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Professor Ms. Cesar Romero




    Sistema
    Urinário
SISTEMA URINÁRIO
   Está constituído pelos rins, que produzem a urina;
    os ureteres, que transportam a urina para a bexiga
    urinária, onde ela é armazenada temporariamente;
    e a uretra, que transporta a urina para o meio
    externo.

   Para se manter a homeostase as concentrações de
    substâncias como a água, sódio, potássio, cálcio e
    hidrogênio devem permanecer relativamente
    constantes, bem como as concentrações de uma
    grande variedade de produtos e nutrientes celulares
rins




   ureteres


Bexiga urinária


    uretra
   Cada rim é envolvido por uma bolsa
    fibroadiposa que de três camadas:
   A cápsula renal (cápsula renal), camada mais
    interna, brilhante transparente está fixada à
    superfície do rim ( protege de traumatismo e de
    disseminação de infecção).
   Envolvendo a cápsula renal encontra-se uma
    massa firme de sustentação de tecido adiposo
    chamada de cápsula adiposa renal.
   A camada mais externa, a fáscia renal, está
    composta de tecido conjuntivo denso irregular. È
    uma camada protetora que ancora o rim ao
    peritônio e à parede abdominal.
   Embora os rins estejam apoiados firmemente pela
    cápsula adiposa renal, fáscia renal e até mesmo
    pelos vasos renais, sob certas condições, essas
    estruturas podem ceder ante a força da gravidade e
    os rins podem descer um pouco de posição.
    Essa condição é chamada de ptose renal e
    geralmente ocorre em pessoas idosas
    extremamente magras que em quantidade
    insuficiente de gordura de sustentação na camada
    capsular adiposa, ou vitimas de anorexia nervosa, o
    perigo potencial da ptose renal é que o ureter pode
    torcer e bloquear o fluxo de urina do rim atingido.
   Sistema Urinário
       Dois rins
       Dois ureteres
       Uma bexiga
        urinária
       Uma uretra
SISTEMA URINÁRIO
   O metabolismo celular tende constantemente
    a desarranjar o balanço do meio interno do
    corpo, consumindo algumas substâncias
    (como oxigênio e glicose) e produzindo
    resíduos e toxinas (como dióxido de carbono
    e uréia).

   Os rins, como principais órgãos excretores,
    são decisivamente importantes na
    manutenção do balanço das substâncias
    exigidas para a constância do meio interno.
SISTEMA URINÁRIO
   Os rins eliminam do corpo uma grande
    quantidade de produtos de metabolismo tais
    como uréia, o ácido úrico e a creatinina.

   Caso ocorra falência dos rins, não há meios
    para se remover do sangue as várias
    substâncias que eles normalmente excretam.
    Como conseqüência, essas substâncias se
    acumulam no sangue e no líquido
    extracelular.
ANATOMIA DOS RINS
   Os rins são dois órgãos marrom-avermelhados
    situados na parede posterior da cavidade
    abdominal, um em cada lado da coluna vertebral.

   Cada rim possui um capuz formado por uma
    glândula endócrina denominada glândula supra-
    renal (adrenal).

   Os rins apresentam aproximadamente 11 cm de
    comprimento e se estendem desde o nível da T11
    ou T12 até a L3. Devido à presença do fígado, o rim
    direito é ligeiramente inferior em relação ao rim
    esquerdo.
ESTRUTURA EXTERNA DOS RINS
   O rim possui a forma de um grão de feijão,
    com face lateral convexa e face medial
    côncava. A margem medial apresentam uma
    fenda, o hilo renal, por onde entra a artéria
    renal e saem a veia renal e o ureter (pelve
    renal).

   O hilo se abre no interior do rim num espaço
    chamado seio renal, onde se localizam os
    vasos renais e a pelve renal.
Supra renal


              cápsula


Veia renal



 Hilo



        rim


    ureter


        Veia cava
RIM

   Dois órgãos grandes
   Avermelhados
                                 Seio
   Forma de feijão              Renal
   Vascularizados
   Parede abdominal posterior     Pélvis
   Gordura perirrenal             Renal
   No pólo superior situa-se
    glândula supra-renal
    (adrenal).                    Ureter
ESTRUTURA INTERNA DO RIM
   Três regiões podem ser distinguidas em cada rim: o
    córtex renal, a medula renal e a pelve renal.

   O córtex renal é a camada externa do rim, situada
    abaixo da cápsula fibrosa. Expansões do córtex, as
    coluna renais projetam-se para a medula renal.

   A medula renal está localizada abaixo do córtex e
    consiste de várias estruturas triangulares
    denominadas pirâmides renais.
ESTRUTURA INTERNA DO RIM
   Os vasos sangüíneos destinados ao córtex
    se projetam para o interior de uma câmara
    em forma de funil denominado cálice renal
    menor. Vários cálices menores se unem para
    formar os cálices maiores.

   Os cálices maiores se unem para formar a
    pelve renal, que é a extremidade superior
    dilatada do ureter.
ESTRUTURA INTERNA DO RIM
   A urina goteja de pequenos poros existentes
    nas papilas e atinge os cálices menores.
    Destes, ela segue em direção aos cálices
    maiores, pelve renal e chega ao ureter, que a
    transporta para a bexiga urinária.

   Os túbulos renais, que são as unidades
    funcionais dos rins, consistem de néfrons
    (nefrônios) e túbulos coletores. Cada néfron
    está formado por duas partes: (1) uma rede
    de capilares paralelos denominada
    glomérulo; e (2) um túbulo.
ESTRUTURA INTERNA DO RIM
   A extremidade proximal de um túbulo forma
    um receptáculo de parede dupla conhecido
    como cápsula do glomérulo, que envolve o
    glomérulo. A cápsula e o glomérulo
    constituem o corpúsculo renal, que se
    localiza na região cortical do rim.

   A glândula supra-renal do rim libera um
    hormônio denominado aldosterona que atua
    sobre os túbulos do rim, determinando uma
    maior reabsorção de sódio, que por sua vez
    determina uma maior reabsorção de água.
ESTRUTURA INTERNA DO RIM
   Essa maior reabsorção de água aumenta o
    volume do sangue, elevando dessa forma a
    pressão do sangue no rim.

   Essa pressão elevada desempenha uma
    função importante no órgão, uma vez que a
    pressão sangüínea no glomérulo deve ser
    mantida em um nível bastante elevado para
    que ocorra a filtração de substâncias para o
    interior da cápsula do glomérulo.
ESTRUTURA INTERNA DO RIM

♦   Os túbulos contorcidos distais de vários
    néfrons desembocam em um túbulo coletor
    comum que transporta a urina para o interior
    da pirâmide renal.
RIM
                                                      Pirâmides de
   Possui:                                             Malpighi


       Córtex                         Colunas de
                                       Bertin           Cálice Menor
       Medula
                                                        Cálice Maior
           Pirâmide de Malpighi       Córtex
               Túbulos Uriníferos                      Pelve Renal
           Colunas de Bertin                             (Funil)
                                     Medula
           Área Crivosa
                                                            Ureter
           Cálice Menor
           Cálice Maior               Área Crivosa
       Pélve
       Ureter
RIM – Pirâmides Renais: 6 a 12 estriações



                                    Cálice                      Ductos de Bellini
                                    Menor
                       Base da
Ápice da               Pirâmide
Pirâmide
                                                                Colunas de Bertin
                                  Cálice Maior



HILO




                                                                      Arco Cortical




                                                 Área Crivosa
Estrutura Microscópica do Rim
   O néfron é a unidade funcional do rim
    responsável pela formação da urina,
    envolvida em três processos básico :
    filtragem do sangue, retorno de substancia
    úteis para o sangue, de modo não sejam
    eliminadas do corpo, e remoção de
    sustância do sangue que não sejam
    necessária par o corpo. Como resultado
    desses processos, os néfrons mentem a
    homeostasia do sangue e produzem urina.
NÉFRON
            UNIDADE FUNCIONAL


                                      TÚBULOS CONTORCIDOS
CÁPSULA DE BOWMAN   TÚBULO COMPLEXO   PROXIMAL E DISTAL



                                          ALÇA HENLE
NÉFRON
NÉFRON
1 milhão em cada rim


N
É
F
R
O
N



    Funções: -filtração glomerular
               -reabsorção tubular
               -secreção tubular
VASOS SANGUÍNEOS DO RIM

   Tem sido estimado que, em repouso, as artérias
    renais transportam para os rins cerca de 25% do
    rendimento cardíaco total (debito cardíaco).

   Em adultos jovens, aproximadamente 1.100 ml
    de sangue passa pelos rins a cada minuto. Uma
    quantidade muito pequena desse volume é
    utilizado para suprir as necessidades nutritivas
    dos rins.
VASOS SANGUÍNEOS DO RIM
   O grande fluxo sangüíneo está relacionado ao fato de que
    os rins podem manter a homeostase do sangue somente
    se uma considerável quantidade do mesmo passar por
    eles.

   Logo após penetrar no hilo renal, a artéria renal se divide
    em ramos dorsais e ventrais, que se transformam em
    artérias interlobares, que por sua vez formam as artérias
    arqueadas, as quais originam as pequenas artérias
    interlobulares.

   Resumindo, o sangue fará o seguinte percurso:
    Aorta -> artéria renal -> arteríola aferente -> glomérulo de
    Malpighi -> arteríola eferente -> capilares peritubulares ->
    veia renal -> veia cava inferior.
Aorta Artérias renais


   1200 ml de sangue circulam nos dois rins/min.
   O sangue total circula nos dois rins em 5 min.



1200 ml sangue  125 ml/min de filtrado.
  180 L de filtrado por dia 1,5 a 2 L urina / dia.



    •178 L do filtrado são reabsorvidos por dia.
Suprimento Sangüíneo e Nervoso dos
               Rins.
               Como os rins removem impureza do sangue,
               regula seu volume e a composição iônica, não
               é surpresa que sejam abundantemente suprido
               com vasos sangüíneos. Com menos de 5% da
               massa corporal total, recebem 20-25% do
               debito cardíaco em repouso.




Rede capilar
 peritubular
2. ANATOMIA FISIOLÓGICA DOS
RINS
  2.2. Suprimento sanguíneo renal

 Os rins recebem, em condições normais, 21% do débito
 cardíaco, as artérias renais ramificam-se em:
  artérias interlobares
                                                        FSR
      artérias arqueadas             Fração renal =
                                                         DC
          artérias interlobulares
              arteríolas aferentes

                   Capilares glomerulares
                          arteríolas eferentes
                              capilares peritubulares
                                  veias de calibre crescente
vasa recta : irrigam a medula renal, formados a partir dos nefrons justamedulares
URINA

   Quando a reabsorção e secreção são
    completados, o líquido remanescente nos
    túbulos renais e transportado para os outros
    componentes do sistema urinário para ser
    excretado como urina.

   A urina consiste de água e substâncias que
    foram filtradas ou secretadas para os túbulos
    renais, mas não reabsorvidas
R   R
I   I
M   M
URETER

   Da pelve renal, a urina é transportada para a
    bexiga urinária através dos ureteres, um para
    cada rim.

   Ao descerem entre o peritônio parietal e a
    parede da cavidade pélvica, os ureteres se
    dirigem medialmente e penetram nas faces
    posterolaterais da bexiga urinária.
URETER

   A contração da musculatura da bexiga pode
    comprimir os ureteres e prevenir o refluxo da
    urina da bexiga para o ureter, atuando como
    esfíncteres.

   Pregas da mucosa da bexiga semelhantes a
    válvulas se formam ao redor dos óstios dos
    ureteres e auxiliam na prevenção do refluxo
    de urina durante a micção.
BEXIGA URINÁRIA
   A bexiga urinária é um órgão cavitário
    utilizado no armazenamento de urina,
    estando situada no assoalho da cavidade da
    pelve.

   A face anterior da bexiga está localizada
    atrás da sínfise púbica, nos homens, sua
    localização é anterior ao reto e, nas
    mulheres, está situada anteriormente ao
    útero e à porção superior da vagina.
BEXIGA URINÁRIA
   Quando a bexiga está cheia, apresenta-se de forma
    esférica, mas, quando vazia, seu formato
    assemelha-se a uma pirâmide invertida.

   A bexiga urinária, como os ureteres, está forrada
    por uma membrana mucosa de epitélio de
    transição.

   A bexiga pode conter 600 a 800 ml de urina, mas
    ela geralmente se enche antes que atinja a
    plenitude de sua capacidade.
BEXIGA URINÁRIA
   A medida que a bexiga se enche de urina,
    suas paredes são distendidas, estimulando
    os receptores no interior da parede a
    transmitir números crescentes de impulsos
    sensitivos para a região sacral da medula
    espinhal.

   Quando a bexiga atinge aproximadamente
    300 ml de urina, os músculos de sua parede
    se contraem, o esfíncter externo da uretra se
    relaxa, e a bexiga se esvazia (micção).
BEXIGA URINÁRIA
♦   No entanto, com algum treino, é possível
    induzir ou transferir a micção para um
    momento oportuno. Todavia, até que o
    controle esteja desenvolvido e o treinamento
    se complete, a resposta reflexa é o fator
    dominante. Assim sendo, uma criança urina
    sempre que sua bexiga se encontre
    suficientemente cheia para ativar o reflexo
    espinal.
URETRA
   A uretra é um tubo muscular, forrado por uma
    camada mucosa que sai da face inferior da
    bexiga urinária e transporta a urina para o meio
    externo.
   Na junção da uretra com a bexiga, a
    musculatura lisa da bexiga circunda a uretra e
    atua como um esfíncter (esfíncter interno da
    uretra).
   Como a uretra atravessa o assoalho da pelve
    (diafragma urogenital), ela é circundada por
    musculatura esquelética que forma o esfíncter
    externo (voluntário).
URETRA
   No sexo feminino, a uretra é curta
    (aproximadamente 4 cm) e se situa anteriormente à
    vagina, abrindo-se no exterior através do óstio
    externo da uretra, que se localiza entre o clitóris e o
    óstio da vagina.

   A uretra masculina possui cerca de 20 cm de
    comprimento e se dirige ao óstio externo da uretra,
    localizado no ápice do pênis.
URETRA
   A uretra masculina é dividida em três porções: parte
    prostática, parte membranácea e parte esponjosa.

   A parte prostática atravessa a próstata e recebe os
    ductos ejaculatórios. No interior da glande, a uretra
    se dilata formando uma pequena câmara, a fossa
    navicular da uretra.

   A uma curta distância do diafragma da pelve, a
    parte esponjosa da uretra recebe os ductos das
    glândulas bulbouretrais do sistema reprodutor.
Funções                                      Elimina substâncias
                                              tóxicas pela urina.
Contração do músculo liso
   Prostaglandinas                              Regulam os níveis
                                                iônicos no sangue
                                                 de sais, glicose,
                                                 proteína e água.
 Produz substâncias
  que convertem um
precursor da vitamina                        Balanço ácido / base -
 D em vitamina ativa.                        pH sanguíneo (H+/ HC03)
      (calcitrol)


                                             Regular o volume e a
                                             pressão sangüínea.
   Formação dos Eritrócitos.                       Renina
        Eritropoetina

                               Homeostasia
Corpúsculo renal

   Vasos sangüíneos = glomérulo
    (glomus) = novelo
   Tecido conjuntivo da arteríola
    não penetra na cápsula →
    células mesangiais.
   Folheto parietal da cápsula de
    Bowman → células pavimentosas
    simples
   Folheto visceral cápsula de
    Bowman → podócitos
   Lâmina basal
       Lâmina rara interna ► próximo as
        células endoteliais
       Lâmina densa ► colágeno tipo IV
       Lâmina rara externa ► em contato
        com os podócitos
Corpúsculo Renal
Folheto Visceral do Glomérulo → Podócitos e Lâmina basal

   Células            epiteliais
    modificadas    durante      o
    desenvolvimento
    embrionário: Podócitos
       Longas       e     numerosas
        projeções citoplasmáticas,
        semelhantes à tentáculos e
        processos secundários que
        são os pedicelos.
       Entre os pedicelos há
        fendas de filtração.
       Capilares sangüíneos são
        fenestrados
       Membrana        basal     é   a
        principal barreira na filtração
        glomerular.
Três processos são envolvidos na formação da urina

    Filtração                             Limiar renal:
                                               Quase todas as substâncias presentes na urina
        Refugos                                estão presentes no sangue, mas em quantidades
                                                diferentes.
        Sais                              Volume urinário depende
        Excesso líquido do sangue             Idade
                                               Ingesta de água
    Reabsorção                                Metabolismo
                                                Pressão sangüínea
        Água                               

                                               Dieta
        Solutos                               Balanço hídrico
                                               Outros fatores
    Excreção                              Doenças
        Íons                                  Desordens no trato urinário
                                               Outros órgãos que afetam a função renal.
        Certas drogas ou substâncias




 Se a função renal é perdida a morte ocorre em poucos dias.

                                                                  HEMODIÁLISE
Constituintes Anormais da Urina
-Albumina: (albuminúria) é muito grande para ser filtrado.
 Albumina                                                      Pode estar
 relacionado com pressão muito alta ou lesão das membranas de filtração.
-Glicose: (glicosúria)indica diabete melito.
 Glicose
-Hemácias: (hematúria) cálculos renais, tumores, trauma ou outras
doenças renais. (hemácias rompidas).
-Leucócitos: (piúria) infecção nos rins ou órgãos do sist. Urinário.
-Corpos cetônicos: (cetonúria) diabete melito, anorexia, jejum ou pouco
 carboidrato na urina.
-Bilirrubina: (bilirrubinúria) Por destruição da Hemácias a porção globina
da hemoglobina é separada e o heme é convertido em bileverdina. A maior
parte da biliverdna é convertida em bilirrubina.
-Micróbios: variam conforme a infecção. Uma das mais comuns é a E. Coli.
 O fungo mais comum é a Candida Albicans. O protozoário mais frequênte
 é o Tricomonas vaginalis.
Características Físicas da Urina Normal
- Volume: 1 a 2 litros em 24 h, mas varia consideravelmente.
  Volume

- Cor: Amarelo ou âmbar, varia conforme a concentração e dieta.
  Cor
A cor é devida ao urocroma (pigmento produzido pela degradação da bile)
A urobilina (pigmento produzido pela degradação dahemoglobina) dieta,
medicamentos e certas doenças alteram a cor da urina.

-Turbidez: Transparente quando recém emitida e turva pouco depois.
 Turbidez

-Odor: Levemente aromática. Torna-se amoniacal logo em seguida.
 Odor

-pH: Varia entre 4,6 e 8,0, sendo em média 6,0. Varia com a dieta.
 pH
 Proteínas aumentam a acidez, vegetais aumentam a alcalinidade.

- Densidade: Quanto maior a quantidade de solutos, maior a densidade.
  Densidade
Ultrafiltrado glomerular

    Forma-se pela pressão hidrostática do sangue
        1. Pressão osmótica dos colóides do plasma               (30
         mmHg).
        2. Pressão do líquido contido na parte tubular do néfron
         (10 mmHg). (espaço de bowman)
        3. Pressão intersticial existente no interior do parênquima
         renal (10 mmHg). (rim)
    Como a pressão hidrostática é de 75 mmHg e as
     forças que se opõem somam 50 mmHg, a força
     resultante é de 25 mmHg.
The Juxtaglomerular Apparatus
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                                                             Células
   Túbulo                        Mácula Densa                justaglomerulares
   (ducto
   coletor)


  Arteríola
  aferente




 Arteríola
 eferente




  Células mesangiais extraglomerulares          Células mesangiais intraglomerulares

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Sistema urinário: estrutura e função dos rins

  • 1. Professor Ms. Cesar Romero Sistema Urinário
  • 2. SISTEMA URINÁRIO  Está constituído pelos rins, que produzem a urina; os ureteres, que transportam a urina para a bexiga urinária, onde ela é armazenada temporariamente; e a uretra, que transporta a urina para o meio externo.  Para se manter a homeostase as concentrações de substâncias como a água, sódio, potássio, cálcio e hidrogênio devem permanecer relativamente constantes, bem como as concentrações de uma grande variedade de produtos e nutrientes celulares
  • 3. rins ureteres Bexiga urinária uretra
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10. Cada rim é envolvido por uma bolsa fibroadiposa que de três camadas:  A cápsula renal (cápsula renal), camada mais interna, brilhante transparente está fixada à superfície do rim ( protege de traumatismo e de disseminação de infecção).  Envolvendo a cápsula renal encontra-se uma massa firme de sustentação de tecido adiposo chamada de cápsula adiposa renal.  A camada mais externa, a fáscia renal, está composta de tecido conjuntivo denso irregular. È uma camada protetora que ancora o rim ao peritônio e à parede abdominal.
  • 11. Embora os rins estejam apoiados firmemente pela cápsula adiposa renal, fáscia renal e até mesmo pelos vasos renais, sob certas condições, essas estruturas podem ceder ante a força da gravidade e os rins podem descer um pouco de posição.  Essa condição é chamada de ptose renal e geralmente ocorre em pessoas idosas extremamente magras que em quantidade insuficiente de gordura de sustentação na camada capsular adiposa, ou vitimas de anorexia nervosa, o perigo potencial da ptose renal é que o ureter pode torcer e bloquear o fluxo de urina do rim atingido.
  • 12. Sistema Urinário  Dois rins  Dois ureteres  Uma bexiga urinária  Uma uretra
  • 13. SISTEMA URINÁRIO  O metabolismo celular tende constantemente a desarranjar o balanço do meio interno do corpo, consumindo algumas substâncias (como oxigênio e glicose) e produzindo resíduos e toxinas (como dióxido de carbono e uréia).  Os rins, como principais órgãos excretores, são decisivamente importantes na manutenção do balanço das substâncias exigidas para a constância do meio interno.
  • 14. SISTEMA URINÁRIO  Os rins eliminam do corpo uma grande quantidade de produtos de metabolismo tais como uréia, o ácido úrico e a creatinina.  Caso ocorra falência dos rins, não há meios para se remover do sangue as várias substâncias que eles normalmente excretam. Como conseqüência, essas substâncias se acumulam no sangue e no líquido extracelular.
  • 15. ANATOMIA DOS RINS  Os rins são dois órgãos marrom-avermelhados situados na parede posterior da cavidade abdominal, um em cada lado da coluna vertebral.  Cada rim possui um capuz formado por uma glândula endócrina denominada glândula supra- renal (adrenal).  Os rins apresentam aproximadamente 11 cm de comprimento e se estendem desde o nível da T11 ou T12 até a L3. Devido à presença do fígado, o rim direito é ligeiramente inferior em relação ao rim esquerdo.
  • 16. ESTRUTURA EXTERNA DOS RINS  O rim possui a forma de um grão de feijão, com face lateral convexa e face medial côncava. A margem medial apresentam uma fenda, o hilo renal, por onde entra a artéria renal e saem a veia renal e o ureter (pelve renal).  O hilo se abre no interior do rim num espaço chamado seio renal, onde se localizam os vasos renais e a pelve renal.
  • 17. Supra renal cápsula Veia renal Hilo rim ureter Veia cava
  • 18.
  • 19.
  • 20. RIM  Dois órgãos grandes  Avermelhados Seio  Forma de feijão Renal  Vascularizados  Parede abdominal posterior Pélvis  Gordura perirrenal Renal  No pólo superior situa-se glândula supra-renal (adrenal). Ureter
  • 21. ESTRUTURA INTERNA DO RIM  Três regiões podem ser distinguidas em cada rim: o córtex renal, a medula renal e a pelve renal.  O córtex renal é a camada externa do rim, situada abaixo da cápsula fibrosa. Expansões do córtex, as coluna renais projetam-se para a medula renal.  A medula renal está localizada abaixo do córtex e consiste de várias estruturas triangulares denominadas pirâmides renais.
  • 22. ESTRUTURA INTERNA DO RIM  Os vasos sangüíneos destinados ao córtex se projetam para o interior de uma câmara em forma de funil denominado cálice renal menor. Vários cálices menores se unem para formar os cálices maiores.  Os cálices maiores se unem para formar a pelve renal, que é a extremidade superior dilatada do ureter.
  • 23. ESTRUTURA INTERNA DO RIM  A urina goteja de pequenos poros existentes nas papilas e atinge os cálices menores. Destes, ela segue em direção aos cálices maiores, pelve renal e chega ao ureter, que a transporta para a bexiga urinária.  Os túbulos renais, que são as unidades funcionais dos rins, consistem de néfrons (nefrônios) e túbulos coletores. Cada néfron está formado por duas partes: (1) uma rede de capilares paralelos denominada glomérulo; e (2) um túbulo.
  • 24. ESTRUTURA INTERNA DO RIM  A extremidade proximal de um túbulo forma um receptáculo de parede dupla conhecido como cápsula do glomérulo, que envolve o glomérulo. A cápsula e o glomérulo constituem o corpúsculo renal, que se localiza na região cortical do rim.  A glândula supra-renal do rim libera um hormônio denominado aldosterona que atua sobre os túbulos do rim, determinando uma maior reabsorção de sódio, que por sua vez determina uma maior reabsorção de água.
  • 25. ESTRUTURA INTERNA DO RIM  Essa maior reabsorção de água aumenta o volume do sangue, elevando dessa forma a pressão do sangue no rim.  Essa pressão elevada desempenha uma função importante no órgão, uma vez que a pressão sangüínea no glomérulo deve ser mantida em um nível bastante elevado para que ocorra a filtração de substâncias para o interior da cápsula do glomérulo.
  • 26. ESTRUTURA INTERNA DO RIM ♦ Os túbulos contorcidos distais de vários néfrons desembocam em um túbulo coletor comum que transporta a urina para o interior da pirâmide renal.
  • 27.
  • 28.
  • 29. RIM Pirâmides de  Possui: Malpighi  Córtex Colunas de Bertin Cálice Menor  Medula Cálice Maior  Pirâmide de Malpighi Córtex  Túbulos Uriníferos Pelve Renal  Colunas de Bertin (Funil) Medula  Área Crivosa Ureter  Cálice Menor  Cálice Maior Área Crivosa  Pélve  Ureter
  • 30. RIM – Pirâmides Renais: 6 a 12 estriações Cálice Ductos de Bellini Menor Base da Ápice da Pirâmide Pirâmide Colunas de Bertin Cálice Maior HILO Arco Cortical Área Crivosa
  • 31. Estrutura Microscópica do Rim  O néfron é a unidade funcional do rim responsável pela formação da urina, envolvida em três processos básico : filtragem do sangue, retorno de substancia úteis para o sangue, de modo não sejam eliminadas do corpo, e remoção de sustância do sangue que não sejam necessária par o corpo. Como resultado desses processos, os néfrons mentem a homeostasia do sangue e produzem urina.
  • 32. NÉFRON UNIDADE FUNCIONAL TÚBULOS CONTORCIDOS CÁPSULA DE BOWMAN TÚBULO COMPLEXO PROXIMAL E DISTAL ALÇA HENLE
  • 35. 1 milhão em cada rim N É F R O N Funções: -filtração glomerular -reabsorção tubular -secreção tubular
  • 36. VASOS SANGUÍNEOS DO RIM  Tem sido estimado que, em repouso, as artérias renais transportam para os rins cerca de 25% do rendimento cardíaco total (debito cardíaco).  Em adultos jovens, aproximadamente 1.100 ml de sangue passa pelos rins a cada minuto. Uma quantidade muito pequena desse volume é utilizado para suprir as necessidades nutritivas dos rins.
  • 37. VASOS SANGUÍNEOS DO RIM  O grande fluxo sangüíneo está relacionado ao fato de que os rins podem manter a homeostase do sangue somente se uma considerável quantidade do mesmo passar por eles.  Logo após penetrar no hilo renal, a artéria renal se divide em ramos dorsais e ventrais, que se transformam em artérias interlobares, que por sua vez formam as artérias arqueadas, as quais originam as pequenas artérias interlobulares.  Resumindo, o sangue fará o seguinte percurso: Aorta -> artéria renal -> arteríola aferente -> glomérulo de Malpighi -> arteríola eferente -> capilares peritubulares -> veia renal -> veia cava inferior.
  • 38.
  • 39.
  • 40. Aorta Artérias renais 1200 ml de sangue circulam nos dois rins/min. O sangue total circula nos dois rins em 5 min. 1200 ml sangue  125 ml/min de filtrado. 180 L de filtrado por dia 1,5 a 2 L urina / dia. •178 L do filtrado são reabsorvidos por dia.
  • 41. Suprimento Sangüíneo e Nervoso dos Rins. Como os rins removem impureza do sangue, regula seu volume e a composição iônica, não é surpresa que sejam abundantemente suprido com vasos sangüíneos. Com menos de 5% da massa corporal total, recebem 20-25% do debito cardíaco em repouso. Rede capilar peritubular
  • 42. 2. ANATOMIA FISIOLÓGICA DOS RINS 2.2. Suprimento sanguíneo renal Os rins recebem, em condições normais, 21% do débito cardíaco, as artérias renais ramificam-se em: artérias interlobares FSR artérias arqueadas Fração renal = DC artérias interlobulares arteríolas aferentes Capilares glomerulares arteríolas eferentes capilares peritubulares veias de calibre crescente vasa recta : irrigam a medula renal, formados a partir dos nefrons justamedulares
  • 43. URINA  Quando a reabsorção e secreção são completados, o líquido remanescente nos túbulos renais e transportado para os outros componentes do sistema urinário para ser excretado como urina.  A urina consiste de água e substâncias que foram filtradas ou secretadas para os túbulos renais, mas não reabsorvidas
  • 44. R R I I M M
  • 45. URETER  Da pelve renal, a urina é transportada para a bexiga urinária através dos ureteres, um para cada rim.  Ao descerem entre o peritônio parietal e a parede da cavidade pélvica, os ureteres se dirigem medialmente e penetram nas faces posterolaterais da bexiga urinária.
  • 46. URETER  A contração da musculatura da bexiga pode comprimir os ureteres e prevenir o refluxo da urina da bexiga para o ureter, atuando como esfíncteres.  Pregas da mucosa da bexiga semelhantes a válvulas se formam ao redor dos óstios dos ureteres e auxiliam na prevenção do refluxo de urina durante a micção.
  • 47. BEXIGA URINÁRIA  A bexiga urinária é um órgão cavitário utilizado no armazenamento de urina, estando situada no assoalho da cavidade da pelve.  A face anterior da bexiga está localizada atrás da sínfise púbica, nos homens, sua localização é anterior ao reto e, nas mulheres, está situada anteriormente ao útero e à porção superior da vagina.
  • 48. BEXIGA URINÁRIA  Quando a bexiga está cheia, apresenta-se de forma esférica, mas, quando vazia, seu formato assemelha-se a uma pirâmide invertida.  A bexiga urinária, como os ureteres, está forrada por uma membrana mucosa de epitélio de transição.  A bexiga pode conter 600 a 800 ml de urina, mas ela geralmente se enche antes que atinja a plenitude de sua capacidade.
  • 49. BEXIGA URINÁRIA  A medida que a bexiga se enche de urina, suas paredes são distendidas, estimulando os receptores no interior da parede a transmitir números crescentes de impulsos sensitivos para a região sacral da medula espinhal.  Quando a bexiga atinge aproximadamente 300 ml de urina, os músculos de sua parede se contraem, o esfíncter externo da uretra se relaxa, e a bexiga se esvazia (micção).
  • 50. BEXIGA URINÁRIA ♦ No entanto, com algum treino, é possível induzir ou transferir a micção para um momento oportuno. Todavia, até que o controle esteja desenvolvido e o treinamento se complete, a resposta reflexa é o fator dominante. Assim sendo, uma criança urina sempre que sua bexiga se encontre suficientemente cheia para ativar o reflexo espinal.
  • 51. URETRA  A uretra é um tubo muscular, forrado por uma camada mucosa que sai da face inferior da bexiga urinária e transporta a urina para o meio externo.  Na junção da uretra com a bexiga, a musculatura lisa da bexiga circunda a uretra e atua como um esfíncter (esfíncter interno da uretra).  Como a uretra atravessa o assoalho da pelve (diafragma urogenital), ela é circundada por musculatura esquelética que forma o esfíncter externo (voluntário).
  • 52. URETRA  No sexo feminino, a uretra é curta (aproximadamente 4 cm) e se situa anteriormente à vagina, abrindo-se no exterior através do óstio externo da uretra, que se localiza entre o clitóris e o óstio da vagina.  A uretra masculina possui cerca de 20 cm de comprimento e se dirige ao óstio externo da uretra, localizado no ápice do pênis.
  • 53. URETRA  A uretra masculina é dividida em três porções: parte prostática, parte membranácea e parte esponjosa.  A parte prostática atravessa a próstata e recebe os ductos ejaculatórios. No interior da glande, a uretra se dilata formando uma pequena câmara, a fossa navicular da uretra.  A uma curta distância do diafragma da pelve, a parte esponjosa da uretra recebe os ductos das glândulas bulbouretrais do sistema reprodutor.
  • 54. Funções Elimina substâncias tóxicas pela urina. Contração do músculo liso Prostaglandinas Regulam os níveis iônicos no sangue de sais, glicose, proteína e água. Produz substâncias que convertem um precursor da vitamina Balanço ácido / base - D em vitamina ativa. pH sanguíneo (H+/ HC03) (calcitrol) Regular o volume e a pressão sangüínea. Formação dos Eritrócitos. Renina Eritropoetina Homeostasia
  • 55.
  • 56. Corpúsculo renal  Vasos sangüíneos = glomérulo (glomus) = novelo  Tecido conjuntivo da arteríola não penetra na cápsula → células mesangiais.  Folheto parietal da cápsula de Bowman → células pavimentosas simples  Folheto visceral cápsula de Bowman → podócitos  Lâmina basal  Lâmina rara interna ► próximo as células endoteliais  Lâmina densa ► colágeno tipo IV  Lâmina rara externa ► em contato com os podócitos
  • 58. Folheto Visceral do Glomérulo → Podócitos e Lâmina basal  Células epiteliais modificadas durante o desenvolvimento embrionário: Podócitos  Longas e numerosas projeções citoplasmáticas, semelhantes à tentáculos e processos secundários que são os pedicelos.  Entre os pedicelos há fendas de filtração.  Capilares sangüíneos são fenestrados  Membrana basal é a principal barreira na filtração glomerular.
  • 59. Três processos são envolvidos na formação da urina  Filtração  Limiar renal:  Quase todas as substâncias presentes na urina  Refugos estão presentes no sangue, mas em quantidades diferentes.  Sais  Volume urinário depende  Excesso líquido do sangue  Idade  Ingesta de água  Reabsorção  Metabolismo Pressão sangüínea  Água   Dieta  Solutos  Balanço hídrico  Outros fatores  Excreção  Doenças  Íons  Desordens no trato urinário  Outros órgãos que afetam a função renal.  Certas drogas ou substâncias Se a função renal é perdida a morte ocorre em poucos dias. HEMODIÁLISE
  • 60. Constituintes Anormais da Urina -Albumina: (albuminúria) é muito grande para ser filtrado. Albumina Pode estar relacionado com pressão muito alta ou lesão das membranas de filtração. -Glicose: (glicosúria)indica diabete melito. Glicose -Hemácias: (hematúria) cálculos renais, tumores, trauma ou outras doenças renais. (hemácias rompidas). -Leucócitos: (piúria) infecção nos rins ou órgãos do sist. Urinário. -Corpos cetônicos: (cetonúria) diabete melito, anorexia, jejum ou pouco carboidrato na urina. -Bilirrubina: (bilirrubinúria) Por destruição da Hemácias a porção globina da hemoglobina é separada e o heme é convertido em bileverdina. A maior parte da biliverdna é convertida em bilirrubina. -Micróbios: variam conforme a infecção. Uma das mais comuns é a E. Coli. O fungo mais comum é a Candida Albicans. O protozoário mais frequênte é o Tricomonas vaginalis.
  • 61. Características Físicas da Urina Normal - Volume: 1 a 2 litros em 24 h, mas varia consideravelmente. Volume - Cor: Amarelo ou âmbar, varia conforme a concentração e dieta. Cor A cor é devida ao urocroma (pigmento produzido pela degradação da bile) A urobilina (pigmento produzido pela degradação dahemoglobina) dieta, medicamentos e certas doenças alteram a cor da urina. -Turbidez: Transparente quando recém emitida e turva pouco depois. Turbidez -Odor: Levemente aromática. Torna-se amoniacal logo em seguida. Odor -pH: Varia entre 4,6 e 8,0, sendo em média 6,0. Varia com a dieta. pH Proteínas aumentam a acidez, vegetais aumentam a alcalinidade. - Densidade: Quanto maior a quantidade de solutos, maior a densidade. Densidade
  • 62. Ultrafiltrado glomerular  Forma-se pela pressão hidrostática do sangue  1. Pressão osmótica dos colóides do plasma (30 mmHg).  2. Pressão do líquido contido na parte tubular do néfron (10 mmHg). (espaço de bowman)  3. Pressão intersticial existente no interior do parênquima renal (10 mmHg). (rim)  Como a pressão hidrostática é de 75 mmHg e as forças que se opõem somam 50 mmHg, a força resultante é de 25 mmHg.
  • 63. The Juxtaglomerular Apparatus Label this diagram: Células Túbulo Mácula Densa justaglomerulares (ducto coletor) Arteríola aferente Arteríola eferente Células mesangiais extraglomerulares Células mesangiais intraglomerulares