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Relatório de Atividades 2012

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Nota Introdutória
Sendo o Plano de Atividades o instrumento que cinge e...
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1. Missão, Visão e Valores
O Centro de Ap...
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prestados, contudo a necessidade de definir ações de melhoria que permi...
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 “Era uma vez…”
Consiste na criação de um livro infantil, em que as pe...
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multideficiência, diversificando e contemplando as atividades terapêuti...
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  1. 1. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 Fátima, Março de 2012
  2. 2. Índice Siglas e Acrónimos .................................................................................................................... 2 Nota Introdutória ...................................................................................................................... 3 A - Enquadramento Estratégico ................................................................................................. 4 1. Missão, Visão e Valores ................................................................................................. 4 2. Os serviços e as partes interessadas .............................................................................. 4 3. Objetivos ....................................................................................................................... 7 B - Implementação .................................................................................................................... 9 1. Iniciativas Desenvolvidas ............................................................................................... 9 a) Plano Anual de Formação .......................................................................................... 9 b) Ações de Melhoria ................................................................................................... 11 c) Parcerias.................................................................................................................. 13 d) Novos projetos ........................................................................................................ 14 C - Controle e Análise .............................................................................................................. 16 D - Considerações Finais.......................................................................................................... 22 Índice dos Gráficos Gráfico 1: Grau de Satisfação Global - Colaboradores ................................................................ 5 Gráfico 2: Grau de Satisfação Global - Residentes...................................................................... 5 Gráfico 3: Grau de Satisfação Global das Famílias ...................................................................... 6 Gráfico 4: Grau de Satisfação Global ......................................................................................... 7 Gráfico 5: Grau de Satisfação para com a Instituição - Voluntários ............................................ 7 Gráfico 6: Taxa de Execução do Plano Anual de Formação....................................................... 10 Gráfico 7: Grau de satisfação dos Colaboradores quanto ao Plano Anual de Formação ........... 10 Gráfico 8: Grau de satisfação quanto às ações de formação recebidas .................................... 11 Gráfico 9: Número médio de horas de formação por colaborador ........................................... 11 Gráfico 10: Percentagem de ações de melhoria eficazes ......................................................... 12 Gráfico 11: Número de Incidentes ........................................................................................... 13 Gráfico 12: Número de parcerias ativas ................................................................................... 13 Gráfico 13: Número de novas parcerias ................................................................................... 14 Gráfico 14: Cumprimento de objetivos .................................................................................... 14 Gráfico 15: Percentagem de metas atingidas........................................................................... 22
  3. 3. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 Siglas e Acrónimos AMAH Adaptação ao Meio Aquático e Hidroterapia CJPII Centro João Paulo II PA Plano Anual de Atividades PIR Plano Individual do Residente RA Relatório Anual de Atividades RES Residente SAO Sala de Atividades Ocupacionais STH Stakeholders UMP União da Misericórdias Portuguesas 2
  4. 4. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 Nota Introdutória Sendo o Plano de Atividades o instrumento que cinge em si as atividades desenvolvidas ao longo de todo o ano, elaborado em estreita articulação com as diretrizes da UMP, importa agora, findo o ano a que se reporta, fazer uma apresentação e reflexão sobre a qualidade do mesmo, o seu grau de execução, as atividades desenvolvidas e o envolvimento dos vários stakeholders na prossecução do mesmo. A presente reflexão resulta de uma análise da avaliação das atividades e dos relatórios das mesmas. Será feita uma reflexão global de modo a identificar aspetos significativos e de relevância relativos ao PA. De fato, este é o meio privilegiado que o CJPII tem à sua disposição para a efetiva concretização da sua estratégia, visando melhorar, enriquecer e ampliar conhecimentos, estimular a curiosidade, abrir apetências e desenvolver valores. O presente relatório pretende ser um documento de análise e avaliação final do desempenho das atividades desenvolvidas no contexto da concretização do PA para 2012. A sua estrutura assenta na enumeração das ações e a sua articulação em áreas de atividade, inseridas no quadro dos objetivos estratégicos. 3
  5. 5. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 A - Enquadramento Estratégico 1. Missão, Visão e Valores O Centro de Apoio a Deficientes Profundos João Paulo II é uma IPSS de âmbito nacional situada em Fátima e pertença da União das Misericórdias Portuguesa, que dispõe das valências residencial e educativa e tem por Missão cuidar de crianças, jovens e adultos portadores de multideficiência, proporcionando qualidade de vida, bem-estar e integração na comunidade. Pretende ser uma Instituição de referência, mantendo elevados níveis de qualidade na prestação de serviços na área de multideficiência e desenvolvendo práticas de melhoria contínua com vista à autonomia para uma efetiva inclusão na sociedade. 2. Os serviços e as partes interessadas Para que haja um aproveitamento das sinergias que se desenvolvem no contexto do Lar Residencial, tendo em consideração os residentes, as famílias, os colaboradores, os parceiros, a estrutura e o funcionamento, torna-se necessário que resulte deste conjunto uma intervenção pautada por critérios de qualidade. Na prestação dos serviços, o CJPII envolve as diversas áreas disciplinares técnicas e de suporte, a fim de resolver as necessidades dos RES.É através da avaliação do grau de satisfação das partes interessadas que é possível criar o envolvimento de todos para a prossecução dos objetivos definidos, enquadrados num plano global e intersectorial. É indispensável a participação dos stakeholders no planeamento e na avaliação, uma vez que são estes que definem a eficácia dos serviços, permitindo assim orientar o CJPII para a melhoria contínua. Segundo o Relatório de Avaliação do Grau de Satisfação das Partes Interessadas, e tal como demonstram os gráficos abaixo apresentados, podemos verificar que de uma forma geral estes encontram-se “satisfeitos” e “muito satisfeitos” com os serviços 4
  6. 6. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 prestados, contudo a necessidade de definir ações de melhoria que permitam aumentar o grau de satisfação continua a ser uma prioridade. Os resultados da avaliação do grau de satisfação global dos colaboradores do CJPII relativos ao ano 2012 revelam que, de um modo geral, os inquiridos se encontram satisfeitos nas diferentes áreas abordadas no questionário, à semelhança do ano transato (Gráfico 1). 100,00% 80,00% 61,68% 55,65% 60,00% 40,00% 20,00% 3,89% 2,73% 2012 63,23% 22,73% 16,93% 15,10% 17,50% 2011 2010 18,94% 6,61% 15,01% 0,00% Muito insatisfeito Insatisfeito Satisfeito Muito satisfeito Gráfico 1: Grau de Satisfação Global - Colaboradores Apesar de se observar um decréscimo percentual no grau de satisfação global, este indicador continua a apresentar uma tendência positiva. 2012 2011 2010 100,00% 80,00% 42,08% 60,00% 38,08% 47,74% 37,43% 47,20% 41,91% 40,00% 6,94% 20,00% 1,55% 4,70% 10,02% 13,73% 8,63% 0,00% Muito insatisfeito Insatisfeito Satisfeito Muito satisfeito Gráfico 2: Grau de Satisfação Global - Residentes Relativamente ao Grau de Satisfação Global dos Residentes verifica-se uma tendência nitidamente positiva. Se em 2010 (inicio do levamento dos dados) verificava-se um grau de satisfação muito positivo – 41,91% “muito satisfeito” e 37,43% “satisfeito”, em 5
  7. 7. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 2012 os valores aumentaram significativamente – 47,74% “muito satisfeito” e 42,08% “satisfeito”. Através do presente indicador podemos aferir que a qualidade dos serviços prestados tem sido eficaz na persecução dos seus objetivos (Gráfico 2). A presente constatação é igualmente reforçada através da análise ao Grau de Satisfação Global das Famílias (Gráfico 3), a sua representação gráfica é clara quanto à tendência positiva do grau de satisfação. 100% 2012 90% 2011 80% 2010 62,96% 70% 60% 39,19% 50% 58,56% 48,59% 45,08% 33,82% 40% 30% 20% 10% 2,17% 0,15% 3,71% 1,05% 2,09% 2,62% 0% Muito insatisfeito Insatisfeito Satisfeito Muito satisfeito Gráfico 3: Grau de Satisfação Global das Famílias Se assumirmos que o Grau de Satisfação das Partes Interessadas (famílias, colaboradores e residentes) é um indicador de desempenho que avalia a qualidade dos serviços prestados, podemos referir que os últimos três anos revelaram-se positivos e a sua tendência assume uma linha ascendente (Gráfico 4). 6
  8. 8. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 100% 80% 60% 40% 20% 0% GRAU SAT. GLOBAL RES 2010 2011 2012 GRAU SAT. GLOBAL COLABORADORES GRAU SAT. GLOBAL FAMILIAS Média GRAU DE SATISFAÇÃO GLOBAL STK Gráfico 4: Grau de Satisfação Global Perante o envolvimento dos voluntários na dinâmica da Instituição, em 2012, o CJPII iniciou o processo de avaliação destes relativamente ao seu Grau de Satisfação para com a Instituição e os resultados foram francamente positivos (gráfico 5). 2% 1% 0 0 2% 18% Muito Insatisfeito Insatisfeito Satisfeito Muito Satisfeito Não sei Não se aplica Não respondeu 77% Gráfico 5: Grau de Satisfação para com a Instituição - Voluntários Também estes referem a sua satisfação (“muito satisfeito” 77%) relativamente ao CJPII. 3. Objetivos O Planeamento Estratégico adotado pela estrutura residencial CJPII, assume como linhas orientadoras: promover os níveis de qualidade de vida; promover estratégias de 7
  9. 9. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 reforço da autoestima, valorização e autonomia pessoal e social, assegurando as condições de estabilidade necessárias; e privilegiar a interação com a família e/ou significativos e com a comunidade, no sentido de otimizar os níveis de atividade e de participação. De forma a alcançar o acesso a serviços de qualidade, adequados à satisfação das necessidades e expectativas dos seus residentes e que respondam às linhas orientadoras anteriormente definidas, o CJPII desenvolveu uma metodologia onde se inserem cinco objetivos estratégicos que, se por um lado, foram definidos a pensar nas condições necessárias para o desenvolvimento individual e do bem-estar biopsicossocial-social e ocupacional, permitindo o desenvolvimento da sua autonomia funcional, por outro, criam estratégias facilitadoras à interação dos residentes com o seu meio físico e social, facultando o seu desenvolvimento necessário a uma interação individuo/meio ambiente. São estes:  Melhorar as condições ambientais dos serviços com vista à qualificação da Instituição;  Qualificar a intervenção junto do Residente;  Promover a inclusão social e a participação ativa em contextos sociais facilitando o acesso às sinergias envolventes;  Manter bons níveis de satisfação na prestação e/ou desempenho institucional;  Rever o desempenho dos colaboradores envolvidos na prestação dos serviços. Os objetivos devem ser entendidos de uma forma articulada e de complementaridade, sem desvalorizar uma abordagem técnica específica de índole setorial. Ao definir-se como objetivo estratégico a promoção da qualidade de vida dos residentes, através de atividades diferenciadoras que lhes permitem desenvolver capacidades, aptidões, experiencias, atitudes e ações quotidianas normalizadoras, tal implicaria uma metodologia centrada no indivíduo, contudo tal opção seria redutora, uma vez que o indivíduo não se esgota em si mesmo. Uma visão sistémica, onde o 8
  10. 10. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 meio é parte integrante fundamental, é uma necessidade a fim de se poder proceder às mudanças estruturais que a melhoria contínua exige. B - Implementação 1. Iniciativas Desenvolvidas Os planos avaliam-se não só no momento da conceção, pelas opções que apresentam, mas principalmente através da sua eficácia e dos seus resultados. É com base na referência as linhas orientadoras e através de princípios como a transversalidade, sistematização e inovação, que se têm obtido os resultados que qualificam a intervenção do CJPII. As iniciativas desenvolvidas ao longo de 2012 foram diversas e de diferentes âmbitos. De seguida iremos apresentar - de uma forma mais destacada – aquelas que, pelo envolvimento dos STH ou pelo seu caráter inovador, se evidenciaram no decorrer do ano. a) Plano Anual de Formação O Plano de Formação para 2012 deu resposta às necessidades formativas identificadas junto de todos os serviços (necessidades de formação, avaliação do desempenho, grau de satisfação e análise das não conformidades) e visava a atualização dos seus conhecimentos, a adequação a novas competências, bem como o seu aperfeiçoamento, desenvolvimento e valorização pessoal e profissional. O presente plano assentou em duas estratégias de formação distintas: uma mais específica, que respondeu às necessidades específicas de cada grupo profissional e que pretendeu desenvolver competências operacionais imediatas; outra mais transversal, que pretendeu responder a uma necessidade de desenvolvimento pessoal e motivacional comum a todos os grupos profissionais. Os objetivos do Plano Anual de Formação para 2012 foram os seguintes: 9
  11. 11. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012  Estimular os comportamentos/atitudes necessários para concretizar uma melhoria no grau de satisfação dos RES e famílias, i.é., melhoria nos serviços prestados;  Permitir a implementação de melhores práticas no quotidiano do CJPII;  Adaptar as melhores práticas para satisfazer as necessidades das diferentes realidades profissionais; 100% 80% 60% 40% 20% 67% 83% 0% 2011 2012 Gráfico 6: Taxa de Execução do Plano Anual de Formação A execução do Plano de Formação foi cumprida em 83%, tal como se observa através da análise ao Gráfico 6. De referir que, a execução do Plano encontra-se prevista para 2 anos – 2012 e 2013 – pelo que podemos considerar que houve um desvio ao cronograma. Quanto ao Grau de Satisfação relativamente ao Plano Anual de Formação, os colaboradores referem que se encontram “sempre/muito” satisfeitos quanto ao mesmo (Gráfico 7). 100% 80% 60% 40% 20% 0% 2012 2011 Gráfico 7: Grau de satisfação dos Colaboradores quanto ao Plano Anual de Formação 10
  12. 12. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 O mesmo acontecendo com os formandos, relativamente às ações de formação recebidas (Gráfico 8). 4% 2% 15% Satisfeito Muito satisfeito Insatisfeito Muito insatisfeito 71% Gráfico 8: Grau de satisfação quanto às ações de formação recebidas De referir que o nº médio de horas de formação por colaborador observou um decréscimo não muito acentuado que poderá ser compensado em 2013 (Gráfico 9). 20,0 15,0 19,5 18,2 10,0 5,0 5,2 6,8 0,0 2009 2010 2011 2012 Gráfico 9: Número médio de horas de formação por colaborador b) Ações de Melhoria O CJPII integra diferentes metodologias da qualidade e apoia ativamente os profissionais na melhoria contínua da sua atividade centrada nas diferentes necessidades dos RES. Esta postura organizacional passa pela identificação sistemática de áreas de melhoria, através da análise e avaliação de situações existentes, estabelecimento de objetivos/metas a atingir e avaliação das soluções implementadas. Os resultados permitem determinar oportunidades de melhoria, sendo, desta forma, a melhoria uma atividade continuada. 11
  13. 13. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 100 80 60 100% 100% 83,3% 40 20 0 2010 2011 2012 Gráfico 10: Percentagem de ações de melhoria eficazes Ações de melhoria são todas as ações desencadeadas com o intuito de alcançar um ganho no desempenho de determinada atividade. Nos anos 2010 e 2011 foram implementadas, 2 e 7 ações de melhoria, respetivamente. Depreende-se, pela observação do gráfico, que todas as ações desencadeadas foram consideradas eficazes. No ano 2012, das 6 ações de melhoria implementadas na Instituição, 5 revelaram-se eficazes, traduzindo-se numa percentagem de eficácia de 83,3%. As percentagens de eficácia observadas no gráfico, traduzem que a meta estipulada para este indicador (75% de ações de melhoria eficazes) foi atingida. As ações de melhoria propostas foram:  Reformulação das folgas das AL;  Criação de uma residência Enfermaria;  Elaboração de Planos Alimentares Individuais;  Diversificação das atividades do Espaço Agridoce;  Elaboração das Fichas Técnicas das Refeições;  Implementação e controle de novos procedimentos na “Administração da Medicação”. 12
  14. 14. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 Esta última não foi considerada eficaz, uma vez que não atingiu a meta proposta. Porém, tal como podemos observar através do gráfico 11, conseguiu-se uma redução no número de incidentes relativamente ao ano de 2011. Presentemente, já foram delineadas e implementadas novas estratégias de forma a que, durante o ano de 2013, se possam alcançar as metas pretendidas, ou seja, a inexistência de incidentes. 80 60 40 68 20 40 15 0 2010 2011 2012 Gráfico 11: Número de Incidentes c) Parcerias O CJPII privilegia as suas parcerias como uma estratégia fundamental à operacionalização dos seus objetivos, isto é, pretende que estes sejam uma mais-valia para o cumprimento dos seus objetivos. Os Protocolos estabelecidos com entidades públicas e privadas são determinantes para a promoção da inclusão social. 18 20 15 10 12 2010 2011 2012 12 2009 19 8 5 0 2008 Gráfico 12: Número de parcerias ativas 13
  15. 15. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 8 6 6 4 4 2 1 0 0 2008 2009 2010 2011 2012 Gráfico 13: Número de novas parcerias 101% 100% 99% 98% 97% 96% 95% 94% 93% 92% 91% 100% 100% 100% 100% 94,40% 2008 2009 2010 2011 2012 Gráfico 14: Cumprimento de objetivos Mediante os gráficos apresentados podemos referir que, relativamente às Parcerias existentes, se tem cumprido com os objetivos traçados, designadamente o cumprimento de objetivos inerentes a cada um dos protocolos definidos, bem como quanto à definição de novas parcerias em cada novo ano. Consideramos que o estabelecimento de Parcerias com entidades externas é e será uma mais-valia para a Instituição, no sentido em que através destas promovemos uma maior diversidade de serviços aos residentes e contribuímos para responder a determinadas necessidades da própria comunidade. d) Novos projetos O CJPII apoia e incentiva novas ideias e o seu desenvolvimento de forma sistemática e sustentada. É através da implementação de novos projetos, diversificados e inovadores que será possível satisfazer e superar as necessidades e expectativas dos STH, criando mais-valias para a organização e para a sociedade. Durante o ano de 2012 foram implementados vários projetos, a destacar: 14
  16. 16. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012  “Era uma vez…” Consiste na criação de um livro infantil, em que as personagens foram apresentadas pelo CJPII, porém, coube às Escolas do 1º, 2º e 3º Ciclos da Freguesia de Fátima, o desenrolar das diferentes histórias. Estas por sua vez serão compiladas e daqui resultará um livro de histórias Infantis. É uma bonita forma das crianças da comunidade que nos rodeia participarem num projeto em prol dos residentes do CJPII.  “Criação de uma marca com design próprio” Recorrendo aos trabalhos realizados no decorrer do ano, preparou-se a nova coleção primavera/verão. É com orgulho e muita vaidade que apresentamos um trabalho feito por artesãos especiais, com design mais inovador, com uma paleta de cor atual e acessórios especiais, finalizado por voluntários e amigos dedicados.  CJPII Cinema No sentido de pôr em prática um dos objetivos da instituição, isto é, promover a inclusão social através da abertura da instituição à comunidade, iniciou-se a atividade “CJPII Cinema”. Com esta iniciativa pretendeu-se dinamizar sessões de cinema de tema livre, agendadas de acordo com a disponibilidade das instituições interessadas e que irão decorrer de forma regular, continuada e gratuita.  “Adaptação em meio aquático e hidroterapia – AMAH” Em agosto de 2012 iniciou-se o planeamento do projeto Adaptação ao Meio Aquático e Hidroterapia, tendo sido implementado em outubro. Este pretende a inclusão do meio aquático nas atividades terapêuticas dos residentes, portadores de 15
  17. 17. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 multideficiência, diversificando e contemplando as atividades terapêuticas, atingindo a otimização da funcionalidade e qualidade de vida dos residentes. Se a atividade aquática satisfaz as necessidades da pessoa portadora de deficiência, especialmente a necessidade de “ação”, então ela deve ser vista como fator de desenvolvimento fisiológico, psicossocial e cognitivo, a qual pode desvincular-se das situações reais e levá-la a agir de forma independente. Com o estabelecimento da parceria entre o Centro João Paulo II e o CRIF, cerca de 9 residentes beneficiaram de sessões de AMAH, quatro deles de forma regular. Os mesmos têm demonstrado satisfação e gratificação durante as sessões. C - Controle e Análise A fim de sistematizar o planeamento de objetivos, indicadores e metas foram criados os quadros que permitem uma avaliação das iniciativas implementadas, que de seguida se apresentam. 16
  18. 18. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 Objectivos Iniciativas 17 Indicadores Metas Resultados 1 máquina cortadora de legumes, 1 máquina de secar, 1 máquina de costura. NA Estendal da roupa concluído NA Sistema de ventilação concluído NA Aquisição de equipamento para os serviços da costura, cozinha e lavandaria; Construção de um estendal da roupa; Instalação de 1 sistema de ventilação no setor animação/ocupação; Sistema de ventilação Projeto de Segurança (2ª Fase) Projeto de Segurança (2ª Fase) concluído NA Adequar o WC do serviço de reabilitação. WC adaptado do Serv. Reabilitação Em 2012 o SR deverá ter um WC adaptado NA Equipar com toldos as varandas das 16 residências; Equipar as residências com meios adequados que permitam uma maior funcionalidade e maior conforto para os RES, e que sustituam os sinais de deterioração dos mesmos. Estendal da roupa concluído Instalação da 2ª fase do projecto de Segurança contra Incêncios; Melhorar e rentabilizar os serviços de apoio Aquisição do equipamento Toldos Aplicação dos 16 toldos NA Dotar as 16 residências de microondas Microondas Aquisição de 16 Microondas A Substituir as marquesas deterioradas; Substituição das marquesas Marquesas novas em todas as residências A Aplicar nas casas de banho apoios em inox; Apoios em inox Apoios em inox em todas as residências. A
  19. 19. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 18 Equipar com sistema de ventilação as casas de banho sinalizadas (3). Sistemas de ventilação Aplicação de sistema de ventilação em 3 WC NA Rentabilizar com eficácia e eficiência o sector do economato Implementação de novos horários de atendimento; Nº solicitações com respontas/solicitações apresentadas *100 Eficácia ssuperior a 75% A Promover a participação ativa dos RES em contextos específicos no âmbito do desporto de competição. Participação em Campeonatos Nº de competições realizadas/nº total de competições previstas. Cumprir em 100% NA Enriquecer e valorizar as relações sociais e a experimentação de novos contextos. Promoção das atuações das “Rodas Dançantes” Apresentação do seu trabalho à sociedade, como convidado ou promotor. A +15 RES A Nº de atuações do Grupo Dinamização da Ludoteca; Reconhecer e valorizar as capacidades individuais na concretização de atividades significativas Dinamização da SÃO; Dinamização do Espaço Sensorial; Nº de RES que participaram em atividades 2011vs2012 Dinamização do “Som d’Arte”; Reconhecer e valorizar as capacidades individuais na concretização de atividades normalizantes Dinamização do Espaço-Verde Nº de sessões dadas/Nº de sessões previstas * 100 80% A Dinamização do Clube de Lazer. Resultados obtidos com o RA do Clube de Lazer em 2012 Cumprir em 60% das atividades definidas NA
  20. 20. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 Dinamização do Espaço Agridoce 19 Nº de sessões dadas/Nº de sessões previstas * 100 Promover o cumprimento das orientações técnicas A Nº de não conformidades/orientações técnicas * 100 As não conformidades não deverão ser superiores a 25% A Nº total de residentes que beneficiam do apoio em 2012 155 A Monitorização de PIR’s Objetivos alcançados/objetivos total * 100 50% A Monitorizar os PIR’s Definir linhas estratégicas de orientação técnica para as residências 80% Número de apoios prestados/N.º de Apoios previstos * 100 81,06% A Média dos resultados dos questionários de atisfação dos RES 60% dos resultados igual ou superior a “satisfeito” A Nº de RES em idade escolar integrados em estruturas de ensino 100% A Plano de Atuação Intersetorial. Implementação de ações de melhoria e desenvolver ações de sensibilização Desenvolvimento da Bolsa de Apoios Manter o nº de RES a beneficiar do apoio do Serv. reabilitação Aumentar o cumprimento de objetivos específicos definidos nos PIR’s Aumentar a capacidade de resposta às necessidades dos RES Desenvolvimento de apoios individuais nas diferentes áreas de intervenção técnica. Adequar a ET às necessidades dos RES; Adequar os RH (cuidadores diretos) às necessidades dos RES. Promover a integração e frequência escolar dos RES Encaminhamento, integração e acompanhamento dos RES nas estruturas de ensino.
  21. 21. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 Promover a estabilidade psico-emocional e relacional dos RES 20 Nº apoios realizados/nº apoios previstos* 100 75% A Implementação de 1 Plano de Formação; Taxa de execução do Pl. Formação 75% A Aplicação do Q. de Av. Das Necessidades de Formação; Grau de satisfação qto ao Pl. Formação + 75% A Desenvolvimento da Avaliação de Desempenho; Média dos 9 indicadores do processo da AD. ≥4 A Adequação do Perfil Profissional ao perfil funcional pretendido. Desenvolver competências Acompanhamento psicológico aos RES. Taxa de colaboradores admitidos com adequação ao perfil funcional do lugar ocupado. 100% A Mais 1% A Persecução dos obj. definidos pelas parcerias 75% A Ações de intercâmbio social dinamizadas/ ações propostas * 100 90% A Promover Parcerias de valor acrescentado; Proceder ao enquadramento dos objetivos das parcerias. Nº de novas parcerias Promoção e desenvolvimento de parcerias. Colónia de Férias; Passeios de Verão; Participar e promover ações de intercâmbio social Voluntariado; Participação em atividades promovidas por entidades externas; Dinamização de atividades
  22. 22. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 21 internas com entidades externas. Grau de satisfação dos STH (2012) – Grau de satisfação STH (2011) Residência Enfermaria Controlo analítico de todos os RES; Garantir um controlo pormenorizado do estado de saúde e doença dos RES Implementação dos Q. de Av. Do Grau de Satisfação que permitirá aferir o nível de satisfação. Criação deuma residência Enfermaria; Aumentar o Grau de Satisfação dos stakeholders + 10% NA Residência Enfermaria A Nº de RES com control analitico/Nº total de RES * 100 100% A Controlo dos sinais vitais de todos os RES; Nº de RES com avaliação dos sinais vitais/Nº total de RES * 100 100% A Revisão e atualização das tabelas terapêuticas de todos os RES; Nº de RES com revisão e atualização das tabelas terapêuticas/Nº total de RES * 100 100% A Prestação de cuidados de Enfermagem no período noturno. Existência de prestação de cuidados de Enfermagem noturno Prestação de cuidados de Enfermagem no período noturno NA
  23. 23. Centro João Paulo II Relatório de Atividades 2012 D - Considerações Finais O trabalho desenvolvido pela equipa multidisciplinar do CJPII, durante o ano de 2012 obedeceu a um planeamento estratégico, procurando cumprir com um leque de iniciativas, que focavam aspetos como a funcionalidade, a autonomia, a participação, as capacidades e o desempenho dos residentes desta Instituição. A equipa multidisciplinar, dentro de cada área de intervenção específica, nomeadamente Educação Especial e Reabilitação, Fisioterapia, Terapia da Fala, Terapia Ocupacional, Desporto Adaptado, Psicologia, Serviço Social, Enfermagem, Medicina e Nutrição procurou responder às necessidades dos RES, tanto na sua condição de saúde, patologia e deficiência específica, assim como no contexto social e familiar, agindo diretamente, onde cada um deles é o elemento chave, cumprindo com o definido no PIR. Às atividades previstas para o ano 2012, que visavam o cumprimento dos objetivos específicos, estão subjacentes as práticas das diferentes áreas de intervenção que constituem a equipa multidisciplinar. 69% 40% 56% 2010 2011 2012 Gráfico 15: Percentagem de metas atingidas Em termos gerais podemos referir que se conseguiu atingir 69% (Gráfico 15) das metas propostas no PA, observando-se uma tendência positiva relativamente aos anos anteriores. Desenvolver uma estratégia eficaz, a fim de se criar uma estrutura residencial com serviços de excelência e sustentáveis, dando resposta às necessidades e expectativas das partes interessadas, define-se como o caminho do CJPII. 22

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