O slideshow foi denunciado.

Trabalho Em Grupo

30.558 visualizações

Publicada em

Apresentação de slides para o Estudo no curso de Cinema do dia 13 de dezembro de 2009, apresentado por Ricardo

Publicada em: Espiritual
  • Seja o primeiro a comentar

Trabalho Em Grupo

  1. 1. Aspectos do Trabalho em Grupo
  2. 2. Aspectos do Trabalho em Grupo <ul><li>&quot;O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim com eu vos amei“ Jesus, Jo 15:12 </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Jesus confraternizou com pessoas de todas as classes. </li></ul><ul><li>Após sua partida, diversos grupos religiosos surgiram ao longo dos séculos, em virtude de interpretações particulares, apresentando idéias próprias, cultos diferentes e dogmas para a salvação dos homens. </li></ul>
  3. 3. Aspectos do Trabalho em Grupo Kardec – Evangelho Segundo o Espiritismo <ul><li>“ Podem dividir-se em cinco partes as matérias contidas nos Evangelhos: os atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as predições; as palavras que foram tomadas pela Igreja para fundamento de seus dogmas; e o ensino moral. As quatro primeiras têm sido objeto de controvérsias; </li></ul><ul><li>A última, porém, conservou-se constantemente inatacável. Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva.” </li></ul>
  4. 4. Aspectos do Trabalho em Grupo Kardec – Evangelho Segundo o Espiritismo <ul><li>“ É terreno onde todos os cultos podem reunir-se, estandarte sob o qual podem todos colocar-se, quaisquer que sejam suas crenças, porquanto jamais ele constituiu matéria das disputas religiosas, que sempre e por toda a parte se originaram das questões dogmáticas (...). Essa parte é a que será objeto exclusivo desta obra” </li></ul><ul><li>(Kardec, Introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo) </li></ul>
  5. 5. Unidade : Percepção do Objetivo Moral <ul><li>“ O Espiritismo, que apenas acaba de nascer, ainda é diversamente apreciado e muito pouco compreendido em sua essência, por grande número de adeptos, de modo a oferecer um laço forte que prenda entre si os membros do que se possa chamar uma Associação, ou Sociedade. Impossível é que semelhante laço exista, a não ser entre os que lhe percebem o objetivo moral , o compreendem e o aplicam a si mesmos. Entre os que nele vêem fatos mais ou menos curiosos, nenhum laço sério pode existir.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  6. 6. Unidade : Percepção do Objetivo Moral <ul><li>“ Colocando os fatos (mais ou menos curiosos) acima dos princípios (caridade – amor), uma simples divergência, quanto à maneira de os considerar, basta para dividi-los. </li></ul><ul><li>(...) Uma Sociedade, onde aqueles sentimentos se achassem partilhados por todos, onde os seus componentes se reunissem com o propósito de se instruírem pelos ensinos dos Espíritos e não na expectativa de presenciarem coisas mais ou menos interessantes, ou para fazer cada um que a sua opinião prevaleça, seria não só viável, mas também indissolúvel.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  7. 7. Desunidos no Senhor <ul><li>“ Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”. </li></ul><ul><li>Jesus. (Mateus 18:21) </li></ul><ul><li>“ Dizendo as palavras acima transcritas, quis Jesus revelar o efeito da união e da fraternidade. O que o atrai não é o maior ou menor número de pessoas que se reúnam, pois, em vez de duas ou três, houvera ele podido dizer dez ou vinte, mas o sentimento de caridade que reciprocamente as anime.” (Kardec, Evangelho Segundo o Espiritismo) </li></ul>
  8. 8. Desunidos no Senhor <ul><li>“ Contudo, se essas duas pessoas oram cada uma por seu lado, embora dirigindo-se ambas a Jesus, não há entre elas comunhão de pensamentos, sobretudo se ali não estão sob o influxo de um sentimento de mútua benevolência. Se se olham com prevenção, com ódio, inveja ou ciúme, as correntes fluídicas de seus pensamentos, longe de se conjugarem por um comum impulso de simpatia, repelem-se. Nesse caso, não estarão reunidas em nome de Jesus, que, então, não passa de pretexto para a reunião, não o tendo esta por verdadeiro motivo.” (Kardec, Evangelho Segundo o Espiritismo) </li></ul>
  9. 9. Lutas e Dissensões: Falta de Evangelho <ul><li>“ Em uma entidade doutrinária, quando surgem as dissensões e lutas internas, revelando partidarismos e hostilidades, é sinal de ausência do Evangelho nos corações (...).” </li></ul><ul><li>(Emmanuel, O Consolador) </li></ul><ul><li>“ Mais importante que o amor à verdade é a verdade do Amor.” </li></ul><ul><li>(Walter Barcelos) </li></ul>
  10. 10. Reflexões de um religioso <ul><li>“ Ao escrever a Primeira Carta aos Coríntios, Paulo reserva os capítulos 12 e 14 para expor sobre os dons espirituais. (...) Ele nos mostra a possibilidade de sermos uma Igreja com aparência, forma e discurso espiritual, mas de fato carnal; com a presença de dons espirituais, mas sem o essencial do cristianismo. A mensagem nesse capítulo é clara: o amor é superior aos dons. ” </li></ul><ul><li>>> </li></ul>
  11. 11. Reflexões de um religioso <ul><li>“ Sempre leio com temor os três primeiros versículos deste capítulo, pois confrontam minha vida ao afirmar que, mesmo que tivermos dons espirituais, tamanha fé ou praticarmos toda sorte de ações sociais, sem amor nada haverá que, no fim, possa ser aproveitado. Nem sermões bem preparados ou liturgias cúlticas. Nem ações missionárias ou grandes projetos sociais para ajudar o necessitado. O amor, aqui exposto, não é apenas superior aos dons, mas também um marcador de nossa identidade cristã. Somos dele quando buscamos amar. ” >> </li></ul>
  12. 12. Reflexões de um religioso <ul><li>“ Isto significa que minha vida em Cristo não pode ser definida puramente pelos dogmas que entendo e aceito nem pelas experiências de espiritualidade que vivencio. Sem amor serão vazios de significado (...) O amor é prático, notável e visível. Ele é &quot;paciente&quot;, esperando pela hora oportuna para o outro. É &quot;benigno&quot;, fazendo com que a dor do vizinho seja também a nossa. Não &quot;arde em ciúmes&quot;, portanto evita comparações e se nega a criticar o próximo. Torna-se, assim, impossível amar sem que as marcas do amor sejam vistas pelos que passam pela mesma estrada que nós.” </li></ul><ul><li>>> </li></ul>
  13. 13. Reflexões de um religioso <ul><li>“ Precisamos amar o próximo o mínimo para não criticá-lo. Este próximo, o &quot;outro&quot;, diferente de nós, é nossa base de testes, o cenário onde devemos aprender a praticar o ato mais sublime que vem do Pai, e somente dele.” </li></ul><ul><li>(Ronaldo Lidório - Pastor Presbiteriano e missionário) </li></ul>
  14. 14. Mentalidade Cristã <ul><li>“ Por enquanto, todo o nosso trabalho objetiva a formação da mentalidade cristã, por excelência, mentalidade purificada, livre dos preconceitos e preconceitos que impedem a marcha da Humanidade. Formadas essas correntes de pensadores esclarecidos do Evangelho, entraremos, então, no ataque às obras. Os jornais educativos, as estações radiofônicas, os centros de estudo, os clubes de pensamento evangélico, as assembléias da palavra, o filme que ensina e moraliza tudo à base do sentimento cristão, não constituem uma utopia dos nossos corações.” </li></ul><ul><li>>> </li></ul>
  15. 15. Mentalidade Cristã <ul><li>“ Essas obras que hoje surgem, vacilantes e indecisas no seio da sociedade moderna, experimentando quase sempre um fracasso temporário, indicam que a mentalidade evangélica não se acha ainda edificada. A andaimaria, porém, aí está, esperando o momento, é formar o espírito genuinamente cristão; terminando esse trabalho, os homens terão atingido o dia luminoso da paz universal e da concórdia de todos os corações.” </li></ul><ul><li>(Emmanuel, Formação da Mentalidade Cristã, Livro Emmanuel) </li></ul>
  16. 16. Inimigos do Espiritismo <ul><li>“ Os inimigos do Espiritismo são de duas ordens: </li></ul><ul><li>1) Os incrédulos, que são recebidos e esclarecidos diariamente. </li></ul><ul><li>2) As pessoas interessadas em combater a Doutrina; estes não espereis conduzi-los pela persuasão, porque não procuram a luz; Não querem ver. Não vos atacam, porque estais no erro, mas porque estais na verdade, crêem que o Espiritismo prejudica os seus interesses” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  17. 17. Inimigos do Espiritismo <ul><li>“ Como sabem que a união é uma força, tratam de a destruir.” </li></ul><ul><li>“ Graças a surdos manejos, que passam despercebidos, espalham a dúvida, a desconfiança e a desafeição; sob a aparência de interesse hipócrita pela causa, tudo criticam, formam conciliábulos e corrilhos (reunião sigilosa de grupo faccioso) que presto rompem a harmonia do conjunto; é o que querem.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  18. 18. Inimigos do Espiritismo <ul><li>“ Assim como há Espíritos protetores das associações, das cidades e dos povos, Espíritos malfeitores se ligam aos grupos, do mesmo modo que aos indivíduos. Ligam-se, primeiramente, aos mais fracos, aos mais acessíveis, procurando fazê-los seus instrumentos e gradativamente vão envolvendo os conjuntos, por isso que tanto mais prazer maligno experimentam, quanto maior é o número dos que lhes caem sob o jugo.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  19. 19. Mecanismo da obsessão <ul><li>“ Todas as vezes, pois, que, num grupo, um dos seus componentes cai na armadilha, cumpre se proclame que há no campo um inimigo, um lobo no redil, e que todos se ponham em guarda, visto ser mais que provável a multiplicação de suas tentativas. Se enérgica resistência o não levar ao desânimo, a obsessão se tornará mal contagioso, que se manifestará nos médiuns, pela perturbação da mediunidade, e nos outros pela hostilidade dos sentimentos, pela perversão do senso moral e pela turbação da harmonia.” (Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  20. 20. Mecanismos de Defesa <ul><li>“ Como a caridade é o mais forte antídoto desse veneno, o sentimento da caridade é o que eles mais procuram abafar. Não se deve, portanto, esperar que o mal se haja tornado incurável, para remediá-lo; não se deve, sequer, esperar que os primeiros sintomas se manifestem; o de que se deve cuidar, acima de tudo, é de preveni-lo. Para isso, dois meios há eficazes, se forem bem aplicados: a prece feita do coração e o estudo atento dos menores sinais que revelam a presença de Espíritos mistificadores.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  21. 21. Mecanismos de Defesa <ul><li>“ Se um dos membros do grupo for presa da obsessão, todos os esforços devem tender, desde os primeiros indícios, a lhe abrir os olhos, a fim de que o mal não se agrave, de modo a lhe levar a convicção de que se enganou e de lhe despertar o desejo de secundar os que procuram libertá-lo.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  22. 22. Sintomas Característicos <ul><li>“ O único meio, para o médium, de escapar-lhe é a análise praticada por pessoas desinteressadas e benevolentes que, apreciando com sangue frio e imparcialidade as comunicações, lhe abram os olhos e o façam perceber o que, por si mesmo, ele não possa ver.” </li></ul><ul><li>“ Por essa razão é que os [espíritos malfazejos] afastam o seu médium de toda fiscalização; que chegam mesmo, se for preciso, a fazê-lo tomar aversão a quem quer que o possa esclarecer. Graças ao insulamento e à fascinação, conseguem sem dificuldade levá-lo a aceitar tudo o que eles queiram.” (Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  23. 23. Sintomas Característicos <ul><li>“ Ora, todo médium que teme esse juízo já está no caminho da obsessão; aquele que acredita ter sido a luz feita exclusivamente em seu proveito está completamente subjugado. Se toma a mal as observações, se as repele, se se irrita ao ouvi-las, dúvida não cabe sobre a natureza má do Espírito que o assiste.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  24. 24. Sintomas Característicos <ul><li>“ Desse ponto de vista é que são de grande utilidade para o médium as reuniões, desde que se mostre bastante sensato para ouvir as opiniões que se lhe dêem, porque ali se encontrarão pessoas mais esclarecidas do que ele e que apanharão os matizes, muitas vezes delicados, por onde trai o Espírito a sua inferioridade.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  25. 25. Desvios de propósito <ul><li>“ Se mau rumo a reunião tomar, dir-se-á, não terão as pessoas sensatas e bem intencionadas, a ela presentes, o direito de crítica; deverão deixar que o mal passe, sem dizerem palavra, e aprovar tudo pelo silêncio? Sem nenhuma dúvida, esse direito lhes assiste: é mesmo um dever que lhes corre. ” </li></ul><ul><li>“ Mas, se boa intenção os anima, eles emitirão suas opiniões, guardando todas as conveniências e com cordialidade, francamente e não com subterfúgios.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Livro dos Médiuns) </li></ul>
  26. 26. Aspectos do Trabalho em Grupo Kardec – Viagem Espírita 1862 <ul><li>“ Enquanto a oportunidade se apresenta, revesti-vos do manto branco, abafai as discórdias, pois que as discórdias pertencem ao reino do mal que vai ter fim. (...) Se, entre vós, há dissidências, causas de antagonismos, se os Grupos que devem todos marchar para um objetivo comum, estiverem divididos, eu o lamento, sem me preocupar com as causas, sem examinar quem cometeu os primeiros erros e >> </li></ul>
  27. 27. Aspectos do Trabalho em Grupo Kardec – Viagem Espírita 1862 <ul><li>e me coloco, sem hesitar, do lado daquele que tiver mais caridade, isto é, mais abnegação e verdadeira humildade, pois aquele a quem falta a caridade está sempre errado, assistido embora por qualquer espécie de razão, pois Deus maldiz quem diz a seu irmão: Raca.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Viagem Espírita – Discurso III) </li></ul>
  28. 28. Importância do Estar em Grupo <ul><li>“ O isolamento religioso, assim como o isolamento social, conduz ao egoísmo. Que alguns homens sejam bastante fortes por si mesmos, largamente dotados pelo coração, para que sua fé e caridade não necessitem ser revigoradas num foco comum, é possível; mas não é assim com as massas, por lhes faltar um estimulante, sem o qual poderiam se deixar levar pela indiferença.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Revista Espírita, 1868) </li></ul>
  29. 29. Ilusão do meio religioso <ul><li>“ Todas as reuniões religiosas, seja qual for o culto a que pertençam, são fundadas na comunhão de pensamentos; com efeito, é aí que podem e devem exercer a sua força, porque o objetivo deve ser a libertação do pensamento das amarras da matéria. Infelizmente, a maioria se afasta deste princípio à medida que a religião se torna uma questão de forma. Disto resulta que cada um, fazendo seu dever consistir na realização da forma, se julga quites com Deus e com os homens, desde que praticou uma fórmula.” </li></ul><ul><li>(Kardec, Revista Espírita, 1868) </li></ul>

×