Mecânica Básica Diesel

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Treinamento de Mecânica Básica Operacional e redução de consumo desnecessário de combustível para Motoristas de Transporte Pesado, segmentos: logística e transporte de pessoas.

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  • Apresentar a funcao e objetivo do motor no automóvel - o motor é o responsável pela geração da força necessária para movimentar o veículo.
  • Apresentar a funcao e objetivo do motor no automóvel - o motor é o responsável pela geração da força necessária para movimentar o veículo.
  • Peça única de ferro fundido ou alumínio
    Deve resistir aos efeitos de torção e flexão
    Maior e mais intrincada peça do automóvel
    Função principal: estrutura do motor
    Contém:
    Cilindros para o funcionamento dos pistões
    condutos para circulação e resfriamento da água
    condutos para o óleo lubrificante
    Carter ou depósito do óleo lubrificante.
  • PISTÃO
    Transformam a energia térmica da queima da mistura ar-combustível em energia cinética, girando o virabrequim
    Movimentam-se para cima e para baixo dentro dos cilindros
    CABEÇA DO PISTÃO
    Pode ser plana, convexa, côncava
    Com desenhos para promover a turbulência da mistura ar-combustível
    Isto serve para melhorar a eficiência da combustão
  • VIRABREQUIM
    Funciona como um pedal de bicicleta
    Pode ser dividido em três partes:
    Mancais de apoio,
    Mancais das bielas
    Contra-pesos
    No caso dos motores de quatro cilindros, normalmente existem 4 mancais das bielas e 5 mancais de apoio, 2 nas extremidades e 3 internamente.
    Estes têm a importante função de impedir que o eixo sofra empenamento.
  • BIELA
    Ligam pistões ao virabrequim
    Responsáveis por transformar o movimento dos pistões (subida e descida ) em movimento rotativo no virabrequim
    Na parte superior, ligadas ao pistão por pinos
    Na inferior, ligadas ao virabrequim através de mancais, dotados de elementos de desgaste chamados bronzinas.
  • CABEÇOTE
    Cobre e veda os pistões
    Nele estão as câmaras de combustão, velas e válvulas
    A junta do cabeçote mantém a perfeita vedação do conjunto e evita a perda de compressão
    CÂMARA DE COMBUSTÃO
    Onde ocorre a combustão
    Está na parte superior do cilindro
    Compreende o volume entre a posição mais alta do pistão ( ponto morto superior) e o cabeçote
    VELAS DE IGNIÇÃO
    Responsáveis pela ignição da mistura ar-combustível
    De modo geral, 1 vela para cada cilindro
    VÁLVULAS
    Possibilitam a entrada da mistura ar-combustível e saída dos gases queimados
    As de admissão liberam a entrada da mistura nova
    As de escape permitem a saída da mistura queimada (gases de escape) pelo escapamento
  • COMANDO DE VÁLVULAS
    Eixo com ressaltos, movido pelo virabrequim através de correia, corrente ou engrenagem
    Controla a abertura e o fechamento das válvulas
    Apoiado por mancais, normalmente dispostos como os do virabrequim
    TIPOS DE COMANDOS
    OHV (overhead valve) - Comando de válvulas no bloco
    OHC (overhead camshaft) - Comando simples de válvulas no cabeçote
    DOHC (double overhead camshaft) - Comando duplo de válvulas no cabeçote
  • OHC (OVERHEAD CAMSHAFT) COMANDO SIMPLES DE VÁLVULAS NO CABEÇOTE
    Também denominado SOHC (single)
    Montado sobre o cabeçote
    Elimina as varetas, que causam a flutuação das válvulas
    Neste tipo, o comando atua diretamente sobre o balancim e os tuchos
  • TURBO-COMPRESSOR
    Impulsiona o ar que vem do filtro, sob alta pressão para dentro do motor
    A pressão final é muito superior, obtendo-se maior força, torque e potência
    Pode aumentar em até 40% a potência final do motor
    Taxa de compressão mais baixa do que nos motores normais
    A alta pressão gerada pode danificar as partes móveis do motor, diminuindo a vida útil do mesmo
    As demais peças do conjunto propulsor do veículo também devem ser reforçadas, ou poderão quebrar prematuramente
    Motores a gasolina podem ser turbinados
    Para tanto, aumentar também a quantidade de mistura ar-combustível dentro da câmara de combustão, obtendo maior potência do motor
    Para controlar a pressão máxima da turbina, é colocada uma válvula de alívio de pressão
  • TURBO-COMPRESSOR
    Impulsiona o ar que vem do filtro, sob alta pressão para dentro do motor
    A pressão final é muito superior, obtendo-se maior força, torque e potência
    Pode aumentar em até 40% a potência final do motor
    Taxa de compressão mais baixa do que nos motores normais
    A alta pressão gerada pode danificar as partes móveis do motor, diminuindo a vida útil do mesmo
    As demais peças do conjunto propulsor do veículo também devem ser reforçadas, ou poderão quebrar prematuramente
    Motores a gasolina podem ser turbinados
    Para tanto, aumentar também a quantidade de mistura ar-combustível dentro da câmara de combustão, obtendo maior potência do motor
    Para controlar a pressão máxima da turbina, é colocada uma válvula de alívio de pressão

  • Através da engrenagem 4 passa pelo eixo primário, engrenagem VERDE (R) e é transmitido para o eixo secundário,
    Esta engrenagem tem a função de inverter a rotação
    A relação de marcha é obtidas pelo tamanho da engrenagem do eixo primário (7 dentes), engrenagem VERDE (7 dentes) e a do eixo secundário (25 dentes), ou seja 3,57:1 (sentido de inverso de rotação de S)
    O torque em S, tem o seu valor multiplicado pelo valor da relação de transmissão acima.
  • Radiais
    cabos da carcaça dispostos em arcos perpendiculares ao plano de rodagem, orientados em direção ao centro do pneu
    Estabilização do piso obtida através de cinta metálica, com lonas diagonalmente opostas umas sobre as outras
    Sendo uma carcaça única, existe entre as lonas apenas flexão - evita a elevação da temperatura interna do pneu
    Os pneus radiais representam um avanço tecnológico em relação aos pneus convencionais, tanto pelo material empregado na sua concepção quanto pela forma como são colocadas as lonas e pelo tipo de rendimento que proporcionam.
    Os radiais têm maior conteúdo tecnológico que os convencionais. 
  • Radiais
    cabos da carcaça dispostos em arcos perpendiculares ao plano de rodagem, orientados em direção ao centro do pneu
    Estabilização do piso obtida através de cinta metálica, com lonas diagonalmente opostas umas sobre as outras
    Sendo uma carcaça única, existe entre as lonas apenas flexão - evita a elevação da temperatura interna do pneu
    Os pneus radiais representam um avanço tecnológico em relação aos pneus convencionais, tanto pelo material empregado na sua concepção quanto pela forma como são colocadas as lonas e pelo tipo de rendimento que proporcionam.
    Os radiais têm maior conteúdo tecnológico que os convencionais. 
  • Mecânica Básica Diesel

    1. 1. 1 wwww.suporhtetrein amentos.com.br
    2. 2. 2
    3. 3. 3 PROJETO “MOTIVAÇÃO ECOLÓGICA”
    4. 4. MMEECCÂÂNNIICCAA BBÁÁSSIICCAA OOPPEERRAACCIIOONNAALL
    5. 5. Treinamento para MOTORISTAS DDIIVVIISSÃÃOO –– CCAAMMIINNHHÕÕEESS
    6. 6. Definição ppaarraa VVeeííccuulloo CCoommeerrcciiaall Veículo utilizado para: • Exclusivamente ao transporte de mercadorias; • Ao transporte misto de mercadorias e passageiros; • Ou exclusivamente ao transporte de passageiros (ônibus).
    7. 7. CCoommoo ssee ddeeffiinnee uumm ccaammiinnhhããoo??
    8. 8. CCaammiinnhhããoo Definição: Veículo destinado ao transporte de cargas, com peso bruto acima de 3,5 toneladas (NBR 6607).
    9. 9. O caminhão é composto de: Chassi Cabina Carroçaria CCaammiinnhhããoo
    10. 10. CChhaassssii Concentra toda a parte mecânica.
    11. 11. CCaabbiinnaa Habitáculo do motorista e acompanhantes.
    12. 12. CCaarrrrooççaarriiaa Define a aplicação do caminhão, fornecendo fixação e acomodação segura da carga.
    13. 13. Semi- avançada Avançada CCaabbiinnaa ss
    14. 14. Comprimento da Carroceria xx TTiippoo ddee CCaabbiinnaa Cabina frontal: Vantagens Cabina convencional Cabina semi - avançada  Melhor Visilibilidade  Melhor Manobrabilidade  Melhor acesso para Manutenção  Melhor distribuição de peso sobre os eixos
    15. 15. IIddeennttiiffiiccaaççããoo ddee VVeeííccuullooss SSiiggllaass ee NNúúmmeerrooss
    16. 16. IIddeennttiiffiiccaaççããoo ddee VVeeííccuullooss
    17. 17. GGrruuppoo AAllffaabbééttiiccoo L - Lastwagen Chassi com cabina semi-avançada. Dotado de motor diesel, quando existir o mesmo modelo com motor a gasolina. Execução especial (tração total - 6x6) D - Diesel G - Gelaendegaengig
    18. 18. Dotado de tomada de força para acionamento de báscula, guincho e outros equipamentos. Cavalo-mecânico para tracionar semi-reboque. K - Kipper GGrruuppoo AAllffaabbééttiiccoo S - Sattelschlepper
    19. 19. GGrruuppoo AAllffaabbééttiiccoo B- Betonmischer Dotado de tomada de força na polia anti-vibradora do motor, para acionamento de betoneira. Veículo com tração total (4x4) A- Allradantrieb
    20. 20. Veículo destinado para utilização urbana ( Cidade ) Veículo para varias aplicações C - City M - Multi GGrruuppoo AAllffaabbééttiiccoo
    21. 21. IIddeennttiiffiiccaaççããoo ddooss VVeeííccuullooss C City (cidade) 37 Distância entre eixos ( 3.700 mm) 915 C/37 9 Peso Bruto Total: 9 toneladas 9 15 Potência do Motor: 152 cv 15C37
    22. 22. CCllaassssiiffiiccaaççõõeess ddee CCaammiinnhhõõeess CCaatteeggoorriiaa CCaappaacciiddaaddee ( PPBBTTCC )) LLeevveess << 1100 tt MMééddiiooss >> 1100 tt aattéé 2200 tt SSeemmiippeessaaddooss >> 2200 tt aattéé 3300 tt PPeessaaddooss >> 3300 tt aattéé 4400 tt EExxttrraappeessaaddooss >> 4400 tt
    23. 23. Modelos DDiissppoonníívveeiiss -- MM..BB..BB LLeevveess 710 Plus, Accelo 715 C, Accelo 915C. MMééddiiooss 11221155CC,, LL11221188EELL ee 11331188 SSeemmiippeessaaddooss L1418 EL, 1420, LA 1418, L 1620, L1620 6x2, L 1622, L 1622 6x2 1718M, 1720, 1720 6x2. PPeessaaddooss 11772288,, 22442233 66xx44 EExxttrraappeessaaddooss LS 1634, LS 1938, 1938 S, 1944 S, 1938 S 6x2, 1944 S 6x2 L 2638, LS 2638, LK 2638 e 2428 6x4.
    24. 24. CCoonncceeiittooss BBáássiiccooss MMoottoorreess
    25. 25. MMoottoorreess –– TTrriiâânngguulloo ddoo FFooggoo
    26. 26. 27 MMoottoorreess –– MMEERRCCEEDDEESS BBEENNZZ BBRRAASSIILL BR 600 BR 900 BR 450 OM 611 LA OM 612 LA OM 904 LA OM 906 LA OM 924 LA OM 926 LA OM 457 LA OM 460 LA
    27. 27. MMoottoorreess -- MMoottoorr OOMM 990044 LLAA
    28. 28. IIddeennttiiffiiccaaççããoo ddooss MMoottoorreess MMMMBB OOMM 990044 LL AA OO OOIILL MM MMoottoorr 990044 DDeessiiggnnaaççããoo ddoo MMoottoorr LL MMoottoorr eeqquuiippaaddoo ccoomm ppóóss rreessffrriiaaddoorr AA MMoottoorr TTuurrbboo aalliimmeennttaaddoo (( AAuuffllaaddeerr )) GG MMoottoorr mmoovviiddoo aa ggááss nnaattuurraall
    29. 29. 30 MMoottoorreess -- MMoottoorr MMWWMM 661111 Motoren Werke Mannheim (Navistar International)
    30. 30. 31 IIddeennttiiffiiccaaççããoo ddooss MMoottoorreess MMWWMM MMWWMM 44..1100 TTCCAA MMWWMM –– FFaabbrriiccaannttee 44 –– NNúúmmeerroo ddee CCiilliinnddrrooss 1100 –– SSéérriiee ddoo MMoottoorr TT –– MMoottoorr TTuubboo AAlliimmeennttaaddoo CCAA -- EEqquuiippaaddoo ccoomm ppóóss rreessffrriiaaddoorr ddee aarr ddee aaddmmiissssããoo
    31. 31. PPoottêênncciiaa 1 Newton 1 segundo 75 kgf. Cavalo Vapor = CV ou HP
    32. 32. CCoommppoonneenntteess ddoo MMoottoorr
    33. 33. BBllooccoo Pistão Virabrequim Biela Cabeçote Comando CCoommppoonneenntteess ddoo MMoottoorr
    34. 34. Bloco PPiissttããoo Virabrequim Biela Cabeçote Comando CCoommppoonneenntteess ddoo MMoottoorr
    35. 35. Bloco Pistão VViirraabbrreeqquuiimm Biela Cabeçote Comando CCoommppoonneenntteess ddoo MMoottoorr
    36. 36. Bloco Pistão Virabrequim BBiieellaa Cabeçote Comando CCoommppoonneenntteess ddoo MMoottoorr
    37. 37. Bloco Pistão Virabrequim Biela CCaabbeeççoottee Comando CCoommppoonneenntteess ddoo MMoottoorr
    38. 38. Bloco Pistão Virabrequim Biela Cabeçote CCoommaannddoo CCoommppoonneenntteess ddoo MMoottoorr
    39. 39. MMoottoorreess ddee CCiicclloo 44 tteemmppooss 1º Tempo - Admissão 22º TTeemmppoo -- CCoommpprreessssããoo 33º TTeemmppoo -- TTrraabbaallhhoo 44º TTeemmppoo -- EEssccaappaammeennttoo
    40. 40. 41 TTooddaa aaççããoo ggeerraa uummaa rreeaaççããoo ““COMPENSAÇÃO” Quanto MMAAIIOORR for a aceleração, maior será o “CCOONNSSUUMMOO””
    41. 41. DDiissttrriibbuuiiççããoo ddoo MMoottoorr
    42. 42. TTiippoo ddee CCoommaannddooss ddee VVáállvvuullaass OHC Comando simples de válvulas no cabeçote
    43. 43. SSiisstteemmaass CCoommpplleemmeennttaarreess ddoo MMoottoorr Alimentação de ar Distribuição Alimentação combustível Escape Arrefecimento Lubrificação
    44. 44. Sistemas ddee LLuubbrriiffiiccaaççããoo ddooss MMoottoorreess MMMMBB
    45. 45. Sistemas de Lubrificação ddooss MMoottoorreess MMWWMM
    46. 46. 47 COMPONENTES DO SISTEMA JET COOLERS
    47. 47. SSiisstteemmaass ddee AArrrreeffeecciimmeennttoo ddoo MMoottoorr
    48. 48. Sistemas ddee AArrrreeffeecciimmeennttoo ddoo MMoottoorr
    49. 49. Fluxo de ar para dentro dos cilindros 50 Fluxo dos gases de escape Fluxo do ar de admissão Fluxo dos gases expelidos para a atmosfera TURBO COMPRESSOR
    50. 50. TTuurrbboo CCoommpprreessssoorr
    51. 51. IInntteerr CCoooolleerr MGE TTuurrbboo CCoommpprreessssoorr
    52. 52. Motores com GGeerreenncciiaammeennttoo EElleettrrôônniiccoo
    53. 53. 54 PAINEL DE INSTRUMENTOS - VOLKSWAGEM Falha grave Falha leve Drenar água do filtro de combustível Falta de pressão de ar no sistema Falta de lubrificação no motor Falta de refrigeração (água) no motor Freio estacionário acionado Baixo nível de água no reservatório Seta para esquerda Freio-motor acionado Farol alto acionado Obstrução do filtro de ar Alternador não enviando carga a bateria Partida a frio (não aplicável) Seta para direita
    54. 54. Arrefecimento 55 PAINEL DOS VEÍCULOS COM GERENCIAMENTO ELETRÔNICO MERCEDES-BENZ: A – LUZES DE ADVERTÊNCIA, B – MARCADOR DE VELOCIDADE E TACÓGRAFO, C – CONTA – GIROS , D – MARCADOR DE PRESSÃO PNEUMÁTICA, F – MARCADOR DE COMBUSTÍVEL , E A BB CC D Painel MERCEDEZ-BENZ – Injeção Mecânica Luzes Indicadoras Lubrificação Pressão de Ar
    55. 55. EEvvoolluuççããoo ddooss MMoottoorreess DDiieesseell nnoo BBrraassiill Fase IIII (( EEUURROO 00 )) 11999944 --11999966 FFaassee IIIIII (( EEUURROO II )) 11999966 -- 22000000 FFaassee IIVV (( EEUURROO IIII)) 22000000 -- 22000033 FFaassee VV ((EEUURROO IIIIII)) 22000044 -- 22000088 FFaassee VVII ((EEUURROO VV )) 22000099 -- 22001100 COM ADIÇÃO DE URÉIA AO ESCAPAMENTO
    56. 56. Motores com Gerenciamento Eletrônico - PLD Freio motor Posição do acelerador Regulador manual rotação ABS/ASR Velocidade do veículo Controle Retarder Conversor de torque/Câmbio automático Chave de contato ADM / PLD = Unidades de Controle Piloto automático Rotação do motor PMS cilindro 1 Pressão turbo Temperatura ar turbo Temperatura água Temperatura combustível Controle volume injetado Funcionamento liberado Desligamento cilindros CCAANN ADM PPLLDD SSttaarrDDiiaannoossiiss PL D Pressão óleo Nível de óleo
    57. 57. Motores ccoomm GGeerreenncciiaammeennttoo EElleettrrôônniiccoo Sistema PLD ( Pumpe Leitung Duese ) Pressão de Injeção: 1800 bar
    58. 58. MMoottoorreess ccoomm GGeerreenncciiaammeennttoo EElleettrrôônniiccoo PLD ( Pumpe Leitung Duese )  Possibilita torque e potência mais elevados  Manutenção facilitada com diagnose de falhas  Dispensa regulagens mecânicas  Menor número de peças de reposição  Regulagem de potência e torque do motor (parametrização)  Regulagem automática do débito de partida
    59. 59. Motores ccoomm GGeerreenncciiaammeennttoo EElleettrrôônniiccoo ADM ( Adapter Module )  Sensor do número de rotações  Limitador de velocidade  Regulagem automática da marcha lenta  Regulagem automática da rotação da tomada de força  Acelerador manual elétrico  Tomada de autodiagnóstico / sistemas de diagnose
    60. 60. 61 6611 MMoottoorreess ccoomm GGeerreenncciiaammeennttoo EElleettrrôônniiccoo •Aumento de eficiência na combustão •Redução de peso dos pistões •Novo perfil da saia dos pistões •Redução da espessura dos anéis •Aumento da taxa de compressão •Mudança do Perfil da Cabeça do Pistão •Fluxos Cruzados de Admissão e Exaustão Película de grafite por Silk-Screen
    61. 61. MMoottoorreess ccoomm GGeerreenncciiaammeennttoo EElleettrrôônniiccoo Sistema Common Rail – MOTORES VW E MWM PPrreessssããoo nnoommiinnaall ddee 11..660000 bbaarr..
    62. 62. Motores ccoomm GGeerreenncciiaammeennttoo EElleettrrôônniiccoo Freio Motor
    63. 63. Motores com GGeerreenncciiaammeennttoo EElleettrrôônniiccoo Válvula Top-Brake Escape Admissão Top-brake
    64. 64. EEmmbbrreeaaggeemm
    65. 65. DESGASTE NATURAL QQUUEEBBRRAA PPOORR TTRRAANNCCOO SSUUPPEERR AAQQUUEECCIIMMEENNTTOO
    66. 66. 71 DESGASTE // QQUUEEBBRRAA DDEE PPEEÇÇAASS SSUUPPEERR AAQQUUEECCIIMMEENNTTOO RReedduuççããoo IInnccoorrrreettaa
    67. 67. 72 Revestimentos de Embreagem Desgaste em função da marcha para arrancar • Exemplo: 5 marchas - (reduções: i1 = 3,78/ i2 = 2,12) - rotação de saída: 1.500 rpm - peso: 1.500kg • O desgaste dos revestimentos é mais que proporcional à energia friccional gerada. Sair em 2ª marcha causa um desgaste 3 vezes maior que o normal. Este efeito será muito mais destrutivo quanto maior for a rotação de saída. 100 80 60 40 20 0 1ª 2ª Marcha de Saída Energia Friccional (I/cc)
    68. 68. 73 RReevveessttiimmeennttooss ddee EEmmbbrreeaaggeemm TTeemmppoo ddee uussoo // DDeessggaassttee OOppeerraaççããoo RReegguullaarr • MOTORISTA TREINADO E HABILIDOSO • Condições operacionais medianas. • Periféricos da embreagem / sistemas de acionamento livres de defeito. O MMAAIIOORR desgaste ocorre naturalmente nas arrancadas ( ssaaííddaass ), devido ao trabalho de fricção e o tempo necessário para assegurar um acoplamento suave. A porcentagem do desgaste causado nas mudanças de marcha é baixo, virtualmente insignificante. A temperatura de trabalho da embreagem situa-se entre 90°C e 200°C, podendo chegar aos 330000 °°CC em situações extremas.
    69. 69. 74 Revestimentos ddee EEmmbbrreeaaggeemm DDuurraabbiilliiddaaddee ee DDeessggaassttee ssããoo iinnfflluueenncciiaaddooss nneeggaattiivvaammeennttee qquuaannddoo oo vveeííccuulloo:: • Quebra a inércia em 2ª marcha ou marcha mais alta; • arranca com rotação excessiva; • arranca freqüente e sucessivamente, especialmente em subidas; • é manobrado com rotação elevada, com a embreagem patinando; • é controlado em subida submetendo a embreagem à patinação; • tem sua velocidade controlada através da embreagem e não do câmbio; • é submetido a reduções bruscas; • é sobrecarregado ( excesso de carga ); • ou quando existe falha nos sistemas de acionamento e periféricos da embreagem.
    70. 70. 75 CCAAIIXXAA DDEE MMUUDDAANNÇÇAA Árvore primária Árvore intermediária Luva de engate Árvore secundária Anel sincronizado Engrenagem de ré
    71. 71. TTrraannssmmiissssããoo Componentes ÁÁrrvvoorree pprriimmáárriiaa LLuuvvaa ddee eennggaattee ÁÁrrvvoorree sseeccuunnddáárriiaa ÁÁrrvvoorree iinntteerrmmeeddiiáárriiaa
    72. 72. CT TTrraannssmmiissssããoo ÁÁrrvvoorree pprriimmáárriiaa Árvore secundária ÁÁrrvvoorree iinntteerrmmeeddiiáárriiaa 1100 ddeenntteess 2266 ddeenntteess 1133 ddeenntteess 3300 ddeenntteess 3300 ddeenntteess 1100 ddeenntteess 33::11 2266 ddeenntteess 1133 ddeenntteess xx 22::11 = RReellaaççããoo ddee rreedduuççããoo 66::11
    73. 73. CCaaiixxaa ddee MMuuddaannççaass Sincronizadores ANEL SINCRONIZADOR
    74. 74. 79 DESGASTE // QQUUEEBBRRAA DDEE PPEEÇÇAASS Eixo Piloto Eixo Intermediário Eixo Primário “Entalhado” Luva de Engrenagem
    75. 75. 80 DESGASTE // QQUUEEBBRRAA DDEE PPEEÇÇAASS CCaaiixxaa ddee MMuuddaannççaass EEiixxoo IInntteerrmmeeddiiáárriioo Engrenagem Marcha Ré
    76. 76. 81 SISTEMA DDEE FFRREEIIOO PPNNEEUUMMÁÁTTIICCOO SAPATA DE FREIO / SISTEMA “S” CAME
    77. 77. 82 SISTEMA DDEE FFRREEIIOO PPNNEEUUMMÁÁTTIICCOO RESERVATÓRIO DE AR
    78. 78. 83 SISTEMA DDEE FFRREEIIOO PPNNEEUUMMÁÁTTIICCOO INDICADOR DE PRESSÃO DE AR (MANÔMETRO) Dois ponteiros indicam a pressão de ar no sistema de freio (dianteiro e traseiro).
    79. 79. 84 DESGASTE // QQUUEEBBRRAA DDEE PPEEÇÇAASS Válvula Tri-Stop ou Cilindro Combinado
    80. 80. EEiixxoo TTrraasseeiirroo • Suportar a carga • Movimentar o veículo • Compensar a diferença de rotação entre as rodas nas curvas
    81. 81. EEiixxoo TTrraasseeiirr oo
    82. 82. Saídas Com Freio Estacionário Acionado 87
    83. 83. 88 DESGASTE // QQUUEEBBRRAA DDEE PPEEÇÇAASS Eixo Cardam Ou Eixo Secundário Conjunto Coroa E Pinhão
    84. 84. 89 FRATURA DO PINHÃO DDAA CCOORROOAA -- TTRRAANNCCOO
    85. 85. Suspensão Feixe de Molas
    86. 86. PPnneeuuss RREESSPPOONNDDAA:: aauuttoommóóvveell llooccoommoovveennddoo--ssee aa 2200 mm//ss mmaaiiss rrááppiiddoo qquuee uumm ccaammiinnhhããoo aa 5544 KKmm//hh?? RREESSPPOOSSTTAA:: ccaarrrroo aa 2200mm//ss eessttáá aa 7722 KKmm//hh,, iissttoo éé == ((2200 ** 33,,66)),, mmaaiiss rrááppiiddoo qquuee uumm ôônniibbuuss aa 5544 KKmm//hh..
    87. 87. Tipos - Radiais Piso Estabilizado por conjunto de lonas circunferenciai s Carcaça Lona radial PPnneeuuss
    88. 88. PPnneeuuss Radiais - Comportamento SEM PESO PPEESSOO Não deforma banda de rodagem Vantagens - Desgaste mais lento - Menor consumo combustível - Menor aquecimento - Maior aderência - Melhor estabilidade operacional
    89. 89. LLeeii ddaa BBaallaannççaa DDiimmeennssõõeess ee PPeessooss
    90. 90. Chassi com cabina LLeeii ddaa BBaallaannççaa Peso = vazio Conforme legislação: A legislação, no Brasil, determina um peso médio do motorista de 70 kg +/-. O peso à vazio nos catálogos da MBB não considera o peso do motorista pois varia de motorista para motorista.
    91. 91. LLeeii ddaa BBaallaannççaa Chassi com cabina + equipamento (carroçaria) Tara
    92. 92. PBT - Peso Bruto Total Chassi com cabina + equipamento (carroçaria) + carga líquida a ser transportada LLeeii ddaa BBaallaannççaa
    93. 93. LLeeii ddaa BBaallaannççaa PBT - Tara = Carga Líquida Carga Líquida
    94. 94. LLeeii ddaa BBaallaannççaa PBTC - Peso Bruto Total Combinado Peso Bruto Total Combinado - (Legal) - PBTC Capacidade Máxima de Tração - (Técnico) - CMT PBTC - Legal / CMT - Técnico
    95. 95. Balanço traseiro (BT) IImmpplleemmeennttooss Distância entre eixos (EE) Comprimento total do chassi CCoommpprriimmeennttoo ttoottaall vveeííccuulloo Altura máxima Comprimento
    96. 96. 60% do entre-eixos ou no máximo 3,5 metros ( 1 ou 2 eixos ) IImmpplleemmeennttoo ss Distância entre eixos (EE) Comprimento total do chassi CCoommpprriimmeennttoo ttoottaall vveeííccuulloo Balanço Traseiro
    97. 97. CCuurrvvaa ddee DDeesseemmppeennhhoo –– CCOONNSSUUMMOO XX OOPPEERRAAÇÇÃÃOO 1000 1100 1200 1300 1400 1500 1600 1700 1800 1900 2000 2100 2200 2300 2400 2500 2600 2700 500 600 700 800 900 RPM Potência kW Torque m.kgf Consumo Específico g/kWh
    98. 98. 103 NÃO DEIXE MOTOR FUNCIONANDO SSEEMM NNEECCEESSSSIIDDAADDEE OOPPEERREE SSEEMMPPRREE NNAA FFAAIIXXAA VVEERRDDEE DDOO CCOONNTTAA -- GGIIRROOSS.. NNAASS AARRRRAANNCCAADDAASS,, FFAAÇÇAA SSEEMMPPRREE NNAA MMEENNOORR RROOTTAAÇÇÃÃOO PPOOSSSSÍÍVVEELL EE VVEERRIIFFIIQQUUEE AA NNEECCEESSSSIIDDAADDEE.. NNOOSS DDEECCLLIIVVEESS NNÃÃOO UUSSEE AA 11ª MMAARRCCHHAA;; NNÃÃOO AACCEELLEERREE QQUUAANNDDOO GGAANNHHAARR VVEELLOOCCIIDDAADDEE.. SSEEMMPPRREE QQUUEE FFOORR PPOOSSSSÍÍVVEELL,, PPUULLEE MMAARRCCHHAASS.. AAPPRROOVVEEIITTEE OO EEMMBBAALLOO DDOO VVEEÍÍCCUULLOO..
    99. 99. 104 FAÇA REDUÇÕES DE MARCHAS NNAASS PPAARRAADDAASS.. UUTTIILLIIZZEE SSEEMMPPRREE OO FFRREEIIOO MMOOTTOORR.. OOPPEERREE SSEEMMPPRREE NNAA MMAARRCCHHAA MMAAIISS AALLTTAA.. ((SSEEMM VVIIBBRRAARR OO CCAARRDDÃÃ)) NNÃÃOO AACCEELLEERREE CCOOMM AA EEMMBBRREEAAGGEEMM AACCIIOONNAADDAA,, ""QQUUAANNDDOO EESSTTIIVVEERR MMUUDDAANNDDOO DDEE MMAARRCCHHAA NNOO SSEENNTTIIDDOO PPRROOGGRREESSSSIIVVOO"".. AANNTTEECCIIPPEE--SSEE AA SSIITTUUAAÇÇÃÃOO EE DDEESSAACCEELLEERREE CCOOMM AANNTTEECCEEDDÊÊNNCCIIAA..
    100. 100. 105 EU SOU UM MOTORISTA “ECOLÓGICO”

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