Flash dedicado

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Apresentação sobre iluminação com flash dedicado.

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Flash dedicado

  1. 1. Iluminação
  2. 2. Introdução ao meio
  3. 3.  Flash O flash dedicado é normalmente empregado em situações onde há pouca luz. Pode ser utilizado como luz principal ou como luz de preenchimento. Por exemplo, em casos em que já existe uma luz no ambiente, mas que ilumina apenas parte da cena e deseja-se que a parte sombreada também seja iluminada.
  4. 4.  Potência  Alimentação  Ângulo de iluminação Embora a maioria dos equipamentos fotográficos atuais venha equipada com flashes embutidos, eles não possuem a potência necessária para registrar determinados assuntos com a qualidade necessária. Por isso, ainda é comum a utilização do flash dedicado.
  5. 5.  Ângulo de iluminação:
  6. 6.  Ângulo de iluminação:
  7. 7.  Controle das funções:
  8. 8.  Conexão com a câmera : O flash é normalmente conectado a câmera através de contatos eletrônicos localizados em sua base e na sapata da câmera, acima do visor. Existe no entanto, a possibilidade de fazer a conexão remota, através de cabos, sensores ou sistemas a rádio.
  9. 9. A aplicação mais comum é em situações onde há pouca ou nenhuma luz ambiente, de forma que a iluminação principal da cena será proveniente do flash. Nesses casos, não há regulagem de diafragma, obturador e ISO que torne possível fotometria da foto.
  10. 10.  O objeto encontra-se contra a luz principal da cena;  Quando é desejável acrescentar brilho;  Clarear um pouco o primeiro plano;  Corrigir uma sombra indesejável. Uma outra circunstância onde se faz necessário o uso do flash é quando existe muita luz no local, mas o fotógrafo deseja adicionar iluminação pelos seguintes fatores:
  11. 11. sem flash com flash
  12. 12. sem flash com flash
  13. 13. Para cria uma iluminação mais suave, os principais modelos de flash atuais possuem cabeça articulada, permitindo o rebatimento da luz.
  14. 14. Na impossibilidade de rebater a luz do flash para torna-la mais suave, é possível utilizar acessórios que permitam alterar sua qualidade.
  15. 15. TTL (through-the-lens), é um método de medição de luz do flash feito pela luz que chega ao sensor da câmera através da objetiva.
  16. 16. O sistema ETTL pode fazer a medição da luz refletida em dois modos de operação diferentes:  Matricial (Evaluative): Mede a luz da totalidade da imagem e dispara o flash com carga suficiente para o equilíbrio de luz e sombra.  Ponderado (Average): Prioriza a medição para a luz refletida no centro da imagem, fazendo a medição correta no objeto ou sujeito, mas mantendo as sombras nas bordas.
  17. 17. O disparo de flash fotográfico deve ser feito em coincidência com o momento em o filme fotográfico ou o sensor de imagem é exposito à luz pela velocidade da obturação.
  18. 18. A fotometria através do flash, assim como na medição convencional, deve-se considerar a prioridade do assunto. A fotometria no fundo da cena vai permitir que o mesmo apareça na imagem, exercendo o flash a função de preencher a iluminação sobre as possíveis sombras. Caso o fundo seja indesejável, é possível então fotometrar de forma pontual no objeto, de forma que o flash exerça o papel de luz principal e o fundo fique completamente escuro.
  19. 19. Velocidade: 1/80 Abertura: f/5.6 ISO: 1600
  20. 20. Velocidade: 1/80 Abertura: f/36 ISO: 1600
  21. 21. Velocidade: 1/50 Abertura: f/5 ISO: 800
  22. 22. Velocidade: 1/50 Abertura: f/4.5 ISO: 800
  23. 23. O painel Catchlight, localizado na parte superior do flash, é um recurso que alguns equipamentos possuem, que permite criar um brilho localizado nos olhos do modelo fotografado.
  24. 24.  Cabo extensor  Radioflash  Sistema Master/Slave A aplicação convencional do flash dedicado é logo acima do equipamento, através da utilização da sapata da câmera. Existe, porém, em alguns casos, a necessidade da sua utilização fora do equipamento, para proporcionar uma iluminação com diferentes ângulos. Para esses casos, pode-se utilizar diferentes recursos: cabos, sistemas de sensor ou rádio. O mais comum entre eles, atualmente, é o dispositivo de sincronismo remoto, popularmente conhecido como radioflash.
  25. 25.  Cabo extensor Permite que o flash continue conectado à sapada da câmera através do cabo, proporcionado novos ângulos de iluminação. Sua desvantagem, no entanto, é a limitação física do cabo.
  26. 26.  Radioflash Permite que o flash dispare em sincronia com a câmera, de qualquer lugar dentro do seu raio de ação. Sua maior vantagem é a ausência de cabos, que o torna bastante versátil. A desvantagem, no entanto é a impossibilidade de utilizar o sistema automático (TTL), o que obriga o fotógrafo a utilizar um recurso de medição alternativo.
  27. 27.  Sistema Master/Slave Permite que o flash dispare em sincronia com a câmera, de qualquer lugar dentro do seu raio de ação. Sua maior vantagem é a ausência de cabos, que o torna bastante versátil. A desvantagem, no entanto é a impossibilidade de utilizar o sistema automático (TTL), o que obriga o fotógrafo a utilizar um recurso de medição alternativo.
  28. 28.  Este slide foi produzido como parte do material de apoio a estudantes do curso livre ministrado no Centro de Extensão da Escola Guignard, unidade da Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG, em Belo Horizonte.  As imagens de terceiros são reproduzidas neste slide para fins exclusivamente didáticos, respeitando as limitações aos Direitos Autorais, conforme Capitulo IV da Lei 9610 de 19 de fevereiro de 1998.  A comercialização deste material é estritamente proibida.

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