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Conclusão:

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dois anos de vida)” In V.B. Oliteira (org.) “O...
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Projeto Formação no ambiente escolar - uma busca pela integração prática e teoria

  1. 1. PROF.ªS RESPONSÁVEIS: ANNA PAULA ROLIM DE LIMA CARINA BANNWART KELLY CRISTINA CORREIA SOLANGE CATARINO BISCALCHIN Campinas 2010 1
  2. 2. "A sabedoria começa na reflexão." (Sócrates) Formação no ambiente escolar: Uma busca pela integração prática e teoria De que vale prática sem teoria? De que vale teoria sem prática reflexiva? Há educação sem uma real integração entre ambas? Introdução Personagem indispensável no cenário filosófico, Sócrates despertou e desperta, no decorrer da história humana, grande admiração e respeito, manifestos em árduos trabalhos de pesquisas e em recorrentes buscas às suas teorias e pensamentos, registrados por seus companheiros e seguidores (Platão, Aristóteles, Xenofontes e outros). Como característica marcante, Sócrates apresenta profundas reflexões sobre as bases para a produção do conhecimento, e envolve-se na busca de formas de ação que levariam o homem a produzi-lo. Acreditava que “pela via do conhecimento objetivo, seria possível formar os cidadãos e, portanto, seria possível transformar a cidade para que essa fosse melhor e mais justa. Acreditava que o conhecimento tinha uma função social” (ANDERY, et al., p.59, 1996). O ponto crucial do método socrático é o diálogo constante, ou seja, uma contínua troca de idéias, realizada de maneira aberta e sem um fim predeterminado, desta forma “o aprendiz descobria os erros do que pretendia conhecer, descobria sua ignorância” (ANDERY, et al., p.64, 1996) e retomava a busca pelo conhecimento. Concebendo a instituição escolar como local privilegiado para a troca de idéias e a proliferação de diferentes teorias em benefício da comunidade, há que se valorizar o diálogo socrático, que nos impele a rever as teorias nas quais muitas vezes estamos arraigados, conduzindo-nos à abertura necessária para um contínuo processo de aprendizagem. É, por meio, desta constante indagação sobre o real, que se caracteriza o conhecimento: como “um processo em vias de se fazer, comportando divergências e tensões” (KRAMER in MEC, p.16, 1994), as quais são necessárias num ambiente 2
  3. 3. democrático e que tenha por ambição maior: propiciar um salutar e permanente processo de aprimoramento pessoal, intelectual e cultural a seus integrantes. Por fim adota-se aqui o entendimento de que educação “é prática social produtora de saber” e, portanto, “cabe enfatizar que a teoria é prenhe de prática, gerada por ela e voltando-se a ela de forma crítica” (KRAMER in MEC, p.17, 1994), o que resulta num fazer pedagógico dinâmico, contraditório e vivo. Desta feita, cabe insinuar, a necessidade de espaço amplo e fortemente voltado ao estudo, à discussão e a estruturação do conhecimento pedagógico, de forma a integrar teoria e prática e propiciar uma prática embasada teoricamente, assim como, uma postura reflexiva e constantemente renovada mediante as atividades com as crianças, a relação com a comunidade e o trabalho coletivo. Justificativa: Partindo da premissa que o conhecimento sobre a educação infantil ainda é relativamente novo e, portanto, em vias de construção, evidencia-se a necessidade de uma real articulação entre os saberes produzidos na academia e na prática das unidades de atendimento infantil expressa numa relação dialógica. Para tanto é importante a aproximação entre universidades e escolas de educação infantil, mas, ainda mais necessário é um constante aperfeiçoar-se por parte dos profissionais que atuam diretamente com as crianças pequenas, a fim de possibilitar a elas o melhor atendimento possível, que leve em consideração sua característica peculiar de desenvolvimento (ECA) e as necessidades intrínsecas a ela. Situações e condições adversas constituem o dia-a-dia dos profissionais da educação infantil e, muitas vezes, os inserem em momentos angustiantes por não haver uma solução clara e rápida. Tais momentos tornam-se mais amenos e menos penosos se compartilhados com colegas que vivenciam as mesmas experiências. O compartilhar possibilita a junção de diferentes olhares e possibilidades, e facilita a construção de diferentes soluções para as adversidades vivenciadas, as quais, na maioria das vezes, não figuram em livros e/ou teses, mas, são e serão construídas no trato diário com os pequenos. 3
  4. 4. No município de Campinas a Educação Infantil objetiva viabilizar o desenvolvimento integral e harmonioso da criança, considerando seus aspectos cognitivo, social, afetivo e físico. Inserida nesta proposta, esta unidade educacional anseia promover às crianças um ambiente físico e social que, desde cedo, encoraje a conquista da autonomia, assim como situações de aprendizagem que propiciem a construção da criticidade e da reflexão. No entanto para que de fato tais princípios possam ser implementados no trabalho com os pequenos, é fundamental que os professores sejam pessoas “criativas, inventivas e descobridoras, que sejam capazes de criticar, comprovar e não aceitar tudo que lhes é proposto. Pessoas que sejam capazes de pensar a realidade em que vivem e transformá-la”(MANTOVANI ET ASSIS, p.11, 2004). Neste sentido estrutura-se o presente projeto, ou seja, este grupo de professoras ambiciona constituir um espaço de estudos, discussões e troca de idéias sobre temas inerentes à realidade desta instituição de educação infantil; um espaço que viabilize uma possível solução para um problema fortemente apontado na avaliação institucional: a necessidade de ampliar espaços e momentos de formação, reflexão e troca de experiências entre os pares e os diferentes profissionais que integram a equipe escolar. Um grupo de estudos que se estruture em sólido arcabouço teórico, que conte com a vivência profissional de seus integrantes e que esteja disposto a ouvir e ser ouvido, recuando e avançando mediante os diferentes posicionamentos e diversas tendências pedagógicas, certamente proporcionará muito aos seus integrantes tanto pessoal, como acadêmica e profissionalmente, além do que, os maiores beneficiados, indubitavelmente serão os pequenos, como aponta Formosinho: “O aperfeiçoamento dos professores tem finalidades individuais óbvias, mas também tem utilidade social. A formação contínua tem como finalidade última o aperfeiçoamento pessoal e social de cada professor, numa perspectiva de educação permanente, mas tal aperfeiçoamento tem um efeito positivo no sistema escolar, se se traduzir na melhoria da qualidade da educação oferecida às crianças. É este efeito positivo que explica as preocupações recentes do mundo ocidental com a formação contínua de professores” (FORMOSINHO apud SILVA, p. 97, 2000). 4
  5. 5. Objetivos: → Contribuir com a ampliação de espaço e tempo especificamente voltados às discussões e reflexões sobre as diferentes possibilidades de intervenção no trabalho diário com as crianças e as famílias, considerando fatores essenciais como, a interdisciplinaridade, as diferentes concepções de infância e a relação dialógica com a realidade da comunidade na qual a escola esta inserida; → Propiciar a formação de um grupo de estudos e reflexão composto por professores e diferentes profissionais da educação infantil, tomando por base as práticas implicadas no cotidiano da escola, bem como, os diferentes campos teóricos da pedagogia; → Analisar e avaliar o atendimento no CIMEI, a fim de aprimorar as práticas avaliadas positivamente e reestruturar aquelas classificadas como negativas; → Elaborar mensalmente resenhas críticas sobre os textos estudados e discutidos, a fim de concretizar e expor, por meio destas, ao restante da equipe escolar, os avanços alcançados. → Elaborar anualmente um artigo científico que expresse a solução de um problema ocasionado em sala de aula, e que tenha contado com as reflexões e discussões do grupo para sua solução. Metodologia: Para a execução deste trabalho serão realizadas reuniões semanais às sextas-feiras com duração de 4 horas-aula, nas quais abordar-se-ão os temas relacionados a seguir, e adotar-se-á como dinâmica de trabalho a reflexão sobre os textos previamente lidos para que posteriormente se estabeleçam as relações com as práticas diárias adotadas no trabalho com as crianças: 1) A formação continuada do profissional de educação infantil Textos: • A Formação contínua de professores (Maria Isabel de Almeida-USP) 5
  6. 6. • Por que e Para que uma política de formação do profissional de educação infantil? (Angela M. Rabelo F. Barreto-UNB) • Por uma política de formação do profissional de educação infantil (MEC) Duração: Sobre este tema serão realizados três encontros, dos quais, o primeiro e o segundo destinados à reflexão relativa aos textos apresentados acima, e o último deles voltado à conexão entre a teoria e a prática vivenciada em sala. 2) Agrupamento Para este tema adotaremos como texto base a tese “Contrariando a idade: condições infantis e relações etárias entre crianças pequenas da educação infantil” (Patricia Dias Prado – UNICAMP). Duração: Sobre este tema serão realizados oito encontros, intercalando-se a reflexão relativa aos capítulos contidos na tese em questão e a conexão entre a teoria e a prática vivenciada em sala. 3) Relação escola família Textos: • O Relacionamento entre educadores e pais (Adriano Bonomi in “Manual de educação infantil de 0 a 3 anos”) • A relação escola pais: um modelo de troca e colaboração (Eliana Bhering et Iram Siraj-Blatchford) • Família e escola parceiros ou rivais? (Rita de Biagio- TV Escola) • O inventário de recursos do ambiente familiar (Edna Maria Marturano – USP) Duração: Sobre este tema serão realizados seis encontros, intercalando-se a reflexão relativa aos artigos enunciados anteriormente e a conexão entre a teoria e a prática vivenciada em sala. 6
  7. 7. 4) Educar e cuidar: perfil do profissional de educação infantil Textos: • Educar e cuidar: Questões sobre o perfil do profissional de educação infantil (Maria Malta Campos – MEC) • Qualidade em educação infantil (Miguel A. Zabalza). Duração: Sobre este tema serão realizados seis encontros, intercalando-se a reflexão relativa ao artigo e aos capítulos do livro enunciados anteriormente e a conexão entre a teoria e a prática vivenciada em sala. 5) Afetividade Tema: • A criança e seu mundo (D. W. Winnicott) Duração: Sobre este tema serão realizados seis encontros, intercalando-se a reflexão relativa aos capítulos contidos no livro enunciado anteriormente e a conexão entre a teoria e a prática vivenciada em sala. 6) Brincar Tema: • Culturas infantis e direito à brincadeira: porque a infância não acaba aos 6 anos (Patricia Dias Prado - Unicamp). • Interações criança-criança e função da brincadeira no desenvolvimento (Zilma M.R. Oliveira in Creches: crianças, faz de conta e CIA). • O brincar e suas teorias (Tizuco Morshida Kishimoto). • A criança pequena e o despertar do brincar (Primeiros dois anos de vida) – Aydil M. de Queiroz Pérez-Ramos. Duração: Sobre este tema serão realizados oito encontros, intercalando-se a reflexão 7
  8. 8. relativa aos artigos enunciados anteriormente e a conexão entre a teoria e a prática vivenciada em sala. É importante, contudo, destacar que o principal objetivo do projeto em questão é a efetivação dos momentos de estudo, reflexão e troca de ideias, não apenas para os integrantes deste grupo, mas para toda a equipe escolar. Mesmo contando com a incompatibilidade de horários entre os diferentes personagens da mesma. Visando minimizar tal problema e, de certa forma, tornar acessível a todos não só os textos trabalhados e as experiências trocadas, mas essencialmente as conclusões alcançadas, o grupo realizará ao final de cada bloco de estudos uma resenha crítica que aborde os problemas e as soluções alcançadas. Além desta produção o grupo pretende produzir anualmente um artigo sobre um dos tem,as trabalhados e que tenha obtido maior relevância no processo de discussão e reflexão. Pensando ainda no processo de formação da equipe como um todo o grupo recorrerá a montagem de uma pasta acessível a todos, que contenha todos os textos analisados e que permaneça em local de ampla circulação, o que viabilizará o empréstimo dos mesmos, além disso, propulsionará a participação efetiva em outra ferramenta estruturada para o mesmo fim, ou seja, uma ferramenta interativa (blog) que mais uma vez objetiva integrar os diferentes agentes educativos. A médio prazo o grupo vislumbra a estruturação de uma sala voltada à formação, ou seja, que abrigue diferentes materiais referentes ao mesmo fim, tendo em vista que a escola possui relevante acervo no que tange à formação, e que em sua maioria são subutilizados. Uma sala especificamente voltada para o objeto da formação minimizaria este problema e mais uma vez estimularia a troca de experiências e de ideias, o que como manifesto anteriormente, constitui o objetivo principal deste projeto. 8
  9. 9. Conclusão: Concebendo como função social do magistério a formação crítica, cabe aos educadores um contínuo processo de indagação e reflexão, mediante as diferentes concepções e metodologias vivenciadas no âmbito educacional, o que é importante destacar, tendo em vista a heterogeneidade marcante em nosso CIMEI, o qual é constituído por seres humanos diversos e com histórias de vida distintas e peculiares. Neste sentido, a conversa, o debate, a discussão construtiva, são elementos indispensáveis para a concretização de uma prática abrangente e coerente. Deste modo, mais uma vez, emerge o ideário característico da filosofia grega, presente especificamente na dialética de Heráclito de Éfeso (540-480 a..C.), o qual “Concebia a realidade como algo extremamente dinâmico, em permanente transformação. Encarava a vida como um fluxo constante” (COTRIM, p. 66, 1987). Sendo a característica principal do método utilizado por Heráclito a demonstração de uma tese a partir da análise crítica das contradições contidas no raciocínio do interlocutor. Indagações e a incessante necessidade de possibilitar (valores, criticidade, cidadania, criatividade,...) geram nos educadores uma consciente responsabilidade , para as quais não há respostas prontas nem fórmulas definitivas. O que justifica a importância do projeto em questão, por meio, da comparação de ideias, da troca de experiências e de um aprimorar-se em conjunto e, consequentemente, de maneira constante. Bibliografia ANDERY, A. A. et al. "Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica" São Paulo: EDUC, 1996. ALMEIDA, M. I. “A formação contínua do professor”. Disponível em <http://www.pde.pr.gov.br/arquivos/File/pdf/pde2008/Formacaocontinua_deprofessores SEEDParana_2008.pdf> Acesso em: dez. 2009 9
  10. 10. BARRETO, Angela M. Rabelo. “Por que e para que uma política de formação do profissional de educação infantil?”. CRIANÇA, Brasília (DF): p.40, BHERING, Eliana; SIRAJ-BLATCHFORD, Iram. “A relação escola-pais : um modelo de trocas e colaboração”. CADERNOS DE PESQUISA. São Paulo: n. 106, p. 191-216, mar.1999. BIAGIO, Rita de. “Entrevista :Família e Escola : parceiros ou rivais?”. Revista da TV Escola, Brasília: n. 28, p. 40-42, ago./set., 2002. BONOMI, Adriano. “O relacionamento entre educadores e pais” in BONDIOLI, Anna e MANTOVANI, Susanna. “Manual de Educação Infantil : de 0 a 3 anos – uma abordagem reflexiva” .Porto Alegre: Artes Médicas, 1998, p.161-172. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Departamento de Políticas Educacionais. Coordenação Geral de Educação Infantil. “Por uma política de formação do profissional de educação infantil.” Brasília: MEC/SEF/DPE/COEDI, 1994. CAMPOS, Ana Maria M. “Educar e cuidar: questões sobre o perfil do profissional de Educação Infantil”. Brasília: MEC/DEF/DPE/COEDI, 1994. p. 32-42. COTRIM, Gilberto. “Educação para uma escola democrática: história e filosofia da educação”. São Paulo: Saraiva, 1987. KISHIMOTO, M. Tizuko. “O brincar e suas teorias”. São Paulo: Pioneira, 1998. MARCOZZI, A. M.; DORNELLES, L. W.; SÁ RÊGO, M. V. “Ensinando à criança”. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1976. MARTURANO, Edna M. “O inventário de recursos do ambiente familiar.” Psicol. Reflex. Crit. [online]. 2006, vol.19, n.3 OLIVEIRA, Zilma M. R. “Creches: crianças, faz-de-conta & Cia”. Petrópolis: Vozes, 1992 10
  11. 11. PÉREZ-RAMOS, A M. Q. “A criança pequena e o despertar do brincar (primeiros dois anos de vida)” In V.B. Oliteira (org.) “O brincar e a Criança do Nascimento aos seis anos.” 4ª ed. Petrópolis, Vozes: 57-95. PRADO, P. D.: “Contrariando a idade: condição infantil e relações etárias entre crianças pequenas da educação infantil”; Campinas: UNICAMP, 2006. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2006. WINNICOTT, D. W. "A criança e o seu mundo”. Rio de Janeiro: Zahar, 1979. ZABALZA, M. A. “Qualidade em educação infantil”. Porto Alegre: ARTMED, 1998. 11

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