Gramática, interpretação de texto para concursos

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Gramática, Interpretação de Texto para Concursos

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Gramática, interpretação de texto para concursos

  1. 1. GRAMÁTICA DE PORTUGUÊS E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARA CONCURSOS Índice/Sumário. Capa
  2. 2. 1 FONOLOGIA 1.1. Fonema 1.2. Fonemas Vocálicos 1.2.1. Vogais 1.2.2. Semivogais 1.3. Fonemas Consonantais 1.4. Encontros Vocálicos 1.4.1. Ditongo 1.4.1.1. Crescente 1.4.1.2. Decrescente 1.4.1.3. Oral 1.4.1.4. Nasal 1.4.2. Tritongo 1.4.2.1. Oral 1.4.2.2. Nasal 1.4.3. Hiato 1.5. Encontros Consonantais 1.5.1. Encontros consonantais perfeitos 1.5.2. Encontros consonantais imperfeitos 1.6. Dígrafo 1.7. Sílaba 1.8. Tonicidade 1.9. Formas Variantes 1.10. Divisão Silábica 1.10.1. Separam​-se 1.10.2. Não se separam 1.10.3. Outras dicas 1.11. Questões 2 ORTOGRAFIA 2.1. Dificuldades Ortográficas
  3. 3. 2.1.1. Uso do “S” 2.1.2. Uso do “Z” 2.1.3. Uso do “H” 2.1.4. Uso do “X” 2.1.5. Uso do “CH” 2.1.6. Uso do “SS” 2.1.7. Uso do “Ç” 2.1.8. Uso do “G” 2.1.9. Uso do “J” 2.1.10. Uso do “I” 2.1.11. Uso do “E” 2.1.12. Uso do “SC” 2.2. Formas Variantes 2.3. Palavras que não admitem forma variante 2.4. Emprego do hífen 2.4.1. Hífen com prefixos e pseudoprefixos 2.4.2. Hífen com sufixos 2.4.3. Hífen em locuções 2.5. Acentuação Gráfica 2.5.1. Regras gerais 2.5.1.1. Monossílabas tônicas 2.5.1.2. Oxítonas 2.5.1.3. Paroxítonas 2.5.1.4. Proparoxítonas 2.5.2. Regras especiais 2.5.2.1. Ditongos abertos 2.5.2.2. I e U tônicos 2.5.2.3. Acento diferencial nos verbos ter e vir (e seus derivados) 2.5.2.4. Outros acentos diferenciais 2.5.3. Formas variantes de som aberto ou fechado 2.6. Uso do PORQUÊ 2.6.1. Por que / por quê 2.6.1.1. Preposição + pronome interrogativo 2.6.1.2. Preposição + pronome relativo 2.6.2. Porque 2.6.3. Porquê 2.7. Questões 3 MORFOLOGIA
  4. 4. 3.1. Estrutura e Formação de Palavras 3.1.1. Estrutura das palavras 3.1.1.1. Radical (ou morfema lexical) 3.1.1.2. Desinência (ou morfema flexional) 3.1.1.3. Vogal temática 3.1.1.4. Tema 3.1.1.5. Afixos 3.1.1.6. Vogal e consoante de ligação 3.1.2. Formação das palavras 3.1.2.1. Derivação 3.1.2.1.1. Prefixal (ou prefixação) 3.1.2.1.2. Sufixal (ou sufixação) 3.1.2.1.3. Prefixal​-sufixal (ou prefixação​-sufixação) 3.1.2.1.4. Parassintética (ou parassíntese) 3.1.2.1.5. Regressiva 3.1.2.1.6. Imprópria 3.1.2.2. Composição 3.1.2.2.1. Justaposição 3.1.2.2.2. Aglutinação 3.1.2.3. Hibridismo 3.1.2.4. Onomatopeia 3.1.2.5. Abreviação 3.1.2.6. Sigla 3.1.3. Radicais e prefixos gregos e latinos 3.1.3.1. Radicais gregos 3.1.3.2. Radicais latinos 3.1.3.3. Prefixos gregos 3.1.3.4. Prefixos latinos 3.2. Classes de Palavras 3.3. CLASSES NOMINAIS VARIÁVEIS 3.3.1. Substantivo 3.3.1.1. Classificação dos substantivos 3.3.1.1.1. Próprio ou comum 3.3.1.1.2. Simples ou composto 3.3.1.1.3. Concreto ou abstrato 3.3.1.1.4. Primitivo ou derivado 3.3.1.1.5. Coletivo 3.3.1.2. Flexão de gênero
  5. 5. 3.3.1.2.1. Biformes 3.3.1.2.2. Uniformes 3.3.1.2.2.1. Epicenos 3.3.1.2.2.2. Sobrecomuns 3.3.1.2.2.3. Comuns de dois gêneros 3.3.1.2.3. Formação do feminino 3.3.1.2.4. Particularidades do gênero 3.3.1.3. Flexão de número 3.3.1.3.1. Formação do plural dos substantivos simples 3.3.1.3.2. Plural dos diminutivos 3.3.1.3.3. Particularidades do número dos substantivos simples 3.3.1.3.4. Formação do plural dos substantivos compostos 3.3.1.3.5. Particularidades do número dos substantivos compostos 3.3.1.4. Flexão de grau 3.3.1.4.1. Normal 3.3.1.4.2. Aumentativo 3.3.1.4.3. Diminutivo 3.3.2. Adjetivo 3.3.2.1. Classificação dos adjetivos 3.3.2.1.1. Uniforme 3.3.2.1.2. Biforme 3.3.2.1.3. Simples 3.3.2.1.4. Composto 3.3.2.2. Adjetivo pátrio 3.3.2.3. Locução adjetiva 3.3.2.4. Flexão de gênero 3.3.2.4.1. Adjetivos simples 3.3.2.4.2. Adjetivos compostos 3.3.2.5. Flexão de número 3.3.2.5.1. Adjetivos simples 3.3.2.5.2. Adjetivos compostos 3.3.2.6. Flexão de grau 3.3.2.6.1. Grau comparativo 3.3.2.6.1.1. De igualdade 3.3.2.6.1.2. De superioridade 3.3.2.6.1.3. De inferioridade 3.3.2.6.2. Grau superlativo 3.3.2.6.2.1. Relativo
  6. 6. 3.3.2.6.2.2. Absoluto 3.3.3. Artigo 3.3.3.1. Artigos definidos (o, a, os, as) 3.3.3.2. Artigos indefinidos (um, uma, uns, umas) 3.3.3.3. Particularidades do artigo 3.3.4. Numeral 3.3.4.1. Flexão dos numerais 3.3.4.2. Emprego dos numerais 3.3.4.3. Leitura dos numerais 3.3.5. Pronome 3.3.5.1. Pronomes pessoais 3.3.5.1.1. Caso reto 3.3.5.1.2. Caso oblíquo 3.3.5.1.3. Pronomes de tratamento 3.3.5.1.3.1. Emprego dos pronomes de tratamento 3.3.5.2. Pronomes demonstrativos 3.3.5.3. Pronomes relativos 3.3.5.4. Pronomes interrogativos 3.3.5.5. Pronomes indefinidos 3.3.5.6. Pronomes possessivos 3.4. CLASSE VERBAL 3.4.1. Classificação dos verbos 3.4.1.1. Regulares 3.4.1.2. Irregulares 3.4.1.3. Anômalos 3.4.1.4. Defectivos 3.4.1.5. Abundantes 3.4.1.6. Auxiliares 3.4.1.6.1. Locução verbal 3.4.1.7. Unipessoais 3.4.1.8. Pronominais 3.4.2. Flexão dos verbos 3.4.2.1. Pessoa 3.4.2.2. Número 3.4.2.3. Modo 3.4.2.3.1. Indicativo 3.4.2.3.2. Subjuntivo 3.4.2.3.3. Imperativo
  7. 7. 3.4.2.4. Tempo 3.4.2.4.1. Pretérito 3.4.2.4.2. Presente 3.4.2.4.3. Futuro 3.4.2.5. Voz 3.4.2.5.1. Voz ativa 3.4.2.5.2. Voz passiva 3.4.2.5.2.1. Analítica 3.4.2.5.2.2. Sintética 3.4.2.5.3. Voz reflexiva 3.4.3. Formação dos tempos verbais 3.4.3.1. Derivação 3.4.3.1.1. Derivados da 1a pessoa do singular do presente do indicativo 3.4.3.1.1.1. Presente do subjuntivo 3.4.3.1.1.2. Imperativo negativo 3.4.3.1.1.3. Imperativo afirmativo 3.4.3.1.2. Derivados da 3a pessoa do plural do pretérito do indicativo 3.4.3.1.2.1. Pretérito mais​-que​-perfeito do indicativo 3.4.3.1.2.2. Futuro do subjuntivo 3.4.3.1.2.3. Pretérito imperfeito do subjuntivo 3.4.3.1.3. Derivados do infinitivo impessoal 3.4.3.1.3.1. Futuro do presente do indicativo 3.4.3.1.3.2. Futuro do pretérito do indicativo 3.4.3.1.3.3. Pretérito imperfeito do indicativo 3.4.3.1.3.4. Infinitivo pessoal 3.4.3.1.3.5. Gerúndio 3.4.3.1.3.6. Particípio 3.4.3.2. Tempos compostos 3.4.3.2.1. Formados a partir do presente (indicativo / subjuntivo) 3.4.3.2.2. Formados a partir do pretérito imperfeito (indicativo / subjuntivo) 3.4.3.2.3. Formado a partir do futuro do presente do indicativo 3.4.3.2.4. Formado a partir do futuro do pretérito do indicativo 3.4.3.2.5. Formado a partir do futuro do subjuntivo 3.4.4. Formas nominais 3.4.4.1. Infinitivo 3.4.4.2. Particípio 3.4.4.3. Gerúndio 3.4.5. Emprego dos tempos verbais
  8. 8. 3.4.5.1. Presente 3.4.5.2. Pretérito perfeito 3.4.5.3. Pretérito imperfeito 3.4.5.4. Pretérito mais​-que​-perfeito 3.4.5.5. Futuro do presente 3.4.5.6. Futuro do pretérito 3.4.5.7. Infinitivo pessoal 3.4.5.8. Infinitivo impessoal 3.4.6. Verbos da primeira conjugação que merecem destaque 3.4.7. Verbos da segunda conjugação que merecem destaque 3.4.8. Verbos da terceira conjugação que merecem destaque 3.4.9. Verbos defectivos que merecem destaque 3.5. CLASSES NOMINAIS INVARIÁVEIS 3.5.1. Advérbio 3.5.1.1. Locuções adverbiais 3.5.1.2. Advérbios interrogativos 3.5.1.3. Grau do advérbio 3.5.1.3.1. Grau comparativo 3.5.1.3.2. Grau superlativo 3.5.2. Preposição 3.5.2.1. Classificação da preposição 3.5.2.1.1. Essenciais 3.5.2.1.2. Acidentais 3.5.2.2. Locução prepositiva 3.5.2.3. Combinação, contração e crase 3.5.2.3.1. Combinação 3.5.2.3.2. Contração 3.5.2.3.3. Crase 3.5.3. Conjunção 3.5.3.1. Conjunções coordenativas 3.5.3.1.1. Aditivas 3.5.3.1.2. Adversativas 3.5.3.1.3. Alternativas 3.5.3.1.4. Conclusivas 3.5.3.1.5. Explicativas 3.5.3.2. Conjunções subordinativas 3.5.3.2.1. Integrantes 3.5.3.2.2. Adverbiais
  9. 9. 3.5.3.2.2.1. Causais 3.5.3.2.2.2. Comparativas 3.5.3.2.2.3. Concessivas 3.5.3.2.2.4. Condicionais 3.5.3.2.2.5. Conformativas 3.5.3.2.2.6. Consecutivas 3.5.3.2.2.7. Finais 3.5.3.2.2.8. Proporcionais 3.5.3.2.2.9. Temporais 3.5.4. Interjeição 3.5.4.1. Locuções interjetivas 3.6. Questões 4 SINTAXE 4.1. Frase, Oração e Período 4.1.1. Frase 4.1.2. Oração 4.1.3. Período 4.2. Sintaxe da Oração 4.2.1. Termos essenciais da oração 4.2.1.1. Sujeito 4.2.1.1.1. Sujeito determinado 4.2.1.1.2. Sujeito indeterminado 4.2.1.1.3. Sujeito oracional 4.2.1.2. Oração sem sujeito 4.2.1.3. Predicado 4.2.1.3.1. Verbo de ligação 4.2.1.3.2. Verbo nocional 4.2.1.3.2.1. Verbo intransitivo 4.2.1.3.2.2. Verbo transitivo 4.2.1.3.3. Predicativos 4.2.1.3.3.1. Predicativo do sujeito 4.2.1.3.3.2. Predicativo do objeto 4.2.1.3.4. Classificação do predicado 4.2.1.3.4.1. Predicado nominal 4.2.1.3.4.2. Predicado verbal 4.2.1.3.4.3. Predicado verbo​-nominal 4.2.2. Termos integrantes da oração 4.2.2.1. Objeto direto
  10. 10. 4.2.2.1.1. Objeto direto preposicionado 4.2.2.1.2. Objeto direto pleonástico 4.2.2.1.3. Objeto direto interno 4.2.2.2. Objeto indireto 4.2.2.2.1. Objeto indireto pleonástico 4.2.2.3. Complemento nominal 4.2.2.4. Agente da passiva 4.2.3. Termos acessórios da oração 4.2.3.1. Adjunto adnominal 4.2.3.2. Adjunto adverbial 4.2.3.3. Aposto 4.2.4. Vocativo 4.3. Sintaxe do Período 4.3.1. Período composto por coordenação 4.3.1.1. Orações coordenadas assindéticas 4.3.1.2. Orações coordenadas sindéticas 4.3.1.2.1. Oração coordenada sindética aditiva 4.3.1.2.2. Oração coordenada sindética adversativa 4.3.1.2.3. Oração coordenada sindética alternativa 4.3.1.2.4. Oração coordenada sindética conclusiva 4.3.1.2.5. Oração coordenada sindética explicativa 4.3.2. Período composto por subordinação 4.3.2.1. Oração principal 4.3.2.2. Oração subordinada 4.3.2.2.1. Oração subordinada substantiva 4.3.2.2.1.1. Oração subordinada substantiva subjetiva 4.3.2.2.1.2. Oração subordinada substantiva objetiva direta 4.3.2.2.1.3. Oração subordinada substantiva objetiva indireta 4.3.2.2.1.4. Oração subordinada substantiva completiva nominal 4.3.2.2.1.5. Oração subordinada substantiva predicativa 4.3.2.2.1.6. Oração subordinada substantiva apositiva 4.3.2.2.2. Oração subordinada adjetiva 4.3.2.2.2.1. Oração subordinada adjetiva explicativa 4.3.2.2.2.2. Oração subordinada adjetiva restritiva 4.3.2.2.3. Oração subordinada adverbial 4.3.2.2.3.1. Oração subordinada adverbial causal 4.3.2.2.3.2. Oração subordinada adverbial comparativa 4.3.2.2.3.3. Oração subordinada adverbial concessiva
  11. 11. 4.3.2.2.3.4. Oração subordinada adverbial condicional 4.3.2.2.3.5. Oração subordinada adverbial conformativa 4.3.2.2.3.6. Oração subordinada adverbial consecutiva 4.3.2.2.3.7. Oração subordinada adverbial final 4.3.2.2.3.8. Oração subordinada adverbial proporcional 4.3.2.2.3.9. Oração subordinada adverbial temporal 4.3.2.3. Orações reduzidas 4.3.2.3.1. Oração reduzida de infinitivo 4.3.2.3.2. Oração reduzida de gerúndio 4.3.2.3.3. Oração reduzida de particípio 4.4. Regência 4.4.1. Regência nominal 4.4.2. Regência verbal 4.4.3. Particularidades da regência 4.4.3.1. Um único complemento para dois ou mais verbos 4.4.3.2. Regência com pronome interrogativo 4.4.3.3. Regência com pronome relativo 4.4.3.4. Regência com pronome pessoal do caso oblíquo átono 4.4.3.5. Verbos que pedem dois complementos 4.4.4. Sujeito e regência 4.5. Crase 4.5.1. Crase com pronome demonstrativo 4.5.2. Crase com artigo 4.6. CONCORDÂNCIA 4.6.1. Concordância nominal 4.6.1.1. Particularidades da concordância do adjetivo 4.6.1.1.1. Dois ou mais substantivos determinados por um adjetivo 4.6.1.1.2. Um substantivo determinado por dois ou mais adjetivos 4.6.1.1.3. Substantivo usado como adjetivo 4.6.1.1.4. Adjetivos compostos 4.6.1.2. Casos especiais de concordância nominal 4.6.1.2.1. Muito, bastante, meio, todo, mesmo 4.6.1.2.2. Anexo, só, junto, incluso, excluso, próprio, quite, obrigado 4.6.1.2.3. O mais/menos (adjetivo) possível 4.6.1.2.4. Menos, alerta, pseudo 4.6.1.2.5. Silepse de gênero 4.6.1.2.6. Tal qual 4.6.1.2.7. Um e outro / nem um nem outro + substantivo
  12. 12. 4.6.1.2.8. Um e outro / nem um nem outro + substantivo + adjetivo 4.6.1.2.9. Particípio + substantivo 4.6.1.2.10. Verbo ser + predicativo do sujeito 4.6.1.2.11. Plural de modéstia: nós + verbo + adjetivo 4.6.2. Concordância verbal 4.6.2.1. Concordância do sujeito simples 4.6.2.1.1. Particularidades da concordância do sujeito simples 4.6.2.1.2. Silepse de pessoa 4.6.2.1.3. Silepse de número 4.6.2.2. Concordância do sujeito composto 4.6.2.2.1. Particularidades da concordância do sujeito composto 4.6.2.3. Concordância do sujeito indeterminado 4.6.2.4. Concordância da oração sem sujeito 4.6.2.5. Casos especiais de concordância verbal 4.6.2.6. Concordância do verbo ser 4.6.2.6.1. Verbo ser impessoal 4.7. Colocação Pronominal 4.7.1. Próclise 4.7.2. Mesóclise 4.7.3. Ênclise 4.7.4. Caso especial 4.7.5. Com locuções verbais 4.8. Questões 5 PONTUAÇÃO 5.1. Vírgula 5.2. Ponto e vírgula 5.3. Dois​-pontos 5.4. Ponto​-final 5.5. Ponto de interrogação 5.6. Ponto de exclamação 5.7. Reticências 5.8. Parênteses 5.9. Travessão 5.10. Aspas 5.11. Questões 6 SEMÂNTICA 6.1. Sinônimo 6.2. Antônimo
  13. 13. 6.3. Homônimos 6.4. Parônimos 6.5. Polissemia 6.6. Denotação e Conotação 6.7. Questões 7 ESTILÍSTICA 7.1. Figuras de Linguagem ou Estilo 7.1.1. Figuras de som 7.1.1.1. Aliteração 7.1.1.2. Onomatopeia 7.1.2. Figuras de construção ou de sintaxe 7.1.2.1. Anacoluto 7.1.2.2. Anáfora 7.1.2.3. Apóstrofe 7.1.2.4. Assíndeto 7.1.2.5. Elipse 7.1.2.6. Hipérbato 7.1.2.7. Pleonasmo 7.1.2.8. Polissíndeto 7.1.2.9. Silepse 7.1.2.9.1. Silepse de pessoa 7.1.2.9.2. Silepse de gênero 7.1.2.9.3. Silepse de número 7.1.2.10. Zeugma 7.1.3. Figuras de pensamento 7.1.3.1. Antítese 7.1.3.2. Antonomásia 7.1.3.3. Catacrese 7.1.3.4. Comparação 7.1.3.5. Gradação 7.1.3.6. Eufemismo 7.1.3.7. Hipérbole 7.1.3.8. Ironia 7.1.3.9. Metáfora 7.1.3.10. Metonímia 7.1.3.10.1. O autor pela obra 7.1.3.10.2. O continente pelo conteúdo 7.1.3.10.3. A causa pelo efeito, e vice​-versa
  14. 14. 7.1.3.10.4. O lugar pelo produto feito no lugar 7.1.3.10.5. A parte pelo todo 7.1.3.10.6. A matéria pelo objeto 7.1.3.10.7. A marca pelo produto 7.1.3.10.8. O concreto pelo abstrato, e vice​-versa 7.1.3.10.9. O indivíduo pela espécie 7.1.3.10.10. O instrumento pela ideia que ele representa 7.1.3.11. Prosopopeia 7.1.3.12. Sinestesia 7.2. Vícios de Linguagem 7.2.1. Barbarismo 7.2.2. Solecismo 7.2.3. Ambiguidade ou anfibologia 7.2.4. Cacófato 7.2.5. Pleonasmo vicioso 7.2.6. Neologismo 7.2.7. Eco 7.2.8. Arcaísmo 7.3. Questões 8 INTERPRETAÇÃO DE TEXTO 8.1. NOÇÃO DE TEXTO 8.1.1. Texto literário e texto não literário 8.1.2. Níveis de linguagem 8.1.3. Funções da linguagem 8.1.3.1. Função referencial (ou denotativa) 8.1.3.2. Função emotiva (ou expressiva) 8.1.3.3. Função conativa (ou apelativa) 8.1.3.4. Função metalinguística 8.1.3.5. Função fática 8.1.3.6. Função poética 8.2. TIPOLOGIA TEXTUAL 8.2.1. Descrição 8.2.2. Narração 8.2.2.1. Foco narrativo 8.2.2.2. Tipos de discurso 8.2.3. Dissertação 8.3. Compreensão e Interpretação 8.3.1. Interpretação subjetiva
  15. 15. 8.3.2. Interpretação objetiva 8.3.2.1. Vocabulário 8.3.2.1.1. Palavras​-chave 8.3.2.1.2. Ideias​-chave 8.3.2.2. Gramática 8.3.2.3. Raciocínio lógico verbal 8.4. Coesão e Coerência 8.4.1. Coesão 8.4.1.1. Coesão referencial 8.4.1.1.1. Substituição 8.4.1.1.2. Reiteração 8.4.1.2. Coesão recorrencial 8.4.1.2.1. Recorrência de termos 8.4.1.2.2. Paralelismo 8.4.1.2.3. Paráfrase 8.4.1.2.4. Recursos fonológicos, segmentais ou suprassegmentais 8.4.1.3. Coesão sequencial “stricto sensu” 8.4.1.3.1. Sequenciação temporal 8.4.1.3.2. Sequenciação por conexão 8.4.2. Coerência 8.4.2.1. Coerência semântica 8.4.2.2. Coerência sintática 8.4.2.3. Coerência estilística 8.4.2.4. Coerência pragmática 8.4.2.5. Itens produtores de coerência 8.4.2.5.1. Inferências 8.4.2.5.2. Fatores pragmáticos 8.4.2.5.3. Situacionalidade 8.4.2.5.4. Intencionalidade e aceitabilidade 8.4.2.5.5. Informatividade 8.4.2.5.6. Focalização 8.4.2.5.7. Intertextualidade 8.4.2.5.8. Relevância 8.5. Paráfrase, Resumo e Síntese 8.5.1. Paráfrase 8.5.2. Resumo 8.5.3. Síntese 8.6. Inferência
  16. 16. 8.7. Questões 9 REDAÇÃO OFICIAL 9.1. Correspondência 9.2. Correspondência Oficial 9.3. Características da Redação Oficial 9.3.1. Impessoalidade 9.3.2. Correção gramatical 9.3.3. Formalidade e padronização 9.3.3.1. Pronomes de tratamento 9.3.3.1.1. Emprego dos pronomes de tratamento 9.3.3.1.1.1. Vossa Excelência 9.3.3.1.1.2. Vossa Senhoria 9.3.3.1.1.3. Vossa Magnificência 9.3.3.1.1.4. Vossa Santidade 9.3.3.1.1.5. Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima 9.3.3.1.1.6. Vossa Excelência Reverendíssima 9.3.3.1.1.7. Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima 9.3.3.1.1.8. Vossa Reverência 9.3.4. Concisão e clareza 9.4. Manual de redação da Presidência da República 9.5. Instrução Normativa n. 4/92 9.6. O Padrão Ofício 9.6.1. Partes do documento no padrão ofício 9.6.2. Tipo do documento 9.6.3. Local e data 9.6.4. Destinatário 9.6.5. Assunto 9.6.6. Texto 9.6.7. Fecho 9.6.8. Identificação do signatário 9.7. Forma de diagramação 9.8. Comunicações oficiais 9.8.1. Apostila 9.8.2. Ata 9.8.3. Aviso 9.8.4. Certidão 9.8.5. Circular 9.8.6. Contrato
  17. 17. 9.8.7. Convênio 9.8.8. Correio eletrônico 9.8.9. Declaração 9.8.10. Decreto 9.8.10.1. Decretos regulamentares 9.8.10.2. Decretos individuais ou coletivos 9.8.11. Edital 9.8.12. Exposição de motivos 9.8.13. Fax 9.8.14. Informação 9.8.15. Instrução e instrução normativa 9.8.16. Memorando 9.8.17. Mensagem 9.8.18. Ofício 9.8.19. Ordem de serviço 9.8.20. Parecer 9.8.21. Requerimento 9.8.22. Portaria 9.8.23. Relatório 9.8.24. Resolução 9.8.25. Telegrama 9.9. Questões 10 REDAÇÃO DISCURSIVA 10.1. Qualidades Fundamentais do Texto 10.2. Tipologia Textual 10.3. Figuras e Temas 10.4. Dissertação Objetiva 10.4.1. Argumentação 10.4.1.1. Argumento baseado na estrutura da realidade 10.4.1.2. Argumento baseado no consenso 10.4.1.3. Argumento baseado em fatos 10.4.1.4. Argumento lógico 10.4.2. Defeitos da argumentação 10.4.2.1. Tautologia 10.4.2.2. Noção semiformalizada 10.4.2.3. Noção confusa 10.4.2.4. Generalização 10.4.2.5. Erro pelo exemplo ou ilustração
  18. 18. 10.4.2.6. Erro pela conclusão 10.4.3. Discurso dissertativo de caráter científico 10.5. Progressão Discursiva 10.6. Dicas para se Escrever Bem 10.7. Técnica de Redação 10.8. Temas de Atualidades 10.9. Temas Técnicos 10.10. Estudo de Casos 11 PROVAS SIMULADAS Prova Simulada 1 Prova Simulada 2 Prova Simulada 3 Prova Simulada 4 Prova Simulada 5 Prova Simulada 6 Prova Simulada 7 Prova Simulada 8 Prova Simulada 9 Prova Simulada 10 Prova Simulada 11 Prova Simulada 12 Prova Simulada 13 Prova Simulada 14 Prova Simulada 15 Prova Simulada 16 Prova Simulada 17 Prova Simulada 18 Prova Simulada 19 Prova Simulada 20 Prova Simulada 21 Prova Simulada 22 Prova Simulada 23 Prova Simulada 24 Prova Simulada 25 Prova Simulada 26 Prova Simulada 27 Prova Simulada 28 Prova Simulada 29
  19. 19. Prova Simulada 30 Prova Simulada 31 Prova Simulada 32 Prova Simulada 33 Prova Simulada 34 Prova Simulada 35 Referências
  20. 20. Dedico este livro aos meus caros alunos — que, com suas indagações, me ajudaram a aprimorar conhecimentos para tentar oferecer sempre o melhor de mim.
  21. 21. Agradecimento Sou grato à Atanagildetina, ao Childerico, à Radegondes, à Pascoalina, ao Asdrúbal, à Âni — personagens que me acompanham há muito tempo em minha jornada pelo magistério, e me ajudam a deixar nos meus “aluninhos” um pouco do amor que sinto pela Língua Portuguesa.
  22. 22. Nota do autor à 2ª edição É com imensa satisfação que apresento a segunda edição do Português Esquematizado®. Ao escrever este livro, foi minha intenção dar ao estudante de Língua Portuguesa um volume completo, com tudo de que necessita para realizar uma prova de concurso público ou vestibular, porém de estilo simples e direto. Seguindo os parâmetros da Coleção Esquematizado®, o texto se apresenta de forma clara e objetiva, com destaque para aquilo que o leitor deve guardar na memória para um ótimo desempenho nas provas. A obra discorre sobre os quatro grandes temas presentes nos concursos de vários níveis e nos vestibulares: Gramática, Interpretação de Texto, Redação Oficial e Redação Discursiva. Dessa maneira, ao estudar por este livro, o candidato tem diante de si todo o arsenal para treinar a Língua Portuguesa. É também um instrumento auxiliar para os que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), pois trabalha com os aspectos linguísticos imprescindíveis para um bom desempenho no quesito “Linguagem, Códigos e suas Tecnologias”. A Redação Discursiva, além das informações técnicas a respeito do processo de produção do texto, discorre sobre as suas qualidades (e os defeitos que se devem evitar!) e traz ainda uma técnica prática que permite, com treino e dedicação, atingir um excelente resultado. A divisão da obra foi pensada para facilitar a pesquisa e a leitura. Basta verificar o programa de Português da prova para a qual deseja preparar-se e, em seguida, localizar esses assuntos no livro. Assim, você tem uma obra que contempla o conteúdo de concursos e vestibulares, com o benefício de estudar aquilo que lhe é necessário para aquela prova específica. Como todo livro da Coleção Esquematizado®, este também apresenta as ideias principais destacadas, esquemas gráficos e quadros com curiosidades, tudo para tornar o aprendizado mais ágil e agradável. Além disso, traz também muitos exercícios, para fixar todo o conteúdo. Muito do aprendizado dos fatos da língua vem da prática — e não apenas da leitura da teoria —, por isso este volume privilegia as questões. Ao final de cada unidade, há exercícios com respostas comentadas para a fixação dos conceitos, tanto gramaticais
  23. 23. quanto de interpretação de texto ou redação oficial. Há também uma unidade dedicada especificamente a questões, com grupos de dez questões cada um, com os assuntos mais cobrados em provas. Assim, paulatinamente, o leitor poderá testar seus conhecimentos, para continuar ampliando o seu nível de domínio linguístico. Essas questões foram retiradas de provas das mais conceituadas bancas examinadoras de todo o País, tais como Cesgranrio, Cespe-UnB, Cetro, Consulplan, ESAF, FCC, FGV, FUNRIO, NCEUFRJ, Vunesp, entre outras. Algumas questões foram publicadas exatamente como apareceram nas provas, outras foram adaptadas, atualizadas, recicladas ou alteradas para a publicação neste livro. Nesta segunda edição, optei por não fazer mudanças na estrutura da obra, uma vez que ela segue, ortodoxamente, a estrutura consagrada da Coleção Esquematizado®. Optei, também, por não fazer quaisquer acréscimos ao texto. Tal decisão baseia-se no fato de o livro ter sido muito bem aceito pelo seu público-alvo, cujos comentários, nos vários meios — redes sociais, cursinhos, escolas etc. —, dão-nos a certeza de que ainda não há necessidade de atualização. Agradeço aos muitos leitores que fizeram do meu trabalho um sucesso editorial, e também a todos aqueles que, com sua leitura crítica, perceberam algum problema com o texto ou com a digitação e, gentilmente, enviaram a este autor suas sugestões de melhoria para um e outro parágrafo, assim como o apontamento dos deslizes de digitação ou revisão. Devo agradecimento especial aos nossos coordenadores, Pedro Lenza e Roberto Caparroz, que confiaram no meu trabalho, permitindo-me fazer parte desta já prestigiada Coleção. Sou grato, ainda, a toda a equipe editorial da Saraiva, por todo o apoio dispensado à realização deste livro. Bom estudo! Agnaldo Martino agnaldomartino@uol.com.br
  24. 24. Apresentação Todos os anos, milhões de pessoas, com os mais variados perfis e histórias de vida, resolvem ingressar no mundo dos concursos públicos. Trata-se de um movimento contínuo, crescente, inesgotável e tipicamente brasileiro. Portanto, se a ideia já passou pela sua cabeça, saiba que você não está sozinho. A constatação serve, a um só tempo, tanto como estímulo para os estudos quanto para que possamos compreender o calibre do desafio que aguarda os candidatos. Quais os motivos para esse fenômeno, que só faz crescer? A resposta mais simples e direta reside no fato de que o Estado, para a nossa realidade, é um excelente empregador. Se compararmos a remuneração da iniciativa privada com a de carreiras públicas equivalentes, em termos de exigências e atividades, na maioria dos casos, o valor percebido pelos servidores será igual ou superior. Some-se a isso a estabilidade, o regime diferenciado de previdência e a possibilidade de ascensão funcional e teremos a perfeita equação para a verdadeira legião de “concurseiros” que existe no Brasil. Como vencer o desafio dos concursos, se a concorrência é tão grande? Ao contrário do que muita gente imagina, a dificuldade certamente não é quantitativa, pois o número de concorrentes, na prática, pouco importa. Todos os grandes concursos oferecem vagas suficientes, capazes de premiar os candidatos que conseguirem obter médias elevadas. O fator determinante para o sucesso é de natureza qualitativa e exige o domínio de duas metodologias: saber estudar e resolver questões. Há muitos anos digo aos alunos que o segredo dos concursos não é simplesmente estudar mais (muito embora os vencedores estudem bastante), mas, principalmente, estudar melhor. E o que significa isso? Estudar melhor implica escolher uma fonte de referência segura, completa e atualizada para cada matéria, absorvê-la ao máximo e, depois, verificar o aprendizado por meio de questões. Costumo ponderar que, se um candidato ler dois autores sobre o mesmo tema, provavelmente “elevará ao quadrado” suas dúvidas, pois não saberá como enfrentar, nas provas, as divergências de pensamento que, apesar de comuns e salutares no meio acadêmico, devem ser evitadas a todo custo nos concursos.
  25. 25. Essa é uma das propostas da presente Coleção Esquematizado®. Quando o amigo Pedro Lenza me convidou para ajudá-lo na coordenação das obras voltadas para as matérias não jurídicas, imediatamente vislumbrei a possibilidade de oferecer aos alunos das mais diversas carreiras a mesma metodologia, testada e aprovada no consagrado Direito Constitucional Esquematizado®. Sabemos que a grande dificuldade dos concursos de ampla concorrência, abertos a candidatos de qualquer formação, reside na quantidade e variedade de matérias, de tal sorte que não seria exagero afirmar que ninguém conhece, a priori, todos os temas que serão exigidos, ao contrário das carreiras jurídicas, nas quais os alunos efetivamente travaram conhecimento com as disciplinas durante a faculdade. Ninguém faz “faculdade para concursos”, até porque, na prática, ela não existe. Os candidatos provêm de áreas diferentes e acumularam conhecimento em temas que normalmente não são objeto de questões. É comum o relato de candidatos iniciantes que tiveram pior desempenho justamente nas matérias que conheciam a partir da experiência profissional. O s concursos não jurídicos exigem preparação específica, na qual os candidatos normalmente “iniciam do zero” seus estudos. A metodologia empregada na Coleção Esquematizado® permite que o leitor, de qualquer nível, tenha acesso à mais completa e atualizada teoria, exposta em linguagem clara, acessível e voltada para concursos, acrescida de questões especialmente selecionadas e comentadas em detalhes. O projeto, apesar de audacioso, se sustenta pela qualidade dos autores, todos com larga experiência na preparação de candidatos para as diferentes provas e bancas examinadoras. As matérias são abordadas de forma teórico-prática, com farta utilização de exemplos e gráficos, que influem positivamente na fixação dos conteúdos. A abordagem dos temas busca esgotar os assuntos, sem, no entanto, se perder em digressões ou posições isoladas, com o objetivo de oferecer ao candidato uma solução integrada, naquilo que os norte​-americanos chamam de one stop shop. Com a estrutura e o suporte proporcionados pela Editora Saraiva, acreditamos que as obras serão extremamente úteis, inclusive para os alunos dos cursos de graduação. Lembre-se de que o sucesso no mundo dos concursos não decorre do “se”, mas, sim, do “quando”. Boa sorte e felicidade a todos! Roberto Caparroz roberto@caparroz.com
  26. 26. METODOLOGIA ESQUEMATIZADO® Durante o ano de 1999, pensando, naquele primeiro momento, nos alunos que prestariam o exame da OAB, resolvemos criar uma metodologia de estudo que tivesse linguagem “fácil” e, ao mesmo tempo, oferecesse o conteúdo necessário à preparação para provas e concursos. O trabalho foi batizado como Direito constitucional esquematizado®. Em nosso sentir, surgia ali uma metodologia pioneira, idealizada com base em nossa experiência no magistério e buscando, sempre, otimizar a preparação dos alunos. A metodologia se materializou nos seguintes “pilares”: esquematizado®: a parte teórica é apresentada de forma objetiva, dividida em vários itens e subitens e em parágrafos curtos. Essa estrutura revolucionária rapidamente ganhou a preferência dos concurseiros; superatualizado: doutrina e legislação em sintonia com as grandes tendências da atualidade e na linha dos concursos públicos de todo o País; linguagem clara: a exposição fácil e direta, a leitura dinâmica e estimulante trazem a sensação de que o autor está “conversando” com o leitor; palavras-chave (keywords): os destaques na cor azul possibilitam a leitura “panorâmica” da página, facilitando a fixação dos principais conceitos. O realce colorido recai sobre os termos que o leitor certamente grifaria com a sua caneta marcatexto; recursos gráficos: esquemas, tabelas e gráficos favorecem a assimilação e a memorização dos principais temas; questões resolvidas: ao final de cada capítulo, o assunto é ilustrado com questões de concursos ou elaboradas pelos próprios autores, o que permite conhecer as matérias mais cobradas e também checar o aprendizado. Depois de muitos anos de aprimoramento, o trabalho passou a atingir tanto os candidatos ao Exame de Ordem quanto todos aqueles que enfrentam os concursos em geral, sejam das áreas jurídica ou não jurídica, de nível superior ou mesmo os de nível médio, assim como os alunos de graduação e demais profissionais. Ada Pellegrini Grinover, sem dúvida, anteviu, naquele tempo, a evolução do Esquematizado®. Segundo a Professora escreveu em 1999, “a obra destina-se,
  27. 27. declaradamente, aos candidatos às provas de concursos públicos e aos alunos de graduação, e, por isso mesmo, após cada capítulo, o autor insere questões para aplicação da parte teórica. Mas será útil também aos operadores do direito mais experientes, como fonte de consulta rápida e imediata, por oferecer grande número de informações buscadas em diversos autores, apontando as posições predominantes na doutrina, sem eximir-se de criticar algumas delas e de trazer sua própria contribuição. Da leitura amena surge um livro ‘fácil’, sem ser reducionista, mas que revela, ao contrário, um grande poder de síntese, difícil de encontrar mesmo em obras de autores mais maduros, sobretudo no campo do direito”. Atendendo ao apelo de “concurseiros” de todo o País, sempre com o apoio incondicional da Editora Saraiva, convidamos professores das principais matérias exigidas nos concursos públicos das áreas jurídica e não jurídica para compor a Coleção Esquematizado®. Roberto Caparroz colaborou conosco na coordenação das obras voltadas às matérias não jurídicas. Metodologia pioneira, vitoriosa, consagrada, testada e aprovada. Professores com larga experiência na área dos concursos públicos. Estrutura, apoio, profissionalismo e know-how da Editora Saraiva. Sem dúvida, ingredientes indispensáveis para o sucesso da nossa empreitada! Para a Língua Portuguesa, tivemos a honra de contar com o precioso trabalho de Agnaldo Martino, que soube, com maestria, aplicar a metodologia “esquematizado®” à sua vasta e reconhecida experiência profissional. Agnaldo é licenciado em Letras (Português, Inglês e Literatura), mestre e doutorando em Língua Portuguesa pela PUCSP e festejado professor de Gramática, Interpretação de Texto, Redação Oficial e Redação Discursiva, tendo começado a lecionar em 1987. Trata-se de professor completo, ovacionado por seus alunos e com muita experiência em cursos regulares (fundamental e médio), pré-vestibulares e preparatórios para concursos públicos. Agnaldo já foi professor da Rede Pública Estadual de São Paulo, do Colégio Benjamin Constant e da Escola Morumbi, bem como de cursos preparatórios para concursos e vestibulares: Prima, Complexo Educacional Damásio de Jesus, Marcato, Central de Concursos, Meta, Formação, Qualidade, Uni​Equipe, Solução, entre outros. Atualmente, leciona na Universidade Anhanguera/Rede LFG, via satélite, para várias cidades do País. Não temos dúvida de que este livro contribuirá para “encurtar” o caminho do ilustre e “guerreiro” concurseiro na busca do “sonho dourado”! Esperamos que a Coleção Esquematizado® cumpra o seu papel. Em constante parceria, estamos juntos e aguardamos suas críticas e sugestões. Sucesso a todos! Pedro Lenza
  28. 28. pedrolenza@terra.com.br twitter: @pedrolenza http://www.saraivajur.com.br/colecao_esquematizado/
  29. 29. 1 FONOLOGIA A fonética e a fonologia estudam o aspecto físico​-fisiológico, isto é, o aspecto fônico. A fonética se ocupa do aspecto acústico e fisiológico dos sons reais e concretos dos atos linguísticos: sua produção, articulação e variedades. Já para a fonologia, a unidade básica não é o som, mas o fonema, visto como unidade acústica que desempenha função linguística distintiva de unidades linguísticas superiores dotadas de significado. Evanildo Bechara Fonologia é a parte da gramática que trata dos sons produzidos pelo ser humano para a comunicação, em relação a determinada língua. Curiosidade: O estudo dos sons, de forma geral — sem levar em conta a região geográfica ou a cultura a que se aplica —, recebe o nome de FONÉTICA. 1.1. FONEMA Os fonemas são os elementos sonoros mais simples da língua, capazes de estabelecer
  30. 30. distinção entre duas palavras. Como em: sua e tua. Note que a distinção entre uma e outra palavra são os fonemas /se/ e /te/. Curiosidade: Graficamente expressamos os fonemas entre barras: /me/; /ce/; /ve/. Não podemos confundir letras com fonemas, pois letra é a representação gráfica de um som. M — letra eme > som /me/. J — letra jota > som /je/. H — letra agá > não existe som para essa letra. Nem sempre ao número de letras corresponde o mesmo número de fonemas. Veja: CALHA 5 letras: c, a, l, h, a. 4 fonemas: /ke/, /a/, /lhe/, /a/. TÁXI 4 letras: t, a, x, i. 5 fonemas: /te/, /a/, /ke/, /se/, /i/. Os fonemas se dividem em dois grupos: Fonemas vocálicos: representam as vogais. Fonemas consonantais: representam as consoantes. 1.2. FONEMAS VOCÁLICOS Chamamos fonemas vocálicos os sons resultantes da emissão de ar que passa livremente pela cavidade bucal. São eles: A, E, I, O, U. Dividem-se em dois grupos: 1.2.1. Vogais São a base da sílaba em Língua Portuguesa. Há apenas uma vogal em cada sílaba: sa​-pa​-to; ca​-fé; u​-si​-na. 1.2.2. Semivogais São fracas em relação à vogal. As letras I e U, quando acompanham outra vogal numa mesma sílaba, são as semivogais. As letras E e O também serão semivogais quando forem átonas, acompanhando outra vogal. Veja: cá​-rie /i/ é semivogal /e/ é vogal tou​-ro /o/ é vogal /u/ é semivogal mãe /a/ é vogal
  31. 31. /e/ é semivogal pão /a/ é vogal /o/ é semivogal 1.3. FONEMAS CONSONANTAIS Chamamos de fonemas consonantais os ruídos ocasionados pela obstrução da passagem de ar pelo aparelho fonador (língua, dentes, lábios etc.). São: B, C, D, F, G, H, J, K, L, M, N, P, Q, R, S, T, V, W, X, Y, Z. 1.4. ENCONTROS VOCÁLICOS É a união de dois ou mais fonemas vocálicos em uma única sílaba. São eles: o ditongo, o tritongo e o hiato. 1.4.1. Ditongo Ocorre quando juntamos dois sons vocálicos numa única sílaba: ca-iu; viu; tou-ro; den​-tais. Os ditongos são classificados de acordo com a sua formação e a sua pronúncia. De acordo com a formação, o ditongo pode ser: 1.4.1.1. Crescente Começa com semivogal e termina com vogal: cárie, história, tênue. 1.4.1.2. Decrescente Começa com vogal e termina com semivogal: touro, dentais, peixe. De acordo com a pronúncia, o ditongo pode ser: 1.4.1.3. Oral Quando o som sai completamente pela boca: tênue, dentais. 1.4.1.4. Nasal Quando o som sai pelo nariz: pão, mãe, também, cantaram. Curiosidade: AM e EM, em final de palavras, representam ditongos decrescentes nasais. Perceba que os sons que ouvimos são: /tã​-bei/ e /cã​-ta​-rau/. 1.4.2. Tritongo Ocorre quando juntamos três sons vocálicos numa única sílaba: iguais; quão. O tritongo se classifica, quanto à pronúncia, como: 1.4.2.1. Oral Quando o som sai apenas pela boca: iguais.
  32. 32. 1.4.2.2. Nasal Quando o som sai pela nariz: quão. 1.4.3. Hiato Ocorre quando colocamos, simultaneamente, em uma palavra duas vogais, que pertencem a sílabas diferentes: sa​-í​-da; co​-o​-pe​-rar; ga​-ú​-cho. 1.5. ENCONTROS CONSONANTAIS É o encontro de sons consonantais simultâneos dentro da palavra. Podem ser classificados de acordo com o modo como se apresentam. 1.5.1. Encontros consonantais perfeitos Sons consonantais que pertencem à mesma sílaba: pro​-ble- m a; psi​-co​-lo​-gi​-a; pe​-dra. 1.5.2. Encontros consonantais imperfeitos Sons consonantais que pertencem a sílabas diferentes: dig​-no; per​-fei​-to; ar-tis​-ta. Curiosidade: Repare que nos encontros consonantais, apesar de as consoantes aparecerem lado a lado, cada uma conserva o seu som próprio, característico. pro​-ble​-ma = /pe/ + /re/ + /o/ + /be/ + /le/ + /e/ + /me/ + /a/ af​-ta = /a/ + /fe/ + /te/ + /a/ 1.6. DÍGRAFO Ocorre quando duas letras representam um único som: CH — chá LH — telha NH — ninho GU — foguete QU — quilo RR — carro SS — assado SC — descer SÇ — desço XC — exceto XS — exsudar AM — tampa EM — tempo IM — tímpano OM — tombo UM — tumba
  33. 33. AN — anta EN — entortar IN — interno ON — onda UN — untar Curiosidade: Os grupos GU e QU, quando trazem o U pronunciado, não representam dígrafos, pois nesse caso G e Q têm um som e U tem outro: aguentar; sagui; tranquilo; aquoso. 1.7. SÍLABA É a junção de fonemas numa única emissão de ar. Cada vez que se expele o ar do pulmão passando pelo aparelho fonador (boca ou boca e nariz), temos uma sílaba. A base da sílaba em Língua Portuguesa é sempre uma vogal; portanto, não existe​‐ sílaba sem vogal. De acordo com o número de sílabas, a palavra será classificada como: Monossílaba — uma única sílaba: chá, pé, me, lhe. Dissílaba — duas sílabas: café, sofá, onça, digno. Trissílaba — três sílabas: copinho, socorro, agora, adrede. Polissílaba — quatro ou mais sílabas: limonada, chocolatezinho, Atanagildetina, desoxirribonucleico. 1.8. TONICIDADE As sílabas de uma palavra podem ser fortes ou fracas. As sílabas fortes são chamadas de TÔNICA, e as sílabas fracas são chamadas de ÁTONAS. paralelepípedo: pí é a sílaba tônica, as outras são átonas. sapato: pa é a sílaba tônica, as outras são átonas. Curiosidade: Em cada palavra, há apenas uma sílaba forte; todas as outras serão fracas. As palavras monossílabas, por possuírem apenas uma sílaba, devem ser chamadas de tônicas ou átonas: Monossílaba tônica — possui sentido próprio quando está só: chá, pá, mês. Monossílaba átona — não possui sentido próprio quando está só: com, em, lhe. Palavras com duas ou mais sílabas são classificadas de acordo com a posição que a sílaba tônica ocupa dentro da palavra: Oxítona — é a palavra cuja última sílaba é forte: café, maracujá, ananás. Paroxítona — é a palavra cuja penúltima sílaba é forte: sapato, educado, revólver. Proparoxítona — é a palavra cuja antepenúltima sílaba é forte: lâmpada, metafísica, pássaro.
  34. 34. 1.9. FORMAS VARIANTES Algumas palavras podem ter pronúncia variável. Veja: acróbata ou acrobata alópata ou alopata ambrósia ou ambrosia autópsia ou autopsia Bálcãs ou Balcãs biópsia ou biopsia biótipo ou biotipo boêmia ou boemia crisântemo ou crisantemo Dário ou Dario dúplex ou duplex Gândavo ou Gandavo geodésia ou geodesia hieróglifo ou hieroglifo homília ou homilia Madagáscar ou Madagascar necrópsia ou necropsia nefelíbata ou nefelibata Oceânia ou Oceania ortoépia ou ortoepia projétil ou projetil réptil ou reptil sóror ou soror tríplex ou triplex xérox ou xerox zângão ou zangão Há palavras em que a letra U do grupo QU pode ou não ser pronunciada: antiquíssimo; equidade; equivalente; equivaler; liquidação; liquidar; liquidificador; líquido; retorquir. Curiosidade: Ortoépia é a parte da gramática que trata da correta pronúncia das palavras. Quando cometemos um engano de pronúncia, surge a prosódia. rubrica — sílaba tônica = bri. O erro prosódico comum é pronunciar a sílaba ru como forte. ínterim — sílaba tônica = ín. O erro prosódico comum é pronunciar a sílaba rim como forte. São oxítonas: cateter; Cister; harém; Gibraltar; masseter; mister (necessário); Nobel; novel; recém; sutil; ureter.
  35. 35. São paroxítonas: acórdão; alcácer; algaravia; âmbar; acerdiago; avaro; aziago; azimute; barbaria; batavo; boêmia; cânon; caracteres; cartomancia; cenobita; ciclope; clímax; decano; edito (lei); efebo; epifania; erudito; exegese; filantropo; flébil; ibero; impio (cruel); ímpio (sem fé); índex; látex; libido; maquinaria; misantropo; necropsia; nenúfar; omicro; opimo; pudico; Quéops; quiromancia; recorde; têxtil; tétum; tulipa. S ã o proparoxítonas: acônito; aeródromo; aerólito; ágape; álacre; álcool; alcíone; alcoólatra; álibi; alvíssaras; âmago; amálgama; anátema; andrógino; anódino; antífona; ápode; aríete; arquétipo; autóctone; ávido; azáfama; barbárie; bávaro; bímano; écloga; édito (ordem judicial); êmbolo; ímprobo; ínterim; leucócito; monólito; protótipo; revérbero; úmbrico; zênite. Palavras com /é/ — som aberto: badejo; blefe; cedro; cervo; besta (arma); incesto; medievo; obsoleto. Palavras com /ê/ — som fechado: adrede; besta (animal de carga); cerda; destro; escaravelho; extra; fechar (e suas flexões: fecho, fechas, fecha, feche, feches etc.); magneto; quibebe; reses. Palavras com /ó/ — som aberto: amorfo; canoro; coldre; dolo; inodoro; molho (feixe); sinagoga; tropo. Palavras com /ô/ — som fechado: alcova; alforje; algoz; boda; bodas; choldra; desporto; foro (jurisdição); transbordo. 1.10. DIVISÃO SILÁBICA A divisão da palavra em sílabas é feita pela soletração. Basta pronunciar com calma a palavra para sabermos quantas sílabas ela contém. Há algumas regras que facilitam a separação de sílabas: 1.10.1. Separam​-se a) hiato: sa​-í​-da, ba​-la​-ús​-tre; b) encontro consonantal imperfeito: dig​-no, ca​-rac​-te​-rís​-ti​-ca; c) dígrafos RR, SS, SC, SÇ, XC, XS: car-ro, as-sa-do, des-cer, des-ço, ex-ce-ção, exsu​-dar. 1.10.2. Não se separam a) ditongo: cá​-rie, á​-gua; b) tritongo: i​-guais, quão; c) encontro consonantal perfeito: pro​-va, clas​-se; d) dígrafos CH, LH, NH, GU, QU, AM, EM, IM, OM, UM, AN, EN, IN, ON, UN: chalei-ra, te-lha, vi-nho, guer-ra, que-ro, âm-bar, Em-bu, im-pa-la, om-bro, um-bi-go, canto, ven​-to, tin​-ta, ton​-to, tun​-dra. 1.10.3. Outras dicas a) Qualquer consoante solta dentro da palavra, que não forme sílaba com vogal
  36. 36. posterior, pertencerá sempre à sílaba anterior: tungs-tê-nio; e-clip-se; e-gíp-cio; felds-pato. b) prefixo + vogal — formam sílaba normalmente: tran​-sa​-tlân​-ti​-co; su​-ben​-ten​-der. c) prefixo + consoante — isola-se o prefixo e depois separam-se as sílabas restantes: sub​-li​-nhar; ab​-rup​-to; trans​-por​-te. 1.11. QUESTÕES 1. (UFRJ) Nesta relação, as sílabas tônicas estão destacadas. Uma delas, porém, está destacada incorretamente. Assinale​-a. a) inteRIM. b) puDIco. c) ruBRIca. d) graTUIto. e) inauDIto. Resposta: “a”. A sílaba tônica é ÍN​-, ínterim. 2. (FAU-Santos) Nas palavras enquanto, queimar, folhas, hábil e grossa, constatamos qual sequência de letras e fonemas? a) 8​-7, 7​-6, 6​-5, 5​-4, 6​-5. b) 7​-6, 6​-6, 5​-5, 5​-5, 5​-5. c) 8​-5, 7​-5, 6​-4, 5​-4, 5​-4. d) 8​-6, 7​-6, 6​-5, 5​-4, 6​-5. e) 8​-5, 7​-6, 6​-5, 5​-5, 5​-5. Resposta: “d”. Enquanto = 8 letras e 6 fonemas; queimar = 7 letras e 6 fonemas; folhas = 6 letras e 5 fonemas; hábil = 5 letras e 4 fonemas; grossa = 6 letras e 5 fonemas. 3. (Escola Naval-RJ) Nas palavras anjinho, carrocinhas, nossa e recolhendo, podemos detectar oralmente a seguinte quantidade de fonemas, respectivamente: a) três, quatro, dois, quatro. b) cinco, nove, quatro, oito. c) seis, dez, cinco, nove. d) três, seis, dois, cinco. e) sete, onze, cinco, dez. Resposta: “b”. Anjinho = 5 fonemas; carrocinhas = 9 fonemas; nossa = 4 fonemas; recolhendo = 8 fonemas. 4. (UFSC) Assinale a alternativa em que a palavra não tem suas sílabas corretamente separadas. a) in​-te​-lec​-ção. b) cons​-ci​-ên​-cia. c) oc​-ci​-pi​-tal. d) psi​-co​-lo​-gia. e) ca​-a​-tin​-ga. Resposta: “d”. A separação correta é psi​-co​-lo​-gi​-a.
  37. 37. 5. (PUC​-MG) Assinale o vocábulo que contém cinco letras e quatro fonemas. a) estou. b) adeus. c) livro. d) volto. e) daqui. Resposta: “e”. Daqui = 4 fonemas; todas as outras têm cinco fonemas cada uma. 6. (ITA​-SP) A sequência de palavras cujas sílabas estão separadas corretamente é: a) a​-dje​-ti​-va​-ção, im​-per​-do​-á​-veis, bo​-ia​-dei​-ro. b) in​-ter​-ve​-io, tec​-no​-lo​-gi​-a, sub​-li​-nhar. c) in​-tu​-i​-to, co​-ro​-i​-nha, pers​-pec​-ti​-va. d) co​-ro​-lá​-rio, subs​-tan​-ti​-vo, bis​-a​-vó. e) flui​-do, at​-mos​-fe​-ra, in​-ter​-vei​-o. Resposta: “e”. Corrigindo as erradas: a) ad​-je​-ti​-va​-ção, boi​-a​-dei​-ro; b) in​-ter​-vei​-o, c) in​-tui​-to; d) bi​-sa​-vó. 7. (UFRJ) As sílabas das palavras psicossocial e traído estão corretamente separadas em: a) psi​-cos​-so​-ci​-al, tra​-í​-do. b) psi​-cos​-so​-cial, tra​-í​-do. c) psi​-co​-sso​-ci​-al, traí​-do. d) psi​-co​-sso​-ci​-al, tra​-í​-do. e) psico​-sso​-ci​-al, traí​-do. Resposta: “a”: psi​-cos​-so​-ci-al, tra​-í​-do. 8. (FGV) Assinale a melhor resposta. Em papagaio temos: a) um ditongo. b) um trissílabo. c) um proparoxítono. d) um tritongo. e) um dígrafo. Resposta: “a”. Pa​-pa​-gai​-o apresenta um ditongo (gai). 9. (UFPI) Têm a mesma classificação, quanto ao acento tônico, as palavras: a) alivia, vizinho, insônia, chão. b) risquei, fósforo, tijolo, porque. c) zombaria, devagarinho, companhia. d) fôlego, estrela, tamborete. Resposta: “c”. Veja a sílaba tônica de cada uma delas: zom-ba-RI-a, de-va-ga-RI-nho, compa​-NHI​-a. São todas paroxítonas. 10. (UEPG-PR) Assinale a sequência em que todas as palavras estão partidas corretamente. a) trans​-a​-tlân​-ti​-co, fi​-el, sub​-ro​-gar.
  38. 38. b) bis​-a​-vô, du​-e​-lo, fo​-ga​-réu. c) sub​-lin​-gual, bis​-ne​-to, de​-ses​-pe​-rar. d) des​-li​-gar, sub​-ju​-gar, sub​-es​-cre​-ver. e) cis​-an​-di​-no, es​-pé​-cie, a​-teu. Resposta: “c”. Corrigindo as erradas: a) tran-sa-tlân-tico; b) bi-sa-vô; d) su-bes-cre-ver; e) cisan​-di​-no. 11. (FGV) Assinale a alternativa em que a sílaba tônica está corretamente destacada. a) mis​-TER, de​-CA​-no, a​-VA​-ro, cir​-CUI​-to. b) RU​-bri​-ca, a​-zi​-A​-go, I​-be​-ro, MIS​-ter. c) NO​-bel, LÁ​-tex, I​-be​-ro, fi​-lan​-TRO​-po. d) ru​-BRI​-ca, lá​-TEX, A​-va​-ro, DE​-ca​-no. e) DE​-ca​-no, Ê​-xo​-do, ru​-BRI​-ca, u​-re​-TER. Resposta: “a”. Mister é oxítona; decano, avaro e circuito são paroxítonas. 12. (ITA-SP) Dadas as palavras: 1) TUN-GSTÊ-NIO, 2) BIS-A-VÔ e 3) DU-E-LO, constatamos que a separação de sílabas está correta: a) apenas na palavra 1. b) apenas na palavra 2. c) apenas na palavra 3. d) em todas as palavras. e) em nenhuma delas. Resposta: “c”. Apenas du-e-lo está com a separação correta. Corrigindo as outras: tungs-tênio; bi​-sa​-vô.
  39. 39. 2 ORTOGRAFIA Ortografia Datação: 1540 cf. João de Barros. Grammatica da Lingua Portuguesa. Olyssipone. Lodouicum Rotorigiu Typographum. [Publicação póstuma, tendo o autor falecido em 1540] substantivo feminino conjunto de regras estabelecidas pela gramática normativa que ensina a grafia correta das palavras, o uso de sinais gráficos que destacam vogais tônicas, abertas ou fechadas, processos fonológicos como a crase, os sinais de pontuação esclarecedores de funções sintáticas da língua e motivados por tais funções etc. Dicionário Houaiss A grafia de uma palavra pode ter caráter fonético, que leva em conta a pronúncia; ou etimológico, que leva em conta a sua origem. Hoje, no Brasil, utilizam​-se os dois processos juntamente: o fonético ou de pronúncia e o etimológico ou histórico. Curiosidade: O sistema fonético (ou sônico) consiste na exata e fiel figuração dos
  40. 40. sons, escrevendo as palavras tal qual se pronunciam, excluindo da representação gráfica qualquer letra que não tenha valor prosódico e acrescentando outras para que se represente a exata pronúncia: escrito, Cristo, pronto, omem, oje, ressonar, pressentir, filarmônico, inalar. O sistema etimológico representa as palavras de acordo com a grafia de origem, reproduzindo todas as letras do étimo, embora não sejam pronunciadas: phthisica, sancto, mactar, auctor, poncto, catechismo, exgotto, practicar.[1] Nossa ortografia é orientada pelo Formulário Ortográfico, aprovado pela Academia Brasileira de Letras, na sessão de 12 de agosto de 1943, simplificado pela Lei n. 5.765, de 18 de dezembro de 1971, e atualizado pelo Decreto n. 6.583, de 29 de setembro de 2008. Ortografia vem do grego “orthós” = direito + “gráphein” = escrever. Os sons da fala são representados por sinais gráficos, chamados letras, e além delas usamos outros sinais, chamados auxiliares. São eles: a ) Hífen (-) — usado para ligar elementos de palavras compostas, para ligar pronomes enclíticos aos verbos e para indicar a translineação textual (divisão silábica em final de linha): super​-homem, ajudou​-me, questiona​-mento. b) Til (~) — usado para marcar a nasalização de um som vocálico: irmã. c) Cedilha (ç) — coloca​-se sob o c, antes das vogais a, o e u: açaí, castiço, açúcar. d) Apóstrofo (’) — marca a supressão de um som: copo d’água, minh’alma. e) Acentos gráficos: agudo (´) — representa um som aberto: sofá. circunflexo (^) — representa um som fechado: você. grave (`) — representa a fusão de vogais idênticas (crase): àquele. Curiosidade: Esses sinais são também chamados de notações léxicas. Algumas regras existem para escrever esta ou aquela palavra, porém os problemas gráficos só se resolvem com leitura. Se você é um leitor eficiente, escreverá bem, pois terá a lembrança daquilo que leu. Vejamos a seguir algumas dificuldades ortográficas. 2.1. DIFICULDADES ORTOGRÁFICAS 2.1.1. Uso do “S” a) depois de ditongos: coisa, faisão, mausoléu, maisena, lousa. b) em nomes próprios com som de /z/: Neusa, Brasil, Sousa, Teresa. c) no sufixo ​-oso (cheio de): cheiroso, manhoso, dengoso, gasosa. d) nos derivados do verbo querer: quis, quisesse. e) nos derivados do verbo pôr: pus, pusesse.
  41. 41. f) no sufixo ​-ense, formador de adjetivo: canadense, paranaense, palmeirense. g) no sufixo ​-isa, indicando profissão ou ocupação feminina: papisa, profetisa, poetisa. h) nos sufixos ​-ês/​-esa, indicando origem, nacionalidade ou posição social: calabrês, milanês, português, norueguês, japonês, marquês, camponês, calabresa, milanesa, portuguesa, norueguesa, japonesa, marquesa, camponesa. i) nas palavras derivadas de outras que possuam S no radical: casa = casinha, casebre, casarão, casario; atrás = atrasado, atraso; paralisia = paralisante, paralisar, paralisação; análise = analisar, analisado. j) nos derivados de verbos que tragam o encontro consonantal -nd: pretende = pretensão; suspender = suspensão; expandir = expansão. 2.1.2. Uso do “Z” a) nas palavras derivadas de primitiva com Z: cruz = cruzamento, juiz = ajuizar, deslize = deslizar. b) nos sufixos -ez/-eza, formadores de substantivos abstratos a partir de adjetivos: altivo = altivez; mesquinho = mesquinhez; macio = maciez; belo = beleza; magro = magreza. c) no sufixo ​-izar, formador de verbos: hospital = hospitalizar; canal = canalizar; social = socializar; útil = utilizar; catequese = catequizar. Curiosidade: Quando usamos apenas ​-r ou ​-ar para formar um verbo, aproveitamos o que já existe na palavra primitiva: pesquisa = pesquisar, análise = analisar, deslize = deslizar. d) nos verbos terminados em ​-uzir e seus derivados: conduzir, conduziu, conduzo; deduzir, deduzo, deduzi; produzir, produzo, produziste. e) no sufixo ​-zinho, formador de diminutivo: cãozinho, pezinho, paizinho, mãezinha, pobrezinha. Curiosidade: Se acrescentarmos apenas ​-inho, aproveitamos a letra da palavra primitiva: casinha, vasinho, piresinho, lapisinho, juizinho, raizinha. 2.1.3. Uso do “H” a) o H inicial deve ser usado quando a etimologia o justifique: hábil, harpa, hiato, hóspede, húmus, herbívoro, hélice. Curiosidade: Escreve​-se com H o topônimo BAHIA, quando se aplica ao Estado. b) o H deve ser eliminado do interior das palavras, se elas formarem um composto ou derivado sem hífen: desabitado, desidratar, desonra, inábil, inumano, reaver. Curiosidade: Nos compostos ou derivados com hífen, o H permanece: anti-higiênico, pré​-histórico, super​-homem.
  42. 42. c) no final de interjeições: ah! oh! ih! 2.1.4. Uso do “X” a) normalmente após ditongo: caixa, peixe, faixa, trouxa. Curiosidade: Caucho e seus derivados (recauchutar, recauchutagem) são escritos com CH. b) normalmente após a sílaba inicial en​-: enxaqueca, enxada, enxoval, enxurrada. Curiosidade: Usaremos CH depois da sílaba inicial en​- caso ela seja derivada de uma com CH: de cheio = encher, enchimento, enchente de charco = encharcado de chumaço = enchumaçado de chiqueiro = enchiqueirar c) depois da sílaba inicial me​-: mexer, mexilhão, mexerica. Curiosidade: Mecha e seus derivados são com CH. 2.1.5. Uso do “CH” Não há regras para o emprego do dígrafo CH. 2.1.6. Uso do “SS” Emprega​-se nas seguintes relações: a) ced — cess: ceder — cessão, conceder — concessão — concessionário. b) gred — gress: agredir — agressão, regredir — regressão. c) prim — press: imprimir — impressão, oprimir — opressão. d) tir — ssão: discutir — discussão, permitir — permissão. 2.1.7. Uso do “Ç” a) nas palavras de origem árabe, tupi ou africana: açafrão, açúcar, muçulmano, araçá, Paiçandu, miçanga, caçula. b) após ditongo: louça, feição, traição. c) na relação ter — tenção: abster — abstenção, reter — retenção. 2.1.8. Uso do “G” a) nas palavras terminadas em -ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio: pedágio, colégio, litígio, relógio, refúgio. b) nas palavras femininas terminadas em ​-gem: garagem, viagem, escalagem, vagem. Curiosidade: Pajem e lambujem são exceções à regra. 2.1.9. Uso do “J”
  43. 43. a) na terminação ​-aje: ultraje, traje, laje. b) nas formas verbais terminadas em ​-jar e seus derivados: arranjar, arranjem; viajar, viajem; despejar, despejem. c) em palavras de origem tupi: jiboia, pajé, jenipapo. d) nas palavras derivadas de outras que se escrevem com J: ajeitar (de jeito), laranjeira (de laranja). 2.1.10. Uso do “I” a) no prefixo anti​-, que indica oposição: antibiótico, antiaéreo. b) nos verbos terminados em ​-air, ​-oer e ​-uir e seus derivados: sair — sais, sai; cair — cais, cai; moer — móis, mói; roer — róis, rói; possuir — possuis, possui; retribuir — retribuis, retribui. 2.1.11. Uso do “E” a) nas formas verbais terminadas em ​-oar e ​-uar e seus derivados: perdoar — perdoes, perdoe; coar — coes, coe; continuar — continues, continue; efetuar — efetues, efetue. b) no prefixo ​-ante, que expressa anterioridade: anteontem, antepasto, an​te​véspera. 2.1.12. Uso do “SC” Não há regras para o uso de SC; sua presença é inteiramente etimológica. 2.2. FORMAS VARIANTES Algumas palavras admitem, sem alteração de significado, formas variantes: abaixar ou baixar abdome ou abdômen afeminado ou efeminado ajuntar ou juntar aluguel ou aluguer aritmética ou arimética arrebitar ou rebitar arremedar ou remedar assoalho ou soalho assobiar ou assoviar assoprar ou soprar aterrissar ou aterrizar ou aterrar avoar ou voar azálea ou azaleia bêbado ou bêbedo bebadouro ou bebedouro
  44. 44. bilhão ou bilião bílis ou bile biscoito ou biscouto bravo ou brabo bujão ou botijão cãibra ou câimbra carroçaria ou carroceria catorze ou quatorze catucar ou cutucar chipanzé ou chimpanzé clina ou crina cociente ou quociente coisa ou cousa cota ou quota cotidiano ou quotidiano cotizar ou quotizar covarde ou cobarde cuspe ou cuspo degelar ou desgelar dependurar ou pendurar desenxavido ou desenxabido dourado ou doirado elucubração ou lucubração empanturrar ou empaturrar engambelar ou engabelar enlambuzar ou lambuzar entoação ou entonação entretenimento ou entretimento enumerar ou numerar espuma ou escuma estalar ou estralar exorcizar ou exorcismar flauta ou frauta flecha ou frecha fleuma ou flegma flocos ou frocos gengibirra ou jinjibirra geringonça ou gerigonça
  45. 45. gorila ou gorilha hemorróidas ou hemorróides impingem ou impigem imundícia, imundície ou imundice infarto, enfarte ou enfarto intrincado ou intricado laje ou lajem lantejoula ou lentejoula leste ou este limpar ou alimpar lisonjear ou lisonjar louça ou loiça louro ou loiro maltrapilho ou maltrapido maquiagem ou maquilagem maquiar ou maquilar marimbondo ou maribondo melancólico ou merencório menosprezo ou menospreço mobiliar, mobilhar ou mobilar mozarela ou muçarela neblina ou nebrina nenê ou neném parêntese ou parêntesis percentagem ou porcentagem peroba ou perova pitoresco, pinturesco ou pintoresco plancha ou prancha pólen ou polem presépio ou presepe protocolar ou protocolizar quadriênio ou quatriênio radioatividade ou radiatividade rastro ou rasto registro ou registo relampadar, relampadear, relampadejar, relampaguear, relampaguejar, relampar,‐ relampear, relampejar, relamprar remoinho ou redemoinho
  46. 46. ridiculizar ou ridicularizar salobra ou salobre seção ou secção selvageria ou selvajaria sobressalente ou sobresselente surripiar ou surrupiar taberna ou taverna taramela ou tramela televisar ou televisionar terraplenagem ou terraplanagem terremoto ou terramoto tesoura ou tesoira tesouro ou tesoiro toicinho ou toucinho transladar ou trasladar transpassar ou traspassar ou trespassar transvestir ou travestir treinar ou trenar tríade ou tríada trilhão ou trilião vargem ou varge várzea ou várgea vassoura ou bassoura verruga ou berruga vespa ou bespa volibol ou voleibol 2.3. PALAVRAS QUE NÃO ADMITEM FORMA VARIANTE Tome cuidado com a grafia de certas palavras e expressões que costumam causar dúvida, porém só se escrevem de uma forma: beneficência beneficente cabeleireiro chuchu de repente disenteria empecilho exceção êxito
  47. 47. hesitar jiló manteigueira mendigo meritíssimo misto mortadela prazerosamente privilégio salsicha sobrancelhas Curiosidade: Veja em Semântica a lista de alguns homônimos e parônimos notáveis, para não se confundir com a grafia de certas palavras e expressões. 2.4. EMPREGO DO HÍFEN O uso do hífen é meramente convencional. Algumas regras esclarecem poucos problemas, mas muitos serão resolvidos apenas com a consulta ao dicionário. Ainda assim alguns gramáticos divergem em determinados casos. Observe o que diz o Formulário Ortográfico da Língua Portuguesa: “Só se ligam por hífen os elementos das palavras compostas em que se mantém a noção de composição, isto é, os elementos das palavras compostas que mantêm a sua independência fonética, conservando cada um a sua própria acentuação, porém formando o conjunto perfeita unidade de sentido”. Exemplos: couve​-flor, grão​-duque etc. Veja, em linhas gerais, o uso desse sinal: a) para ligar as partes de adjetivo composto: verde-claro, azul-marinho, lusobrasileiro. b) para ligar os pronomes mesoclíticos ou enclíticos: amá-lo-ei, far-me-á, dê-me, compraram​-na. c) para separar as sílabas de uma palavra, inclusive na translineação (mudança de linha): a​-ba​-ca​-xi, se​-pa​-ra​-do. 2.4.1. Hífen com prefixos e pseudoprefixos ante-, anti-, circum-, co-, contra-, des-, entre-, extra-, hiper-, in-, infra-, inter-, intra-, sobre-, sub-, super-, supra-, ultra-, aero-, agro-, arqui-, auto-, bio-, eletro-, geo-, hidro-, inter-, macro-, maxi-, micro-, mini-, multi-, neo-, pan-, pluri-, pre-, pro-, proto-, pseudo-, re​-, retro​-, semi​-, tele​- etc. Emprega​-se o hífen nos seguintes casos: a ) Antes de h: anti-higiênico, circum-hospitalar, contra-harmônico, extra-humano,
  48. 48. sub-hepático, super-homem, ultra-hiperbólico; arqui-hipérbole, eletro-higrômetro, geohistória, neo​-helênico, pan​-helenismo, semi​-hospitalar. Curiosidades: 1: Não se usa, no entanto, o hífen em formações que contêm em geral os prefixos des​e in​- e nas quais o segundo elemento perdeu o h inicial: desumano, inábil, inumano. 2: Nas formações com os prefixos circum​- e pan​-, também se emprega o hífen quando o segundo elemento começa por vogal, h, m, n: circum-escolar, circumhospitalar, circum-murado, circum-navegação; pan-africano, pan-harmônico, panmágico, pan​-negritude. Atenção: Nos casos em que o prefixo “circum-” anteceder uma sílaba que obriga ao uso do “n” (pois só se usa “m” antes de “b” e “p”), deve-se modificar a grafia do prefixo: circunlunar.​ Do mesmo modo, quando o prefixo “pan-” anteceder uma sílaba começada em “b” ou “p”, a regra de que antes de “b” e “p” usa-se “m” obriga a modificar a grafia do prefixo: pambrasileiro, pamprocessual. b) Nas formações em que o prefixo/pseudoprefixo termina na mesma letra com que se inicia o segundo elemento: anti-ibérico, contra-almirante, infra-axilar, supraauricular; arqui-irmandade, auto-observação, eletro-ótica, micro-onda, semi-interno; addigital; hiper​-requintado; sub​-barrocal; sub​-base; Curiosidade: Nas formações com o prefixo co-, pre-, pro-, re-, estes se aglutinam em geral com o segundo elemento mesmo quando iniciado por e ou o: coobrigação, coocupante, coordenar, cooperação, cooperar, preeminente, preeleito, preenchido, proativo, reedição, reeleição. c) Nas formações com os prefixos além​-, aquém​-, bem​-, ex-, pós-, pré-, pró-, recém-, sem-, sota-/soto-, vice-/vizo-: além-Atlântico, aquém-Pirineus, bem-criado, bem-vindo, ex-almirante, ex-diretor, ex-hospedeira, ex-presidente, ex-primeiroministro, ex-rei, pós-graduação, pós-tônico, pré-escolar, pré-natal , pró-africano, próeuropeu, recém-eleito, sem-cerimônia, sem-vergonha, sota-piloto, soto-mestre, vicepresidente, vice​-reitor. Curiosidade: Em muitos compostos, o advérbio bem​- aparece aglutinado ao segundo elemento: benfazejo, benfeito, benquerença, benfazer, benquerer. d) Nas formações com o prefixo mal​-, emprega-se hífen quando o segundo elemento começa por vogal, h ou l: mal-afortunado, mal-entendido, mal-humorado, malinformado, mal​-limpo. e) Nas formações com prefixos ab​-, ob​-, sob​-, sub​-, ad​-, cujo elemento seguinte se inicia por r: ab​-rupto, ob​-rogar, sob​-roda, sub​-reitor, ad​-renal, ad​-referendar.
  49. 49. 2.4.2. Hífen com sufixos Nas formações por sufixação, apenas se emprega o hífen nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como ​-açu, -guaçu e -mirim, quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente ou quando a pronúncia exige a distinção gráfica dos dois elementos: amoré-guaçu, anajá-mirim, andá​-açu, capim​-açu, Ceará​-Mirim. 2.4.3. Hífen em locuções N a s locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega, em geral, o hífen. Sirvam, pois, de exemplo as seguintes locuções: a) Substantivas: cão de guarda, fim de semana, sala de jantar. b) Adjetivas: cor de açafrão, cor de café com leite, cor de vinho. c) Pronominais: cada um, ele próprio, nós mesmos, quem quer que seja. d) Adverbiais: à parte, à vontade, depois de amanhã, em cima, por isso. e) Prepositivas: abaixo de, acerca de, acima de, a fim de, a par de, à parte de, apesar de, debaixo de, enquanto, por baixo de, por cima de, quanto a. f) Conjuncionais: a fim de que, ao passo que, contanto que, logo que, por conseguinte, visto que. Curiosidade: Algumas exceções já consagradas pelo uso: água-de-colônia, arco-davelha, cor​-de​-rosa, mais​-que​-perfeito, pé​-de​-meia, ao deus​-dará, à queima​-roupa. 2.5. ACENTUAÇÃO GRÁFICA Os acentos gráficos marcam a sílaba tônica: grave — para indicar crase. agudo — para som aberto: café, cipó. circunflexo — para som fechado: você, complô. O sinal gráfico modifica o som de qualquer sílaba: til (~) — nasalizador de vogais: romã, maçã, ímã, órfão. Curiosidade: O til substitui o acento gráfico quando os dois recaem sobre a mesma sílaba: irmã, romãs. 2.5.1. Regras gerais 2.5.1.1. Monossílabas tônicas Recebem acento as terminadas em ​-a(s), ​-e(s), ​-o(s): pá, já, má, lá, trás, más, chás pé, fé, Sé, mês, três, rés pó, só, dó, cós, sós, nós Então:
  50. 50. mar, sol, paz, si, li, vi, nu, cru me, lhe, mas (conjunção), ti 2.5.1.2. Oxítonas Recebem acento as terminadas em ​-a(s), ​-e(s), ​-o(s), ​-em, ​-ens: sofá, maracujá, Paraná, ananás, marajás, atrás Pelé, café, você, freguês, holandês, viés complô, cipó, trenó, retrós, compôs, avós amém, também, armazém parabéns, reféns, armazéns Então: pomar, anzol, jornal, maciez saci, caqui, anu, urubu 2.5.1.3. Paroxítonas Recebem acento as terminadas em ​-l, -i(s), -n, -u(s), -r, -x, -ã(s), -ão(s), -um, -uns, -ps, -ditongo: fácil, útil, júri, táxi, lápis, tênis, hífen, pólen, elétron, nêutron, meinácu, vírus, Vênus, revólver, mártir, tórax, látex, ímã, ímãs, órfã, órfãs, sótão, órgão, órfãos, álbum, médium, fóruns, pódiuns, fórceps, bíceps, água, história, série, pônei, pôneis, tênues. Curiosidades: a) Palavras terminadas em ​-n, no plural: -ons: com acento — elétrons, nêutrons. -ens: sem acento — hifens, polens. b) Prefixos paroxítonos terminados em ​-i ou ​-r não são acentuados: anti, multi, super, hiper. c) É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo (amamos, louvamos), já que o timbre da vogal tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português: amámos, louvámos. 2.5.1.4. Proparoxítonas Todas são acentuadas: lânguido, física, trópico, álibi, hábitat, déficit, lápide. 2.5.2. Regras especiais 2.5.2.1. Ditongos abertos São acentuados os ditongos abertos éi, éu, ói em palavras monossílabas e oxítonas: méis, coronéis, céu, chapéu, mói, herói. Então: ideia, tramoia.
  51. 51. 2.5.2.2. I e U tônicos I e U tônicos recebem acento se cumprirem as seguintes determinações: a) devem ser precedidos de vogais que não sejam eles próprios nem ditongos; b) devem estar sozinhos na sílaba (ou com o ​-s); c) não devem ser seguidos de ​-nh. saída, juízes, saúde, viúva, caíste, saístes, balaústre. Então: Raul, ruim, ainda, sair, juiz, rainha, xiita, paracuuba, cauila, baiuca. Curiosidade: Se i ou u tônicos estiverem precedidos de ditongo, mas estiverem em palavra oxítona, o acento permanece: tuiuiú, Piauí. 2.5.2.3. Acento diferencial nos verbos ter e vir (e seus derivados) Recebe acento diferencial a 3ª pessoa do plural do presente do indicativo: eles têm, eles vêm, eles retêm, eles intervêm. Curiosidade: A 3ª pessoa do singular desses verbos segue a regra geral de acentuação: ele tem, ele vem (monossílabas tônicas terminadas em “m” – não há regra para se acentuar). ele retém, ele intervém (oxítonas terminadas em “em” recebem acento gráfico). 2.5.2.4. Outros acentos diferenciais pôr (verbo) — para distinguir de por (preposição). pôde (verbo poder no passado) — para distinguir de pode (verbo poder no presente). fôrma ou forma (utensílio) — acento facultativo. Curiosidade: Em Portugal, existe outro acento diferencial, que não se usa no Brasil: dêmos (presente do subjuntivo) — acento facultativo — para distinguir de demos (pretérito perfeito do indicativo). 2.5.3. Formas variantes de som aberto ou fechado Os falantes da língua portuguesa no Brasil pronunciam algumas palavras com timbre fechado, enquanto em Portugal se pronunciam as mesmas palavras com timbre aberto. Vejamos alguns exemplos: anatômico — anatómico; Antônio — António; prêmio — prémio; telefônico — telefónico etc. 2.6. USO DO PORQUÊ 2.6.1. Por que / por quê 2.6.1.1. Preposição + pronome interrogativo Em frases interrogativas (diretas ou indiretas): Por que não veio? Gostaria de saber por que lutamos.
  52. 52. Ela não veio por quê? Curiosidade: A palavra que em final de frase recebe acento circunflexo: Você precisa de quê? Ela sabe o quê! 2.6.1.2. Preposição + pronome relativo Equivale a pelo qual (e suas variações). Ela é a mulher por que me apaixonei. Não conheço as pessoas por que espero. 2.6.2. Porque conjunção Equivale a pois. Eu não fui à escola porque estava doente. Venha depressa, porque sua presença é indispensável. 2.6.3. Porquê substantivo Vem sempre acompanhado de uma palavra que o caracteriza (artigo, pronome ou numeral). Qual o porquê da sua revolta? Este porquê não me convenceu. Deve haver um porquê para ele se atrasar tanto. 2.7. QUESTÕES 1. (FCC) Assinale a opção em que a palavra em destaque está empregada incorretamente. a) Durma cedo, senão acordará tarde amanhã. b) Mal chegou a chover, o barraco deslizou. c) Disse que há cinco anos, ganhou na loteria. d) Estava mau informado, por isso equivocou​-se. e) De hoje a dois meses, pedirei um novo empréstimo. Resposta: “d”. Mal informado. Mal = advérbio — liga-se a adjetivo. Mau = adjetivo — liga-se a substantivo. 2. (Vunesp) Eles ______ ajudar e ______ as ______ no arquivo. a) quiseram, puzeram, fixas. b) quizeram, puseram, fixas. c) quiseram, puzeram, fichas. d) quiseram, puseram, fichas. e) quizeram, puseram, fichas. Resposta: “d”. O verbos querer e pôr, em todas as suas conjugações, são grafados com s —
  53. 53. quiseram e puseram. 3. (Esaf) Identifique o item destacado que contém erro de natureza ortográfica ou gramatical ou de impropriedade vocabular, e marque a letra correspondente. Se bem que a Lei Suprema remeta à (A) lei ordinária estabelecer (B) as condições de capacidade para o exercício de profissões, nada impede, muito ao contrário recomenda, que o comando constitucional seja elastecido (C) no sentido de conferir ao profissional meios necessários ao exercício, atribuindo garantias, vantagens, certos direitos, prerrogativas e previlégios (D) não discriminatórios, como privacidade ou exclusividade ou gozo (E) de situações ou “status” especiais. a) A b) B c) C d) D e) E Resposta: “d”. A grafia correta é privilégio, com i. 4. (FGV) Na última ______ de cinema, havia somente ______. a) sessão, cinquenta espectadores privilegiados. b) seção, cinqüenta expectadores privilegiados. c) sessão, cinqüenta espectadores privilegiados. d) sessão, cincoenta expectadores previlegiados. e) cessão, cinqüenta espectadores previlegiados. Resposta: “a”. Seção = departamento, divisão. Sessão = reunião. Cessão = doação. Assim, sessão de cinema (reunião). Cinquenta é a única grafia possível, já que não há mais trema em língua portuguesa. Espectadores são aqueles que presenciam algo, que assistem a algo. Expectadores são aqueles que esperam, estão na expectativa. Privilegiados sempre com i. 5. (FGV) Já que foram ______ pelo tribunal do júri, exigirão a ______ das ______. a) discriminados, descriminação, despesas. b) descriminados, descriminação, despesas. c) discriminados, discriminação, despezas. d) descriminados, discriminação, despesas. Resposta: “d”. Descriminados — inocentados. Discriminação — detalhamento. Despesas — sempre com s. 6. (FCC) Era ______ do ______ ter atitudes ______. a) praxe, estrangeiro, extravagantes. b) prache, estrangeiro, estravagantes. c) praxe, extrangeiro, estravagantes. d) prache, extrangeiro, extravagantes. Resposta: “a”. Praxe, estrangeiro, extravagantes: não existem variações para essas palavras. 7. Suas respostas ______ e atitudes ______ acabaram ______ desconfiança entre os colegas. a) ambígüas, vacilantes, suscitando.
  54. 54. b) ambíguas, vascilantes, sucitando. c) ambíguas, vacilantes, suscitando. d) ambígüas, vacilantes, sucitando. e) ambíguas, vascilantes, suscitando. Resposta: “c”. Ambíguas, vacilantes, suscitando: não existem variações para essas palavras. 8. (FCC) Marque a opção que contém palavra grafada com erro. a) Suscitando o debate político, é possível ressuscitar velhas teses. b) A possibilidade de ascenção social mobilisa as pessoas. c) O pedido de demissão deve ser precedido de justificativa abalizada. d) No momento de decisão, muitos hesitam na ânsia por acertar. e) Desejos de ostentação perturbam o clima pacífico da reunião. Resposta: “b”. Há dois erros: a palavra “ascensão” deve ser escrita com s na última sílaba; a palavra “mobiliza” deve ser escrita com z, pois é formada pelo adjetivo “móvel” + o sufixo “izar” formador de verbo. 9. (FCC) Indique a opção correta quanto à ortografia. a) Fica a concretisação deste ato condicionada ao cumprimento das disposições legais. b) As decisões deverão obedecer à contumaz consulta a todos os membros do grupo. c) Se a comissão quizer reunir-se, deverá efetuar a convocação com uma antecedência de oito dias. d) Adotem​-se novas medidas envez das anteriores. Resposta: “b”. Vejamos os erros: a) concretização; c) quiser; d) em vez. 10. (Esaf) Marque o texto que contém erro de grafia. a) Os olhos ansiosos da Europa voltam-se para a Alemanha. Nunca houve tantas incertezas em relação ao destino da economia mais importante do velho continente. b) Os vizinhos estão inquietos porque seu futuro é atado ao que acontece na Alemanha. c) Os europeus acusam o Banco Central alemão de manter os juros demasiadamente altos, e de ter assim arrastado a Europa para a recessão. d) Com a desaceleração da economia europeia e o desemprego em elevação, o imigrante, aquele sujeito de pele escura que vem do Terceiro Mundo, ou do Sul, como se diz agora, passa a ser o culpado de tudo. e) Muitos europeus dizem que a barca está cheia e alguns neonasistas alemães levam ao extremo a metáfora em voga nos anos 30. Resposta: “e”. Neonazistas se escreve com z. 11. (Esaf) Em relação ao texto, assinale a opção que corresponde a erro gramatical. Não constitue (1) surpresa a verificação de que os municípios com maior índice de anulação de votos têm pontos comuns. Um deles: a taxa de analfabetismo duas ou três vezes superior à do (2) resto do país. Outro: a localização em zonas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) — indicador que mede renda, longevidade e instrução. São localidades pobres cujo (3) destino, se não houver revolução de 180 graus na forma de encarar a educação, as (4) condena​ a se (5) afastar cada vez mais dos progressos da civilização. (Correio Braziliense, 17.10.2006)
  55. 55. a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 Resposta: “a”. Constitui — os verbos terminados em UIR se conjugam com i na 3a pessoa do singular. 12. (Esaf) Em relação ao texto abaixo, assinale a opção em que a reescrita do trecho está incorreta para o contexto. Quanto à sua natureza jurídica, no Brasil, o orçamento público é apenas autorizativo. Isso quer dizer que o gestor somente pode realizar a despesa pública se essa estiver (1) prevista na lei orçamentária, mas a mera previsão no orçamento não vincula a execução da despesa (2). Ou seja, o fato de a despesa estar prevista na Lei Orçamentária (3) não obriga o governante a realizá​-la. Se o governo fez (4) a devida previsão de despesa para a construção de rodovias, poderá levar a efeito sua intenção, tendo em vista a existência da dotação respectiva. Não está, entretanto, obrigado a proceder à empreitada, podendo desistir da obra, caso julgue oportuno e conveniente (5). (<http://www.lrf.com.br>) a) 1 — caso esteja ela. b) 2 — mas a execução da despesa não está vinculada à mera previsão no orçamento. c) 3 — o fato de a Lei Orçamentária prever a despeza. d) 4 — Caso tenha sido feita pelo governo. e) 5 — se julgar oportuno e conveniente. Resposta: “c”. A palavra “despesa” se escreve com s. 13. (Esaf) Em relação ao texto abaixo, assinale a opção que corresponde a erro gramatical ou de grafia. O Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal — SIAFI representou tão grande (1) avanço para a contabilidade pública da União que (2) é hoje reconhecido no mundo inteiro e recomendado inclusive pelo Fundo Monetário Internacional. Sua performance transcendeu (3) de tal forma as fronteiras brasileiras e despertou a atenção no cenário nacional e internacional, que vários países, além de alguns organismos internacionais, tem (4) enviado delegações à Secretaria do Tesouro Nacional, com o propósito de absorver (5) tecnologia para a implantação de sistemas similares. (James Giacomoni, Orçamento Público) a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 Resposta: “d”. “Têm” deve receber acento circunflexo, para concordar no plural com o sujeito “vários países”.
  56. 56. 14. Os trechos abaixo constituem sequencialmente um texto. Assinale a opção em que o trecho apresenta erro gramatical. a) A grande depressão mundial, particularmente desencadeada pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York (1929), impeliu os Governos a aportar recursos na economia, garantindo investimentos em infraestrutura para atenuar as frequentes crises dos mercados. b) Tais medidas, embora favorecessem os sistemas econômicos, resgataram a figura do déficit público. c) As crises individuais dos países, aliadas à insuficiente capacidade de investimentos do setor governamental, revitalizaram as abordagens iniciais do equilíbrio orçamentário, fazendo com que o Estado retoma-se as suas antigas funções, o que o leva a militar com compromissos de saúde financeira de longo prazo. d) As medidas necessárias à adoção deste princípio vão além da manutenção das despesas dentro dos limites da receita. e) Os gestores públicos deverão assumir posturas estratégicas adequadas ao perfil estrutural da comunidade que administram, não cedendo às pressões para atendimento às necessidades de uns poucos. (James Giacomoni, Orçamento Público) Resposta: “c”. “... fazendo com que o Estado retomasse...” — o verbo retomar está empregado no pretérito imperfeito do subjuntivo, portanto não há hífen nem pronome oblíquo. 15. Os trechos abaixo constituem sequencialmente um texto. Assinale a opção gramaticalmente incorreta. a) Duas pesquisas mostram que as políticas sociais e de combate à fome, implementadas pelo Governo Federal, começam a apresentar resultados concretos na melhoria das condições de vida do povo brasileiro. b) Um estudo da Fundação Getúlio Vargas, entitulado “Miséria em Queda”, baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do IBGE, confirmou que a miséria no Brasil caiu em 2004, e atingiu o nível mais baixo desde 1992. c) O número de pessoas que estão abaixo da linha da pobreza passou de 27,26% da população, em 2003, para 25,08%, em 2004. Em 1992 esse percentual era de 35,87%. d) É considerado abaixo da linha da pobreza quem pertence a uma família com renda inferior a R$ 115,00 mensais, valor considerado o mínimo para garantir a alimentação de uma família. e) O estudo da FGV mostrou que o índice de miséria no Brasil caiu 8% de 2003 para 2004, deixando o país com a menor proporção de miseráveis desde 1992. (Em Questão, n. 379 — Brasília, 30 de novembro de 2005) Resposta: “b”. Intitular é a forma correta, com i. 16. (NCE) Todas as palavras estão corretamente grafadas na frase: a) Não deve ser substimada a ascensão dos índices que estão acusando a um desprestígio das privatizações. b) É insofismável a conclusão a que se chega, quando se compulsam os dados fornecidos por essas criteriosas pesquizas. c) Não há primasia absoluta dos entusiastas da economia de mercado sobre os que sempre a ela se opuseram. d) Os chamados regimes de exceção, autoritários na raíz, sempre deixaram um espólio de
  57. 57. saudosismo em parte da população. e) Nos tópicos concernentes à economia, registra-se uma grande ambivalência nas tendências de avaliação das privatizações. Resposta: “e”. Vejamos os erros: a) subestimada; b) pesquisas; c) primazia; d) raiz, sem acento. 17. Está correta a grafia de todas as palavras em: a) A reivindicada exumação da vítima sequer foi analisada pelo magistrado. b) Sem maiores preâmbulos, pôs​-se a vosciferar injúrias contra o indefeso escrivão. c) Obsecado pelo cumprimento das leis, é incapaz de considerar a falibilidade da justiça. d) A neglijência na aplicação da lei ocorre em relação aos privilegiados de sempre. e) A impunidade dos ricos é insultuosa diante da rigidez consernente aos pobres. Resposta: “a”. Vejamos os erros: b) vociferar; c) obcecado; d) negligência; e) concernente. 18. Indique a alternativa correta: a) O ladrão foi apanhado em flagrante. b) Ponto é a intercessão de duas linhas. c) As despesas de mudança serão vultuosas. d) Assistimos a um violenta coalizão de caminhões. e) O artigo incerto na Revista das Ciências foi lido por todos nós. Resposta: “a”. Vejamos os erros: b) interseção; c) vultosas; d) colisão; e) inserto. 19. Assinale a única alternativa que apresenta erro no emprego do porquê. a) Por que insistes no assunto? b) O carpinteiro não fez o serviço porque faltou madeira. c) Não revelou porque não quis contribuir. d) Ele tentou explicar o porquê da briga. e) Ele recusou a indicação não sei por quê. Resposta: “c”. Não revelou por que não quis contribuir. — Por (preposição) + que (pronome interrogativo). 20. Considerando o uso apropriado do termo sublinhado, identifique em que sentença do diálogo abaixo há um erro de grafia: a) Por que você não entregou o trabalho ao professor? b) Você quer mesmo saber o porquê? c) Claro. A verdade é o princípio por que me oriento. d) Pois, acredite, eu não sei porque fiz isso. e) Você está mentindo. Por quê? Resposta: “d”. ... não sei por que fiz isso. — Por (preposição) + que (pronome interrogativo). 21. (Vunesp) Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas: — ______ me julgas indiferente? — ______ tenho meu ponto de vista. — E não o revelas ______? — Nem sei o ______.
  58. 58. a) Por que, Porque, por que, por quê b) Por que, Porque, por quê, porquê c) Porque, Por que, porque, por quê d) Por quê, Porque, por que, porquê e) Porque, Porque, por quê, por quê Resposta: “b”. Por que me julgas indiferente? — Por (preposição) + que (pronome interrogativo); Porque tenho meu ponto de vista. — Porque (conjunção); E não o revelas por quê? — Por (preposição) + quê (pronome interrogativo em final de frase, com acento); Nem sei o porquê. — Porquê (substantivo). 22. Assinale a frase gramaticalmente correta: a) Não sei por que discutimos. b) Ele não veio por que estava doente. c) Mas porque não veio ontem? d) Não respondi porquê não sabia. e) Eis o porque da minha viagem. Resposta: “a”. Por que = por (preposição) + que (pronome interrogativo). Corrigindo as erradas: b) porque (conjunção); c) por que = por (preposição) + que (pronome interrogativo); d) porque (conjunção); e) porquê (substantivo). 23. A grafia está incorreta em: a) Pelé é uma exceção entre os ministros. b) A pretenção maior do novo ministro é levar a prática esportiva ao país inteiro. c) É preciso analisar com cuidado os planos do Governo. d) Nosso time jogou muito mal. e) Ele não quis trazer a pasta. Resposta: “b”. Pretensão, com s. 24. (Fuvest) Nas frases que seguem, indique a única que apresenta a expressão incorreta, levando em conta o emprego do hífen: a) Aqueles frágeis recém​-nascidos bebiam o ar com aflição. b) Nunca mais hei​-de​-dizer os meus segredos. c) Era tão sem ternura aquele afago, que ele saiu mal​-humorado. d) Havia uma super​-relação entre aquela região deserta e esta cidade enorme. e) Este silêncio imperturbável, amá​-lo​-emos como uma alegria que não deixa de ser triste. Resposta: “b”. “Hei de dizer” é uma locução verbal, e as locuções verbais não usam hífen. 25. Assinale o item em que há palavra incorretamente grafada: a) Trouxeram​-me um ramalhete de flores fragrantes. b) A justiça infligiu a pena merecida aos desordeiros. c) Promoveram uma festa beneficiente para a creche. d) Devemos ser fiéis ao cumprimento do dever. e) A cessão de terras compete ao Estado. Resposta: “c”. “Beneficente” é a grafia correta. 26. A frase em que os homônimos ou parônimos em destaque estão com significação
  59. 59. invertida é: a) Era iminente a queda do eminente deputado. b) A justiça infringe uma pena a quem inflige a lei. c) Vultosa quantia foi gasta para curar sua vultuosa face. d) O mandado de segurança impediu a cassação do mandato. e) O nosso censo depende exclusivamente do senso de responsabilidade do IBGE. Resposta: “b”. A justiça inflige (aplica) uma pena a quem infringe (desobedece) a lei. 27. Indique a alternativa em que não há erro de grafia: a) Porque chegou atrazado perdeu grande parte do explêndido espetáculo. b) Pediu​-lhe que ascendesse a luz, pois a claridade não era impecilho a seu repouso. c) Ele não é uma exceção, também é muito ambicioso. d) Quizera eu que todas as espécies animais estivessem livres de extinção. e) Não poderia advinhar que sua música viesse a ter tanto hêsito. Resposta: “c”. Corrigindo os erros: a) atrasado, esplêndido; b) acendesse, empecilho; d) quisera; e) adivinhar, êxito. 28. Indique o segmento totalmente correto quanto à grafia: a) Há intensão de se alcançar um consenso para evitar as divergências entre os parlamentares. b) É preciso cessarem as disensões para se obter a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases na Educação. c) Um aquário pode ser tido como um ecossistema, no qual os escrementos dos peixes, depois de decompostos, fornecerão elementos essenciais à vida das plantas. d) O Sol é o responsável pela emissão de luz, indispensável para a fotossíntese, processo pelo qual as plantas produzem o alimento orgânico primário, assim como praticamente todo o oxigênio na atmosfera. e) Pesquizas recentes têm atribuído a choques meteóricos a súbita extinção dos dinossauros da face da Terra. Resposta: “d”. Corrigindo os erros: a) intenção; b) dissensões; c) excrementos; e) pesquisas. 29. Uma grafia está incorreta em: a) O deputado defendeu a descriminação da maconha. b) Sua ascensão à presidência da firma surpreendeu a todos. c) Todos o julgavam, com razão, demasiadamente pretencioso. d) Os deputados não queriam acabar com os próprios privilégios. e) A disputa entre os cônjuges só poderia ser resolvida nos tribunais. Resposta: “c”. Pretensioso. 30. Por diversas vezes ______ em prosseguir as investigações. Só conseguiu ______ a situação com a colaboração de seus assessores. As lacunas do período dado ficam corretamente preenchidas, respectivamente, por: a) hesitou — amenizar b) hesitou — amenisar c) hezitou — amenizar
  60. 60. d) exitou — amenizar e) exitou — amenisar Resposta: “a”. Hesitou (do verbo hesitar); amenizar (ameno + izar). 31. Assinale o item que apresenta erro de grafia: a) Na cultura oriental, fica desonrado para sempre quem inflinge as regras da hospitalidade. b) Não conseguindo adivinhar o resultado a que chegariam, sentiu​-se frustrado. c) A digressão ocorreu por excesso de fatos ilustrativos em seu discurso. d) Sentimentos indescritíveis, porventura, seriam rememorados durante a sessão de julgamento. e) Ao contrário de outros, trazia consigo autoconhecimento e autoafirmação. Resposta: “a”. ... quem infringe as regras... Infringir = desrespeitar. 32. Observando a grafia das palavras abaixo, assinale a alternativa que apresenta erro: a) Aquele hereje sempre põe empecilho porque é muito pretencioso. b) Uma falsa meiguice encobria​-lhe a rigidez e a falta de compreensão. c) A obsessão é prejudicial ao discernimento. d) A hombridade de caráter eleva o homem. e) Eles quiseram fazer concessão para não ridicularizar o estrangeiro. Resposta: “a”. Herege, pretensioso. 33. Assinale a única alternativa em que há erro. a) Em breve compreenderás porque tanta luta por um motivo tão simples. b) Não compareci à reunião porque estava viajando. c) Se o Brasil precisa do trabalho de todos é porque precisamos de um nacionalismo produtivo. d) Ainda não se descobriu o porquê de tantos desentendimentos. e) Choveu durante a noite, porque as ruas estão molhadas. Resposta: “a”. ... compreenderás por que tanta luta... — Por (preposição) + que (pronome interrogativo). 34. Assinale a alternativa que apresenta erro quanto ao emprego do porquê: a) Não sei por que as cousas ocultam tanto mistério. b) Os poetas traduzem o sentido das cousas sem dizer por quê. c) Eis o motivo porque os meus sentidos aprenderam sozinhos: as cousas têm existência. d) Por que os filósofos pensam que as cousas sejam o que parecem ser? e) Os homens indagam o porquê das estranhezas das cousas. Resposta: “c”. Eis o motivo por que os meus... — Por (preposição) + que (pronome relativo). 35. (FCC) Há erro de grafia na frase: a) A pretensão do subchefe era a de que a expansão da microinformática se concretizasse. b) A discussão, proposta pelo vice-reitor, talvez torne viável a instalação dos computadores no próximo quinquênio. c) O anteprojeto, elaborado pelo prefeito, contém um item referente à concessão de verbas federais aos municípios. d) Os empresários, anciosos de ouvir o vice​-líder do partido, sintetizaram a agenda.
  61. 61. e) A espontaneidade do superintendente diluiu os empecilhos, e os prefeitos tiveram o privilégio de assinar o convênio. Resposta: “d”. Ansiosos. 36. Assinale a alternativa em que fica evidente o erro de acentuação gráfica. a) Aquele que conhece os seus defeitos está muito próximo de corrigí​-los. b) A virtude é comunicável, porém o vício é contagioso. c) Saúde e inteligência, eis duas bênçãos desta vida. d) A história glorifica os heróis, a vida santifica os mártires. e) Lembre​-se de que você é pó e ao pó voltará. Resposta: “a”. Nas palavras unidas por hífen cada parte tem acentuação independente. Então, “corrigi” é oxítona terminada em i, não há regra para acentuar. 37. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases abaixo. 1. Cada qual faz como melhor lhe _____________ . 2. O que _____________ estes frascos? 3. Neste momento os teóricos _____________ os conceitos. 4. Eles _____________ a casa do necessário. a) convém, contêm, reveem, proveem. b) convém, contém, reveem, provêm. c) convêm, contêm, revêm, provêem. d) convém, contém, revêem, provêem. e) convêm, contêm, reveem, provêm. Resposta: “a”. Os verbos TER e VIR (e seus derivados) continuam com os acentos diferenciais na terceira pessoa do plural do presente do indicativo. Os verbos VER, LER, CRER — na terceira pessoa do plural do presente do indicativo — e o verbo DAR — na terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo —, e todos os seus derivados, dobram o “ee”, mas não recebem mais acento de acordo com a última reforma ortográfica. 38. Indique a única alternativa em que nenhuma palavra deve ser acentuada graficamente. a) lapis, canoa, abacaxi, jovens. b) ruim, sozinho, aquele, traiu. c) saudade, onix, grau, orquidea. d) voo, legua, assim, tenis. Resposta: “b”. Vejamos os acentos das outras opções: a) lápis; c) ônix, orquídea; d) légua, tênis. 39. (FCC) A frase em que todas as palavras estão corretas quanto à acentuação gráfica é: a) Apaziguemos os ânimos intranqüilos. b) A freqüência dos alunos em sala de aula é indispensável a uma boa avaliação. c) A contigüidade de suas atitudes retilíneas conduzi​-lo​-á ao objetivo proposto. d) Cinquenta delinquentes destruíram o armazém.
  62. 62. Resposta: “d”. A última reforma ortográfica extinguiu o trema da língua portuguesa. 40. Dadas as palavras 1. apóiam 2. baínha 3. abençôo Constatamos que está (estão) incorretamente grafada(s) a) apenas a palavra nº 1. b) apenas a palavra nº 2. c) apenas a palavra nº 3. d) todas as palavras. e) n.d.a. Resposta: “d”. Apoiam — o ditongo aberto “oi” só recebe acento em palavras monossílabas ou oxítonas. Bainha — “i” tônico seguido de “nh” não recebe acento gráfico. Abençoo — a última reforma ortográfica eliminou o acento circunflexo do duplo “oo”. 41. Uma mesma regra de acentuação abrange o seguinte conjunto. a) atacá​-lo, sofás, possuí. b) falência, Antônio, repórter. c) ruído, baú, saí, saída. d) afáveis, lápis, miosótis. e) heróis, indóceis, amáveis. Resposta: “c”. Ruído, baú, saí, saída — todos seguem a regra do “i” e do “u” tônicos, formadores de hiato. 42. (FGV) Marque o único vocábulo acentuado corretamente. a) pára (verbo). b) pêlo (cabelo). c) pôr (verbo). d) ítem. e) feiúra. Resposta: “c”. Pôr (verbo) conserva o acento diferencial. Para (verbo) e pelo (cabelo) perderam os seus acentos diferenciais com a última reforma ortográfica. Feiura também perde o acento de acordo com essa mesma reforma. Item é paroxítona terminada em “m”, portanto não há regra para acentuá​-la. 43. (FGV) Assinale o vocábulo que perde o acento gráfico no plural. a) próton. b) móvel. c) fóssil. d) cônsul. e) caráter. Resposta: “e”. O plural de caráter é caracteres (a sílaba tônica se desloca para “TE”). 44. Qual das alternativas abaixo apresenta todas as palavras corretamente acentuadas?
  63. 63. a) púdico, rúbrica, ínterim, ávaro. b) púdico, rúbrica, interim, ávaro. c) púdico, rúbrica, ínterim, avaro. d) pudico, rubrica, ínterim, avaro. e) pudico, rubrica, interim, ávaro. Resposta: “d”. Vejamos a correta identificação das sílabas tônicas: puDIco, ruBRIca, ÍNterim e aVAro. 45. Assinale a frase incorreta quanto à acentuação gráfica. a) A funcionária remeterá os formulários até o início do próximo mês. b) Ninguém poderia prever que a catástrofe traria tamanho ônus ao país. c) Este voo está atrasado; os senhores tem que embarcar pela ponte aérea e fazer conexão no Rio para Florianópolis. d) O pronunciamento feito pelo diretor na assembleia revestia​-se de caráter inadiável. e) Segundo o regulamento em vigor, o órgão competente tomará as providências cabíveis. Resposta: “c”. Faltou acento circunflexo no verbo “ter” para concordar com o sujeito plural: ... os senhores têm... 46. Devem ser acentuadas todas as palavras da opção: a) taxi, hifen, gas. b) ritmo, amor, lapis. c) chines, ruim, jovem. d) juriti, gratis, traz. e) açucar, abacaxi, molestia. Resposta: “a”. Táxi, hífen e gás. 47. (FGV) As silabadas, ou erros de prosódia, são frequentes no uso da língua. Indique a alternativa onde não ocorre silabada alguma. a) Eis aí um prototipo de rúbrica de um homem vaidoso. b) Para mim a humanidade se divide em duas metades: a dos filântropos e a dos misantropos. c) Os arquétipos de iberos são mais pudicos do que se pensa. d) Nesse interim chegou o médico com a contagem de leucócitos e o resultado da cultura de lêvedos. e) Ávaro de informações, segui todas as pegadas do éfebo. Resposta: “c”. Corrigindo as palavras erradas: a) protótipo, rubrica; b) filantropos; d) ínterim; e) avaro, efebo. 48. Assinale o trecho que apresenta erro de acentuação gráfica. a) As diferenças de ótica entre os díspares movimentos que reivindicavam um mesmo amor à natureza se enraízam para além das firulas das discussões político​-partidárias. b) No âmago do famoso santuário, erguido sob égide dos conquistadores, repousam enormes caixas cilíndricas de orações em forma de mantras, onde o novel da fé se purifica. c) O alvo da diatribe, o fenômeno de reprovação escolar, é uma tolice inaceitável, mesmo em um paradígma de educação deficitária em relação aos menos favorecidos. d) Assustada por antigas endemias rurais, a, até então, álacre sociedade brasileira tem, enfim,

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