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<http://www.sidtecs.com.br/2014/wp-content/uploads/2014/10/413.pdf> Acesso em:
30/04/2015.
 LEITE, Lígia Silva. Formando ...
 https://unoeste.br/site/noticias/2013/2/falta-preparo-em-tecnologia-para-
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Interatividade na escola

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Interatividade na escola

  1. 1. INTERATIVIDADE NA ESCOLA: O USO DO WHATSAPP E REDES SOCIAIS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM COMO INSTRUMENTO PEDAGÓGICA NAS ÁREAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS NA REDE MUNICIPAL DE TAPURAH - MT. Ângela Maria Baumgarten Dilza Netto Evanice Gonçalves Coelho Giovana Barbosa de Oliveira Margarete Teresinha Madalosso Maria Eliane Ferreira Tádia Regina Pelissari Ivone Salete Gugel Dal Magro Paulo Roberto Coelho Solange Zarth Resumo Neste artigo vem apontar uma breve reflexão sobre o contínuo agravamento do uso do Whatsapp e Redes sociais nas escolas da Rede Municipal de Tapurah e, um olhar sobre o que vem sendo proposto pelas autoridades e gestores de Escola para resolver o uso desta mídia. Destacamos a importância do gestor escolar e o docente como agente da linha de frente, no contexto escolar, dada sua maior capacidade de decisão, fator que o coloca como o principal personagem na ação que visa enfrentar e combater a prevenção aos dessa tecnologia no ambiente escolar. Este fato nos leva a crer que não se pode conceber essa ação coibindo, embora sem considerar a forte presença e atuação desse profissional dentro da sala de aula controlando o uso desse recurso. E grande parte de nossas autoridades se excluem de forma que perder as qualidades naturais próprias para não assumir tal responsabilidade em atua auxiliando os docentes no fazer pedagógicos dessas ferramentas que está à tona. Palavras chave: uso da tecnología: como ferramenta no Ensino - Aprendizagem. Introdução O uso do Whatsapp e Redes sociais são por natureza do ser humano que está evoluindo e acompanhando os avanços tecnológicos e no seu contexto um ato de acompanhar essas ferramentas deixa alguns professores grilados que se vê em todas as
  2. 2. esferas humanas; ela sempre enseja a orientação e a justificação pelo fim que se expressa. Passa a ser aquilo que necessita de justificativas, visto que, a natural o homem buscar estar informado nesta de regra do jogo. A globalização traz consigo profunda mutação social, conformando um novo mundo. Os desafios, as incertezas e a vulnerabilidade encontram-se permanentemente presentes em todos os segmentos sociais, gerando complexidade, iniquidade e desigualdades marcantes. Assim podemos concluir em Castels (2002, p. 38), quando conclui: Essa nova sociedade vem acompanhada de uma grande transformação nas relações de produção e de poder, que resultam numa mudança substancial no modo de se perceber as formas de espaço e tempo e, ainda, no aparecimento de uma nova cultura (CASTEELS, 2002). Sendo inserida nesse contexto social encontramos cada vez mais presente, intensa, diversa e preocupante, pois quase este tipo de ferramenta não é aceito por alguns educadores. A tecnologia que aparece hoje, como um dos focos de preocupação e atenção por negar os direitos fundamentais à maioria da população, não apenas no Brasil, mas também em muitos países do mundo. Essa negação dos direitos do homem encontra explicações em variadas fontes, sendo uma delas o modelo econômico e social excludente, que reforça as diferenças ao acesso da população aos bens sociais, o que tem colocado o Brasil no ranking dos países com pior distribuição de renda do mundo. Assim, a extrema desigualdade que permeia as relações humanas é certamente um dos fatores que contribui fortemente para a degeneração do comportamento humano. Conforme visto por Valente (1993) para o estudante é primordial no processo de ensino no qual irão adquirir conhecimentos coerentes da realidade da vida vivida em sociedade. Segundo Valente descreve sobre “O estudante deve ser preparado para o mundo tecnológico e cientifico, buscando a interação dos mesmos ao trabalho e ao desenvolvimento individual e interpessoal, aproximando assim a escola do mundo real e contextualizado”. (Valente, 1993). Podemos averiguar que o autor traz a importância do uso das tecnologias aliadas no processo de ensino dos educandos e também uma forma de entretenimento na utilização dessas ferramentas de alta resolução na área da Educação. Tem se aumentado muitos essas tecnologias em sala de aula que na qual percebemos que muitos educadores e até mesmo a Instituição escolar tenha encontrado dificuldade de metodologia para o desenvolvimento do Ensino aprendizagem, por falta
  3. 3. de conhecimento ou por ter o educador desmotivado nas formas de lecionar utilizando modelo metodológico renovado e atraente, fazendo assim o uso das tecnologias para atingir o interesse dos educandos. Também não podemos apenas culpa o professor, por falta de conhecimento ou mesmo por está desmotivado, mas também aos educandos que não possui compromisso com seu conhecimento escolar. Os educando apenas acham que o Whatsapp é apenas para aumentar sua popularidade e sem interesse obter conhecimentos e interação dos conteúdos estudados durante as aulas. Cabe ao educador criar regras nas quais levaram a utilização dos aplicativos para complementar as aulas, e também sendo monitoradas todas as atividades pelo educador referente o tema abordado no momento. Podemos perceber também que o professor deve se ter a noção de lidar com essas novas tecnologias e utilizar ao seu favor no ensino aprendizagem. Também cabe a ele atender todas as particularidades das atividades do grupo que fica ligado tanto Whatsapp, quanto nas Redes sociais. Segundo a Professora e Mestre em Ciências da Educação (2015), analisando seus educandos percebeu que o aplicativo é muito mais interessante e serve para ser um grande suporte na Escola que atua na Rede Municipal de Tapurah – MT, pois encontra sempre os alunos interagindo uns com outros no Whatsapp, que possa permite que trabalhe seu conteúdo e sana duvidas que eles possam ter durante quando não estão em sala de aula. Mas o problema infelizmente são os alunos que não sabe utilizar ao seu favor para alcançar seus objetivos e interesses neste ambiente virtual que aproximação à relação professor/aluno. O Ensino de Geografia, Filosofia e Ciências na qual trabalhamos tem condições de estimular o relacionamento entre indivíduos onde tentar captar informações, experiências aumento assim o índice de Ensino aprendizagem e a prática do docente interativa durante suas aulas. Como cita Zabala (1998) que devemos nos interagir abordando uma concepção construtivista de ensino – aprendizagem que ela explica; (...) podemos falar da diversidade de estratégias que os professores podem utilizar na estruturação das intenções educacionais com seus alunos. Desde uma posição de intermediário entre aluno e a cultura, a atenção á diversidade dos alunos e das situações necessitará, ás vezes, desafiar, às vezes dirigir, outras vezes propor, comparar. (ZABALA, 1998).
  4. 4. Desta forma o educador poderá alcançar estratégias de Ensino que possibilita atender as diversidades e necessidades de cada aluno que possua e utiliza Whatsapp como meio de interação com o professor e colega de sala de aula. Por isso este artigo vem conceder significativo instrumento de aprendizagem avançada, como expressa Leite: Sabemos hoje que as novas tecnologias não conquistaram espaço em nossa vida repentinamente, pois seguem o processo evolutivo da sociedade, obedecendo a uma lógica geral em nossa época (...). E a orientação virtual que acontece hoje fortemente baseada na tecnologia é que possibilita desenvolver processos de interação entre os participantes de processos educativos. (Leite, 2009). Para melhor entendermos os jovens é participando um pouco de sua realidade pessoal e educacional durante o ano letivo. A finalidade de incluir Whatsapp e Redes Sociais, apenas vem sendo uma ferramenta de auxilio ao educador. Conforme descreve Imbernón (2011) o professor precisa de novos sistemas de trabalho e de novas aprendizagens para exercer sua profissão, e concretamente daqueles aspectos profissionais e de aprendizagem associados às Instituições educativas como núcleo em que trabalha um conjunto de pessoas. A formação será legitima então quando contribuir para o desenvolvimento profissional do professor no âmbito de trabalho e de melhoria das aprendizagens profissionais. Neste sentido em que acreditamos Imbernón tenta transferir que deve ter interação entre o professor e o aluno na definição que os dois possam crescer no conhecimento e além do educador tornar-se realizado no seu trabalho. Portanto a utilização do WhatsApp, Redes Sociais podem sim contribuir para estes dois grupos uma ação de comunicação de maneira que ocorra com democracia, dialogando e expondo suas ideias sem visar em impor sua ideologia. Portanto é preciso ter um planejamento para utilizar o aplicativo de comunicação WhatsApp e redes sociais como recursos didáticos metodológicos para tornar mais fácil o processo de comunicação e ensino – aprendizagem, sendo assim possibilitando aos educandos uma estimulação e aproximação com as áreas de ensino. Segundo expressa Sathler (2008) que é preciso discordar da concepção que encara a educação como um produto. O conhecimento é um processo que depende fundamentalmente das pessoas para existir e quando é inscrito em algum suporte audiovisual se torna informação. Ainda Sathler coloca que a escola pressupõe a capacidade de gerar novos conhecimentos permanentemente, fazer sentido para a comunidade com a qual se relaciona e inspira segurança de que a informação difundida
  5. 5. pela instituição é confiável e de boa qualidade para a formação das pessoas. Isso significa ir além do autodidata, exatamente pela relação que se estabelece entre professor-aluno e aluno-aluno. Assim sendo a comunidade escolar que vivencia o uso desta tecnologia para ser comunicar deve ter cuidado para não deixar interferir ou distrair durante as aulas devido o uso destes aplicativos e também das redes sociais. Esta ferramenta se constitui como um meio de ensino atual que está se tornando bastante confiável na geração atual, sem deixar aquele carisma que existe entre o professor e aluno. Cabe ao educador criar regras nas quais levaram a utilização dos aplicativos para complementar as aulas, e também sendo monitoradas todas as atividades pelo educador referente o tema abordado no momento. Podemos perceber também que o professor deve ter a noção de lidar com essas novas tecnologias e utilizar ao seu favor no ensino aprendizagem. Novamente cabe a ele atender todas as particularidades das atividades do grupo que fica ligado tanto WhatsApp, quanto nas Redes sociais. Observamos que os maiores desafios ainda estão na mão dos educadores que não dominam a tecnologia, pois, os novos aparatos tecnológicos estão cada vez mais complicados para que haja o domínio com facilidade. A educação não está sendo mais fácil para aqueles professores que estão despreparados tecnologicamente para fazer o uso tanto das redes sociais como do WhatsApp no seu trabalho. Sabemos que existem vários meios tecnológicos que é utilizado por alunos e professores que por sua vez, temos também aqueles que não possuem meios para se comunicar, ou seja, muitas vezes podendo até possuir um bom celular, um bom computador, mas não tem conhecimento de sua utilização. Contudo fazer que essas ferramentas venham fazer parte do uso em sala de aula pelo professor, não é uma tarefa fácil, pois exige muito treinamento e capacitação deste docente. Como explica Godoi (2010) coordenador de comunicação e informação no Brasil da UNESCO que, “Ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer o uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.” (GODOI. Guilherme Canela, 2010. s/p). Infelizmente ainda existem muito professores que não tem interesse em buscar aperfeiçoamento, para melhorar o domínio de sua sala de aula, na busca por ir além dos livros didáticos, em função de sair da rotina, pois, os mesmos acomodaram-se
  6. 6. com a facilidade que encontraram no caminho sem o uso das tecnologias, e esta acomodação trava o seu crescimento profissional. Segundo o censo educacional que foi realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP - 2010) mostrou que as escolas têm a sua disposição uma série de tecnologia e que poucas são utilizadas pelos educadores, entendemos assim que o uso dessas ferramentas não faz diferenças no âmbito escolar para quem não quer evoluir. Também há outro relato apresentado pelo Estadão e Unicamp (2011) que os professores da Rede pública não se sentem seguros para aplicar a tecnologia como uma ferramenta pedagógica na sala de aula, excepcionalmente por não saber utiliza o computador em sala de aula e seus recursos como ferramenta pedagógica. Sendo assim sabemos que perde a chance de chamar atenção de seus alunos dentro da sala de aula, pois os mesmos são interessados pelas novidades tecnológicas. Outro fator que foi relatado é que alguns docentes procuram utilizar as tecnologias sem nenhuma preparação no ramo dos avanços tecnológicos, sendo assim esta falta de preparação acaba também desmotivando o professor. Percebemos que há falta de investimento, tanto para o docente como para os alunos em sala de aula, esta falta prejudica o ensino aprendizagem de ambos. Para que ocorra aula, com uso pedagógico do computador, rede social e também WhatsApp, precisamos de aparatos tecnológicos que funcionem e que tenham o mínimo de qualidade. Neste sentido questionamos, “cabe a quem este trabalho em formação dos docentes?”. Segundo os professores que aplicaram o trabalho em sala de aula indicado pelo Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio da Etapa I, caderno II, “O Jovem como sujeito do Ensino Médio” (2014), analisando seus educandos ao aplicar o comentário sobre as Redes sociais e também o filme passinho, percebemos que é muito mais interessante o uso das redes sociais e serve como um grande suporte na escola em que atuam. Compreendemos que os alunos conseguiram construir novos conhecimentos sobre as tecnologias de mídia, e ainda acharam ser esta, uma grande oportunidade na troca de informações entre educando e educador. O Governo Federal incentiva os educadores por meio de estudos de aperfeiçoamento na área dos Multi-meios didáticos, embora muitos ainda se recusam, em evoluir, por meio destas oportunidades e acabam sentindo no dia a dia as
  7. 7. dificuldades quando são postos diante as novas tecnologias em função de desempenhar o seu oficio. Percebemos que há uma resistência do professor em mudar e toda essa pressão inovadora se opõe a aqueles saberes que o educador já adquiriu. Este conjunto (Professores) de formadores de opinião não consegue romper o velho paradigma educacional, que infelizmente atrapalha o andamento das inovações que surge no decorrer de cada ano. Diante disto, os educandos sabendo que é proibido a utilização do celular e seus aplicativos dentro da sala de aula procuram sempre provocar alguns educadores que já foi aprovado várias leis que impede sua utilização. Segundo a reportagem encontrada pelo site celular com câmera (2014/02), um dos principais problemas enfrentados por educadores no Brasil é o uso de celulares em sala de aula. Esse problema só vem aumentado com o crescente numero de celulares no Brasil, que segundo dados da Anatel já ultrapassam os 271,1 milhões de celulares. Com tecnologias e recursos cada vez mais avançados que surge a cada modelo lançado no mercado, como internet móvel, acesso as redes sociais, com aplicativos atrativos e uma infinidades de outros recursos, os celulares atraem cada vez mais a atenção dos alunos em sala de aula tirando o foco do aprendizado. Sabemos para o aluno ficar atento nas orientações do professor, precisaria de muita atenção, mas isso não acontece devido o barulho do celular em sala de aula tocando, além de deixar irritados e confundindo na sala de aula, ainda tira atenção de toda a turma e a concentração do educadores em suas orientações dos temas abordados. Muitas vezes o uso excessivo dos celulares, que vai além da sala de aula e das obrigações habituais do cotidiano, se torna um vicio que é tratado como doença monofobia. Para quem não sabe sobre esta doença fica atentos, podemos descrevê-la: Segundo Celular em câmera (01/2014), o problema é que muitas pessoas já começam a sofrer de "monofobia", ou seja, pessoas que sentem uma fobia, uma angústia, quando estão longe do celular. É a doença de quem esta viciado em Celular. Imagine ficar sem sinal de internet em seu celular no meio de uma conversa ou quando precisa conferir um e-mail importante. É normal sentir raiva, mas a monofobia vai, além disto, é a dependência que algumas pessoas têm de estarem o
  8. 8. tempo todo com o aparelho em mãos, se comunicando com alguém, ou acessando a internet. E o problema agravou com a chegada dos smartphones e as novas tecnologias. A facilidade maior de se estar conectado à internet o tempo todo também fez com que surgissem mais pessoas sofrendo com esta doença. O uso de celulares cresce no mundo todo e a demanda é tanta que já é comum encontrarmos pessoas que têm dois ou mais aparelhos. E assim, seja a trabalho ou lazer, as pessoas passam cada vez mais tempo no celular, seja conversando, jogando, navegando na internet, conferindo e-mail, participando de redes sociais ou baixando os muitos aplicativos que hoje temos disponíveis no mercado e com isso cada vez mais pessoas correm o risco de adquirir a monofobia. (Celular com Câmera- 2014/01 tirado do site 11/05/2015) Ainda celular com câmera descreve que atitude mais correta de um aluno que vai á sala de aula para aprender é desligar o celular ou colocar no modo silencioso e evitar ficar saindo da sala de aula para atender ou fazer ligações. Claro que existem situações que são justificáveis, como no caso de um aluno que esteja com um parente hospitalizado e aguardando informações sobre o estado de saúde do parente. Mas esse problema do uso de celulares em sala de aula está sendo resolvido por alguns Estados e Municípios Brasileiros, que criaram leis que proíbem o uso de celulares em sala de aula. As punições para o descumprimento das referidas leis são administrativas e geralmente ficam a cargo de cada estabelecimento de ensino. Os tipos de punições administrativas também variam muito, de acordo com cada norma e reincidência, mas geralmente são: Advertência para o aluno e seu responsável, suspensão do aluno, apreensão do aparelho e tem legislação que prever ate multa. Mas o problema é tão sério assim para chegar ao ponto de ser preciso criar leis proibindo o uso dos celulares em sala de aula? Ou somente uma campanha educativa resolveria esse problema? Como podemos resolver sobre esta questão? Utilizar como ferramenta pedagógica ou punir os alunos que faz uso do aparelho em sala de aula. Observemos com bastante criticidade em alguns estados que adotaram a lei e proibiram o uso do celular; Lei estadual nº 5222, de 11 de abril de 2008. Dispõe sobre a proibição do uso de telefone celular e outros aparelhos nas escolas estaduais do estado do rio de janeiro.
  9. 9. Art. 1º fica proibido o uso de telefones celulares, walkmans, diskmans, ipods, mp3, mp4, fones de ouvido e/ou bluetooth, game boy, agendas eletrônicas e máquinas fotográficas, nas salas de aulas, salas de bibliotecas e outros espaços de estudos, por alunos e professores na rede pública estadual de ensino, salvo com autorização do estabelecimento de ensino, para fins pedagógicos. Então podemos averiguar que no Estado do Rio de Janeiro para fins pedagógicos pode ser utilizado o celular. Então o que impede os Educador faz uso deste aparelho se é o que mais chama atenção de seus educandos? Ainda averiguamos que a lei no Estado do Rio de Janeiro Aborda: Lei Municipal nº 4734 de 04 de janeiro de 2008 do Município do Rio de Janeiro – RJ Art. 1º Fica proibido o uso de telefone celular, games, ipod, mp3, equipamento eletrônico e similar em sala de aula. Parágrafo Único – Quando a aula for aplicada fora da sala específica, aplica-se o princípio desta Lei. Art. 2º Fica compreendida como sala de aula todas as instituições de ensino, fundamental, médio e superior. Art. 3º Deverá ser fixado em local de acesso e nas dependências da instituição educacional, nas salas de aula e nos locais onde ocorrem aulas, placas indicando a proibição. Parágrafo Único – Na placa deverá constar o seguinte: "É PROIBIDO O USO DE APARELHO CELULAR E EQUIPAMENTO ELETRÔNICO DURANTE AS AULAS – LEI nº 4.734, de quatro de janeiro de 2008”. Art. 4º Em caso de menor de idade deverão os pais ser comunicados pela direção do estabelecimento de ensino. Em vários Estados e Municípios Brasileiros tramitam em suas casas legislativas vários projetos de Leis que versam sobre a proibição do uso de celulares em sala de aula. Em busca de solucionar os problemas que estão sendo encontrados com o uso do celular em sala de aula. Mas o presente uso do celular pode atrapalhar o aluno em sala de aula, se o educador conseguir trabalhar seu tema utilizando esta tecnologia? Segundo Celular em câmera (01/2014), o problema é que muitas pessoas já começam a sofrer de "monofobia", ou seja, pessoas que sentem uma fobia, uma angústia, quando estão longe do celular. É a doença de quem este viciado em Celular. E o problema agravou com a chegada dos smartphones e as novas tecnologias e ainda com facilidade maior de conectar a internet o tempo todo também fez com que aparecessem mais pessoas sofrendo com esta doença. No mundo todo, pesquisas apontam um crescente número de pessoas que não conseguem mais ficar longe do celular. A grande maioria destas pessoas são jovens que precisam estar conectados durante todo o tempo, caso contrário sentem um grande desconforto, uma forte angústia e ficam inquietos, até o momento em que pegam o
  10. 10. smartphone e se conectam, neste momento eles sentem um grande alívio e se sentem realizados. Precisamos ter cautela ao uso deste recurso, deve ser no momento propício que vai trazer interação dos temas abordados pelo docente e que vai gerar aprendizagem no nosso alunado. É claro que não precisamos deixar o celular de vez, mas é preciso cuida para não ficar o tempo todo conectado muito tempo, devido ao trabalho, estudos, etc. O celular, o acesso à internet, tudo isto é muito importante e deve sim, fazer parte de nossa vida, mas tudo em excesso é prejudicial. Mas é preciso procurar ter uma vida saudável, ler bons livros, ter boas amizades, um bom relacionamento em casa, praticar atividade física e clara, ter o celular por perto, mas nada disto deve ser em exagero. Interessante tanto para o professor quanto ao aluno ter habilidade de lidar com a tecnologia, com aula bem estruturada, para motivar nossos alunos ser afetuoso e participar arduamente das disciplinas que ali estará sendo debatida. Para finalizar sabemos que o País deve acompanhar a evolução tecnológica, pois, poderá ser considerado atrasado. O mundo todo discute sobre como usar a tecnologia e como treinar professores. Qual é intenção dessas novas inovações aos Países? È importante pensarmos que nem todos têm as mesmas condições de estarem conectados ou ter dispositivos de tecnologia em sala de aula, para poder ter uma aula interativa e atrativa que possa gera benefícios á educação para fins pedagógicos. A escola que temos hoje, os docentes, gestores são fruto de mudanças da evolução tecnológica, que construímos no decorrer desde anos, também nossos alunos acompanhando esta revolucionaria tecnologia que vem para romper alguns paradigmas que sempre apoiou e sustentou uma pedagogia, métodos tradicionais. Agora percebemos uma aula mais dinâmica interativa, que transforma e traz mudanças bastante reveladoras aos alunos que ocupa a esfera das redes educacionais. Referencias Bibliográficas  ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050. Brasília, 2004.  BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. MEC 2012.  HONORATO, Wagner de Almeida Moreira; REIS, Regina Sallete Fernandes. WhatsApp: uma nova ferramenta para o ensino. In IV SIDTecS - Simpósio de Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade. Disponível em:
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