Brasil: Mujer y Ciencia

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Informe preparado para el Taller Regional de Expertos en educación científica y tecnológica con enfoque de igualdad de género. Realizado por Alice Abreu.

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Brasil: Mujer y Ciencia

  1. 1. Brasil 1 Informe preparado para el Taller Regional de Expertos en educación científica y tecnológica con enfoque de igualdad de género Buenos Aires, Argentina, 16-17 de abril de 2015 Alice Abreu UFRJ La solicitación era que enviáramos material sobre:  Estudios/investigaciones/informes sobre la situación de las mujeres en Ciencia y Tecnología en sus países;  Programas de educación (formal o informal) que estimulen la participación de mujeres y varones en estas disciplinas. Este informe trata de sistematizar la información disponible para Brasil. Una primera e importante observación es que, especialmente para el segundo punto, no tengo la experiencia o el conocimiento para que se pueda considerar este informe un informe completo o realmente significativo con relación a lo que se hace en Brasil sobre este tema. Lo que hiso fue apuntar a actividades hechas por organizaciones e investigadores de conocida relevancia, que pueden señalar donde se debe ir buscar informaciones más completas. La bibliografía sobre estudios e informes sobre la situación de las mujeres en C&T está más conforme, pero aun así no creo que refleje la totalidad de la publicación brasileña sobre el tema. Estudios/investigaciones/informes sobre la situaciónde las mujeres en Ciencia y TecnologíaenBrasil La producción de libros y artículos es bastante extensa y aquí solo indico estudios de algunas investigadoras reconocidas, que pueden remeter a otros textos. Abreu, A. R. P. Women for Science in Brazil. International Sociological Association E-Bulletin, Montreal, Canada, n. 16, p. 64-89, jul.2010. Abreu, A. R. P. National assessments on gender equality in the knowledge society: gender in science, technology and innovation. Qualitative Report: Brazil. Rio de Janeiro: WISAT - Women in Global Science and Technology and The Elsevier Foundation, Jan.2012. Disponível em: http://wisat.org/data/documents/ Brazil_Qual_GE-KS.pdf Abreu, A.R.P; Oliveira, M. C. f.; Vieira, J. M.; Marcondes, G. S. Equidade de gênero na sociedade do conhecimento no Brasil: presença feminina na ciência e na tecnologia. Document de Travail du MAGE. No. 18. Dezembro 2014. 8. BANDEIRA, L. M.; MELO, H. P; PINHEIRO, L. Mulheres em Dados: o que informa a PNAD/IBGE, 2008. Revista do Observatório Brasil da Igualdade de Gênero, v. 072010, p. 107-117, 2010.
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  7. 7. Brasil 7 Osada, N. M. ; Costa, M. C. A construção social da Nova Biologia: preconceitos e obstáculos na biologia molecular. Cadernos de Gênero e Tecnologia (CEFET/PR), v. 11, p. 21-34, 2007. Osada, N. M.; Costa, M. C. A construção social de gênero ba Biologia: preconceitos e obstáculos na biologia molecular. Cadernos Pagu (UNICAMP), v. 27, p. 279-299, 2006. Velho, L. (Org.). Nova geração de política em ciência, tecnologia e inovação. 1. ed. Brasília, DF: CGEE, 2010. v. 1. 182p . Velho, L. (Org.); de Souza, Maria Carlota (Org.) . Avaliação de Políticas de Ciência Tecnologia e Inovação. Diálogo entre Experiências Internacionais e Brasileiras. Brasília: CGEE, 2008. v. 1. 249p . Velho, L.; Velloso, J. Mestrandos e Doutorandos no País. Trajetórias de Formação. Brasilia, DF: CAPES, 2001. 153p . Velho, Léa ; Moreira, Maria Lígia . Perfil e trajetória dos Mestres e Doutores do Programa de Pós- graduação em Política Científica e Tecnológica. In: Bonacelli, M.B.M.. (Org.). 1988-2013: 25 anos de Ensino e Pesquisa em PCT. 1ed.Campinas: UNICAMP, 2012, v. , p. 8-16. VELHO, L. . Ciências, publicações e avaliação. In: Hoffmann, W.A.M.; Furnival, A.C.. (Org.). Olhar. Ciência, Tecnologia e Sociedade. São Carlos: Pedro e João Editores/CECH - UFSCar, 2008, v. , p. 9-21. VELHO, L. . Indicadores Cientificos: Aspectos Teoricos y Metodologicos. In: E. Martinez. (Org.). Ciencia, Tecnología y Desarollo: Interelaciones Teóricas y Metodológicas. Caracas: Nueva Sociedad, 1994, v. , p. 307-348. VELHO, L. . Educational Foundations for Career Flexibility: The Brazilian Scientific Career. In: S. Cozzens; P. Healey; A. Rip; J. Ziman. (Org.). The Research System in Transition. Amsterdam: Behavioural and Social Sciences, 1991, v. 57, p. 364-368. World Bank (2002). “Brazil Gender Review. Issues and Recommendations.” The World Bank Report no. 23442-BR. Brazil Country Management Unit. Poverty Reduction and Economic Management Unit. Latin America and the Caribbean Region. January 23, 2002. Sitios web de organizaciones y grupos de investigación sobre mujer y ciencia ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS www.abc.org.br Grupo de Estudos sobre Mulheres para a Ciência Descrição O progresso científico e tecnológico transforma o mundo contemporâneo e a vida na terra de forma cada vez mais acelerada.Para dar conta dos crescentes desafios enfrentados pelas sociedades - seja nos países desenvolvidos ou em desenvolvimento - um crescente númerode cientistas, engenheiros, tecnólogos, técnicos, profissionais da saúde e da educação científica e tecnológica, dentre outros, se faz necessário. Juntos, estes profissionais poderão contribuir para enfrentar os grandes desafios hoje colocados, buscando para os mesmos soluções sustentáveis que permitam o desenvolvimento humano e a sustentabilidade do
  8. 8. Brasil 8 planeta. Dadas estas necessidades, devem ser oferecidas aos homens - e às mulheres - amplas oportunidades para o ingresso e exercíciopleno em carreiras nas áreas de ciência e tecnologia. Mas ao tempo em que as mulheres constituem metade da humanidade, mesmoem países em que elas conquistaram acessoamplo ao ensino superior, o número de mulheres estudando matemática,física e engenharia - dentre outras carreiras tecnológicas - longe está de ser equitativo ao de homens. Mulheres talentosas e capazes acabam por ser,na maior parte das vezes, afastadas destas áreas e as que persistem, normalmente se vêem isoladas e marginalizadas. Como resultante, a participação das mulheres cientistas e engenheiras na força de trabalho global continua profundamente limitada, com as que labutam na área dificilmente chegando às posições de cume hierárquico na carreira. A ABC tem de longa data se preocupado com esse tema.Para fortalecer sua atuaçãonesta área,a ABC constituiu o Grupo de Estudos sobre Mulheres na Ciência. Reunindo proeminentes cientistas brasileiras, este grupo tem como desafio realizar ações que contribuam para a construção de um ambiente mais inclusivo às mulheres na Ciência brasileira. Lista de reuniões • Simpósio Fortalecendo a Presença das Mulheres na Ciência Brasileira Rio de Janeiro - Dezembro de 2013 O Simpósio Fortalecendo a Presença das Mulheres na Ciência Brasileira foi realizado no dia 19 de dezembro de 2013, na sede da ABC, no Rio de Janeiro. • Questões de Gênero no Ensino de Ciências: Empoderando Meninas e Moças Rio de Janeiro - Junho de 2010 Reunião percussora do Grupo de Estudos sobre Mulheres na Ciência foi a 7ª Reunião do Programa de Educação Científica da Rede Interamericana de Academias de Ciências (IANAS), sediada pela ABC em junho de 2010.Esta teve por foco a questão de gênero no ensino de ciências,abordando problemas específicos enfrentados pelas meninas em sala de aula,o desafio do empoderamento de meninas e moças em ciência e tecnologia,assim como o papel das Academias no esforço para a remoção de barreiras que acabam por afastar as meninas das carreiras nas áreas de C&T. A partir da sinergia criada neste evento,iniciou-se a discussão que evoluiu para a instituição do Grupo de Estudos sobre Mulheres para a Ciência. Histórico do grupo Já há alguns anos a ABC tem buscado desenvolver ações voltadas para o estímulo e fortalecimento da participação da mulher na Ciência brasileira.Tal se deu não somente por questões morais,como também por razões práticas.A ciência e engenharia - que constituem ferramentas fundamentais para a sobrevivência,o desenvolvimento e a prosperidade da humanidade no Século XXI - são privadas cotidianamente da pujança que seria resultante da inclusão plena da mulher nestas áreas,trazendo para as mesmas um número maior de talentos,visões e experiências.Da mesma forma em que o talento não escolhe onde nascer,não escolhe sexo.Se pretendemos difundir a ciência e seus valores no mundo,potencializando ao máximo a capacidade desta em gerar avanços para a sociedade,devemos buscar os talentos onde estes estão.Oempreendimento científico deve pertencer a todos, independente de nacionalidade,credo religioso,origem social,raça,ou sexo. Um primeiro passo efetivo dado pela ABC no esforço de colaborar para a construção de um ambiente mais inclusivo para a mulher na ciência brasileira foi celebrado na parceria firmada,em janeiro de 2006,com a L'Oreal Brasil.A partir desta,foi lançado o programa "Para Mulheres na Ciência",que tem por intuito estimular e apoiar a participação das mulheres brasileiras no cenário científico do país,ao laurear anualmente o trabalho de um grupo de jovens pesquisadoras com uma bolsa-auxílio no valor equivalente a vinte mil dólares.A cada ano, jovens doutoras que desenvolvem trabalhos científicos em instituições brasileiras de pesquisa - nas áreas de física,química,matemática, biomédicas,biológicas e da saúde - têm os seus trabalhos reconhecidos com a conquista do Prêmio "Para Mulheres na Ciência".No período de 2006 a 2014, sessenta e um jovens e talentosas cientistas brasileiras tiveram seus trabalhos premiados.Esta distinção homenageia toda uma nova geração de cientistas brasileiras,que com seus exemplos inspiram novos talentos e futuras gerações. Em paralelo,em junho de 2010 a ABC sediou,no Rio de Janeiro,a 7ª Reunião do Programa de Educação Científica da Rede Interamericana de Academias de Ciências (IANAS). Por sugestão da ABC, este encontro teve como foco a questão de gênero no ensino de ciências,abordando problemas específicos enfrentados pelas meninas em sala de aula,o desafio do empoderamento de meninas e moças em ciência e tecnologia,assim como o papel das Academias no esforço para a remoção de barreiras que acabam por afastar as meninas das carreiras nas áreas de C&T.A partir da sinergia criada neste evento, a ABC resolveu instituir um Grupo de Estudos sobre Gênero e Ciência.
  9. 9. Brasil 9 Demarcando o início dos trabalhos deste Grupo de Estudos,a ABC promoveu,em 2013, o Simpósio "Fortalecendo a Presença das Mulheres na Ciência Brasileira:Problemas e Desafios".OGrupo ora discute novas ações e o desdobramento de seus trabalhos. Grupo de Estudos sobre Educação Científica Descrição A educação tem por propósito maior a preparação dos indivíduos para a vida, capacitando-os para a realização pessoal e instrumentalizando-os para uma existência dignificante.De sua parte,o ensino da Ciência - compreendendo os preceitos da Ciência,Matemática e Tecnologia - deve ajudar os alunos a desenvolverem os conhecimentos e hábitos da mente imprescindíveis para a formação de cidadãos capazes de pensar criticamente e enfrentar os desafios da vida. Deve também prover aos mesmos das condições necessárias para o pleno exercício da cidadania, visando a construção e defesa de uma sociedade justa e democrática.Ofuturo do Brasil - sua habilidade de promover o desenvolvimento social e econômico e de criar uma sociedade justa - depende,em grande parte,da capacidade de se garantir uma educação de qualidade para o conjunto das crianças em idade escolar. Tendo por base esta visão,a ABC tem desenvolvido ao longo de sua história distintas iniciativas visando contribuir para a melhoria do ensino de ciências no país.OGrupo de Estudos sobre Educação Científica,coordenado pelo Acadêmico Luiz Davidovich, surge então como um esforço para melhor coordenar as diferentes ações da Academia nesta área,a partir da mobilização de Acadêmicos que se preocupam com o tema e têm investido parte de seu tempo neste enorme desafio nacional. Histórico A partir de um convênio de colaboração firmado com a Academia de Ciências da França em 2001,a ABC instituiu o Programa ABC na Educação Científica,através do qual busca es timular uma série de atividades de educação em ciências no Brasil.As atividades deste programa - coordenadas no passado pelos acadêmicos Fernando Galembeck e ErnstHamburger,e no presente pelo acadêmico Diogenes de Almeida Campos - fazem parte de um esforço mais amplo,por parte da Academia,de estimular a educação em ciências no Brasil em todos os seus aspectos,dentro de sua missão geral de promover a qualidade científica e o avanço da ciência brasileira. A partir de um convênio firmado em 2008 entre a ABC e a Petrobras,através de seu Programa Desenvolvimento & Cidadania,a Academia realizou ao longo de 2009 uma profunda análise diagnóstica da experiência do Programa ABC na Educação Científica,programa implementado em diversas cidades brasileiras em escala piloto.À luz da literatura internacional especializada,o estudo,que foi coordenado pelo acadêmico Simon Schwartzman,apresentou um balanço sumário dos resultados deste programa,vis-à-vis outros projetos de educação científica desenvolvidos no país.O resultado final deste esforço foi a publicação A Educação em Ciências no Brasil (2009). Afora os esforços desenvolvidos através do Programa ABC na Educação Científica, a Academia tem se debruçado sobre aspectos diversos da problemática educacional brasileira,tendo já produzido estudos importantes tais como os documentosSubsídios para a Reforma da Educação Superior (2004),coordenado pelo acadêmico LuizDavidovich; O Ensino de Ciências e a Educação Básica: Propostas para Superar a Crise (2008),coordenado pela acadêmica Keti Tenenblat;e Aprendizagem Infantil:uma Abordagem da Neurociência,Economia e Psicologia Cognitiva (2010), coordenado pelo acadêmico Aloísio Pessoa de Araújo,que se encontra em etapa final de edição. Visando melhor articular as ações desenvolvidas na área de educação e coordenar a implementação das recomendações do diagnóstico apresentado em AEducação em Ciências no Brasil,a ABC instituiu um Grupo de Estudos sobre Educação Científica,que será coordenado pelo acadêmico LuizDavidovich. A ação deste grupo buscará fortalecer o papel estratégico que a ABC pode desempenhar nesta área,dada a sua capacidade de favorecer e estimular o contato dos cientistas com os educadores,procurando envolver os cientistas na educação em todos os níveis, assim contribuindo para melhorar a formação e a atuação dos educadores na educação em ciências. Reuniões X Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica
  10. 10. Brasil 10 Ilhéus - Outubro, 2014 O X Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica foi realizado nos dias 09 a 11 de outubro na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus,na Bahia. Simpósio Excellence in Higher Education São Paulo - Janeiro, 2014 Organizado em parceria com a FAPESP, o Simpósio Excellence in Higher Education foi realizado nos dias 23 e 24 de janeiro,na sede da FAPESP, em São Paulo (SP). Simpósio Educação Científica: Um Desafio para a Sociedade Rio de Janeiro - Novembro, 2013 O Simpósio Educação Científica foi realizado no dia 19 de novembro na sede da Academ ia Brasileira de Ciências,no Rio de Janeiro. IX Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica Rio de Janeiro - Novembro, 2013 O IX Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica foi realizado nos dias 18 e 19 de novembro na sede da Academia Brasileira de Ciências,no Rio de Janeiro. VIII Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica São Carlos - Novembro/Dezembro, 2012 O VIII Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica foi realizado nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro no Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC-USP),na cidade de São Carlos,São Paulo. VII Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica Niterói - Dezembro, 2011 O VII Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica teve lugar na Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Niterói,Rio de Janeiro e foi realizado entre os dias 02 e 03 de dezembro de 2011. VI Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica Juazeiro - Novembro, 2010 O VI Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica foi realizado em Juazeiro, Bahia, no período de 26 a 27 de novembro de 2010,nas dependências do Complexo Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). VII Reunião do Programa de Educação Científica da Rede IANAS e Encontro com Professores de Ciência Rio de Janeiro - Junho, 2010 A Reunião do Programa de Educação Científica da Rede Interamericana de Academias de Ciências (IANAS) foi realizada no Museu Histórico Nacional,entre os dias 12 e 14 de junho,por iniciativa da Academia Brasileira de Ciências e possuiu dois encontros simultâneos:a VII Reunião do Programa de Educação Científica de IANAS e o Encontro com Professores de Ciência com o tema "Questões de Gênero no Ensino de Ciências". V Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica Rio de Janeiro - Outubro, 2009 O V Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica,realizado nos dias 30 e 31 de outubro de 2009, ocorreu no Planetário do Rio de Janeiro. Curso de Formação de Formadores
  11. 11. Brasil 11 Rio de Janeiro - Março, 2009 O curso organizado pela ABC e a Rede Interamericana de Academias de Ciência (IANAS) foi realizado no Museu de Ciências da Terra/DNPM, Rio de Janeiro,entre os dias 23 e 28 de março de 2009. IV Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica São Paulo - Novembro, 2008 O IV Seminário Nacional do Programa ABC na Educação Científica foi realizado na Estação Ciência da Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, entre os dias 28 e 30 de Novembro de 2008. Documentos Working with Big Ideas of Science Education - Science Education Programme 2015 This publication,authored by Wynne Harlen and published bythe Science Education Programme (SEP) of IAP, is the work of an international expertgroup of scientists,engineers and science educators,and follows the earlier publication (in 2010) by the same group ofPrinciples and Big Ideas ofScience Education. Principles and Big Ideas of Science Education - IAP Science Education Programme 2010 This report, developed by a group of ten international experts in science education following the PuRkwa Loch Lomond seminar in October 2009,sets out the principles thatshould underpin the science education ofall students throughout their schooling. Estudos Estratégicos: Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Nacional A ABC publica e disponibiliza para download gratuito os resultados obtidos por seus Grupos de Estudo, numa serie intitulada Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Nacional: Estudos Estratégicos. 2014 Recursos Hídricos no Brasil Coordenado pelo Acadêmico José Galizia Tundisi, o trabalho do grupo de pesquisadores de todo o país buscou consolidar, numa perspectiva multidisciplinar, uma visão estratégica para a otimização dos recursos hídricos no país. 2011 Aprendizagem Infantil Obra multidisciplinar coordenada pelo Acadêmico Aloísio Pessoa de Araújo, apresenta as abordagens da neurociência, da economia e da psicologia cognitiva. O Código Florestal e a Ciência Contribuições do Grupo de Estudos composto em 2011 pela ABC e SBPC para o diálogo sobre as possíveis alterações no Código Florestal Brasileiro. 2010 Doenças Negligenciadas Publicado em 2010, este documento apresenta propostas para concretizar a participação da Ciência brasileira no estudo das doenças negligenciadas, resultante de um Grupo de Estudos coordenado pelo Acadêmico Wanderley de Souza. Águas do Brasil: Análises Estratégicas Esta publicação sintetiza as discussões do Grupo de Estudos da ABC sobre Recursos Hídricos no Brasil, coordenado pelo Acadêmico José Galizia Tundisi e busca oferecer aos governos e à sociedade brasileira um conjunto de informações que podem contribuir com o processo de formulação de políticas públicas. 2008 Amazônia: Desafio Brasileiro do Séc. XXI Este documento apresenta propostas para a concretização de estratégia de desenvolvimento nacional que envolva harmonia entre o desenvolvimento regional e a conservação ambiental. O Ensino de Ciências e a Educação Básica: Propostas para Superar a Crise O documento apresenta uma proposta detalhada de ações visando à correção do quadro atual da
  12. 12. Brasil 12 educação básica, dado o seu caráter altamente prioritário e a necessidade de que as mudanças resultem de uma política de Estado. 2004 Subsídios para a Reforma da Educação Superior Documento gerado por um Grupo de Trabalho da ABC, coordenado pelo Acadêmico Luiz Davidovich, como contribuição ao debate sobre o tema, desenvolvido por solicitação do Ministério da Educação (MEC). Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil www.mcti.gov.br 1 Apoio a Projetos e Eventos de Divulgação e de Educação Científica, Tecnológica e de Inovação Destaques Notícias Programa Coleção Explorando o Ensino A Coleção,lançada pela AEB e pelo MEC, permite aos educadores aprofundar os conteúdos e enriquecer as atividades em sala de aula.As obras devem ser incorporadas ao acervo bibliográfico das escolas da rede pública de ensino. Os livros falam de Astronomia, astronáutica e mudanças climáticas. | 1 | 2 | 3 | anterior | pausar | próximo Seções Ações em Curso Ciência Móvel Centros e Museus de Ciência Ciência na Mídia Textos sobre Divulgação Científica Rádio e Ciência CNPq - www.cnpq.br Programa Mulher e Ciência O Programa Mulher e Ciência foi lançado em 2005, a partir do trabalho realizado por um grupo interministerial composto pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq),
  13. 13. Brasil 13 Ministério da Educação (MEC), dentre outros participantes. Objetivos do Programa:  estimular a produção científica e a reflexão acerca das relações de gênero, mulheres e feminismos no País;  promover a participação das mulheres no campo das ciências e carreiras acadêmicas. São parceiros no Programa Mulher e Ciência:  Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM/PR);  Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI);  Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);  Ministério da Educação (MEC);  Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA);  ONU Mulheres Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da Republica www.spm.gov.br Educação, Cultura e Ciência Nas áreas da educação e cultura, a SPM atua com o propósito de desconstruir os estereótipos de gênero presentes na sociedade brasileira, bem como de promover e dar visibilidade a ações culturais feitas por mulheres. Os programas e ações buscam sensibilizar a juventude, pesquisadoras/es e professoras/es para a promoção da igualdade e do respeito entre meninos e meninas em todos os níveis de escolarização. A escola é um espaço estratégico e importante na vida dos jovens. Por isso, é fundamental inserir o debate sobre a igualdade de gênero no espaço escolar e incentivar mudanças nas práticas pedagógicas. Na área das ciências, por meio do estímulo e apoio à produção científica sobre relações de gênero, mulheres e feminismos, a SPM busca desenvolver um diálogo coerente entre os saberes produzidos e as ações, projetos e convênios, com vistas a diminuir as desigualdades e os estereótipos existentes entre homens e mulheres na sociedade brasileira. Programas e Ações Dados Direitos e Legislação Publicações Programas e ações por SPM — publicado 10/09/2014 11h36, última modificação 29/10/2014 11h13 1) Programa Mulher e Ciência Lançado em 2005, o programa visa estimular a produção científica e a reflexão acerca das relações de gênero, mulheres e feminismos no País, bem como promover a participação das mulheres no campo das ciências e carreiras acadêmicas. O programa é fruto de parceria da Secretaria de Políticas para as Mulheres com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério de Ciência e Tecnologia, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – SECADI e do Departamento de Políticas do Ensino Médio/Secretaria de Educação Básica, e o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), hoje ONU Mulheres. O Programa se constitui das seguintes ações
  14. 14. Brasil 14 - Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero (anual): tem por objetivo estimular e fortalecer a reflexão crítica e a pesquisa acerca das desigualdades existentes entre homens e mulheres em nosso país, e sensibilizar a sociedade para tais questões. - Editais Relações de Gênero, Mulheres e Feminismos (trienal): tem por objetivo apoiar e incentivar estudos e pesquisas nessas áreas. - Pensando Gênero e Ciências: é um encontro trienal com pesquisadoras e Núcleos de Pesquisa de Gênero das Universidades. - Meninas e Jovens Fazendo Ciência, Tecnologia e Inovação: ação de indução para ampliar o número de mulheres nas carreiras e profissões científicas e tecnológicas. a) Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero é um concurso de redações,artigoscientíficos e projetos pedagógicos, com o objetivo de sensibilizar a comunidade estudantil e acadêmica para a reflexão acerca das relações de gênero e feminismos na sociedade. Com nove edições realizadas entre os anos de 2005 e 2013, totalizando 26.864 inscrições, o Prêmio está dividido em cinco categorias: estudante de ensino médio; estudantes de graduação; graduados, especialistas e estudantes de mestrado; mestres e estudantes de doutorado; e Escola Promotora da Igualdade. Para fomentar a perspectiva de gênero no âmbito da educação, em especial a inclusão deste tema no currículo, no projeto político-pedagógico e no material didático, em 2009 foi criado um prêmio especial para as escolas de Ensino Médio: Escola Promotora da Igualdade. Para mais informações acesse a página http://www.igualdadedegenero.cnpq.br. Parceiros: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Educação (MEC), e ONU Mulheres. b) Editais Relações de Gênero, Mulheres e Feminismos Em convênio com o CNPq/MCTI, a SPM já organizou quatro editais para projetos de pesquisa no campo dos estudos de gênero, mulheres e feminismos, buscando contemplar a intersecção com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade, no valor total de 21 milhões. Estes editais apoiaram diretamente 656 pesquisas de universidades brasileiras de todo o país. Parceiros: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). c) Pensando Gênero e Ciências A SPM e parceiros (vide abaixo) já organizaram dois Encontros Nacionais PENSANDO GÊNERO E CIÊNCIA, com a comunidade científica, para debater o papel das mulheres no setor de Ciência e Tecnologia. Em 2006, o 1º Encontro teve por objetivo mapear e analisar o campo de pesquisas e estudos sobre gênero e ciências no Brasil. O Encontro reuniu, em Brasília, 330 pesquisadores/as de mais de 200 núcleos de pesquisa de todas as regiões do país. Entre as diversas recomendações do encontro estão: a introdução da disciplina de gênero nos currículos universitários; a transformação do Programa Mulher e Ciência em política permanente; o aumento da participação feminina nos cargos de direção de órgãos financiadores de pesquisas científicas (CNPq/MCT, CAPES/MEC); e a inclusão de publicações no campo de estudos de gênero, feminismo e diversidade sexual nos acer vos das bibliotecas nacionais. O 2º Encontro, realizado em junho de 2009,reuniu um público de representantes de mais de 150 núcleos de pesquisas científicas de todo o país para discutirem os seguintes temas: a institucionalização dos estudosfeministas e de gênero nossistemas de educação,ciência e tecnologia; os mecanismos institucionais de ampliação, apoio e avaliação das publicações científicas como veículos de consolidação da área; e, ainda, o fortalecimento de medidas e ações voltadas para a promoção das mulheres nas áreas científicas e tecnológicas nas carreiras acadêmicas. Parceiros: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
  15. 15. Brasil 15 d) Meninas e Jovens Fazendo Ciência, Tecnologia e Inovação Consiste num edital que tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que contribuam significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País. Visa, por outro lado, ampliar o número de estudantesdo sexo feminino nas carreirasde ciênciasexatas, engenharias e computação. O primeiro edital foi lançado em 2014. Contou com investimento de R$ 10,9 milhões (concessões de bolsas e custos operacionais) e selecionou 325 projetos do total de 528 apresentados. Parceiros: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Petróleo Brasileiro – Petrobras. 2) Inserção do debate de gênero no currículo escolar Curso Gênero e Diversidade na Escola (GDE) é um curso de extensão ou especialização universitária que objetiva discutir questões relativas às temáticas de gênero, sexualidade, orientação sexual e relações étnico-raciais. Ela busca promover a reflexão acerca destes temas integrando perspectivas diversas: sociocultural, histórica, educacional e política. O curso é oferecido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inovação - SECADI/MEC. Após a realização de um projeto piloto de um curso de ensino à distância para a formação de professores da rede de ensino médio, o curso Gênero e Diversidade na Escola (GDE) foi executado em edições subseqüentes pela Universidade Aberta do Brasil (UAB) da CAPES/MEC em convênios com universidades públicas. Desde 2010, o GDE tem sido organizado pela SECADI com as Universidades Federais. Cerca de 40 mil professores já realizaram o curso. Parceiro – Ministério da Educação/SECADI. 3) Dar visibilidade à produção cultural das mulheres Esta ação tem por objetivo selecionar projetosrealizados por proponentesdo sexo feminino, em âmbito nacional, incentivar a produção cultural, o uso de linguagens artísticas e cinematográficas, a reflexão crítica e a profissionalização dos processos de gestão cultural. Gestão Pública em Gênero e Raça. Parceiro – Ministério da Cultura – SAV e FUNARTE. 4) Formação de gestores públicos Curso sobre Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça com o objetivo de instrumentalizar as/os participantespara intervenção no processo de concepção,elaboração,implementação,monitoramento e avaliação dos programase ações que assegurema transversalidade e a intersetorialidade de gênero e raça nas políticas públicas. Este novo curso foi estruturado parceria em da SPM com a Ministério da Educação, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR e o CLAM, a partir da experiência do GDE. O Curso Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça (GPP- GR) destina-se a servidoras/es dos três níveis da Administração Pública, preferencialmente gestoras/es das áreas de educação, saúde, trabalho, segurança e planejamento, integrantes dos Conselhos de Direitos da Mulher, dos Fóruns Intergovernamentais de Promoção da Igualdade Racial, dos Conselhos de Educação e dirigentes de organismos não governamentais ligados à temática de gênero e da igualdade étnico-racial. O curso é realizado anualmente por meio de edital da SECADI/MEC. Parceiro – Ministério da Educação/SECADI.
  16. 16. Brasil 16 Dados por SPM — publicado 10/09/2014 11h42, última modificação 10/09/2014 11h42 Gráfico - Taxa de frequência líquida das pessoas de 6 a 24 anos de idade, por sexo e cor/raça, segundo o nível de ensino – 2011 Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Rio de Janeiro-RJ, 2011. Apud: Raseam, 2013. Gráfico - Taxa de frequência líquida no ensino médio por sexo – Grandes Regiões – 2011
  17. 17. Brasil 17 Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Rio de Janeiro-RJ, 2011. Apud: Raseam, 2013. Gráfico – Taxa de frequência líquida no ensino superior, por sexo, segundo as Grandes Regiões – 2011 Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios.Rio de Janeiro-RJ,2011.Apud: Raseam,2013 Publicações Caderno de Resumos - Seminário de apresentação dos resultados da Chamada Pública: Relações de Gênero, Mulheres e Feminismos
  18. 18. Brasil 18 Relatório - Seminário de apresentação dos resultados da Chamada Pública:Relações de Gênero, Mulheres e Feminismos - Brasília 22, 23 e 24 de setembro, 2014 Gênero e Diversidade na Escola GDE - Volume 2 Gênero e Diversidade na Escola - GDE - 2007 8° Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero Documento da Conferência Livre Prêmio Mulheres Negras Contam sua História 7° Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero 6° Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero 5° Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero 2° Encontro Nacional de Núcleos e Grupos de Pesquisa – Pensando Gênero e Ciência OBSERVATÓRIO BRASIL DA IGUALDADE DE GÊNERO
  19. 19. Brasil 19 CIENCIA HOJE E INSTITUTO CIENCIA HOJE www.cienciahoje.uol.com.br os e parcerias Projetos e parcerias Desde a sua criação, o Instituto Ciência Hoje tem se envolvido em uma série de parcerias em prol da educação e divulgação da ciência no Brasil. Aqui você vai conhecer alguns dos principais projetos do Instituto promovidos em conjunto com diferentes organizações. Programa Ciência Hoje de Apoio à Educação (PCHAE) Iniciativa do ICH voltada à educação,o PCHAE visa transformar a postura de professores e alunos em relação ao ensino das ciências e contribuir para melhorar os índices de alfabetização em escolas públicas brasileiras.O projeto utiliza a revista Ciência Hoje das Crianças,publicação pioneira de divulgação científica para crianças,como instrumento de aprendizagem.Entre 2001 e 2012,o PCHAE atendeu cerca de 11 mil professores e 410 mil alunos nos estados de São Paulo,Rio de Janeiro e Minas Gerais.Em 2012,o PCHAE ganhou a 4ª Edição do Prêmio ODM Brasil, iniciativa criada para incentivar iniciativas que contribuem para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Conheça mais sobre o Programa Ciência Hoje de Apoio à Educação. Campanha ‘Amigo da ciência’ A proposta dessa iniciativa é simples:que cada um dos nossos leitores doe ao menos uma assinatura de nossas revistas (com a opção de incluir também outra publicação do ICH) a uma escola,pública ou privada, de sua preferência.Dessa forma,todos os leitores e empresas que se tornarem ‘amigos da ciência’ poderão proporcionar aos alunos e professores da instituição escolhida acesso a um conteúdo de qualidade,produzido com muita seriedade,e que poderá complementar a sua educação científica e construir um futuro com mais conhecimento. Para formalizar sua participação,basta entrar em contato com nossa central de atendimento,no telefone 0800 - 7278999,ou envie um e-mail para o endereço cientista.escola@cienciahoje.org.br,com o título ‘Amigo da Ciência’. Saiba mais sobre a campanha e conheça quem já está participando dessa rede e quais as escolas beneficiadas até agora.
  20. 20. Brasil 20 Ciência Hoje na Escola Parceria:Fundação Bradesco e Editora Global Dirigida especialmente a professores e alunos do 3ºe 4º ciclos,consiste em uma série de livros que complementam e aprofundam o currículo escolar.Compostos pela reunião de artigos escritos por pesquisadores brasileiros,vêm acompanhados de um caderno especial que orienta os professores no uso dos textos e experimentos em sala de aula. Leia mais sobre o projeto Ciência Hoje na Escola. Acesse a loja virtual do Instituto Ciência Hoje. CHats de ciência Série de vídeos produzidos em 2012 que apresenta de forma simples,curta e dinâmica temas atuais e instigantes do mundo científico,como a relação entre hereditariedade e comportamento,a polêmica do aquecimento global,as potencialidades das células-tronco e os desafios por trás do câncer. Em cada ‘CHat’,o tema da vez é abordado por um especialista,que discute as questões centrais relacionadas à sua área de atuação.As explicações são auxiliadas por recursos gráficos que,além de facilitar o entendimento,dão uma dinâmica especial ao vídeo. Os primeiros sete episódios foram produzidos com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Confira todos os vídeos disponíveis até o momento. Encartes: TeCHnologia, Tecnologia, Explora! e sobreCultura Ao longo dos seus 30 anos,a revista Ciência Hoje publicou uma série de encartes,abordando temáticas variadas. Dois dos mais antigos,um voltado para o público infantil e outro dedicado à discussão da política científica no Brasil, acabaram ganhando vida própria,transformando-se nos atuais Ciência Hoje das Crianças e Jornal da Ciência Hoje.

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