Proposições educação infantil

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Proposições educação infantil

  1. 1. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Proposições Curriculares para a Educação Infantil: linguagem digital Ana Maria Leles Bárbara Faria Cintia Resende Juliana Alves INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO DISCIPLINA: INFORMÁTICA APLICADA À EDUCAÇÃO INFANTIL.
  2. 2. • A tecnologia não é nada sem um homem a operá-la. Não é a tecnologia a vilão. É o meio, é a forma como ela é empregada, é a ausência de uma consciência crítica e ética sobre o seu uso. (Ney Mourão)
  3. 3. Introdução • O impacto da tecnologia vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. • A tecnologia não causa mudanças apenas no que fazemos, mas também em nosso comportamento, na forma como elaboramos conhecimentos e no nosso relacionamento com o mundo. Vivemos num mundo tecnológico, estruturamos nossa ação através da tecnologia
  4. 4. Fundamentação • A infância mudou radicalmente. As crianças têm outro jeito de brincar, imaginar, sofrer, pensar e construir sua realidade. • O desenvolvimento da tecnologia invade abertamente o leque espaço-temporal da criança e até pequenos mascotes virtuais são criados.
  5. 5. • O aprendiz usa o computador como ferramenta, manipular e adquire conhecimento. • O aluno de ser um consumidor de informações, quando passa a construir seu próprio saber.
  6. 6. A linguagem em cada ciclo • O computador e as novas tecnologias na atualidade. • Ao pensar a criança na sociedade atual é necessário pensar na criança como um ser ativo, que constrói suas estruturas intelectuais. • Transformação do pensamento linear para o pensamento hipertextual. • Domínio da máquina. • Realização de diversas tarefas no mesmo tempo e lugar. • As brincadeiras e jogos em tempos anteriores e na atualidade.
  7. 7. CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS. Na contemporaneidade diante de um turbilhão de aparatos tecnológicos, as crianças sentem o reflexo da invasão eletrônica, recursos de informática e consequentemente da linguagem digital. Entendemos que, quando aprendemos uma nova linguagem, aprendemos sistemas de referencia de mundo. (FRANCHI, 1992). Criança de até dois anos consegue: -Gravar sons digitalizados. -Ouvir histórias multimídias . -Utilizar imagens, fotos digitalizadas. -Assistir DVD ou montá-lo Criança de até 3 anos consegue: -Ligar o computador. -Entrar em programas. -Usar o clique do mouse.
  8. 8. CRIANÇAS DE 3 A 6 ANOS. • Nesse ciclo ocorre o aumento nas possibilidades de uso do computador e outros artefatos tecnológicos. Sendo necessário: • A escola se apropriar desses recursos. • Softwares educativos. • Nesse ambiente, a aprendizagem focada no aprendiz precisa cada vez mais ganhar espaço na educação contemporânea. Deve ser pautada em três pilares básicos: • O cognitivo, o afetivo e o social, com considerações sobre estilos e estratégias de aprendizagem, de maneira a ampliar a variedade no contexto da educação formal. (GUILLON & MIRSHAWKA, 1995).
  9. 9. Crianças com Deficiências Especiais • CRIANÇAS COM DEFICIENCIAS ESPECIAIS. • A Lei nº9.394 de 20-12-1996 da LDB (Lei de Diretrizes e bases da Educação) no capítulo 5. • Precisamos levar em consideração da importância da tecnologia a favor das crianças com deficiências especiais. Chamada de tecnologia assistida.
  10. 10. Aprendendo com projetos “ Projeto é uma construção própria do ser humano que se concretiza a partir de uma descrição inicial de um conjunto de atividades cuja realização produz um movimento no sentido de buscar no futuro uma nova situação que responda às suas indagações ou avance no sentido de melhor compreendê-las.” (p.117) •O trabalho com projetos na escola: elaboração coletiva e contextualizada; •Transdisciplinaridade em sala de aula;
  11. 11. Projetos interdisciplinares • Jurjo Torres Santomé “afirma que a interdisciplinaridade dá significado ao conteúdo escolar. Ela rompe a divisão hermética das disciplinas; • A cultura globalizada exige mudanças no perfil do indivíduo; • O projeto interdisciplinar é vivenciado, exigindo envolvimento; • “Interdisciplinaridade é sinônimo de desafios” (p.119); • Quebra com a visão fragmentada, exige conhecimento comprometido com a totalidade.
  12. 12. Diálogo com os profissionais: • Receio dos profissionais de Educação Infantil em discutir e estudar a linguagem digital na rede de formação 2008; • Necessidade de mostrar a importância da linguagem digital para esses professores; • Contextualização da linguagem digital e construção do conceito de tecnologia; • Entendimento da importância do computador no processo de ensino-aprendizagem; • Questionamentos sobre a falta de computadores e salas de informática nas UMEI’s e Creches conveniadas; • Certeza de que “movimentos acontecerão, reconhecendo a importância da linguagem digital como mediação das realidades pessoais e sociais.” (p. 121)
  13. 13. • Letramento digital ou informacional: apropriação da leitura e da escrita na tela do computador; • Aprender com a tecnologia; • No fim do 1º módulo da rede de formação foi alcançado o entendimento de que “(...) as tecnologias digitais alteram o processo de ensino e aprendizagem em seus significados, em função de uma nova visão de mundo e do ser humano.” (p. 121) • No 2º módulo as educadoras se encontravam mais abertas e receptivas à aprendizagem da linguagem digital, foram levadas ao laboratório de informática da SMED, conheceram mais sobre o computador, criaram um blog, relataram experiências bem sucedidas e analisaram alguns programas educativos que estão presentes no Libertas. • Esses softwares educativos do Libertas possuem muitas falhas que foram descobertas e analisadas pelas professoras durante o curso, mostrando assim a importância da consciência crítica; • As professoras utilizaram o linguagem de programação LOGO, explorando assim o ciclo “descrição-execução-reflexão-depuração”;
  14. 14. • Internet como integrado de espaços de aprendizagem que vão além da sala de aula; • Importância do planejamento para atividades de linguagem digital de acordo com a concepção de aprendizagem da instituição.
  15. 15. Considerações finais: • As escolas, por diversos motivos, não estão prontas para recebem a tecnologia como agente do processo de ensino-aprendizagem; • A linguagem digital e o computador fazem a diferença quando usados na perspectiva “objeto para pensar com”; • “(...) a concepção sobre o uso da tecnologia aplicada na educação provém de uma ampla e abrangente abordagem sobre aprendizagem (...)” (p.124); • É necessário ter consciência para atendermos as novas demandas; • O professor deve assumir novas dimensões de atuação para agir sobre as mudanças do mundo.

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