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HEMSC

  1. 1. HEMSC (Hospital Escola Municipal de São Carlos)<br />“Prof. Dr. Horácio Carlos Panepucci”<br />
  2. 2. HEMSC (Hospital Escola Municipal de São Carlos) “Prof. Dr. Horácio Carlos Panepucci”<br />L<br />E<br />I<br />T<br />U<br />R<br />A<br />D<br />E<br />P<br />R<br />O<br />J<br />E<br />T<br />O<br />II<br />O Hospital Escola Municipal de São Carlos é uma obra de autoria de João Filgueiras Lima (Lelé) e o projeto arquitetônico é dos escritórios Brasil Arquitetura e Apiacás Arquitetos. O projeto é constituído por prédios interligados por passarelas cobertas, sendo que o prédio da internação é o único que possui cinco pavimentos e são eles subsolo, térreo e mais três pavimentos. Os prédios de serviços técnicos e serviços gerais possuem térreo e subsolo e por último o pátio de serviços. A obra teve início em outubro de 2004 e término está previsto para abril de 2010.<br />Localizado em uma das entradas principais da cidade, no trevo da Washington Luis com a Avenida São Carlos, além de atender uma necessidade dos usuários, também foi construído por causa da criação do curso de Medicina da Universidade Federal de São Carlos, UFSCar. <br />Localização e Implantação<br />Relação Cota Natural - Nível<br />Cota 831-Nível 0,00<br />Cota 832-Nível 1,00<br />Cota 833-Nível 2,00<br />Cota 834-Nível 3,00<br />Cota 835-Nível 4,00<br />Cota 836-Nível 5,00<br />Cota 837-Nível 6,00<br />Cota 838-Nível 7,00<br />Cota 839-Nível 8,00<br />Cota 840-Nível 9,00<br />Cota 841-Nível 10,00<br />Cota 842-Nível 11,00<br />Cota 843-Nível 12,00<br />Áreas e Índices<br />Área total do terreno: 61.948,40m2<br />Área ocupada/pavimentada: 28.217,011m2<br />Área livre/permeável: 28.217,011m2<br />Área construída/utilizada: 25.171,829m2<br />ARQUITETURA E URBANISMO 8 PERÍODO PROF.a MAGALY PULHEZ CILENE AIETTE 1/4<br />
  3. 3. Partido Arquitetônico<br />O arquiteto procura implantar os hospitais horizontalmente garantindo-lhes uma maior integração dos ambientes aliando modernidade e simplicidade. Com esse partido em mãos, Lelé desenhou o hospital praticamente em um único nível. Segundo o arquiteto, o elemento diferenciador é a grande mobilidade oferecida aos pacientes, eles podem sair e freqüentar, dentro do hospital, outros ambientes. São lugares destinados para o paciente tomar banho de sol, mesmo aos que precisam ir de maca, isso mostra um traço diferente no tratamento das doenças e também na concepção de humanização da saúde.<br />L<br />E<br />I<br />T<br />U<br />R<br />A<br />D<br />E<br />P<br />R<br />O<br />J<br />E<br />T<br />O<br />II<br />Funcionalidade<br />Pátio de serviços gerais<br />Pav Térreo de Serviços Gerais<br />* Os eixos em vermelho representam a circulação.<br /> * No interior do bloco são distribuídos vestiários, administração, oficinas, almoxarifado, farmácia, rouparia e cozinha.<br />Espelho D'água<br />A colocação de plantas e peixes no jardim e espelho d'água tem a intenção de introduzir vida no hospital amenizando o clima e harmonizando a concepção ambiental de sala de espera, dessa forma, há o respeito com o paciente que nesse momento se encontra em uma fase de fragilidade dispersando a sensação de mal estar e medo. O ambiente agradável ajuda-o a se sentir melhor e faz parte da cura. <br />ARQUITETURA E URBANISMO 8 PERÍODO PROF.a MAGALY PULHEZ CILENE AIETTE 2/4<br />
  4. 4. Materialidade<br />A estrutura em sheds curvos proporciona uma ventilação natural por convecção cuja vazão de ar pode ser ainda complementada, quando necessário, por ventiladores instalados em entradas de ar situadas sobre um espelho d'água. Combinado com microaspersores com controle de vazão, o espelho resfria e umidifica o ar, o que também ajuda na manutenção da saúde das pessoas. A inteligência da arquitetura permite que, a cada hora, todo o volume do ar no interior do hospital seja renovado de dez a 12 vezes. Apenas ambientes específicos (como tomografia, centro cirúrgico, UTI, por exemplo) possuem climatização artificial por exigência de normas técnicas.<br />L<br />E<br />I<br />T<br />U<br />R<br />A<br />D<br />E<br />P<br />R<br />O<br />J<br />E<br />T<br />O<br />II<br />No projeto foi utilizado o sistema de ventilação através de galerias semi-enterradas construídas em concreto armado, que funcionam não só para captar os ventos dominantes e dispor as tubulações do hospital, mas também como fundação. <br />Para o fechamento frontal dos sheds, foi prevista a utilização de brises fixos de alumínio. <br />A partir do piso térreo, o concreto dá lugar a uma estrutura metálica composta por sheds em forma de arcos, que chegam a 10,50 m de altura acima do nível dos forros, e são estruturados por treliças com banzos curvos fixadas em vigas-calha e pilares metálicos. <br />ARQUITETURA E URBANISMO 8 PERÍODO PROF.a MAGALY PULHEZ CILENE AIETTE 3/4<br />
  5. 5. Pav. Térreo da Internação<br />Pav.Térreo de Serviços Técnicos e Segundo Pav. Da Internação<br />L<br />E<br />I<br />T<br />U<br />R<br />A<br />D<br />E<br />P<br />R<br />O<br />J<br />E<br />T<br />O<br />II<br />Outro diferencial da obra foi a instalação elétrica que é abrigada e distribuída no piso técnico, sendo ligada às áreas de consumo por dutos e shafts. Como o forro é móvel, o percurso da iluminação teve de ser deslocado para as laterais.<br />Terceiro Pav. Da Internação<br />O hospital têm baixo consumo de energia e ótimo conforto térmico. Os blocos, em sua maioria, possuem a circulação pelas extremidades e os serviços dispostos internamente, sempre buscando integrar os ambientes.<br />ARQUITETURA E URBANISMO 8 PERÍODO PROF.a MAGALY PULHEZ CILENE AIETTE 4/4<br />

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