Estruturação da rede de vigilância de
ambientes da FMB e outras
riquetsioses
Capacitação

em Eventos Transmitidas por Carr...
FEBRE MACULOSA BRASILEIRA (FMB)
DOENÇA DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
No Brasil, a FMB foi incluída na Lista Nacional de Doenç...
FEBRE MACULOSA BRASILEIRA (FMB)
DEFINIÇÃO DE CASO SUSPEITO
1) Suspeito:
Febre de início súbito, cefaléia, mialgia e
Histór...
DEFINIÇÃO DE CASO CONFIRMADO
CRITÉRIO LABORATORIAL
Caso suspeito com pelo menos um dos resultados
Isolamento em cultura do...
SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DA FMB

 20 UFs notificam
 11 UFs confirmam

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13

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CAPACITAÇÕES - VIGILÂNCIA DE AMBIENTES DAS RIQUETSIOSES

Demanda de algumas UFs
Convênio entre SVS e FIOTEC/FIOCRUZ/RJ
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O caso

Epidemiologia

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Conclusão do
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VIGILÂNCIA DE AMBIENTES DA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA E
OUTRAS RIQUETSIOSES: UMA PROPOSTA PARA FORMAÇÃO DE REDE

foram
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REDE DE VIGILÂNCIA DE AMBIENTE
Objetivos imediatos
-Termino das capacitações- áreas silenciosas e fronteiras;
-Apoio às aç...
REDE DE VIGILÂNCIA DE AMBIENTE
Desafios imediatos
-Fortalecimento da rede de vigilância nas oportunidades / diagnósticos e...
FMB: desafios a enfrentar

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
FMB: desafios a enfrentar
Inverter a tendência secular crescente do coeficiente de mortalidade,
ampliando nosso conhecimen...
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REDE DE VIGILÂNCIA DE AMBIENTE
Propostas
- Curso de taxonomia de vetores para descentralização da
diagnose
-Pactuação Febr...
REDE DE VIGILÂNCIA DE AMBIENTE
Propostas
- Curso de taxonomia de vetores para descentralização da
diagnose
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VÍNCULO INSTITUCIONAL

Distribuição dos Laboratórios de Entomologia

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
Ehrlichiose monocítica humana

Ehrlichia chaffeensis

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
Ehrlichiose granulocítica
humana

Anaplasma phagocytophilum

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATOS

1983

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATOS

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATOS

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATOS

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS

200 miilhões

Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS
Distribuição Mundial da Peste 2000-2005.

200 miilhões

Quarta-feira, 16 d...
OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS
Distribuição Mundial da Peste 2000-2005.

200 miilhões
Focos de Peste no B...
Gilberto Salles Gazêta, Nicolau Maués da Serra Freire, Marinete Amorim,
Valmir Gomes
Laboratório de Referência Nacional em...
Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
Obrigado!
Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
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Estruturação da vigilancia de ambientes de doencas transmitidas por carrapatos

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Estruturação da vigilancia de ambientes de doencas transmitidas por carrapatos

  1. 1. Estruturação da rede de vigilância de ambientes da FMB e outras riquetsioses Capacitação em Eventos Transmitidas por Carrapatos III Simpósio Estadual de Doenças 09 a 11 de outubro de 2013, Campinas - SP Área de Produção Editorial e Gráfica Núcleo de Comunicação Secretaria de Vigilância em SaúdeOliveira Gilberto Salles Gazêta Stefan Vilges de Joyce Mendes Pereira GT - Entomologia e Lab. Referência Nacional GT - Roedores 23 e 24 de das em Vetores junho de 2010 UVZ/CGDT/DEVEP/SVS/MS Reservatórios de Interesse em Saúde Pública Riquetsioses CGLAB/SVS/MS IOC/FIOCRUZ/MS Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  2. 2. FEBRE MACULOSA BRASILEIRA (FMB) DOENÇA DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA No Brasil, a FMB foi incluída na Lista Nacional de Doenças de Notificação Compulsória, do Ministério da Saúde, pela Portaria GM/MS nº. 1.943, de 18 de outubro de 2001. A partir de 2007, a doença passou a integrar o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (versão Sinan NET). 150.0000 100 Casos 60 75.0000 40 37.5000 Letalidade 80 112.5000 20 Fonte: Sinan/SVS/MS Dados sujeitos a alteração Quarta-feira, 16 de Outubro de 13 11 20 10 20 09 20 08 20 07 20 06 20 05 20 04 20 03 20 02 20 20 20 01 0 00 0 Ano casos Letalidade
  3. 3. FEBRE MACULOSA BRASILEIRA (FMB) DEFINIÇÃO DE CASO SUSPEITO 1) Suspeito: Febre de início súbito, cefaléia, mialgia e História de picada de carrapato e/ou Frequentado área de transmissão nos últimos 15 dias 2) Suspeito: Febre de início súbito, cefaléia, mialgia e Exantema máculo-papular entre o 2º ao 5° dia de evolução e/ou Manifestações hemorrágicas Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  4. 4. DEFINIÇÃO DE CASO CONFIRMADO CRITÉRIO LABORATORIAL Caso suspeito com pelo menos um dos resultados Isolamento em cultura do agente etiológico Imunohistoquímica reagente PCR detectável IFI com soroconversão de 4X entre 1ª. e a 2ª. IGG CRITÉRIO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO Individuo que foi a óbito com quadro clínico compatível com a doença e que tenha antecedentes epidemiológicos que não tenha sido possível a coleta oportuna de material para exames - PCR. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  5. 5. SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DA FMB  20 UFs notificam  11 UFs confirmam Quarta-feira, 16 de Outubro de 13  2007/11 - Média  1500 notificações / 120 confirmados
  6. 6. CAPACITAÇÕES - VIGILÂNCIA DE AMBIENTES DAS RIQUETSIOSES Demanda de algumas UFs Convênio entre SVS e FIOTEC/FIOCRUZ/RJ Em nov. 2011 videoconferência Importância epidemiológica Parcerias - UVZ > LRN > CGLAB > SES Adesão da proposta pelos Estados e municípios (ES, MT, BA, DF, MG, GO, SC, RS, PR, TO) Componentes teórico pratico para estruturação de rede de vigilância Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  7. 7. O caso Epidemiologia Acompanhamento do paciente Conclusão do caso Quarta-feira, 16 de Outubro de 13 PLI Prevenção Ambiente Coleta de amostras (dados) Investigação Vigilância
  8. 8. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  9. 9. O  PROCESSO  DA  INVESTIGAÇÃO  DE  AMBIENTE  EM  UM  FOCO   DEVE  PERMITIR  ELUCIDAÇÕES  SOBRE  TRÊS  IMPORTANTES   PONTOS: Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  10. 10.   O  PROCESSO  DA  INVESTIGAÇÃO  DE  AMBIENTE  EM  UM  FOCO   DEVE  PERMITIR  ELUCIDAÇÕES  SOBRE  TRÊS  IMPORTANTES   PONTOS: Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  11. 11. O  PROCESSO  DA  INVESTIGAÇÃO  DE  AMBIENTE  EM  UM  FOCO   DEVE  PERMITIR  ELUCIDAÇÕES  SOBRE  TRÊS  IMPORTANTES   PONTOS:   a) espécies  de  vetores  de  riquétsias  patogênicas  para  humanos,   isto   é,   responsáveis   pelo  estabelecimento   da   zoonose   (ciclo   epidêmico);   Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  12. 12. O  PROCESSO  DA  INVESTIGAÇÃO  DE  AMBIENTE  EM  UM  FOCO   DEVE  PERMITIR  ELUCIDAÇÕES  SOBRE  TRÊS  IMPORTANTES   PONTOS:   a) espécies  de  vetores  de  riquétsias  patogênicas  para  humanos,   isto   é,   responsáveis   pelo  estabelecimento   da   zoonose   (ciclo   epidêmico);   b) espécies   de   vetores   de   riquétsias   para   animais   (ciclo   enzoóUco  e  epizoóUco). Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  13. 13. O  PROCESSO  DA  INVESTIGAÇÃO  DE  AMBIENTE  EM  UM  FOCO   DEVE  PERMITIR  ELUCIDAÇÕES  SOBRE  TRÊS  IMPORTANTES   PONTOS:   a) espécies  de  vetores  de  riquétsias  patogênicas  para  humanos,   isto   é,   responsáveis   pelo  estabelecimento   da   zoonose   (ciclo   epidêmico);   b) espécies   de   vetores   de   riquétsias   para   animais   (ciclo   enzoóUco  e  epizoóUco). c)   hospedeiros   vertebrados   dos   vetores   cujos   deslocamentos   podem   contribuir   para     disseminação   dos   artrópodes   e   estabelecimento  de  novos  focos  de  circulação  do  agente. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  14. 14. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  15. 15. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Fatores  relevantes Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  16. 16. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Fatores  relevantes -­‐  Definição  da  área  de  invesUgação  (PLI) Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  17. 17. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Fatores  relevantes -­‐  Definição  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Tempo  entre  o  caso  e  a  invesUgação Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  18. 18. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Fatores  relevantes -­‐  Definição  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Tempo  entre  o  caso  e  a  invesUgação -­‐  Método  de  invesUgação Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  19. 19. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Fatores  relevantes -­‐  Definição  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Tempo  entre  o  caso  e  a  invesUgação -­‐  Método  de  invesUgação Coleta  de  vetores Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  20. 20. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Fatores  relevantes -­‐  Definição  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Tempo  entre  o  caso  e  a  invesUgação -­‐  Método  de  invesUgação Coleta  de  vetores Hospedeiros Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  21. 21. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Fatores  relevantes -­‐  Definição  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Tempo  entre  o  caso  e  a  invesUgação -­‐  Método  de  invesUgação Coleta  de  vetores Hospedeiros Ambiente Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  22. 22. COLETA  DE  DADOS:  INVESTIGAÇÂO Fatores  relevantes -­‐  Definição  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Tempo  entre  o  caso  e  a  invesUgação -­‐  Método  de  invesUgação Coleta  de  vetores Hospedeiros Ambiente Coleta  de  sangue  de  hospedeiros Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  23. 23. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  24. 24. O  processo  da  vigilância  de  ambiente  deve  permiUr   elucidações  dos  seguintes  pontos: Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  25. 25.   O  processo  da  vigilância  de  ambiente  deve  permiUr   elucidações  dos  seguintes  pontos: Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  26. 26.   O  processo  da  vigilância  de  ambiente  deve  permiUr   elucidações  dos  seguintes  pontos: a) Flutuação   sazonal   das   espécies   de   potenciais   vetores   envolvidos  no  ciclo  enzoóUco  e  epidêmico; Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  27. 27.   O  processo  da  vigilância  de  ambiente  deve  permiUr   elucidações  dos  seguintes  pontos: a) Flutuação   sazonal   das   espécies   de   potenciais   vetores   envolvidos  no  ciclo  enzoóUco  e  epidêmico; b) Taxa  de  infecção  pelo  patógeno  nos  potenciais  vetores   Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  28. 28.   O  processo  da  vigilância  de  ambiente  deve  permiUr   elucidações  dos  seguintes  pontos: a) Flutuação   sazonal   das   espécies   de   potenciais   vetores   envolvidos  no  ciclo  enzoóUco  e  epidêmico; b) Taxa  de  infecção  pelo  patógeno  nos  potenciais  vetores   c) Incidência  em  vertebrados; Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  29. 29.   O  processo  da  vigilância  de  ambiente  deve  permiUr   elucidações  dos  seguintes  pontos: a) Flutuação   sazonal   das   espécies   de   potenciais   vetores   envolvidos  no  ciclo  enzoóUco  e  epidêmico; b) Taxa  de  infecção  pelo  patógeno  nos  potenciais  vetores   c) Incidência  em  vertebrados; d) Análise  de  risco  para  o  foco  e  novas  áreas. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  30. 30. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  31. 31. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Fatores  relevantes Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  32. 32. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Fatores  relevantes -­‐  ampliação  da  área  de  invesUgação  (PLI) Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  33. 33. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Fatores  relevantes -­‐  ampliação  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Periodicidade  das  coletas Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  34. 34. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Fatores  relevantes -­‐  ampliação  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Periodicidade  das  coletas -­‐  Método  de  vigilância Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  35. 35. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Fatores  relevantes -­‐  ampliação  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Periodicidade  das  coletas -­‐  Método  de  vigilância Coleta  de  vetores Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  36. 36. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Fatores  relevantes -­‐  ampliação  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Periodicidade  das  coletas -­‐  Método  de  vigilância Coleta  de  vetores Hospedeiros Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  37. 37. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Fatores  relevantes -­‐  ampliação  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Periodicidade  das  coletas -­‐  Método  de  vigilância Coleta  de  vetores Hospedeiros Ambiente Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  38. 38. COLETA  DE  DADOS:  VIGILÂNCIA Fatores  relevantes -­‐  ampliação  da  área  de  invesUgação  (PLI) -­‐  Periodicidade  das  coletas -­‐  Método  de  vigilância Coleta  de  vetores Hospedeiros Ambiente Coleta  de  sangue  de  hospedeiros Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  39. 39. Modelo   1:   Uma   única   espécie   de   vetor   que   desenvolve   seu   ciclo   biológico   na   dependência   de   uma   única   espécie   de   hospedeiro;   pica  acidentalmente  humano  podendo  transmi>r   riquétsias. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  40. 40. Modelo  2:  Uma  única  espécie  de  vetor   que  pode  desenvolver   seu  ciclo   biológico   u>lizando  várias  espécies  de  hospedeiros;   pica  acidentalmente  humano  podendo  transmi>r  riquétsias. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  41. 41. Modelo  3:  Diferentes  espécies  de  vetores  que  desenvolvem   seus  ciclos  biológicos  u>lizando  uma  única  espécie  de   hospedeiro;  picam  acidentalmente  humano  podendo   transmi>r  riquétsias. Humano Vetor Vetor Hospedeiro Quarta-feira, 16 de Outubro de 13 Vetor
  42. 42. Modelo  4:   Diferentes  espécies  de   vetores  que  desenvolvem   seus   ciclos   biológicos   podendo   u>lizar   diferentes   espécies   de   hospedeiros;  picam  acidentalmente  humano  podendo  transmi>r   riquétsias. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  43. 43. VIGILÂNCIA DE AMBIENTES DA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA E OUTRAS RIQUETSIOSES: UMA PROPOSTA PARA FORMAÇÃO DE REDE foram  2012/13 capacitados 216 técnicos de 85 municípios de áreas endêmicas do BR  Programado áreas silenciosa Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  44. 44. REDE DE VIGILÂNCIA DE AMBIENTE Objetivos imediatos -Termino das capacitações- áreas silenciosas e fronteiras; -Apoio às ações de controle; -Implantação do GAL Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  45. 45. REDE DE VIGILÂNCIA DE AMBIENTE Desafios imediatos -Fortalecimento da rede de vigilância nas oportunidades / diagnósticos e tratamentos / reconhecimento circulação - Caracterização das espécies de riquetsias que circulam no país - Melhorar a qualidade do banco de dados de FMB do SINAN - Produção de material instrucional guia FMB – folder – vídeos didáticos Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  46. 46. FMB: desafios a enfrentar Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  47. 47. FMB: desafios a enfrentar Inverter a tendência secular crescente do coeficiente de mortalidade, ampliando nosso conhecimento aos fatores predisponentes ao óbito por FMB, considerando especialmente: Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  48. 48. FMB: desafios a enfrentar Inverter a tendência secular crescente do coeficiente de mortalidade, ampliando nosso conhecimento aos fatores predisponentes ao óbito por FMB, considerando especialmente: Rápida identificação clínica do caso, Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  49. 49. FMB: desafios a enfrentar Inverter a tendência secular crescente do coeficiente de mortalidade, ampliando nosso conhecimento aos fatores predisponentes ao óbito por FMB, considerando especialmente: Rápida identificação clínica do caso, Implementação, para as riquetsioses, de um sistema de informação em saúde do ambiente. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  50. 50. FMB: desafios a enfrentar Inverter a tendência secular crescente do coeficiente de mortalidade, ampliando nosso conhecimento aos fatores predisponentes ao óbito por FMB, considerando especialmente: Rápida identificação clínica do caso, Implementação, para as riquetsioses, de um sistema de informação em saúde do ambiente. Habilitação no diagnóstico presuntivo e probabilístico com base na investigação e vigilância de ambiente, Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  51. 51. FMB: desafios a enfrentar Inverter a tendência secular crescente do coeficiente de mortalidade, ampliando nosso conhecimento aos fatores predisponentes ao óbito por FMB, considerando especialmente: Rápida identificação clínica do caso, Implementação, para as riquetsioses, de um sistema de informação em saúde do ambiente. Habilitação no diagnóstico presuntivo e probabilístico com base na investigação e vigilância de ambiente, Identificação dos fatores condicionantes nos diferentes espaços, Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  52. 52. FMB: desafios a enfrentar Inverter a tendência secular crescente do coeficiente de mortalidade, ampliando nosso conhecimento aos fatores predisponentes ao óbito por FMB, considerando especialmente: Rápida identificação clínica do caso, Implementação, para as riquetsioses, de um sistema de informação em saúde do ambiente. Habilitação no diagnóstico presuntivo e probabilístico com base na investigação e vigilância de ambiente, Identificação dos fatores condicionantes nos diferentes espaços, Redirecionamento de medidas de prevenção, com base nas análises de risco, relevância para a saúde pública e legislação. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  53. 53. FMB: desafios a enfrentar Inverter a tendência secular crescente do coeficiente de mortalidade, ampliando nosso conhecimento aos fatores predisponentes ao óbito por FMB, considerando especialmente: Rápida identificação clínica do caso, Implementação, para as riquetsioses, de um sistema de informação em saúde do ambiente. Habilitação no diagnóstico presuntivo e probabilístico com base na investigação e vigilância de ambiente, Identificação dos fatores condicionantes nos diferentes espaços, Redirecionamento de medidas de prevenção, com base nas análises de risco, relevância para a saúde pública e legislação. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  54. 54. REDE DE VIGILÂNCIA DE AMBIENTE Propostas - Curso de taxonomia de vetores para descentralização da diagnose -Pactuação Febre Maculosa - Avaliação da competência vetorial -Desenvolvimento de indicadores relacionados aos vetores para avaliação de risco – modelagem --Avaliação das medidas de controle em saúde pública efetividade Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  55. 55. REDE DE VIGILÂNCIA DE AMBIENTE Propostas - Curso de taxonomia de vetores para descentralização da diagnose -Pactuação Febre Maculosa - Avaliação da competência vetorial -Desenvolvimento de indicadores relacionados aos vetores para avaliação de risco – modelagem --Avaliação das medidas de controle em saúde pública efetividade Forum para prioridades em pesquisa Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  56. 56. VÍNCULO INSTITUCIONAL Distribuição dos Laboratórios de Entomologia Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  57. 57. Ehrlichiose monocítica humana Ehrlichia chaffeensis Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  58. 58. Ehrlichiose granulocítica humana Anaplasma phagocytophilum Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  59. 59. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATOS 1983 Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  60. 60. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATOS Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  61. 61. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATOS Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  62. 62. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR CARRAPATOS Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  63. 63. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  64. 64. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  65. 65. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS 200 miilhões Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  66. 66. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS Distribuição Mundial da Peste 2000-2005. 200 miilhões Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  67. 67. OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES ÁPTEROS Distribuição Mundial da Peste 2000-2005. 200 miilhões Focos de Peste no Brasil Fonte: Manual de Vigilância e Controle da Peste – SVS / MS Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  68. 68. Gilberto Salles Gazêta, Nicolau Maués da Serra Freire, Marinete Amorim, Valmir Gomes Laboratório de Referência Nacional em Vetores das Riquetsioses, Instituto Oswaldo Cruz / Fiocruz, Ministério da Saúde. Eduardo Pacheco de Caldas, Stefan Vilges de Oliveira, Simone Costa Pereira UnidadeTécnica deVigilância de Zoonoses da Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis, Departamento de Vigilância Epidemiológica, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde. Joyce Mendes Pereira Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  69. 69. Quarta-feira, 16 de Outubro de 13
  70. 70. Obrigado! Quarta-feira, 16 de Outubro de 13

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