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Squarisi e salvador_2008_trilho_das_ideias(parágrafos)

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Capítulo intitulado "Trilhos das Ideias" do livro "ESCREVER MELHOR: guia para passar os textos a limpo", de Squarisi e Salvador (2008).

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Squarisi e salvador_2008_trilho_das_ideias(parágrafos)

  1. 1. Dad Squarisi Arlete Salvador SCREVER MELHO 01m¡ para passar rjs Tex/ US (I / inlpo b Trilhos das idéias i4 WWW/ g? já¡ um 797: ngmzm Stunihal Anima das ¡waLm . h c das ohlgücs. o que dá xnmcmAgño ; to Lcxro é › Cstrunlrñ dos blucus tem . a . l nrganiuçãnü dm ídéim cm paxignafrr mcxnm tímgluniox[nHundnx1mm, Por CICS ¡msxun m çmnboios das Olllgüux u pcrunhn, ›x Úllwx ¡ucçixun xr¡ (muhwínhx dc Íormn [1.1|'II10¡1ÍU1pclüiPFCLÍIVÍCÍO». vala c lnmuAnlLlx. .Nem Isso, um [um püdfL'[l'. ln5“l'll1.1l num . Inmnumxío dc Idüím wm rumo r bem uxcriíns, um: ~U¡¡. l gli] xrnm. . mnhçãn dm panígnüb; COILNLÍHIÍYCLUINK)Í'kl| ¡l. I'ncI1[.11d()[CXRX Ltmbúm imnulnunro ímporuntç dc cdigiu. Fm muiwx usos. mudangJx ximpICS 7 (01110 íFOL1l¡'TI'; lC” da: lugar ou Llcunnpni' idéias r wmEra11 cLuc/ ..L cloqiíóncia c clcgjinia ; m recado. NA em da uwmunícaçào digual. o pa __, 1h) parccc rclrgatlu 21 segundo pLmn. ,M letrinhas ¡xmaxux11 a ser nznadax como elemmms gráñuu un páginas clemãnicas. Não prrcimm scr lidàs, mas vlslas. Na hmm da bclua. cart-anne Hasta c ›ep;1r: un›se idó' . s sem ¡vreocupaçâo um! o sentido Íógim (ln enunciado.
  2. 2. Escrever melhor 46 . v ~ ' dem Profissionais que dependem da escrita para : obra n ? r riao po rcnar 1 ral luxo Advogqdos jornalistas. udmimstradnreí. sc cnr a. 1 › * 1 › _ _ . 4, 1 . ~ ' ' " , un iro ob euro. estudantes, cxecum os ! cm dc comunicar ideias Para a g l precisam organizar a mensagem. d 1. '- ' * kl 'Uni Í'ÍU Iratmse de trabalho sofisticado purqm a Làlrulur g l d › , -1 ' ” "mcomaexiac dcpcrldc dc muitas x navais como Cnl1tELld0.0h]Ct10 1 ' _ 1 o próprio mlento de quem cxcreve. Os redatores hdbclh n o (ema e < - - . r v ' ' ' -1 . dwem . Her-se d ¡vodem recorrer ; x rriihoa tormmo». (E mms Iimindns g vias simples c dii'cr; is.1n1boa (iicgario _um dcsnno. Y' hi 111d1 mais Ci'ͧiLU ; iu «mv . l rcgrinh. ; du num qm- . ao a 1 1 . -› . . _ n ii Lililizar um parágriti: p ir; x id l 11111.1 I-Í. como rcgrmlm dc rccoiiic Li y . . 1 . . . 1 r qua sc di' VCZ L1 parígrwñwx curmx. N11 1111551126111 d: um bloco pra d. ' . . . . . 1 - . ' : 1 '1 1 'i nih¡ o L ur IIÀLHH» para outro. o lcitur rcspna, n . n . .mpu [nn mu ] C rccupcri o fôlego para outro PÇÍÇLIBU d. : viugcnl Parece Êicil. Mas c' imprçxç ' ; uma gente bon ou irem 11mm r v "Jriincu. Lumo o: trilhos dos «as ; atrapalha n21 hora de pór 1- : , 1 _ . - 1. . . . h , A _ trens. os ¡Limgrafos tem cri . rrllpwí* * Farm” m” v ~ r v r '- v iuzir o leitor até a esracio Nem úsmprs seguem tum H ~ A JK › final e rarcra axdua. Mas h. : . r JLSM 1'¡ Ponto de par-tida: o Parágraf** . . › , .. - - - ". .R*1.n': ' ncc (cm um livro pu. . ~ ~ “ “W-llqmr Wim” Li l m rdMdido u v x dio um 11 . ido . to leirm. quc (1 u( c r 7 * . - . , ' 1 ' ¡ ; ' 'i; ¡,L'1n. ¡~U. Dizem que . iii. em mui¡ lx» 1 r « 'Mm Um¡ “if › Por ixw é uma¡ Llnidadc d: . ' hu um. i idem ccmrnl. l'. nnm scçund írin qmnn» 'i U 7'* P513' “iu“e'"^¡'l^' Hi ¡elms , ;cum de r . . , « . L)n1;| i,x xcgum c' o ¡vadrãnx E. 1 _ Í - 1 ~ 1 ' ~ › ' f'. . . li. mam . a cobra. Hc (cm Liuas paras. A mm u. ,. -WPÍW ' “ _ - ii 1 idéii núcleo O ' 'umusrrau1nui. Sustcnta o 1' nunc; . u . w ~ ~ ' _ . 1 - - 2 ~- . .Ç . ~ ' u. ou Come naus. hi2 topico. Lomo. Lira eum: r ~ M¡ q comparações. zinalogíns. ç , Trilhas da¡ Idéia¡ 47 Quer ve Í' D 011114119 1'"1g1r1'1'11.r 111111” 2111151111111. 1711/11 11-11111711¡ wz, 6/1'. 11111//7e7-1-'11f/ /111 111711 11110 passar 11 D111 (/11: Â/ Áíe: ram 11 fizmzlu 11111 511o 131111111111101 / '111117r11, 7111 Piauí. O again/ anta 11111 511111. 511111 1571/76/71), 111171715. 1'1'11g1>111. Ó parigrafh rcm unicindc? Tem. 'iram de um só usunro: a : :mg-a q: Gomagu Ncgrcirm. No rópiw fixam] (10 periodo). diz que ele esta' 'Lang-adm nos uurrm periodos. o ¡vorqué da 11115421. Perfeito. Analisc outro cxcinpio: 0 (11111 7111/1111” 'o 11111 l )1'11 1111,¡ 1111/1111¡ 11111 /21111111 1111ti: _gun/ a Ogo1*1«1'7111//117' 117111711-/1111 711111 /1'111111' 511/111111/ 1111111 o: Vf1i1711'1'o7111'7'111.~' 1¡111' 1110 711111117' 1112171111 /1111111111 1/1' R5" 500, 00 ¡111111 RS 600. 00. Ão tópico 11115111, o autor _muncia o ; ixsunro ~ cinco mil pessoas terão um Di a das Mic: um pouco mais gordo. No desexivoiviinento, diz o porquê: o aumento do limite . salarial para os funcionários que receberão o JbOHO. Emminc mais um: 0 0 qu? 1x 1111171*1151g711/111áU11171 7111.7 1111/11: 1/1' 1'1111'1'1'. w'i110.; ]1Z/1'11 1 .1-11/11117111 1050111711771 m' 1/11: 77111111/1171/8111173'. Paz/ ro x1* 1117111711111 1/1' 1111( 11 77111/111 711111 5071117171311. 1117115511 r/ rxuu/ ?rilz 51111*_111'1'11//11 e' 711111 11'1'11111117*11 111/11. O nipiçr» frasal. .ii. 17.17 uma pcrgunm. O desenvolvimento Füípüllkicnl Limndn L-cmpios Lim nicks: o dciúiia c Adriana. Outro: (1 «ic Pedro. O Liilimn: 11 du ÂmcxnL Win1115 para u ¡,1;11'; ig111f'(›. (Ínnçlun com cnc. .uinprado de cditoríal du'/111'1111/ 1/11 3171111: Ó X11 13/11. /111 /11'1¡111*7111.x 411111171111711 1111/01' 11111115103'. [7111 1/1/11:: /111107111 1111.~'1/1>11'1i11x1r11. 0111111.6111/11111117111/1'1'1'1*1'11'1'1//1I1,ño 1/1' 11117111111' /11'/11.r 77111711; 1/1) 1111171111/111-'1111 111'71111// n.r 111/11¡ 111111c/1À'. .Ud/ s 11711.'1''rm: r11071117/1111111'117111'111'11« 1/51/11111//11 1111 11117111- / ›1'1111'1*111/11/11' 11. 17111111171/1111, [111 / /1'11.x'1/1*_1og11 1111.Í111*11111111i 8/1"; MT55712111 11 m/ m '13510011 R520p11171 701111171111111¡ 1/0 1*111'1^11'Í O 1111111111. 11111.7 11110 111mm¡ 1'111_; m7'1111111'. ' 11 511111111», /Mmr/ /Ipe/ a 1117115 013111121111711, r11111b1/171 1* 1'¡ 111111/0 11111175111111111111 #11711115 é' esquin1zxfv1o ; vc/ o pequeno r/ e/inq/ lmzr.
  3. 3. 43 : en-ee malhar Viu? O tópico frasal All! I' »”“'<"“ pequenos Llclitos ignorados peÍo “WMO sustenta a declaração com quatro : : _dos P01' ¡J-artícul-as de transição, que facilim. ?Wi W' deles, outro, nmis um, o último. As estações: desenvolvimento do parágrafo Escrever bom tmrágrafo tem dum Í ~ pm” de maturidade lingüística. A segunda: .n s' . lidade. (Íriançu é incapaz de escrever tópico fm. . ela, cada Huse é um tv-arágratfo. Mais 1.: : .1prer1de.1;1grt1pz1r As idéias. Quando chega ao xrestibular. está tr. ~ , parágrafo constitui Linidade de Compass. : i IÚPÍCO- Recorte L1 várias estmtégiais. Uma delas: CÍL: _ , ' ; Jrrwnfil r-. izões ou conseqüénclrts. Mais uma: decowj. . . j 'FÍVM' partes. Vamos a elas. Citação de exemplos ' í/ Ilz' (PAS) . su. rir/ mu O / ls opiniões . ro/ are o Programa di' . divergem. Paulo da Silva, diretor x73 / o taste zzbrmzgezzte. .Êaulo Dim. A: [UHSÍZÍEWUIPO para/ tl. Fábio Dmzm observou que n prova valorizou o dera Àft>L¡L(>¡7'/ l_f2d› 7' 1 e i7: fa', i g¡ Reparou? O tópico fiasal define a idéia-núcleo do parágrafo 7 21s diferentes' opiniões sobre o PAS. O desenvolvimento cita tres exemplos para sustenta-lo: a opinião do diretor do Colégio Franco. a do professor de Geograña e a do professor de Inglês. Yrllhos das idéias 49 O O 1177107' o o rosmneizzo tem seus provérbios. Íodo / mmem zwdllXüi/ (Ií/ í) e poem. Quem mm¡ o #ía ôwzíro Í/ Je parem slmor e tosse mio do' pmyz estou/ in: .Sie Lroré quer elogia, i/ Il¡7“7”x! ,'JL'(]I1('7'L' rim, (um . (Nelson Carlos Teixeira) Xinlcza. não? O tópico irasal ; inunda o ; Issunto do tvarágrafo e a etistençia de provérbios sobre o 'amor c o casamento. O desenvolvi¡ mento sustentam. Enumcra quatro exemplos. Guarde esta dica: a citação de exemplos e' a melhor estratégia que existe. Abuse dela sem cerimônia. O texto ficará concreto; o leitor, agradecido. Apresentação de razões C Por que os estudantes tem dfÚm/ zúzde de' escrever? Uma dos razões e i1_ ; fz/ m de ieznzrw. 011m1, aflito de treino. A esto/ o deve , wrmzr atriz/ nz: m* de/ irienrizzs. O tópico frosal pergunta por que os alunos acham díficil escrever. 0 dcscnxulvimtnto responde. Apresenta duas ra7õcs: falt.1(lt-leitura e litlta de treino. D Ú r'. ~'Il/ //z17// r'¡/7(/ /17'z', qm' rirl/ _nzpnurvzs u/ uzm' do mmvn' rm ¡n/ ¡rotvzr/ ndu, M1113, zi/71(/1I¡1.s'li/ I. petttzgzzinUs_sz^0b/ z›r/ ¡v›. poda r/ ri" / 'U›“U7'luI/ /.Is' [um u; ' '_¡77'1/'NRÍHI. ~' Ivlgds hi0 ~ t' son/ pm' : ivl/ rwwlr/ I um : is J/ /r/ »zrzs zlglW/ I ; cr/ ão 7'u. w'z'7'1v1d/1s* um (/ I/I'l/ /(I. ~'/7 L Wii/ wifi! ? (/11 um' Qznz/ qnvrl/ nusoz/ _vn/ z o uuzgvi/ riz/ ro winx/ o r/ uprzr/ /npodzmi 1 / lfí/ FJA/ IS rugas, mdrpvndmztemem/ t) do org/ vil¡ sor/ dl A / dç/ al Í/ li Úepzlrrnvío " des/ Iv um . cm/ ro por/ z rest/ r' 0111721. No also, pzmz que servo despir um estzz/ Álrzrep/ rrn dm' de vestir' x1 outro que mio estz/ neressorizlvzmzze im? um / uvgros ; Fm
  4. 4. ¡gnu-u- melhor 50 Simples não* O tópico frasal anuncia Ill Ê¡ - 0 “mdamc i . .i ' ' ' ” . O pobre pode desistir de lutar por uma np na ununbde pulalcl: : ou desenvolvimento diz o porque: as vaga¡ @É @'15 305 r' aos negros. Os demais sobram. Decomposição O) Camo se divide o sujeiti¡ em O >'-". '”*'^'^'*f PME S" simples, composto e indnernuanh. O : :usp/ es rem um núcleo. O composto, maisdemn. OÉ-naado ninguém sabe. Hd um sujeito, ma: .ví %amgllf 'F'"á'[”' Viu? O tópico ftasal faz uma pergunta. 0 àn-olvimento» 'A0 Ç . t - - ~ . De ois responde-la, recorre a decomposiçao. Dmdeotnth Pâldlõ Pl . e ' - ' xem os retoma-as uma por uma. Facil, nao? Vale kmhl: : 101120_ _ el? t» P ' - mnzn' 1m. não esgota o assunto. A decomposlçao. 10 _ ' j” “e ° Mais um exemplo? Ei-lo. A estratégia ai: tao na cara que dispensa comentários: o) As palavras, como os remédios. ¡da! "HIM O “big” indefinido e' uma delas. Medic-nun¡ Je uq. : ; tem 46:? ser usado em : lose: bomeopdmm. E manter¡ . rfÉlTME 0 Substantivo, tornando-o vago. migram¡ evaefvrund 441 m 99% das fiases, o pequenino e' 3g. ; sozvma ao emprega-lo. Seu texto ganham' em giga e ekgdnrtíb Falhas dos parágrafos A - ' ' ' O mistura- Voce pode COnSLTUIr o paragrafo com mncantcgza u las. Mas precisa ter três cuidados. . . . - - d ® O primeiro: amarre os periodos. Linz W355 [em e conversar com a outra. Sc alguma Em! de film» sem diálogo, abra o olho. Há algo caib- 'IHlhos das : seus 51 s O segundo: evite a fragmentação - isolar idéias que deveriam estar juntas. O último, mas não menos importante: Eija da acumulação. Não agrupe idéias que têm de estar separadas. Fragmentação Examine o seguinte texto. escrito por uma estudante de jornal ismo: O Afim/ Ja: ¡nel/ Jores lembranças ele inftineia estao relacionadas ao pezfilme elefwzas. O : beira de toco mefzz lembrar' os bolos de aniversario que a ruin/ Ja mãe fazia. Enquanto meu: arrziguinbos se lambuzavam com chocolate, eu comentaram rom quitutes branquiizbos, JUÍPÍEIZÃDS ale raspas ale eoeojíesro e sum/ emo. O aroma das goiaba: me lembra a goiabeira em que eu eostumazla subir quando rriazzça, Havia mn gal/ Jo la' no alto. tomado [(77710 mnsofií. Cbega va a ele trepando no muro, depoir nzedepeizdzziazra num galbogrosso e jogava o : orpopara (ima, Pronto: lzífieava, a : mafia-pelo mundo, no : ame dagoiabeira. Coen e goiaba são as rain/ Ja: fvazaxfzvoritas. Pobre parágrafo! Parece um corpo esquartejado: a cabeça pra la', o tronco pra cá, os membros pracola'. O autor do estrago fragmentou a ideia central - as memórias da infância. O primeiro período se encarrega do recado. É o tópico frasal. Os demais o complementam. Cada um trata de um aspecto. O primeiro e' o cheiro de coco. O segundo. de goiaba. Eles explicam como as duas frutas contribuem para reavivar a memória infantil da autora. Finalmente, o último periodo Funciona como conclusão. Que tal recompor a criatura? D il/ Iiizlias melhores lembranças de injçineia estão relaeíonadas aopeifnme ele/ iara. : O : bei ro de : oro me faz lembrar do: bolos de aniuerrario que a min/ Ja anziefazizz. Enquanto meu: amiguinho: se lambuzairam rom ebocolato, eu eomemorava
  5. 5. 52 ssa-ovo»- melhor com quitutes branquinhos, .sa/ picados de raspas de coco _hesco e . turu/ entar O aroma da goiaba me lam bra a goiabeirzz em que eu costumava subir quando era crizzzzça. Havia um galho la' no alto, cômodo como um sofa. (Íhegtzzxa a ele ! upando 71o muro, depois me depmdurava Hum galho grosso e jogava o corpo para cima. _Prontzr l/ ifcazui, a viajar pelo mundo, uv turn: dagoiabeim. Coco egoiabzzszio as rainhas #atas avoriras. O [CXEO poderia ter outras estruturas São caminhos diferentes que conduzem ao mesmo destino, Ao escolher um deles, a autora da' o mesmo recado ~ as lembranças da infância trazidas pelos odores. Eis um jeito: o) O cheiro de goiaba me lembra a goiabeinz em que eu costumava subir quando era criança. Havia um galho la' no alto, cômodo como um soja Chegava a ele trepando no muro, depois me dependurava num galho grosso e jogava o corpo para cima, Pronto: ld ficava. a viajar pelo nzundo, zm cume da goiabeira, E o perfume da cocoÍÀ/ Íefzz lembrar dos bolos de aniversario que a minha mãe fazia. Enquanto meus aaniguinhos se lambuzzzvant com chocolate, eu coazemoratrz¡ com uitutos 'l bmnquzrzhos, salpzcados de raspas de cocofrsco e suculento. Minhas melhores lenzbtauças de ¡nfiirtria estão relacionadas ao aroma defutas. Coco e goiaba são as miuhasfizvorizas, Ate' hoje, marttorz/ ao a preferencia. Os períodos são quase os mesmos, mas a organização é outra. Dessa vez, optamos por inicia: a narrativa com informações secundárias ate' chegar à idéia central. Em vez de um, três parágrafos. Cada um desenvolve uma idéia. O primeiro: o cheiro de goiaba. O segundo: o cheiro de coco. O último: a conclusão. Que tal este? O) Quais são as suas melhores lembranças de infzuciafAs rainhas estão relacionadas ao cheiro dasfrutas. Coco e goiaba . vão as minhas favoritas. 'ÍI-Ilho¡ das ldélns 53 O cheiro do goiaba me lem bra a guiabeirtz em que eu costura/ uu( subirquartdo eratvizzuçu. flavia tango/ ho la' 71o alzo, comodo 50H70 117)¡ XÚM. C/ JFg/ Ílrl/ l Il É! ? NTPÍÍUÍÍIÚ 7M/ WÍHTD. ÍÍFÍÍÚIVS 7715' dependurazva num galho grosso ejogaiviz o corpo para rima. Pronto: la” ficava, a viajar pelo mundo, no curnedagoiabeira. E o pezfnrze do toco? ;We faz lembrar dos bolos de aniversario que a min/ ra »zãefzzirt Enquanto nzeus amiguinhos se bfHÍlbllZJÍT/ UU lkülll Í/ WTÚAÍÍÓ ? Il lYllllÊnlülwll/ Í (UNÍ qZtl-ÍHÍKÍ brunquiuhos, sil/ pitadas de raspas de vou/ festa e suculertto. O segrcdinho dessa engenharia c' abrir a introdução com uma pergunta. Ela funciona como tópico frasal ao mesmo tempo em que inclui o leitor no relato. Em linguagem digital. poderiamos dizer que o escritor utilizou técnica interativa de comunicação - estimulou o receptor a pensar nas memori s infantis. Acumulaçáo Ô , -l lhtireluiziatlz' (le Bras/ luz acaba de receber os private/ ros rstudmues cotistas. Sr mio ou não ser bons alunos, .xr terão ou Não o mesmo desempeuhr) (los dean . estudantes. e' discussão . recznubíria. O tempo sr eumrregarzi de esclarecer as questoes. A pergunta que nem a UnB nem as eutizladrs interessada' nas roms se dispõem a responder e” outra. Quem m¡ reparar os danos dospre/ Izdiczzdospebt reserva de vagas? Um conhecia/ lento mínimo da realidade' social do uo ' 'o par: : perrmtiruz a quiz/ quer respous/ iuel por politicas piiblíms saber quais as pessoas etwluidzzs da boa universidade. Os negros estão incluídos ua grupo, .Was estão longe de ruonopolizaz' uuzis essa forma de exclusão. O que evclzti os nossos jovens da universidade e a pobreza. Enlbozo os negros representem grande contingente entre os menos _favorecidosy tem companheiros das mais diversas cores na nzesma situação. Pereebezre que a UnB não se preocupou em saber que E07'
  6. 6. têm 0.1' milhares 1/61101112. - r não . v1 . rent/ zm 110: 0111.1; de 11111110 . ruperior 1/01111.: 1'11111¡111'1í 1/1 111111//21/11-113-11. (redação de estudante da.  Ufn! “Quero tempo", suplica U Ç acúmulo dc informações, o coitado . Em bom português: pede parágrafds. 4 entcnchdos c apreciados, nada mcumr 6 Primeiro passo: ler u [CM Segundo: separar as idéim Terceiro: reorganizá›las, Vamos lá? O A L'11i11ers1'1/11de de Bra: .' , ÊSÍI/ (ÍIIÍÍIÍÊÍ CÚt/ IÍÍÉL S6 17/1) L U1/ Hi0 0 ? WITH/ Ú dfJHH/ h 41511155170 1211111441111. O 11m ' 115 0110511511'. A pergunta qu( 1411161115111/11: 1111: rota: 51' 1/1170'. 1/17¡ 7': '7)/ ÍÍ? H' (75 4,111104' 40X! ” › C*011/11'1*1'111111t0 mínimo 1/11 111141111111111 11 qua/ quer 11511711111'. - 1¡111'111 : ão 11511055011¡ ext/ l/ít/ a: a'. 111170 1111/1111/0: 1105171410. 11/11- 11111¡ 1f0171111 1/1 txt/ urãa. f 1 1111/0111 1/111/1' 1*' 11 pabrrzn_ __, LWÍI/ I// gfl/ Íl' ("Í/ NY HI 77/31/05 / nÍ 119111 1011101111/11/10: 0131: 111111.: 11/. Perrebe-'r 11111' 11 UnB não E1 têm 0: 11117151111¡ 1/1 nara/ extina- 11 ' 1 11110 . m 111111111¡ 110: 5111110: 1/1 de 11151110 51112617011/01712/:1 A 11,. ;- mmpe/ i de 111111/f11bet1km0 nes. ; B íbovvor' melhor ' 117/1111/ ' .71111105 111-110 [U1 f' _lzrever . 1/111/1; Q11w11 1 sugar? 111 ¡11113 . . r11/1v1' ” 1, 11111111; .111/1211111 :111110/11 _1111111/1* : 111/1011; Í 11111170. 11111' 1'01" Trilha du uma¡ 55 L-in outro cxclnplo de actrmulglção. No prímciro momento, o autor deixou as idéia» Huírcm. sem preocupação de organi courcntcmcntc. Depois. didnl: do mar dc informações. PFCCÍSOLI enfrentar o desafn de transfbr1n. í-]a< num texto com unidade. hs cnerénda. clareza c. dare. charme. q) O 311m/ .vupemu 111111111; 10311190.: 1/13/11 1990. N11 r11111p0 1101101111111 10//1111 17101131,» . ro/ zw ¡1111/7/011111: qm' 0 .11171111111111111111 /1111111 11/1111¡ 1/1/11/11/115. C0111r0/1111 11 ÍIZf/ /ZÇ/ Í/I 0 /011g17 1 1/1xg11J11111I1. 5111911111111 11151; 1 11111 pra( 511111111117501111/5 U 50018111171. /711111111111111117 1//1111111111 11 111/11 cv1s11111, 1017111111/0a1' 11111110 11111is4^eg111vp1z12z 11191111121 1/11, /711151/61117: 31111111 115 1'111'15rid01'1.r. 11/11:, 1111x1111¡ 111/111171/1 10111 1111110¡ 1111111105, 11110 10115151111 1/111111111* 0 110' 0111 111111.: 1/11111111111111 11111151 11; 1111011//1111/011* ' 11 1/611111111/11/11111110. 71111/0 1011110/111/0 11111111: 11111611111:: 0 p1z1kpod1at1 1/2/71111111' : abre 0 1/1/1171? K/ t” 11111105 11111 11 ,1111111110 1111111' 1111/11111/0 1' . Ming 1110¡ 11111 _emu 1/1 1/1'. ~'e111*0/1'1'1111'1110 .1111111/ 1110/: .'1111"/ Í11111'111. O 1111111171111' / *1'11111111/0 1/11/0171111[11111/11111110/11/0 _3111111-110 11/1 1711111111' 0 / )1'0g1'1111111 1/1', -I1'1*/1*1^111'1111 1/0 C1'1'_›'1'11111'11r0 IHC . É . 11 .1'1111'1'1111'1'11 /11111'1/1'1*/ , _por 111111.: que 0.x' 111/1111111511111/0115;UM/ iam 11111111111 111111/111/05 1111¡ /111111111111/1' 1* 1/1//111/1/111/1¡ 1/1 1111111* 1/0 .111111 1”: 'I11'1'11/. A 1111171111011 1/01* N '11/. 1-/111/1111 . 1' 111111111'1¡111í. x . (1711 i111_111'1'¡1'íI11// z'1*i. r :1111 .1111/1111111' 111111' /1111111111 11111 1'1*1ar1'1'111c1110 31/:11111111 _ ¡111111 1 111111/1':1'1111* 111111 .11 111'1'1'. x.~1 111/1w' 1/0 _111115 1' . v1'11.w' 1111//11315 1/1 415111111npn/ zax'. .1/11; 11 111111111710111' 1/0 rmbn/ /Jo 1/1' / é^l'1l7' 0 /111/.1 .11/1111111* 121111 1111; 111110; 1/11 1111/1115 5110 1/111' qm* ¡0111111111111 1111/111//1111/0122¡ 1 / n1g11111 11 11111101711 1/11x 1111/10510; 111111 15110111 11 11111111111111133/1 .4/1/1111/1. , 11111112111111111111111100/ .111/_1701-1111111 1111 1-0111/1/11111711111' 11.: 11111111131:: 1/0 530111710 10111 1110111111' . varia/ x 1 111111115111101): Í Í11/¡1'1>111, 11011111110, ¡711171 1/11.: 11151119111111711¡ 1/11 11111111/1111111110 /112/1/¡171 11 / ›1›111fí1'111111 11117/1611¡ 1/1 111211011¡ 1111// 10111111/11 511111 10111/1161: 101110 [11/01/505. Ja? Precisanws Nossa Senhora. que selva! Como arrave. abrir caminhos.
  7. 7. 56 Primeira provídénc. ; texto? Uma leitura . n. torno dos dÕSHilOx muitos desde 1990. ' ' desenvolvimento mu; csttí nas mãos do gm _- Ô Segunda providênt 1. apresentar o term O 2. Lltzll' os avanços 3. referir o desafio ; ttuf 4. apontar a forma d: Cada item, claro, merecerá à introdução. A abertura e' a pan; irremediavelmente o leitor. Para seg" - - impõe-se encontrar uma forma que l Pode scr uma pergunta_ uma Ç nosso exemplo, o assunto e' desafiar palavra. A origem curiosa do un'. * , governantes e empresários na luta par. . ' D Desafio e' a palavra que cntpresdrios brasileiros. O - j? Mas o” o seu oposto. " z Depois', irzcitztção à lzmt. /zrstrízrzt do empreendedor >. . doptz/ s, ele investe recursos. .r geuerosvt, traduzida em m, dz! of 'm de empregos, inu a; A me; da ; negada dos _fi-tm transposição re inzerpãerl¡ t_ Vlw/ xvid, juros altos, Íllsfsf: : WJÇXÍIIIIÍE, info-estrutura [m, izrrzleiente / Jostíl ao empreendeal, Sta-ever molho¡- - tuncett n nó do tttrcftt : tica. No ' «tngia da rço dos «tltde dos "igwr/ de 'tt/ irtrrçvt. mio e' n ' ; rnj/ zrtçvt col/ zrittt vu/ t/iaçrio z/ tfivi/ ' . faut/ iria vrrvtvít¡ : :nr rrittr e. longe Yrilhos das idéias 57 de : Ibn/ ar tt tvnfittrtçtz, vsrintu/ tzn¡ a rompetição t' o roarzbatz'. .Vos ti/ tirttos 1 5 tutor, 1771177110! ntttitas bata/ luis. Cozttrolamos t¡ l-¡lH[1[1i0('?7I/71'0L' olmzgoeriesgosrtzrtte. [Í f ¡zttnnos 'ires inret-rtttriontzzs. Elivmttzmos u VI/ lIIfV/ lbllld/ ldl' uvzerntt lomttrldovrlox mais' . ~t'_qtn'os'pzn^tt os ittt'eítldot't's. Ow' otvnzyo pot-tm¡ trtmms. .Vas não . vttficiozztrs. Falta desativ- u 7m' qm' ¡mtir , tt/ Ugo m' tn/ /nt/ /t/ trinrvcw' o l/ Ujfí/ FD/ Witl/ [Vlld cantina/ n csnsttw/ rttr/ o. 0B¡ 'les-m' trtttduropztrrte¡ IIYFFOIJI ; e tTÍ/ /tll/ t'FffgI/ ftliltíl. (' n. 'HIFI/ U71(7I'0('('HIÍ7'Í0. HKOUUWIH . tlgtm u mm¡ i1 condição deprioriritzdeao l/ ntçttrn Program/ t l/ fKlfll/ Ulllftlü do Gire/ mento (ló-IC). Iziirzir/ tztitttt / ouv/ ÍWÍ, m1/ nt t' ttrgertte, .Vas, pttm tztittgit' o o/ ¡jetitttz a que _re o tjfiriro do 'etoresptíb/ iro e privado. rt Etc* ' ! wi-rtpãe. etvrgo o com' l 'tt/ ão, errados' e ¡m! rtirzpzosprerittzvt aliar-separa tornara tim pro/ Util; .z ; rest intento rottdízeltte com as ! Élder do pais e dos ¡zti/ ltães dt' desempregados. A dtntermío do problema. porem. ognznde denztzispara ser deiuzetlzsoba responsabi/ irzízde@en/ ndo governo. O traballio oztzior de letm' tz Inter? adiante esta' mts mãos das empresas. São e/ tzi que com¡ HD1171 trab/ Ill radares e pag/ zm os impostos/ pre fixam¡ tt uronomitt girar. ÃÍHÍ” corrzpletnentont tz ¡ttattção _got cruttxitrrttttl um¡ ¡nojetos soritzir e mtzbierzttlis. Cobrem, m1. parte elas iizsztficiéntiar do ¡ttmtditrlettto público v / Jtwtjtititzm Util/ toe: depessotts rom tzpnitictt ria c/ (izzr/ (nti/ t. São yvtpteettdedores que vencer-tm¡ o dont/ io e I7It177[ÍZ/ ('7'(HH rtfil. . tn/ tdi Os ¡xzrtigraios ficaram muito longos? l: possivel diminui-los sem cometer o PCCJClU da lirngntettrttcão. Brum dividir uma idéitt em sttbideia» Às” vezes. ttma secundária ganha relevo. Otttrtts, o tópico frnml se desenvolve em mais de ttnm etapa. Num c HOUIFO caso. observe três mandamentos, O primeiro: os blocos dcvcnt ter mais ou menos n mesr mo tamanho. O segundo: devem ter mais de um periodo. O terceiro: devem ter unidade e coerência.
  8. 8. Observe o resultado: O) Desafio éapalzitva; _ eirmreszirios bras/ low Mas c' o seu 017m. ” Depois, incitação [z . ' . Outra não é a bista' na pujança do pa¡ . 'gp Espera col/ seita gem' receita, ampliação dz (j: " Antes da chegada do: r transposição se inter; "e elevada, juros altos. agbixizznte, in a-estrzzr: : ambiente bostil ao en l. . São desafios que, longe competição e o combo: : ¡niiitas batalhas. Contou. desgastante. Enfrentamu a vtilnetubiliddde extera os investidores. Os avanços foram muitos. o no' quo mais atinge os : - continuo c sustentado. r 1 . com celeridade o seguram. governo a/ çoo o tema à m l 'rogmnnz de Acc/ oração xr iniciar/ vz¡ louvável, neta», o objetivo a que sepropie, : público oprimido. União, L : separa tornar o atmosfera 1: com as rleressidades do par; A dimensão do problema, o deixada sob n responsab: . Earlier melhor ; ls/ ie dos 'SUV/ I 0,1' filzzzça. urfiantz' . ÍI/ Hlll). . .emos 'ongo c : xunnos . ~ para 'fr-Ilhas a. . meu. 59 ¡ruzlm/ /vu rmzim rir / rzw u um' [i ¡ldhznre cmi mu' nnios dos xmpreslirfcrs. São cics que (ÚÍIHHÍHÍÍI ¡nzbal/ rndvrrs r pagam o: impostos ([“t'V/ lL1LK7)1 . z l'l'H71l/7íl1›l1«l)77l7'17l'. . llmr- . oni/ wlrnrrrznzin u 11111114130gol'crmznlevltdlm7¡ -ojetos , tmiscavzbimzzl Ca/ Pftill. izssiru, plate das insufinâzzruls O rlz) , zrcrzd 71mm público e lNIIcÍlÍUIlII/ I wii/ loira: //1'pz'. .n. z.›'r0›)¡ ' ' do rir/ onlnz/ .z. São l›r›/ preenr/ ednrrs que renrernm tail/ l? r mini/ vento¡ l( / Àí lncoerência . 0 editor compete garantir a metem ia Lim enunciados. . Em outras palm rm: dizer ruim com com. A introdução dá o norte, O desen- volvimento _xtguc-o, Su n e rltnr dell-nd: um ponto de vista na abertura. .l seqüência tem de . lpresrliífxl . itgutncittos capazes (le sustenta'- ln. S: lhz pergunlàs. .u respostas dexem It logo adiante. Só . assim. artiçulatrdo . tw PARES ; omo gaitcho» que prendem 0.x s Jgóes. gAIJDIC-w . ao rrenzinho tum viagem tranqüila até o destino final. Wi. ; : ste (EYKO. que lntrutluz tum rcdaçâo sobre turismo: Ó . Lida/ ir lnnxdwin; rmri» ¡mn/ n! (u Ri! ) (io/ .msznz. C/ mmlivlr¡ Ela mem bhlilñl. ?rmumulnlí zcrelcyliuzrs e wie/ u . za/ hmm di' niwl 1íll('l'7hl4'IU7l/ I/. de nnmrr Vrum min . vnzszinzz gonczzrsiz/ izdc mas juin; nz. um): n (kyvlzmlmizrz, ¡vnmipm : :tre/ fm r): do Rio. «cmini/ nznzprnivn u / zc/ l x1 z ndo/ ll' (. /cbmeflz m; prum e l'e*7'«'(1 7m »nn/ do t ; ez/ ue ll mniizrpnrrr (/03 luUis. ll¡r¡1l¡p': ¡i›2 [ll] Âzzz/ n' di; Roth/ nz, virão asp/ ums LIIÍ . . nl¡ Éjsnxz. ,Alm/ io un: .ir 771m7 _llimui no lugar'. mm . vire-zw. .vu/ im 1mm. uno : bm . Hu' r/ IIIITU tli7l<'ílfr7 uÀ/ twdzm min/ s. Drixyzzzdnaspnzíaplzm nm. ;mile-su uzminlvlzrpr/ a F/ orcsm da Tynm. rnb/ Hum Caruaru/ v ou ; rm/ nr o boudiu/ so do Piva/ z» , 'l4'Il/ A'/ l7'/74I)'1I m' mundo/ lu pol. : wow nor/ ie. Os 7mm ousados . zirubz BMW/ dit] 17/717/¡77 da Gliztuz, ou . rn/ mm ninho ! iIlI/ I.
  9. 9. 60 Eccrevsr melhor O primeiro parágrafo deixou clara a upie ' çgundo ela, o Rio dejzineiro é a cidade: mais bonim dx à ' ' L; [Cl1(a u poníü dc vista apresentado. Ponto final As estratégias de organização dos pa esgotam o assunto. Abrem trilhas. Ilumin. a e curvas. Se você vai editar os próprios esu" rota que lhes garanta a coerência e a unida. ; . As palavras e as Frases podem ser tra * ^ , _ tdeme. Masotcxto finaléasomados períodosdispo' _ . :uistar o leitor e a manter-lhe a atenção até o p a . dcíra plataforma de desembarque da viagem Ri: : r r

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