O ENIGMA DA MATÉRIA ESCURA

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O ENIGMA DA MATÉRIA ESCURA

  1. 1. O ENIGMA DA MATÉRIA ESCURA Segundo o jornal Folha de São Paulo de 13 de fevereiro de 2015, sob o título Terra está cercada por material invisível que intriga cientistas, as primeiras sugestões de que algo estava errado com a descrição tradicional da composição do Universo foi na década de 1930, quando pesquisadores começaram a estudar o movimento de aglomerados de galáxias. De lá para cá, a ciência evoluiu e os cientistas hoje sabem da existência de um tipo de matéria invisível e desconhecida que permeia o Universo, a chamada Matéria Escura. A existência de Matéria Escura foi comprovada matematicamente pela diferença nas trajetórias teórica e real das estrelas. Os cientistas agora tentam descobrir algum meio de conhecer os enigmas dessa Matéria Escura que alteram a trajetória de estrelas por sua influência gravitacional sobre elas. Como todos nós sabemos, o Universo é composto por planetas, estrelas, galáxias, etc. Agora, comprovadamente existe a misteriosa Matéria Escura que só interage com a matéria normal por meio da gravidade. Pois é, os cientistas denominam a matéria que forma os planetas, estrelas, galáxias como matéria normal. Por extensão, nossos corpos, as plantas, nossas construções, etc, são todos formados por matéria normal. E a Matéria Escura o que é? Vou dar aqui uma dica para os cientistas. Todos nós sabemos que o material que forma nosso mundo incluindo nossos corpos é formado por esta matéria que os cientistas chamam de normal. Por sua vez, esta matéria normal é constituída por partículas chamadas átomos que, por sua vez, são constituídos por partículas chamadas prótons, nêutrons, elétrons etc. Sabemos também que entre prótons e nêutrons existe muito mais espaço vazio que o próprio tamanho desses prótons e nêutrons. Da mesma forma sabemos também que entre os elétrons e o núcleo do átomo também existe muito mais espaço vazio que o tamanho dessas partículas. Sendo assim, a pergunta é: se toda matéria normal deste mundo é muito mais espaço vazio que matéria, então o que somos afinal de contas? Ora, e se somos espaço vazio, por que não atravessamos paredes? Para responder esta questão intrigante, eu proponho aos cientistas uma mudança de foco. Talvez aquilo que hoje é chamado de matéria normal, não seja no final das contas
  2. 2. matéria e muito menos normal. Talvez a única matéria verdadeira e normal existente no Universo seja a misteriosa Matéria Escura. E o que é então aquilo que nós pensamos ser a matéria que forma nosso mundo? Segundo esta mudança de foco, eu proponho que tudo aquilo que nós pensamos ser matéria, seja na realidade, justamente o inverso, falta de matéria. Isto mesmo, nós e o nosso mundo somos formados por falta de matéria. Isto mesmo, os átomos são formados por minúsculas bolhas dentro da Matéria Escura do Universo, ou seja, a verdadeira matéria do Universo é a Matéria Escura. A matéria do nosso mundo, que os cientistas chamam de normal, nada tem de normal, ela é sim, falta de matéria, ou seja, matéria virtual. Nós e o nosso mundo nada mais somos que o aglomerado de minúsculas bolhas dentro da Matéria Escura como ilustra a figura abaixo: É exatamente por este motivo que a Matéria Escura só interage com a matéria dita normal por meio da gravidade. Por que? Simples, a própria gravidade não é o que pensamos. A gravidade nada mais é que uma força de reação contrária à força que mantém a bolha aberta no interior da Matéria Escura. E o que é que mantém a bolha aberta no interior da Matéria Escura? É a energia de uma onda estacionária, uma onda que não se move no espaço como as ondas de rádio. É uma onda que se move como uma corda em movimento com as extremidades fixas. A figura abaixo exemplifica:
  3. 3. Como vemos, aquilo que chamamos de matéria normal que nos forma e forma nosso mundo, nada mais é que um enxame de ondas estacionárias com muita energia abrindo bolhas no interior da verdadeira matéria, a Matéria Escura. A propósito, esta Matéria Escura, diferentemente da que nos forma, não é formada por partículas, ela é completamente maciça, sem partículas e sem espaços. É por este motivo que uma bomba atômica libera muita energia, quando um nêutron é quebrado, sua energia é liberada como uma bexiga perfurada por uma agulha. Daí pode- se ter uma idéia da quantidade de energia contida na Matéria Escura que dá até para ser calculada pela energia necessária para a quebra do nêutron. Isto explica também a experiência da fenda dupla da física quântica. Quando um elétron se move na direção da dupla fenda, na realidade o que está se movendo não é uma partícula, e sim, uma onda. Quando a onda encontra o anteparo da dupla fenda, esta onda se comporta da mesma forma que uma onda no lago quando encontra um anteparo com dupla fenda, ela se divide em duas ondas. Sendo assim, creio que cai por terra a duplicidade onda/matéria aceita até hoje pela física quântica, simplesmente porque a matéria como pensamos não existe. A física fala em deformação do tecido do espaço como causador da gravidade, ou seja, um corpo maciço no espaço causa em torno de si uma deformação do tecido do espaço proporcional ao tamanho/massa do corpo. Por exemplo, quanto maior o planeta, maior será a deformação, consequentemente maior a gravidade. O que a física não explica é o que é este tal tecido do espaço e porque ele se deforma. Agora sabemos que o tecido do espaço é a Matéria Escura e é esta Matéria Escura que se deforma quando a bolha se expande. É lógico, então, quanto maior o planeta, maior será a deformação e também maior a gravidade.
  4. 4. Há muito que nossa ciência descobriu a eletricidade, e nós principalmente no mundo atual conhecemos muito bem suas aplicações pois ninguém vive sem ela. Contudo persiste a controvérsia de que apesar de tudo, a própria ciência desconhece o que é eletricidade. O meu modelo, ao contrário, explica muito bem. A eletricidade nada mais é que bolhas de ondas estacionárias caminhando por um condutor. Quanto maior a diferença de potencial, maior o número de bolhas caminhando, ou seja, maior corrente. O nosso mundo, portanto, é como se fosse um negativo de fotografia, mas o que os nossos sentidos percebem é justamente o oposto, todo invertido, a fotografia revelada. Veja no link abaixo matéria completa publicada pela Folha de São Paulo http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2015/02/1587644-terra-esta-cercada-por-material- invisivel-que-intriga-cientistas.shtml

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