JESUS, O FILHO DE TIBÉRIO CÉSAR

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JESUS, O FILHO DE TIBÉRIO CÉSAR

  1. 1. Dinastia, segundo os dicionários, é uma sucessão de soberanos, pertencentes àmesma família, por diversas gerações. James D. Tabor, cuja capa de seu livroacima, publicado sobre Jesus, e que nada fala sobre dinastia, senão oimpróprio título, diferentemente de mim, é um professor do Departamento deEstudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte, em Charlotte, onde
  2. 2. leciona desde 1989. Possui doutorado em Estudos Bíblicos, conferidopela Universidade de Chicago, e é tido como especialista nos Manuscritos doMar Morto e nas origens do cristianismo.Neste seu livro, Tabor dedica o Capítulo 3 inteiro, intitulado Teria Jesus umpai desconhecido?, ao túmulo romano encontrado na Alemanha contendo alápide com a inscrição Tiberius Julius Abdes Pantera que serviu não só deinspiração para o meu livro intitulado O Mito Jesus – O Pantera, comotambém, como forma de descobrir a identidade do pai biológico de Jesus.Contudo, Tabor, ainda que professor do Departamento de Estudos Religiososda Universidade da Carolina do Norte, e, detentor de doutorado em EstudosBíblicos, o que o coloca em um patamar infinitamente superior ao meu quenão sou professor de coisa alguma em universidade alguma e, muito menosdetentor de doutorado, limitou-se a afirmar o óbvio, que Jesus era filhoilegítimo de pai desconhecido e que Maria, teria tido um affair antes de seucasamento com José, com este tal sujeito desconhecido que poderia ser o taldesconhecido Pantera da inscrição da lápide do túmulo.Mais ainda, Tabor, quando soube da existência de tal lápide com a ditainscrição, imediatamente comprou uma passagem aérea para a Alemanha parainvestigá-la pessoalmente in locu.Eu, ao contrário, sem sair da minha casa, sem as prerrogativas acadêmicas esem os recursos para ele disponíveis, fui muito mais longe a ponto dedescobrir a identidade do tal desconhecido Pantera. Infelizmente, por nãopossuir as credenciais de Tabor, não disponho da facilidade para publicaçãodo meu trabalho com vínculo editorial o que me traria poder de divulgação edistribuição para que o meu trabalho seja pelo menos discutido, ao contráriodele, só pelo fato de ser um professor norte americano com doutorado, o que otransforma num ícone sapiens invulnerável.Contudo, como poderia eu, sem qualificações acadêmicas algumas que mecredenciem, ter a ousada pretensão de ser considerado pelo meio acadêmico?Mesmo porque, ainda que as tivesse, não o seria pelo mesmo motivo que arenomada especialista Dra. Bárbara Thiering, teóloga, exegeta bíblica eespecialista nos primórdios da Igreja Cristã, graduada na Austrália pelaUniversidade de Sidney, detentora de Bachelor of Divinity (B.D.) pelaUniversidade de Londres, Master of Theology (M. Th.) pelo MelbourneCollege of Divinity e um Ph.d. pela Universidade de Sidney e professora destaUniversidade, não o foi em seu estudo reinterpretando os Evangelhosaplicando a metodologia Pesher dos DSS (Dead Sea Scrolls ou Documentosdo Mar Morto).A Dra. Bárbara Thiering, com toda a sua qualificação e conhecimento, aindaque suas conclusões sobre seu estudo sobre Jesus e os Evangelhos, todasbaseadas na metodologia Pesher dos Documentos do Mar Morto, não sejam
  3. 3. aceitas pelo academicismo instituído, desafia-o em seu livro Jesus the Man(Jesus o Homem) cuja sinopse é a seguinte: Jesus era o líder de uma facção radical de sacerdotes essênios. Ele não era de nascimento virgem. Ele não morreu na cruz. Ele se casou com Maria Madalena, pai de uma família, e depois se divorciou. Ele morreu algum tempo depois de 64 dC. Esta versão controversa da vida de Cristo não é o produto de uma mente que quer desmascarar o cristianismo. Barbara Thiering é uma teóloga e uma estudiosa bíblica. Mas, depois de mais de vinte anos de estudo, próximo do Mar Morto e dos Evangelhos, ela desenvolveu uma teoria revolucionária que, apesar de defender a fé fundamental do cristianismo, desafia muitas de suas crenças arraigadas ao sobrenatural. “Jesus, o homem”, sem dúvida, surpreenderá aqueles para os quais o entendimento da história bíblica é imutável e indisputável. Mas para as multidões que fascinam-se por novas interpretações desta história, o trabalho de Thiering será essencial e emocionante.Os meus três livros estão de acordo com Thiering sob os aspectos de que Jesusera um essênio, não era de nascimento virgem, não morreu na cruz, casou-secom Maria Madalena, divorciou-se desta, teve descendência e estava vivo naépoca do Imperador Nero, logo, morreu depois de 64 dC.Aqui, colocarei algumas conclusões importantes atingidas por Tabor em seulivro e, seguindo-se, fato inédito, pois ninguém jamais o fez, nem mesmoThiering, prosseguirei com um resumo baseado em estudos acadêmicos sobrea factual e histórica identificação não só de Jesus, como de toda “sagradafamília” que, para falar a verdade, de sagrada nada tinha.Tabor dedica este capítulo inteiro, de título muito sugestivo, ao estudo dalápide com a inscrição Tiberius Julius Abdes Pantera encontrada num túmuloem um cemitério romano descoberto na Alemanha em 1859.Na página 79 deste capítulo Tabor conclui (escaneado do livro):
  4. 4. Neste capítulo, Tabor, com referência ao capítulo anterior, conclui (tambémescaneado do livro):A conclusão atingida pelo autor James Tabor foi a mesma conclusão tambématingida por mim. Entretanto esta conclusão é muito óbvia e, paramim, não era suficiente; o meu objetivo era desvendar aidentidade factual do pai biológico de Jesus, depois a identidadede Jesus, a de Madalena e a de José, ou seja, identificar toda afamília.A identidade do pai biológico de Jesus como sendo o ImperadorTibério César, descoberta por mim com auxílio da lápide acima eoutros ingredientes, pode ser compreendida melhor com a leiturado meu livro O Mito Jesus – O Pantera que pode ser adquiridocomigo através do meu e-mail (claudioarkas@yahoo.com.br)por R$ 20,00 + R$ 5,00 de correio ou, para quem mora no Rio deJaneiro, por R$ 20,00 na Livraria Leonardo da Vinci (AvenidaRio Branco, Edifício Marquês do Herval, sub-solo).____________________________________________________________
  5. 5. Continuando, ainda que eu tenha concluído que o Imperador Tibério Césarfora o verdadeiro pai biológico de Jesus, dediquei-me a confirmar estadescoberta por outros meios, quais sejam, através da identificação da mãe deJesus, Maria; sim, porque Maria é um nome latino e a mãe de Jesus, por serjudia, não poderia em hipótese alguma ter um nome latino. Mais ainda, oImperador Tibério, por sua posição de elite e poder no Império, jamais teriaum caso com uma plebéia, como quer os românticos cristãos, uma mulhercaminhando com chinelos de dedos levantando poeira pelas ruas e carregandoseu filho montada em um jumento; ao contrário, teria que ser uma mulhertambém da elite romana ou judaica, não importa, mas, uma mulher cujafamília também da elite, mantivesse relacionamento íntimo de amizade epoder com a cúpula romana a ponto de encetar um love affair com um rapazde 18 anos, filho adotivo do então Imperador Augusto César.Durante minhas pesquisas tomei conhecimento de um livro intitulado OEvangelho de Judas, do autor Simon Mawer, publicado no Brasil pelaEdiouro. A chamada de capa do livro é a que segue apresentada abaixo:Na 4a capa deste livro de Mawer, como pode ser confirmado abaixo, existe osseguintes comentários:
  6. 6. Ainda que este livro de Mawer seja um romance de ficção, esta ficção nãopode ter saído do nada, tem que ser obrigatoriamente baseada em algum fatoreal, seja ele qual for, mesmo que incorreto; como dizem, toda mentira, lenda,mito ou ficção são sempre baseados em um núcleo de verdade. De ondeMawer tirou suas informações? Lendo o miolo do livro, verifiquei que Mawerafirma o que segue na página 223 (Também escaneado do livro):
  7. 7. Depois de me deparar com este livro, passei a me empenhar em descobrir deonde Mawer tirou as informações confusas apresentadas acima e lá contidas.Por mais que eu procurasse não as encontrei em lugar algum; o mais próximoque cheguei foi ao livro intitulado King Jesus, um romance histórico doescritor britânico Robert Graves cuja teoria central é a de que Jesus era filhode Antípater, o filho mais velho de Herodes, o Grande, com sua primeiraesposa Doris, logo, Jesus seria neto de Herodes, o Grande. Ainda assim,Graves desculpa-se por não colocar em seu livro os motivos ou provas que olevaram a tal afirmação não ortodoxa sobre a família de Jesus, justificando-seque seria duas ou três vezes maior que o próprio livro. De qualquer forma, estateoria é a que mais se aproxima da de Mawer donde, quem sabe, pode tê-loinspirado a colocar Jesus, por mais herético que pareça, como um herodiano,neto de Herodes, o Grande.Eu já suspeitava que Jesus estava ligado de alguma forma aos Herodes porpelo menos dois motivos: primeiro, o escritor judeu Flavio Josefo emAntiguidades Judaicas capítulo XV afirma: Um essênio, de nome Menahem, que levava vida mui virtuosa e era louvado por todos e tinha recebido de Deus o dom de predizer as coisas
  8. 8. futuras, vendo Herodes, ainda bastante jovem estudar com crianças de sua idade, disse-lhe que ele reinaria sobre os judeus. Herodes julgou que ele não o conhecia ou que estava zombando dele, e por isso respondeu- lhe que ele via bem que ele desconhecia sua origem e seu nascimento, que não eram tão ilustres para fazê-lo esperar tal honra. Menahem retrucou-lhe sorrindo e dando-lhe uma palmadinha nas costas: Eu vo-lo disse e vo-lo digo ainda, que sereis rei e reinareis felizmente, porque Deus o quer assim. Lembrai-vos então desta pancadinha que vos acabo de dar, para indicar-lhe as diversas mudanças da sorte, e nunca vos esqueçais de que um rei deve ter continuamente diante dos olhos a piedade que Deus lhe pede, a justiça que ele deve ministrar a todos e o amor que ele é obrigado a ter por seus súditos...Com respeito a este assunto, na internet, emhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Menahem%2C_o_ess%C3%A9nio écomentado o que segue: Menahem (ou Menachem), dito o essênio, terá sido um líder dos essênios ao tempo do Rei Herodes I o Grande. O conhecimento que nos chega dele advém de várias fontes. Flávio Josefo refere-se a ele. A Mishna e o Talmud de Jerusalém também se referem a um Menahem. Alguns investigadores, entre os quais Azaria De Rossi, sugeriram que eles sejam a mesma pessoa. Segundo as fontes rabínicas, Menahem era membro da corte do Rei Herodes, o que vai ao encontro com o que diz Flávio Josefo.Segundo, um complicador importante aparece na história da origem deHerodes, o Grande: a nacionalidade de seu pai Antípater que academicamenteé tido como idumeu, mas existem controvérsias como as demonstradas aseguir, retiradas da internet em http://www.airtonjo.com/historia43.htm: Segundo Flávio Josefo, citando Nicolau de Damasco, Antípater seria um dos judeus descendentes dos exilados babilônicos. Mas Josefo mesmo considera falsa esta informação. É a seguinte a informação de Flávio Josefo: Nicolau de Damasco fá-lo descender de uma das principais famílias de judeus que vieram da Babilônia para a Judéia, mas ele o diz em favor de Herodes, seu filho [de Antípater], que a fortuna elevou depois ao trono de nossos reis, como veremos a seu tempo. Nicolau de Damasco é um historiador nascido, por volta de 64 a.C., em Damasco, de uma família importante, pois sabe-se que seu pai exerce altas funções políticas na cidade. Nicolau torna-se, em 14 a.C., amigo e conselheiro de Herodes, o Grande. Além de escritor prolífico, Nicolau é
  9. 9. também retor e diplomata, representando Herodes em negociações decisivas. Flávio Josefo acredita que Antípater seja mesmo um idumeu, de origem nobre: “Ele era idumeu e o mais poderoso de sua nação, quer pela sua descendência, quer pelas suas riquezas e por seu próprio mérito”. Contudo, segundo o bispo Eusébio de Cesaréia, tido como o pai da história da Igreja, citando Júlio Africano, Antípater é da cidade de Ascalon, mas acaba sendo criado entre os idumeus, o que confirma a opinião de Josefo a respeito de sua nacionalidade, embora divirja quanto a outros dados. Diz Eusébio: Salteadores idumeus chegaram de surpresa a Ascalon, cidade da Palestina, e levaram da capela de Apolo, construída perto da muralha, o pequeno Antípater, filho de um hieródulo [escravo do templo], com o resto dos despojos, e o mantiveram preso. Como o sacerdote não podia pagar o resgate pelo filho, Antípater foi educado segundo os costumes idumeus e, mais tarde, Hircano, sumo sacerdote da Judéia, interessou-se por ele.É muito estranho que um homem famoso como Herodes, o Grande, seja deorigem totalmente desconhecida. Até mesmo Laurence Gardner em cujoslivros apresenta uma enorme quantidade de genealogias cala-se sobreHerodes. O que estaria sendo subtraído do conhecimento público? E a fama demaléfico e assassino de criançinhas teria algum fundamento ou foi umaconveniente difamação como forma de acobertamento?Eu mantinha suspeita pelo fato de que os herodianos sempre foram muitoíntimos das famílias de poder romanas, a começar por Júlio César, depoisMarco Antônio, Augusto César e, Tibério César não estava fora desta lista. Osherodianos passavam tempos em Roma hospedando-se no palácio imperial epoderia muito bem ter sido numa destas oportunidades, durante o reinado deAugusto César, que adotara Tibério, e quando este ainda era rapaz e distantedo trono imperial, o evento do affair entre Tibério e a futura mãe do ilegítimoJesus. Esta suspeita encaixava-se na minha descrença na versão bíblica dospais de Jesus pobres e plebeus. A esta suspeita somavam-se os indícios,relativos ao livro de Mawer, ainda que não histórico, ao de Graves, àdesinformação sobre a origem de Herodes e à amizade mantida entre Herodese Menahem, o Essênio, principalmente pelo fato de que Jesus era um essênioiniciado no Egito e, os essênios, por sua vez, eram um ramo do TerapeutatoEgípcio de Carnac que por sua vez descendia da Grande Fraternidade Brancafundada pelo faraó Tutmés III como forma de preservação dos segredosarcanos de uma aliança que remonta aos tempos bíblicos de Lameque e seusfillhos Jabal, Jubal, Tubalcain e Naamá, relativos as ciências que serviram dealicerce para a Maçonaria e que serviriam, eventualmente, como base dastradições de Moisés e Salomão.
  10. 10. De qualquer forma, continuei pesquisando quando me deparei com o livro ALinhagem do Santo Graal, de Laurence Gardner. Neste livro, Gardner,comentando sobre os apóstolos afirma na página 61 sobre oapóstolo Judas Tomé (Também escaneado do livro):Para completar, Gardner afirma na nota de pé de página número 81 (Tambémescaneado do livro):Tabor, em seu livro citado, na página 91, cita que um dos professores de suauniversidade afirmava sobre pesquisa histórica que “quando nos aproximamosda verdade, tudo começa a se encaixar”. Foi exatamente isto que me aconteceudepois da leitura das descrições apresentadas acima por Gardnerem seu livro, ou seja, as peças começaram a se encaixar. Isto sesucedeu devido a leitura anterior feita por mim de dois livros,Jesus Viveu na Índia e a Herança Messiânica que foramcomplementadas pelas descrições de Gardner sobre Tomé ouTomás.
  11. 11. Em Jesus Viveu na Índia, do teólogo alemão Holger Kersten, página 203, há aseguinte afirmação sobre o apóstolo Tomé (Escaneado):Por outro lado, Henry Lincoln, Michael Baigent e Richard Leigh emA Herança Massiânica, uma continuação do excelente livro O SantoGraal e a Linhagem Sagrada, faz também um estudo sobre o mesmoapóstolo Judas Tomé chegando a seguinte conclusão (Escaneado):
  12. 12. Em seguida, sob o título o Testemunho Apócrifo, ainda em A HerançaMessiaânica lemos (Escaneado): *Ora, se, segundo os apócrifos, Jesus tinha um irmão gêmeo, e este gêmeopossuía o codenome Judas Tomé, ou seja, Judas o Gêmeo de Jesus, cujo nomede nascimento, segundo Gardner, era Filipe que, por sua vez era filho deHerodes, o Grande, com sua quinta esposa (algumas vezes citada comoterceira), Mariamne II, a pergunta é: como as peças se encaixam?_______________________________*Professor da Escola de Teologia da Universidade de Harvard.
  13. 13. Simples questão de aritmética, como somar 1 + 1. Jesus era um herodiano,mas, ao contrártio de Simon Mawer e de Robert Graves em seus livros, Jesusnão era neto de Herodes, o Grande, mas sim, filho deste. Por corolário, a ditaMaria, mãe de Jesus, era de fato, como a história coloca, judia, contudo, *chamava-se em hebraico Mariamne e não Maria.Mas as coisas não param por aí. Sabemos pela história que Herodes Filipe eracasado com Herodias, mãe de Salomé, aquela que pediu a cabeça de JoãoBatista para Herodes Antipas quando o Batista estava preso por este,justamente por descordar da separação entre Herodes Filipe e Herodias paraesta se casar com Antipas. Por que o Batista era contra este casamento?Novamente simples, porque Herodes Filipe além de ser irmão gêmeo de Jesus,era também casado com Herodias e, agora, as peças novamente se encaixam,só que de forma irrefutável porque, segundo a ópera Parsival, do grandeiniciado Richard Wagner, a personagem Kundry é relacionadacom Herodias e com uma tal Mulher sem Nome que sabemos, porintermédio da Bíblia, que é a própria Maria Madalena, a pecadorae a mulher que ungira os pés de Jesus secando-os com seuscabelos e que recebera o apelido de Mulher sem Nome pelo fatoda Bíblia, em ambos os casos, da pecadora e da unção, nãomencionar o nome, daí, Mulher sem Nome. Este assunto estáexplicado em maiores detalhes em meu segundo livro O MitoJesus – A Mulher sem Nome, título inspirado justamente naMadalena anônima da Bíblia. Este meu segundo livro podetambém ser adquirido pelos mesmos meios já fornecidosanteriormente para o livro O Mito Jesus – O Pantera e, pelosmesmos preços.Mais outra peça que se junta para completar o mosaico é a data de nascimentodo irmão gêmeo de Jesus, Judas o Gêmeo (Tomé), que me deixou em umaposição muito confortável. Segundo o livro O Santo Graal e a LinhagemSagrada, os merovíngios herdaram dos judeus o hábito ritualístico do segundonascimento que consistia na prática de um ritual como celebração damaioridade de um jovem judeu dos doze para os treze anos de idade. Gardnerem seu A Linhagem do Santo Graal comenta o mesmo fato, mas, não sobre osmerovíngios, e sim, sobre os judeus. Como sabemos historicamente queHerodes Filipe nascera em 24 A.C., seu ritual de segundo nascimento se dera12 anos após, no ano 12 A.C., justamente quando de uma das passagens docometa Halley pela Terra, que coincide justamente com a tal possível Estrelade Belém, ou seja, não no nascimento biológico de Jesus, mas sim, naritualística de segundo nascimento de Judas/Herodes Filipe que era overdadeiro e histórico nome do Jesus bíblico.* Mariamne é um nome hebraico sinônimo de Miriam, ambos de origemegípcia derivado de Mery Amon (Amada de Amon) que era o nome alternativoda segunda esposa do faraó Akhenaton (Amenhotep IV), Kiya, mãe do faraóTutancâmon e da princesa Kiya-tasherit.
  14. 14. Neste ponto é preciso deixar muito claro a identidade dos dois gêmeos.Segundo alguns documentos judaicos, como, por exemplo, o Talmude, alémde histórias e rumores diversos, como bem menciona James Tabor, o nomePantera aparece aqui e ali com alguma coerência. No documento hebraicoSepher Toldos Jeshu, por exemplo, o nome aparece como Jeoshua ben Pantera(ben = filho de, em hebraico), logo Jeoshua, filho do Pantera ou, como agorasabemos, Jeoshua, filho do Imperador Tibério César.O nome Jesus, originou-se como corrupção do nome original Jeoshua, logo, oirmão gêmeo de Jeoshua chamava-se Judas ben Pantera ou, Judas Tomé benPantera, cujo significado é Judas, o gêmeo, filho do Imperador Tibério, cujoapelido era Pantera.A Igreja de Roma, quando de sua formação, muito espertamente suprimiu ainformação da duplicidade da natalidade amalgamando ambos os gêmeos emum único personagem dando-lhe o nome Jesus, derivado do verdadeiro nomede um dos personagens, o Jeoshua. Entretanto, adotou em sua Igreja o íconedo irmão gêmeo deste, do “crucificado” (que nem para a cruz foi) que é oJudas (não confundir este Judas com o tido como delator Judas Iscariotes).O que aconteceu então há dois mil anos na Palestina? Como ambospersonagens históricos Jeoshua e Judas eram filhos ilegítimos do ImperadorTibério, Judas (que como Esaú perdera a primogenitura) que era oprimogênito, achou-se no direito de legítima sucessão tanto do trono imperialromano por parte do pai, quanto da coroa de Judá, por parte da mãe. Sendoassim, lutou por esse direito para fundir os dois reinos em um único eimplantar mudanças que ele julgava necessárias, uma Nova Ordem Mundial.Seu irmão, Jeoshua, ao contrário, concordava com a elite tanto romana quantojudaica, era partidário da continuação do jogo praticado por aquela elite e, porconseguinte não via com bons olhos a tentativa de implantação da NovaOrdem Mundial de seu irmão gêmeo Judas que lutava contra o status quo.Tudo culminou com uma trama resultado de uma conspiração política de altonível nos corredores do poder, como sempre, cujo resultado não foi outrosenão a traição e sabotagem de Judas por seu irmão Jeoshua com o apoio daelite de poder. Como consequência imediata, todo o fato foi suprimido, aspessoas ficaram amordaçadas pelo peso da espada de Roma e a genealogiafamiliar dos gêmeos foi destruída. Como Gardner afirma em Os SegredosPerdidos da Arca Sagrada, página 202 sob o título Queimando as Provas(Escaneado do livro):
  15. 15. E, na página 203 do mesmo livro, Gardner completa:Aproximadamente 400 anos após, com o Império Romano em decadência e ocrescimento dos adeptos cristãos, Constantino, brilhantemente, idealizou anova religião amalgamando os dois personagens em um único, imputando-lhea identidade de filho de Deus. Também, por não poder perder os adeptos doculto pagão mitraísta que cultuava o Deus Sol, amalgamou também ambos oscultos, mitraísmo e cristianismo, em um só, daí o natal em 25 de dezembroque era a data de nascimento do Deus Sol Invicto (Natalis Invictus Solis) domitraísmo.É neste contexto que entra o propagandista Goebells da época, Paulo de Tarso,como agente da Inteligência romana infiltrado no movimento de Judas e suaposterior propaganda paulinista que nada tem de cristã, ao contrário, subverteutodo o movimento original de Judas a ponto até mesmo de ser repudiado pelaprópria família do Mestre Judas, cognominado Jesus, por inspiração do nomedo traidor Jeoshua.Para completar este resumo, citarei agora alguns detalhes pertinentes, porexemplo, Mariamne Herodias era a esposa de Jesus/Judas e, por ser uma altasacerdotisa nazarena recebera o título Migdal, palavra hebraica que significaTorre, como forma de denotar sua alta estatura de sacerdotisa. Da mesmaforma, Jesus era um nazareno, contudo, ao contrário do que é ensinado, apalavra nazareno ou nazireu não deriva da pseudo cidade de Nazaré, quesequer existia na época de Jesus, como já ficou provado; passou a existir
  16. 16. muito depois por exigência da demanda turística. Tanto nazareno comonazireu são traduções adaptadas da palavra original aramaica nazri quesignifica guardião. Como o teólogo Holger Kestern afirma na página 203 deseu Jesus Viveu na Índia, (Escaneado):Indo para a página 107 como Kestern indica, lemos (Também escaneado):Contudo, Laurence Gardner é mais detalhista e, em seu livro Os SegredosPerdidos da Arca Sagrada página 191 nos informa (Escaneado):O Judas/Jesus, portanto, era mais que um nazareno, ele era um Nazrie ha-Brithou, nazareno da aliança, cuja tradução correta seria Guardião da Aliança. Masque aliança? Aquela aliança cujos segredos que formaram o alicerce daMaçonaria passaram a ser mantidos pela Grande Fraternidade Branca fundadapelo faraó Tutmés III e, que eventualmente passariam a ser mantidos peloTerapeutato Egípcio de Carnac que se ramificou para os essênios.Indo mais fundo um pouco, os guardiões deste segredo eram conhecidos nalíngua aramaica como Naggar que fora traduzido para o grego como Tektom.
  17. 17. A tradução correta destes dois termos para o português e outras línguas seriaMestre artesão, contudo, fora traduzida incorretamente para Carpinteiro. Éneste contexto em que o José bíblico que agora sabemos ser Herodes, oGrande, tornou-se conhecido biblicamente como carpinteiro quando deveriaser um mestre artesão. Herodes, portanto, não era um carpinteiro do ofício demadeira, e sim, um mestre artesão detentor dos segredos arcanos queformaram a base da Maçonaria e das tradições de Moisés e Salomão, o mesmosegredo detido pelos essênios, daí resultando em um essênio, Menahem,fazendo parte da corte de Herodes e, o bom relacionamento deste com osessênios, contando Jesus/Judas entre eles. Como Gardner coloca em seu livroOs Segredos Perdidos da Arca Sagrada sob o título Defensores da Aliança,página 190 (Escaneado):
  18. 18. O próprio Gardner, na página 191, nos responde estas duas questões, ou seja,de onde vinha o dinheiro e como eles ergueram milhões de pedras maciçascom mais de 50 toneladas cada:Resumindo, Herodes, o Grande, o José bíblico, ficara conhecido comoCarpinteiro não pelo ofício de madeira, mas sim, por ser um mestre artesãoconhecedor do segredo arcano da manufatura da Pedra Filosofal a partir doouro monoatômico disponível in natura nas águas do Mar Morto, que eracaptada para extração desta matéria prima pelos essênios e, negociada porHerodes para os reinos vizinhos depois de devidamente transformada nafamosa Pedra Filosofal. Lembremo-nos que os essênios eram um ramo doTerapeutato Egípcio de Carnac oriundo da Grande Fraternidade Brancafundada por Tutmés III, justamente para salvaguarda deste segredo que foradetido inicialmente por Lameque e seus filhos, Jubal, Jabal, Tubalcain eNaamá, daí a veneração destes pela Maçonaria. CONCLUSÃO1 - Jesus é um nome fabricado, uma corrupção do nome judeu originalJeoshua usado no amálgama de dois personagens irmãos gêmeos e reais,Jeoshua e Judas.2 – Jeoshua e Judas foram amalgamados por Roma no Jesus bíblico para aformação da Igreja cristã.3 – Jeoshua e Judas eram filhos ilegítimos (bastardos) do Imperador TibérioCésar.4 – Tibério César tinha o apelido de Pantera ou Pandira (veja o motivo emmeu livro O Mito Jesus – O Pantera) daí, seus filhos ilegítimos tornaram-seconhecidos como Jeoshua ben Pantera e Judas ben Pantera.5 – O ícone do Jesus bíblico foi montado em cima do Judas enquanto oJeoshua foi apagado da história.6 – Judas ficara conhecido como Judas Tomé. Tomé era o aramaico paraGêmeo, logo Judas era o gêmeo de Jeoshua que inspirou o nome Jesus.
  19. 19. 7 – O nome de batismo de Judas era Herodes Filipe. Como Herodes Filipe erafilho de Herodes, o Grande, logo, Judas, ou Jesus como a Igreja quer, era umherodiano, neto de Herodes, o Grande.8 – O verdadeiro ano de nascimento de Jesus é o ano histórico de nascimentode Herodes Filipe, 24 A.C.9 – Como Herodes Filipe era filho de Mariamne II, logo a Maria bíblica era aprópria Mariamne II, filha do sumo sacerdote judeu Simão Boeto.10 – Como o Jesus bíblico era Judas, o bíblico Jesus era casado com a neta deHerodes, o Grande, Mariamne Herodias, logo a Maria Madalena bíblica era aprópria Herodias, mãe de Salomé, que pediu a cabeça do Batista.11 – Madalena não era um nome, e sim, uma corrupção da palavra hebraicaMigdal que significa Torre e, era usada para denotar a alta estatura de altasacerdotisa nazarena.12 – Nazareno não deriva do nome da cidade Nazaré, que na época nãoexistia. Nazareno é uma tradução adaptada do original hebraico Nazrie quesignifica Guardião.13 – Como o Imperador Tibério César nascera em 42 A.C e seus filhosgêmeos nasceram em 24 A.C. que é a data de nascimento do gêmeo HerodesFilipe, logo, Tibério contava (42-24 = 18) 18 anos de idade.14 – Durante o processo de gravidez, Maria (Mariamne II) era noiva do Josébíblico (Herodes, o Grande), que nascera em 73 A.C. e que no ano da gravidezde Maria (Mariamne II), 23 A.C., quando com esta se casou, contava 48 anosde idade, explicando assim a diferença bíblica de idade entre o José bíblico, 48anos, Tibério, 18 anos, e Maria (Mariamne II) com algo entre 12 e 13 anos deidade. Ainda assim, José (Herodes, o Grande) não era nenhum decrépito comoa bíblia nos faz crer.15 – Bárbara Thiering, afirma que Jesus fora casado com Madalena, tiveradescendência e divorciara-se, confirmando a procedência de minhas pesquisasque colocam Jesus bíblico como Judas, nascido Herodes Filipe que casou-secom Herodias/Madalena que o largou para casar com Herodes Antipascausando, em última instância, a morte de João Batista que discordava dosegundo casamento de Herodias/Madalena.
  20. 20. O MITO JESUS – A LINHAGEMO meu terceiro livro intitulado O Mito Jesus – A Linhagem foi o resultado depesquisas realizadas por mim antes das pesquisas sobre a identidade de Jesus esua família. Nestas pesquisas anteriores eu havia identificado que os ex-presidentes Bush são primos de Sua Majestade, a Rainha Elizabeth II daInglaterra. Quando li o livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada a fichacaiu, porque os autores deste livro colocam Jesus como ancestraldos merovíngios. Contudo, historicamente, os merovíngios foramos ancestrais de Carlos Magno que, por sua vez, era ancestral dafamosa dinastia francesa/inglesa Plantageneta (Casa de Anjou) daqual descendem tanto a rainha Elizabeth II quanto os Bush.Diante desta confirmação histórica e acadêmica irrefutável, serianecessário que Jesus fosse bem humano e mortal para ser umancestral dos merovíngios e, por tabela, da rainha e dos Bush.Contudo, Jesus, como eu suspeitava, não poderia ser um plebeuqualquer, ao contrário, deveria ser filho de alguém da elite de suaépoca.Bingo, não deu outra, eu encontrei que Jesus, ou melhor, os gêmeos Jesuses,Jehosuah/Jesus e Judas/Jesus eram filhos biológicos do Imperador TibérioCésar – apelidado pela Igreja de Espírito Santo – e de seu caso de love affair,Mariamne II, esposa do rei da Judéia, Herodes, o Grande, que se tornou paiadotivo dos gêmeos.Isto coloca a Rainha Elizabeth II e os Bush como descendentes do ImperadorTibério e de Herodes, o Grande, este último, embora pai adotivo dos gêmeos,por intermédio de Madalena/Herodias, neta de Herodes e que casara-se com oJudas/Jesus.Diante deste fato, eu me dediquei a pesquisar outras pessoas que pudessempertencer a mesma árvore genealógica e, encontrei quase 200pessoas desta mesma linhagem, algumas já mortas, outrasbem vivas no mundo atual cujas genealogias completas atéJesus estão disponíveis, incluindo os brasileiros GetúlioDornelles Vargas e sua neta, Celina Vargas do AmaralPeixoto.Este meu livro intitulado O Mito Jesus – A Linhagem podetambém ser adquirido da mesma maneira informadaanteriormente, apenas com preço diferente (R$ 40,00 nalivraria Leonardo da Vinci ou R$ 45,00 diretamente comigopelo meu e-mail (claudioarkas@yahoo.com.br) por possuirum anexo, intitulado A Vinha do Senhor, com as árvores
  21. 21. genealógicas de 170 pessoas de linhagem descendente de Jesus e mais umDVD ilustrativo exclusivo e inédito baseado em informações concretas.É claro, tudo que eu falo em meus livros pode estar errado, entretanto, seninguém tentar refutar jamais saberemos.Os autores de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada –livro cuja resposta dos historiadores profissionais eacadêmicos de áreas afins foi universalmente negativa –colocam assim, na página 344: Nós havíamos formulado a hipótese de uma linhagem descendente de Jesus, que continuou a existir até os dias de hoje. Não podemos, é claro, estar certos de que nossa hipótese esteja correta em todos os detalhes. Mas ainda que, aqui e ali, detalhes específicos sejam sujeitos a modificações, estamos convencidos de que as linhas essenciais de nossa hipótese são acuradas.E concluem no comentário de orelha do mesmo livro: Prepare-se o leitor de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada para conhecer uma extraordinária hipótese que, se confirmada – e, segundo os autores, ela brevemente o será – altera em profundidade a história do Ocidente nos últimos 2.000 anos.Por outro lado, Dan Brawn, acusado por vários padres, teólogos, historiadores,jornalistas e artistas que literalmente descredenciaram O Código Da Vinci,cuja tese central é a mesma de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, afirma,segundo o jornal O Globo, sábado, 13 de maio de 2006, Prosa & Verso: Se “O Código da Vinci” pretendesse apenas ser uma obra de ficção, o barulho não seria o mesmo. Parte da graça do livro --- que só aqui já vendeu mais de um milhão de exemplares --- está no fato de que seu autor, Dan Brown, professa fé em suas controversas teorias conspiratórias e enfatiza que elas são baseadas em fatos reais. E ainda deixa claro, aos mais distraídos, que estas teorias não dizem respeito a um mistério qualquer. Elas tratam, veja bem, do maior segredo da humanidade.Já, Laurence Gardner, cujos trabalhos historiadores e eruditos encaram comopseudo história, defende a mesma tese e afirma: Alguns anos atrás, quando estava estudando e coletando os registros genealógicos de algumas destas famílias reais [européias], ficou muito claro para mim que eles emanaram de uma base comum. Esta base,
  22. 22. percebeu-se, era a Casa Real de Judah – a família do Rei David, Salomão e Jesus. Mais surpreendentemente, certos descendentes (especialmente a primeira realeza da França) vieram do próprio Jesus e dos irmãos dele – particularmente do seu irmão Tiago (James em inglês) cujos descendentes se tornaram na dinastia reinante na Inglaterra. Os quatro Evangelhos com os quais estamos familiarizados hoje foram selecionados pelos bispos da Igreja em 397 DC no Concilio de Cartago dentre muitos outros evangelhos. A limitada seleção foi feita com a base de que deveriam ser excluídos os evangelhos que apoiavam o status das mulheres na religião ou na comunidade. A Igreja implementou suas próprias regras de celibato para os padres e as mulheres foram condenadas como sendo seres de segunda-classe. Isto significou que o matrimônio de Jesus e Maria Madalena (como descrito nos textos antigos) poderia ser estrategicamente ignorado e, como resultado, os descendentes deles também poderiam ser ignorados – deixando a Igreja para reinar suprema com sua estrutura machista dominante. Porém, a família descendente existiu e a Igreja os chamou de “Desposyni”. Na França (ou Gália como era chamada então), os antigos descendentes de Jesus e Maria Madalena eram conhecidos como os Reis Pescadores, ou sacerdotes. Deles, um descendente chamado Meroveus, fundou a casa real Merovingea, que reinou na França de 446 até 751, quando eles foram depostos pela Igreja devido aos termos da forjada “Doação de Constantino”. Muitas das mais recentes casas reais européias descenderam dos Merovíngeos e a mais antiga era a Casa Real de Stewart da Escócia (...) a maioria das casas reais que existem na Europa podem ser rastreadas (por estes casamentos entre famílias) ate antepassados comuns de tempos antigos.Cabe aqui uma questão a ser respondida: de qual dos gêmeos Jesusesdescenderam os merovíngios, ou seja, de qual dos gêmeos Jesuses, Jeoshua ouJudas, descende a Rainha Elizabeth II e os Bush? Como eu explico em meuterceiro livro, O Mito Jesus – A Linhagem, eles descendem dos dois Jesuses.Segundo minhas pesquisas o Jesus Judas casou-se com Madalena/Herodias.Depois do divórcio, Madalena/Herodias casou-se com o gêmeo Jeohsua.Depois do evento do Gólgota, Jeoshua/Jesus e Madalena/Herodias foram paraa França enquanto o gêmeo Judas/Jesus foi para Glastonbury na Inglaterraonde casou-se e gerou descendência que se uniu com a descendência francesade seu irmão.Para finalizar, Bárbara Thiering, com todo o seu curriculum, não éreconhecida nem levada a sério em seu livro Jesus the Man. Henry Lincoln,
  23. 23. Michael Baigent e Richard Leigh são tidos como historiadores marginais.Laurence Gardner, em seus livros, é tido como pseudo-historiador. DanBrown, mesmo reconhecendo seu livro como romance, afirma que é baseadoem fatos reais e, por isto, torna-se engraçado. Pergunto eu: o que é Históriaafinal de contas? Napoleão afirmou que História é uma lenda sobre a qualtodos concordam. Segundo Honoré de Balsac em Ilusões Perdidas, “há duashistórias: a história oficial, que é uma mentira... e em seguida a históriasecreta, que relata as verdadeiras origens dos acontecimentos, a história davergonha”.Até quando nossos acadêmicos vão se deslumbrar com esta história da mentirae da vergonha rejeitando tudo quanto passa para lá de suas medíocresmolduras?NOVA E SENSACIONAL ABORDAGEM DE JOSEPH RAYMONDO Novo Testamento nos diz que o Sinédrio [a suprema corte da antiga Israel,composta por 71 juízes] condenou Jesus pelo crime de blasfêmia, um crimecapital. Depois da condenação, Jesus deveria ter sido levado ao pátio do Hallof Hewn Stones e ser punido com a morte. A Bíblia recorda Estêvão, umseguidor de Jesus, sendo condenado à morte e sumariamente executado peloSinédrio desta maneira. Além disso, [Fávio] Josefo recorda o Sinédrioexecutando o próprio irmão de Jesus, Tiago, o Justo. Contudo, no caso deJesus, o chefe dos sacerdotes apresentou-se perante Pilatos proclamando suafalta de autoridade para executar o prisioneiro e pediu a Pilatos para executarJesus. Por que?A Bíblia oferece uma possível explicação para este aparente ato inconsistentedo Sinédrio – o caso de Paulo de Tarso. Ele também foi colocado em custódiapelas autoridades judaicas do Templo mas os soldados romanos salvaramPaulo durante seu julgamento pelo Sinédrio porque ele era “um cidadãoRomano por nascimento.” Os soldados, em seguida, levaram Paulo parajulgamento perante autoridades Romanas. Se Jesus fosse cidadão Romanopoderia explicar o porque da falta de autoridade do Sinédrio para executá-lo e,ao invés disso, demandando que Pôncio Pilatos realizasse a tarefa. Emprovíncias Romanas, os tribunais não tinham jurisdição para administrarpunição criminal contra cidadãos Romanos, especialmente em casos capitais.Esta era uma antiga forma de imunidade diplomática. Cidadãos Romanospoderiam ser executados somente por tribunais Romanos. Também, membrosde família real de um reino subjugado recebiam cidadania Romana.A explicação acima do porque os judeus enviaram Jesus para julgamento econdenação por Pôncio Pilatos está descrita na introdução do livro HerodianMessiah – Case For Jesus As Grandson of Herod (Messias Herodiano –Caso de Jesus Como Neto de Herodes).
  24. 24. O livro em questão, publicado em 2010, ou seja um ano após os meus livros OMito Jesus – O Pantera e O Mito Jesus – A Mulher sem Nome que forampublicados em 2009 afirma: Este livro apresenta uma audaciosa e, em alguns casos, chocante teoria de que Jesus era neto de ambos, Herodes, o Grande, e Rei Antigonus (o último rei Hasmoneano [linhagem dos macabeus]).O autor do livro, Joseph Raymond, também coloca Maria Madalena comouma princesa com mistura Herodiana/Hasmoneana.Ainda que o livro seja válido pela nova e correta colocação histórica de Jesuse sua família como herodianos, sua teoria falha na identificação dessespersonagens históricos pela simples afirmação de que o mesmo corpo legal, ouseja, o Sinédrio, executou o próprio irmão de Jesus, James, o Justo, enquantoJesus, ainda que judeu, estava fora da jurisdição judaica também por suacidadania Romana.Ora, se Jesus possuía dupla cidadania, seu irmão James, também, da mesmaforma, estava fora da jurisdição judaica e não poderia ser punido pela supremacorte judaica! Por que o foi?A explicação está em meu livro O Mito Jesus – o Pantera que coloca Jesuscomo filho biológico e bastardo do Imperador Tibério César, daí, suacidadania Romana colocando-o fora da jurisdição legal judaica. Por outrolado, os irmãos de Jesus citados na Bíblia eram, na verdade, meio-irmãos,filhos de sua mãe com outro pai, portanto, sem dupla cidadania, como coloca
  25. 25. James Tabor em seu livro A Dinastia de Jesus, Capítulo 4, intitulado Filhos deoutro pai: O que podemos afirmar com algum grau de certeza é o seguinte: José não é o pai de Jesus, e a gravidez de Maria por um homem desconhecido foi “ilegítima”, segundo as leis sociais. Jesus tinha quatro meio-irmãos e duas meio-irmãs, todos filhos de Maria, mas de outro pai.Ainda – como coloca Raymond – que membros de família real de um reinosubjugado recebessem cidadania Romana, como no caso dos herodianos,também não explica o porque da diferença de tratamento legal entre Jesus eseu meio-irmão James, tornando irrelevante a questão de cidadania dosherodianos.Resumindo, Jesus possuía dupla cidadania, Romana por parte de pai biológicoe Judaica por parte de mãe e, a bem da exatidão, não era herodiano pornascimento mas, tornou-se um ao ser adotado por Herodes, o Grande, que erao próprio bíblico carpinteiro José que casou-se com Mariamne II, a Mariabíblica e love affair do futuro Imperador Tibério César que a engravidoudurante o processo de matrimônio dinástico entre Herodes e Mariamne. Poresta dupla cidadania, o Sinédrio, suprema corte judaica, não tinha jurisdiçãopara julgar cidadão Romano Jesus, iniciando então a única explicação para ojogo de empurra, enviando Jesus para Pilatos, que o enviou para HerodesAntipas, que o devolveu para Pilatos que, por fim, aceitou a denúncia,julgando e condenando-o.

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