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Filosofia da Ciência. 
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INTRODUÇÃO
O Senso Comum 
O senso comum descreve as crenças e 
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chá de boldo é bom para 
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“O sábio começa no fim. 
O tolo termina no começo.” 
HIPÓTESE 
(G. Polya, How to solve it, p. 223)
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Foi o que Michael Christensen fez. 
Um palhaço norte-americano que descobriu em sua arte 
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EXPERIÊNCIA
Proposta de experimentação: 
Tente montar um quebra-cabeça que você não conheça o modelo. 
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a ciência, porque a ciência é limitada, 
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A ciência não está restrita nas mãos dos cientistas. 
Sabemos que a ciência é composta de hipóteses historicamente condici...
Vivemos rodeados de informações. 
P r e c i s a m o s d e e q u i l í b r i o e 
discernimento num mundo perturbado 
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Mistério, calma, alegria, magia, fé... 
O fato é que há uma energia viva 
que ninguém consegue explicar. 
Uma energia pode...
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse 
amor, seria como o metal que soa ou como o sino que...
Bibliografia 
ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras. Editora Brasiliense. 
JAPIASSU, Hilton...
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  1. 1. O Mito da Neutralidade Científica. Filosofia da Ciência. Apresentação de grupo de estudos da disciplina de Filosofia do primeiro período de Publicidade e Propaganda da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas - Coração Eucarístico - Novembro de 2011. Amanda Morais Andressa Rodrigues Cristopher Kennedy Kelly Cristina Mercídio Marina Alves Virgínia Silva Professor: Luiz Eduardo Mourão
  2. 2. FILOSOFIA DA CIÊNCIA INTRODUÇÃO
  3. 3. O Senso Comum O senso comum descreve as crenças e proposições que aparecem como normal, sem depender de uma investigação detalhada para alcançar verdades mais profundas como as científicas. O senso comum é o que as pessoas comuns usam no seu cotidiano, o que é natural e fácil de entender, o que elas pensam que seja verdade e que lhes traga resultados práticos, herdados pelos costumes.
  4. 4. * Qualquer um sabe que chá de boldo é bom para aliviar dores estomacais. O Senso Comum e o chazinho * Pessoas comuns pertencentes ao senso comum
  5. 5. SENSO COMUM CIENTISTA METAMORFOSE TODOS OS ÓRGÃOS NORMAIS HIPERTROFIA EM UM ÓRGÃO E ATROFIA NOS OUTROS (especialista)
  6. 6. A Ordem Natural das coisas
  7. 7. Existe uma ordem invisível na natureza. Essa ordem está presente em seus ciclos. A cadeia alimentar também expressa essa ordem. O observador imagina o que ela é e como funciona. Busca por fatos que servirão de objeto de análise. Mas fatos não são o objetivo, são dados que o permitem imaginar. Por mais que sejam óbvias suas imaginações, são apenas hipóteses. O cientista busca o invisível, a ordem por detrás das aparências. Ele busca o invisível, estudando suas manifestações.
  8. 8. O espanto perante a ordem é a primeira e mais profunda inspiração da ciência. Ela não é um privilégio dos cientistas, exigência da ordem porque a se encontra presente mesmo nos níveis mais primitivos da vida.
  9. 9. A ciência e o senso comum são expressões da mesma necessidade básica, a necessidade de compreender o mundo, a fim de viver melhor e sobreviver. A busca por uma ORDEM
  10. 10. A Ordem Cultural das coisas ?? ? ? ? ?
  11. 11. O PEIXE PICADO (...) aí, filha, a gente corta o peixe né... toc toc toc ? mas por que a gente corta o peixe mamãe ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? foi assim que minha mãe me ensinou né... ? ?? ? UAI ... ? ? ? ? ? ? ? ? Vovó, pq a gente corta o peixe ? UAI ... Porque cortupêxe? Porque temquicortámêss, foi assim ? que mamãe sinou eu né. ? UAI ? trein!!! ? ? Ô bisa, pq a gente corta essa desse peixe ? ? ? ? ? ? ? p%#}@ ? ? ? ? Só sei que na minha época eu cortava o peixe porque senão a parada não caberia nas panelas porque elas eram pequenas FIM
  12. 12. OBSERVAÇÃO
  13. 13. OBJETO DE ANÁLISE Observar O Método Científico: 1) um problema; 2) Encontrar possíveis para o problema 3) respostas ou soluções para essas 4) as formas-soluções 5) baseado em seus perguntas observado; Imaginar perguntas; Testar imaginadas; Concluir testes.
  14. 14. PERGUNTA
  15. 15. ?? Será que o método científico é sempre a melhor maneira de solucionar um problema Ele pode ser aplicável em coisas simples e cotidianas de pessoascomuns
  16. 16. “O sábio começa no fim. O tolo termina no começo.” HIPÓTESE (G. Polya, How to solve it, p. 223)
  17. 17. Uma hipótese é uma provável teoria, mas ainda não demonstrada, uma suposição admissível. É normalmente seguida de experimentação, que pode levar à verificação ou refutação da hipótese. É a fase de imaginação de soluções para um determinado problema. Assim que comprovada, a hipótese passa a se chamar teoria, lei ou postulado.
  18. 18. Foi o que Michael Christensen fez. Um palhaço norte-americano que descobriu em sua arte , o poder que o sorriso tem em influenciar positivamente o processo de cura de crianças internadas em hospitais. O grupo brasileiro conhecido como Doutores da Alegria , assim como outros espalhados pelo mundo, derivaram do trabalho desse homem.
  19. 19. EXPERIÊNCIA
  20. 20. Proposta de experimentação: Tente montar um quebra-cabeça que você não conheça o modelo. Conseguiu? Está complicado? Se Após tentar por seus próprios métodos, está achando difícil demais, tente aplicar as seguintes dicas: 1) Observe as peças 2) Pergunte a elas o que elas seriam juntas. (paisagem, texto, rosto, desenho ...) 3) Imagine as soluções para a melhor maneira de montagem. (separar peças de mesma cor, separar peças de lados retos ...) 4) Ponha em prática o que imaginou. 5) Tire suas conclusões. Se você seguiu essas dicas, acabou de aplicar o em uma coisa muito simples. método científico Perceba que isso também pode ser aplicável em atividades cotidianas de pessoas comuns. Isso significa que o , ou seja, os também raciocinam como a . senso comum não cientistas ciência PARABÉNS. VOCÊ É UM CIENTISTA NATO!
  21. 21. “A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.” Albert Einstein CONCLUSÃO
  22. 22. A ciência não está restrita nas mãos dos cientistas. Sabemos que a ciência é composta de hipóteses historicamente condicionadas às respectivas civilizações vigentes. Enquanto tais, evoluem e se alteram conforme o passar do tempo e o berço das civilizações que a abraçam. Os cientistas tomam o partido de estarem matematicamente cobertos de razão e inteligência distintas do senso comum, termo esse, criado pela “elite intelectual”. A filosofia porém, parece se preocupar em derrubar esse mito com seus exemplos não tão objetivos e racionais mas nem por isso, menos dignos de análise. Afinal, filosofia também é uma ciência e coube à essa ciência filosófica, analisar a própria ciência (a lógica / matemática / racional / objetiva) uma vez que esta não é objeto de sua própria análise. Se os cientistas fossem neutros, ou seja, não tomassem partido com relação à posse da ciência e do fazer científico, sequer existiria o termo "senso comum" para definir os "menos intelectuais", por assim dizer. Portanto, baseado nos exemplos dados, nas considerações, imaginações e exercícios feitos, nosso grupo de estudos chegou à conclusão de que a ciência não é neutra com relação a sí mesma pelo simples fato de se “auto-denominar” elite do intelecto. E pensando bem, se tratando de formulação de hipóteses e uma ciência por vezes mutável e relativa, existe posição de neutralidade?
  23. 23. Vivemos rodeados de informações. P r e c i s a m o s d e e q u i l í b r i o e discernimento num mundo perturbado pelo medo, insegurança e uma hipocrisia que insiste em permanecer. É necessário buscar na fonte as águas d e v i t a l i z a ç ã o , o u s e j a , aquilo que realmente vale a pena ser levado. Afinal, é isso que conta. A leveza da simplicidade. Para alcançarmos, porém, essa s i m p l i c i d a d e , é p r e c i s o t e r DISCIPLINA. A ciência não está restrita. É vivência comum e natural.
  24. 24. Mistério, calma, alegria, magia, fé... O fato é que há uma energia viva que ninguém consegue explicar. Uma energia poderosa e gloriosa. Essa força supera a força física. Aquele que se rende se alegra, se liberta e sorri pois não apenas vê a vida diante dos olhos mas sente o seu valor, unindo-se à Ela. Para sentir essa beleza é preciso fazer esforço. Mais do que as palavras que falam. Para se viver de verdade, é preciso querer com atos, que dizem. É preciso cultivar o sorriso sincero na alma. Na própria e na do próximo. É preciso querer. É preciso ESFORÇO. É preciso amar.
  25. 25. Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e , e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que toda a ciência sem o amor, nada seria transportasse os montes, . E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 1ª Carta de Paulo aos Coríntios 13:1-3 (...viva!)
  26. 26. Bibliografia ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras. Editora Brasiliense. JAPIASSU, Hilton. O Mito da Neutralidade Científica. Imago Editora LTDA. GASSET, Ortega Y. Em torno a Galileo: Esquema das Crises. Editora Vozes.

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