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Sullivan, como muitas testemunhas, nunca depôs ante o Comitê Congressual deAssassinatos. Se ele próprio não cometesse perj...
organizado foi totalmente inconsistente com seu cargo. Quando David Ferrie precisoude um álibi, depois do assassinato, foi...
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David Ferrie. “Carlos Marcello deu instruções finais a David Ferrie por volta de 1 hora da tarde de 22 de           Willia...
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NOMENCLATURA DE UMACABALA DE ASSASSINATO     Por William Torbitt            1970
INTRODUÇÃO        “PISCADA DE OLHO FURTIVA, DISCOS       VOADORES E O DOCUMENTO TORBITT”Albert Thomas pisca o olho para Ly...
desencontradas, sem valor, faltantes, e a estranha pontuação e uso das letras, faz comque o leitor pense como Torbitt se e...
Ele estava preocupado com este tópico. De acordo com os autores de livros sobreUFOs, Brad Steiger e Joan Whritenour, Von B...
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menos outro período. Não prestamos atenção a isto, naquele momento, mas depoisnos lembramos que o Presidente disse em seu ...
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Marilyn Murret, que continha somente informações sobre o passado de Isaacs. Revelaque Isaacs trabalhou como jornalista em ...
NOTAS1. Lifton, David S., Best Evidence (A Melhor Evidência), New York: Carroll & Graf,   Inc., 1980.2. Trask, Richard, Pi...
Presidents of the United States 1963 (Papéis Públicos dos Presidentes dos  Estados Unidos 1963), Washington: United States...
24. “Help For Vietnã (Ajuda ao Vietnã)”, Letters To The Editor (Cartas ao Editor),    The Nation, 10 de julho de 1948.25. ...
NOMENCLATURA DE UMACABALA DE ASSASSINATO
CAPÍTULO I          PERMINDEX E SUAS 5 SUBSIDIÁRIASQuando Jim Garrison, Procurador Distrital de Nova Orleans, iniciou a in...
segredo (Top Secret) sobre a agência policial dos fabricantes de armas, tem sidomantido fora do conhecimento até mesmo da ...
chefe assistente, está no comando direto. Examinaremos depois o envolvimento deum grande número de agentes do DISC incluin...
estavam conectadas com os outros 4 grupos. É preciso ter bem claro na mente queeste, foi um grupo relativamente pequeno de...
Os arquivos públicos do Departamento Italiano e Suíço de Registros Corporativos(Corporate Records Department of Italy and ...
vizinhanças, na Rússia, durante os séculos dos czares. Mas, retornemos a conexão J.Edgar Hoover com os russos czaristas no...
MURCHISON pai. (Cartas de Jack Ruby, Hamilton Autographs, New York City; CHXXIII, 157 e seg; CH XXVI, 634 & 650; Basiléia,...
Informação relativa a contatos relatados entre Jack L. Ruby e Robert Ray McKeownfoi fornecido pelo presidente da Comissão ...
As armas e munições sendo contrabandeadas para Castro naquele tempo, e depoispara cubanos anti-Castro, por McKeown, Ruby, ...
Por volta de 30 de maio de 1958, ela viajou para Islamorada, Flórida, acompanhadapor sua filha e genro, Dolores e Richard ...
envolvendo Oswald, para a embaixada dos Estados Unidos na cidade do México.(Ibid.)Salvador Diaz Verson tinha sido chefe do...
número D-214332. Também, junto às folhas, estava uma informação descartadausada em vagões de trem, a qual foi encontrada p...
CAPÍTULO IIJ. EDGAR HOOVER, FERENC NAGY, CLAY SHAW,      L. M. BLOOMFIELD E PERMINDEXClay Shaw, de Nova Orleans, o acusado...
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  • Nooosssaa Muito ESCLARECEDOR ! Muito obrigado Claudio José Ayrosa Rosière nunca tinha ouvido falar sobre O DOCUMENTO TORBITT. Deus CONTINUE abençoando a tua vida.
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NASA - NAZIS - JFK - O DOCUMENTO TORBITT

  1. 1. Conspiração/Aeroespaço/NASAEm 1970 um manuscrito fotocopiado, começou a circular entrepesquisadores de conspiração intitulado, “Nomenclature of anAssassination Cabal (Nomenclatura de Uma Cabala de Assassinato)”,por William Torbitt (um pseudônimo). O Documento Torbitt era umaexposição incriminatória de J. Edgar Hoover (diretor do FBI), LyndonJohnson (Vive-presidente dos EUA), John Connally (Governador doTexas) e Werner von Braun (diretor da NASA), dentre muitos outros,por seus papéis no assassinato do Presidente John F. Kennedy. Estaprimeira edição publicada do Documento Torbitt enfatiza o que omanuscrito fala sobre a ligação entre a Operação Paperclip (operaçãode retirada de cientistas nazistas depois da queda da Alemanha) decientistas nazistas trabalhando para a NASA, o Comando de SegurançaIndustrial da Defesa (Defense Industrial Security Command --- DISC),o assassinato de JFK, e a base aérea secreta de Nevada conhecidacomo área 51. O DOCUMENTO TORBITT FAZ REVELAÇÕES SOBRE: • Os papéis no assassinato desempenhados pela NASA e pela pouco conhecida força policial dos fabricantes de munição, o DISC: Comando de Segurança Industrial da Defesa (Defense Industrial Security Command), uma organização dirigida por Werner von Braun. • Como o assassinato foi realizado pela elite da Divisão 5 de J. Edgar Hoover. A Divisão 5 do FBI, investigou ambos os assassinatos de JFK e Martin Luther King, descobrindo somente evidência de assassinos insanos e solitários. • Como a gangue de Las Vegas e as entidades corporativas de fachada, Permindex e Centro Mondiale Commerciale estavam envolvidas. • A mesma “cabala de assassinato” planejou a frustrada tentativa de assassinato de Charles De Gaulle.
  2. 2. • Como Charles de Gaulle rastreou a tentativa de assassinato a generais franco-algerianos de direita, à Permindex na Suíça e ao quartel-general da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em Bruxelas. • Como Lyndon Johnson, John Connally, Clay Shaw e Werner von Braun estavam ligados ao complô de assassinato. • Como a “cabala de assassinato” planejou acusar grupos anti-Castro ou o próprio Castro, se a versão de assassino insano e solitário falhasse. • O Documento Torbitt pinta um negro quadro da NASA, do Complexo Militar-Industrial, e das conexões com o complexo da Área 51, que centraliza o quartel-general do “programa espacial secreto”.“O Presidente Kennedy foi morto por elementos do complexoindustrial de guerra, trabalhando em concerto com indivíduos doGoverno dos Estados Unidos. No tempo de seu assassinato, oPresidente Kennedy estava trabalhando para terminar com a GuerraFria. A verba anual da indústria da defesa estava bem acima de 20bilhões de dólares anuais, e houve forças naquela indústria e noGoverno dos Estados Unidos que se opunham ao fim da Guerra Fria”.--- Promotor Distrital de Nova Orleans, Jim Garrison, no DocumentoTorbitt._____________________________________________________________________________OBS.: 1) Os textos em azul são links para vídeos contendo depoimentos depessoas sérias sobre assuntos inseridos no contexto do tema acima.2) Para maiores detalhes sobre o tema acima veja no meu canal doSLIDESHARE copiando o link abaixoSEGUNDA GUERRA MUNDIAL – ASSASSINATO DE KENNEDY –TENTATIVA DE ASSASSINATO DE DE GAULLE – DINASTIA DA CASA DOOURO:http://www.slideshare.net/cjarosiere/assassinato-de-kennedyDISCURSO DE JFK – NAZISMO INTERNACIONAL – CONSPIRAÇÃOMUNDIAL – AKAKOR – ETC...http://www.slideshare.net/cjarosiere/discurso-de-jfk-9330894
  3. 3. NASA, NAZIS & JFK: O DOCUMENTO TORBITT &O ASSASSINATO DE KENNEDY
  4. 4. NASA, NAZIS & JFK: O DOCUMENTO TORBITT & O ASSASSINATO DE KENNEDYINTRODUÇÃO POR KENN THOMAS PREFÁCIO POR DAVID HATCHER CHILDRESSADVENTURES UNLIMITED PRESS
  5. 5. NASA, NAZIS E JFK:O Documento Torbitt & O Assassinato de Kennedy© 1996 Adventure Unlimited PressIntrodução © 1996 por Ken ThomasComentário © 1996 por David Hatcher ChildressISBN 0 – 932813 -39 - 9Nomenclatura de Uma Cabala de Assassinatoapareceu primeiramente em forma de manuscrito em 1970Impresso nos Estados Unidos da AméricaPublicado porAdventures Unlimited PressOne Adventure PlaceKempton, Illinois 60946 USAAdventures Unlimited autoriza o livre uso de qualquer material contido neste livro.Pedimos somente que cópia seja enviada para nós.
  6. 6. Acima: Área 51 vista de satélite, 1968. Abaixo: Indicação de saída para Mercury, Nevada, na estrada, fora da base aérea secreta Área 51. Os astronautas foram treinados em Mercury. ASSASSINO MATA KENNEDY LYNDON JOHNSON PRESTA JURAMENTO DE POSSE GOVERNADOR DO TEXAS FERIDO; MARXISTA ACUSADO PELO ASSASSINATO Presidente Leva Tiro na Cabeça; Esposa a Seu Lado Atirador Oportunista Dispara Três Vezes da Janela do Sexto Andar POR ROBERT YOUNG (Chicago Tribune Press Service) POR WAINE THOMIS (Chicago Tribune Press Service)Dallas, 22 de novembro --- O Presidente John F. Kennedy foiassassinado hoje. Dallas, 23 de novembro (Sábado) --- Lee Harvey Oswald, 24 anos, confesso Marxista e seguidor de Castro foi acusado, noEle foi morto por um atirador oportunista o qual emboscou o final da noite passada pelo assassinado do Presidenteautomóvel no qual o Chefe Executivo e a Sra. Kennedy se Kennedy.encontravam durante um desfile através das ruas de Dallas. ASra. Kennedy não foi ferida. O Chefe de Polícia Jessie Curry e o Capitão da Homicídios, Will Fritz, do Departamento de Polícia de Dallas, fizeram aO Governador do Texas, John B. Connally, desfilando com o acusação formal ante Peace Daniel Johnston, da Justiça.Presidente, foi ferido por duas balas disparadas depois do Oswald foi levado ao Grande Júri sem estardalhaço, e adisparo que matou o Presidente evidência contra ele será apresentada dentro dos próximos dois ou três dias. Juramento de Posse no Avião A ação foi tomada poucos minutos antes da meia-noite, eKennedy, 46 anos, morre a 1 hora da tarde, hora de Chicago, na menos de 12 horas depois do (assassinato)...emergência...
  7. 7. NOMENCLATURA DE UMA CABALA DEASSASSINATOPOR WILLIAM TORBITTOBSERVAÇÃOEste manuscrito é o resultado de pesquisas e investigações feitas pelo investigador eautor. Foi compilado com finalidade única de pesquisa, e as declarações e provas defatos contidos nele, são o resultado de investigações e pesquisas de agências tantoprivadas como públicas. A finalidade deste documento é colocar em perspectivadescobertas destas pesquisas e investigações, e é para ser usado somente em algumdia no futuro quando poderá ser legalmente publicado e circulado como documentohistórico. O nome do autor é um pseudônimo de um denunciador.CITAÇÕESA seguinte forma abreviada de citações é usada neste trabalho: Referências a depoimentos nos 26 volumes das audiências ante a Comissão Presidencial (Hearings Before the President’s Commission) sobre o assassinato do Presidente Kennedy são citadas como segue: C.H. (Commission Hearings) para audiências da comissão, o número dos volumes em algarismos romanos e o número das páginas em algarismos arábicos (Ex: C.H. XV, 315).CONTEÚDO PREFÁCIO INTRODUÇÃO NOTAS I. PERMINDEX E SUAS 5 SUBSIDIÁRIAS II. J. EDGAR HOOVER, FERENC NAGY, CLAY SHAW, LOUIS MORTIMER BLOOMFIELD E PERMINDEX.
  8. 8. III. ROY COHN, GENERAL JOHN MEDARIS, JOE BONANO, L. M. BLOOMFIELD, O SINDICATO E A MÁFIA. IV. A TENTATIVA DE ASSASSINATO DE De GAULLE. V. EM 1961, PUBLICAÇÕES DOS ESTADOS UNIDOS E EUROPA REVELARAM O SUPORTE DA AGÊNCIA DE INTELIGÊNCIA DA DEFESA (DEFENSE INTELLIGENCE AGENCY--- DIA) A GENERAIS FRANCESES REVOLTOSOS. VI. AGENTES DA PERMINDEX E DA DOUBLE-CHECK E SUAS ATIVIDADES.VII. ALBERT OSBORNE, MISSIONÁRIO DO CONSELHO AMERICANO DE IGREJAS CRISTÃS (AMERICAN COUNCIL OF CHRISTIAN CHURCHES ---- ACCC) E A CABALA.VIII. JEAN DE MENIL, OSWALD, GORDON NOVEL, SUAS ATIVIDADES E ASSOCIAÇÕES. IX. ATIVIDADES CRONOLÓGICAS DO PRIMEIRO-MINISTRO HÚNGARO FERENC NAGY E WERNER VON BRAUN. X. CLUBE TRYALL DE YALE, NA JAMAICA E A CORPORAÇÃO DE COMÉRCIO MUNDIAL (WORLD COMMERCE CORPORATION --- WCC) SUCESSORA DOS CARTÉIS DE MUNIÇÕES ALEMÃES. XI. CLAY SHAW, DIRETOR DA PERMINDEX, PLANEJA O ASSASSINATO.XII. WILLIAM SEYMOUR, AGENTE DO COMANDO DE SEGURAMÇA INDUSTRIAL DA DEFESA (DEFENSE INDUSTRIAL SECURITY COMMAND ---- DISC) PARTICIPA DO ASSASSINATO.XIII. CONCLUSÃO ACERCA DO AUTOR WILLIAM TORBITT (COMO APARECEU ORIGINALMENTE NO DOCUMENTO EM 1970) POSFÁCIO BIBLIOGRAFIA APÊNDICES.
  9. 9. PREFÁCIO NASA, NAZIS E JFKPor David Hatcher ChildressO Promotor Distrital de Nova Orleans, Jim Garrison, disse uma vez, “O PresidenteKennedy foi assassinado por elementos do complexo industrial de guerra trabalhandoem concerto com indivíduos do governo dos Estados Unidos. No tempo desteassassinato, o Presidente Kennedy estava trabalhando para acabar com a guerra fria.O orçamento anual da indústria da defesa estava bem acima de 20 bilhões de dólaresanuais, e houve forças naquela indústria e no governo dos Estados Unidos que seopunham ao término da guerra fria”.Em 1970, um manuscrito fotocopiado começou a circular entre pesquisadores deconspiração, intitulado “Nomenclature of na Assassination Cabal (Nomenclatura deuma Cabala de Asssassinato)” por William Torbitt (um pseudônimo). O DocumentoTorbitt era uma exposição incriminatória de J. Edgar Hoover, Lyndon Johnson, JohnConnally e Werner von Braun, dentre muitos outros, por seus papéis no assassinatodo Presidente John F. Kennedy. Esta primeira edição publicada do DocumentoTorbitt, afirma o que o manuscrito fala sobre a ligação entre a Operação Paperclip decientistas nazistas trabalhando para a NASA, o Comando de Segurança Industrial daDefesa (Defense Industrial Security Command --- DISC), o assassinato de JFK e abase aérea secreta de Nevada, conhecida como área 51.O Documento Torbitt relata como o assassinato foi realizado pela elite da Divisão 5do FBI de J. Edgar Hoover. A Divisão 5 do FBI investigou os assassinatos tanto deJFK, como de Martin Luther King, somente encontrando evidência de assassinosinsanos e solitários.O Documento Torbitt fala como a gangue de Las Vegas e as entidades corporativasde fachada Permindex e Centro Mondiale Commerciale estavam envolvidas, e comoo FBI cooperou com a máfia para cometer o crime e depois acobertá-lo.O Documento Torbitt liga a mesma “cabala de assassinato” à tentativa frustada deassassinato do Presidente francês Charles De Gaulle. Torbitt descreve como DeGaulle rastreou esta tentativa, através de generais algerianos de direita, até aPermindex na Suíça e ao quartel-general da OTAN em Bruxelas.Outras acusações incriminatórias no Documento Torbitt são sobre como LyndonJohnson, John Connally, Clay Shaw, Werner von Braun e a Inteligência britânica,estavam ligados ao complô de assassinato, e como a “cabala de assassinato” planejou
  10. 10. para acusar grupos anti-Castro ou o próprio Castro, caso a versão de assassino insanoe solitário falhasse.Ainda, o Documento Torbitt pinta um negro quadro sobre a NASA, o complexoindustrial militar e as conexões à Mercury, Nevada, e sobre o complexo da Área 51,que sedia e centraliza o “programa espacial secreto”.O papel do FBI e do complexo industrial militar no assassinato de JFK tem há muitosido subestimado, enquanto o papel desempenhado pela CIA neste assassinato podeter sido superestimado. Parece não haver dúvidas de que a CIA desempenhou papelimportante no encobrimento e no planejamento do assassinato.Considere isto: Como puderam os muitos assassinos, pedaços de evidências, e fortesinconsistências, terem sido escondidos do público por tão longo tempo sem a totalcooperação do time investigativo do FBI? Foi a Divisão 5 do FBI que não somenteinvestigou o assassinato de JFK (e de Robert F. Kennedy e de Martin Luther King)como também planejou estes assassinatos. Quando o FBI ou a CIA investiga suaspróprias atividades criminosas, parece surpresa que eles não encontrem evidências detais atividades? A despeito do fato de que quase todos os americanos estãoconscientes de que tanto o FBI como a CIA tem estado envolvidos com atividades“extra-legais”, o FBI e a CIA tem continuado a negar qualquer comportamentoerrado. É como a criança que segura uma lata de tinta spray atrás das costas, e insisteque “não fez aquilo” e não sabe quem o fez!Considere isto: O chefe da Divisão 5 do FBI no tempo do assassinato era WilliamSullivan. Sullivan foi um dos altos ajudantes de Hoover, e que pessoalmente lidoucom as investigações do FBI nos assassinatos de JFK, RFK e MLK. Ele nãoencontrou qualquer comportamento errado da parte de qualquer agênciagovernamental, e firmemente anunciou que cada um dos assassinatos foi praticadopor assassinos insanos e solitários. Sullivan esteve também profundamente envolvidona infame Operação Cointelpro, a qual Hoover usou para infiltrar e desarticular aesquerda política.Em 1975, Sullivan foi chamado ante um comitê Congressual sobre Oswald. Quandoquestionado sobre se tinha visto alguma coisa nos arquivos que indicassem algumarelação entre Oswald e a CIA, Sullivan respondeu, “Não... penso que possa haveralguma coisa neles, mas você me perguntou se eu tinha visto alguma coisa. Não melembro de ter visto nada daquele tipo, mas penso haver alguma coisa sobre oassunto... isto soa um alarme em minha cabeça”.Em 1977, o Comitê de Assassinatos estava para perguntar a William Sullivan para sermais específico quanto à fonte daquele alarme em sua cabeça, mas antes que pudessetestemunhar, foi baleado de morte em novembro de 1977, aparentemente vítima de“acidente de caça”. O homem que atirou em Sullivan disse, “pensei que fosse umanimal”.
  11. 11. Sullivan, como muitas testemunhas, nunca depôs ante o Comitê Congressual deAssassinatos. Se ele próprio não cometesse perjúrio, poderia ter dito algumas coisasmuito interessantes. O pouco que se pode tirar das atividades de Sullivan para aDivisão 5 do FBI, são evidências incriminatórias de que ele foi parte de um massivoencobrimento, no mínimo. Sullivan estava em Washington,DC no dia do assassinato.Por volta das 6 horas da tarde daquele dia, Sullivan estava encarregado de investigaraspectos de segurança interna e sobre o passado de Oswald.H. R. Haldeman, chefe de staff do Presidente Nixon, o qual caiu com o escândalo deWatergate, escreveu em seu livro “The Ends of Power” (O Fim do Poder)”sobre asfitas de Watergate: “Em todas aquelas referências de Nixon sobre a Baía dos Porcos,[Nixon] estava efetivamente referindo-se ao assassinato de Kennedy e a CIA... Defato, o chefe de contra-Inteligência da CIA, James Angleton, chamou Bill Sullivan doFBI, e recapitulou as perguntas e respostas que ele poderia dar aos investigadores daComissão Warren”.Outro agente do FBI, o residente de Dallas, James P. Hosty Jr., foi o agenteencarregado do caso Oswald no tempo do assassinato. De acordo com a ComissãoWarren, em 6 de novembro de 1963, Oswald escreveu uma nota para Hosty, a qualHosty depois rasgou em pedaços e os jogou no vaso sanitário dando a descarga, sobordens do chefe do escritório do FBI, J. Gordon Shanklin.No documentário britânico de televisão em 1988, “The Man Who Killed Kennedy (OHomem que Matou Kennedy)”, Hosty disse, “sinto que houve, baseado no que seiagora, um encobrimento benigno. [O governo] estava preocupado com respeito àsligações de Oswald com a União Soviética e com Castro. Eles estavam com medo deque, se o público descobrisse isso, poderia se tornar tão insensível, que poderiapossivelmente levar a uma guerra atômica”. Hosty também disse naqueledocumentário, que lhe foi dito por um agente de contra-Inteligência do FBI, nãomuito depois do assassinato, que ele deveria parar com todas as investigações do FBIsobre Oswald, e com toda a cooperação com o Departamento de Polícia de Dallas,sobre o passado de Oswald. Hosty disse, “eu tinha desde então certeza, que aquelasordens vieram diretamente do diretor-assistente William Sullivan, que estavaencarregado da contra-Inteligência estrangeira e com ligação direta ao Conselho deSegurança Nacional (Nacional Security Council --- NSC)”.Como “William Torbitt” nos relembra, vezes e vezes repetidamente, WilliamSullivan era também chefe da Divisão 5.Outra agente chave do FBI no acobertamento foi o agente sênior de Nova Orleans,Regis Kennedy. Foi Regis Kennedy quem forneceu a David Ferrie seu muitonecessário álibi de estar numa sala de julgamento com o chefe do crime CarlosMarcello, supostamente testemunhado pelo agente do FBI. Diz o autor britânicoAnthony Summers, em seu best seller “Conspiracy: Who Killed Presidente Kennedy?(Conspiração: Quem Matou o Presidente Kennedy?)”, “sua atitude para com o crime
  12. 12. organizado foi totalmente inconsistente com seu cargo. Quando David Ferrie precisoude um álibi, depois do assassinato, foi Regis Kennedy que o ligou com o próprioCarlos Marcello, e com o advogado de Marcello, para providenciar o inconsistenteálibi. Se Regis Kennedy viu Ferrie naquela tarde fatal, está correto dizer aquilo.Contudo, esta atitude de um funcionário do FBI para com a máfia, e para comMarcello em particular, parece indefensável. Contrariamente a todas as outrasautoridades, ele insistiu com o Comitê de Assassinatos que Marcello foi de fato ummero “vendedor de tomates e investidor em propriedades”. Regis Kennedy declarouque ele “não acreditava que Marcello fosse figura significativa do crime organizado,e apontou o período de 1963 como um dos anos inocentes de Marcello. Um relatóriodo conselheiro chefe do Comitê de Assassinatos descobriu que o limitado trabalho doFBI no caso Marcello podia ter sido atribuído a uma atitude perturbadora por parte doagente sênior que supervisionava o caso, Regis Kennedy. Este dirigiu muitos dosinquéritos de Nova Orleans depois do assassinato, e foi um dos designados àinvestigar a alegação original de que Marcello tinha feito ameaças contra a vida doPresidente.Regis Kennedy recusou depor ante o Grande Júri de Nova Orleans sobre oassassinato, alegando “privilégio executivo”. O “privilégio executivo” foi de LyndonBaines Johnson, que deu a Kennedy permissão para não depor.Regis Kennedy foi identificado por Beverly Oliver como um dos dois homens queretirou dela o filme super 8 que ela tinha feito do assassinato. Este importante filmepode ser mais importante que o filme de Zapruder. Este filme nunca mais foi vistonovamente, provavelmente tendo sido entregue a Willian Sullivan e à Divisão 5.Outros agentes do FBI estão curiosamente envolvidos no assassinato de JFK, e suaconsequência imediata incluiu Robert Maheu, antigo agente do FBI que se tornouprimeiro emissário da CIA, encarregado do recrutamento da máfia, para matarCastro, um homem que também é bem familiar aos leitores do “The Gemstone File(O Arquivo Gemstone)”. Maheu controlou o império inteiro de Howard Hughes,depois de Hughes ter sido “sequestrado” em 1958. A lista de elementos criminosos esuspeitos do FBI é longa e familiar, mas é o outro lado do Documento Torbitt que émais cuidadosamente escondido pelos conspiradores: o papel da NASA, do Disc e daPermindex na Suíça.Um dos mais curiosos episódios do “caso” JFK foi aquele do homem de negócioscanadense, Richard Giesbrecht, o qual escutou David Ferrie, discutindo seu papel noassassinato, com outro homem no aeroporto de Winnipeg, em 13 de fevereiro de1964. Giesbrecht escutou Ferrie falando várias vezes sobre um pacote vindo deNevada. Depois o outro homem mencionou Mercury como local onde vários contatosde um ou outro tipo tinham tido lugar. Mercury, Nevada, não é conhecido paramuitos americanos, mas deveria ser: é parte da NASA e é onde os astronautas foramtreinados para a missão Apollo na Lua.
  13. 13. Giesbrecht falou com o agente do FBI, Merryl Nelson, o qual ele havia contatado noconsulado dos Estados Unidos em Winnipeg. Giesbrecht disse que o agente do FBIdisse-lhe em primeiro lugar, “isto parece a ajuda que temos esperado” --- somentepara dizer a ele alguns meses depois que esquecesse a coisa toda. O agente do FBI,Nelson, é suposto de ter dito a Giesbrecht, “é muito grande. Não podemos protegê-lono Canadá”.Giesbrecht disse à imprensa canadense que pensava que o FBI estivesse ignorandosua evidência, e foi a Jim Garrison em Nova Orleans. Garrison confirmou que Ferrietinha estado em Winnipeg naquele dia. Garrison, contudo, pode não ter dado conta deque o grande mistério de Giesbrecht era aquele de Mercury, Nevada.Nos anos 90, o passado nos parece maior que a vida. A manipulação de todos osaspectos de nossas vidas torna-se mais e mais aparente, e as teorias de que Oswald foiimplantado e controlado como vítima de “controle mental” não é mais tão impossível.A indústria aeroespacial e de foguetes da Alemanha nazista tornou-se o programaespacial americano.Dê uma olhada no filme de James Bond “Diamonds Are Forever (Os Diamantes SãoEternos)”, exibido em 1972. Em uma cena, James Bond, enquanto destacado em LasVegas, penetra em uma instalação secreta no deserto de Nevada, em de Las Vegas.Esta instalação é Mercury. Uma vez dentro da instalação, Bond passa-se por umtrabalhador com avental de laboratório e caminha em direção a uma sala onde umengenheiro alemão é o encarregado. O homem é claramente tido como Werner vonBraun. Depois de testemunhar a farsa da missão Apollo à Lua, Bond rouba o jipelunar e escapa para o deserto. Será que o filme “Diamonds Are Forever” espelha arealidade sobre a NASA fazer parte de uma conspiração secreta?Enquanto Werner von Braun via seus próprios projetos de foguetes de estimaçãodando frutos, conhecia ele os projetos secretos de antigravidade, as quedas de discosvoadores e as pesquisas secretas de controle da mente e genética? Ele devia conhecer.Com conceitos como Alternativa 3, bases subterrâneas cheias de “aliens” criadosgeneticamente ou viagens à Lua e à Marte, o público informado de hoje não podeajudar senão especulando, o que é a NASA?Talvez, o maior segredo do assassinato de JFK seja o papel desempenhado por VonBraun, pelo Disc e pela NASA. Talvez, o programa espacial de Kennedy e ocomplexo industrial militar do programa espacial de Von Braun (comumenteconhecido como NASA) não se casem. Espaçonaves elétricas, espaçonavesmagnéticas, espaçonaves giroscópicas e outros meios alternativos de propulsão,simplesmente talvez não sejam uma alternativa aceitável às companhias de petróleo eseus departamentos de defesa associados.
  14. 14. David Ferrie. “Carlos Marcello deu instruções finais a David Ferrie por volta de 1 hora da tarde de 22 de Willian Sullivan, antigo diretor da Divisão 5 novembro de 1963, no prédio da Corte Federal de do FBI. Morreu antes de poder depor ante o Nova Orleans. Comitê de Assassinatos. Guy Bannister, agente do FBI em Nova Orleans.Douglas MacArthur passa em revista Corpo deCadetes em West Point, em maio de 1962, depois deseu discurso anunciando a possibilidade “de umataque por parte de povos de outros planetas”. ODocumento Torbitt menciona “Harold Isaacs”, umhomem ligado ao chefe da rede de Inteligência deMacArthur, Charles Willoughby. Giesbretch disseao FBI que Ferrie mencionou o nome “Isaacs”. Esquerda: Campo de Nordhausen pouco após sua libertação pelas tropas dos Estados Unidos em abril de 1945. Direita: Dorneberger entrou nos Estados Chefe de foguetes Walter Dorneberger durante a Unidos sob o Projeto Paperclip, e eventualmente guerra da Alemanha Nazista (Esquerda), visto aqui emergiu como executivo sênior da Divisão Textron com Werner von Braun em 1944. Dorneberger fez da Bell Aerosystems. A foto aqui é de 1954. a programação pela qual 20.000 internos do campo de concentração de Nordhausen trabalharam até a morte.
  15. 15. Visita VIP a Peenemünde em 26 de maio de 1943. A extrema esquerda está o Dr. Walter Thiel, chefe depropulsão de Von Braun, e ao lado dele o Conselheiro Plendel. O oficial atrás dele é o Coronel e oficialdo staff Claus Count Schenk von Stauffenberg, o qual dois anos depois praticaria a tentativa frustradacontra a vida de Hitler. Mais para a direita caminha o General de Infantaria Herbert Olbricht, umoficial não-identificado, e o Almirante Karl Dönitz com sobretudo naval. Atrás de Dönitz em vestes civisestá Paul Storch. O General Heinz Brandt é visto em frente da A-4, com as mãos nas costas. O CoronelWalter Dorneberger virou-se para falar com o oficial atrás dele enquanto Werner von Braun em ternopreto segue a sua esquerda. O oficial a extrema direita não foi identificado. SUÁSTICA Willi Mrazek, Friedrich Dhom, Emil Hellebrand, Walter Jacobi, Hermann Weidner, Helmut Zoike, Werner von Braun, Robert Paetz e Oscar Bauschinger. Observe a swástica no letreiro. Von Braun fez a completa mudança da máquina Industrial Militar Alemã para o Complexo Industrial Militar Americano.
  16. 16. Esquerda: Livro de Von Braun de 1948 sobre o Projeto Marte. Direita: Um foguete V-2 convertido por Von Braun, e seus cientistas de foguetes prontos para o lançamento no Campo de Provas White Sands (White Sands Proving Ground), no Novo México em abril de 1946.O Presidente Kennedy e sua comitiva desembarcam no Arsenal Redstone (Resdtone Arsenal) em 11 desetembro de 1962, para visitar o Centro Espacial Marshall (Marshall Space Center) e discutir métodos depropulsão para a viagem à Lua. Da esquerda para a direita: o Comandante do Comando de Intendênciade Mísseis do Exército (Army Ordnance Missile Command) Major-general Francis J. McMorrow, VonBraun, Lyndon Baines Johnson, o administrador da NASA James E. Webb, o Comandante do Comandode Material do Exército (Army Material Command) Tenente-general F. S. Besson, e o diretorrepresentante do Marshall Eberhard Rees. O Presidente Kennedy, Von Braun, o administrador da NASA James E. Webb, o Vice- presidente Lyndon Baines Johnson, o Secretário da Defesa Robert S. McNamara, o assistente especial de Kennedy para Ciência e Tecnologia, Dr. Jerome B. Wiesner, e o diretor de Pesquisa de Engenharia da Defesa, Dr. Harold Brawn, visitam o Centro de Vôo Espacial (Space Flight Center) George C. Marshall em 11 de setembro de 1962. Uma apaixonada discussão sobre os melhores métodos para viajar à Lua ocorreu logo após esta foto ser tirada. Von Braun insistia que o gigante foguete Saturno V era o único método pelo qual uma viagem para a Lua seria possível. Kennedy e Wiesner aparentemente argumentavam com Von Braun sobre outros métodos de viagem à Lua.
  17. 17. Von Braun em pé com seu automóvel Mercedes emFotografia da “piscada de olho”. O Congressista frente ao Edifício 4.488 no Arsenal RedstoneAlbert Thomas, responsável pelo financiamento (Redstone Arsenal), Alabama, em 1961. Lá, ada NASA, dá uma piscada de olho para Lyndon Agência de Mísseis Balísticos do Exército ( ArmyJohnson, depois da cerimônia de tomada de posse Balistic Missile Agency) e a nova NASA --- Centro deno Força Aérea Um (Air Force One --- avião Vôo Espacial (Space Flight Center) George C.Presidencial) em seguida ao assassinato de JFK. Marshall compartilhavam instalações enquanto aEsta foto foi feita a partir de um negativo-cópia futura instalação estava em construção a cerca deem poder da Biblioteca Lyndon Baines Johnson uma milha de distância. O Comando de Segurança(LBJ Library), em Austin, Texas. O negativo Industrial da Defesa (Defense Industrial Securityoriginal está faltando. Foto por Cecil Stoughton. Command --- DISC) era comandado por Von Braun deste edifício. JFK no Centro de Controle Mercury (Mercury Control Center) em Cabo Canaveral com o astronauta John Glen em 23 de fevereiro de 1962. Von Braun também estava presente. O misterioso nome “Mercury” apareceu inesperadamente no material sobre o assassinato de JFK, uma vez após a outra. Outra “Mercury”, aquela de Mercury, Nevada, é o centro de controle do “programa espacial secreto”. Fotografia da biografia alemã, Werner von Braun, por Johannes Weyer.
  18. 18. NOMENCLATURA DE UMACABALA DE ASSASSINATO Por William Torbitt 1970
  19. 19. INTRODUÇÃO “PISCADA DE OLHO FURTIVA, DISCOS VOADORES E O DOCUMENTO TORBITT”Albert Thomas pisca o olho para Lyndon Johnson em uma foto famosa, depois dojuramento de Johnson como Presidente, logo após o assassinato de JFK, mas, eletambém piscava para todos que se aproximavam deste incompreensível pedaço dedocumentação sobre o assassinato. David Lifton o inclui quase gratuitamente em seulivro Best Evidence (A melhor Evidência)1. O livro Pictures of the Pain (Quadros daDor)2, de Richard Trask, reproduz os negativos fotográficos da sequência dojuramento sem nenhuma preocupação de que a fotografia da “piscada de olho” é aúnica faltante. Quando a Steam Shovel Press apontou isto3, e contatou a bibliotecaLyndon Baines Johnson em Austin, para verificar o único negativo que faltava nasequência, Trask respondeu que isto poderia “ser facilmente interpretado como elefazendo contato com outra pessoa, como gesto de boa-sorte, um sinal de empatia, ouqualquer outra possibilidade não conspiratória. Eu suspeito, mas não posso provar,que alguém viu neste negativo, o que pensou poder ser interpretado por outros comoum gesto inapropriado, dada a mórbida natureza das circunstâncias envolvendo ojuramento, e, uma tentativa foi feita para sumir com o negativo.4A suspeita de Trask não é de não-conspiração, é claro, mas de conspiração menor.Ele oferece a Albert Thomas o benefício da dúvida, aquele de que o Congressista ousimpatizante tentou suprimir o registro histórico de uma indiscrição social, não umaconspiração ou evidência.Qualquer pesquisador pró-conspiração sobre o assassinado de JFK poderia fazer omesmo, sem contestar a certeza da conclusão dele ou dela. Certamente, as opiniõesdaqueles com interesse casual neste tópico, não se prendem na conexão de AlbertThomas. Enquanto muitas pessoas, sem dúvida, dão de ombros sobre o que a foto da“piscada de olho” sugere, muitas pessoas sabem que o assassinato de JFK envolveuuma conspiração. Tão recente como em maio de 1996, até o irritável Walter Cronkite,pago por 30 anos para manter o ponto de vista da CBS de não-conspiração,reconheceu em seu especial Cronkite Remembers (Lembranças de Cronkite) queOswald “pode ter tido um cúmplice”.5E assim é com o Documento Torbitt. A faixa de opiniões sobre este curioso pedaçode samizdat varia desde a conclusão do editor de Lobster, Robin Ramsey, de que é“típica esperteza de material da CIA para confundir todos”,6 até o ponto de vista deque representa um tipo de Pedra Rosetta, para entender o evento. Suas 157 páginas dedocumentação datilografada, rasurada, com notas marginais e boas, mas com fontehorrivelmente formatada, tem circulado desde sua criação em 1970 por WilliamTorbitt, pseudônimo de um advogado do sudoeste americano. As referências
  20. 20. desencontradas, sem valor, faltantes, e a estranha pontuação e uso das letras, faz comque o leitor pense como Torbitt se educou, não levando em conta a escola de direito.Como ele explica no posfácio, a finalidade do trabalho é defender “honestosconservadores de direita”, de serem apontados pelo crime do assassinato de Kennedy,por uma cabala fascista. Ele faz ligações a até então desconhecidas agências deespionagem governamentais, como o Comando de Segurança Industrial da Defesa(Defense Industrial Security Command --- DISC), e a Divisão 5 do FBI; ele sugereque o antigo Primeiro ministro da Hungria, era o infame “homem do guarda-chuva”visto no filme de Zapruder; ele introduz ao assassinato pessoas tradicionais, comoFred Crisman (escrito “Chrismon” por Torbitt) como um dos vadios do trem, atrás daelevação. O Documento Torbitt contém muito para induzir o leitor a desconsiderá-lopor tê-lo como lunático. Ainda assim, ele tem realmente, ar de autenticidade. Eleconecta partes indisputáveis da Comissão Warren e do caso de Jim Garrison. Poucosagora, desacreditam da existência do DISC e da Divisão 5 do FBI; Crisman e ohomem do guarda-chuva, são tópicos estudados seriamente dentre pesquisadores deJFK. Sempre, todo grande estudioso do assassinato cita o Documento Torbitt; algunsapóiam e expandem suas conclusões7; até estudos dos arquivos liberados, desde oestabelecimento da Junta Revisora de Material de Assassinatos (AssassinationsMaterial Review Board)8 do governo. Ele é claramente o documento essencial parapesquisa do assassinato de JFK.Assim como o fato da “piscada de olho”, os leitores são convidados a pegar ou largar.De uma maneira ou de outra, se dispensarem à literatura do assassinato, mais do queuma rápida olhada, eles o confirmarão. Cópias do manuscrito Torbitt originalexistiam até 1992, quando o editor do atual livro a recebeu de um pesquisadoranônimo em um simpósio em Chicago. Versões do Documento Torbitt revisadas, eaté com notas explicativas e indexadas, estavam disponíveis tanto antes quantodepois, por meio de “pedido”, mais notadamente aquela importante fonte de muitospesquisadores de conspiração, Prevailing Winds (Pedidos por catálogo: PO Box23511, Santa Bárbara, CA 93121). Esta é a primeira edição publicada do manuscrito,e com sorte, aumentará sua disponibilidade e encorajará os pesquisadores a ampliarainda mais a teia de conexões de Torbitt.Enrolando-se nesta teia, os leitores descobrirão que a fotografia da “piscada de olho”e o Documento Torbitt possuem outra coisa em comum: a NASA. Torbitt inclui entresuas tramas, o papel de Werner von Braun, administrador representante da NASAentre 1970 e 1972, na obtenção do contrato da Apollo pela North American Aviationem 1961. Von Braun foi um cientista de foguetes nazi resgatado pela OperaçãoPaperclip que, como um dos espólios da Segunda Guerra Mundial, tornou-se altoburocrata da NASA. Sob suas ordens e daquelas de seu colega Walter Dornberger,mencionado por Torbitt como funcionário dirigente da Bell Aerospace, escravizarame exploraram trabalhadores na base subterrânea de foguetes de Nordhausen naAlemanha nazista. Von Braun depois, afirmou que seu único interesse no programanazista de foguetes era seu potencial para viagens espaciais.9
  21. 21. Ele estava preocupado com este tópico. De acordo com os autores de livros sobreUFOs, Brad Steiger e Joan Whritenour, Von Braun disse aos jornais da Alemanhaocidental em 1958, que o mal-funcionamento que desviou do curso o foguete USJuno II, foi causado por uma desconhecida e provável intervenção extraterrestre. Noano seguinte, ele elaborou para o News Europa que “nós próprios nos defrontamoscom forças muito mais poderosas do que as que temos assumido até hoje, e cuja basede operações é, até o presente, desconhecida para nós. Mais, eu não posso falar agora.Estamos agora engajados em entrar em contato mais estreito com estas forças, e emseis ou nove meses mais, será possível falar com mais precisão sobre este assunto”10.A Sociedade Astronômica Von Braun (Von Braun Astronomical Society), fundadaem 1954 pelo alto estudioso Sam Pruitt, sob a direção de Von Braun, ainda mantémuma área de terra de 13,5 acres no topo da montanha Monte Sano, perto de ondeTorbitt identifica um escritório de campo do DISC (Comando de Segurança Industrialda Defesa) em Huntsville, Alabama.O interesse de Von Braun em espaço corre paralelamente ao de Albert Thomas emsua futura carreira. Eleito em 1936 para a Casa de Representantes dos Estados Unidos(US House of Representatives --- equivalente à nossa Câmara de Deputados --- N.T.)pelo 8º. Distrito do Texas (composta pelo condado Harris, onde a cidade de Houstonestá localizada), Thomas, desde 1941 tem servido ao poderoso Comitê deApropriações da Casa (House Appropriations Commmittee). Por anos ele se dedicouà prevenção de greves por parte de trabalhadores durante a guerra, e a aumentar osalário da Marinha, mas na maior parte ele foi um fiel e liberal do New Deal, cujoapoio eleitoral veio de trabalhadores organizados e de minorias. Nos dias de JFK, aposição de seu comitê de apropriações exercia uma enorme influência sobre como oorçamento federal era gasto. A despeito do fato de ter votado ao suporte daadministração Kennedy em aproximadamente 90% das listas de chamadas de votosde 1961à 1963, ele ajudou a direcionar o comitê no curso de ajuste do orçamento e aparar com as medidas burocráticas do Tesouro ao financiamento de programas debem estar social. Ele tinha, contudo, grande interesse em financiar o programaespacial que estava decolando.11Thomas foi chairman do Sub-comitê de Escritórios Independentes do Comitê deApropriações (Independent Offices Sub-committee of the AppropriationsCommittee), que controlava fundos para a Comissão de Energia Atômica (AtomicEnergy Commission --- AEC) assim como para a NASA. Seus esforços fundaram aagência espacial e levaram à sua decisão de setembro de 1961 de construir o MannedSpacecraft Center perto de Houston, tão distante do local de lançamento de CaboCanaveral, na Flórida. Como homem de controle financeiro da NASA, ele tornou-seo favorito de JFK. Os discursos do Presidente, do terceiro ao último, foramdepoimentos a favor de Thomas. Aqueles discursos finais e direcionados de Kennedyganharam o público alardeando o sucesso do desenvolvimento militar americano,citando o aumento do número de submarinos Polaris, enaltecendo os Aviões deCombate Tático Experimental (Tatic Fighter Experimental --- TFX), e repetida eparticularmente, focalizando suas ambições para a América no espaço. Depois de
  22. 22. confirmar Thomas como dirigindo de Houston a folha de pagamentos da NASA,Kennedy disse sobre Thomas, “Em 1990, a era do espaço estará entrando em suasegunda fase, e nossas esperanças nela são a preservação da paz, para assegurar queneste novo grande mar, como em terra, os Estados Unidos sejam os primeiros. E épor isto que eu saúdo Albert Thomas e aqueles texanos que vocês enviaram paraWashington neste momento, e desde então, os quais reconhecem as necessidades etendências de hoje, nos anos 60, de forma que quando alguns se encontrarem aqui nosanos 90, olharão para o que fizemos no passado e dirão que tomamos as decisõescorretas e sábias”.12Em Johnny, We Hardly Knew Ye (Johnny, Nós Dificilmente Conhecemos Você), livrodo tempo em que o Documento Torbitt começou a circular, Dave Powers e os co-autores Kenneth O`Donnel e Joe McCarthy, fizeram um sumário de suas perspectivasdo relacionamento por trás das cenas de Kennedy com Albert Thomas, no tempo doassassinato:“O Presidente Kennedy, também programou sua viagem ao Texas, de forma quepudesse estar presente na quinta-feira à noite em um jantar em homenagem aorepresentante Albert Thomas, em Houston, cidade natal do Congressista. O influenteThomas era um dos Congressistas favoritos do Presidente, e tinha feito importantesfavores fiscais para Kennedy em sua capacidade como chairmam do Sub-comitê queaprovou verbas suplementares. Thomas levantou o dinheiro para o lançamento doprograma espacial. O Presidente iniciou o custoso caminho para colocar astronautasna Lua, não somente por prestígio nacional, mas igualmente, porque pensava quegrandes despesas governamentais no projeto espacial, eram urgentemente necessáriaspara estimular a economia nacional. Ele sentiu-se profundamente em débito para comThomas por seu apoio ao programa, e não levantou nenhuma objeção quando aNASA instalou seu Manned Spacecraft Center em Houston, ao invés de qualqueroutro lugar do meio-oeste, ou perto de Boston, onde o Presidente poderia ter gostadode ter visto gasta a imensa folha de pagamentos”.“O Presidente sabia, é claro, que a NASA escolheu Houston por uma única razão ---Albert Thomas. Sempre foi um divertimento olhar o Presidente escutandoimpacientemente um visitante contestando o entedioso caminho por entre a vegetaçãodesértica, e logo, interrompendo com uma rápida pergunta que imediatamente trazia ocentro do assunto a uma súbita clareza. Quando James E. Webb, diretor da NASA,veio ao Presidente explicar a escolha do local do Manned Spacecraft Center, inicioucom uma comprida dissertação técnica sobre geografia nacional. Os olhos doPresidente se fixaram em uma proposta escrita que Webb havia colocado em suamesa, e quando na metade da página, ele viu a primeira menção à Houston, ele olhoupara Webb e disse, ´Como Albert Thomas está se sentindo nesses dias?`”.“Sua presença no jantar de Albert Thomas, foi especialmente importante para oPresidente, porque Thomas estava pensando em aposentar-se devido a problemas desaúde, e o Presidente insistiu para que ele permanecesse no Congresso por pelo
  23. 23. menos outro período. Não prestamos atenção a isto, naquele momento, mas depoisnos lembramos que o Presidente disse em seu discurso sobre Thomas, “Eu lhe pedipara permanecer enquanto eu permanecer --- eu não sabia quanto tempo poderiaser”.13(No mesmo livro, incidentalmente, leitores descobriram que JFK partilhava ofavoritismo por um filme com o psicólogo e cientista espacial Wilhelm Reich, BadDay at Black Rock (Dia Ruim no Black Rock) (No Estado de Nevada há um desertochamado Blackrock - ? --- N.T.), o filme de 1955 estrelado por Spencer Trace).O fato de Thomas também ter servido no Sub-comitê Congressual que fundou aComissão de Energia Atômica (AEC), fornece outra delicada trama na teia queemerge do Torbitt. O pesquisador Peter Whitney observa que os campos de prova daAEC estão localizados próximos a uma cidade em Nevada, chamada Mercury, cidadeesta aparentemente mencionada pelo piloto de Lee Harvey Oswald, David Ferrie, emum diálogo envolvendo o homem de negócios canadense Richard Giesbrecht noaeroporto de Winnipeg.14 Singularmente, os autores Bill Kaysing e Rand Reid,afirmaram em seu livro de 1976, We Never Went toTthe Moon (Nós Nunca Fomos àLua), que a NASA simulou as aterrissagens na Lua em uma base secreta em Mercury,Nevada.15 Se assim for, a base recriou uma reprodução não-secreta da paisagemlunar, construída para as missões Apollo em uma pastagem de gado fora do MannedSpacecraft Center que Albert Thomas assegurou ter sido construída em Houston16.Enveredando-se mais pela teia do Torbitt em direção ao presente, “JANET”,comutadora de vôos, (?) levando trabalhadores para a área 51, a misteriosa base aéreasecreta ao norte de Las Vegas, tão frequente nos atuais noticiários, toma uma rotacircundante “à noroeste de Las Vegas até próximo a Mercury.17 Os curiosos da Área51 relatam dificuldades no rastreamento de vôo por transmissão de rádio, além daestação de sinalização de Mercury. A Área 51, é claro, é hoje o centro de muitaespeculação sobre UFOs, e tem sido historicamente ligada ao desenvolvimento doavião espião U2. Personalidades ligadas ao assassinato de JFK, tais como GordonNovel --- mencionado no Torbitt, e o disputado “homem do guarda-chuva” comoFerenc Nagy, de acordo com alguns pesquisadores --- têm sido atraídos à base dodeserto. O Presidente Bill Clinton, aspirante ao legado de Camelot, declarourecentemente sua isenção sobre regulamentos ambientais, com o objetivo de protegerseus segredos contra processos por acidentes de trabalho. (Interessante também, que opróprio JFK ofereceu ajuda ao Twilight Zone de Rod Serling em 1963, sobre o filmeSeven Days in May (Sete Dias em Maio), o qual alerta sobre um golpe fascista nosEstados Unidos dirigido por uma base no deserto).18As conexões de Oswald com o U2 permanece infame, é claro, ainda que sua ligaçãocom a NASA seja menos conhecida. Seu serviço militar no estrangeiro começou emAtsugi, Japão, sobre a qual os U2 voaram. Ele vivia na União Soviética quando eladerrubou o avião de Gary Power --- alguns sugerem que Oswald forneceu aossoviéticos informações Top Secret (Confidenciais) sobre o avião --- e em Dallas eletrabalhou na Jaggar-Chiles-Stovall, que fez trabalhos fotográficos para o projeto do
  24. 24. U2. A palavra “microdots” apareceu sob o endereço e número telefônico da Jaggar-Chiles-Stovall, no livro de endereços de Oswald, outra clara indicação de que Oswaldpraticou trabalho de espionagem. Outra indicação: fotografias de bases militaresestrangeiras tiradas pela câmera espiã minox, encontrada dentre os pertences deOswald, refletiram similaridades com o trabalho de George De Mohrenschildt, cujorelacionamento com Oswald e com a comunidade Russa Branca é examinado noTorbitt. Oswald deixou o trabalho fotográfico para alguém na Reilly Coffee, queviveu dois meses e meio antes de levar um tiro. Oswald disse ao gerente de umagaragem na vizinhança da companhia Coffe que tinha “encontrado seu pote de ourono fim do arco-íris”, em um esperado novo emprego na NASA em Nova Orleans.Embora ele tenha, ao invés disso, ido trabalhar no Depósito de Livros Escolares,quatro amigos de trabalho da Reilly que especificamente conheciam e trabalharamcom Oswald, arrumaram empregos na NASA de Nova Orleans dentro de semanasapós sua partida. Outro trabalhador da Reilly que se mudou para a NASA, conheciaDavid Ferrie, e um amigo dele, Melvin Coffee, escrito “Coffey” no DocumentoTorbitt, eventualmente encontrou emprego em Cabo Kennedy. 19 (Lembre-setambém, que Michael Paine, cuja esposa alugou um quarto a Oswald, trabalhou paraa Bell Aerospace, onde Dorneberger serviu como funcionário).Paris Flammonde, sugere que uma das pessoas que se envolveu no diálogo comRichard Giesbrecht e David Ferrie no aeroporto de Winnipeg, era Louis MortimerBloomfield, banqueiro de Montreal com ligações com a OSS e possivelmente com aCIA, que se sentava na junta do Centro Mondiale Commerciale em Roma junto comClay Shaw.20 O Documento Torbitt detalha o relacionamento Bloomfield-Shaw.Flammonde documentou os vários interesses de Bloomfield no Le Crédit Suisse doCanadá (Crédit Suisse of Canadá), na Bebidas Heineken`s (Heineken`s Breweries),na Canscot Realty, no Israel Continental Company, etc, em notas para jornaisitalianos e canadenses. As ligações de Bloomfield com o Sindicato do Crime deMeyer Lansky e seu interesse no controle da Permindex Corporation, tem sidoassunto para mais estudos recentemente.21Mais intrigante, contudo, é ainda outro nome envolvido por Giesbrecht, “Isaacs”. ODocumento Torbitt descreve um Harold R. Isaacs como ex-diretor da Newsweek, quefoi o assunto de um documento suprimido da Comissão Warren. Por volta de 1976,Bernard Fensterwald relatou que o documento suprimido, um relatório do FBI datadode 22 de maio de 1964, continha informação sobre Marilyn Dorothea Murret, umaprima de Lee Harvey Oswald. O FBI afirmou que “Murret estava ligada de algumamaneira com os... aparatos do professor Harold Isaacs”. De acordo com Fensterwald,Oswald e sua família mudaram-se para os Estados Unidos quando ele retornou daUnião Soviética, e ela morava no Japão ao mesmo tempo em que Oswald estavatrabalhando para o programa U2 em Atsugi. Isaacs era um especialista sobre Ásia oqual começou a trabalhar para o Centro para Estudos Internacionais (Center forInternational Studies) no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MassachusettsInstitute os Technology --- MIT) em 1953.22 Em meados dos anos 70, umpesquisador descobriu nos Arquivos Nacionais outro arquivo rotulado com o nome de
  25. 25. Marilyn Murret, que continha somente informações sobre o passado de Isaacs. Revelaque Isaacs trabalhou como jornalista em Shanghai, nos anos 30, e tinha uma ligaçãoindireta com a rede de espionagem de Richard Sorge, o tópico de um livro escrito porCharles Willoughby23, o chefe de Inteligência que Douglas MacArthur usava sereferir como seu “pequeno fascista”. Tão cedo quanto em 1948, Isaacs podia serencontrado levantando dinheiro para a Associação de Amizade Americano-Vietnã(Vietnã-American Friendship Society) como “um meio de desenvolver o melhor tipode influência americana sentida lá”.24 O homem de negócios canadense Giesbrecht,também envolveu referências à um hotel de Kansas City, depois descoberto ser pontode encontro para membros do grupo direitista Minutemen25, um grupo cujo braço daCalifórnia era dirigido por outro associado de Willoughby, um homem chamadoWilliam Gale.26Duas tramas finais nesta teia relativa ao Torbitt: Douglas MacArthur fez referência auma ameaça interplanetária, em comentários referentes ao tempo em que Werner vonBraun fez suas declarações à imprensa. O primeiro veio em outubro de 1955 quandoo Prefeito de Nápoles, Achille Lauro, relatou que o General lhe disse “ele acreditaque por causa do desenvolvimento da ciência, todos os países da Terra terão que seunir para sobreviver e criar uma frente comum contra ataques de pessoas de outrosplanetas”27. Por volta de maio de 1962, MacArthur estava incluindo as menções,adicionadas a outros comentários, no expert “Cosmic Power”, o que sugere que eletambém lia Wilhelm Reich, em um discurso público que ele fez para West Point.28(Reich tinha reconhecido o prévio discurso de MacArthur em outro notável textosuprimido, Contact With Space (Contato com o Espaço). Segundo, no tempo em queGiesbrecht fez sua tentativa de transmitir à Jim Garrison o que ele tinha conversadono aeroporto de Winnipeg, um grande UFO sobrevoou fazendo manobras sobre aárea.29Poderia tudo isto estar por trás da misteriosa “piscada de olho” que Albert Thomasdeu para Lyndon Baines Johnson? Os pedaços da verdadeira história sobre oassassinato de JFK podem estar tão espalhados quanto seu cérebro ficou naquele dia.Contudo, o Documento Torbitt ajuda a torná-los discerníveis, e depois de lido serádifícil esquecê-lo. A teia pode ser sinuosa, complexa e talvez nenhuma ligação causalentre qualquer uma destas associações de registro histórico possa ser feita, mas umestudo deste manuscrito certamente fará com que o leitor tenha melhor compreensãonão somente sobre os eventos de 22 de novembro de 1963, além do estúpido show damídia que possa no máximo apontar para a possibilidade de um cúmplice de Oswald.Ele reflete uma dialética de espiões, fascismo internacional, conspiração corporativamultinacional, malversação bancária, crimes da máfia e acobertamento da eraespacial que ainda existe.Ken Thomas31 de maio de 1996Dia da morte de Timothy Leary
  26. 26. NOTAS1. Lifton, David S., Best Evidence (A Melhor Evidência), New York: Carroll & Graf, Inc., 1980.2. Trask, Richard, Pictures of the Pain (Quadros da Dor), Danvers, Massachusetts, 1994.3. “Book Reviews (Críticas de Livro)”, Steamshovel Press # 12, 1995, p. 48.4. “Caries, Cabals and Correspondence (Decadência, Cabalas e Correspondência)”, Steamshovel Press # 14, Outono 1995, p. 35. (Steamshovel Press está disponível por $5,50 por edição e $22,50 pela assinatura de quatro edições. POB 23715, St. Louis, MO 63121. Uma antologia de edições anteriores, Popular Alienation [Alienação Popular], está disponível por $21,95.).5. Cronkite Remenbers (Lembranças de Cronkite), CBS, 26 de maio de 1996.6. Personal Correspondence (Correspondência Pessoal), 16 de maio de 1996. Lobster é o mais interessante devotado à conspiração política na Inglaterra. $6 de 214 Westbourne Avenue, Hull HU5 3JB, UK.7. Di Eugenio, James, Destiny Betrayed (Destino Traído), New York: Sheridan Square Press, 1992.8. Scott, Peter Dale, Deep Politics II (Alta Política II): The New Revelations In US Government Files 1994 – 1995 (As Novas Revelações nos Arquivos do Governo dos Estados Unidos 1994 – 1995), Skokie, Illinois: Green Archive Publications, 1995.9. Simpson, Christopher, Blowback, New York: Collier Boobks (Macmillan Publishing Company), 1988, pp. 30 – 38.10. Steiger, Brad and Whritenour, Joan, Flying Saucers Are Hostile (Discos Voadores São Hostis), New York: Universal Publishing and Distributing Corporation (Tandem), 1967, p. 68.11. Political Profiles: The Kennedy Years (Perfis Políticos: Os Anos Kennedy), New York: Facts on File, 1976; Rothe, Anna, ed., Current Biography 1950 (Biografia Atual 1950), New York: The H. W. Wilson Company, 1950.12. “Remarks at the Coliseum in Houston at a Dinner Honoring Representative Albert Thomas (Comentários no Coliseu em Houston no Jantar em Honra ao Representante Albert Thomas), 21 de novembro de 1963” Public Papers of the
  27. 27. Presidents of the United States 1963 (Papéis Públicos dos Presidentes dos Estados Unidos 1963), Washington: United States Government Printing Office, 1964, pp. 884 – 886.13. O`Donnell, Kenneth P., and Powers, David F., Johnny, We Hardly Knew Ye (Johnny, Nós Dificilmente Conhecemos Voce), Boston: Little Brown and Company, 1972, pp. 11 – 14.14. Whitmey, Peter, “The Man Who Heard Too Much (O Homem Que Escutou Demais)”, Third Decade, Novembro de 1990, pp. 12 – 31.15. Kaysing, Bill, and Reid, Randy, We Never Went To the Moon (Nós Nunca Fomos à Lua), Fountain Valley, CA: Eden Press, 1976. Também: Brandon, Jim, Weird America (Fantástica América), New York: E. P. Dutton, 1978, p. 133.16. “And Now ... Over To Houston (E Agora ... Para Houston)”, Newsweek, 14 de junho de 1965, pp. 34 – 35.17. Campbell, Gleen, Area 51 Viewers Guide (Area 51 Guia de Observadores), Rachel, NV: Gleen Campbell, 1994, p. 69.18. Kimsey, John, “A Spy the House of History: Literary Transactions with the Kennedy Assassination (Um Espião Cortesia da História: Discussões Literárias Sobre o Assassinato de Kennedy)”, Steamshovel Press Occasional Paper # 1, 1995.19. Melanson, Philip H., Spy Saga: Lee Harvey Oswald and US Intelligence (Saga Espiã: Lee Harvey Oswald e a Inteligência dos Estados Unidos), New York: Praeger Publishers, 1990, pp. 82 – 87.20. Flammonde, Paris, The Kennedy Conspiracy: An Uncommmissioned Report on the Jim Garrison Investigation (A Conspiração Kennedy: Um Relatório Não- Commissionado Sobre a Investigação de Jim Garrison), New York: Meredith Press, 1969, p. 31.21. Piper, Michael Collins, Final Judgemente: The Missing Link in the JFK Assassination Conspiracy (Julgamento Final: A Ligação Perdida na Conspiração de Asssassinato de JFK), Washington, DC: The Wolfe Press, 1995.22. Fensterwald, Jr., Bernard, Coincidence or Conspiracy? (Coincidência ou Conspiração?), New York: Kensington Publishing Corporation (Zebra Books), 1976, pp. 217 – 218.23. Willoughby, Charles A., Shanghai Conspiracy: The Sorge Spy Ring (Conspiração Shanghai: A Rede de Espionagem de Sorge), New York: E. P. Dutton & Company, Inc., 1952.
  28. 28. 24. “Help For Vietnã (Ajuda ao Vietnã)”, Letters To The Editor (Cartas ao Editor), The Nation, 10 de julho de 1948.25. Ruddy, Jon, “Did This Man Happen Upon John Kennedy`s Assassins? (Este Homem Fez Parte dos Assassinos de Kennedy?)”, Maclean`s Reports, Novembro de 1967, pp. 2 – 3. Também: “Probe of Kennedy Death Here (Investigação da Morte de Kennedy Aqui)”, Winnipeg Free Press, 2 de maio de 1964; “Conspiracy Probers May Hear Winnipegger (Investigadores da Morte de Kennedy Podem Ouvir Morador de Winnipeg)”, Winnipeg Free Press, 17 de março de 1967; “Garrison Claims Oswald Was Decoy (Garrison Afirma Que Oswald Era Isca)”, Winnipeg Free Press, 1 de julho de 1967.26. Russell, Dick, The Man Who Knew Too Much (O Homem Que Sabia Demais), New York: Carroll & Graf, 1992, p. 194.27. “M`Arthur Greets Mayor of Napoles (M`Arthur Saúda o Prefeito de Nápoles)”, New York Times, 8 de outubro de 1955.28. “West Point Rites Honor M`Arthur (Cerimônia de West Point Homenageia M`Arthur) ”, New York Times, 13 de maio de 1962. Também: “Duty, Honor, Country, Address at the US Academy, West Point, on the presentation of the Thayer Award by the Association of Graduates to General MacArthur (Obrigação Moral, Honra, País, Discurso Para a Academia dos Estados Unidos, West Point, na Entrega do Prêmio Thayer Pela Associação dos Graduados ao General MacArthur) 12 de maio de 1962”, A Soldier Speaks, Public Papers and Speeches of General of the Army Douglas MacArthur (Discurso de Um Soldado, Papéis Públicos e Discursos do General de Exército Douglas MacArthur), New York: Frederick A. Praeger, Inc., 1965 pp. 352 – 358.29. “Two See ´High` UFOs Over City For Two Hours (Dois UFOs Vistos ´a Grande Altura` Sobre a Cidade Por Duas Horas)”, Winnipeg Free Press, 1 de julho de 1967; “UFOs: At Least Cause For Concern (UFOs: Ao Menos Causa Para Preocupação)”, Winnipeg Free Press, 3 de julho de 1967; “Eyes In Space Suspected (Suspeita de Olhos no Espaço)”, Winnipeg Free Press, 6 de julho de 1967; “Government Bid To Attract UFOs To Landing Site Scores Zero (Ordem do Governo Para Atrair UFOs Para Aterrissagem em Local Determinado)”, Winnipeg Free Press, 20 de julho de 1967; “Schreyer Dogs Government on UFOs (Schreyer Atiça Governo Sobre UFO)”, Winnipeg Free Press, 8 de novembro de 1967; “Dept. Has Prints, Slides on UFO (Departamento Tem Diagramas e Slides Sobre UFOs)”, Winnipeg Free Press, 9 de novembro de 1967; “US Expert To Check UFO Sighting (Expert dos Estados Unidos Para Checar Avistamento de UFO)”, Winnipeg Free Press, 25 de novembro de 1967.
  29. 29. NOMENCLATURA DE UMACABALA DE ASSASSINATO
  30. 30. CAPÍTULO I PERMINDEX E SUAS 5 SUBSIDIÁRIASQuando Jim Garrison, Procurador Distrital de Nova Orleans, iniciou a investigaçãosobre o assassinato do Presidente Kennedy, ele assumiu a posição de que a despeitode quem estava por trás do assassinato, o povo americano deveria conhecer averdade, deveria conhecer os fatos, e que, o direito do povo americano de conhecê-los, superava qualquer dano que poderia advir à imagem dos Estados Unidos, pelarevelação do envolvimento de respeitáveis líderes governamentais no crime.O Chefe de Justiça Warren e outros membros da comissão, encarregada dainvestigação sobre o assassinato, tomaram outra posição: revelar o esquema doassassinato poderia causar muitos danos à imagem dos Estados Unidos aos olhos domundo, e conseqüentemente, seria do melhor interesse da nação, que suasdescobertas fossem aquelas noticiadas por eles.Bastante evidências tem agora sido descobertas pela Comissão Warren, por outrasagências investigativas aqui e na Europa, e por Jim Garrison, que revelamconhecimento quase total de como o assassinato foi realizado, e por quem.O assassinato do Presidente Kennedy, foi planejado e supervisionado pela Divisão 5do Escritório Federal de Investigação (Federal Bureau of Investigation --- FBI), umdepartamento relativamente pequeno dentro do FBI, cujas tarefas usuais sãoatividades de espiongem e contra-espionagem.De fato, a Divisão 5 atuou dualmente com a Agência de Inteligência da Defesa(Defense Intelligence Agency --- DIA) a qual estava atuando em nome da Junta dosChefes de Staff (Joint Chiefs of Staff) do Pentágono. Diretamente sob a liderança desuas duas pontas, a Divisão 5 e a DIA, estava o grupo de controle (Control Group),sua mais secreta agência policial, o Comando de Segurança Industrial da Defesa(Defense Industrial Security Command --- DISC).O Comando de Segurança Industrial da Defesa (DISC) tem sido sempre mantido sobsegredo, pois, além de atuar em nome dessas duas organizações oficiais de controle,atua em nome da NASA, da Comissão de Energia Atômica (Atomic EnergyCommission --- AEC), da Agência de Informações dos Estados Unidos (U SInformation Agency --- USIA), e também com armamentos, equipamentos, projéteise mísseis militares, munições e corporações fabricantes e fornecedoras relativas àeste fim, contratadas pela NASA, AEC, USIA e Pentágono.Pode-se prontamente observar que o DISC não é compatível com uma democraciaaberta, e com a Constituição dos Estados Unidos. Conseqüentemente, o mais alto
  31. 31. segredo (Top Secret) sobre a agência policial dos fabricantes de armas, tem sidomantido fora do conhecimento até mesmo da maioria dos oficiais dos EstadosUnidos, assim como do Congresso.O DISC teve seu início quando J. Edgar Hoover, nos idos dos anos 30, organizou aForça Policial do nascente Tennessee Valey Authotity (TVA), a pedido de DavidLillienthal. A Força Policial cobriu todo o TVA desde Knoxville (Tennessee) até oKentucky e de volta através do leste do Tennessee até o sul do Kentucky. Esta foiuma das primeiras agências federais com uma Força Policial separada. Esta forçacresceu e Lillienthal a expandiu para cobrir a Comissão de Energia Atômica, ligando-a assim, ao Serviço de Inteligência do Exército (Arm Intelligence Service).Louis Mortimer Bloomfield, advogado de Montreal (Canadá), com reputação dedesvio sexual (Homossexual) e supervisor direto de todos os agentes contratados daDivisão 5 de J. Edgar Hoover, foi o coordenador supremo desta rede, planejando suaexecução. Uma corporação Suíça, PERMINDEX, foi usada para dirigir 5organizações de frente, responsáveis por fornecimento de pessoal e supervisores pararealizar tarefas específicas.Os 5 grupos sob a PERMINDEX e seus supervisores foram:1. Os russos czaristas, uma organização chamada Solidarista, composta por exiladosdo leste Europeu e do meio-leste, chefiada por Ferenc Nagy, ex-Primeiro-ministrohúngaro, e John de Menil, exilado russo, de Houston (Texas), íntimo amigo e suportede Lyndon Johnson por mais de 30 anos.2. Uma seção do Conselho Americano de Igrejas Cristãs (American Council ofChristian Churches --- ACCC) chefiada por H. L. Hunt de Dallas (Texas).3. Um grupo de exilados cubanos chamado Comitê Cuba Livre (Free CubaCommittee) chefiado por Carlos Prio Socarras, Ex-presidente cubano.4. Uma organização dos Estados Unidos, Caribe e Havana (Cuba) chamada OSindicato, chefiada por Clifford Jones, ex-representante do governo de Nevada eDemocrata Nacional, e Bobby Baker de Washington, DC. Este grupo operou juntocom a família da máfia, chefiada por Joe Bonano.5. A Divisão de Segurança (Security Division) da Administração Nacional deAeronáutica e Espaço (National Aeronautics and Space Administration --- NASA)chefiada por Werner von Braun, chefe do programa de foguetes nazista alemão de1932 a 1945. O quartel-general para este grupo era o DISC, no Arsenal MuscleShoals Redstone (Muscle Shoals Redstone Arsenal) em Alabama e na Rua EastBroad em Columbus (Ohio).O DISC é a agência policial e de espionagem para os fabricantes de munições dosEstados Unidos. O DISC foi organizado por J. Edgar Hoover; William Sullivan, seu
  32. 32. chefe assistente, está no comando direto. Examinaremos depois o envolvimento deum grande número de agentes do DISC incluindo Clay Shaw, Guy Bannister, DavidFerrie, Lee Harvey Oswald, Jack Ruby e outros ligados com a PERMINDEX deLouis Mortimer Bloomfield de Montreal (Canadá).Como deve ser, todos os fatos acima estão estabelecidos e documentados porevidências decisivas e irresistíveis, acima de qualquer dúvida razoável, nas páginasseguintes.Gordon Novel obteve ajuda do escritório de Columbus em 1967, quando JimGarrison estava tentando trazê-lo de volta de Ohio para Louisiana. O pessoal daAgência de Inteligência da Defesa (DIA) estava subordinado ao DISC.O diretor do Escritório Federal de Investigação (FBI) estava encarregado da Divisãode Segurança da NASA e do DISC, em sua posição como chefe das atividades decontra-espionagem nos Estados Unidos. Seus agentes investigavam todos osempregados da agência espacial, assim como todos os empregados dos contratadosque prestavam serviços para a NASA, e também empregados futuros de todos osfabricantes de armas e munições.A DIA é chefiada pelo Tenente-general Joseph F. Carroll, diretor assistente do FBI.Carroll trabalhou junto com Sullivan, Hoover e L. M. Bloomfield, dirigindoatividades policiais da agência (o DISC) para os fabricantes de munições. WalterSheridan, cujas atividades serão descritas depois, era a ligação direta entre Carroll eRoberty F. Kennedy durante o período pertinente.O endereço do DISC é Rua East Broad 3990, Columbus, Ohio. O escritório de campodo Comando estava localizado no antigo Arsenal Redstone (Old Redstone Arsenal)em Huntsville e Muscle Shoals, Alabama.Von Braun tinha sido mais condecorado que qualquer outro nazista durante aSegunda Guerra Mundial. Hoover trabalhou diretamente com Von Braun, emconexão com a segurança da NASA, desde sua chegada nos Estados Unidos, emdezembro de 1945.Lyndon Johnson, como Vice-presidente, foi Chairman da NASA, e com Von Braun,Bobby Baker e Fred Black trabalhou diligentemente para obter o contrato da Apollode nove bilhões de dólares, para a North American Aviation em 1961. A NASApremiou a North American Aviation com este contrato, a despeito do fato de que eleia contra a recomendação de sua própria junta de estudos. (Appointement on theMoon [Compromisso na Lua] Richard Lewis, Viking Press, 1969, p. 377 e seg;Registros da Promotoria Distrital de Nova Orleans)Cada pessoa de segurança da NASA, a qual era encarregada de tarefas em conexãocom o assassinato, era empregada ou contratada para a Divisão 5 do FBI, e muitas
  33. 33. estavam conectadas com os outros 4 grupos. É preciso ter bem claro na mente queeste, foi um grupo relativamente pequeno dentro de todas estas agências. Não eraoficial, e não foi uma operação americana, mas simplesmente ação independentetomada por estes homens, alguns dos quais estavam em posições oficiais.J. Edgar Hoover foi nomeado primeiro diretor do FBI em 1924, e ele imediatamenteorganizou a Divisão 5 anti-comunista, para trabalho de espionagem e contra-espionagem, que o Presidente Roosevelt tornou oficial em 1936. De fato, a Divisão 5já existia como Divisão de Inteligência Geral (General Intelligence Division --- GID)do Departamento de Justiça desde 1919. Hoover, Procurador-Geral Assistente e chefedo GID, usou os russos czaristas no rastreamento de bolchevistas durante o TerrorVermelho e os ataques daquele período. (The FBI Nobody Knows [ O FBI NinguémConhece], Fred J. Cook)1924 foi o ano em que os comunistas finalmente assumiram completo controle daRússia, depois de 5 anos de resistência dos czaristas imperiais. De 1918 a 23, oslíderes dos czaristas estavam deixando a Rússia, com vastas fortunas da ordem dedezenas de centenas. Um daqueles que escapou da Rússia foi John de Menil, agoraem Houston (Texas), o qual voou para a França, casou-se na família Schlumberger,mudou-se para Caracas (Venezuela) e depois para Houston (Texas), antes da SegundaGuerra Mundial. Ele é atualmente chairman da junta de diretores da SchlumbergerCorporation, empresa mundial de serviços de perfuração de petróleo.Os precursores dos Solidaristas tem sido descritos por James Wechsler do New YorkPost, e outros escritores, antes e durante a Segunda Guerra Mundial, como fascistasucranianos. Os Solidaristas expandiram esse grupo para incluir todos os exilados doleste europeu, incluindo aqueles de várias denominações religiosas.Por certo, estes exilados russos em todos os países do mundo eram violentamenteanticomunistas e consideravam-se eles mesmos, o governo no exílio, com quartel-general em Munique, Alemanha. (CH IX, 266; Encyclopedia of Organizations[Enciclopédia de Organizações], Tolstoy Foundation [Fundação Tolstoy], Gale)Pode-se apenas, por uma olhada superficial na história dos russos czaristas, entenderque estas pessoas são das mais qualificadas manipuladoras de assassinatos que omundo conheceu.George de Mohrenschildt, emigrado russo que recusou juntar-se aos Solidaristas, queera familiar aos trabalhos dos grupos de espionagem, e que tinha trabalhado com elesno passado, depôs que J. Edgar Hoover, usando a Divisão 5 do FBI, foi o planejadordo assassinato do Presidente Kennedy. Pelo depoimento de De Mohrenschildt ante aComissão, e por sua documentação, a conexão entre a seção de espionagem do FBI eo assassinato foi estabelecida. (CH IX, 47 e seg, Depoimentos de exilados russos antea Comissão)
  34. 34. Os arquivos públicos do Departamento Italiano e Suíço de Registros Corporativos(Corporate Records Department of Italy and Switzerland), o “Who’s Who in theSouth and Southwest” de 1963 e 1964, o establishment da espionagem por Wise eRoss “The Invisible Government (O Governo Invisível)”, os arquivos de assassinatosde Buddy Floyd em Alice (Texas), os 26 volumes da Comissão Warren, os arquivosParish do Grande Júri de Nova Orleans (Louisiana), todos promovemsubstancialmente, suportam e corroboram o testemunho de De Mohrenschildt comrespeito ao envolvimento da Divisão 5 do FBI.Muito examinador do caso tem concluído que George De Mohrenschildt foi parte daconspiração, por causa de sua estreita associação com Oswald durante o outono de1962, inverno e início da primavera em 1963, mas, uma leitura atenta dosdepoimentos de exilados russos ante a Comissão Warren, mostra que DeMohrenschildt estava sendo usado pelos Solidaristas, da mesma forma que Oswaldtambém estava sendo usado, e era para estar ligado a Oswald em conexão com oassassinato. Contudo, De Mohrenschildt, alto e polido geólogo profissional, salvou-sese mudando para o Haiti em abril de 1963, por motivo de um contrato com o governodo Haiti, onde ele ainda residia no dia do assassinato do Presidente Kennedy.De Mohrenschildt, em retrospectiva, sabia que a Divisão 5 do FBI e os Solidaristastentavam usá-lo como bode expiatório juntamente com Oswald, e ele não hesitou emdenunciar o pequeno grupo dentro do FBI como os instigadores do assassinato doPresidente Kennedy. (Registros da Promotoria Distrital de Nova Orleans)Com respeito aos Solidaristas, Jack Ruby era um emigrante de segunda geração daárea russa branca da Polônia, e seu irmão, Hyman Rubenstein, nasceu lá. Ralph Paul,parceiro de Ruby no Carousel Club em Dallas, era um emigrante russo tendo nascidoem Kiev (Rússia). (CH XXI, Evidência Ralph Paul e Hyman Rubinstein)Enquanto no confinamento, Jack Ruby disse em cartas, depois autenticadas porHamilton Autographs, da Cidade de Nova York, que os Pogroms contra os judeusneste país era um perigo potencial real. Ele repetiu muitas e muitas vezes as palavras“Pogroms contra os judeus” nessas cartas, e em uma quantidade de audiências deHábeas Corpus na Corte Federal Distrital de Dallas, e ao mesmo tempo, ele depôsque Lyndon Johnson era o chefe da organização que realizara os planos doassassinato. O depoimento de Ruby é aceitável em qualquer corte, como testemunhacúmplice, necessitando somente corroboração, pelo fato de denunciar LyndonJohnson como um dos cúmplices. Isto tem sido feito.O constante uso por Ruby das palavras “Pogroms contra os judeus” revela sua íntimaafiliação com, e sua profunda fixação de consciência sobre a origem russa czarista desua família. Todos, ao menos superficialmente familiares com a história russa, sabemque as palavras “Pogroms contra os judeus” são exclusivamente representativas doscossacos russos czaristas que pilhavam e matavam judeus em suas vilas e
  35. 35. vizinhanças, na Rússia, durante os séculos dos czares. Mas, retornemos a conexão J.Edgar Hoover com os russos czaristas no exílio.Com o vasto número de agentes Solidaristas dentro da Rússia, e os objetivos comunsanticomunistas de J. Edgar Hoover, estes dois grupos imediatamente juntaram-se, etem continuamente trabalhado quase como um único grupo, desde aquele tempo. Em1960, quando foi determinado que Castro era comunista, ele também foi consideradocomo força ocupante, e os exilados cubanos com causa comum, passaram a trabalharquase naturalmente com as organizações Solidarista e Divisão 5.Outra organização participante da Divisão 5, era um grupo religioso chamadoConselho Americano de Igrejas Cristãs (American Council of Christian Churches ---ACCC). O representante na costa oeste da ACCC, E. E. Bradley foi indiciado peloGrande Júri de Nova Orleans por cumplicidade no assassinato. A ACCC deslanchouuma campanha em 1964, a pedido de J. Edgar Hoover, para elegê-lo Presidente dosEstados Unidos. (Registros da Campanha de 1964, Registros do Conselho Americanode Igrejas, New York City) Em 1941, J. Edgar Hoover tinha seu bom amigo e agente, Carl McIntyre, queorganizou uma unidade de espionagem e inteligência sob o nome de cobertura“Conselho Americano de Igrejas Cristãs”, com quartel-general na Cidade de NovaYork. Este grupo foi capaz de arregimentar muitos grupos religiosos inocentes, quenão sabiam estar conectado com uma agência de espionagem e propaganda. Contudo,Hoover e McIntyre através dessa aparência externa, foram capazes de colocar agentesposando como ministros e missionários através dos Estados Unidos e muitos paísesLatino-americanos. Examinaremos o envolvimento desses agentes do grupo depois.(Religious Bodies of America [Grupos Religiosos da América], 1961, revisado;Registros da Promotoria Distrital de Nova Orleans)Hoover foi unido à cabala de assassinato do Presidente Kennedy por LYNDONJOHNSON, WALTER JENKINS (assistente de Johnson), FRED KORTH (o qualKennedy tinha demitido, como Secretário da Marinha, duas semanas antes de 22 denovembro), H. L. HUNT da ACCC, JEAN DE MENIL, multimilionário de Houston,chefe da Schlumberger e diretor dos russos exilados Solidaristas, CARLOS PRIOSOCARRAS, Ex-presidente cubano e de longo tempo parceiro de jogatinas de JACKRUBY e diretor dos cubanos anti-Castro, BOBBY BAKER, ex-Secretário do Senado,ROY M. COHN, advogado de Nova York e chefe da Liga Judia Contra Comunismo(Jewish League Against Communism), CLIFFORD JONES, ex-auxiliar de governode Nevada, Democrata Nacional e parceiro de negócios de BOBBY BAKER e L. J.McWILLIE, de Las Vegas (Nevada), parceiro de jogatinas em Havana de RUBY eJONES, L. M. BLOOMFIELD de Montreal, de longa data amigo e agente de J.EDGAR HOOVER, FERENC NAGY, ex-Primeiro-ministro da Hungria, WERNERVON BRAUN, alemão nazista engenheiro de foguetes o qual HITLER condecoroupessoalmente por seu trabalho em massacrar mais de 7.000 aliados durante a SegundaGuerra Mundial, JOHN CONNALLY, Governador do Texas e CLINT
  36. 36. MURCHISON pai. (Cartas de Jack Ruby, Hamilton Autographs, New York City; CHXXIII, 157 e seg; CH XXVI, 634 & 650; Basiléia, Publicação Suíça A – Z, Agostode 1961; Publicação Canadense do Le Devoir, Março de 1967; Publicação em Romano Paese Sera, Março & Abril de 1967, também arquivos de 1959 até 1969; Il Gorniade Milão, Itália, arquivos 1967 – 1968; Promotoria Distrital de Nova Orleans,Inteligência suíça, arquivos de J. F. Kennedy)L.J. McWillie, o qual antes tinha sido parceiro de Jack Ruby, de Clifford Jones e doEx-presidente cubano Carlos Prio Socarras no cassino de Havana (Cuba), entrou em1962, em um novo negócio com Clifford Jones e Bobby Baker no Thunderbird HotelCassino em Las Vegas. (CH XXIII, 36 e seg, 161 e seg; Registros da PromotoriaDistrital de Nova Orleans) A Comissão Warren descobriu evidência inegável de queRuby e McWillie eram íntimos amigos e associados de negócios por mais de 15 anos.Ruby e Ray Brantly de Dallas, a Comissão Warren descobriu, enviaram armas Cobrapara McWillie em Havana em 1958, mas Ruby e McWillie tinham sidocontrabandistas de armas por anos. (CH V, 181 e seg, XIV, 542, XXVI, 499)A cumplicidade de Carlos Prio Socarras, Presidente de Cuba de 1948 a 1952, com ogrupo de assassinato, foi documentada e autenticada nos volumes oficiais dasaudiências da Comissão Warren no volume XXVI página 634:1o. de dezembro de 1963Segundo consideração de T-2 (testemunha 2), em 29 de novembro de 1963,declarando que nos anos de 1950, Jack Ruby mantinha interesse no Colonial Inn, umnight-club e casa de jogos em Hollandale (Flórida), ele declarou que Jack Ruby,conhecido então como Rubenstein, era ativo em arranjar vôos ilegais de armas, deMiami para a organização de Castro em Cuba. De acordo com T-2, Ruby eraconhecido como parcialmente proprietário de dois aviões usados para estasfinalidades.T-2 declarou mais, que Ruby subseqüentemente deixou Miami e comprou umasubstancial cota de uma casa de jogos em Havana, na qual Carlos Prio era o principalproprietário. T-2 declarou que Carlos Prio estava sob favores do líder cubano Batista,mas foi instrumento no financiamento e gerenciamento da acumulação de armas pelasforças pró-Castro...Na página 650 do mesmo volume, um documento revelador é encontrado ligandoPrio, Ruby, Robert Ray McKeown, o fornecedor de armas que trabalhara com Rubyno transporte do excesso de Jeeps para Cuba em 1959, T. Gonzáles, o qual foi deônibus até o México com Oswald, e Ramos, o qual hospedou-se no Hotel Commerciana Cidade do México com Oswald. O documento segue:
  37. 37. Informação relativa a contatos relatados entre Jack L. Ruby e Robert Ray McKeownfoi fornecido pelo presidente da Comissão em 2 de março de 1964...Arquivos revelam que McKeown foi um dos objetivos de extensa investigação,relativa a atividades de Carlos Prio. Prio, antigo Presidente de Cuba, foi envolvidocom outros, incluindo McKeown, contra o regime de Batista em Cuba...A Unidade de Impostos sobre Álcool e Tabaco (Alcohol and Tobacco Tax Unit), doEscritório de Renda Interna (Bureau of Internal Revenue), continuou a investigaçãosobre esta matéria e acusou vários indivíduos, incluindo McKeown, por conspiraçãopor contrabando de armas e equipamentos associados para Cuba. Os acusados destaação foram os seguintes:Dr. Carlos Prio Socarras, também conhecido como Carlos Prio, idade desconhecida,sexo masculino, residente em Miami, Flórida, cidadão de Cuba.Orlando Garcia Vasquez, também conhecido como Orlando Vasquez, F. Valdez,Ramos, idade desconhecida, sexo masculino, residente em Miami, Flórida, cidadãode Cuba. (Lista de hóspedes do Commercio, CH XXIV, 595)Angel Banos, idade desconhecida, sexo masculino, residente em Miami, Flórida,cidadão dos Estados Unidos.Robert R. McKeown, também conhecido como Dick McKeown, Max, J. T. Brown,H. J. McAllister, idade 47, sexo masculino, residente em Galena Park, Texas, cidadãodos Estados Unidos.Manuel Arques, também conhecido como Manny, idade 23, sexo masculino,residente em Miami, Flórida, cidadão dos Estados Unidos.Evelyn Eleanor Archer, também conhecida como Sra. Manuel Arques, Ruby, idade36, sexo feminino, residente em Keyport, Nova Jersey, cidadã dos Estados Unidos.Pedro Luis Chaviano Reyes, também conhecido como Luis Chaviano, F. Castillo,Gilbert Pawtoja, idade 44, sexo masculino, residente em Miami, Flórida, cidadão deCuba.Abelardo Pujol Barrera, também conhecido como Joe Sanco, Jose Sanco, JoseAlonzo, idade 42, sexo masculino, residente em Miami, Flórida, cidadão de Cuba.Francisco Gonzáles Obregon, também conhecido como T. Gonzáles. (Lista deônibus, CH XXV, p. 267)Sra. Ethel Jane McKeown, idade desconhecida, sexo feminino, residente em GalenaPark, Texas, cidadã dos Estados Unidos.
  38. 38. As armas e munições sendo contrabandeadas para Castro naquele tempo, e depoispara cubanos anti-Castro, por McKeown, Ruby, Prio e seus associados de NovaOrleans, foram obtidas principalmente no Arsenal Redstone em Florence, MuscleShoals, a área de Huntsville no Alabama, e numa menor proporção no Arsenal PineBluff de Arkansas. As ordens para estes homens e direções para suas atividadesvinham do escritório do Comando de Segurança Industrial da Defesa ( DISC), aagência policial secreta dos fabricantes de munições em Redstone. (Registros daPromotoria Distrital de Nova Orleans, Distrito Sul do Texas em US vs.McKeown)McKeown, Ruby, Prio e seus associados de Nova Orleans, David Ferrie, Clay Shaw,Maurice Brooks Gatlin, Guy Bannister, Sergio Arcacha Smith, e os outros todos,seguiam ordens de Jean de Menil de Houston e Werner von Broun de Redstone.Clay Shaw e Walter Jenkins, somente dois do grande número dos sexualmentedesviados no comando, e de baixo nível na cabala, estavam juntos quaseconstantemente, incentivando Lyndon Baines Johnson durante a ConvençãoDemocrata de 1960 em Los Angeles, de acordo com delegados presentes na mesma.Shaw e Jenkins serão estudados depois, e seu íntimo relacionamento estabelecido.Prio reuniu-se com John de Menil e Fidel Castro em Houston, Texas, em 1956 eforneceram fundos à Castro para a compra do navio o qual transportou Castro e seushomens de volta a Cuba, depois de sua estadia no México. Isto está documentado emtodas os registros da subida de Castro ao poder.Prio, de Menil, e seu grupo, tornaram-se todos violentamente contra Castro em 1960,quando Castro tornou pública sua conexão comunista. Depois disto, de Menil e Prio,através da Schlumberger, forneceram agentes, armas, transporte e organização para aderrubada de Castro. De fato, Artime, que estava encarregado do ConselhoRevolucionário Cubano da Baía dos Porcos (Bay of Pigs Cuban RevolutionaryCouncil), tinha sido Premier de Cuba sob controle de Prio.A cumplicidade de Jack Ruby com o Ex-presidente Prio no tráfico de armas paraCuba, tanto antes quanto depois de Castro tomar o poder em janeiro de 1959, estádocumentado por bem mais de 150 depoimentos de credibilidade, nos 26 volumes deevidências obtidas ante a Comissão Warren. Um grande grupo dessas testemunhasprestou depoimento com respeito à presença de Jack Ruby, e atividades de tráfico dearmas em Islamorada, Flórida, em 1958.Islamorada está localizada na região de Keys da Flórida (Ex: Key West --- N.T.), aqual de Menil e a Schlumberger usaram por longo tempo como ponto de embarquepara armas, devido a sua proximidade a Cuba.Obtivemos do depoimento das testemunhas:Sra. Mary Thompson, Dupont 1155, Kalamazoo, Michigan, declarou que:
  39. 39. Por volta de 30 de maio de 1958, ela viajou para Islamorada, Flórida, acompanhadapor sua filha e genro, Dolores e Richard Rhoads. Eles visitaram seu irmão e nora,James e Mary Lou (Butch) Woodard, os quais residiam numa casa, endereçodesconhecido, localizada atrás da casa de Ted Williams, um bem conhecido jogadorprofissional de baseball. Enquanto lá, eles se reuniram com Jack e Isabel (sobrenomedesconhecido), conhecidos dos Woodards. Não havia espaço suficiente na casa deWoodard, e Jack e Isabel sugeriram que Dolores e Richard passassem a noite em suacasa. A oferta foi aceita e ficaram sabendo que Jack e Isabel viviam em um pequenoMotel situado em um píer, o qual era alcançado pela travessia de uma velha ponte....Mary Lou disse que Jack era originalmente de Chicago (Illinois), e que haviamatado alguns homens. Ele depois dirigiu um bar em Dallas (Texas), onde se tornouconhecido de James Woodard, o qual foi membro do Departamento de Polícia deDallas por um curto espaço de tempo em 1954...Mary Lou disse que Jack tinha uma caixa cheia de armas, e que Jack estava indo parafornecê-las aos cubanos. A Sra. Thompson declarou que lhe foi dito que haviasuprimentos de armas escondidas nos campos... (CH, XXVI, 644)Mary Thompson e seis membros de sua família identificaram Jack Ruby como sendoa pessoa envolvida com o tráfico de armas na Flórida em 1958. Mas a ComissãoWarren já tinha descoberto 150 testemunhas que colocaram Jack Ruby nos negóciosde tráfico de armas para Cuba, por mais de 12 anos, antes de 1963.Deixe-nos retornar ao envolvimento de Carlos Prio Socarras.Em 20 de novembro de 1963, Salvador Diaz Verson dirigiu-se à cidade do Méxicosob ordens de Carlos Prio. Na cidade do México, Diaz imediatamente depois doassassinato, forneceu a seguinte estória para a mídia jornalística do mundo:Dr. Angel Fernandez Varela declarou que quando Diaz Verson retornou à Miami, dacidade do México, no fim de novembro de 1963, Diaz Verson avisou-lhe queenquanto na cidade do México, havia mantido contato com outro jornalista, e quetinha sabido que a Polícia Federal mexicana tinha prendido uma cidadã mexicana,Sylvia Duran, empregada da embaixada cubana na cidade do México, por causa desua conexão entre Oswald e a embaixada cubana. (CH, XXVI, 413)Dr. Fernandez disse que Diaz Verson também lhe disse que Oswald tinha estado nacasa de Duran, e subseqüentemente encontrou-se com o embaixador cubano nacidade do México, num restaurante chamado Caballo Bayo, acompanhado por SylviaDuran. Dr. Fernandez disse que soube por Diaz Verson, que Sylvia Duran, oembaixador cubano para o México, cujo nome Fernandez desconhecia, e Oswald,várias vezes saíram juntos de carro. Dr. Fernandez disse que a Polícia Federal, nacidade do México, várias vezes passou informações relativas a estes incidentes
  40. 40. envolvendo Oswald, para a embaixada dos Estados Unidos na cidade do México.(Ibid.)Salvador Diaz Verson tinha sido chefe do Serviço de Inteligência Militar de Prio,durante sua Presidência cubana de 1948 a 1952. Diaz e Prio, juntos, tinhamtrabalhado para o DISC desde que vieram para os Estados Unidos, depois de Castroabraçar o comunismo. (CH, XXVI, 411)À parte do plano cubano anti-Castro era ligar o regime de Castro ao assassinato deKennedy, e depois, ganhar dos militares americanos todo o serviço para derrubarCastro.Outra conexão de Carlos Prio Socarras e o assassinato foi descoberta pela ComissãoWarren. Esta evidência é relativa ao Dr. Cezar Fernandez, Ministro de Informação dePrio durante sua Presidência de Cuba. Prio e Fernandez, ainda por cima, tinham sidoamigos íntimos, e Prio obteve emprego para Fernandez no DISC.O seguinte, foi confirmado pela filha da testemunha, com respeito a tudo, tendo sidoa ela mostrado os documentos da Sra. Hoover em outubro de 1963. Aqui está aestória do amigo de Prio, Fernandez:Em 27 de novembro de 1963, o funcionário Theodore La Zar, da Polícia Estadual daPensilvânia, em Hollydaysburg, Pa., avisou que aproximadamente as 10 horas danoite de 27 de novembro de 1963, Robert Steele, Avenida Brayton 316, Altoona, PA.,parou na Polícia Estadual da Pensilvânia e notificou que ele era o irmão de MargaretKathryn Hoover, Rua S. Walnut 105, Martinsburg, PA., e que tinha a seguinteinformação relativa ao assassinato do Presidente Kennedy, a qual ele a tinhaconhecido por ela. (CH, XXVI, 652)Durante a terceira semana de outubro de 1963, a Sra. Hoover , que vive em umapartamento no segundo andar da Rua S. Walnut 105, Martinsburg, PA., localizoutrês itens, no meio das folhas secas, imediatamente abaixo de sua varanda. Estavaranda, e a residência da Sra. Hoover estão localizadas no fundo de um lotecontendo duas casas. A casa do fundo é ocupada pela Sra. Hoover e a casa da frentedo lote, a qual era formalmente ocupada pela Sra. Hoover, tem como endereço Rua E.Allegheny 400, Martinsburg, PA., e nos dois últimos meses tem sido ocupada peloDr. Julio Fernandez, um refugiado cubano, o qual está presentemente ensinando naEscola Morrison Cove Junior (Morrison Cove Junior High School), Martinsburg.(Ibid.)Estes itens consistiam de um envelope usado para tickets da Companhia Ferroviária eAérea Seaboard, Miami, Florida; um ticket usado, o qual estava dentro deste,indicava que o portador tinha um lugar reservado no trem, assento no. 48, carro no.3E, em um trem partindo de Miami, Florida as 12:40 da noite, em 25 de setembro de1963, e com chegada em Washington, DC, no dia seguinte. Este ticket tinha o
  41. 41. número D-214332. Também, junto às folhas, estava uma informação descartadausada em vagões de trem, a qual foi encontrada pela Sra. Hoover. Escrito a lápis noverso desta, estavam as seguintes notas:O canto esquerdo superior continha o nome de um clube não lembrado pela Sra.Hoover, e um número de seis dígitos, o qual continha um endereço ou númerotelefônico. (Ibid.)No alto e no meio estava o nome, Lee Oswald. (Ibid.)No topo direito estava a palavra Rubenstein. (Ibid.)No meio estavam as palavras “Jack Ruby”. (Ibid.)Em baixo, em direção ao centro, estavam as palavras Dallas, Texas. (Ibid.)
  42. 42. CAPÍTULO IIJ. EDGAR HOOVER, FERENC NAGY, CLAY SHAW, L. M. BLOOMFIELD E PERMINDEXClay Shaw, de Nova Orleans, o acusado no caso do assassinato, e L. M. Bloomfield,de Montreal (Canadá), eram os únicos membros norte-americanos da junta dediretores tanto da PERMINDEX quanto do Centro Mundial Comercial (CentroMondiale Commerciale). Shaw tinha sido um dos incorporadores da corporaçãoSuíça, PERMINDEX. (Who`sWho in the South and Southwest, 1963 e 1964) Osoutros membros da junta, incluíam um editor do Jornal Fascista Nacional (FascistNational Zeitung), na Alemanha ocidental, um industrial italiano que casou-se nafamília do ministro de finanças de Adolf Hitler (Hjalmar Horace Greeley Schatch ---N.T.), e um advogado de Roma, secretário do Partido Fascista. (Escritório Público deRegistros de Corporações, Berna, Suíça)Também na junta da PERMINDEX estava Ferenc Nagy, Solidarista e Primeiro-ministro da Hungria de 1946 a 1947; George Mandel, pseudônimo Mantello, húngarofascista o qual supervisionou tentativas de compra de monumentos nacionais paradesenvolvimentos imobiliários na Itália, e Munir Chourbagi, tio do rei Farouk.Chourbagi foi vítima em um recente assassinato na Itália. (Escritório Público deRegistros de Corporações, Berna, Suíça)Na clique dirigente da PERMINDEX e suas duas subsidiárias, a Corporação HotelÍtalo-Americano (Italo American Hotel Corporation) e Centro Mundial Comercial(Centro Mondiale Commerciale), além dos sofisticados nazis e fascistas aquiindicados, estavam Gutierez di Spadafora, o qual foi Sub-secretário de Agricultura doregime fascista de Mussolini e que também era dirigente da máfia, com a Itália e sulda Europa como seu campo de ação; Enrico Mantello (Henry Mandel, irmão deGeorge Mandel); Guiseppee Zigiotti, chefe do partido político italiano AssociaçãoFascista Nacionalista da Milícia Armada (Fascist Nacionalist Association for MilitiaArms); e o emigrado húngaro e antigo nazista, H. Simonfay. (The KennedyConspiracy [A Conspiração Kennedy] Paris Flammonde, Meredith Press, 1969, p.215)Em 1o. de dezembro de 1962, o representante da publicação “Who’s Who in theSouth and Southwest”, ouviu de Clay Shaw em Nova Orleans, que ele (Clay Shaw)era diretor da corporação suíça, PERMINDEX. Shaw era também um dos dirigentesdo Centro Mundial Comercial de Roma. Como veremos depois, uma das finalidadesda PERMINDEX foi o levantamento de fundos para as tentativas de assassinato deDe Gaulle em 1961 e 1962.

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