Agenesia renal

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Agenesia renal

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS Curso de Graduação em Enfermagem – 3º Período Disciplina: Saúde do Recém-Nascido Professor: Luciana Malformações Congênitas: genituitarias Acadêmicos: Rayde Luiz Elizangela Eliana Michelle Montes Claros Outubro de 2010
  2. 2. Agenesia Renal <ul><li>Anomalia congênita mais comum em Homens; </li></ul><ul><li>Unilateral ou bilateral/Síndrome de Potter; </li></ul><ul><li>Geralmente ocorre natimorto ou morte neonatal pela bilateral; </li></ul><ul><li>O rim aumenta de tamanho. </li></ul>
  3. 3. Diagnostico <ul><li>Oligoâmnio (inferior 200 ); </li></ul><ul><li>Sinais da Síndrome de Potter: Orelha de inserção baixa; dobras cutâneas proeminentes abaixo dos olhos; nariz pequeno e achatado; queixo pequeno e maxililar inferior com dobras cutâneas exessivas; </li></ul><ul><li>Oligúria ou anúria dentro das 48hs do R.N.; </li></ul><ul><li>Anomalias esqueléticas acompanhando agenesia renal incluem pernas curvas ou pés e mãos achatados ou largos. </li></ul>
  4. 5. Diagnostico e Intervenções de Enfermagem <ul><li>Deficit de volumes de liquidos relacionados com imaturidade renal ou aumento da perda de liquidos. </li></ul><ul><li>Controle da hipovolemia, Controle do choque: hipovolêmico, Monitoração hídrica, Terapia endovenosa, Monitoração dos sinais vitais, Precauções contra-sangramento, Punção venosa, Monitoração neurológica, Supervisão, Cuidados de emergência, Gerenciamento do protocolo de emergência, Controle de suprimentos e Encaminhamento. </li></ul>
  5. 6. Genitália ambígua <ul><li>Anomalia física congênita em que os genitais não apresentam aparências típicas de seus sexos; </li></ul>
  6. 7. Etiologia <ul><li>Problema da glândula supra-renal; </li></ul><ul><li>Distúrbios relacionados com alterações placentarias; </li></ul><ul><li>Hermafroditismo verdadeiro; </li></ul><ul><li>Digenesia gonadal; </li></ul>
  7. 8. Diagnostico <ul><li>1- Genitalia de aparente aspecto masculino: </li></ul><ul><li>Gonadas não palpaveis; </li></ul><ul><li>Tamanho do pênis inferior a 2mm; </li></ul><ul><li>Gonadas pequenas; </li></ul><ul><li>Presença de massa inguinal; </li></ul><ul><li>Hipospádia. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>2- Genitalia de aparente aspecto feminina: </li></ul><ul><li>Diametro clitoriano superior a 6mm; </li></ul><ul><li>Gonada palpavel e saliencia labioescrotal; </li></ul><ul><li>Massa inguinal. </li></ul>
  9. 10. 3- Historia Clinica: 4- Exame do Cariotipo; 5- Ultra-sonografia; 6- Exames hormonais; 7- Biopsia.
  10. 11. Tratamento <ul><li>Terapia Hormonal; </li></ul><ul><li>Correção Cirúrgica; </li></ul>
  11. 12. Diagnostico e Intervenções de Enfermagem <ul><li>Risco para alteração do desempenho dos papeis dos pais relacionado com a dificuldade de enfrentar o neonato que não é perfeito; </li></ul><ul><li>Apoio e encorajamento para lidar com a situação. </li></ul>
  12. 13. Hipospádia <ul><li>É uma malformação congênita, caracterizada pela abertura anormal do meato uretral, em diferentes locais na face ventral do pênis ou mais raramente na bolsa escrotal. </li></ul>
  13. 15. Etiologia <ul><li>Síndrome Reifenstein e ou Hormonal; </li></ul><ul><li>Freqüência: Ocorre em até um 1: 500 da população masculina. </li></ul>
  14. 16. Diagnostico <ul><li>Exame Clinico; </li></ul><ul><li>Ecografia abdominal; </li></ul><ul><li>Uretrocistografia Miccional. </li></ul>
  15. 17. Tratamento <ul><li>Terapia Hormonal pré-operatória; </li></ul><ul><li>Correção Cirúrgica; </li></ul>
  16. 18. Diagnostico e Intervenções de Enfermagem <ul><li>Alteração do crescimento e do desenvolvimento com imaturidade funcional relacionada com a anomalia congênita. </li></ul><ul><li>Preparo dos pais e da criança para o tipo de procedimento a ser realizado e para o resultado estético esperado. </li></ul>
  17. 19. Epispádia <ul><li>É uma malformação congênita, caracterizada pela abertura anormal do meato uretral, localizada na superfície dorsal do pênis. </li></ul>
  18. 21. Referencias: KENNER, Carole. Enfermagem neonatal.  Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores; 2001. 375p. WONG, Donna L. Enfermagem pediátrica:  elementos essenciais à intervenção efetiva. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.1118p.

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