Althusser, Gramsci e Bourdieu

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Apresentação de Mariane Pereira e Mariana Machado Rocha

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Althusser, Gramsci e Bourdieu

  1. 1. Escola de Comunicações e Artes<br /> <br />Biblioteconomia e Documentação<br /> <br />Disciplina: CBD0282 - Estados e Formas da Cultura na Atualidade<br />Docente: Martin Grossmann<br />Alunas: Mariana Machado Rocha<br />Mariane Costa Pereira<br />
  2. 2. <ul><li> Aceito no École Normale Supérieure (ENS), em Paris, mas foi convocado para a Segunda Guerra Mundial antes mesmo de ingressar;</li></li></ul><li><ul><li> Ao retornar, ingressou na ENS, mas com saúde psicológica extremamente prejudicada;</li></li></ul><li>
  3. 3. Novas ideologias que dizem não haver mais lutas de classes e nem mesmo classes sociais, Bourdieu, apesar de não poder se definido como marxista reconfigura a questão dessas relações.<br />Fatores que colaboraram para a revisão das teorias marxistas:<br /><ul><li>A redução do peso político do operariado industrial;
  4. 4. O surgimento das classes médias urbanas;
  5. 5. A emergência de movimentos de contestação social não catapultados pelos setores proletários – revoltas estudantis de 68, movimentos hippie, antinucleares, feministas, ecológicos, entre outros;
  6. 6. A queda do sistema socialista soviético e a conseqüente irrupção das formas de sociabilidade neoliberais.</li></ul>ALGUNS CONCEITOS: Classe, luta de classes, mais-valia e fetichismo.<br />
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  24. 24. Trecho de documentário<br />Série: Panorama Histórico Brasileiro<br />Autor: Marcelo Gomes<br />Tema: Década de 1970, chamada “década do desbunde”, quando a cultura alternativa refletiu um período de mudanças comportamentais, de atitudes transgressoras na arte e de consolidação de uma indústria cultural difundida sobretudo pela TELEVISÃO.<br />
  25. 25. <ul><li> Nascimento: Denguin, 1º de agosto de 1930
  26. 26. Morte: Paris, 23 de janeiro de 2002
  27. 27. Etnólogo, mas reconhecido como sociólogo;
  28. 28. Tornou-se famoso na década de 1960, publicando com J.C. Passeron “Os Herdeiros”;
  29. 29. Professor do Collège de France desde 1982 </li></li></ul><li><ul><li> “a noção de aparelho reintroduz o pior dos funcionalismos: é uma máquina infernal, programada para realizar certos fins. O sistema escolar, o Estado, a Igreja, os partidos não são aparelhos, mas campos. No entanto, em certas condições, eles podem funcionar como aparelhos (...).”</li></li></ul><li><ul><li>Capital Econômico: é o capital dominante, trata-se de bens materiais, meios de produção entre outras propriedades.
  30. 30. Capital Cultural: Transmitido “hereditária” e domesticamente: são valores, linguagens, maneiras de pensar e ver o mundo, posturas, gostos (estética relacionada às artes plásticas, músicas, vestimentas) e auto-representações. </li></li></ul><li><ul><li>Incorporado: “ter que se tornou ser” não pode ser transmitido instantaneamente, e é adquirido de maneira desinteressada e inconsciente.
  31. 31. Objetivado: são suportes materiais (escritos, pinturas, monumentos, etc.), trata-se da transmissão de uma propriedade jurídica, que para ser “valorizada” ou “útil” depende de um capital incorporado como “saberes necessários para se utilizar uma máquina, ou para apreciar um quadro”, ou seja, só há benefício adquirido de um capital objetivado, se houver o capital incorporado.
  32. 32. Institucionalizado: através dos diplomas: “certidão de competência cultural que confere ao seu portador um valor convencional, constante e juridicamente garantido no que diz respeito a cultura”.</li></li></ul><li>“Conjunto de recursos atuais ou potenciais que estão ligados a posse de uma rede durável de relações mais ou menos institucionalizadas (...) mas também são unidos por relações permanentemente úteis.”<br /> Essas relações permitem a numerosos agentes diversos e dispersos agir “como um único homem” e ultrapassar os efeitos da finitude que os liga, através do seu corpo, a um lugar e a um tempo” <br />
  33. 33. <ul><li>Quando uma maneira de ser e viver no mundo é arbitrariamente posta como superior a todas as outras.</li></li></ul><li>
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  36. 36. REFERÊNCIAS<br />ALTHUSSER, Louis. Aparelhos Ideológicos de Estado : nota sobre os aparelhos ideológicos de Estado (AIE) / Louis Althusser, 1918; tradução de Walter José Evangelista e Maria Laura Viveiros de Castro ; introdução crítica de José Augusto Guilhon Albuquerque. — Rio de Janeiro: Edições Graal, 1985, 2ª edição.<br />BERNARDINO, Paulo A. B. Estado e educação em Louis Althusser: implicações nos processos de produção e reprodução social do conhecimento. Dissertação de Mestrado - UFMG/FaE, 2010. 190 f., enc, il. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/BUOS-8FQREV/1/paulo_augusto_bandeira_bernardino_dissertacao.pdf>. Acesso em: 24 abr. 2011.<br />BOURDIEU, P. A escola conservadora: as desigualdades frente à escola e à cultura?, in Nogueira, M. Alice e Catani, Afrânio (orgs.). Escritos de Educação, Petrópolis, Vozes, 1998, p.39-64.<br />BOURDIEU, Pierre. "Les trois états du capital culturel". Publi­cado originalmente in Actes de larecherche en sciences sociales, Paris, n. 30, novembro de 1979, p. 3-6.<br />
  37. 37. REFERÊNCIAS<br />BOURDIEU, Pierre. O capital social: notas provisórias. In: Nogueira, A. M. Catani (Orgs.) Escritos de educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998 (11 ed. 2010), p.65-69._________. Os três estados do capital cultural. Idem, p 72-79.<br />CATANI, A. M. Educação, violência simbólica, capitais (cultural e social) e destino. In: BOITO JR., Armando; TOLEDO, C. N. (Org.). Marxismo e ciências humanas. São Paulo: Xamã, 2003, p.297 ? 310.<br />GRAMSCI, A. Caderno 12 (1932). Apontamentos e notas dispersas para um grupo de ensaios sobre a história dos intelectuais. In: Coutinho, Carlos Nelson. (1999). Introdução. In: Gramsci, A. Cadernos do Cárcere, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, vol 2. p. 13-53<br />DORE, Rosemeire. Gramsci e o debate sobre a escola pública no Brasil. In. Cadernos CEDES. Gramisci, Intelectuais e Educação. Vol. 26, n70, set.dez 2006. p. 329-352.Dossiê Antônio Gramsci. (Bianchi, Baratta, Braga, Dore, Coutinho). In: Revista Cult, ano 12, n 141, Nov2009. Cult online: WWW.revistacult.com.br<br />REPENSANDO A DOMINAÇÃO SOCIAL OU TERIA BOURDIEU ALGO A DIZER AO MARXISMO. Rodrigo Chaves de M. R. de Carvalho – Mestrando em Ciências Sociais pelo PPGCSO/UFJF.<br />

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