EXISTE PERSPECTIVA FUTURA PARA A TERAPIA COM CÉLULAS-TRONCO EM    DOENÇAS RESPIRATÓRIAS?      Patricia Rieken Macêdo Rocco...
CÉLULAS PROGENITORAS       EPITELIAIS•   Diversas células apresentam capacidade de proliferação e    diferenciação:       ...
CÉLULAS PROGENITORASENDOTELIAIS               Giangreco el al. 2009; Antunes et al., 2011; 2012
CÉLULAS PROGENITORAS•   Incapacidade de tais células em regenerar e reparar os    pulmões.    Células Progenitoras        ...
TERAPIA COM CÉLULAS-TRONCO
CÉLULAS-TRONCO: DEFINIÇÃO• As células-tronco são células indiferenciadas quepodem se diferenciar e constituir diferentes t...
CÉLULAS-TRONCO                POTENCIAL DE DIFERENCIAÇÃOTERMO                    DEFINIÇÃO                                ...
• Substituir células ou tecidos lesados em doenças.                                              Abreu et al., 2011
• Diminuir a morte celular e/ou aumentar acapacidade de regeneração tecidual.                                             ...
CÉLULAS-TRONCO             MECANISMOS DE AÇÃOESPAÇO VASCULAR                                  TECIDO LESADO (PULMÃO)      ...
CÉLULAS-TRONCO       MECANISMO PARÁCRINO                                    MACRÓFAGOS                                LIBE...
ASMA• Prevalência: 300 milhões de pessoas no mundo (OMS)• Mortalidade: 8 pessoas ao dia, 250.000 mortes/ano  (Ministério d...
ASMA•   Asma é caracterizada por um processo inflamatório    crônico que acomete as vias aéreas e o parênquima    pulmonar...
•   Aproximadamente 5% dos pacientes asmáticossão refratários a terapia convencional.                           FIBROSE   ...
ASMA• Epitélio das vias aéreas do paciente asmático  apresenta reduzida capacidade regenerativa.Redução do pool           ...
TERAPIA COM CÉLULAS  MONONUCLEARESDERIVADAS DE MEDULAÓSSEA EM MODELO DE  ASMA ALÉRGICA
DOADORES  MACHOS                CENTRIFUGAÇÃO    CENTRIFUGAÇÃO                       HISTOPAQUE 1083           CMDMOFÊMUR ...
Abreu et al., 2011
Abreu et al., 2011
COLLAGEN FIBERS                  ELASTIC FIBERS                   α- ACTIN                   (µm2/µm)                     ...
C-SAL              C-CELL          100 µm              100 µmOVA-SAL            OVA-CELL          100 µm              100 ...
Abreu et al., 2011
< 1%       Abreu et al., 2011
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CONCLUSÃO•   A terapia com células mononucleares derivadas de    medula óssea reduziu os processos inflamatório e de    re...
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QUAL É A MELHOR    VIA DEADMINISTRAÇÃO?
Abreu et al., 2013
Abreu et al., 2013
Abreu et al., 2013
Abreu et al., 2013
CONCLUSÃO                                                              CMDMO      INJEÇÃO INTRAVENOSAIMPLANTE PULMONAR (1...
Goodwin et al., 2011
Goodwin et al., 2011
Qual é a melhor estratégiaterapêutica a ser utilizada na asma alérgica: células mononucleares  derivadas de medula óssea o...
BMMC                     MSC         EFEITOS       DIFERENTES?
BMMC              Vantagens:         Transplante autólogo,             Baixo custo,             administrado       no mesm...
MSC              Vantagens:      Atividade anti-inflamatória       e permite uso alogênico
FEMALE C57BL/6                        MICE      CONTROL (C)                    OVALBUMIN (OVA)SAL     BMMC        MSC     ...
Abreu et al., 2013
Abreu et al., 2013
Abreu et al., 2013
Abreu et al., 2013
CONCLUSÕES•   Tanto as células mononucleares como as células    mesenquimais        reduziram    os    processos    inflam...
ESTUDO CLÍNICOPatricia R.M. Rocco, Sergio A.L. Souza, Bianca Gutfilen,Alexandre P. Cardoso, Lea Mirian B. Fonseca, Regina ...
ESTUDO FASE 1• Estudo clínico prospectivo e não-randomizado.• Avaliação da segurança• 10 pacientes com asma persistente qu...
DESTRUIÇÃO DA SUPERFÍCIE                       DE TROCA GASOSA            DPOC     INFLAMAÇÃO CRÔNICA                     ...
DOENÇA PULMONAR       OBSTRUTIVA CRÔNICADoença caracterizada por limitação do fluxo aéreoque não é totalmente reversível. ...
DOENÇA PULMONAROBSTRUTIVA CRÔNICA  ENFISEMA  DPOC BRONQUITE PULMONAR  CRÔNICA                     GOLD 2011
ENFISEMA                     $ 50 BILHÕESQUARTA CAUSA MUNDIAL DEMORTALIDADE                  EUA 2008-2009 (CUSTOS        ...
ENFISEMA   TERAPIA                      REABILITAÇÃOFARMACOLÓGICA                  CARDIOPULMONAR   PROGRESSÃO DA PATOLOG...
Cruz et al., 2012
SAL           CEL                  LC          50 µm         50 µm          50 µm         50 µm
Cruz et al., 2012
Cruz et al., 2012
Medula Óssea                 INFLAMAÇÃO                              INFLAMAÇÃO                            REMODELAMENTO  ...
Antunes et al., 2013
C          ELA-SALELA-BMSC   ELA-ADSC                      Antunes et al., 2013
ESTUDO CLÍNICO
Effect of Bone Marrow Derived Mesenchymal Stromal     Cells From Healthy Patients Associated with      Endobronchial Valve...
ESTUDO FASE 1• Segurança do uso de células mesenquimaisderivadas de medula óssea em 10 pacientes comenfisema associado ou ...
SILICOSE
SILICOSE• Doença pulmonar do grupo das  pneumoconioses gerada pela  inalação de poeira de sílica.• O número estimado de  t...
SILICOSE• Doença pulmonar caracterizada por nódulos inflamatórios de  células mononucleares nos locais onde as partículas ...
ESTUDO EXPERIMENTAL
SILICOSE
SILICOSE                                  CAMUNDONGOS C57BL/6 FÊMEAS (20-                                              25 ...
SILICOSE* Significativamente diferente de C                                      Maron-Gutierrez et al., 2011
Lassance et al ., 2009
Dia 0                       Dia 15                      Dia 30      Dia 60Instilação de      Instilação intratraqueal de c...
Lassance et al ., 2009
Lassance et al ., 2009
Macrófago                     Macrófago          SílicaAlvéolo
CONCLUSÃO- Efeito benéfico a curto prazo, da terapia celular emmodelo de silicose:   Melhora dos parâmetros funcionais   M...
ESTUDO CLÍNICOLuiz Paulo Loivos, Marina A. Lima, Amir Szklo, Leandro Vairo, Tais H.K. Brunswick, Sergio A.L. Souza, Bianca...
TERAPIA COM CÉLULAS TRONCO EMPACIENTES COM SILICOSE
TERAPIA COM CÉLULAS TRONCO EMPACIENTES COM SILICOSE
TERAPIA COM CÉLULAS TRONCO EMPACIENTES COM SILICOSE
D30   D180
Right Lung Left Lung
CONCLUSÃO• Estudos experimentais e clínicos sugerem quea terapia com células-tronco reduzem oprocesso inflamatório e estim...
PERSPECTIVAS FUTURAS         Integração? / Diferenciação/         Liberação de fatores?         Subpopulação(ões) mais    ...
Obrigada!    Apoio Financeiro: CNPq, FAPERJ, INCT-NOFAR, PRONEX, CAPES,                             CE-TARKINAID
Existe perspectiva futura para a terapia com células-tronco em doenças respiratórias?
Existe perspectiva futura para a terapia com células-tronco em doenças respiratórias?
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Nesta apresentação, a professora da UFRJ e Acadêmica, Patrícia Rocco, traz resultados de seu grupo de pesquisa nas investigações do uso de células-tronco em doenças respiratórias

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  • Excelentíssimo Sr. Presidente da Academia Nacional de Medicina, Acadêmico Prof. Pietro Novelino Excelentíssimas Senhoras Acadêmicas Excelentíssimos Senhores Acadêmicos Ilustríssimas Autoridades Presentes Senhoras e Senhores
  • As células-tronco adultas podem atuar através de diferentes mecanismos de ação. O primeiro e pouco frequente in vivo é decorrente da sua capacidade de diferenciação, fenômeno denominado de plasticidade celular. Nesse caso, células-tronco adultas presentes no espaço vascular são recrutadas para o tecido lesado por meio da liberação de diversos mediadores. No tecido essas células podem sofrer: (1) diferenciação, (2) transferência lateral de RNA: célula-tronco compartilha microvesículas contendo RNAm com uma célula diferenciada que passa produzir a proteína traduzida a partir deste RNAm e, (3) fusão celular: mecanismo pelo uma célula-tronco se funde a uma célula mais especializada, normalmente lesada, promovendo a reprogramação gênica da mesma.
  • Outro mecanismo pelo qual as células-tronco podem atuar é o chamado efeito parácrino. E de que forma essa ação acontece??? O processo inflamatório no tecido lesado, no nosso caso o tecido pulmonar, libera citocinas e quimiocinas que atuam tanto sobre as células-tronco residentes quanto sobre as presentes na circulação, estimulando-as a liberarem diferentes citocinas e fatores de crescimento que modulam diretamente a função de células imunes e estruturais, inclusive de algumas envolvidas no processo inflamatório do enfisema.
  • First of all I’d like to thank the committee for the invitation to talk in this conference.. Where I’m pleased to present my study entitled: MESENCHYMAL STEM CELL THERAPY COMPARING BONE MARROW AND ADIPOSE TISSUE-ORIGINATED CELLS IN A MURINE MODEL OF ELASTASE-INDUCED EMPHYSEMA
  • Despite the several therapies that have been applied to these patients, all have failed to avoid COPD progression.. Even though several therapies have been applied...
  • In fact, some studies have already been performed using bone marrow mesenchymal cells in experimental models of emphysema..
  • In fact, some studies have already been performed using bone marrow mesenchymal cells in experimental models of emphysema..
  • O processo de fibrose foi quantificado através do conteúdo de fibras colágenas presente no tecido pulmonar.. E novamente, o tratamento com CMMO minimizou a deposição de colágeno em pequenas vias aéreas, característica do enfisema...
  • Como pode ser observado, o grupo SIL-Sal apresentou um aumento na elastância, ∆P1 e ∆P2. O tratamento com as células mononucleares derivadas de medula óssea evitou tais mudanças na mecânica respiratória.
  • Existe perspectiva futura para a terapia com células-tronco em doenças respiratórias?

    1. 1. EXISTE PERSPECTIVA FUTURA PARA A TERAPIA COM CÉLULAS-TRONCO EM DOENÇAS RESPIRATÓRIAS? Patricia Rieken Macêdo Rocco, MD, PhD Professora Titular em Respiração Chefe do Laboratório de Investigação Pulmonar Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
    2. 2. CÉLULAS PROGENITORAS EPITELIAIS• Diversas células apresentam capacidade de proliferação e diferenciação:  células do epitélio da traquéia e grandes vias aéreas,  células de Clara,  pneumócitos tipo II Giangreco el al. 2009; Antunes et al., 2011, 2012
    3. 3. CÉLULAS PROGENITORASENDOTELIAIS Giangreco el al. 2009; Antunes et al., 2011; 2012
    4. 4. CÉLULAS PROGENITORAS• Incapacidade de tais células em regenerar e reparar os pulmões. Células Progenitoras Administração de Células-Tronco Giangreco el al. 2009; Antunes et al., 2011
    5. 5. TERAPIA COM CÉLULAS-TRONCO
    6. 6. CÉLULAS-TRONCO: DEFINIÇÃO• As células-tronco são células indiferenciadas quepodem se diferenciar e constituir diferentes tecidosno organismo.• Outra capacidade especial das células-tronco é aauto-renovação, ou seja, elas podem gerar cópiasidênticas de si mesmas. Abreu et al., 2011
    7. 7. CÉLULAS-TRONCO POTENCIAL DE DIFERENCIAÇÃOTERMO DEFINIÇÃO EXEMPLOTotipotentes São as mais indiferenciadas Zigoto Capacidade de formar todos os tipos celulares e anexos embrionários CélulasPluripotentes Capacidade de se diferenciar em provenientes quase todos os tipos celulares dos 3 folhetos folhetos embrionários, exceto embrionários placenta e anexo embrionário Capacidade de se diferenciar em Adultas (somáticas)MULTIPOTENTES tipos celulares de um mesmo folheto embrionário Capacidade de gerar um único Pneumócito Tipo IIUnipotentes tipo celular Weiss et al. 2008, Abreu et al., 2011
    8. 8. • Substituir células ou tecidos lesados em doenças. Abreu et al., 2011
    9. 9. • Diminuir a morte celular e/ou aumentar acapacidade de regeneração tecidual. Abreu et al., 2011
    10. 10. CÉLULAS-TRONCO MECANISMOS DE AÇÃOESPAÇO VASCULAR TECIDO LESADO (PULMÃO) DIFERENCIAÇÃO Mecanismo Mecanismo ainda não ainda não SDF-1α demonstrado demonstrado CXC CÉLULA-TRONCO CÉLULA EPITELIAL INDIFERENCIADA PULMONAR TRANSFERÊNCIA LATERAL DE RNA FUSÃO CELULAR CÉLULA-TRONCO CÉLULA EPITELIAL CÉLULA-TRONCO PULMONAR ADULTAS INDIFERENCIADAS CÉLULA-TRONCO E CÉLULA EPITELIAL EPITELIAL PULMONAR PULMONAR REPARADA LESADA Katsuda et al., 2012
    11. 11. CÉLULAS-TRONCO MECANISMO PARÁCRINO MACRÓFAGOS LIBERAÇÃO CITOCINAS PROCESSO INFLAMATÓRIO NEUTRÓFILOS MIGRAÇÃO PARA O SÍTIO DE LESÃOCITOCINAS E QUIMIOCINAS IL1-R MIOFIBROBLASTOS EXPRESSÃO DE TGF-β COLÁGENO I VEGF CÉLULAS ENDOTELIAIS ESTÍMULO À ANGIOGÊNESE IL-10 CÉLULAS- TRONCO ADULTAS Pulavendran et al., 2012
    12. 12. ASMA• Prevalência: 300 milhões de pessoas no mundo (OMS)• Mortalidade: 8 pessoas ao dia, 250.000 mortes/ano (Ministério da Saúde, 2008)• Elevados custos públicos HUMANO SOCIAL FINANCEIRO GINA 2011
    13. 13. ASMA• Asma é caracterizada por um processo inflamatório crônico que acomete as vias aéreas e o parênquima pulmonar associada a hiperresponsividade e episódios reversíveis de broncoconstrição.• A maioria dos pacientes tem seus sintomas controlados com broncoditalatores e corticosteróides. GINA 2011
    14. 14. • Aproximadamente 5% dos pacientes asmáticossão refratários a terapia convencional. FIBROSE FIBROSE SUBEPITELIAL SUBEPITELIAL HIPERPLASIA HIPERPLASIA ESPESSAMENTO ESPESSAMENTO MUSCULATURA LISA MUSCULATURA LISA DE PAREDE DE PAREDE REMODELAMENTO REMODELAMENTO HIPERPLASIA HIPERPLASIA ANGIOGÊNESE ANGIOGÊNESE MIOFIBROBLASTO MIOFIBROBLASTO ALTERAÇÕES MEC ALTERAÇÕES MEC GINA 2011
    15. 15. ASMA• Epitélio das vias aéreas do paciente asmático apresenta reduzida capacidade regenerativa.Redução do pool Redução dasde células-tronco células-tronco residentes endógenas Kim et al., 2005; Palange et al., 2006
    16. 16. TERAPIA COM CÉLULAS MONONUCLEARESDERIVADAS DE MEDULAÓSSEA EM MODELO DE ASMA ALÉRGICA
    17. 17. DOADORES MACHOS CENTRIFUGAÇÃO CENTRIFUGAÇÃO HISTOPAQUE 1083 CMDMOFÊMUR E TIBIA RECEPTORES FÊMEAS
    18. 18. Abreu et al., 2011
    19. 19. Abreu et al., 2011
    20. 20. COLLAGEN FIBERS ELASTIC FIBERS α- ACTIN (µm2/µm) (µm2/µm) (%) LUNG LUNG TERMINAL ALVEOLAR AIRWAY AIRWAY PARENCHYMA PARENCHYMA BRONCHIOLE DUCT C-SAL 1.04 ± 0.05 0.014 ± 0.003 1.47 ± 0.17 0.26 ± 0.04 3.11 ± 0.36 0.93 ± 0.17 C-CELL 1.02 ± 0.05 0.014 ± 0.001 1.35 ± 0.28 0.25 ± 0.05 2.98 ± 0.36 1.05 ± 0.19OVA-SAL 3.30 ± 0.40* 0.070 ± 0.007* 1.40 ± 0.15 0.27 ± 0.02 6.70 ± 0.80* 2.08 ± 0..17*OVA-CELL 1.06 ± 0.14 0.011 ± 0.002 1.39 ± 0.20 0.26 ± 0.01 4.08 ± 0.42*# 1.87 ± 0.21*# Abreu et al., 2011
    21. 21. C-SAL C-CELL 100 µm 100 µmOVA-SAL OVA-CELL 100 µm 100 µm Abreu et al., 2011
    22. 22. Abreu et al., 2011
    23. 23. < 1% Abreu et al., 2011
    24. 24. 3.0 3.0(Fold changes relative C-SAL) * (Fold changes relative C-SAL) 2.5 2.5 * 2.0 2.0 TGF- β IL-5 1.5 1.5 *# 1.0 1.0 *# 0.5 0.5 * 0 0 SAL CELL SAL CELL SAL CELL SAL CELL C OVA C OVA Abreu et al., 2011
    25. 25. CONCLUSÃO• A terapia com células mononucleares derivadas de medula óssea reduziu os processos inflamatório e de remodelamento acarretando melhora na função pulmonar no presente modelo de asma alérgica.• Tais resultados ocorrem apesar da pequena quantidade de células implantadas, sugerindo mecanismo parácrino. Abreu et al., 2011
    26. 26. O ZID REDU NTE A IMPL ONAR M PUL VIAINTRAVENOSA SANGUE
    27. 27. CMDMO O ZID REDU NTE A VIA IMPL ONAR INTRATRAQUEAL M PUL IMPL VIA PUL ANTE MON INTRAVENOSA ARCMDMO SANGUE
    28. 28. QUAL É A MELHOR VIA DEADMINISTRAÇÃO?
    29. 29. Abreu et al., 2013
    30. 30. Abreu et al., 2013
    31. 31. Abreu et al., 2013
    32. 32. Abreu et al., 2013
    33. 33. CONCLUSÃO CMDMO INJEÇÃO INTRAVENOSAIMPLANTE PULMONAR (1%) VIAREDUZIU DEPOSIÇÃO COLÁGENO INTRATRAQUEALREDUZIU IL-4, IL-13, TGF-β E VEGFMELHORA FUNÇÃO PULMONAR INSTILAÇÃO INTRATRAQUEAL IMPLANTE PULMONAR (4%) REDUZIU DEPOSIÇÃO COLÁGENO REDUZIU IL-4, IL-13, TGF-β E VEGF VIA MELHORA FUNÇÃO PULMONAR INTRAVENOSACMDMO SANGUE
    34. 34. Goodwin et al., 2011
    35. 35. Goodwin et al., 2011
    36. 36. Qual é a melhor estratégiaterapêutica a ser utilizada na asma alérgica: células mononucleares derivadas de medula óssea ou células mesenquimais?
    37. 37. BMMC MSC EFEITOS DIFERENTES?
    38. 38. BMMC Vantagens: Transplante autólogo, Baixo custo, administrado no mesmo dia da obtenção
    39. 39. MSC Vantagens: Atividade anti-inflamatória e permite uso alogênico
    40. 40. FEMALE C57BL/6 MICE CONTROL (C) OVALBUMIN (OVA)SAL BMMC MSC SAL BMMC MSC
    41. 41. Abreu et al., 2013
    42. 42. Abreu et al., 2013
    43. 43. Abreu et al., 2013
    44. 44. Abreu et al., 2013
    45. 45. CONCLUSÕES• Tanto as células mononucleares como as células mesenquimais reduziram os processos inflamatório e de remodelamento.• Entretanto, as células mononucleares acarretaram melhor resposta benéfica em reduzir os fatores de crescimento e a fibrogênese em comparação às células mesenquimais. Abreu et al., 2013
    46. 46. ESTUDO CLÍNICOPatricia R.M. Rocco, Sergio A.L. Souza, Bianca Gutfilen,Alexandre P. Cardoso, Lea Mirian B. Fonseca, Regina C. Goldenberg, Marcelo M. Morales, Jose Roberto Lapa e Silva
    47. 47. ESTUDO FASE 1• Estudo clínico prospectivo e não-randomizado.• Avaliação da segurança• 10 pacientes com asma persistente que nãorespondem às terapias com corticosteróide,broncodilatador e anti-IgE.• Transplante autólogo de células mononuclearesderivadas de medula óssea.
    48. 48. DESTRUIÇÃO DA SUPERFÍCIE DE TROCA GASOSA DPOC INFLAMAÇÃO CRÔNICA REMODELAMENTOGOLD 2011
    49. 49. DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICADoença caracterizada por limitação do fluxo aéreoque não é totalmente reversível. A limitação dofluxo aéreo é geralmente progressiva e associada auma resposta inflamatória anormal do pulmão apartículas ou gases nocivos. GOLD 2011
    50. 50. DOENÇA PULMONAROBSTRUTIVA CRÔNICA ENFISEMA DPOC BRONQUITE PULMONAR CRÔNICA GOLD 2011
    51. 51. ENFISEMA $ 50 BILHÕESQUARTA CAUSA MUNDIAL DEMORTALIDADE EUA 2008-2009 (CUSTOS DPOC) $ 29.5ELEVADOS CUSTOS DIRETOS BILHÕES PÚBLICOS $ 20.4 INDIRETOS BILHÕES WHO 2008, GOLD 2011
    52. 52. ENFISEMA TERAPIA REABILITAÇÃOFARMACOLÓGICA CARDIOPULMONAR  PROGRESSÃO DA PATOLOGIA TERAPIANUTRICIONAL OXIGÊNIO TERAPIA TRANSPLANTE ABORDAGEM PULMONAR CIRÚRGICA SUPORTE VENTILATÓRIO GOLD 2011
    53. 53. Cruz et al., 2012
    54. 54. SAL CEL LC 50 µm 50 µm 50 µm 50 µm
    55. 55. Cruz et al., 2012
    56. 56. Cruz et al., 2012
    57. 57. Medula Óssea INFLAMAÇÃO INFLAMAÇÃO REMODELAMENTO REMODELAMENTOTecido Adiposo Enfisema Elastase Antunes et al., 2013
    58. 58. Antunes et al., 2013
    59. 59. C ELA-SALELA-BMSC ELA-ADSC Antunes et al., 2013
    60. 60. ESTUDO CLÍNICO
    61. 61. Effect of Bone Marrow Derived Mesenchymal Stromal Cells From Healthy Patients Associated with Endobronchial Valves for Severe Pulmonary Emphysema- a Phase I Safety and Feasibility StudyHugo Oliveira, Amarilio Vieira de Macedo Neto, Paulo Brofman, Alexandra Cristina Senegaglia, Carmen Rebelatto, Marcelo M. Morales, Jose Roberto Lapa e Silva, Patricia R.M. Rocco
    62. 62. ESTUDO FASE 1• Segurança do uso de células mesenquimaisderivadas de medula óssea em 10 pacientes comenfisema associado ou não a inserção de válvulas.
    63. 63. SILICOSE
    64. 64. SILICOSE• Doença pulmonar do grupo das pneumoconioses gerada pela inalação de poeira de sílica.• O número estimado de trabalhadores potencialmente expostos a poeiras contendo sílica no Brasil é superior a 6 milhões. Carneiro et al., 2006
    65. 65. SILICOSE• Doença pulmonar caracterizada por nódulos inflamatórios de células mononucleares nos locais onde as partículas se acumulam, levando ao compromentimento da troca gasosa.
    66. 66. ESTUDO EXPERIMENTAL
    67. 67. SILICOSE
    68. 68. SILICOSE CAMUNDONGOS C57BL/6 FÊMEAS (20- 25 g) CONTROLE SÍLICA (C) (SIL) n=16 n=16 Dia 0 1 hora Dia 15Instilação de salina (50 µl it) ou sílica Injeção de CMMO Mecânica e histologia (20 mg/50 µl saline it) (2 x 106 iv) pulmonares e biologia molecular Maron-Gutierrez et al., 2011
    69. 69. SILICOSE* Significativamente diferente de C Maron-Gutierrez et al., 2011
    70. 70. Lassance et al ., 2009
    71. 71. Dia 0 Dia 15 Dia 30 Dia 60Instilação de Instilação intratraqueal de células-salina ou sílica Mecânica e Mecânica e tronco nos grupos tratados células Histologia Histologia aderentes derivadas da medula óssea Pulmonares Pulmonares 107cells / 100 µL Lassance et al ., 2009
    72. 72. Lassance et al ., 2009
    73. 73. Lassance et al ., 2009
    74. 74. Macrófago Macrófago SílicaAlvéolo
    75. 75. CONCLUSÃO- Efeito benéfico a curto prazo, da terapia celular emmodelo de silicose: Melhora dos parâmetros funcionais Melhora dos parâmetros histológicos- Efeito terapêutico não foi observado a longo prazo Lassance et al ., 2009
    76. 76. ESTUDO CLÍNICOLuiz Paulo Loivos, Marina A. Lima, Amir Szklo, Leandro Vairo, Tais H.K. Brunswick, Sergio A.L. Souza, Bianca Gutfilen, Alberto J. Araújo, Alexandre P. Cardoso, LeaMirian B. Fonseca, Regina C. Goldenberg, Jose Roberto Lapa e Silva, Patricia R.M. Rocco, Marcelo M. Morales
    77. 77. TERAPIA COM CÉLULAS TRONCO EMPACIENTES COM SILICOSE
    78. 78. TERAPIA COM CÉLULAS TRONCO EMPACIENTES COM SILICOSE
    79. 79. TERAPIA COM CÉLULAS TRONCO EMPACIENTES COM SILICOSE
    80. 80. D30 D180
    81. 81. Right Lung Left Lung
    82. 82. CONCLUSÃO• Estudos experimentais e clínicos sugerem quea terapia com células-tronco reduzem oprocesso inflamatório e estimulam o reparopulmonar.• Entretanto, sugiro cautela antes de iniciarestudos clínicos.
    83. 83. PERSPECTIVAS FUTURAS Integração? / Diferenciação/ Liberação de fatores? Subpopulação(ões) mais indicada? Único ou Combinado? Dosagem? Via de Administração? Melhor momento para o transplante?
    84. 84. Obrigada! Apoio Financeiro: CNPq, FAPERJ, INCT-NOFAR, PRONEX, CAPES, CE-TARKINAID

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