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Fair Trade lovers: 11%/ 31-45 anos/ +idealista e –
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Há um mercado a ser explorado, porém não tão significativo como
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1) história da produção – no caso o café
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Contatos externos ao sistema de Fair Trade o enfraquecem?
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Fair trade apresentação final

  1. 1. “Mudar as relações comerciais internacionais de modo que os produtores em desvantagem possam obter maior controle sobre seus próprios futuros, receber um retorno justo e continuo por seus trabalhos e ter condições dignas de vida através do desenvolvimento sustentável” (FairTrade Foundantion, 1999)
  2. 2.  Abordagem alternativa na forma de lidar com fornecedores Introduzir “relações sociais igualitárias”  Aumento do nível de consciência  Modificar as relações capitalistas que impulsionam a exploração social e ecológica do sistema agroindustrial  Questionar a subordinação da agricultura e da alimentação aos princípios de mercado do capitalismo  Garantir aos produtores estabilidade de receita, condições de trabalho e inserção no mercado
  3. 3.  A evolução do consumo na década de 1990  Negociações para práticas mais justas em países de Terceiro Mundo  Crescente interesse da Mídia em questões de comércio justo  Aumento da responsabilidade coorporativa  Aumento do poder do fornecedor no mercado  Conscientização socioambiental do consumidor
  4. 4.  Visita inicial ao local seguida de visitas anuais realizadas por fiscais independentes supervisionados pela FLO e IFAT  Relatórios sobre as condições sociais e ambientais  “Fair Trade Premium”  Custos de certificação repassados aos compradores  Participação dos produtores na elaboração de selos  Atender às condições especificadas (trabalho infantil, preço justo, equidade de gênero, transparência...)  Selos: : Max Havelaar, TransFair e Fairtrade Mark.
  5. 5. Democraticamente organizados em associações de pequenos produtores ou representados por grupos democráticos independentes  Suporte à capacidade organizacional dos produtores – democracia, transparência e participação  Reforço da habilidade geral das organizações e atendimento de seus membros  Ganhos de oportunidade  Capacidade de negociação com novos clientes  Crescimento da credibilidade organizacional
  6. 6.  Proteção de florestas e da vida selvagem  Prevenção da erosão e da poluição de corpo d’água  Reduzir o uso de fertilizantes químicos e de pesticidas sintéticos  Proibição de pesticidas e herbicidas específicos  Garantir os direitos coletivos de associação e negociação  Ambiente livre de discriminação  Prover condições mínimas de trabalho
  7. 7.  Garantia de preço mínimo acima do preço de mercado mas sujeito às suas flutuações e de contratos longos  Segurança no caso de um colapso do mercado mundial Incentivo especifico para a produção de orgânicos  Pré-financiamento para produtores (importador financia 60%)  Relação direta e duradoura entre compradores e as associações de produtores (eliminação de intermediários ou “coyotes”) Arranjo institucional – órgãos, competência e processo decisório;
  8. 8. Organizações envolvidas no Fair Trade dividas em 4 grupos: Produtores de países do Sul ou em desenvolvimento Compradores de países do Norte ou desenvolvidos – importadores, varejistas e atacadistas “Umbrella bodies” :IFAT, FLO, NEWS (lojas), Fair Trade Federation (associação de varejistas, atacadistas e produtores), etc. Organização central que coordena e representa os pequenos produtores, lojas e distribuidores Supermercados vendem produtos fair trade mesmo não sendo estritamente "do movimento“; Alguns grupos têm suas próprias "marcas fair trade“
  9. 9.  Aumento de projetos decorrentes da atividade produtiva  Treinamento e assistência de mercado às famílias  Aumento do nível educacional dos infantes  Estabilidade econômica familiar  Encontro de postos de trabalho locais  Reavivamento da cultura local  Retorno Ambiental
  10. 10. Consumidores cada vez mais interessados em compreender os motivos comerciais considerando questões ecológicas que o afetam diretamente  Desenvolvimento Sustentável é o desenvolvimento econômico, que enfatiza a importância da qualidade ambiental e a conservação dos recursos naturais.  Ideais e morais são revertidas no próprio poder de decisão do consumidor  Símbolos de Consumo Fair Trade • Apoio da mídia • Ultraje moral • Produtos alternativos • Indulgencias Ecológicas
  11. 11.  O problema fundamental é a barreira do reconhecimento dos consumidores sobre as questões ambientais e as questões humanas  O Fair Trade não é amplamente reconhecido pelas organizações dos supermercados  Exige um comprometimento do consumidor
  12. 12.  Pesquisas anteriores: Gap entre posicionamento e consumo -> pequeno Market Share de produtos éticos  Conceito de Fair Trade usado: preço justo para os fazendeiros produtores de café nos países em desenvolvimento.
  13. 13. Parte 1: Para cada um dos oito tipos de café, estipular um valor do preço base (1,87€). Parte 2: Valores pessoais e características sócio demográficas (idade, gênero, educação)  4 grupos: – Fair-trade lovers: 36% (0,62€) – Fair-trade likers: 17% (0,32€) – Flavor lovers: 4% (0,07€) – Brand lovers: 3% (0,06 €) Não há como deduzir o Market Share Parte 2: Estudos anteriores (confirmação): educação -> consumo ético Valor atual do prêmio pelo café Fair Trade: 27% (0,50€)
  14. 14. Fair Trade lovers: 11%/ 31-45 anos/ +idealista e – convencional Fair Trade likers: 40%/ +idealista Brand lovers: 25%/ mulher/ -idealista +convencional Flavor lovers: 24%/ -idealista +convencional
  15. 15. Há um mercado a ser explorado, porém não tão significativo como apontavam outras pesquisas Certificação e selos nas marcas atuais Redução do prêmio pelo café Fair Trade
  16. 16. 1) história da produção – no caso o café 2) características das redes de comércio justo  3) certificação e etiquetamento – reinforcement – para controle de qualidade  4) se há ou não benefícios para produtores, famílias, organizações e comunidades  5) os principais entraves nas redes de comércio justo.
  17. 17. Murray, D.; Raynolds, L. T.; Taylor, Peter Leigh, One Cup at a Time: Poverty Alleviation and Fair Trade Coffee in Latin America, Colorado, March, 2003. p. 4.
  18. 18.  Quanto maior a organização tanto mais as dificuldades: transparência nos custos, processo decisório e desconfiança. (Ex.: CEPCO, UCIRI, Majomut, La Selva, Tzotzilotic, La Voz, APECAFE, Las Colinas, El Sincuyo)  Crescimento lento das redes de “mercado justo” em comparação aos discursos de “mercado justo”  Europa com maior avanço no consumo consciente e América do Norte (Estados Unidos e Canadá) em expansão tímida  Baixo conhecimento dos produtores sobre “comércio justo”  Entraves na compreensão de funcionamento das cooperativas – desconfiança, comprometimento e participação democrática
  19. 19. Pouco apoio a novos grupos Centralização da informação – assimetria de dados entre produtores e líderes; Conhecimento e comprometimento a longo prazo são fundamentais para a sobrevivência das organizações de pequenos produtores
  20. 20. Muitos pequenos produtores capazes de atender aos padrões não recebem permissão para participar Alguns grandes produtores que já obedecem aos padrões sociais e ambientais não podem participar, devido à ênfase dada a pequenos produtores Mudanças na abrangência e critérios do Fair Trade estão intimamente ligadas a o tamanho do mercado, cuja expansão é o maior obstáculo Há desconfiança acerca de novos membros, pois estes podem estar apenas se aproveitando dos altos valores na venda de café devido à crise - há estratégias e políticas para aceitação de novos membros
  21. 21. Diminuição dos preços pagos para produtores para expansão do mercado Cooperativas reclamam do processo de inspeção – sem feedback Retirada de certificados (La Selva e Tzatzilotic) – mais atenção nas produções Integração com outros selos- pode enfraquecer Fair Trade, pois ele possui padrões sociais mais rigorosos
  22. 22. Estado não financia diretamente Fair Trade – melhoras na infraestrutura e etc... Objetivos das Instituições Estatais não são totalmente compatíveis com objetivos do Fair Trade - Excesso de crédito gera dívidas, falta de comprometimento com padrões estabel ecidos no Fair Trade Necessidade de diversificação de produtos
  23. 23. Explorar produção de novas commodities, não somente café, e em outras regiões do mundo. -Identificar as semelhanças e diferenças entre as condições de produção e venda nas atuais e futuras áreas beneficiadas pelo Fair Trade. Assim como apontar diferenças entre os mercados Europeu e Norte Americano. Necessidade de expandir a participação dos produtores nas redes Fair Trade -Desenvolver workshops envolvendo organizações de produtores do Sul, FLO, Transfair USA e Canada para fortalecer o diálogo entre o Norte e Sul. -Treinamentos nas cooperativas, também ajudam a ingressar a mulher nas atividades da cooperativa -Incentivar trocas de informações entre produtores do Sul e consumidores, compradores e outros envolvidos no Fair Trade do Norte.
  24. 24. Contatos externos ao sistema de Fair Trade o enfraquecem? -Ao se tornarem maiores e mais independentes, os grupos de produtores podem até sair das Umbrellas Bodies e entrar diretamente no mercado normal, uma vez que eles já tem uma relação e já conhecem os compradores. Isso é criticado pelos compradores do fair trade mas é positivo pois evidencia o sucesso do programa de fair trade ( fortalecimento dos produtores e sua inserção no mercado) e pois promove uma rotação entre os produtores participantes do fair trade. -Contatos diretos com supermercados e casas de café tipo Starbucks – podem confundir e diluir os padrões impostos pelo Fair Trade - Novas parcerias com empresas grandes e produtores de café baseadas em critérios similares ao do Fair Trade, mas fora do sistema do mesmo, podem abrir novos mercados, mas também destruir a integridade do Fair Trade.
  25. 25. O fair trade é melhor que o mercado livre e que o protecionismo? -Avaliação caso a caso, transações justas=partes equivalentes Não retarda a passagem dos países de produtor agrícola para transformação industrial? Seria possível fair trade em larga escala? Atravessadores ou “coyotes” – paradoxo da liquidez? Estado como diminuidor da desconfiança ou promovedor do “livre mercado” com recolhimento de impostos?
  26. 26. Murray, D.; Raynolds, L. T.; Taylor, Peter Leigh, One Cup at a Time: Poverty Alleviation and Fair Trade Coffee in Latin America (2003), Colorado, March, pp. 01-37. Ferrie, Jared; Hira, Anil, “Fair Trade: The Key Challenges for Reaching the Mainstream”, Journal of Business Ethics (2006) 63: 107-118. Strong, Carolyn, “The Problems of Translating Fair Trade Principles into Consumer Purchase Behaviour”, Marketing Intelligence & Planning (1997) 15: 32-37.

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