vai chutar no gol, mas deixa de ladinho para José Pedro que domina e enche o pé. A bola vai alta, longe do gol, cruza o muro e cai no telhado atrás da escola. O professor deu um murro no joelho. - Outra vez! - gritou cuspindo o apito. - É a segunda que você manda no
  • 11. vizinho, caramba! Quer fazer o favor de tomar mais cuidado? O menino, suado, fez um gesto de positivo com a mão, virou o rosto e deu uma risadinha malandra para os colegas. O professor pegou outra bola no saco. O jogo recomeçou. Fonte: Ricardo AZEVEDO. Pobre c. careca. São Paulo: Ática, 1998. Com cortes. Adapt. 31. O jogo narrado na história é de: 32. Em ―O menino, suado, fez um gesto de positivo com a mão...‖, a palavra grifada se refere ao: Proposta de Redação Leia o texto a seguir. Continue a escrever o conto, a partir do ―até que...‖, de modo que ele tenha um final coerente com o começo. A Língua mata Nas terras do faz de conta que eu conto este conto sem aumentar um ponto, o povo era governado por um rei, Sabichão III, homem justo e popular. Para os habitantes daquele pequeno reino, o rei era o deus da justiça. Respeitado e temido por suas prudentes decisões. No tribunal, sua palavra era a primeira e a última: sim ou não e ponto final. Muitas vezes não era necessário nem falar, bastava um simples gesto e o fato estava consumado. Polegar erguido: inocente; polegar baixo: execução. A cabeça seria separada do corpo na guilhotina, na presença de todos os súditos. O simples fato de alguém ficar uns dias sem trabalhar era motivo suficiente de ser levado ao tribunal e quase sempre condenado à morte. Dizia o rei: ―Quem não produz frutos é árvore morta‖. Excluindo as crianças, idosos e doentes que eram tratados com toda dignidade e carinho. Por este e outros motivos o seu reinado foi próspero e abundante, pois nunca, até então, fora visto tanta fartura em um só lugar. O povão tinha de tudo para ser feliz: alimentação, educação, saúde e muito lazer. Até que... Fonte: MARTINS, Gilson. A língua mata. Disponível em: http://virtualbooks.terra.com.br/freebook/infantis/a_lingua_mata.htm Acesso em 13/05/2010. Adaptado e com cortes.