A democracia online: Sivaldo Pereira da Silva Política, Estado e cidadania em plataformas digitais
<ul><li>O modo que  Estado produz, ordena, colhe e difunde informação sofreu alterações importantes após a popularização d...
Inovações estruturais no tratamento  da informação pelo Estado
<ul><li>a)  Quanto ao ordenamento da informação  -  Primeiramente,  há o que podemos chamar de “empacotamento informativo”...
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<ul><li>c) Quanto ao emolduramento da informação  -  A segunda inovação estrutural diz respeito à capacidade de produzir e...
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Algumas premissas sobre democracia e internet
<ul><li>1)  É possível afirmar que o provável distanciamento entre esfera civil e esfera política, que caracteriza as demo...
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Requisitos democráticos para  a interface digital do Estado 1)  PUBLICIDADE  2)  RESPONSIVIDADE 3)  POROSIDADE
Requisitos democráticos para  a interface digital do Estado 1)  PUBLICIDADE    Tornar o Estado mais transparente cidadão
<ul><li>  Publicidade: </li></ul><ul><li>  - informação institucional </li></ul><ul><li>  - informação noticiosa </li></ul...
Requisitos democráticos para  a interface digital do Estado   2)  RESPONSIVIDADE   Tornar o Estado mais dialógico com o ci...
<ul><li>  Responsividade: </li></ul><ul><li>  -  feedback informativo </li></ul><ul><li>  -  feedback informativo </li></u...
Requisitos democráticos para  a interface digital do Estado     3)  POROSIDADE   Tornar o Estado mais aberto, suscetível a...
<ul><li>  Porosidade: </li></ul><ul><li>-  monitoramento das preferências do público </li></ul><ul><li>-  sondagens de opi...
Requisitos democráticos para  a interface digital do Estado RELAÇÕES COMUNICATIVAS Utilitária Informativa Instrutiva Argum...
<ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li...
<ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li...
<ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li...
<ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li...
<ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li...
<ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li...
<ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li...
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A Democracia online: política, Estado e cidadania através de plataformas digitais

  1. 1. A democracia online: Sivaldo Pereira da Silva Política, Estado e cidadania em plataformas digitais
  2. 2. <ul><li>O modo que Estado produz, ordena, colhe e difunde informação sofreu alterações importantes após a popularização da internet, principalmente com a emergência dos sítios governamentais que estão catalisando um novo modo de prática comunicativa entre esfera governamental e esfera civil. </li></ul>O Estado ocupa a rede
  3. 3. Inovações estruturais no tratamento da informação pelo Estado
  4. 4. <ul><li>a) Quanto ao ordenamento da informação - Primeiramente, há o que podemos chamar de “empacotamento informativo” que se refere ao modo como os dados e informações produzidos pelo Estado são reorganizados para “rodar” em plataformas digitais. </li></ul>Inovações estruturais no tratamento da informação pelo Estado
  5. 5. <ul><li>a) Quanto ao ordenamento da informação - Primeiramente, há o que podemos chamar de “empacotamento informativo” que se refere ao modo como os dados e informações produzidos pelo Estado são reorganizados para “rodar” em plataformas digitais. </li></ul><ul><li>b) Quanto ao direcionamento da informação - uma segunda inovação diz respeito àquilo que alguns autores chamam de “des-intermediação” ou “des-mediação” (GALSTON, 2003, p.40; JOHNSON, 2004, p. 39; CHADWICK, 2006, p. 202) ou aquilo que também pode ser chamado de “libertação do pólo de emissão”, como aponta Lemos (2002, p. 123). </li></ul>Inovações estruturais no tratamento da informação pelo Estado
  6. 6. <ul><li>c) Quanto ao emolduramento da informação - A segunda inovação estrutural diz respeito à capacidade de produzir e difundir informação em diferentes formatos, isto é, a possibilidade de usar diferentes “molduras” ou “linguagens”. </li></ul>Inovações estruturais no tratamento da informação pelo Estado
  7. 7. <ul><li>c) Quanto ao emolduramento da informação - A segunda inovação estrutural diz respeito à capacidade de produzir e difundir informação em diferentes formatos, isto é, a possibilidade de usar diferentes “molduras” ou “linguagens”. </li></ul><ul><li>d) Quanto ao monitoramento da informação - A terceira inovação se refere à capacidade de monitoramento do processo de comunicação pelos agentes do Estado. As plataformas digitais têm hoje em suas mãos maior versatilidade para gerenciar e controlar a comunicação que produz e sustenta maior domínio sobre este processo. </li></ul>Inovações estruturais no tratamento da informação pelo Estado
  8. 8. Algumas premissas sobre democracia e internet
  9. 9. <ul><li>1) É possível afirmar que o provável distanciamento entre esfera civil e esfera política, que caracteriza as democracias liberais, não é um problema de comunicação </li></ul>Algumas premissas sobre democracia e internet
  10. 10. <ul><li>1) É possível afirmar que o provável distanciamento entre esfera civil e esfera política, que caracteriza as democracias liberais, não é um problema de comunicação </li></ul><ul><li>2) Apesar do potencial para uma comunicação menos concentrada, a internet pode repetir padrões característicos da comunicação de massa. Por exemplo, estudos e dados demonstram que a World Wide Web tem sustentado concentrações expressivas de audiência </li></ul>Algumas premissas sobre democracia e internet
  11. 11. <ul><li>1) É possível afirmar que o provável distanciamento entre esfera civil e esfera política, que caracteriza as democracias liberais, não é um problema de comunicação </li></ul><ul><li>2) Apesar do potencial para uma comunicação menos concentrada, a internet pode repetir padrões característicos da comunicação de massa. Por exemplo, estudos e dados demonstram que a World Wide Web tem sustentado concentrações expressivas de audiência </li></ul><ul><li>3) Do ponto-de-vista da arquitetura dos portais governamentais, estes podem assumir formas mais horizontais de comunicação como também podem se configurar como meios de comunicação unidirecionais. </li></ul>Algumas premissas sobre democracia e internet
  12. 12. <ul><li>4) A pesar de um possível remanejamento da audiência dos meios eletrônicos como a TV e o rádio para internet , o ambiente digital não substitui os meios tradicionais. </li></ul>Algumas premissas sobre democracia e internet
  13. 13. <ul><li>4) A pesar de um possível remanejamento da audiência dos meios eletrônicos como a TV e o rádio para internet , o ambiente digital não substitui os meios tradicionais. </li></ul><ul><li>5) Os modos de utilização das TICs não são intrinsecamente democráticos, ainda que sua arquitetura propicie fluxos horizontais de comunicação. </li></ul>Algumas premissas sobre democracia e internet
  14. 14. <ul><li>4) A pesar de um possível remanejamento da audiência dos meios eletrônicos como a TV e o rádio para internet , o ambiente digital não substitui os meios tradicionais. </li></ul><ul><li>5) Os modos de utilização das TICs não são intrinsecamente democráticos, ainda que sua arquitetura propicie fluxos horizontais de comunicação. </li></ul><ul><li>6) É preciso identificar parâmetros analíticos e qualitativos para a comunicação online. Torna-se necessário compreender que a internet pró-cívica e pró-democrática não é um destino e uma fatalidade: depende da forma como será moldada socialmente. </li></ul>Algumas premissas sobre democracia e internet
  15. 15. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado 1) PUBLICIDADE 2) RESPONSIVIDADE 3) POROSIDADE
  16. 16. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado 1) PUBLICIDADE Tornar o Estado mais transparente cidadão
  17. 17. <ul><li> Publicidade: </li></ul><ul><li> - informação institucional </li></ul><ul><li> - informação noticiosa </li></ul><ul><li> - informação burocrática </li></ul><ul><li> - informação técnica-funcional </li></ul><ul><li> - informação política </li></ul><ul><li> - informação financeira, etc. </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado
  18. 18. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado 2) RESPONSIVIDADE Tornar o Estado mais dialógico com o cidadão
  19. 19. <ul><li> Responsividade: </li></ul><ul><li> - feedback informativo </li></ul><ul><li> - feedback informativo </li></ul><ul><li> - feedback explicativo </li></ul><ul><li> - diálogos </li></ul><ul><li> - deliberação pública </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado
  20. 20. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado 3) POROSIDADE Tornar o Estado mais aberto, suscetível ao cidadão
  21. 21. <ul><li> Porosidade: </li></ul><ul><li>- monitoramento das preferências do público </li></ul><ul><li>- sondagens de opinião </li></ul><ul><li>- incorporação de opinião pública discutida </li></ul><ul><li>- voto online </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado
  22. 22. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado RELAÇÕES COMUNICATIVAS Utilitária Informativa Instrutiva Argumentativa Imperativa
  23. 23. <ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li></ul><ul><li>- Imperativo </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado Publicidade Rresponsividade Porosidade RELAÇÕES COMUNICATIVAS
  24. 24. <ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li></ul><ul><li>- Imperativo </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Publicidade Responsividade Porosidade Níveis
  25. 25. <ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li></ul><ul><li>- Imperativo </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Publicidade Porosidade Níveis Responsividade
  26. 26. <ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li></ul><ul><li>- Imperativo </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Publicidade Porosidade Níveis Responsividade
  27. 27. <ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li></ul><ul><li>- Imperativo </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Publicidade Porosidade Responsividade Níveis
  28. 28. <ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li></ul><ul><li>- Imperativo </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Publicidade Responsividade Porosidade Níveis
  29. 29. <ul><li>- Utilitário </li></ul><ul><li>- Informativo </li></ul><ul><li>- Instrutivo </li></ul><ul><li>- Argumentativo </li></ul><ul><li>- Imperativo </li></ul>Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Publicidade Responsividade Porosidade Níveis
  30. 30. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Publicidade Responsividade Porosidade Níveis
  31. 31. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Publicidade Responsividade Porosidade Nível utilitário Nível informativo Nível instrutivo Nível argumentativo Nível imperativo
  32. 32. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas 1º. Estudo de caso: Portal da Presidência da República
  33. 33. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  34. 34. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  35. 35. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  36. 36. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  37. 37. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  38. 38. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  39. 39. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas 2º Estudo de caso: Portal da Câmara dos Deputados
  40. 40. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  41. 41. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  42. 42. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  43. 43. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  44. 44. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  45. 45. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  46. 46. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas A deficiência de resposta é ainda mais problemática quando se analisa especificamente o desempenho de responsividade informativa dos parlamentares: Teste de responsividade informativa não mais que 30 % das mensagens endereçadas a deputados foram devidamente respondidas
  47. 47. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  48. 48. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  49. 49. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas 3º Estudo de caso: Portal do Supremo Tribunal Federal
  50. 50. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  51. 51. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  52. 52. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  53. 53. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  54. 54. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  55. 55. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  56. 56. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Estudos de caso: Notas comparativas Presidência Câmara STF
  57. 57. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  58. 58. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  59. 59. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  60. 60. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas
  61. 61. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas Na média geral, menos da metade dos objetos são de fato responsivos. De todo modo, quando emitem feedback informativo o tempo médio geral é de 1,7 dias para se obter uma resposta válida a uma solicitação do cidadão (via e-mail, formulário, etc.) Teste de responsividade informativa
  62. 62. Requisitos democráticos para a interface digital do Estado e dimensões analíticas

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